Estudos afro-latino-americanos e caribenhos

 Estudos afro-latino-americanos e caribenhos

4ª Tourma | Modalidade virtual (2022-2023)

MODO: VIRTUAL

Especialização: 40 créditos, 360 horas/aulas presenciais

Curso internacional:
9 créditos, 90 horas/aulas presenciais

Duração:
Outubro de 2022 a setembro de 2023

A credenciação e a certificação da Especialização e do Curso Internacional serão realizadas pelo Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (CLACSO) e pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (FLACSO Brasil).


COORDENAÇÃO GERAL
Mara Viveros Vigoya, Nilma Gomes e Rita Segato

COORDENAÇÃO ACADÊMICA
Karina Bidaseca

COMISSÃO ACADÊMICA
Salete Valesan Camba, Mara Viveros Vigoya, Nilma Gomes, Rita Segato e Karina Bidaseca


O Curso de Especialização Internacional em Estudos Afro-Latino-Americanos e Caribenhos é uma proposta de formação intensiva de pós-graduação que visa disseminar pesquisas e debates atuais sobre a história, as trajetórias e as dinâmicas sociais da população afrodescendente da América Latina e do Caribe, a partir de uma perspectiva crítica decolonial, afro-latino-americana, afro-caribenha e afrofeminista. Constitui, ainda, um espaço que busca entrelaçar reflexões acadêmicas, políticas, educacionais e estéticas, promovendo a criação e o fortalecimento do campo de estudos.

Na América Latina e no Caribe, a colonialidade se apresenta como dois elementos constitutivos e específicos de um padrão de poder no qual a imposição de uma classificação étnico-racial de sua população desempenha um papel fundamental. Tomar consciência da colonialidade do poder que opera nas esferas macrossocial, microssocial e subjetiva exige abordar as epistemes da identidade não africana e a busca racial como uma invenção histórico-colonial cujos efeitos continuam a impactar o destino social e o cotidiano daqueles que habitam essa região. Ao mesmo tempo, é necessário reconstituir o poder como uma rede de relações que entrelaça indissociativamente pelo menos três sistemas de opressão – “raça”, gênero e classe – e as diferentes matrizes que compõem as “alteridades históricas” derivadas da racialização. Em cada nação, isso implica oferecer uma nova perspectiva sobre essas relações e promover ações mais efetivas, baseadas nas especificidades do pensamento e da criatividade afro-latino-americana e caribenha. Por fim, implica compreender e confrontar os processos de discriminação, exclusão, criminalização, genocídio, feminismo e juventude das populações afrodescendentes e participar na criação de condições para a produção de conhecimento próprio sobre esses processos e estratégias de combate adequadas para enfrentar essas formas de violência.

Na última década, testemunhamos na região uma virada antirracista que designa a mudança ocorrida na forma como se presta atenção ao racismo na esfera pública e seus efeitos, numa perspectiva laboral. Ao mesmo tempo, nos últimos dois anos, os processos de opressão e violência racistas que constituem a colonialidade tornaram-se evidentes – como se expressa pela distribuição étnico-racial desproporcional das vítimas da pandemia de Covid-19, pelo movimento global de protesto e conscientização sobre o racismo causado pela violência policial e pelas mortes de George Floyd, em Minneapolis, e de outros jovens racializados em diversos países da região. Além disso, em muitos contextos, esse movimento é impulsionado – com diferentes níveis, intensidade, magnitude e resultados – para a elaboração e implementação de políticas públicas de combate ao racismo.

Este programa de formação busca dar conta do crescimento não acadêmico da organização intelectual e política de mulheres e homens negros latino-americanos e caribenhos, bem como de uma produção teórica e intelectual afro-orientada que investiga e confronta o racismo em suas múltiplas dimensões e níveis, a partir de uma perspectiva crítica e emancipadora.

  • Divulgar e promover pesquisas sobre teorias, histórias, filosofias, conhecimentos, artes e cosmologias do patrimônio africano no continente latino-americano e caribenho.
  • Fornecer elementos conceituais e históricos que nos permitam abordar, a partir de perspectivas críticas e intersetoriais, os processos de racialização das populações afrodescendentes e seus efeitos na vida social e cotidiana.
  • Promover análises intersetoriais e situadas que permitam compreender a complexidade da existência de mulheres, homens e pessoas LGBTQIA+ afrodescendentes e elevar o reconhecimento dos seus direitos.
  • Capacitar e treinar para o desenvolvimento, apoio e endosso de ações e políticas destinadas a garantir os direitos humanos das populações afrodescendentes diante da criminalização, do genocídio, do feminicídio e da vulnerabilidade da juventude negra.
  • Analise as convenções, acordos e resoluções internacionais que reconhecem e salvaguardam os direitos das populações afrodescendentes no âmbito da Década Internacional da Afrodescendência.

A especialização e o Curso Internacional destinam-se a estudantes de graduação e pós-graduação; professores de todas as idades; ativistas e militantes de organizações afrodescendentes, sindicatos, movimentos sociais e partidos políticos; funcionários públicos; trabalhadores da área gráfica; membros e gestores de organizações não governamentais e profissionais interessados ​​em estudos afro-latino-americanos e caribenhos.


Anny Ocoró Loango (Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Argentina)
Anny Ocoró Loango (Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Argentina)
Ángel G. Quintero Rivera (Universidade de Porto Rico)
Ángel G. Quintero Rivera (Universidade de Porto Rico)
Wanderson Flor do Nascimento (Universidade de Brasília, Brasil)
Wanderson Flor do Nascimento (Universidade de Brasília, Brasil)
Anna Canavarro Benite (Universidade Federal de Goiás, Brasil)
Anna Canavarro Benite (Universidade Federal de Goiás, Brasil)
Betty Ruth Lozano (Unibautista, Colômbia)
Betty Ruth Lozano (Unibautista, Colômbia)
Cidinalva Neris (Universidade Federal do Maranhão, Brasil)
Cidinalva Neris (Universidade Federal do Maranhão, Brasil)
Claudia Miranda (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Brasil)
Claudia Miranda (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Brasil)
Claudia Mosquera Labbé (Universidade Nacional da Colômbia)
Claudia Mosquera Labbé (Universidade Nacional da Colômbia)
Dina Alves (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Brasil)
Dina Alves (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Brasil)
Elissa Lister (Universidade Nacional da Colômbia - Universidade de Brasília)
Elissa Lister (Universidade Nacional da Colômbia - Universidade de Brasília)
Evandro Piza Duarte (Universidade de Brasília, Brasil)
Evandro Piza Duarte (Universidade de Brasília, Brasil)
Franklin Gil Hernández (Universidade Nacional da Colômbia)
Franklin Gil Hernández (Universidade Nacional da Colômbia)
Glenda Cristina Valim de Melo (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Brasil)
Glenda Cristina Valim de Melo (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Brasil)
Jean Bosco Kakozi Kashindi (Universidade Federal de Integração Latino-Americana, Brasil - RDC)
Jean Bosco Kakozi Kashindi (Universidade Federal de Integração Latino-Americana, Brasil - RDC)
Karina Bidaseca (Universidade Nacional de Buenos Aires, Argentina)
Karina Bidaseca (Universidade Nacional de Buenos Aires e Universidade Nacional de San Martín, Argentina)
Kátia Regis (Universidade Federal do Maranhão, Brasil)
Kátia Regis (Universidade Federal do Maranhão, Brasil)
Luciana Oliveira (Universidade Federal de Goiás, Brasil)
Luciana Oliveira (Universidade Federal de Goiás, Brasil)
Luis Ferreira (Universidade Nacional de San Martín, Argentina - Uruguai)
Luis Ferreira (Universidade Nacional de San Martín, Argentina - Uruguai)
Mara Viveros Vigoya (Universidade Nacional da Colômbia)
Mara Viveros Vigoya (Universidade Nacional da Colômbia)
Nilma Gómes (Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil)
Nilma Gómes (Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil)
Rita Segato Rita Segato (Universidade de Brasília, Brasil – Universidade Nacional de San Martín - Argentina)
Rita Segato (Universidade de Brasília, Brasil – Universidade Nacional de San Martín - Argentina)
Elbert Agostinho(Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca, Brasil)
Rodrigo Ednilson de Jesus (Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil)
Rodrigo Ednilson de Jesus (Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil)
Rosa Campoalegre (Centro de Pesquisa Psicológica e Sociológica, Cuba)
Rosa Campoalegre (Centro de Pesquisa Psicológica e Sociológica, Cuba)
Santiago Arboleda Quiñónez (Universidade Andina Simón Bolívar, Equador)
Santiago Arboleda Quiñónez (Universidade Andina Simón Bolívar, Equador)
Saúl Hernández Rosales (Centro de Estudos de Desenvolvimento Étnico, Peru)
Saúl Hernández Rosales (Escola Superior Nacional Autônoma de Belas Artes do Peru, Venezuela)
Susy Castor (Centro de pesquisa e formação econômica e social para o desenvolvimento, Haiti)
Susy Castor (Centro de pesquisa e formação econômica e social para o desenvolvimento, Haiti)
Tarsila Flores (Universidade de Brasília, Brasil)
Tarsila Flores (Universidade de Brasília, Brasil)
Alyxandra Gomes Nunes (Universidade Estadual da Bahia, Brasil)
Jackeline Aparecida Ferreira Romio (Universidade de São Paulo, Brasil)

A especialização em Estudos Afro-Latino-Americanos e Caribenhos terá duração de 12 meses e, para a certificação, serão necessários: a conclusão de um curso internacional, dois seminários virtuais eletivos na estrutura curricular, um escritório de apoio para a elaboração do trabalho final e a elaboração do trabalho final.

O Curso Internacional é composto por aulas ministradas por dois Coordenadores do Programa e pela equipe docente. Para a certificação, é necessária a conclusão e aprovação de um trabalho final, além da participação em pelo menos 80% das atividades e tarefas propostas pelos professores.

O Curso de Especialização Internacional acontecerá entre setembro de 2022 e agosto de 2023.

Os alunos da Especialização e do Curso Internacional recebem o apoio de tutores acadêmicos que acompanharão a realização de dois seminários virtuais e orientarão a produção do trabalho final.

Após a conclusão dos seminários, os alunos terão um prazo de quatro meses para entregar o trabalho final. Caso ainda precisem concluir algum crédito, esse prazo também será válido para a sua finalização.

O Curso de Especialização Internacional exige certificações CLACSO e Flacso Brasil.

A especialização tem uma carga horária total de 360 ​​horas, sendo 90 horas do curso internacional.

ESCLARECIMENTO

Para se inscrever em uma Especialização completa, não é necessário se inscrever separadamente no Curso Internacional.

Os cursos podem ser ministrados em espanhol ou português, sendo ambos idiomas oficiais da CLACSO e da Flacso.

 

Os seminários virtuais serão oferecidos em espanhol e português. Da mesma forma, a bibliografia poderá ser apresentada nos dois idiomas oficiais do curso. Como dois alunos participam dos fóruns de discussão, estes também podem ser utilizados em idiomas diferentes. O trabalho monográfico final poderá ser em espanhol ou português.

Eu resumir: Pensar na América Latina e no Caribe é pensar em raça completamente fora do multiculturalismo e das identidades políticas do espectro globalizado, que constrói o mito de “raça” como uma etnia ou diferença cultural substancial fundada na separação. Uma “raça” em nosso continente é um produto da racialização de origem colonial que varia de acordo com os diferentes contextos nacionais. Há três eixos principais que o pai do poder capitalista classifica como pessoas: trabalho, sexo e raça. No entanto, a categoria raça é o centro estruturante da colonialidade-modernidade. Partindo dessa base comum, as principais conferências abordarão questões relacionadas aos afrodescendentes na América Latina e no Caribe nos campos da história, filosofia, religião, artes, direito, relações de gênero, política, violência e educação, entre outros.

Eu resumir: Pensar na América Latina e no Caribe é pensar em raça completamente fora do multiculturalismo e das identidades políticas do espectro globalizado, que constrói o mito de “raça” como uma etnia ou diferença cultural substancial fundada na separação. Uma “raça” em nosso continente é um produto da racialização de origem colonial que varia de acordo com os diferentes contextos nacionais. Há três eixos principais que o pai do poder capitalista classifica como pessoas: trabalho, sexo e raça. No entanto, a categoria raça é o centro estruturante da colonialidade-modernidade. Partindo dessa base comum, as principais conferências abordarão questões relacionadas aos afrodescendentes na América Latina e no Caribe nos campos da história, filosofia, religião, artes, direito, relações de gênero, política, violência e educação, entre outros.

Coordenação: Rosa Campoalegre Septien (CIPS, Cuba) e Claudia Miranda (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Brasil)

Eu resumir: O conceito de raça, como um atributo socialmente construído no tempo e no espaço, ainda funciona como parâmetro para a alocação de pessoas na estrutura social. Essas ações afirmativas surgem como uma estratégia para combater o racismo e podem ser implementadas na prática em todas as esferas da sociedade civil, visando principalmente desmantelar a estrutura social que coloca os afrodescendentes em posições desvantajosas, tanto econômica quanto simbolicamente. O curso se baseia na abordagem epistemológica da afrocentricidade, na qual os povos da África e da diáspora devem ser o centro do estudo de dois fenômenos sociais, sendo, portanto, os protagonistas de sua própria história.

Coordenação: Anna Canavarro Benite (Universidade Federal de Goiás, Brasil) e Anny Ocoró Loango (Flacso Argentina)

Eu resumir: A "racialização" das relações de poder entre as novas identidades sociais e geoculturais atribuídas foi sustentada pela referência legitimadora fundamental do caráter eurocêntrico do padrão de poder, material e intersubjetivo. Somente as elites produzem os discursos hegemônicos que moldam a matriz da alteridade que constitui a nação.

Coordenação: Santiago Arboleda Quiñónez (Universidade Andina Simón Bolívar, Equador) e Saúl Hernández Rosales (Escola Nacional Superior Autônoma de Belas Artes do Peru, Venezuela).

O seminário visa discutir os debates atuais sobre a história afro-latino-americana e caribenha a partir de perspectivas críticas, com foco na justiça racial e nos direitos humanos. A reconstrução dos três sistemas de opressão – raça, gênero e classe – e das diferentes matrizes que compõem as “alteridades históricas” derivadas da racialização dos corpos coloca a justiça no centro do debate. O objetivo é compreender e confrontar os processos de discriminação, exclusão, criminalização, genocídio, feminicídio e assassinato de jovens afrodescendentes, participando da criação de condições para a produção de conhecimento próprio sobre esses processos e estratégias de luta e pedagogias emancipatórias contra esses sistemas necropolíticos.

Coordenação: Jackeline Aparecida Ferreira Romio (Universidade de São Paulo, Brasil), Tarsila Flores, (Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura, Fiocruz, Escola Nacional de Saúde Pública, Brasil), Cidinalva SCNeris (Universidade Federal do Maranhão, Brasil) e Katia Regis (Universidade Federal do Maranhão, Brasil)

O gabinete é um espaço de formação destinado a orientar a preparação do trabalho final de especialização em monografia. Os alunos receberão acompanhamento e orientação na elaboração do objeto de análise, na sua tradução em um problema prático de estudo, na construção de um plano de trabalho, no desenvolvimento de redes argumentativas e na definição de conclusões analíticas. Estas tarefas serão realizadas individualmente e coletivamente, por meio da troca de ideias entre pares e com o professor responsável pelo gabinete, através do fórum de discussão. O objetivo do gabinete é produzir o esboço do trabalho final da especialização. O trabalho final de especialização poderá ser escrito em espanhol, português ou inglês.

CM Pleno: Você pertence a um Centro Plenário de Membros da CLACSO.

Associado de CM: Você pertence a um Centro Associado à CLACSO.

Link do Sem: Você não possui nenhum vínculo com a CLACSO.

 

Pagamento em encomenda até 10/10

Pagamento em parcela no dia 10/10

Pagamento em 3 parcelas
CM Pleno 400 USD 570 USD USD 750 (3 x USD 250)
Associado de CM 530 USD 700 USD USD 1020 (3 x USD 340)
Ligação Sem 600 USD 960 USD USD 1290 (3 x USD 430)

Em todos os casos, o pagamento pode ser feito por carta de crédito, depósito ou transferência bancária.

A certificação da Especialização e do Curso Internacional será realizada pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso Brasil) e pelo Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (Clacso).

CM Pleno: Você pertence a um Centro Membro Plenário da CLACSO.

Associado de CM: Você pertence a um Centro Associado à CLACSO.

Link do Sem: Você não possui nenhum vínculo com a CLACSO.

 

  Pagamento em encomenda até 10/10 Pagamento em parcela no dia 10/10 Pagamento em 3 parcelas
CM Pleno 115 USD 230 USD USD 315 (3 x USD 105)
Associado de CM 175 USD 290 USD USD 420 (3 x USD 140)
Ligação Sem 240 USD 360 USD USD 540 (3 x USD 180)

Em todos os casos, o pagamento pode ser feito por carta de crédito, depósito ou transferência bancária.

 

O Curso de Especialização Internacional destina-se a graduados e estudantes de pós-graduação; professores de todas as idades; ativistas e militantes de organizações sindicais, movimentos sociais e partidos políticos; funcionários públicos e agentes da área jurídica, trabalhadores diaristas, comunicadores e consultores de imprensa; membros e líderes de organizações não governamentais e profissionais interessados ​​no assunto.

Para participar, você precisa se cadastrar pelo site.

As inscrições estarão abertas entre 26 de julho e 13 de outubro.

Após a conclusão do processo de inscrição, você receberá uma confirmação por e-mail. No dia de início do curso, serão enviados os dados de acesso à plataforma virtual.

Caso alguma das sessões de treinamento obrigatórias não seja concluída, em todos os casos, um valor adicional deverá ser pago para recuperar o crédito mencionado.

Critérios excepcionais: Em casos excepcionais (questões de saúde, familiares ou humanitárias), durante os dois primeiros meses do início da Especialização, o aluno poderá solicitar um afastamento e retomá-lo no ano seguinte. Em todos os casos, as razões que justificam o pedido deverão ser apresentadas por escrito. Após dois meses do início do curso, não será mais possível solicitar esse afastamento.

O reembolso do valor pago só será possível nos casos em que a CLACSO e a Flacso Brasil cancelarem a realização de algum seminário.

As aulas começarão a ser construídas em outubro de 2022 e serão concluídas em setembro de 2023.

Todos os alunos receberão as instruções necessárias para acessar as salas de aula, a bibliografia e o fórum de discussão por meio da plataforma virtual da CLACSO.

O acesso à plataforma de treinamento virtual é feito de forma simples e intuitiva. Em qualquer caso, uma equipe de suporte técnico e acadêmico estará sempre à sua disposição.

Você deve aprovar o Curso Internacional, dois (2) seminários virtuais eletivos, o escritório de apoio para realizar o trabalho final e realizar o trabalho integrativo final.

Para receber o certificado de especialização, sem exceção, todos os espaços de treinamento devem ser concluídos e aprovados.

Para obter o certificado de especialização, você deve concluir um trabalho monográfico final. O escritório de apoio para a conclusão do trabalho final é obrigatório e irá auxiliá-lo durante todo o processo.

Você deve participar das aulas e atividades propostas pelos professores e realizar o trabalho monográfico final.

No entanto, a Especialização Internacional exige certificados do Flacso Brasil e do Clacso. A especialização tem uma carga horária total de 360 ​​horas e um curso internacional de 90 horas. O envio do certificado de conclusão será feito digitalmente e é totalmente gratuito. O diploma de Especialista Internacional é emitido pela Secretaria-Geral do Flacso, localizada na Costa Rica. Os valores e procedimentos para emissão e envio do diploma internacional podem ser consultados na página do Flacso Brasil. https://flacso.org.br/emissao-de-diplomas-certificados-e-historicos-de-notas-2/

 A Especialização no Curso Internacional exige credenciais do Flacso Brasil e do Clacso. O diploma de Especialista Internacional é emitido pela Secretaria-Geral do Flacso, localizada na Costa Rica. Os valores e procedimentos para emissão e envio do diploma internacional podem ser consultados na página do Flacso Brasil. https://flacso.org.br/emissao-de-diplomas-certificados-e-historicos-de-notas-2/

Consulte a tabela de preços e modalidades, disponível acima.

Caso a certificação internacional não seja emitida pela Secretaria Geral da Flacso, será cobrada uma taxa adicional.*


*A emissão do diploma impresso, juntamente com o histórico escolar, custa USD 222,00 (dois dólares e vinte e dois centavos). O valor inclui o envio de duas vias impressas e autenticadas para o endereço residencial do aluno. Os procedimentos para emissão e envio do diploma internacional podem ser consultados na página do Flacso Brasil. https://flacso.org.br/emissao-de-diplomas-certificados-e-historicos-de-notas-2/



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