Junho
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2:00h
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4:00h
CMT
Esta atividade consiste numa crítica decolonial da música escrita tradicional, com o objetivo de desmantelar o mito da sua "universalidade". Através de análises históricas e técnicas, procura demonstrar que os padrões culturais europeus não são leis globais, mas sim localismos e paroquialismos que adquiriram estatuto universal através da expansão colonial e da apropriação de conhecimentos de outras culturas. O exercício visa revelar as inconsistências deste discurso de superioridade, reivindicando a música académica como uma construção geograficamente específica imposta aos diversos sons do mundo. Conduzido por Diego Silva.