O Haiti não está sozinho

 O Haiti não está sozinho

Na sexta-feira, 30 de julho, a CLACSO apresentou o programa especial «CLACSO x Haiti – Haiti não é seul» para dar visibilidade, por meio de entrevistas e conversas, à realidade dos países caribenhos afetados por conflitos sociais, de saúde e políticos, agravados pelo assassinato, em 7 de julho, do presidente Jovenel Moïse.

Eu participei:

-Karina Batthyány, Secretário Executivo da CLACSO 

-Jenny Torres, membro do Comitê Diretivo da CLACSO para a Região do Caribe 

-Camille Chalmers, economista e líder social no Haiti

-Sabine Lamour, Socióloga, Coordenadora da Solidariedade das Mulheres Haitianas

-Jean-Jacques Kourliandsky, Diretor do Observatório da América Latina da Fundação Jean Jaurès de França

-Henry Boisrolin, Coordenador do Comitê Democrático Haitiano na Argentina

-Velina Charlier, membro do Noupapdòmi, Collectif de citayens et citayennes engagés(es) na luta contra a corrupção e a impunidade, para a justiça social

-Edwin Paraison, Diretor da Fundação ZILE Haiti, ex-cônsul na República da Dominica.


apresentação: Éric Domergue


VER PROGRAMA EM ESPAGNOL DU 23 JUILLET


Comunicado (em espanhol) dos centros caribenhos da CLACSO e de seu comitê diretor: É hora de pensar no Haiti com e com seu povo!


O Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (CLACSO) é uma instituição internacional não governamental com status de associado da UNESCO, criada em 1967. O grupo atualmente inclui 806 centros de pesquisa e estudos superiores na área de ciências sociais e humanas em 51 países da América Latina e de outros continentes.
Os 10 objetivos do CLACSO
Promover a pesquisa social para a luta contra a pobreza e as desigualdades, o reforço dos direitos do homem e a participação democrática.
Contribuir, no âmbito da pesquisa acadêmica e da crítica do espírito, para promover políticas de desenvolvimento duráveis ​​em termos econômicos, sociais e ambientais.
Construir pontos entre a pesquisa social e as políticas públicas, na promoção de ações inovadoras, criativas e viáveis ​​face aos grandes desafios sociais, educativos, culturais e ambientais da América Latina e das Caraíbas.
Apoiar a formação de professores de pesquisa e instituições que trabalham no domínio das ciências sociais e humanas.
Reforçar o processo de internacionalização acadêmica na América Latina e no Caribe.
Desenvolver a cooperação Sul-Sul e Norte-Sul e o diálogo universitário.
Estimular o desenvolvimento e a consolidação das ciências sociais e o pensamento crítico nos países mais pobres da América Latina e do Caribe.
Intervir no debate público nacional e regional, informando as perspectivas e as contribuições da pesquisa social apoiada nos resultados.
Colaborador na formação de agentes governamentais, de militantes sociais e de profissionais de mídia em questões sociais, educativas, culturais e ambientais, na aproximação dos problemas abordés pelas ciências sociais e nas preuves fournies pela pesquisa social.
Criar as condições de um acesso aberto à produção universitária da América Latina e das Caraíbas, contribuindo para a democratização do acesso ao conhecimento e permitindo a sua utilização mais ativa pelas decisões públicas, pelas organizações sociais e citadinas, pela imprensa e pelo sistema universitário ao mesmo tempo.



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