Movimentos sociais e ativismo na América Latina e no Caribe
A história das lutas sociais e políticas na América Latina e no Caribe é ampla, diversa e complexa, abrangendo um vasto espectro de estratégias, atores e horizontes. A ação coletiva, como força motriz da transformação social, assume diversas formas de organização, é sustentada por diferentes atores e sujeitos e estabelece relações distintas com o Estado e as instituições políticas. Esta plataforma visa tornar-se um espaço de reflexão e compreensão de todas essas formas e suas potenciais conexões.
Buscamos convergência e colaboração entre essa diversidade de movimentos e formas de ação coletiva, visando a uma compreensão mais profunda de suas divergências e afinidades, limitações e potencialidades, sempre com o objetivo de fomentar a colaboração entre eles para fortalecer as lutas anticapitalistas contra a opressão e pela liberdade e justiça. O foco está na compreensão dos movimentos e ativismos atuais, suas estratégias, atores, potencialidades e ameaças, sempre considerando-os a partir de uma perspectiva histórica e recorrendo às memórias de lutas que, embora reinventadas e reinterpretadas, estão enraizadas em práticas e trajetórias de longa data. Nesse sentido, é crucial examinar o poder da colaboração entre diversas formas de ativismo e movimentos, buscando compreender e confrontar os limites e as dificuldades da ação conjunta, sempre a partir de uma perspectiva histórica. Por exemplo, a colaboração entre lutas anticapitalistas, antirracistas e antipatriarcais.
Na América Latina e no Caribe, a relação entre grupos e movimentos ativistas e o Estado é frequentemente conflituosa, constituindo fonte de debate e até mesmo de conflitos internos dentro das organizações. Portanto, é necessário considerar a relação real e/ou potencial com o Estado como uma dimensão importante para análise, abordando elementos como as respostas autoritárias às lutas por meio da repressão, mas também por meio de estratégias de tolerância e/ou cooptação; a relação com governos progressistas; e a institucionalização das demandas populares.
Em termos conceituais, propomos uma perspectiva ampla que permita a convergência de uma multiplicidade de práticas, bem como o reconhecimento e a compreensão da sua diversidade em relação às suas características, estratégias, sujeitos e objetivos.
Nossa preocupação com o presente nos leva a focar nos levantes sociais e revoltas populares que ocorreram em diversos países da América Latina e do Caribe. São levantes contra a violência inerente ao neoliberalismo, que exigem transformações do modelo e resistem às profundas desigualdades por ele impostas. Nesses contextos, desenvolveram-se outras formas de ativismo e organização que devem ser compreendidas e reconhecidas em seus próprios termos. É importante também considerar o poder, as possibilidades e as aberturas que surgem, bem como o alcance e as limitações desses processos.
Buscamos convergência e colaboração entre essa diversidade de movimentos e formas de ação coletiva, visando a uma compreensão mais profunda de suas divergências e afinidades, limitações e potencialidades, sempre com o objetivo de fomentar a colaboração entre eles para fortalecer as lutas anticapitalistas contra a opressão e pela liberdade e justiça. O foco está na compreensão dos movimentos e ativismos atuais, suas estratégias, atores, potencialidades e ameaças, sempre considerando-os a partir de uma perspectiva histórica e recorrendo às memórias de lutas que, embora reinventadas e reinterpretadas, estão enraizadas em práticas e trajetórias de longa data. Nesse sentido, é crucial examinar o poder da colaboração entre diversas formas de ativismo e movimentos, buscando compreender e confrontar os limites e as dificuldades da ação conjunta, sempre a partir de uma perspectiva histórica. Por exemplo, a colaboração entre lutas anticapitalistas, antirracistas e antipatriarcais.
Na América Latina e no Caribe, a relação entre grupos e movimentos ativistas e o Estado é frequentemente conflituosa, constituindo fonte de debate e até mesmo de conflitos internos dentro das organizações. Portanto, é necessário considerar a relação real e/ou potencial com o Estado como uma dimensão importante para análise, abordando elementos como as respostas autoritárias às lutas por meio da repressão, mas também por meio de estratégias de tolerância e/ou cooptação; a relação com governos progressistas; e a institucionalização das demandas populares.
Em termos conceituais, propomos uma perspectiva ampla que permita a convergência de uma multiplicidade de práticas, bem como o reconhecimento e a compreensão da sua diversidade em relação às suas características, estratégias, sujeitos e objetivos.
Nossa preocupação com o presente nos leva a focar nos levantes sociais e revoltas populares que ocorreram em diversos países da América Latina e do Caribe. São levantes contra a violência inerente ao neoliberalismo, que exigem transformações do modelo e resistem às profundas desigualdades por ele impostas. Nesses contextos, desenvolveram-se outras formas de ativismo e organização que devem ser compreendidas e reconhecidas em seus próprios termos. É importante também considerar o poder, as possibilidades e as aberturas que surgem, bem como o alcance e as limitações desses processos.
Para compreender o presente e o passado dos movimentos e do ativismo na América Latina e no Caribe, identificamos os seguintes temas gerais como prioritários. Esperamos que estes sejam enriquecidos e ampliados por meio da participação ativa da comunidade da rede CLACSO:
a) Compreensão e análise dos tipos de movimentos e ativismo, estratégias de luta, realidades e possíveis relações.
b) Passado e presente dos movimentos transformadores na América Latina e no Caribe, bem como os processos de mudança pelos quais as lutas passaram em relação aos seus objetivos, conteúdo, sujeitos e estratégias.
c) Debates, posicionamentos e tensões dos movimentos diante da violência política repressiva do Estado e de entidades paraestatais, bem como diante da violência insurgente e revolucionária.
d) Passado e presente dos movimentos transformadores na América Latina e no Caribe, promovendo a construção de memórias em torno de suas lutas, conhecendo e compreendendo as trajetórias dos movimentos sociais, revolucionários e de resistência.
e) Reflexão sobre o estado atual das lutas transformadoras, a fim de compreender os debates, conflitos e possibilidades das diversas formas de ação e movimentos coletivos.
f) Relações – reais e possíveis – entre ativismo, movimentos sociais e Estado, analisando as tensões e dificuldades, bem como as possíveis articulações.
g) Levantes sociais, revoltas e motins que ocorreram na América Latina e no Caribe nos últimos anos, bem como sua relação com as memórias de outras experiências de luta passadas e presentes.
a) Compreensão e análise dos tipos de movimentos e ativismo, estratégias de luta, realidades e possíveis relações.
b) Passado e presente dos movimentos transformadores na América Latina e no Caribe, bem como os processos de mudança pelos quais as lutas passaram em relação aos seus objetivos, conteúdo, sujeitos e estratégias.
c) Debates, posicionamentos e tensões dos movimentos diante da violência política repressiva do Estado e de entidades paraestatais, bem como diante da violência insurgente e revolucionária.
d) Passado e presente dos movimentos transformadores na América Latina e no Caribe, promovendo a construção de memórias em torno de suas lutas, conhecendo e compreendendo as trajetórias dos movimentos sociais, revolucionários e de resistência.
e) Reflexão sobre o estado atual das lutas transformadoras, a fim de compreender os debates, conflitos e possibilidades das diversas formas de ação e movimentos coletivos.
f) Relações – reais e possíveis – entre ativismo, movimentos sociais e Estado, analisando as tensões e dificuldades, bem como as possíveis articulações.
g) Levantes sociais, revoltas e motins que ocorreram na América Latina e no Caribe nos últimos anos, bem como sua relação com as memórias de outras experiências de luta passadas e presentes.
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Mural colaborativo do PDS sobre movimentos sociais e ativismo na América Latina e no Caribe.
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