Memórias coletivas, direitos humanos e resistência

 Memórias coletivas, direitos humanos e resistência

2ª Turma (2020-2021)

MODALIDADE VIRTUAL

Especialização: 40 créditos, 360 horas de aula

Curso internacional: 9 créditos, 90 horas de aula

Duração: Setembro de 2020 a junho de 2021

O credenciamento e a certificação da Especialização e do Curso Internacional serão realizados pelo Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (CLACSO).


COORDENAÇÃO GERAL:
Isabel Piper Shafir (Universidade do Chile)
Pilar Calveiro Garrido (Universidade Autônoma da Cidade do México)

COORDENAÇÃO ACADÊMICA:
Belén Rojas – Universidade de Utrecht (Holanda)


A preocupação com a memória coletiva surge em sociedades que buscam superar a violência da guerra, dos conflitos armados ou das ditaduras para construir formas democráticas de coexistência. A memória coletiva é apresentada como parte do processo de transição, como uma estratégia para reparar os danos causados ​​pela violência e como um elemento que garantiria que tais atos de violência jamais se repitam. Contudo, no século XXI, o foco dessa questão está se deslocando das reflexões sobre a violência e seus efeitos traumáticos para uma busca pela compreensão do presente por meio de sua conexão com o passado. A preocupação central não se limita mais à recuperação da memória das vítimas de violações dos direitos humanos, mas sim à multiplicidade de vozes que constroem narrativas sobre o passado, e à recuperação não apenas das experiências de dor, mas, sobretudo, das lutas e da resistência, e sua conexão com processos como as relações de gênero e a migração.

Partimos do pressuposto de que a memória coletiva constitui um campo de conflito onde o que está em jogo não são apenas as interpretações do passado, mas também os significados de quem somos como sociedade e de nossos futuros possíveis. O poder simbólico da memória reside em sua capacidade de produzir sujeitos, relações e imaginários sociais – um poder que a torna uma fonte potencial de resistência, instabilidade e transformação. Mas o mero ato de lembrar ou esquecer certos eventos não garante seu caráter transformador; antes, isso depende da capacidade de suas práticas de desafiar as versões hegemônicas prevalecentes dentro de uma dada ordem social. Abraçando esse desafio, neste espaço educativo buscamos analisar conjuntamente as ações que empreendemos ao lembrar, problematizando as versões do passado que elas produzem e, ao mesmo tempo, promovendo a construção de novas interpretações e significados que alimentem diferentes e dinâmicas formas de produção de sujeitos sociais. O ressurgimento de regimes autoritários na América Latina torna urgente não apenas lembrar a violência que perpetraram em nossa história recente, mas também compreender os elementos que contribuíram para seu restabelecimento.

Utilizando sempre a memória como chave para a compreensão, exploraremos suas conexões com as lutas políticas em curso no presente. Refletiremos criticamente sobre a construção e os usos políticos dos espaços de memória, a categoria de desaparecimento forçado e suas aplicações atuais, bem como o fenômeno das migrações contemporâneas. Convidamos você a considerar as possíveis relações entre memória e gênero a partir de uma perspectiva feminista.

 

Objetivos gerais
Conhecer e compreender os debates contemporâneos sobre a memória coletiva, suas políticas e práticas; bem como as relações entre esta e a violência contemporânea, especialmente aquelas relacionadas à ação política, à violência de gênero e aos processos migratórios.

Objetivos específicos
▪ Conhecer experiências no desenvolvimento e implementação de políticas sobre memória, direitos humanos e resistência na América Latina.
▪ Refletir criticamente sobre as conexões entre os processos de memória coletiva e as lutas políticas na América Latina.
▪ Refletir criticamente sobre a articulação do campo da memória e das perspectivas de gênero e feministas, levando em consideração as consequências teóricas, metodológicas e políticas dessa estrutura.
▪ Refletir sobre o potencial crítico dos espaços de memória para intervir no debate sobre os dilemas atuais que envolvem novas formas de violência ou violações de direitos.
▪ Reflita sobre a transformação e as possibilidades analíticas da categoria de desaparecimento com base em sua transnacionalização e usos atuais em diversos contextos.
▪ Descreva e analise como a análise da intersecção entre memórias coletivas e migrações coloca em tensão as compreensões tradicionais de ambos os fenômenos e abre espaço para sua reconsideração.
▪ Capacitar na construção de memórias críticas e feministas em torno de conflitos políticos violentos e experiências de resistência.
▪ Contribuir para o desenvolvimento da pesquisa sobre memória, direitos humanos e movimentos sociais.
▪ Oferecer formação a funcionários e ativistas sociais na área da memória, dos direitos humanos e da resistência.
▪ Desenvolver abordagens temáticas, disciplinares e conceituais que contribuam para a integração das proposições teóricas e dos debates abordados nos diferentes espaços curriculares da Especialização.

A especialização destina-se a estudantes de pós-graduação; professores de todos os níveis; ativistas e membros de organizações, movimentos e partidos políticos; funcionários públicos; profissionais da imprensa; membros e gestores de organizações não governamentais e profissionais interessados ​​nas áreas da memória, direitos humanos, feminismo e organizações de migrantes e afins à sua defesa.

Pilar Calveiro (Universidade Autônoma da Cidade do México)
Pilar Calveiro (Universidade Autônoma da Cidade do México)
Isabel Piper (Universidade do Chile)
Isabel Piper (Universidade do Chile)
Ricard Vinyes (Universidade de Barcelona)
Ricard Vinyes (Universidade de Barcelona)
Margarita Vannini (Universidade Centro-Americana, Nicarágua)
Margarita Vannini (Universidade Centro-Americana, Nicarágua)
Lupicinio Iñiguez (Universidade Autônoma de Barcelona)
Lupicinio Iñiguez (Universidade Autônoma de Barcelona)
Alejandro Castillejo (Universidade dos Andes, Colômbia)
Alejandro Castillejo (Universidade dos Andes, Colômbia)
Bruno Groppo (Centro Nacional de Pesquisa Científica, França)
Bruno Groppo (Centro Nacional de Pesquisa Científica, França)
Javier Trimboli (Universidade Pedagógica Nacional, Argentina)
Javier Trimboli (Universidade Pedagógica Nacional, Argentina)
Ana Cacopardo (Universidade de Lanús, Argentina)
Ana Cacopardo (Universidade de Lanús, Argentina)
Peter Winn (Universidade Tufts, Estados Unidos)
Peter Winn (Universidade Tufts, Estados Unidos)
Gabriel Gatti (Universidade do País Basco, Espanha)
Gabriel Gatti (Universidade do País Basco, Espanha)
Ana Barletta (Universidade Nacional de La Plata, Argentina)
Ana Barletta (Universidade Nacional de La Plata, Argentina)
Belén Rojas (Universidade Paris Diderot - Paris 7, França)
Belén Rojas (Universidade Paris Diderot - Paris 7, França)
Marisela Montenegro (Universidade Autônoma de Barcelona)
Marisela Montenegro (Universidade Autônoma de Barcelona)
Loreto Lopez (Universidade do Chile)
Loreto Lopez (Universidade do Chile)
Caterine Galaz (Universidade do Chile)
Caterine Galaz (Universidade do Chile)
Ana Gugliemucci (Universidade de Buenos Aires, Argentina)
Ana Gugliemucci (Universidade de Buenos Aires, Argentina)

A Especialização em Memórias Coletivas, Direitos Humanos e Resistência terá duração de um ano e, para sua acreditação, exige a conclusão de: um seminário intensivo, um Curso Internacional e dois seminários virtuais eletivos do currículo; uma oficina de apoio à escrita; e a elaboração de uma monografia final.

Os alunos dos cursos de especialização e internacionais contarão com o apoio de tutores acadêmicos que os acompanharão nos seminários virtuais e os orientarão na conclusão de seus projetos finais.

Após a conclusão dos seminários, os alunos terão quatro meses para entregar o projeto final. Caso ainda precisem concluir algum crédito, também terão quatro meses para fazê-lo.

A especialização certifica 480 horas/cátedra de trabalho; o curso internacional, 120 horas/cátedra.

Os seminários online serão oferecidos em espanhol, português ou inglês. Os materiais do curso poderão ser disponibilizados em qualquer um dos três idiomas oficiais do curso, dependendo da disponibilidade. As contribuições dos alunos nos fóruns de discussão também poderão ser feitas nesses idiomas. O trabalho de pesquisa final poderá ser escrito em espanhol, português ou inglês.

 

“Debates atuais em torno de memórias coletivas, gênero e direitos humanos”

Resumo: Este curso visa fomentar o diálogo entre o conhecimento e as experiências que envolvem os processos de memória coletiva, as práticas de resistência e os direitos humanos. Contará com a participação de pensadores de diversas disciplinas e contextos, que analisarão os processos de memória coletiva em relação a: políticas públicas, gênero e feminismo, arte e cultura, processos migratórios, direitos humanos, violência política, práticas de resistência, museus, memoriais e monumentos.

Coordenação: Isabel Piper Shafir (Universidade do Chile)

Seminários opcionais

Resumo: Na América Latina, o conceito de memória coletiva tem sido associado à reflexão sobre a violência política das guerras, conflitos armados e ditaduras militares das últimas décadas. O confronto com esses passados ​​violentos levou ao desenvolvimento de políticas de memória, entendidas tanto como políticas de Estado quanto como ações políticas empreendidas por organizações sociais ou grupos políticos envolvidos na preservação da memória dos conflitos políticos vivenciados em seus contextos locais. Analisaremos alguns casos emblemáticos em nossa região, como Nicarágua, Colômbia, Argentina e Chile.

Analisaremos como, nos contextos atuais de diferentes regiões e países da América Latina, diversas práticas de resistência diante da exploração, da desapropriação, da concentração de riqueza e da violência pública e privada se baseiam em uma memória coletiva que recupera as várias formas de saber da luta política, transformando-se em uma memória ativa. No contexto global, os movimentos de resistência tendem a ser locais. Revisaremos e analisaremos experiências de resistência no México e nos Andes peruanos, argentinos e chilenos.

A análise crítica das políticas de memória implementadas em diferentes países da América Latina leva-nos a argumentar que, apesar das contribuições significativas para a compreensão dos processos autoritários, ditaduras e transições políticas na região, bem como para o enfrentamento e a elaboração das consequências que estes tiveram na sociedade e nos indivíduos, persiste o desafio de compreender, decodificar ou estabelecer ligações com as novas realidades sociopolíticas que se desenvolvem na região, nas quais se articulam novas e antigas formas de violência e resistência política.

No entanto, analisar experiências de resistência em que a memória se transforma em um recurso político para agir no presente nos ajudará a repensar a memória como um agente que contribui para a transformação.

Coordenação: Pilar Calveiro (Universidade Autônoma do México) e Isabel Piper (Universidade do Chile)

Resumo: O curso aborda a relação entre gênero e memória, enfatizando duas maneiras de compreender essa conexão: primeiro, entendendo a memória coletiva como construída por sujeitos generificados e, segundo, explorando diferentes abordagens feministas presentes nesse campo de estudo. Nessa perspectiva, analisamos as memórias construídas por ativistas, guerrilheiros, vítimas e outros atores sociais em relação às suas posições de gênero tanto no presente quanto no passado; bem como as continuidades e descontinuidades dos papéis e dinâmicas de gênero que ocorreram em eventos significativos que eles relatam.

Por meio dessas análises, buscamos examinar exercícios de contramemória (Arfuch, 2013; Luongo, 2013) ou memórias subalternas que enfatizam temas e perspectivas pouco explorados nas narrativas hegemônicas: por exemplo, visualizando como as estruturas de gênero são desestabilizadas ou preservadas na construção dessas memórias, ou como processos híbridos de afetividade, ação política e resistência são estruturados ao se recordar certos eventos e contextos. Isso porque entendemos que os sujeitos das memórias são agentes multiposicionais que estão conectados por meio de eventos/espaços (Zalaquet, 2011).

Por fim, o curso analisará diversos estudos sobre memória coletiva de países ibero-americanos que incorporam precisamente uma perspectiva de gênero na compreensão dos processos de construção da memória coletiva, seja para tornar visíveis experiências – de vitimização e/ou resistência política – que foram silenciadas por uma memória hegemônica, masculinizada e heterossexista, seja para estabelecer entendimentos de gênero do passado por meio de uma leitura crítica das maneiras como diferentes episódios são narrados a partir do presente.

Coordenação: Marisela Montenegro (Universidade Autônoma de Barcelona) e Caterine Galaz (Universidade do Chile)

Resumo: O objetivo deste curso é colocar em diálogo os processos de memória coletiva e migrações, visando iluminar novas facetas que nos permitam compreender melhor a complexidade de cada um, num contexto de globalização e capitalismo avançado.

Nesse sentido, abordaremos as nuances específicas de questões consideradas fundamentais pelos estudos da memória, como lugares e comemorações; as disputas entre memórias oficiais e não oficiais; e a museificação e a preservação do patrimônio. Isso será feito com o objetivo de examinar dinâmicas como memórias sem lugar e o "não-lugar" das migrações; o questionamento dos imaginários de exclusão e os limites do pertencimento; e as iniciativas culturais como alternativas para a gestão de tensões políticas, sua natureza conflituosa e também seu potencial.

Também examinaremos questões que estão ganhando destaque no estudo das migrações contemporâneas, como diáspora e espaços transnacionais; a subjetividade migrante e os impactos dos regimes de mobilidade em seu desenvolvimento. Isso nos permitirá analisar a tensão em torno das fronteiras nacionais como contornos da memória coletiva; e o potencial das memórias e contramemórias na formação da resistência à subordinação e na articulação de relações baseadas na diferença (Braidotti, 2006) durante as trajetórias migratórias.

Coordenação: Belén Rojas - Universidade de Utrecht, Holanda)

Resumo: O curso reflete sobre a genealogia, a transformação e as possibilidades analíticas da categoria de desaparecimento. Ela foi utilizada para descrever casos na Argentina, no Chile e no Uruguai na década de 70, no México e na Colômbia atualmente e, olhando ainda mais para trás, na Guerra Civil Espanhola, na Alemanha nazista na década de 40, no Camboja do Khmer Vermelho na década de 70 e na Bósnia durante a guerra na década de 90. Existem centenas, milhares, milhões de casos que são referidos como desaparecimentos e pessoas desaparecidas.

Coordenação: Gabriel Gatti (Universidade do País Basco, Espanha)

 

Resumo:  Este seminário busca refletir sobre como as sociedades latino-americanas confrontaram suas experiências passadas de violência política — sejam ditaduras ou conflitos armados internos — durante os séculos XX e XXI, por meio dos processos de memorialização empreendidos por diversos atores sociais. Através deste seminário, exploraremos as formas públicas de memória construídas a partir desses passados ​​violentos, analisando a capacidade crítica dos processos de memorialização implementados em diferentes países da região, como Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Peru e Uruguai, para questionar o presente dessas sociedades, particularmente no que diz respeito às novas formas de violência e aos conflitos atuais.

Coordenação: Ana Gugliemucci (Universidade de Buenos Aires) e Loreto López (Universidade do Chile)

Resumo: Este curso visa explorar os usos públicos do passado e as interpretações políticas da memória coletiva, a fim de compreender como os significados, as práticas e as políticas da memória e do esquecimento são construídos na esfera pública por organizações da sociedade civil, intelectuais e agências estatais. Nesse sentido, descreverá e analisará — por meio de diversos casos empíricos e em múltiplas escalas — os usos públicos do passado através dos quais os atores intervieram no passado e continuam a intervir no presente.

Coordenação: Ana María Barletta e Emmanuel Kahan (Universidade Nacional de La Plata, Argentina)

Resumo: A oficina é um espaço de formação concebido para orientar o desenvolvimento da monografia final da especialização. Apoiará os alunos na definição do seu objeto de análise, na sua tradução num problema de investigação viável, na construção de um plano de trabalho, no desenvolvimento de quadros argumentativos e na formulação de conclusões analíticas. Estas tarefas serão realizadas individualmente e em grupo, através da troca de ideias entre pares e com o instrutor da oficina, seguindo um formato de fórum de discussão. O objetivo da oficina é produzir uma versão preliminar da monografia final da especialização. A monografia final poderá ser escrita em espanhol, português ou inglês.

O credenciamento e a certificação da Especialização e do Curso Internacional serão realizados pelo Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (CLACSO).

O Curso de Especialização e Internacional destina-se a estudantes de graduação e pós-graduação; professores de todos os níveis; ativistas e membros de organizações, movimentos e partidos políticos; funcionários públicos; profissionais da imprensa; membros e gestores de organizações não governamentais e profissionais interessados ​​nas áreas da memória, direitos humanos, feminismo e organizações de migrantes e ligados à sua defesa.

Para participar, você deve se inscrever usando o formulário online clicando aqui. As inscrições estarão abertas de 17 de julho a 20 de setembro de 2020.
Após a conclusão do processo de inscrição, você receberá uma confirmação. Na data de início do curso, você receberá um e-mail com seus dados de acesso à plataforma virtual.
Se você se matriculou no programa de Especialização, não precisa se inscrever nos seminários eletivos nem no curso internacional. Os seminários eletivos e o curso internacional estão incluídos na taxa do programa de Especialização.

Caso o aluno decida não se matricular na Especialização ou no Curso Internacional antes da data oficial de início, poderá solicitar o reembolso das taxas de matrícula. A CLACSO reterá o equivalente a 10% para cobrir custos administrativos.

Após o início do curso, se o aluno tiver pago a totalidade da mensalidade, poderá repetir apenas um seminário eletivo na sessão seguinte. Esta política não se aplica a cursos internacionais. Em nenhum caso o valor pago será reembolsado.

En casos excepcionais Durante os dois primeiros meses da especialização, os alunos podem solicitar o cancelamento da matrícula e o retorno no ano seguinte. Em todos os casos, os motivos da solicitação devem ser apresentados por escrito. Após dois meses do início do curso, nenhuma solicitação será aceita. Em nenhuma hipótese o valor pago será reembolsado.

As aulas começarão em setembro de 2020 e terminarão em junho de 2021.
Todos os participantes inscritos receberão as instruções necessárias para acessar as aulas, a bibliografia e os fóruns de discussão por meio do Espaço de Treinamento Virtual da CLACSO.
Acessar e navegar no Ambiente Virtual de Aprendizagem é simples e intuitivo. Em qualquer caso, uma equipe de suporte técnico e acadêmico estará sempre à sua disposição.
Você deve concluir o Curso Internacional, dois (2) Seminários Virtuais opcionais, o workshop metodológico e concluir a monografia final.
Você deve participar das aulas e atividades propostas pelos professores e concluir a monografia final.

A Especialização e o Curso Internacional são certificados pela CLACSO.

A Especialização certifica 480 horas/cátedra de trabalho; o Curso Internacional, 120 horas/cátedra.

A Especialização e o Curso Internacional são credenciados pela CLACSO. Antes de se matricular, pergunte-nos sobre o tipo de certificação que emitimos.
O pagamento pode ser feito em uma única parcela por cartão de crédito, depósito bancário ou transferência bancária. Também oferecemos a opção de pagamento em 3 parcelas.
Sim. Haverá descontos para estudantes pertencentes a Centros Membros da CLACSO e Centros Associados da CLACSO, para Pesquisadores Associados da CLACSO e para todos aqueles que pagarem antes de 14 de setembro de 2020.

Para quaisquer outras dúvidas, entre em contato conosco pelo endereço: memória2@clacso.edu.ar

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