Política nacional de ciência aberta na França
A Recomendação da UNESCO sobre Ciência Aberta, adotada recentemente, fornece uma estrutura internacional para políticas e práticas de ciência aberta em todo o mundo. A CLACSO destacou diversos conceitos da Recomendação que contribuem para fortalecer a ciência como um bem público, gerida pela comunidade como um bem comum.
Segundo o relatório da CLACSO e da Fundação Carolina sobre "Tendências recentes em ciência aberta e políticas de acesso aberto à ciência na Ibero-América", os pronunciamentos sobre o tema na América Latina e no Caribe destacam a abordagem do conhecimento como um bem público e o acesso aberto gerido pela comunidade acadêmica como um bem comum, sem fins lucrativos.
Para o desenvolvimento de políticas nacionais de ciência aberta na América Latina, é de particular interesse conhecer as políticas nacionais de outros países da região e do mundo que compartilham essa visão.
Nesta ocasião, a FOLEC-CLACSO compartilha a entrevista realizada por Fernanda Beigel, que preside o Comitê Consultivo de Ciência Aberta do Ministério da Ciência da Argentina, para Marin Dacos, Conselheiro para Ciência Aberta no Ministério da Educação, Pesquisa e Inovação da França, onde o Segundo Plano Nacional para a Ciência Aberta 2021-2024 (Versão em francês - Versão em inglês).
Os membros do Comitê Francês para a Ciência Aberta desempenham um papel fundamental na elaboração e implementação de planos nacionais de ciência aberta.

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