Lista de propostas para novos Grupos de Trabalho

 Lista de propostas para novos Grupos de Trabalho

Este espaço destina-se a divulgar e articular novas propostas para Grupos de Trabalho no âmbito da X Chamada para a apresentação de Grupos de Trabalho da CLACSO 2023-2025.Ver chamada].

O edital de propostas está aberto a todos os temas.

Autonomia e autodeterminação no âmbito da jurisdição indígena especial.
Proposta por: Jimmy Jeovany Polindara Velasco. Escola Superior de Administração Pública (ESAP), campus de Medellín, Colômbia.
Resumo: Tomada de decisões e criação de figuras da nova administração pública em territórios indígenas, para fortalecer questões de autogoverno e administração territorial.
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Educação e Trabalho: Perspectivas Sindicais e Acadêmicas para o Desenvolvimento Inclusivo
Proposta por: Juan Cruz Esquivel. Fundação UOCRA (Argentina)
Resumo: A proposta visa desenvolver políticas para o ensino e a formação técnica e profissional a partir de uma perspectiva holística. Com o objetivo de construir pontes entre a educação e o trabalho, e entre os espaços académicos e sindicais, propõe discutir as metodologias de formação tanto a partir de perspetivas teóricas como empíricas, e refletir sobre as ligações existentes e potenciais entre a formação profissional e os vários níveis e modalidades do sistema formal de ensino.
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Observatório Latino-Americano do Trabalho Social
Proposta por: Marcelo Torres. Corporação para Estudos Avançados em Serviço Social (Chile)
Resumo: O Observatório Latino-Americano de Serviço Social busca destacar os desafios enfrentados pela profissão nos atuais cenários sociopolíticos e de saúde. Para tanto, a troca de espaços de reflexão entre estudantes, acadêmicos e profissionais é fundamental para a análise dos complexos campos problemáticos vivenciados na região. É essencial analisar as diversas situações e realidades sociais em contextos de vulnerabilidade, pobreza, exclusão ou qualquer outro espaço onde a desigualdade social esteja presente.
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Direito à cidade e mobilidade sustentável
Proposta por: Eduardo Sánchez Garavito. Corporação Universitária Minuto de Dios (Colômbia)
Resumo: Esta proposta centra-se na compreensão das complexidades sociais, económicas e políticas das cidades a partir da perspetiva do direito à cidade. As cidades são espaços de tensão e conflito, mas também de oportunidade, oferecendo novas e alternativas formas de planeamento e organização territorial que incorporam as vozes das organizações sociais e comunitárias, dos académicos e investigadores, e das entidades públicas e privadas, com o objetivo de criar cidades sustentáveis.
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O fenômeno religioso: epistemologia, diálogo e políticas públicas
Proposta por: Boris Briones Soto. Sociedade Chilena de Estudos Religiosos (Chile)
Resumo: Este grupo de trabalho busca abordar problemas recorrentes no campo dos estudos não-denominacionais da religião latino-americana, bem como sua discussão histórica e contemporânea. Seu foco está em três áreas principais: 1) religião estudada a partir de uma perspectiva latino-americana, 2) políticas públicas e influência religiosa e 3) diálogo inter-religioso.
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Governos eficientes em contextos democráticos
Proposta por: Rigoberto Silva Robles. Universidade de Guadalajara (México)
Resumo: Aguilar propõe a seguinte questão: “Quais são os fatores, elementos ou condições que possibilitam, promovem e garantem que os governos sejam capazes e eficazes na resolução de problemas públicos, na conciliação de conflitos sociais, na criação de oportunidades de desenvolvimento e na produção de bens e serviços que atendam às necessidades, aos direitos e às aspirações dos cidadãos?” Este grupo de trabalho visa encontrar respostas a partir das perspectivas da ciência política, da prestação de contas, da governança, das políticas públicas, da gestão de arquivos e documentos e de outras áreas afins.
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Estudos LGBT+ da América Latina
Proposta por: Raul Olmedo. Faculdade de Ciências Políticas e Sociais – FCPyS / UNAM, México
Resumo: Este Grupo de Trabalho proposto visa estabelecer uma rede transdisciplinar de pesquisadores para analisar as questões, histórias, contextos e progressos das populações lésbicas, gays, bissexuais e transgênero (LGBT+) na América Latina. O desenvolvimento de um Grupo de Trabalho dessa natureza é estratégico, considerando os avanços no cenário social, político e cultural dessas comunidades. A intersecção de disciplinas, perspectivas e objetos de estudo torna este Grupo de Trabalho transdisciplinar, e sua consolidação será, portanto, benéfica para seus membros e para a CLACSO.
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Ellacuría, Hinkelammert, Dussel. Rumo a um mundo onde muitos mundos se encaixem.
Proposta por: Luís Alvarenga. Universidade Centro-Americana "José Simeón Cañas" (El Salvador)
Resumo: Este grupo de trabalho busca explorar e debater as facetas do pensamento crítico, baseando-se nas discussões iniciadas por Ignacio Ellacuría, Franz Hinkelammert e Enrique Dussel. O objetivo é situar as contribuições desses autores no contexto atual para refletir sobre os desafios do pensamento libertador na periferia global do século XXI: o modelo civilizacional predominante, as alternativas emancipatórias em relação aos nossos países e a busca por projetos de libertação que integrem diversas demandas.
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Povos indígenas e a defesa de seu território
Proposta por: Gonzalo Bustamante Rivera. Universidade de La Frontera (Chile)
Resumo: Esta proposta dá continuidade ao trabalho do Grupo de Trabalho sobre Povos Indígenas e Projetos Extrativistas, no qual acadêmicos e representantes de organizações de povos indígenas de diversos países Abya Yala têm dialogado nos últimos três anos. A proposta concentra-se na análise das defesas epistêmicas e territoriais dos povos indígenas, nas questões interseccionais e nas implicações para a saúde, a educação e os planos de vida dessas comunidades, tudo isso no âmbito de relações colaborativas entre a academia e os povos indígenas.
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Diálogos interculturais para a coexistência pacífica
Proposta por: Jorge Enrique González Rojas. Universidade Nacional da Colômbia (Colômbia)
Resumo: A proposta do Grupo de Trabalho CLACSO surge da iniciativa já existente da Rede Latino-Americana de Estudos e Experiências Interculturais, que possui diversos centros latino-americanos no México, Colômbia, Peru, Chile e Uruguai. Essa rede concentra-se no estudo e na defesa de práticas de resistência intercultural e territorial na América Latina e no Caribe, com ênfase em cinco dimensões principais: gênero, crise ambiental, educação, tecnologia e migração.
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Pluralismo jurídico na América Latina: oportunidades para macroreformas nos sistemas de justiça da região em crise crescente.
Proposta por: Aquiles Hervas Parra. Universidade Nacional Autônoma do México / Universidade Politécnica Salesiana (México e Equador)
Resumo: Grupo de pesquisa sobre Pluralismo Jurídico, Justiça Indígena, Direito Consuetudinário e sistemas alternativos de povos/nacionalidades indígenas. O objetivo é destacar propostas jurídicas de base que sejam mais eficazes e adequadas do que os sistemas de justiça tradicionais, não com o intuito de competir com eles, mas de complementá-los, e estabelecer potenciais contribuições para macroreformas da justiça estatal tradicional, dada a profunda crise que atravessa, a qual impede o acesso à justiça por parte das populações latino-americanas. Participantes convidados.
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Descentralizando as Relações Internacionais
Proposta por: Daniela Perrotta e Gerardo Caetano. Faculdade de Filosofia e Letras da UBA e Instituto de Ciências Políticas da UDELAR (Argentina e Uruguai)
Resumo: O objetivo geral da pesquisa a ser desenvolvida pelo Grupo de Trabalho é analisar o campo das Relações Internacionais (RI) na América Latina e no Caribe (ALC) para compreender suas características locais e como interage com a corrente principal da disciplina. Os objetivos específicos incluem: analisar a formação do campo disciplinar de RI na ALC para identificar contribuições locais e/ou regionais para as RI; e investigar o estado atual das RI na ALC por meio da análise de espaços institucionalizados para a produção e disseminação do conhecimento.
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Rede para a Educação em Desenvolvimento Sustentável nas Américas: Unidos no Enfrentamento de Desafios
Proposta por: Teresita Natalia Ulate Gómez. Universidade Internacional Ibero-Americana do México
Resumo: A proposta surge de uma pesquisa realizada na Costa Rica, que evidenciou a necessidade de se estabelecer uma Rede de Educação para o Desenvolvimento Sustentável a fim de melhorar a situação ambiental do país e, a partir daí, criar uma rede continental para enfrentar os desafios ambientais e, por meio de alianças, fortalecer as organizações em cada nação na busca pelo reconhecimento de todas as formas de vida e da importância do meio ambiente em seu desenvolvimento.
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Comunicação e o Direito à Comunicação dos Povos Indígenas
Proposta por: Hemersson Diaz Trejo. Associação RIMCOPI (Comunicadores Indígenas da Colômbia)
Resumo: A comunicação entre os povos indígenas pode ser vista sob diversas perspectivas: como uma estratégia para fortalecer a cultura e a identidade; como um processo de construção da resistência indígena contra o impacto da globalização; como um espaço para a construção de novos cenários para o desenvolvimento e a vida dos povos indígenas; como um mecanismo para promover a interculturalidade; como uma forma de poder; e como o exercício de um direito público.
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Público
Proposta por: Carlos Aníbal Flórez Tapias. Escola Superior de Administração Pública ESAP (Colômbia)
Resumo: Unidade Pública Única Universal
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Ruralidade e transições políticas na América Central e na Colômbia
Proposta por: Luis Antonio Ramírez Zuluaga. Instituto de Estudos Regionais – Universidade de Antioquia (Colômbia)
Resumo: O objetivo é analisar, a partir de uma perspectiva comparativa e transdisciplinar, o papel da ruralidade nas transições políticas da América Central e da Colômbia. Embora as negociações de acordos de paz nessas regiões tenham ocorrido em momentos distintos, buscamos decifrar elementos-chave associados à ruralidade que possam explicar e auxiliar na compreensão de eventos internacionais, regionais e locais que envolveram períodos de conflito armado e a transição para a paz.
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Institucionalização da sociologia acadêmica nas regiões
Proposta por: Blas Zubiria Mutis. Associação Colombiana de Sociologia (Colômbia)
Resumo: A proposta busca gerar um processo de pesquisa e fortalecimento da institucionalização da sociologia acadêmica nas regiões. A tradição analítica sempre privilegiou uma visão do desenvolvimento da sociologia a partir de centros acadêmicos dominantes, o que, em muitos casos, tornou invisível o trabalho de institucionalização e fortalecimento da atividade sociológica (pesquisa, acadêmica, organizacional) realizado em regiões que podem ser consideradas periféricas.
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Redes de conhecimento e cooperação para o desenvolvimento de um turismo mais sustentável do ponto de vista social e ambiental.
Proposta por: Betiana Marcaida. Universidade Nacional da Patagônia San Juan Bosco (Argentina)
Resumo: O turismo é cada vez mais visto como um meio de criar novos espaços que promovem a paz social e a conexão entre as comunidades por meio de práticas ambientalmente sustentáveis. Esses espaços formam uma rede de conhecimento e cooperação onde ações baseadas nesses princípios são implementadas. Este artigo busca responder às seguintes perguntas: Como o turismo gera esses espaços sustentáveis? Quais atores devem estar envolvidos para criar um turismo mais equitativo?
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