X Convocatória para a formação de Grupos de Trabalho 2023-2025
O Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (CLACSO) abre o X Convocatória de propostas para a criação de Grupos de Trabalho (GTs) para o período 2023-2025.
O principal objetivo dos Grupos de Trabalho da CLACSO é apoiar a criação de redes interdisciplinares de pesquisadores, vinculadas a tomadores de decisão em políticas públicas e representantes de organizações sociais, agrupadas em torno de questões e problemas sociais relevantes para a América Latina e o Caribe e capazes de desenvolver pesquisas sociais comparativas relevantes e rigorosas com uma perspectiva regional.
Assim, os Grupos de Trabalho (GTs) constituem espaços de pesquisa, formação, intercâmbio e cooperação entre pesquisadores de diversas áreas das ciências sociais, humanas e artísticas, e entre aqueles responsáveis por ou que gerenciam políticas públicas, organizações sociais e trabalhistas, iniciativas comunitárias e territoriais, bem como pesquisadores de outras disciplinas e áreas. São espaços de cooperação acadêmica, além de plataformas para a produção e gestão de conhecimento crítico, contextualizado e baseado em evidências, com alto impacto na formulação de políticas e na formação da opinião pública. Por meio dos GTs e das plataformas que promovem ou integram, espera-se ampliar o diálogo crítico entre as ciências sociais, humanas e artísticas, e os diversos espaços coletivos que atuam na promoção da responsabilidade pública e de diversas formas de intervenção social na região.
Os Grupos de Trabalho são selecionados por meio de concursos públicos, nos quais são submetidas propostas temáticas específicas juntamente com um plano de trabalho de três anos. As propostas são avaliadas por um comitê acadêmico internacional com reconhecida experiência em diversas áreas temáticas.
As equipes que compõem os Grupos de Trabalho devem ser formadas por, no mínimo, quinze (15) pessoas de pelo menos seis (6) países, todas afiliadas a centros ou instituições membros da rede institucional da CLACSO. Uma vez atingido esse número, outros membros externos poderão ser adicionados. Em sua formação, é necessário considerar que seus membros devem representar a diversidade de países e regiões, incluir a participação de membros de países com ciências sociais e humanas menos desenvolvidas, garantir a paridade de gênero, incentivar a participação ativa de pesquisadores em formação, fomentar o diálogo intergeracional no plano de ação delineado para o período proposto (2023-2025) e promover a participação ativa de diversos setores sociais, políticos e culturais relevantes para as atividades do Grupo e os diálogos que ele busca fomentar. Dessa forma, o trabalho dos Grupos de Trabalho visa também promover e fortalecer o intercâmbio entre movimentos sociais, acadêmicos e líderes de políticas públicas, com foco no desenvolvimento de programas de ação conjunta.
No âmbito desta Chamada de Propostas, será dada especial atenção à convergência e integração de diversos Grupos de Trabalho existentes que compartilham áreas temáticas, preocupações ou perspectivas, fortalecendo e fomentando o diálogo entre seus trabalhos para planejar futuras colaborações. Experiências recentes de trabalho colaborativo entre Grupos de Trabalho na Conferência CLACSO 2022 podem servir de referência para essas colaborações. Os espaços organizados na Conferência (como Fóruns, painéis e diversas reuniões) demonstraram o poder da convergência e integração de Grupos de Trabalho existentes para promover propostas diversas, gerar diálogo, dar origem a temas, agendas e perspectivas epistêmicas emergentes, propor abordagens inovadoras para a superação de diversos problemas sociais e fazer melhor uso dos recursos, resultados e iniciativas alcançados.
Este Edital de Propostas permitirá a seleção do conjunto de equipes que comporão os Grupos de Trabalho da CLACSO dentre as seguintes: 1º de fevereiro de 2023 e 31 de dezembro de 2025.
O edital de propostas está aberto a todos os temas.
Os principais objetivos que a Área de Grupos de Trabalho da CLACSO pretende alcançar são:
- Produzir conhecimento e promover pesquisa social crítica, relevante, rigorosa, colaborativa e situada, com uma perspectiva regional.
- Estimular a formação e consolidação de redes de pesquisa em nível regional e internacional, buscando influenciar a agenda social e construir pontes entre a academia e as políticas públicas com base no diálogo do conhecimento.
- Promover o diálogo entre os campos e disciplinas científicas e o reconhecimento da diversidade de conhecimentos e formas de compreensão.
- Promover pesquisas regionais e comparativas com abordagens inovadoras sobre temas relevantes para as sociedades latino-americanas e caribenhas, vinculados à agenda global.
- Facilitar a conexão com os tomadores de decisão em políticas públicas nos níveis local, nacional e regional, estimulando o diálogo horizontal entre pesquisadores e incorporando organizações sociais como atores-chave nos processos de pesquisa e nos diálogos gerados.
- Divulgar o conhecimento produzido e os resultados alcançados por meio de diferentes formatos e idiomas (impresso, digital, audiovisual), garantindo o acesso aberto ao conhecimento produzido e permitindo seu uso e apropriação mais ativos por gestores de políticas públicas, organizações sociais e da sociedade civil, imprensa e sistema educacional.
Os critérios básicos para avaliação e seleção dos Grupos de Trabalho serão os seguintes:
- Relevância, qualidade científica e viabilidade da proposta.
- Diversidade regional, especialmente a inclusão de pesquisadores de países com menor desenvolvimento relativo das ciências sociais e humanas (América Central, Caribe insular, Bolívia e Paraguai), bem como de outras regiões e continentes.
- Paridade e diversidade de gênero.
- Incorporação de pesquisadores em formação (estudantes de pós-graduação, recém-formados) para integrar as gerações mais jovens e promover diálogos intergeracionais.
- Confluência e integração entre os atuais Grupos de Trabalho, selecionados no âmbito da IX Chamada (2019-2022).
- Abordando temas de relevância regional e global, com especial atenção aos problemas significativos da América Central e do Caribe, e incorporando o diálogo acadêmico Sul-Sul e Norte-Sul.
- Promoção de diálogos e intercâmbios com redes e outros espaços regionais e internacionais.
- Articulação com políticas públicas em sentido amplo, incluindo movimentos e organizações sociais.
Aplicação do Grupo de Trabalho
A candidatura dos Grupos será feita através da apresentação de um Plano de Trabalho projetado para uma duração total de Meses 36que será organizado em três períodos anuais (12 meses de idade).
El Plano de Trabalho Pode incluir atividades e iniciativas de pesquisa, treinamento, defesa ou intervenção.
As propostas podem incluir iniciativas para garantir que o conhecimento produzido no âmbito do Grupo tenha impacto na opinião pública através de atividades de comunicação, formação e publicação, e contribua para a melhoria das condições de vida das comunidades e territórios.
O Plano de Trabalho incluirá um orçamento organizados de forma semelhante (geralmente para 36 meses e três períodos anuais).
Este orçamento detalhará os recursos fornecidos por parcerias institucionais ou fontes complementares.
A inclusão de alianças institucionais que permitam a aquisição de recursos complementares aos fornecidos pela CLACSO para o desenvolvimento dos planos de trabalho dos GTs, através de concursos públicos aos quais os Grupos possam candidatar-se, será valorizada positivamente.
Cada GT poderá ter até três coordenadoresEles devem ser membros de um dos centros filiados ou associados da CLACSO, status que comprovarão por meio de uma carta de apoio. Os centros filiados devem estar em dia com suas anuidades de 2021.
Caso haja mais de um coordenador, a equipe de coordenação deve representar diferentes gêneros, países e instituições.
Os coordenadores também devem anexar seu currículo completo.
Cada proposta deve ter no mínimo quinze (15) membros, sendo pelo menos seis deles membros. (6) países, todos eles vinculados a centros membros ou associados à rede institucional da CLACSO. Para efeitos deste concurso, o país do centro membro ao qual cada membro está vinculado será considerado o país de referência. Assim que este número for atingido, outros membros externos poderão ser incorporados.
A equipe deve considerar, em sua composição, a diversidade geográfica e regional, a diversidade institucional e de gênero, bem como a participação de membros de países com menor desenvolvimento relativo das ciências sociais e humanas, a participação de pesquisadores em formação, de tomadores de decisão em políticas públicas e de membros de organizações sociais.
Cada membro pode ser membro de até um máximo de dois (2) Grupos de Trabalho nesta Chamada e pode colaborar ou estabelecer ligações com outros Grupos de Trabalho, uma vez aprovado.
Cada membro só pode participar como coordenador em uma proposta.
Os Grupos de Trabalho atualmente em vigor que desejam permanecer vinculados ao Conselho devem apresentar propostas através deste Concurso de Propostas.
A apresentação de propostas articuladas entre vários Grupos de Trabalho que encontrem diversas afinidades ou que estejam interessados na integração e confluência de projetos.
Veja a lista das 90 GTs 2019-2023 organizadas em 30 áreas temáticas.
Procedimento de registro
- A inscrição deve ser feita através do sistema online disponibilizado pela CLACSO. As especificações relativas ao Plano de Trabalho e à composição da equipe estarão incluídas no formulário.
- Inscrições impressas ou enviadas por e-mail não serão aceitas. Candidaturas que não estejam em conformidade com as diretrizes estabelecidas serão rejeitadas. Recomenda-se acessar o sistema online para consultar o formulário de inscrição.
- Todos os dados inseridos no formulário de inscrição constituem uma declaração juramentada para os fins deste Concurso de Candidaturas.
- As informações enviadas através do formulário não podem ser modificadas após o seu envio.
- O formulário de inscrição online estará disponível a partir de terça-feira, 16 de agosto de 2022.
- Acesse o sistema de inscrição online disponível a partir de terça-feira, 16 de agosto de 2022.
- Para concluir o cadastro, a pessoa designada para inserir os dados deve se registrar no sistema criando um nome de usuário e uma senha.
Essas informações serão solicitadas sempre que você desejar fazer login para visualizar, modificar, adicionar ou enviar informações. - Preencha o formulário de inscrição para submeter propostas de novos Grupos de Trabalho. Ele inclui os seguintes pontos:
- Localização crítica do tema no contexto latino-americano e caribenho;
- Justificação e análise da sua relevância teórica;
- Plano de trabalho de três anos detalhado por ano;
- Orçamento trienal detalhado anualmente;
- bibliografia;
- Lista de membros do GT - Selecionar os membros propostos como coordenadores do Grupo de Trabalho (até três).
Cada coordenador deve anexar uma carta de recomendação assinada pelo Diretor da instituição afiliada à rede CLACSO. Acesse a lista de centros membros e associados..
Cada coordenador também deve incluir seu currículo. - Somente as propostas submetidas através do sistema de inscrição até a data de encerramento participarão do processo de avaliação da Chamada de Propostas.
Processo de seleção
- A avaliação das propostas será realizada por um Comitê Acadêmico Composta por pesquisadores e especialistas de diferentes países da região, com formações e trajetórias diversas, nomeados pelo Secretariado Executivo da CLACSO.
- Sua decisão será irrevogável e não caberá recurso.
- Os resultados serão publicados no site da CLACSO e nas redes sociais.
- Os coordenadores dos Grupos de Trabalho selecionados serão contatados por e-mail.
A seleção de uma proposta significa o endosso do CLACSO ao seu desenvolvimento, passando assim a integrar o conjunto de Grupos de Trabalho que o Conselho promove em todas as suas áreas de intervenção e divulgação.
Os Grupos de Trabalho receberão apoio operacional e logístico integral da Secretaria Executiva da CLACSO para o desenvolvimento das atividades descritas em seus Planos de Trabalho submetidos. Os Grupos de Trabalho selecionados poderão participar de editais abertos de propostas, por meio dos quais serão distribuídos recursos para apoiar o desenvolvimento de seus planos de trabalho. Essas propostas serão avaliadas por uma comissão nomeada pela Secretaria Executiva da CLACSO.
A CLACSO colaborará na busca de recursos financeiros para a realização das atividades dos Grupos de Trabalho e para promover a sua cooperação e intercâmbio mútuos.
Além dos fundos diretos que podem ser distribuídos nos editais de propostas, a CLACSO apoiará os Grupos de Trabalho com:
- publicação de livros digitais em coedição no âmbito da Coleção dos Grupos de Trabalho;
- Divulgação e comunicação das atividades e iniciativas dos GTs em diversos formatos e plataformas;
- Preparação e distribuição de um cronograma de atividades mensal;
- Auxílio na edição de boletins informativos, cadernos de exercícios e livros da Coleção de Grupos de Trabalho da Biblioteca de Ciências Sociais da América Latina e do Caribe do CLACSO e outras publicações;
- Convocatórias abertas com o objetivo de priorizar a participação nos GTs de pesquisadores em formação ou de determinadas regiões;
- Produções audiovisuais e radiofônicas;
- colaboração para submissão de candidaturas a concursos de propostas que permitam a obtenção de outros fundos;
- monitoramento logístico das atividades;
- Modalidades de trabalho virtual;
- articulações com outras áreas e programas da CLACSO (Rede de Pós-Graduação, Biblioteca Virtual, Comunicação, FOLEC);
- ligações com outras redes e plataformas;
- Promoção de espaços de publicação em revistas científicas e dossiês em periódicos da CLACSO; entre outros apoios e auxílios.
Outras atividades e iniciativas também serão realizadas com o objetivo de fortalecer o Programa de Grupos de Trabalho e os recursos dos Grupos de Trabalho.
Os Grupos de Trabalho selecionados devem apresentar relatórios periódicos detalhando suas atividades, resultados e progresso em relação ao Plano de Trabalho proposto. Devem também apresentar um relatório final após a conclusão de 36 meses de operação.
Encerramento das inscrições: 3 de outubro de 2022 (23:59 GMT-3)
Publicação dos resultados: Dezembro 2022
Início das atividades: Febrero de 2023
As dúvidas serão respondidas somente por e-mail.
Lista de propostas para novos Grupos de Trabalho
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Perguntas frequentes
Cada proposta deve incluir um mínimo de quinze (15) membros de pelo menos seis (6) países, Todos eles estão vinculados a centros membros ou centros associados à rede institucional da CLACSO. Para efeitos desta chamada, o país de referência para cada membro será o país do centro membro ao qual está vinculado. Assim que esse número for atingido, outros membros externos poderão ser adicionados.
Assim que esse número for atingido, outros membros externos poderão ser adicionados. O número máximo de membros é indeterminado.
Sua composição deve levar em conta a diversidade geográfica e regional, a diversidade institucional e de gênero, bem como a participação de membros de países com menor desenvolvimento relativo das ciências sociais e humanas, a participação de pesquisadores em formação e de tomadores de decisão em políticas públicas e membros de organizações sociais.
Cada pessoa pode fazer parte de, no máximo, dois (2) Grupos de Trabalho nesta Chamada e pode colaborar ou estabelecer ligações com outros Grupos de Trabalho, uma vez aprovado.
A carta de apoio deve ser anexada ao sistema de inscrição. Somente serão aceitas cartas em formato PDF, com timbre institucional e assinatura do Diretor do Centro Membro da CLACSO.
Não. Não é necessário reenviar as informações de cada membro. O sistema de cadastro permite recuperar as informações que já estão no banco de dados.
Sim. Indivíduos sem vínculo institucional com um centro membro da rede CLACSO podem participar como membros dos Grupos de Trabalho. Nesse caso, uma equipe de 15 membros afiliados a centros membros deve ser formada primeiro e, uma vez atingido esse número, outros participantes externos podem ser adicionados.
Não. Não é possível modificar a apresentação depois de ela ter sido submetida.
OPINIÃO – Grupos de Trabalho 2023-2025

A CLACSO anuncia os resultados do processo de avaliação e seleção para o novo cargo. Grupos de Trabalho que desenvolverão suas atividades durante os próximos três anos, entre 1º de fevereiro de 2023 e 31 de dezembro de 2025.
No âmbito deste Xa O edital recebeu 147 propostas de 6.980 participantes de 46 países. A maioria das propostas apresentou alta qualidade, relevância e consistência, estando alinhada aos termos e objetivos do edital. Portanto, o processo de seleção foi complexo. Após a revisão técnica e formal, todas as propostas foram submetidas à avaliação qualitativa e de conteúdo e, posteriormente, à seleção final.
O Diretor Executivo da CLACSO, Karina BatthyanyEle elogiou a qualidade das propostas recebidas e enfatizou que “Os resultados reafirmam, mais uma vez, a importância dos Grupos de Trabalho para a nossa rede. A sua importância reside no seu papel como espaço onde a investigação, a produção de conhecimento e as diversas formas de saber se combinam com as organizações sociais e o trabalho de defesa de políticas públicas, enquanto redes interdisciplinares e intergeracionais que abordam os principais temas e problemas das ciências sociais, das humanidades e das artes.”
Pablo VommaroO Diretor de Pesquisa também destacou a relevância das propostas dos novos Grupos de Trabalho para a vida institucional do CLACSO.
O processo de avaliação das propostas submetidas foi realizado em quatro etapas consecutivas:
1. Em primeiro lugar, foi considerada a conformidade com os requisitos técnicos estabelecidos no Edital de Propostas.
2. Em segundo lugar, um Comitê Internacional de Avaliação A qualidade, a relevância e a solidez das propostas foram avaliadas por meio de um processo de dupla revisão por pares. Comitê Internacional de Avaliação Era composto por 165 especialistas (83 mulheres e 82 homens) de 26 países.
3. A avaliação realizada constituiu a base para o trabalho de Comitê de Seleção Internacional que elaborou uma proposta para a seleção dos novos Grupos de Trabalho com base nas avaliações, diretrizes institucionais e prioridades. Comitê de Seleção Internacional Levou em consideração a incorporação de novos Grupos de Trabalho, mantendo ao mesmo tempo a continuidade das propostas existentes que tiveram uma boa avaliação e um bom desempenho.
4. Por fim, o Secretariado Executivo da CLACSO sistematizou a seleção final com base na recomendação elaborada pela Comitê de Seleção Internacional e o Comitê Diretivo da CLACSO tomou nota disso.
Os Grupos de Trabalho constituem o núcleo da pesquisa e da gestão do conhecimento na rede CLACSO, promovendo também diálogos sociais para abordar os problemas mais relevantes na região e no mundo.
Com imensa alegria e também com um forte senso de responsabilidade, apresentamos a vocês o(a) 87 novos Grupos de Trabalho da CLACSO 2023-2025, compostos por 4.584 membros de 44 países..
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GRUPO DE TRABALHO |
COORDENADORES |
CENTRAL DE MEMBROS |
PAÍS |
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1 |
Afrodescendentes e propostas contra-hegemônicas |
Rosa Campoalegre Septien |
Centro de Pesquisa Psicológica e Sociológica – CIPS |
Cuba |
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2 |
Agroecologia política |
Maria Inés Gazzano Santos |
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais – FLACSO |
Uruguai |
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Narciso Barrera Bassols |
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais. Universidade Autônoma de Querétaro – UAQ |
México |
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|
3 |
Anticapitalismos e sociabilidade emergente |
Dmitri Pietro Samsonov |
Instituto Cubano de Pesquisa Cultural – ICIC |
Cuba |
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Maria Maneiro |
Instituto de Pesquisa Gino Germani – IIGG/UBA |
Argentina |
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4 |
Apropriação de tecnologias digitais e interseccionalidades |
Leonor Graciela Natansohn |
Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura – CULT/UFBA |
Brasil |
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Marta Pilar Bianchi |
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais – FHCS-UNPSJB |
Argentina |
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Roberto Canales Reyes |
Centro de Estudos de Desenvolvimento Regional e Políticas Públicas – CEDER |
Chile |
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5 |
Artes e política |
Andrea Forero Hurtado |
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais – FCHS-UNIMINUTO |
Colômbia |
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Hans Stange |
Centro de Estudos de Comunicação – CECOM/UCHILE |
Chile |
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Natalia Aguerre |
Faculdade de Jornalismo e Comunicação Social – FPyCS/UNLP |
Argentina |
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6 |
Artes, educação e produção de conhecimento transversal |
Hugo Damian Del Valle |
Secretaria de Desenvolvimento e Relações Institucionais – UNA |
Argentina |
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Sandra Daniela Torlucci |
Secretaria de Desenvolvimento e Relações Institucionais – UNA |
Argentina |
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7 |
Burocracia e desigualdades ao nível da rua |
Gabriela Lotta |
Fundação Getúlio Vargas – FGV |
Brasil |
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Gianinna Muñoz Arce |
Departamento de Serviço Social – DTS |
Chile |
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Rik Peeters |
Centro de Pesquisa e Ensino Econômico AC – CIDE |
México |
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8 |
Capitalismo digital, política educacional e pedagogia crítica |
Geo Saura |
25 de maio Instituto para a Democracia – I25M |
Espanha |
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Luís Bonilla-Molina |
Centro Internacional de Pesquisa “Outras Vozes na Educação” – CII-OVE |
Venezuela |
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Marisa Bolaña |
Faculdade de Ciências Humanas – EHU/UNSAM |
Argentina |
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9 |
A China e o mapa do poder mundial |
Gabriel Esteban Merino |
Instituto de Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais – IdIHCS/UNLP-CONICET |
Argentina |
|
Lourdes Regueiro Bello |
Centro de Pesquisa de Política Internacional – CIPI |
Cuba |
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|
Wagner Tadeu Iglesias |
Programa de Pós-Graduação em Integração Latino-Americana – PROLAM/USP |
Brasil |
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10 |
Ciência aberta como um bem comum |
Arianna Becerril Garcia |
Centro de Pesquisa e Estudos Avançados em Ciência Política e Administração Pública – CIPAP/EAU |
México |
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Saray Córdoba González |
Instituto de Pesquisa Educacional – INIE/UCR |
Costa Rica |
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11 |
Ciências sociais móveis e politizadas |
Guido Ricono |
Departamento de Ciências Políticas e Sociais – DCPS/UNCOMA |
Argentina |
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Ricardo Pérez Mora |
Centro Universitário de Ciências Econômicas e Administrativas – CUCEA |
México |
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12 |
Comunicação, culturas e política |
Daiana Bruzzone |
Faculdade de Jornalismo e Comunicação Social – FPyCS/UNLP |
Argentina |
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Omar Rincón |
Centro Interdisciplinar de Estudos para o Desenvolvimento – CIDER/UNIANDES |
Colômbia |
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Paola Ricaurte Quijano |
Departamentos de Ciências Sociais e Humanas – UCA – DCSH-UCA |
El Salvador |
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13 |
Crise civilizacional, reconfigurações do racismo, movimentos sociais afro-latino-americanos |
Diógenes Diaz Campos |
Doutorado em Ciências Sociais com especialização em Estudos Culturais – UEC |
Venezuela |
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Federico Fernando Pita |
Centro de Inovação dos Trabalhadores – CITRA |
Argentina |
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Yulexis Almeida Junco |
Departamento de Sociologia, Universidade de Havana – Departamento de Sociologia |
Cuba |
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14 |
Crise e economia global |
Adriana Gabriela Roffinelli Maya |
Fundação para a Pesquisa Social e Política – FISyP |
Argentina |
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Alejandro César López Bolaños |
Instituto de Pesquisa Econômica – IIEc/UNAM |
México |
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15 |
Crise, respostas e alternativas no Grande Caribe |
Glória Esperança c |
Escola Multitemática Miuca – MIUCA |
República Dominicana |
|
Jacqueline Laguardia Martinez |
Instituto de Relações Internacionais – IIR |
Trinidad de Tobago |
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16 |
Corpos, territórios e feminismos |
Alida Dagnino Contini |
Instituto de Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais – IdIHCS/UNLP-CONICET |
Argentina |
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Delmy Tania Cruz Hernández |
Centro de Estudos Superiores do México e da América Central – CESMECA/UNICACH |
México |
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|
Joana Emmerick Seabra |
Instituto de Estudos Sociais e Políticos – IESP/UERJ |
Brasil |
||
|
17 |
Corpos, territórios, resistências |
Xochitl Leyva Solano |
Centro de Pesquisa e Estudos Superiores em Antropologia Social – CIESAS |
México |
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18 |
Cuidado e gênero |
Amparo Hernández-Bello |
PENSAR Instituto de Estudos Sociais e Culturais – PENSAR/PUJ |
Colômbia |
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Valentina Perrotta |
Departamento de Sociologia – DS/UDELAR |
Uruguai |
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19 |
Cultura e políticas culturais |
Antonio Albino Canelas Rubim |
Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura – CULT/UFBA |
Brasil |
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Eduardo Nivón Bolán |
Divisão de Ciências Sociais e Humanas – DCSH/UAM-I |
México |
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|
Susana Dominzain |
Faculdade de Ciências Humanas e da Educação – FHCE/UDELAR |
Uruguai |
||
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20 |
Esporte, cultura e sociedade |
Alejo Levoratti |
Instituto de Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais – IdIHCS/UNLP-CONICET |
Argentina |
|
Verónica Moreira |
Instituto de Pesquisa Gino Germani – IIGG/UBA |
Argentina |
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21 |
Movimentos contemporâneos de direita: ditadura e democracia |
Gabriela Gomes |
Instituto para o Desenvolvimento Humano – IDH/UNGS |
Argentina |
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22 |
Desenvolvimento e desigualdades territoriais: perspectivas críticas |
Jorge Leal |
Departamento de Ciências Sociais – DCS/CenUR Litoral Norte/UDELAR |
Uruguai |
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Raúl Hernández Mar |
Unidade Lerma – LERMA UAM |
México |
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|
Roxana María Viruez Valverde |
Centro de Estudos Superiores Universitários – CESU-UMSS |
Bolívia |
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23 |
Descentralizar as relações internacionais |
Daniela Perrotta |
Secretaria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação – SIPFyL/UBA |
Argentina |
|
Gerardo Caetano Hargain |
Instituto de Ciências Políticas – ICP/UDELAR |
Uruguai |
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|
24 |
Desigualdades sociais comparativas: classe social, gênero e etnia |
Mirlena Rojas Piedraita |
Centro de Pesquisa Psicológica e Sociológica – CIPS |
Cuba |
|
Paula Boniolo |
Instituto de Pesquisa Gino Germani – IIGG/UBA |
Argentina |
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|
25 |
Desigualdades, estrutura social e políticas |
Iliana Yaschine Arroyo |
Programa Universitário de Estudos de Desenvolvimento – PUED/UNAM |
México |
|
Jesica Lorena Pla |
Instituto de Pesquisa Gino Germani – IIGG/UBA |
Argentina |
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|
Tabaré Fernández Aguerre |
Departamento de Sociologia – DS/UDELAR |
Uruguai |
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26 |
Ecologias políticas do Sul/Abya-Yala |
Aida Luz López Gómez |
Universidade Autônoma da Cidade do México – UACM |
México |
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Lucrécia Soledad Wagner |
Grupo de Pesquisa STAND (Rede de Ação e Formação do Sul para a Descolonialidade) – STAND |
Espanha |
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Melissa Moreano Venegas |
Programa de Estudos Latino-Americanos – PEL/UASB |
Equador |
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27 |
Economia feminista emancipadora |
Amaranta Cornejo Hernández |
Programa de Estudos Latino-Americanos – PEL/UASB |
México |
|
Natalia Quiroga Díaz |
Instituto da Conurbação – ICO/UNGS |
Argentina |
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Patrício Dobrée |
Centro de Documentação e Estudos – CDE |
Paraguai |
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28 |
Economia política da informação, comunicação e cultura |
César Bolaño |
Programa de Pós-Graduação em Geografia – PPGEO/UFS |
Brasil |
|
Daniela Inés Monje |
Centro de Estudos Avançados – FCS/UNC |
Argentina |
||
|
Isabel Ramos |
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais – FLACSO |
Equador |
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29 |
Economias populares. Mapeamento teórico e prático. |
Martha Lucía Bernal Suárez |
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados – Escola IDAES |
Argentina |
|
Maria Cristina Cielo |
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais – FLACSO |
Equador |
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Verónica Gago |
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados – Escola IDAES |
Argentina |
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30 |
Educação e interculturalidade |
Ana Carolina Hecht |
Secretaria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação – SIPFyL/UBA |
Argentina |
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Gabriela Czarny |
Universidade Pedagógica Nacional de Hidalgo – UPN-Hidalgo |
México |
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|
Patrícia Ames |
Centro de Pesquisa Sociológica, Econômica, Política e Antropológica – CISEPA/PUCP |
Peru |
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31 |
Educação popular e pedagogias críticas |
Gerónimo Fernando Santana |
Instituto de Pensamento e Cultura na América Latina, Associação Civil – IPECAL AC |
México |
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Maria Mercedes Palumbo |
Secretaria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação – SIPFyL/UBA |
Argentina |
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|
Victor Adrian Diaz Esteves |
Departamento de Serviço Social – UCTEMUCO |
Chile |
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|
32 |
O Estado como uma contradição |
Josefina Torres Jiménez |
Instituto de Estudos Equatorianos – IEE |
Equador |
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Mabel Thwaites Rey |
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos – IEALC/UBA |
Argentina |
||
|
Sandra Carolina Bautista Bautista |
Escola de Ciências Sociais, Artes e Humanidades – ECSAH-UNAD |
Colômbia |
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33 |
O istmo da América Central: perspectivas epistemológicas periféricas |
Aleksander Aguilar Antunes |
Programa de Pós-Graduação em Políticas Sociais e Direitos Humanos – PPGPSDH – UCPEL |
Brasil |
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Briseida Barrantes |
Centro de Estudos Latino-Americanos "Justo Arosemena" – CELA |
Panamá |
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|
Melissa Salgado |
Departamentos de Ciências Sociais e Humanas – UCA – DCSH-UCA |
El Salvador |
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34 |
Trabalho no capitalismo contemporâneo |
Hernán M. Palermo |
Centro de Estudos de Pesquisa Trabalhista – CEIL/CONICET |
Argentina |
|
Patrícia Torres Mejía |
Centro de Pesquisa e Estudos Superiores em Antropologia Social – CIESAS |
México |
||
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35 |
Elites econômicas, o Estado e a desigualdade |
Florença Luci |
Instituto de Pesquisa Gino Germani – IIGG/UBA |
Argentina |
|
Francisco Robles-Rivera |
Instituto de Pesquisa Social – IIS/UCR |
Costa Rica |
||
|
miguel serna |
Departamento de Sociologia – DS/UDELAR |
Uruguai |
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36 |
Energia e desenvolvimento sustentável |
Esteban Serrani |
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados – Escola IDAES |
Argentina |
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Nora Estela Fernández Mora |
Faculdade de Ciências Humanas, Pontifícia Universidade Católica do Equador – FCH-PUCE |
Equador |
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37 |
Epistemologias do Sul |
Karina Andrea Bidaseca |
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados – Escola IDAES |
Argentina |
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Maria Paula Gutierrez Meneses |
Centro de Estudos Sociais – CES/UC |
Portugal |
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38 |
Estudos críticos sobre o desenvolvimento rural |
Alhelí González Cáceres |
Centro de Estudos Rurais Interdisciplinares – CERI |
Paraguai |
|
Natalia Espinosa Rincón |
Faculdade de Estudos Ambientais e Rurais – FEAR/PUJ |
Colômbia |
||
|
Pablo Leandro Díaz Estévez |
Faculdade de Ciências Humanas e da Educação – FHCE/UDELAR |
Uruguai |
||
|
39 |
Estudos críticos em deficiência |
Brenda Araceli Bustos García |
Instituto de Pesquisa Social – IINSO |
México |
|
Cristina Pereyra |
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais – FHCS-UNPSJB |
Argentina |
||
|
Diana Carolina Vallejo Ortega |
Universidade Autônoma da Cidade do México – UACM |
México |
||
|
40 |
Estudos críticos sobre maternidade e paternidade |
Ana Cecília Vergara do Solar |
Escola de Psicologia – USACH |
Chile |
|
Ana Cecília Marotta |
Faculdade de Psicologia – Faculdade de Psicologia-UdelaR |
Uruguai |
||
|
Catalina Arteaga Aguirre |
Departamento de Sociologia – DS/UCHILE |
Chile |
||
|
41 |
Estudos latino-americanos: perspectivas nacionais, regionais e transnacionais |
Gabriela Pulido Llano |
Coordenação de Pesquisa da FFyL – UNAM |
México |
|
Martin Lopez |
O Colégio de Michoacán – COLMICH |
México |
||
|
Mario Hugo Ayala |
Instituto de Cultura, Sociedade e Estado – ICSE |
Argentina |
||
|
42 |
Estudos sobre tempo e temporalidades |
Guadalupe Valencia García |
Centro de Pesquisa Interdisciplinar em Ciências e Humanidades – CEIICH/UNAM |
México |
|
Raúl Hernán Contreras Román |
Centro de Pesquisa Interdisciplinar em Ciências e Humanidades – CEIICH/UNAM |
México |
||
|
René Ramírez |
Centro Estratégico Latino-Americano de Geopolítica – CELAG |
Equador |
||
|
43 |
Estudos sobre os Estados Unidos |
Leandro Ariel Morgenfeld |
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos – IEALC/UBA |
Argentina |
|
Loreta Tellería Escobar |
Comunidade de Estudos JAINA – JAINA |
Bolívia |
||
|
Mariana Aparicio Ramírez |
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais – FCPyS/UNAM |
México |
||
|
44 |
Estudos sociais para a saúde |
Carolina Andrea Julieta Tetelboin Henrion |
Mestrado em Medicina Social/Doutorado em Ciências da Saúde Pública – MMS-DCSC |
México |
|
Daisy del Rosario Iturrieta Henriquez |
Instituto de Ciências Alejandro Lipschutz – ICAL |
Chile |
||
|
José Carvalho de Noronha |
Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz |
Brasil |
||
|
45 |
Êxodo de matrizes culturais |
Amaurys Giordano Perez |
Centro Universitário de Estudos Políticos e Sociais – CUEPS/PUCMM |
República Dominicana |
|
Margarita Mercedes Moll Marte |
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais – FLACSO |
República Dominicana |
||
|
46 |
Feminismos, resistência e emancipação |
Cláudia María García Muñoz |
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales – CEANJ |
Colômbia |
|
Joana das Flores Duarte |
Programa de Pós-Graduação em Integração Latino-Americana – PROLAM/USP |
Brasil |
||
|
Raquel Irene Drovetta |
Instituto Acadêmico Pedagógico de Ciências Sociais – IAPCS/UNVM |
Argentina |
||
|
47 |
Filosofia Política – Humanidades Indisciplinadas: cosmos, corpo e utopia |
Augusto José Castro |
Instituto de Ciências Naturais, Território e Energias Renováveis – INTE/PUCP |
Peru |
|
Aurea Mota |
Instituto de Estudos Equatorianos – IEE |
Equador |
||
|
48 |
Fronteiras, regionalização e globalização |
Alejandro Fabián Schweitzer |
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História – SPEChF |
México |
|
Juan Manuel Sandoval Palacios |
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História – SPEChF |
México |
||
|
Luis Manuel Martínez Estrada |
Diretoria de Pesquisa Científica – DICIHT/UNAH |
Honduras |
||
|
49 |
Forças de segurança, agências de controle e mercados ilícitos |
Sabina Andrea Frederic |
Departamento de Ciências Sociais – DCS/UNQ |
Argentina |
|
Juan Andrés Antillano Isaac |
Instituto de Ciências Criminais – ICP/UCV |
Venezuela | ||
|
50 |
Gênero, (des)igualdades e direitos em tensão |
Andrea Daverio |
Instituto de Justiça e Direitos Humanos – IJDH/UNLA |
Argentina |
|
Gisela Zaremberg |
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais – FLACSO |
México |
||
|
Lilian Soto |
Centro de Documentação e Estudos – CDE |
Paraguai |
||
|
51 |
Geopolítica, integração regional e o sistema mundial |
andres arauz |
Programa Universitário de Estudos sobre a Ásia e a África – PUEAA |
México |
|
Jaime Fernando Estenssoro Saavedra |
Instituto de Estudos Avançados – IDEA |
Chile |
||
|
Rebeca Peralta Mariñelarena |
Programa de Pós-Graduação em Estudos Latino-Americanos – PPEL/UNAM |
México |
||
|
52 |
História e situação atual: perspectivas marxistas |
Marcelo Starcenbaum |
Instituto de Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais – IdIHCS/UNLP-CONICET |
Argentina |
|
Maria Elvira Concheiro Bórquez |
Centro de Pesquisa Interdisciplinar em Ciências e Humanidades – CEIICH/UNAM |
México |
||
|
Patrícia Flor de Lourdes González San Martín |
Observatório de Participação Social e Território – OPSYT-UPLA |
Chile |
||
|
53 |
Infância e juventude |
Daniel Gustavo Llanos Erazo |
Centro de Pesquisa em Ciências Sociais, Humanas e Educação – CICSHE/UPS |
Equador |
|
María Camila Ospina Alvarado |
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales – CEANJ |
Colômbia |
||
|
Melina Vázquez |
Instituto de Pesquisa Gino Germani – IIGG/UBA |
Argentina |
||
|
54 |
Intelectuais, ideias e política |
Dalila Concepción Sosa Marín |
Faculdade de Ciências Sociais-UNA – FACSO-UNA |
Paraguai |
|
Ezequiel Saferstein |
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados – Escola IDAES |
Argentina |
||
|
José Carlos Reyes Pérez |
Centro de Pesquisa e Ensino Econômico AC – CIDE |
México |
||
|
55 |
Movimentos de esquerda e lutas sociais na América Latina |
Pablo Pozzi |
Secretaria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação – SIPFyL/UBA |
Argentina |
|
Viviana Bravo Vargas |
Departamento de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação – DIP/UAHC |
Chile |
||
|
Maurício Archila |
Centro de Pesquisa e Educação Popular – CINEP |
Colômbia |
||
|
56 |
Lex mercatoria, poder corporativo e direitos humanos |
Luciana Ghiotto |
Escola de Política e Governo – EPyG/UNSAM |
Argentina |
|
57 |
Lutas antipatriarcais, famílias, gêneros, diversidades e cidadanias. |
Germán Darío Herrera Saray |
Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais – JURIDICASYSOC/UCALDAS |
Colômbia |
|
Gisela Elizabeth Spasiuk |
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais. Universidade Nacional de Misiones – FHyCS UNAM |
Argentina |
||
|
Marlene Rosario Choque Aldana |
Centro de Pesquisa Social da Vice-Presidência – CIS |
Bolívia |
||
|
58 |
Marxismos e resistências do sul global |
Nayar López Castellanos |
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais – FCPyS/UNAM |
México |
|
Nestor Kohan |
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos – IEALC/UBA |
Argentina |
||
|
59 |
Memórias coletivas e práticas de resistência |
Ana María Cacopardo |
Instituto de Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais – IdIHCS/UNLP-CONICET |
Argentina |
|
Isabel Piper Shafir |
Departamento de Psicologia – DP/UCHILE |
Chile |
||
|
Pilar Calveiro |
Universidade Autônoma da Cidade do México – UACM |
México |
||
|
60 |
Metabolismo social/Justiça ambiental |
Antônio de Lísio |
Centro de Estudos para o Desenvolvimento – CENDES/UCV |
Venezuela |
|
Maritza Islas Vargas |
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais – FCPyS/UNAM |
México |
||
|
Urphy Vasquez Baca |
Centro de Pesquisa Sociológica, Econômica, Política e Antropológica – CISEPA/PUCP |
Peru |
||
|
61 |
Migração e fronteiras Sul-Sul |
Ana Inés Mallimaci |
Instituto de Ciências Sociais e Administração – ICSyA/UNAJ |
Argentina |
|
Fernanda Stang |
Centro de Pesquisa em Ciências Sociais e Juventude – CISJU/UCSH |
Chile |
||
|
Handerson Joseph |
Programa de Pós-Graduação em Sociologia – PPGS/UFRGS |
Brasil |
||
|
62 |
Movimentos socioterritoriais em perspectiva crítica e comparativa |
Emiliano Ignácio Díaz Carnero |
Faculdade da Fronteira Norte – COLEF |
México |
|
Fernanda Valeria Torres |
Instituto de Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais – IdIHCS/UNLP-CONICET |
Argentina |
||
|
Juan Luis Corporán |
Associação de Cidades Alternativas – CA |
República Dominicana |
||
|
63 |
pensamento geográfico crítico latino-americano e caribenho |
Daniel G. Pérez-Torres |
Centro de Pesquisa Social, Porto Rico – CIS/UPR |
Porto Rico |
|
Juan Manuel Delgado Estrada |
Centro de Estudos e Promoção do Desenvolvimento – DESCO |
Peru |
||
|
Maria de Estrada |
Faculdade de Serviço Social – FTS-UNLP |
Argentina |
||
|
64 |
Pensamento jurídico crítico e conflitos sociopolíticos |
Aleida Hernández Cervantes |
Centro de Pesquisa Interdisciplinar em Ciências e Humanidades – CEIICH/UNAM |
México |
|
Diana Isabel Molina Rodríguez |
Centro de Estudos e Pesquisa Latino-Americana – CEILAT |
Colômbia |
||
|
Sonia Boueiri Bassil |
Centro de Estudos Políticos e Sociais da América Latina – CEPSAL |
Venezuela |
||
|
65 |
Pobreza e políticas sociais |
Alicia Ziccardi |
Instituto de Pesquisa Social – IIS/UNAM |
México |
|
Carlos Hugo Fidel |
Departamento de Ciências Sociais – DCS/UNQ |
Argentina |
||
|
Maria del Carmen Midaglia |
Instituto de Ciências Políticas – ICP/UDELAR |
Uruguai |
||
|
66 |
Políticas educacionais e o direito à educação |
Fernanda Saforcada |
Secretaria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação – SIPFyL/UBA |
Argentina |
|
Maria Gabriela Walder Encina |
Faculdade de Ciências Sociais-UNA – FACSO-UNA |
Paraguai |
||
|
Pablo Martinis |
Faculdade de Ciências Humanas e da Educação – FHCE/UDELAR |
Uruguai |
||
|
67 |
Práticas emancipatórias, bens comuns e metodologias decoloniais alter-globais |
Alicia Itatí Palermo |
Mestrado em Sociedade e Instituições – MSeI/UNSL |
Argentina |
|
Jorge Rojas Hernández |
Departamento de Sociologia – UdeC |
Chile |
||
|
Martha Nélida Ruiz Uribe |
Instituto Universitário Internacional de Toluca – IUIT |
México |
||
|
68 |
Processos urbanos na América Latina: (in)justiças e (in)desigualdades |
Paulina Cepeda |
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais – FLACSO |
Equador |
|
Ramiro Segura |
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados – Escola IDAES |
Argentina |
||
|
69 |
Processos e metodologias participativas |
Mariano Suárez Elías |
Departamento de Ciências Sociais – DCS/CenUR Litoral Norte/UDELAR |
Uruguai |
|
Romina Rébola |
Departamento de Educação, Cultura e Conhecimento – UNRaf |
Argentina |
||
|
70 |
Proposta de integração regional |
Alberto Rocha Valência |
Centro Universitário de Ciências Sociais e Humanas – CUCSH/UDG |
México |
|
Jorge Marchini |
Centro de Pesquisa e Gestão da Economia Solidária – CIGES |
Argentina |
||
|
71 |
Povos indígenas e disputas epistêmicas-territoriais |
Ana Catarina Zema |
ELA – Departamento de Estudos Latino-Americanos – ELA |
Brasil |
|
Gonzalo Eugênio Bustamante Rivera |
Centro de Ciências Sociais e Humanas – CISOH |
Chile |
||
|
Taira Edilma Stanley Icaza |
Instituto de Estudos Nacionais – IDEN/UP |
Panamá |
||
|
72 |
Povos indígenas, autonomias e direitos coletivos |
Mercado do Mosteiro de Fátima Teresa |
Centro de Planejamento e Gestão – CEPLAG/UMSS |
Bolívia |
|
Luciana García Guerreiro |
Instituto de Pesquisa Gino Germani – IIGG/UBA |
Argentina |
||
|
Waldo Lao Fuentes Sánchez |
Programa de Pós-Graduação em Integração Latino-Americana – PROLAM/USP |
Brasil |
||
|
73 |
Que tipo de desenvolvimento? Diálogos multissetoriais e multiníveis. |
Alejandro López Evangelista |
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais – FLACSO |
República Dominicana |
|
Irene Palma Calderón |
Instituto Centro-Americano de Estudos Sociais e Desenvolvimento – INCEDES |
Guatemala |
||
|
Maria del Carmen Zabala Arguelles |
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais – FLACSO |
Cuba |
||
|
74 |
Que emprego para que futuro? |
Adoração Guaman Hernandez |
Observatório dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais – Observatório DESC |
Espanha |
|
Nora Goren |
Instituto de Estudos Sociais em Contextos de Desigualdades – UNPAZ |
Argentina |
||
|
75 |
Rede de gênero, feminismos e memórias |
Mariela Peller |
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos – IEALC/UBA |
Argentina |
|
Melodia Fonseca |
Centro de Pesquisa Social, Porto Rico – CIS/UPR |
Porto Rico |
||
|
Rosário del Pilar Fernández Ossandón |
Instituto de Estudos Avançados – IDEA |
Chile |
||
|
76 |
Religiões e sociedade: tensões, diversidades e mobilizações em debate |
Erick Adrián Paz González |
Universidade Autônoma da Cidade do México – UACM |
México |
|
Mônica Ulloa Gomez |
Faculdade de Ciências Sociais – UNA |
Costa Rica |
||
|
77 |
Ruralidades e transições políticas na América Central e na Colômbia |
Helene Roux |
Instituto de Pesquisa para o Desenvolvimento – IRD |
Brasil |
|
Luís Antonio Ramírez Zuluaga |
Instituto de Estudos Regionais – INER/UdeA |
Colômbia |
||
|
Úrsula Roldán |
Instituto de Pesquisa em Ciências Socio-Humanísticas – ICESH |
Guatemala |
||
|
78 |
Saúde internacional e soberania sanitária |
Gonzalo Basile |
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais – FLACSO |
República Dominicana |
|
Leny Trad |
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais – FLACSO |
Brasil |
||
|
Marinitda Rivera Díaz |
Departamento de Ciências Sociais, Escola de Pós-Graduação em Saúde Pública – UPR |
Porto Rico |
||
|
79 |
sistemas de segurança social e pensões |
Berenice Patrícia Ramírez López |
Instituto de Pesquisa Econômica – IIEc/UNAM |
México |
|
Sérgio Carpenter |
Instituto Argentino de Desenvolvimento Econômico – IADE |
Argentina |
||
|
80 |
Territorialidades, espiritualidades e corpos |
Claudia Luz Piedrahita Echandía |
Doutorado em Estudos Sociais – DES/UDistrital |
Colômbia |
|
81 |
Trabalho agrícola, desigualdades e vida rural |
Hubert C. de Grammont |
Instituto de Pesquisa Social – IIS/UNAM |
México |
|
Paola Mascheroni |
Departamento de Sociologia – DS/UDELAR |
Uruguai |
||
|
82 |
Configurações de trabalho, produção e serviços, novos sujeitos de trabalho |
Marcela Hernández |
Divisão de Ciências Sociais e Humanas – DCSH/UAM-I |
México |
|
Maria Aparecida da Cruz Bridi |
Programa de Pós-Graduação em Sociologia – UFPR/PPGSOCIO |
Brasil |
||
|
83 |
Transições justas e cuidado com nossa casa comum. |
Diego Álvarez Newman |
Programa de Estudos Culturais – PEC/UNAJ |
Argentina |
|
Maria Isabel Gil Espinosa |
Instituto de Bioética |
Colômbia |
||
|
84 |
Universidades e despatriarcalização |
Margarita Millán |
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais – FCPyS/UNAM |
México |
|
85 |
Vigilantismo, violência coletiva e governança da segurança |
Antonio Fuentes Díaz |
Programa de Pós-Graduação em Sociologia – PPS/BUAP |
México |
|
Leandro Gamallo |
Instituto de Pesquisa Gino Germani – IIGG/UBA |
Argentina |
||
|
Loreto Francisca Quiroz Rojas |
Centro de Estudos sobre Conflito e Coesão Social – COES/UCHILE |
Chile |
||
|
86 |
Violência na América Central |
Ana Silvia Monzón |
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Guatemala – FLACSO |
Guatemala |
|
Carlos Figueroa Ibarra |
Programa de Pós-Graduação em Sociologia – PPS/BUAP |
México |
||
|
Laura Yanina Sala |
Instituto de Estudos Sociais em Contextos de Desigualdades – UNPAZ |
Argentina |
||
|
87 |
Violência, governos e democracia |
Carolina Duque |
Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais – JURIDICASYSOC/UCALDAS |
Colômbia |
|
Luciana Noelia Ginga |
Secretaria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação – SIP/UNR |
Argentina |
||
|
Rochele Fellini Fachinetto |
Programa de Pós-Graduação em Sociologia – PPGS/UFRGS |
Brasil |
Recomenda-se também a seguinte integração e convergência entre as GTs, com o intuito de gerar sinergias que recuperem as contribuições e o potencial expressos nessas propostas:
- Que a proposta “Juvenicídio(s): violência e resistência social”, coordenada por Germán Muñoz González, José Manuel Valenzuela Arce e Marisa Feffermann seja integrada ao Grupo de Trabalho aprovado “Infâncias e jovens” coordenado por Daniel Gustavo Llanos Erazo, María Camila Ospina Alvarado e Melina Vázquez.
- Que a proposta “Informalidade urbana, transformações territoriais e subjetividade política”, coordenada por Maria Cristina Cravino e Rafael Soares Gonçalves, seja integrada ao Grupo de Trabalho aprovado “Processos urbanos latino-americanos: (in)justiças e (des)igualdades”, coordenado por Paulina Cepeda e Ramiro Segura.
- Que a proposta “Mundos do Trabalho, legislação e políticas na América Latina”, coordenada por Héctor Palomino e Magda Biavaschi, seja integrada ao Grupo de Trabalho aprovado “Trabalho, configurações produtivas e de serviços, novos sujeitos do trabalho”, coordenado por Marcela Hernández e Maria Aparecida da Cruz Bridi.
- Que a proposta “Religião, esfera pública e direitos humanos”, coordenada por Ileana de las Mercedes Hodge Limonta, Joanildo Albuquerque Burity e Marcos Andrés Carbonelli, seja integrada ao Grupo de Trabalho aprovado “Religiões e sociedade: tensões, diversidades e mobilizações no debate”, coordenado por Erick Adrián Paz González e Mónica Ulloa Gómez.
Por fim, as seguintes propostas apresentadas nesta chamada continuam a funcionar como Grupos Especiais:
- “José Martí. Pensamento e ação”, coordenado por Gladys González Martínez.
- “Educação, trabalho e desenvolvimento: perspectivas sindicais e acadêmicas para a elaboração de políticas públicas no contexto pós-pandemia”, coordenado por Irma Briasco, Juan Cruz Esquivel e Jusmary Gómez Arencibia.
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