X Convocatória para a formação de Grupos de Trabalho 2023-2025

 X Convocatória para a formação de Grupos de Trabalho 2023-2025


O Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (CLACSO) abre o X Convocatória de propostas para a criação de Grupos de Trabalho (GTs) para o período 2023-2025.

O principal objetivo dos Grupos de Trabalho da CLACSO é apoiar a criação de redes interdisciplinares de pesquisadores, vinculadas a tomadores de decisão em políticas públicas e representantes de organizações sociais, agrupadas em torno de questões e problemas sociais relevantes para a América Latina e o Caribe e capazes de desenvolver pesquisas sociais comparativas relevantes e rigorosas com uma perspectiva regional. 

Assim, os Grupos de Trabalho (GTs) constituem espaços de pesquisa, formação, intercâmbio e cooperação entre pesquisadores de diversas áreas das ciências sociais, humanas e artísticas, e entre aqueles responsáveis ​​por ou que gerenciam políticas públicas, organizações sociais e trabalhistas, iniciativas comunitárias e territoriais, bem como pesquisadores de outras disciplinas e áreas. São espaços de cooperação acadêmica, além de plataformas para a produção e gestão de conhecimento crítico, contextualizado e baseado em evidências, com alto impacto na formulação de políticas e na formação da opinião pública. Por meio dos GTs e das plataformas que promovem ou integram, espera-se ampliar o diálogo crítico entre as ciências sociais, humanas e artísticas, e os diversos espaços coletivos que atuam na promoção da responsabilidade pública e de diversas formas de intervenção social na região.

Os Grupos de Trabalho são selecionados por meio de concursos públicos, nos quais são submetidas propostas temáticas específicas juntamente com um plano de trabalho de três anos. As propostas são avaliadas por um comitê acadêmico internacional com reconhecida experiência em diversas áreas temáticas.

As equipes que compõem os Grupos de Trabalho devem ser formadas por, no mínimo, quinze (15) pessoas de pelo menos seis (6) países, todas afiliadas a centros ou instituições membros da rede institucional da CLACSO. Uma vez atingido esse número, outros membros externos poderão ser adicionados. Em sua formação, é necessário considerar que seus membros devem representar a diversidade de países e regiões, incluir a participação de membros de países com ciências sociais e humanas menos desenvolvidas, garantir a paridade de gênero, incentivar a participação ativa de pesquisadores em formação, fomentar o diálogo intergeracional no plano de ação delineado para o período proposto (2023-2025) e promover a participação ativa de diversos setores sociais, políticos e culturais relevantes para as atividades do Grupo e os diálogos que ele busca fomentar. Dessa forma, o trabalho dos Grupos de Trabalho visa também promover e fortalecer o intercâmbio entre movimentos sociais, acadêmicos e líderes de políticas públicas, com foco no desenvolvimento de programas de ação conjunta.

No âmbito desta Chamada de Propostas, será dada especial atenção à convergência e integração de diversos Grupos de Trabalho existentes que compartilham áreas temáticas, preocupações ou perspectivas, fortalecendo e fomentando o diálogo entre seus trabalhos para planejar futuras colaborações. Experiências recentes de trabalho colaborativo entre Grupos de Trabalho na Conferência CLACSO 2022 podem servir de referência para essas colaborações. Os espaços organizados na Conferência (como Fóruns, painéis e diversas reuniões) demonstraram o poder da convergência e integração de Grupos de Trabalho existentes para promover propostas diversas, gerar diálogo, dar origem a temas, agendas e perspectivas epistêmicas emergentes, propor abordagens inovadoras para a superação de diversos problemas sociais e fazer melhor uso dos recursos, resultados e iniciativas alcançados.

Este Edital de Propostas permitirá a seleção do conjunto de equipes que comporão os Grupos de Trabalho da CLACSO dentre as seguintes: 1º de fevereiro de 2023 e 31 de dezembro de 2025.

O edital de propostas está aberto a todos os temas.


Os principais objetivos que a Área de Grupos de Trabalho da CLACSO pretende alcançar são:

  • Produzir conhecimento e promover pesquisa social crítica, relevante, rigorosa, colaborativa e situada, com uma perspectiva regional.
  • Estimular a formação e consolidação de redes de pesquisa em nível regional e internacional, buscando influenciar a agenda social e construir pontes entre a academia e as políticas públicas com base no diálogo do conhecimento.
  • Promover o diálogo entre os campos e disciplinas científicas e o reconhecimento da diversidade de conhecimentos e formas de compreensão.
  • Promover pesquisas regionais e comparativas com abordagens inovadoras sobre temas relevantes para as sociedades latino-americanas e caribenhas, vinculados à agenda global.
  • Facilitar a conexão com os tomadores de decisão em políticas públicas nos níveis local, nacional e regional, estimulando o diálogo horizontal entre pesquisadores e incorporando organizações sociais como atores-chave nos processos de pesquisa e nos diálogos gerados.
  • Divulgar o conhecimento produzido e os resultados alcançados por meio de diferentes formatos e idiomas (impresso, digital, audiovisual), garantindo o acesso aberto ao conhecimento produzido e permitindo seu uso e apropriação mais ativos por gestores de políticas públicas, organizações sociais e da sociedade civil, imprensa e sistema educacional.


Os critérios básicos para avaliação e seleção dos Grupos de Trabalho serão os seguintes:

  • Relevância, qualidade científica e viabilidade da proposta.
  • Diversidade regional, especialmente a inclusão de pesquisadores de países com menor desenvolvimento relativo das ciências sociais e humanas (América Central, Caribe insular, Bolívia e Paraguai), bem como de outras regiões e continentes.
  • Paridade e diversidade de gênero. 
  • Incorporação de pesquisadores em formação (estudantes de pós-graduação, recém-formados) para integrar as gerações mais jovens e promover diálogos intergeracionais.
  • Confluência e integração entre os atuais Grupos de Trabalho, selecionados no âmbito da IX Chamada (2019-2022).
  • Abordando temas de relevância regional e global, com especial atenção aos problemas significativos da América Central e do Caribe, e incorporando o diálogo acadêmico Sul-Sul e Norte-Sul.
  • Promoção de diálogos e intercâmbios com redes e outros espaços regionais e internacionais.
  • Articulação com políticas públicas em sentido amplo, incluindo movimentos e organizações sociais.

Aplicação do Grupo de Trabalho

A candidatura dos Grupos será feita através da apresentação de um Plano de Trabalho projetado para uma duração total de Meses 36que será organizado em três períodos anuais (12 meses de idade).

El Plano de Trabalho Pode incluir atividades e iniciativas de pesquisa, treinamento, defesa ou intervenção.

As propostas podem incluir iniciativas para garantir que o conhecimento produzido no âmbito do Grupo tenha impacto na opinião pública através de atividades de comunicação, formação e publicação, e contribua para a melhoria das condições de vida das comunidades e territórios.

O Plano de Trabalho incluirá um orçamento organizados de forma semelhante (geralmente para 36 meses e três períodos anuais).

Este orçamento detalhará os recursos fornecidos por parcerias institucionais ou fontes complementares.

A inclusão de alianças institucionais que permitam a aquisição de recursos complementares aos fornecidos pela CLACSO para o desenvolvimento dos planos de trabalho dos GTs, através de concursos públicos aos quais os Grupos possam candidatar-se, será valorizada positivamente.

Cada GT poderá ter até três coordenadoresEles devem ser membros de um dos centros filiados ou associados da CLACSO, status que comprovarão por meio de uma carta de apoio. Os centros filiados devem estar em dia com suas anuidades de 2021.

Caso haja mais de um coordenador, a equipe de coordenação deve representar diferentes gêneros, países e instituições.

Os coordenadores também devem anexar seu currículo completo.

Cada proposta deve ter no mínimo quinze (15) membros, sendo pelo menos seis deles membros. (6) países, todos eles vinculados a centros membros ou associados à rede institucional da CLACSO. Para efeitos deste concurso, o país do centro membro ao qual cada membro está vinculado será considerado o país de referência. Assim que este número for atingido, outros membros externos poderão ser incorporados.

A equipe deve considerar, em sua composição, a diversidade geográfica e regional, a diversidade institucional e de gênero, bem como a participação de membros de países com menor desenvolvimento relativo das ciências sociais e humanas, a participação de pesquisadores em formação, de tomadores de decisão em políticas públicas e de membros de organizações sociais.

Cada membro pode ser membro de até um máximo de dois (2) Grupos de Trabalho nesta Chamada e pode colaborar ou estabelecer ligações com outros Grupos de Trabalho, uma vez aprovado.

Cada membro só pode participar como coordenador em uma proposta.

Os Grupos de Trabalho atualmente em vigor que desejam permanecer vinculados ao Conselho devem apresentar propostas através deste Concurso de Propostas.

A apresentação de propostas articuladas entre vários Grupos de Trabalho que encontrem diversas afinidades ou que estejam interessados ​​na integração e confluência de projetos.

Veja a lista das 90 GTs 2019-2023 organizadas em 30 áreas temáticas.


Procedimento de registro

  • A inscrição deve ser feita através do sistema online disponibilizado pela CLACSO. As especificações relativas ao Plano de Trabalho e à composição da equipe estarão incluídas no formulário.
  • Inscrições impressas ou enviadas por e-mail não serão aceitas. Candidaturas que não estejam em conformidade com as diretrizes estabelecidas serão rejeitadas. Recomenda-se acessar o sistema online para consultar o formulário de inscrição.

  • Todos os dados inseridos no formulário de inscrição constituem uma declaração juramentada para os fins deste Concurso de Candidaturas.

  • As informações enviadas através do formulário não podem ser modificadas após o seu envio.

  • O formulário de inscrição online estará disponível a partir de terça-feira, 16 de agosto de 2022. 
  1. Acesse o sistema de inscrição online disponível a partir de terça-feira, 16 de agosto de 2022. 

  2. Para concluir o cadastro, a pessoa designada para inserir os dados deve se registrar no sistema criando um nome de usuário e uma senha.
    Essas informações serão solicitadas sempre que você desejar fazer login para visualizar, modificar, adicionar ou enviar informações.

  3. Preencha o formulário de inscrição para submeter propostas de novos Grupos de Trabalho. Ele inclui os seguintes pontos:

    - Localização crítica do tema no contexto latino-americano e caribenho;
    - Justificação e análise da sua relevância teórica;
    - Plano de trabalho de três anos detalhado por ano;
    - Orçamento trienal detalhado anualmente;
    - bibliografia; 
    - Lista de membros do GT

  4. Selecionar os membros propostos como coordenadores do Grupo de Trabalho (até três). 
    Cada coordenador deve anexar uma carta de recomendação assinada pelo Diretor da instituição afiliada à rede CLACSO. Acesse a lista de centros membros e associados..
    Cada coordenador também deve incluir seu currículo. 

  5. Somente as propostas submetidas através do sistema de inscrição até a data de encerramento participarão do processo de avaliação da Chamada de Propostas.

 


Processo de seleção

  • A avaliação das propostas será realizada por um Comitê Acadêmico Composta por pesquisadores e especialistas de diferentes países da região, com formações e trajetórias diversas, nomeados pelo Secretariado Executivo da CLACSO.

  • Sua decisão será irrevogável e não caberá recurso.

  • Os resultados serão publicados no site da CLACSO e nas redes sociais.

  • Os coordenadores dos Grupos de Trabalho selecionados serão contatados por e-mail.

A seleção de uma proposta significa o endosso do CLACSO ao seu desenvolvimento, passando assim a integrar o conjunto de Grupos de Trabalho que o Conselho promove em todas as suas áreas de intervenção e divulgação.

Os Grupos de Trabalho receberão apoio operacional e logístico integral da Secretaria Executiva da CLACSO para o desenvolvimento das atividades descritas em seus Planos de Trabalho submetidos. Os Grupos de Trabalho selecionados poderão participar de editais abertos de propostas, por meio dos quais serão distribuídos recursos para apoiar o desenvolvimento de seus planos de trabalho. Essas propostas serão avaliadas por uma comissão nomeada pela Secretaria Executiva da CLACSO.

A CLACSO colaborará na busca de recursos financeiros para a realização das atividades dos Grupos de Trabalho e para promover a sua cooperação e intercâmbio mútuos.

Além dos fundos diretos que podem ser distribuídos nos editais de propostas, a CLACSO apoiará os Grupos de Trabalho com:

  • publicação de livros digitais em coedição no âmbito da Coleção dos Grupos de Trabalho;
  • Divulgação e comunicação das atividades e iniciativas dos GTs em diversos formatos e plataformas;
  • Preparação e distribuição de um cronograma de atividades mensal;
  • Auxílio na edição de boletins informativos, cadernos de exercícios e livros da Coleção de Grupos de Trabalho da Biblioteca de Ciências Sociais da América Latina e do Caribe do CLACSO e outras publicações;
  • Convocatórias abertas com o objetivo de priorizar a participação nos GTs de pesquisadores em formação ou de determinadas regiões;
  • Produções audiovisuais e radiofônicas;
  • colaboração para submissão de candidaturas a concursos de propostas que permitam a obtenção de outros fundos;
  • monitoramento logístico das atividades;
  • Modalidades de trabalho virtual;
  • articulações com outras áreas e programas da CLACSO (Rede de Pós-Graduação, Biblioteca Virtual, Comunicação, FOLEC);
  • ligações com outras redes e plataformas;
  • Promoção de espaços de publicação em revistas científicas e dossiês em periódicos da CLACSO; entre outros apoios e auxílios.

Outras atividades e iniciativas também serão realizadas com o objetivo de fortalecer o Programa de Grupos de Trabalho e os recursos dos Grupos de Trabalho.

Os Grupos de Trabalho selecionados devem apresentar relatórios periódicos detalhando suas atividades, resultados e progresso em relação ao Plano de Trabalho proposto. Devem também apresentar um relatório final após a conclusão de 36 meses de operação.


Encerramento das inscrições: 3 de outubro de 2022 (23:59 GMT-3)
Publicação dos resultados:
Dezembro 2022
Início das atividades: Febrero de 2023


As dúvidas serão respondidas somente por e-mail.


Lista de propostas para novos Grupos de Trabalho

Quem tiver propostas para formar novos Grupos de Trabalho da CLACSO, ou quem desejar desenvolvê-los, pode usar este espaço para divulgar seus projetos e promover a sinergia entre pesquisadores de diferentes países, instituições e áreas.
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Perguntas frequentes

Cada proposta deve incluir um mínimo de quinze (15) membros de pelo menos seis (6) países, Todos eles estão vinculados a centros membros ou centros associados à rede institucional da CLACSO. Para efeitos desta chamada, o país de referência para cada membro será o país do centro membro ao qual está vinculado. Assim que esse número for atingido, outros membros externos poderão ser adicionados.

Assim que esse número for atingido, outros membros externos poderão ser adicionados. O número máximo de membros é indeterminado. 

Sua composição deve levar em conta a diversidade geográfica e regional, a diversidade institucional e de gênero, bem como a participação de membros de países com menor desenvolvimento relativo das ciências sociais e humanas, a participação de pesquisadores em formação e de tomadores de decisão em políticas públicas e membros de organizações sociais.

Cada pessoa pode fazer parte de, no máximo, dois (2) Grupos de Trabalho nesta Chamada e pode colaborar ou estabelecer ligações com outros Grupos de Trabalho, uma vez aprovado.

Cada membro só pode participar como coordenador em uma proposta.

A carta de apoio deve ser anexada ao sistema de inscrição. Somente serão aceitas cartas em formato PDF, com timbre institucional e assinatura do Diretor do Centro Membro da CLACSO.

 

Veja um modelo de carta de garantia.

Veja a lista de Centros Membros e Associados

 

Não. Não é necessário reenviar as informações de cada membro. O sistema de cadastro permite recuperar as informações que já estão no banco de dados. 

 

Sim. Indivíduos sem vínculo institucional com um centro membro da rede CLACSO podem participar como membros dos Grupos de Trabalho. Nesse caso, uma equipe de 15 membros afiliados a centros membros deve ser formada primeiro e, uma vez atingido esse número, outros participantes externos podem ser adicionados.

Não. Não é possível modificar a apresentação depois de ela ter sido submetida. 


OPINIÃO – Grupos de Trabalho 2023-2025

A CLACSO anuncia os resultados do processo de avaliação e seleção para o novo cargo. Grupos de Trabalho que desenvolverão suas atividades durante os próximos três anos, entre 1º de fevereiro de 2023 e 31 de dezembro de 2025

No âmbito deste Xa O edital recebeu 147 propostas de 6.980 participantes de 46 países. A maioria das propostas apresentou alta qualidade, relevância e consistência, estando alinhada aos termos e objetivos do edital. Portanto, o processo de seleção foi complexo. Após a revisão técnica e formal, todas as propostas foram submetidas à avaliação qualitativa e de conteúdo e, posteriormente, à seleção final.


O Diretor Executivo da CLACSO, Karina BatthyanyEle elogiou a qualidade das propostas recebidas e enfatizou que “Os resultados reafirmam, mais uma vez, a importância dos Grupos de Trabalho para a nossa rede. A sua importância reside no seu papel como espaço onde a investigação, a produção de conhecimento e as diversas formas de saber se combinam com as organizações sociais e o trabalho de defesa de políticas públicas, enquanto redes interdisciplinares e intergeracionais que abordam os principais temas e problemas das ciências sociais, das humanidades e das artes.”

Pablo VommaroO Diretor de Pesquisa também destacou a relevância das propostas dos novos Grupos de Trabalho para a vida institucional do CLACSO.


O processo de avaliação das propostas submetidas foi realizado em quatro etapas consecutivas:

1. Em primeiro lugar, foi considerada a conformidade com os requisitos técnicos estabelecidos no Edital de Propostas.

2. Em segundo lugar, um Comitê Internacional de Avaliação A qualidade, a relevância e a solidez das propostas foram avaliadas por meio de um processo de dupla revisão por pares. Comitê Internacional de Avaliação Era composto por 165 especialistas (83 mulheres e 82 homens) de 26 países.

3. A avaliação realizada constituiu a base para o trabalho de Comitê de Seleção Internacional que elaborou uma proposta para a seleção dos novos Grupos de Trabalho com base nas avaliações, diretrizes institucionais e prioridades. Comitê de Seleção Internacional Levou em consideração a incorporação de novos Grupos de Trabalho, mantendo ao mesmo tempo a continuidade das propostas existentes que tiveram uma boa avaliação e um bom desempenho.

4. Por fim, o Secretariado Executivo da CLACSO sistematizou a seleção final com base na recomendação elaborada pela Comitê de Seleção Internacional e o Comitê Diretivo da CLACSO tomou nota disso.

Os Grupos de Trabalho constituem o núcleo da pesquisa e da gestão do conhecimento na rede CLACSO, promovendo também diálogos sociais para abordar os problemas mais relevantes na região e no mundo.

Com imensa alegria e também com um forte senso de responsabilidade, apresentamos a vocês o(a) 87 novos Grupos de Trabalho da CLACSO 2023-2025, compostos por 4.584 membros de 44 países..

 

GRUPO DE TRABALHO

COORDENADORES

CENTRAL DE MEMBROS

PAÍS

1

Afrodescendentes e propostas contra-hegemônicas

Rosa Campoalegre Septien

Centro de Pesquisa Psicológica e Sociológica – CIPS

Cuba

2

Agroecologia política

Maria Inés Gazzano Santos

Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais – FLACSO

Uruguai

Narciso Barrera Bassols

Faculdade de Ciências Políticas e Sociais. Universidade Autônoma de Querétaro – UAQ

México

3

Anticapitalismos e sociabilidade emergente

Dmitri Pietro Samsonov

Instituto Cubano de Pesquisa Cultural – ICIC

Cuba

Maria Maneiro

Instituto de Pesquisa Gino Germani – IIGG/UBA

Argentina

4

Apropriação de tecnologias digitais e interseccionalidades

Leonor Graciela Natansohn

Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura – CULT/UFBA

Brasil

Marta Pilar Bianchi

Faculdade de Ciências Humanas e Sociais – FHCS-UNPSJB

Argentina

Roberto Canales Reyes

Centro de Estudos de Desenvolvimento Regional e Políticas Públicas – CEDER

Chile

5

Artes e política

Andrea Forero Hurtado

Faculdade de Ciências Humanas e Sociais – FCHS-UNIMINUTO

Colômbia

Hans Stange

Centro de Estudos de Comunicação – CECOM/UCHILE

Chile

Natalia Aguerre

Faculdade de Jornalismo e Comunicação Social – FPyCS/UNLP

Argentina

6

Artes, educação e produção de conhecimento transversal

Hugo Damian Del Valle

Secretaria de Desenvolvimento e Relações Institucionais – UNA

Argentina

Sandra Daniela Torlucci

Secretaria de Desenvolvimento e Relações Institucionais – UNA

Argentina

7

Burocracia e desigualdades ao nível da rua

Gabriela Lotta

Fundação Getúlio Vargas – FGV

Brasil

Gianinna Muñoz Arce

Departamento de Serviço Social – DTS

Chile

Rik Peeters

Centro de Pesquisa e Ensino Econômico AC – CIDE

México

8

Capitalismo digital, política educacional e pedagogia crítica

Geo Saura

25 de maio Instituto para a Democracia – I25M

Espanha

Luís Bonilla-Molina

Centro Internacional de Pesquisa “Outras Vozes na Educação” – CII-OVE

Venezuela

Marisa Bolaña

Faculdade de Ciências Humanas – EHU/UNSAM

Argentina

9

A China e o mapa do poder mundial

Gabriel Esteban Merino

Instituto de Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais – IdIHCS/UNLP-CONICET

Argentina

Lourdes Regueiro Bello

Centro de Pesquisa de Política Internacional – CIPI

Cuba

Wagner Tadeu Iglesias

Programa de Pós-Graduação em Integração Latino-Americana – PROLAM/USP

Brasil

10

Ciência aberta como um bem comum

Arianna Becerril Garcia

Centro de Pesquisa e Estudos Avançados em Ciência Política e Administração Pública – CIPAP/EAU

México

Saray Córdoba González

Instituto de Pesquisa Educacional – INIE/UCR

Costa Rica

11

Ciências sociais móveis e politizadas

Guido Ricono

Departamento de Ciências Políticas e Sociais – DCPS/UNCOMA

Argentina

Ricardo Pérez Mora

Centro Universitário de Ciências Econômicas e Administrativas – CUCEA

México

12

Comunicação, culturas e política

Daiana Bruzzone

Faculdade de Jornalismo e Comunicação Social – FPyCS/UNLP

Argentina

Omar Rincón

Centro Interdisciplinar de Estudos para o Desenvolvimento – CIDER/UNIANDES

Colômbia

Paola Ricaurte Quijano

Departamentos de Ciências Sociais e Humanas – UCA – DCSH-UCA

El Salvador

13

Crise civilizacional, reconfigurações do racismo, movimentos sociais afro-latino-americanos

Diógenes Diaz Campos

Doutorado em Ciências Sociais com especialização em Estudos Culturais – UEC

Venezuela

Federico Fernando Pita

Centro de Inovação dos Trabalhadores – CITRA

Argentina

Yulexis Almeida Junco

Departamento de Sociologia, Universidade de Havana – Departamento de Sociologia

Cuba

14

Crise e economia global

Adriana Gabriela Roffinelli Maya

Fundação para a Pesquisa Social e Política – FISyP

Argentina

Alejandro César López Bolaños

Instituto de Pesquisa Econômica – IIEc/UNAM

México

15

Crise, respostas e alternativas no Grande Caribe 

Glória Esperança c

Escola Multitemática Miuca – MIUCA

República Dominicana

Jacqueline Laguardia Martinez

Instituto de Relações Internacionais – IIR

Trinidad de Tobago

16

Corpos, territórios e feminismos

Alida Dagnino Contini

Instituto de Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais – IdIHCS/UNLP-CONICET

Argentina

Delmy Tania Cruz Hernández

Centro de Estudos Superiores do México e da América Central – CESMECA/UNICACH

México

Joana Emmerick Seabra

Instituto de Estudos Sociais e Políticos – IESP/UERJ

Brasil

17

Corpos, territórios, resistências

Xochitl Leyva Solano

Centro de Pesquisa e Estudos Superiores em Antropologia Social – CIESAS

México

18

Cuidado e gênero

Amparo Hernández-Bello

PENSAR Instituto de Estudos Sociais e Culturais – PENSAR/PUJ

Colômbia

Valentina Perrotta

Departamento de Sociologia – DS/UDELAR

Uruguai

19

Cultura e políticas culturais

Antonio Albino Canelas Rubim

Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura – CULT/UFBA

Brasil

Eduardo Nivón Bolán

Divisão de Ciências Sociais e Humanas – DCSH/UAM-I

México

Susana Dominzain

Faculdade de Ciências Humanas e da Educação – FHCE/UDELAR

Uruguai

20

Esporte, cultura e sociedade

Alejo Levoratti

Instituto de Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais – IdIHCS/UNLP-CONICET

Argentina

Verónica Moreira

Instituto de Pesquisa Gino Germani – IIGG/UBA

Argentina

21

Movimentos contemporâneos de direita: ditadura e democracia

Gabriela Gomes

Instituto para o Desenvolvimento Humano – IDH/UNGS

Argentina

22

Desenvolvimento e desigualdades territoriais: perspectivas críticas

Jorge Leal

Departamento de Ciências Sociais – DCS/CenUR Litoral Norte/UDELAR

Uruguai

Raúl Hernández Mar

Unidade Lerma – LERMA UAM

México

Roxana María Viruez Valverde

Centro de Estudos Superiores Universitários – CESU-UMSS

Bolívia

23

Descentralizar as relações internacionais

Daniela Perrotta

Secretaria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação – SIPFyL/UBA

Argentina

Gerardo Caetano Hargain

Instituto de Ciências Políticas – ICP/UDELAR

Uruguai

24

Desigualdades sociais comparativas: classe social, gênero e etnia

Mirlena Rojas Piedraita

Centro de Pesquisa Psicológica e Sociológica – CIPS

Cuba

Paula Boniolo

Instituto de Pesquisa Gino Germani – IIGG/UBA

Argentina

25

Desigualdades, estrutura social e políticas

Iliana Yaschine Arroyo

Programa Universitário de Estudos de Desenvolvimento – PUED/UNAM

México

Jesica Lorena Pla

Instituto de Pesquisa Gino Germani – IIGG/UBA

Argentina

Tabaré Fernández Aguerre

Departamento de Sociologia – DS/UDELAR

Uruguai

26

Ecologias políticas do Sul/Abya-Yala

Aida Luz López Gómez

Universidade Autônoma da Cidade do México – UACM

México

Lucrécia Soledad Wagner

Grupo de Pesquisa STAND (Rede de Ação e Formação do Sul para a Descolonialidade) – STAND

Espanha

Melissa Moreano Venegas

Programa de Estudos Latino-Americanos – PEL/UASB

Equador

27

Economia feminista emancipadora

Amaranta Cornejo Hernández

Programa de Estudos Latino-Americanos – PEL/UASB

México

Natalia Quiroga Díaz

Instituto da Conurbação – ICO/UNGS

Argentina

Patrício Dobrée

Centro de Documentação e Estudos – CDE

Paraguai

28

Economia política da informação, comunicação e cultura

César Bolaño

Programa de Pós-Graduação em Geografia – PPGEO/UFS

Brasil

Daniela Inés Monje

Centro de Estudos Avançados – FCS/UNC

Argentina

Isabel Ramos

Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais – FLACSO

Equador

29

Economias populares. Mapeamento teórico e prático.

Martha Lucía Bernal Suárez

Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados – Escola IDAES

Argentina

Maria Cristina Cielo

Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais – FLACSO

Equador

Verónica Gago

Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados – Escola IDAES

Argentina

30

Educação e interculturalidade

Ana Carolina Hecht

Secretaria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação – SIPFyL/UBA

Argentina

Gabriela Czarny

Universidade Pedagógica Nacional de Hidalgo – UPN-Hidalgo

México

Patrícia Ames

Centro de Pesquisa Sociológica, Econômica, Política e Antropológica – CISEPA/PUCP

Peru

31

Educação popular e pedagogias críticas

Gerónimo Fernando Santana

Instituto de Pensamento e Cultura na América Latina, Associação Civil – IPECAL AC

México

Maria Mercedes Palumbo

Secretaria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação – SIPFyL/UBA

Argentina

Victor Adrian Diaz Esteves

Departamento de Serviço Social – UCTEMUCO

Chile

32

O Estado como uma contradição

Josefina Torres Jiménez

Instituto de Estudos Equatorianos – IEE

Equador

Mabel Thwaites Rey

Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos – IEALC/UBA

Argentina

Sandra Carolina Bautista Bautista

Escola de Ciências Sociais, Artes e Humanidades – ECSAH-UNAD

Colômbia

33

O istmo da América Central: perspectivas epistemológicas periféricas

Aleksander Aguilar Antunes

Programa de Pós-Graduação em Políticas Sociais e Direitos Humanos – PPGPSDH – UCPEL

Brasil

Briseida Barrantes

Centro de Estudos Latino-Americanos "Justo Arosemena" – CELA

Panamá

Melissa Salgado

Departamentos de Ciências Sociais e Humanas – UCA – DCSH-UCA

El Salvador

34

Trabalho no capitalismo contemporâneo

Hernán M. Palermo

Centro de Estudos de Pesquisa Trabalhista – CEIL/CONICET

Argentina

Patrícia Torres Mejía

Centro de Pesquisa e Estudos Superiores em Antropologia Social – CIESAS

México

35

Elites econômicas, o Estado e a desigualdade

Florença Luci

Instituto de Pesquisa Gino Germani – IIGG/UBA

Argentina

Francisco Robles-Rivera

Instituto de Pesquisa Social – IIS/UCR

Costa Rica

miguel serna

Departamento de Sociologia – DS/UDELAR

Uruguai

36

Energia e desenvolvimento sustentável

Esteban Serrani

Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados – Escola IDAES

Argentina

Nora Estela Fernández Mora

Faculdade de Ciências Humanas, Pontifícia Universidade Católica do Equador – FCH-PUCE

Equador

37

Epistemologias do Sul

Karina Andrea Bidaseca

Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados – Escola IDAES

Argentina

Maria Paula Gutierrez Meneses

Centro de Estudos Sociais – CES/UC

Portugal

38

Estudos críticos sobre o desenvolvimento rural

Alhelí González Cáceres

Centro de Estudos Rurais Interdisciplinares – CERI

Paraguai

Natalia Espinosa Rincón

Faculdade de Estudos Ambientais e Rurais – FEAR/PUJ

Colômbia

Pablo Leandro Díaz Estévez

Faculdade de Ciências Humanas e da Educação – FHCE/UDELAR

Uruguai

39

Estudos críticos em deficiência

Brenda Araceli Bustos García

Instituto de Pesquisa Social – IINSO

México

Cristina Pereyra

Faculdade de Ciências Humanas e Sociais – FHCS-UNPSJB

Argentina

Diana Carolina Vallejo Ortega

Universidade Autônoma da Cidade do México – UACM

México

40

Estudos críticos sobre maternidade e paternidade

Ana Cecília Vergara do Solar

Escola de Psicologia – USACH

Chile

Ana Cecília Marotta

Faculdade de Psicologia – Faculdade de Psicologia-UdelaR

Uruguai

Catalina Arteaga Aguirre

Departamento de Sociologia – DS/UCHILE

Chile

41

Estudos latino-americanos: perspectivas nacionais, regionais e transnacionais

Gabriela Pulido Llano

Coordenação de Pesquisa da FFyL – UNAM

México

Martin Lopez

O Colégio de Michoacán – COLMICH

México

Mario Hugo Ayala

Instituto de Cultura, Sociedade e Estado – ICSE

Argentina

42

Estudos sobre tempo e temporalidades

Guadalupe Valencia García

Centro de Pesquisa Interdisciplinar em Ciências e Humanidades – CEIICH/UNAM

México

Raúl Hernán Contreras Román

Centro de Pesquisa Interdisciplinar em Ciências e Humanidades – CEIICH/UNAM

México

René Ramírez

Centro Estratégico Latino-Americano de Geopolítica – CELAG

Equador

43

Estudos sobre os Estados Unidos

Leandro Ariel Morgenfeld

Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos – IEALC/UBA

Argentina

Loreta Tellería Escobar

Comunidade de Estudos JAINA – JAINA

Bolívia

Mariana Aparicio Ramírez

Faculdade de Ciências Políticas e Sociais – FCPyS/UNAM

México

44

Estudos sociais para a saúde

Carolina Andrea Julieta Tetelboin Henrion

Mestrado em Medicina Social/Doutorado em Ciências da Saúde Pública – MMS-DCSC

México

Daisy del Rosario Iturrieta Henriquez

Instituto de Ciências Alejandro Lipschutz – ICAL

Chile

José Carvalho de Noronha

Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz

Brasil

45

Êxodo de matrizes culturais

Amaurys Giordano Perez

Centro Universitário de Estudos Políticos e Sociais – CUEPS/PUCMM

República Dominicana

Margarita Mercedes Moll Marte

Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais – FLACSO

República Dominicana

46

Feminismos, resistência e emancipação

Cláudia María García Muñoz

Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales – CEANJ

Colômbia

Joana das Flores Duarte

Programa de Pós-Graduação em Integração Latino-Americana – PROLAM/USP

Brasil

Raquel Irene Drovetta

Instituto Acadêmico Pedagógico de Ciências Sociais – IAPCS/UNVM

Argentina

47

Filosofia Política – Humanidades Indisciplinadas: cosmos, corpo e utopia

Augusto José Castro

Instituto de Ciências Naturais, Território e Energias Renováveis ​​– INTE/PUCP

Peru

Aurea Mota

Instituto de Estudos Equatorianos – IEE

Equador

48

Fronteiras, regionalização e globalização

Alejandro Fabián Schweitzer

Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História – SPEChF

México

Juan Manuel Sandoval Palacios

Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História – SPEChF

México

Luis Manuel Martínez Estrada

Diretoria de Pesquisa Científica – DICIHT/UNAH

Honduras

49

Forças de segurança, agências de controle e mercados ilícitos

Sabina Andrea Frederic

Departamento de Ciências Sociais – DCS/UNQ

Argentina

Juan Andrés Antillano Isaac

Instituto de Ciências Criminais – ICP/UCV

Venezuela

50

Gênero, (des)igualdades e direitos em tensão

Andrea Daverio

Instituto de Justiça e Direitos Humanos – IJDH/UNLA

Argentina

Gisela Zaremberg

Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais – FLACSO

México

Lilian Soto

Centro de Documentação e Estudos – CDE

Paraguai

51

Geopolítica, integração regional e o sistema mundial

andres arauz

Programa Universitário de Estudos sobre a Ásia e a África – PUEAA

México

Jaime Fernando Estenssoro Saavedra

Instituto de Estudos Avançados – IDEA

Chile

Rebeca Peralta Mariñelarena

Programa de Pós-Graduação em Estudos Latino-Americanos – PPEL/UNAM

México

52

História e situação atual: perspectivas marxistas

Marcelo Starcenbaum

Instituto de Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais – IdIHCS/UNLP-CONICET

Argentina

Maria Elvira Concheiro Bórquez

Centro de Pesquisa Interdisciplinar em Ciências e Humanidades – CEIICH/UNAM

México

Patrícia Flor de Lourdes González San Martín

Observatório de Participação Social e Território – OPSYT-UPLA

Chile

53

Infância e juventude

Daniel Gustavo Llanos Erazo

Centro de Pesquisa em Ciências Sociais, Humanas e Educação – CICSHE/UPS

Equador

María Camila Ospina Alvarado

Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales – CEANJ

Colômbia

Melina Vázquez

Instituto de Pesquisa Gino Germani – IIGG/UBA

Argentina

54

Intelectuais, ideias e política

Dalila Concepción Sosa Marín

Faculdade de Ciências Sociais-UNA – FACSO-UNA

Paraguai

Ezequiel Saferstein

Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados – Escola IDAES

Argentina

José Carlos Reyes Pérez

Centro de Pesquisa e Ensino Econômico AC – CIDE

México

55

Movimentos de esquerda e lutas sociais na América Latina

Pablo Pozzi

Secretaria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação – SIPFyL/UBA

Argentina

Viviana Bravo Vargas

Departamento de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação – DIP/UAHC

Chile

Maurício Archila

Centro de Pesquisa e Educação Popular – CINEP

Colômbia

56

Lex mercatoria, poder corporativo e direitos humanos

Luciana Ghiotto

Escola de Política e Governo – EPyG/UNSAM

Argentina

57

Lutas antipatriarcais, famílias, gêneros, diversidades e cidadanias.

Germán Darío Herrera Saray

Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais – JURIDICASYSOC/UCALDAS

Colômbia

Gisela Elizabeth Spasiuk

Faculdade de Ciências Humanas e Sociais. Universidade Nacional de Misiones – FHyCS UNAM

Argentina

Marlene Rosario Choque Aldana

Centro de Pesquisa Social da Vice-Presidência – CIS

Bolívia

58

Marxismos e resistências do sul global

Nayar López Castellanos

Faculdade de Ciências Políticas e Sociais – FCPyS/UNAM

México

Nestor Kohan

Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos – IEALC/UBA

Argentina

59

Memórias coletivas e práticas de resistência

Ana María Cacopardo

Instituto de Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais – IdIHCS/UNLP-CONICET

Argentina

Isabel Piper Shafir

Departamento de Psicologia – DP/UCHILE

Chile

Pilar Calveiro

Universidade Autônoma da Cidade do México – UACM

México

60

Metabolismo social/Justiça ambiental

Antônio de Lísio

Centro de Estudos para o Desenvolvimento – CENDES/UCV

Venezuela

Maritza Islas Vargas

Faculdade de Ciências Políticas e Sociais – FCPyS/UNAM

México

Urphy Vasquez Baca

Centro de Pesquisa Sociológica, Econômica, Política e Antropológica – CISEPA/PUCP

Peru

61

Migração e fronteiras Sul-Sul

Ana Inés Mallimaci

Instituto de Ciências Sociais e Administração – ICSyA/UNAJ

Argentina

Fernanda Stang

Centro de Pesquisa em Ciências Sociais e Juventude – CISJU/UCSH

Chile

Handerson Joseph

Programa de Pós-Graduação em Sociologia – PPGS/UFRGS

Brasil

62

Movimentos socioterritoriais em perspectiva crítica e comparativa

Emiliano Ignácio Díaz Carnero

Faculdade da Fronteira Norte – COLEF

México

Fernanda Valeria Torres

Instituto de Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais – IdIHCS/UNLP-CONICET

Argentina

Juan Luis Corporán

Associação de Cidades Alternativas – CA

República Dominicana

63

pensamento geográfico crítico latino-americano e caribenho

Daniel G. Pérez-Torres

Centro de Pesquisa Social, Porto Rico – CIS/UPR

Porto Rico

Juan Manuel Delgado Estrada

Centro de Estudos e Promoção do Desenvolvimento – DESCO

Peru

Maria de Estrada

Faculdade de Serviço Social – FTS-UNLP

Argentina

64

Pensamento jurídico crítico e conflitos sociopolíticos

Aleida Hernández Cervantes

Centro de Pesquisa Interdisciplinar em Ciências e Humanidades – CEIICH/UNAM

México

Diana Isabel Molina Rodríguez

Centro de Estudos e Pesquisa Latino-Americana – CEILAT

Colômbia

Sonia Boueiri Bassil

Centro de Estudos Políticos e Sociais da América Latina – CEPSAL

Venezuela

65

Pobreza e políticas sociais

Alicia Ziccardi

Instituto de Pesquisa Social – IIS/UNAM

México

Carlos Hugo Fidel

Departamento de Ciências Sociais – DCS/UNQ

Argentina

Maria del Carmen Midaglia

Instituto de Ciências Políticas – ICP/UDELAR

Uruguai

66

Políticas educacionais e o direito à educação

Fernanda Saforcada

Secretaria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação – SIPFyL/UBA

Argentina

Maria Gabriela Walder Encina

Faculdade de Ciências Sociais-UNA – FACSO-UNA

Paraguai

Pablo Martinis

Faculdade de Ciências Humanas e da Educação – FHCE/UDELAR

Uruguai

67

Práticas emancipatórias, bens comuns e metodologias decoloniais alter-globais

Alicia Itatí Palermo

Mestrado em Sociedade e Instituições – MSeI/UNSL

Argentina

Jorge Rojas Hernández

Departamento de Sociologia – UdeC

Chile

Martha Nélida Ruiz Uribe

Instituto Universitário Internacional de Toluca – IUIT

México

68

Processos urbanos na América Latina: (in)justiças e (in)desigualdades

Paulina Cepeda

Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais – FLACSO

Equador

Ramiro Segura

Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados – Escola IDAES

Argentina

69

Processos e metodologias participativas

Mariano Suárez Elías

Departamento de Ciências Sociais – DCS/CenUR Litoral Norte/UDELAR

Uruguai

Romina Rébola

Departamento de Educação, Cultura e Conhecimento – UNRaf

Argentina

70

Proposta de integração regional 

Alberto Rocha Valência

Centro Universitário de Ciências Sociais e Humanas – CUCSH/UDG

México

Jorge Marchini

Centro de Pesquisa e Gestão da Economia Solidária – CIGES

Argentina

71

Povos indígenas e disputas epistêmicas-territoriais

Ana Catarina Zema

ELA – Departamento de Estudos Latino-Americanos – ELA

Brasil

Gonzalo Eugênio Bustamante Rivera

Centro de Ciências Sociais e Humanas – CISOH

Chile

Taira Edilma Stanley Icaza

Instituto de Estudos Nacionais – IDEN/UP

Panamá

72

Povos indígenas, autonomias e direitos coletivos

Mercado do Mosteiro de Fátima Teresa

Centro de Planejamento e Gestão – CEPLAG/UMSS

Bolívia

Luciana García Guerreiro

Instituto de Pesquisa Gino Germani – IIGG/UBA

Argentina

Waldo Lao Fuentes Sánchez

Programa de Pós-Graduação em Integração Latino-Americana – PROLAM/USP

Brasil

73

Que tipo de desenvolvimento? Diálogos multissetoriais e multiníveis.

Alejandro López Evangelista

Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais – FLACSO

República Dominicana

Irene Palma Calderón

Instituto Centro-Americano de Estudos Sociais e Desenvolvimento – INCEDES

Guatemala

Maria del Carmen Zabala Arguelles

Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais – FLACSO

Cuba

74

Que emprego para que futuro?

Adoração Guaman Hernandez

Observatório dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais – Observatório DESC

Espanha

Nora Goren

Instituto de Estudos Sociais em Contextos de Desigualdades – UNPAZ

Argentina

75

Rede de gênero, feminismos e memórias

Mariela Peller

Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos – IEALC/UBA

Argentina

Melodia Fonseca

Centro de Pesquisa Social, Porto Rico – CIS/UPR

Porto Rico

Rosário del Pilar Fernández Ossandón

Instituto de Estudos Avançados – IDEA

Chile

76

Religiões e sociedade: tensões, diversidades e mobilizações em debate

Erick Adrián Paz González

Universidade Autônoma da Cidade do México – UACM

México

Mônica Ulloa Gomez

Faculdade de Ciências Sociais – UNA

Costa Rica

77

Ruralidades e transições políticas na América Central e na Colômbia

Helene Roux

Instituto de Pesquisa para o Desenvolvimento – IRD

Brasil

Luís Antonio Ramírez Zuluaga

Instituto de Estudos Regionais – INER/UdeA

Colômbia

Úrsula Roldán

Instituto de Pesquisa em Ciências Socio-Humanísticas – ICESH

Guatemala

78

Saúde internacional e soberania sanitária

Gonzalo Basile

Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais – FLACSO

República Dominicana

Leny Trad

Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais – FLACSO

Brasil

Marinitda Rivera Díaz

Departamento de Ciências Sociais, Escola de Pós-Graduação em Saúde Pública – UPR

Porto Rico

79

sistemas de segurança social e pensões

Berenice Patrícia Ramírez López

Instituto de Pesquisa Econômica – IIEc/UNAM

México

Sérgio Carpenter

Instituto Argentino de Desenvolvimento Econômico – IADE

Argentina

80

Territorialidades, espiritualidades e corpos

Claudia Luz Piedrahita Echandía

Doutorado em Estudos Sociais – DES/UDistrital

Colômbia

81

Trabalho agrícola, desigualdades e vida rural

Hubert C. de Grammont

Instituto de Pesquisa Social – IIS/UNAM

México

Paola Mascheroni

Departamento de Sociologia – DS/UDELAR

Uruguai

82

Configurações de trabalho, produção e serviços, novos sujeitos de trabalho

Marcela Hernández

Divisão de Ciências Sociais e Humanas – DCSH/UAM-I

México

Maria Aparecida da Cruz Bridi

Programa de Pós-Graduação em Sociologia – UFPR/PPGSOCIO

Brasil

83

Transições justas e cuidado com nossa casa comum.

Diego Álvarez Newman

Programa de Estudos Culturais – PEC/UNAJ

Argentina

Maria Isabel Gil Espinosa

Instituto de Bioética

Colômbia

84

Universidades e despatriarcalização

Margarita Millán

Faculdade de Ciências Políticas e Sociais – FCPyS/UNAM

México

85

Vigilantismo, violência coletiva e governança da segurança

Antonio Fuentes Díaz

Programa de Pós-Graduação em Sociologia – PPS/BUAP

México

Leandro Gamallo

Instituto de Pesquisa Gino Germani – IIGG/UBA

Argentina

Loreto Francisca Quiroz Rojas

Centro de Estudos sobre Conflito e Coesão Social – COES/UCHILE

Chile

86

Violência na América Central

Ana Silvia Monzón

Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Guatemala – FLACSO

Guatemala

Carlos Figueroa Ibarra

Programa de Pós-Graduação em Sociologia – PPS/BUAP

México

Laura Yanina Sala

Instituto de Estudos Sociais em Contextos de Desigualdades – UNPAZ

Argentina

87

Violência, governos e democracia

Carolina Duque

Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais – JURIDICASYSOC/UCALDAS

Colômbia

Luciana Noelia Ginga

Secretaria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação – SIP/UNR

Argentina

Rochele Fellini Fachinetto

Programa de Pós-Graduação em Sociologia – PPGS/UFRGS

Brasil

Recomenda-se também a seguinte integração e convergência entre as GTs, com o intuito de gerar sinergias que recuperem as contribuições e o potencial expressos nessas propostas:

  • Que a proposta “Juvenicídio(s): violência e resistência social”, coordenada por Germán Muñoz González, José Manuel Valenzuela Arce e Marisa Feffermann seja integrada ao Grupo de Trabalho aprovado “Infâncias e jovens” coordenado por Daniel Gustavo Llanos Erazo, María Camila Ospina Alvarado e Melina Vázquez.
  • Que a proposta “Informalidade urbana, transformações territoriais e subjetividade política”, coordenada por Maria Cristina Cravino e Rafael Soares Gonçalves, seja integrada ao Grupo de Trabalho aprovado “Processos urbanos latino-americanos: (in)justiças e (des)igualdades”, coordenado por Paulina Cepeda e Ramiro Segura.
  • Que a proposta “Mundos do Trabalho, legislação e políticas na América Latina”, coordenada por Héctor Palomino e Magda Biavaschi, seja integrada ao Grupo de Trabalho aprovado “Trabalho, configurações produtivas e de serviços, novos sujeitos do trabalho”, coordenado por Marcela Hernández e Maria Aparecida da Cruz Bridi.
  • Que a proposta “Religião, esfera pública e direitos humanos”, coordenada por Ileana de las Mercedes Hodge Limonta, Joanildo Albuquerque Burity e Marcos Andrés Carbonelli, seja integrada ao Grupo de Trabalho aprovado “Religiões e sociedade: tensões, diversidades e mobilizações no debate”, coordenado por Erick Adrián Paz González e Mónica Ulloa Gómez.

Por fim, as seguintes propostas apresentadas nesta chamada continuam a funcionar como Grupos Especiais:

  • “José Martí. Pensamento e ação”, coordenado por Gladys González Martínez.
  • “Educação, trabalho e desenvolvimento: perspectivas sindicais e acadêmicas para a elaboração de políticas públicas no contexto pós-pandemia”, coordenado por Irma Briasco, Juan Cruz Esquivel e Jusmary Gómez Arencibia.

Caso deseje receber mais informações sobre os programas de treinamento da CLACSO:

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