Memórias Coletivas, Direitos Humanos e Resistência

 Memórias Coletivas, Direitos Humanos e Resistência


5ª Coorte Modalidade virtual (2023 – 2024)

Especialização: 40 créditos, 360 horas de aula

Curso internacional: 9 créditos, 90 horas de aula

Duração: Outubro de 2023 a setembro de 2024

A certificação da Especialização e do Curso Internacional será realizada pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso Brasil) e pelo Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (CLACSO).



COORDENAÇÃO GERAL:
Isabel Piper Shafir (Universidade do Chile)

COORDENAÇÃO ACADÊMICA:
Belén Rojas (Universidade de Paris, França)

COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA:
Belén Rojas (Universidade de Paris, França)
Andrea Azevedo (FLACSO Brasil)

GESTÃO GERAL
Rita Gomes do Nascimento (FLACSO Brasil) e Karina Batthyány (CLACSO)


A preocupação com a memória coletiva surge em sociedades que buscam superar a violência da guerra, dos conflitos armados ou das ditaduras para construir formas democráticas de coexistência. A memória coletiva é apresentada como parte do processo de transição, como uma estratégia para reparar os danos causados ​​pela violência e como um elemento que garantiria que tais atos de violência jamais se repitam. Contudo, no século XXI, o foco dessa questão está se deslocando das reflexões sobre a violência e seus efeitos traumáticos para uma busca pela compreensão do presente por meio de sua conexão com o passado. A preocupação central não se limita mais à recuperação da memória das vítimas de violações dos direitos humanos, mas sim à multiplicidade de vozes que constroem narrativas sobre o passado, e à recuperação não apenas das experiências de dor, mas, sobretudo, das lutas e da resistência, e sua conexão com processos como as relações de gênero e a migração.

Partimos do pressuposto de que a memória coletiva constitui um campo de conflito onde o que está em jogo não são apenas as interpretações do passado, mas também os significados de quem somos como sociedade e de nossos futuros possíveis. O poder simbólico da memória reside em sua capacidade de produzir sujeitos, relações e imaginários sociais – um poder que a torna uma fonte potencial de resistência, instabilidade e transformação. Mas o mero ato de lembrar ou esquecer certos eventos não garante seu caráter transformador; antes, isso depende da capacidade de suas práticas de desafiar as versões hegemônicas prevalecentes dentro de uma dada ordem social. Abraçando esse desafio, neste espaço educativo buscamos analisar conjuntamente as ações que empreendemos ao lembrar, problematizando as versões do passado que elas produzem e, ao mesmo tempo, promovendo a construção de novas interpretações e significados que alimentem diferentes e dinâmicas formas de produção de sujeitos sociais. O ressurgimento de regimes autoritários na América Latina torna urgente não apenas lembrar a violência que perpetraram em nossa história recente, mas também compreender os elementos que contribuíram para seu restabelecimento.

Utilizando sempre a memória como chave para a compreensão, exploraremos suas conexões com as lutas políticas em curso no presente. Refletiremos criticamente sobre a construção e os usos políticos dos espaços de memória, a categoria de desaparecimento forçado e suas aplicações atuais, bem como o fenômeno das migrações contemporâneas. Convidamos você a considerar as possíveis relações entre memória e gênero a partir de uma perspectiva feminista.

OBJETIVOS GERAIS

Conhecer e compreender os debates contemporâneos sobre a memória coletiva, as relações entre as elaborações do passado e a violência contemporânea; e o lugar dessas elaborações na configuração da resistência. 

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

  • Descrever e analisar experiências de desenvolvimento e implementação de políticas de memória, direitos humanos e práticas de resistência na América Latina.
  • Reflita criticamente sobre:
    1. As relações entre os processos de memória coletiva e as lutas políticas na América Latina.
    2. O potencial dos espaços de memória para intervir no debate sobre dilemas atuais envolvendo novas formas de violência ou violações de direitos.
    3. A articulação do campo da memória com as perspectivas de gênero e feministas, levando em consideração as consequências teóricas, metodológicas e políticas dessa estrutura.
    4. A transformação e as possibilidades analíticas da categoria de desaparecimento com base em sua transnacionalização e usos atuais em diversos contextos.
    5. O potencial da análise interligada entre memórias coletivas e migrações para desafiar as compreensões tradicionais de ambos os fenômenos e abrir espaços para sua reconsideração.
    6. As conexões entre expressões artísticas e movimentos sociais.

A Especialização e o Curso Internacional destinam-se a graduados universitários; estudantes de pós-graduação; professores; ativistas e membros de sindicatos, movimentos sociais e partidos políticos; funcionários públicos; profissionais da imprensa; membros e gestores de organizações não governamentais e profissionais interessados. na área. 

É necessário possuir um diploma universitário/de graduação ou equivalente.

 
 

 


 

Pilar Calveiro (Universidade Autônoma da Cidade do México)
Pilar Calveiro (Universidade Autônoma da Cidade do México)
Ana Cacopardo (Universidade de Lanús, Argentina)
Ana Cacopardo (Universidade de Lanús, Argentina)
Ricard Vinyes (Universidade de Barcelona)
Ricard Vinyes (Universidade de Barcelona)
Margarita Vannini (Universidade Centro-Americana, Nicarágua)
Margarita Vannini (Universidade Centro-Americana, Nicarágua)
Lupicinio Iñiguez (Universidade Autônoma de Barcelona)
Lupicinio Iñiguez (Universidade Autônoma de Barcelona)
Alejandro Castillejo (Universidade dos Andes, Colômbia)
Alejandro Castillejo (Universidade dos Andes, Colômbia)

 

Bruno Groppo (Centro Nacional de Pesquisa Científica, França)
Bruno Groppo (Centro Nacional de Pesquisa Científica, França)
Javier Trimboli (Universidade Pedagógica Nacional, Argentina)
Javier Trimboli (Universidade Pedagógica Nacional, Argentina)
Ana_Rüsche (FLACSO, Brasil)
Ana Rüsche (FLACSO, Brasil)
 
Gabriel Gatti (Universidade do País Basco, Espanha)
Gabriel Gatti (Universidade do País Basco, Espanha)
Ana Barletta (Universidade Nacional de La Plata, Argentina)
Ana Barletta (Universidade Nacional de La Plata, Argentina)

 

Belén Rojas (Universidade Paris Diderot - Paris 7, França)
Belén Rojas (Universidade Paris Diderot - Paris 7, França)
Marisela Montenegro (Universidade Autônoma de Barcelona)
Marisela Montenegro (Universidade Autônoma de Barcelona)
Loreto Lopez (Universidade do Chile)
Loreto Lopez (Universidade do Chile)
Caterine Galaz (Universidade do Chile)
Caterine Galaz (Universidade do Chile)
Ana Gugliemucci (Universidade de Buenos Aires, Argentina)
Ana Gugliemucci (Universidade de Buenos Aires, Argentina)
 

 

 
 
 
 
 
 

 


 

 

La Especialização em memórias coletivas, direitos humanos e resistência. Terá duração de 12 meses e exige o seguinte para acreditação: 

  • Um curso internacional
  • Dois seminários virtuais opcionais do currículo.
  • Uma oficina de apoio à escrita
  • A preparação de um projeto integrativo final

A Especialização credencia 360 horas de trabalho por professor e é certificada pela CLACSO e FLACSO Brasil. 

El Curso Internacional Pode ser cursado individualmente, sem necessidade de inscrição no programa de Especialização. Tem duração de 12 meses e exige, para acreditação, a conclusão e aprovação de um projeto final, além da participação nas atividades e tarefas propostas pela equipe docente.

O Curso Internacional é credenciado para 90 horas de aula e certificado pela CLACSO e FLACSO Brasil. Os alunos contarão com o apoio de tutores acadêmicos que os acompanharão nas diferentes áreas curriculares e os orientarão na elaboração de seus trabalhos finais.

ESCLARECIMENTO: Quem se inscrever na Especialização completa não deve se inscrever no Curso Internacional separadamente.

Os seminários online serão oferecidos em espanhol e português. Da mesma forma, o material didático poderá ser disponibilizado em qualquer um dos idiomas oficiais do curso. As contribuições dos alunos para os fóruns de discussão e o projeto integrador final também poderão ser feitas nesses idiomas.

“Debates atuais em torno de memórias coletivas, gênero e direitos humanos”

Resumo: 

Resumo: Este curso visa fomentar o diálogo entre o conhecimento e as experiências que envolvem os processos de memória coletiva, as práticas de resistência e os direitos humanos. Contará com a participação de pensadores de diversas disciplinas e contextos, que analisarão os processos de memória coletiva em relação a: Direitos humanos, violência política, mecanismos de transição, políticas públicas de memória, práticas de resistência, gênero, feminismos, entre outros.

Coordenação: Isabel Piper Shafir (Universidade do Chile)

Primeiro semestre

Resumo: Na América Latina, o conceito de memória coletiva tem sido associado à reflexão sobre a violência política das guerras, conflitos armados e ditaduras militares das últimas décadas. O confronto com esses passados ​​violentos levou ao desenvolvimento de políticas de memória, entendidas tanto como políticas de Estado quanto como ações políticas empreendidas por organizações sociais ou grupos políticos envolvidos na preservação da memória dos conflitos políticos vivenciados em seus contextos locais. Analisaremos alguns casos emblemáticos em nossa região, como Nicarágua, Colômbia, Argentina e Chile.

Analisaremos como, nos contextos atuais de diferentes regiões e países da América Latina, diversas práticas de resistência diante da exploração, da desapropriação, da concentração de riqueza e da violência pública e privada se baseiam em uma memória coletiva que recupera as várias formas de saber da luta política, transformando-se em uma memória ativa. No contexto global, os movimentos de resistência tendem a ser locais. Revisaremos e analisaremos experiências de resistência no México e nos Andes peruanos, argentinos e chilenos.

A análise crítica das políticas de memória implementadas em diferentes países da América Latina leva-nos a argumentar que, apesar das contribuições significativas para a compreensão dos processos autoritários, ditaduras e transições políticas na região, bem como para o enfrentamento e a elaboração das consequências que estes tiveram na sociedade e nos indivíduos, persiste o desafio de compreender, decodificar ou estabelecer ligações com as novas realidades sociopolíticas que se desenvolvem na região, nas quais se articulam novas e antigas formas de violência e resistência política.

No entanto, analisar experiências de resistência em que a memória se transforma em um recurso político para agir no presente nos ajudará a repensar a memória como um agente que contribui para a transformação.

Coordenação: Pilar Calveiro (Universidade Autônoma do México) e Isabel Piper (Universidade do Chile)

Resumo: O curso aborda a relação entre gênero e memória, enfatizando duas maneiras de compreender essa conexão: primeiro, entendendo a memória coletiva como construída por sujeitos generificados e, segundo, explorando diferentes abordagens feministas presentes nesse campo de estudo. Nessa perspectiva, analisamos as memórias construídas por ativistas, guerrilheiros, vítimas e outros atores sociais em relação às suas posições de gênero tanto no presente quanto no passado; bem como as continuidades e descontinuidades dos papéis e dinâmicas de gênero que ocorreram em eventos significativos que eles relatam.

Por meio dessas análises, buscamos examinar exercícios de contramemória (Arfuch, 2013; Luongo, 2013) ou memórias subalternas que enfatizam temas e perspectivas pouco explorados nas narrativas hegemônicas: por exemplo, visualizando como as estruturas de gênero são desestabilizadas ou preservadas na construção dessas memórias, ou como processos híbridos de afetividade, ação política e resistência são estruturados ao se recordar certos eventos e contextos. Isso porque entendemos que os sujeitos das memórias são agentes multiposicionais que estão conectados por meio de eventos/espaços (Zalaquet, 2011).

Por fim, o curso analisará diversos estudos sobre memória coletiva de países ibero-americanos que incorporam precisamente uma perspectiva de gênero na compreensão dos processos de construção da memória coletiva, seja para tornar visíveis experiências – de vitimização e/ou resistência política – que foram silenciadas por uma memória hegemônica, masculinizada e heterossexista, seja para estabelecer entendimentos de gênero do passado por meio de uma leitura crítica das maneiras como diferentes episódios são narrados a partir do presente.

Coordenação: Marisela Montenegro (Universidade Autônoma de Barcelona) e Caterine Galaz (Universidade do Chile)

Segundo semestre

Resumo:Este curso tem como objetivo abordar a memória da história e das lutas populares na produção estética latino-americana em suas diversas formas: artes visuais, música popular, poesia, literatura, cinema e teatro.

Coordenação: Ana Rüsche (Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Brasil)

Resumo:  Este seminário busca refletir sobre como as sociedades latino-americanas confrontaram suas experiências passadas de violência política — sejam ditaduras ou conflitos armados internos — durante os séculos XX e XXI, por meio dos processos de memorialização empreendidos por diversos atores sociais. Através deste seminário, exploraremos as formas públicas de memória construídas a partir desses passados ​​violentos, analisando a capacidade crítica dos processos de memorialização implementados em diferentes países da região, como Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Peru e Uruguai, para questionar o presente dessas sociedades, particularmente no que diz respeito às novas formas de violência e aos conflitos atuais.

Coordenação: Ana Gugliemucci (Universidade de Buenos Aires, Argentina) e Loreto López (Universidade do Chile)

Resumo: A oficina é um espaço de formação concebido para orientar o desenvolvimento da monografia final da especialização. Apoiará os alunos na definição do seu objeto de análise, na sua tradução num problema de investigação viável, na construção de um plano de trabalho, no desenvolvimento de quadros argumentativos e na formulação de conclusões analíticas. Estas tarefas serão realizadas individualmente e em grupo, através da troca de ideias entre pares e com o instrutor da oficina, seguindo um formato de fórum de discussão. O objetivo da oficina é produzir uma versão preliminar da monografia final da especialização. A monografia final poderá ser escrita em espanhol ou português.

CM PlenosSe você pertence a um Centro membro pleno da CLACSO.
CM Associates: Sim Você pertence a um Centro Associado CLACSO.
Sem linkSe você NÃO tem alguma dessas ligações com CLACSO.

  Desconto para pagamentos efetuados até 08/10 Um pagamento após 08/10 Pagamento em 3 parcelas
CM Plenos 460 USD 570 USD USD 750 (3 x 250 USD)
CM Associates 590 USD 700 USD USD 1020 (3 x 340 USD)
Sem link 660 USD 960 USD USD 1290 (3 x 430 USD)

Em todos os casos, o pagamento pode ser feito por cartão de crédito, depósito ou transferência bancária.

CM PlenosSe você pertence a um Centro de Membros Plenos da CLACSO
CM Associates: Sim Você pertence a um Centro Associado CLACSO
Sem linkSe você NÃO tem alguma dessas ligações com CLASSO 

  Desconto para pagamentos efetuados até 08/10 Um pagamento após 08/10 Pagamento em 3 parcelas
CM Plenos 175 USD 230 USD USD 315 (3 x 105 USD)
CM Associates 235 USD 290 USD USD 420 (3 x 140 USD)
Sem link 300 USD 360 USD USD 540 (3 x 180 USD)

Em todos os casos, o pagamento pode ser feito por cartão de crédito, depósito ou transferência bancária.

O credenciamento e a certificação da Especialização e do Curso Internacional serão realizados pelo Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (CLACSO) e pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (FLACSO Brasil).

A Especialização e o Curso Internacional destinam-se a graduados universitários; estudantes de pós-graduação; professores; ativistas e membros de organizações sindicais, movimentos sociais e partidos políticos; funcionários públicos; profissionais da imprensa; membros e gestores de organizações não governamentais e profissionais interessados ​​no tema.

É necessário possuir um diploma universitário/formação de nível superior.

Você precisará preencher o formulário disponível no site. 

As inscrições estarão abertas entre julho e setembro de 2023 através deste site.

Após a conclusão do processo de inscrição, você receberá um e-mail de confirmação. No primeiro dia do curso, você receberá seus dados de acesso à plataforma online.

Caso haja alguma das sessões de treinamento obrigatórias em atraso, em todos os casos, um valor adicional deverá ser pago para que o crédito possa ser recuperado.

Critérios excepcionais: Em casos excepcionais (motivos de saúde, familiares ou humanitários) e durante os dois primeiros meses de início de qualquer curso, os alunos podem solicitar o cancelamento da matrícula e o retorno no ano seguinte. Em todos os casos, as razões que justificam o pedido devem ser apresentadas por escrito. Após dois meses do início do curso, nenhum pedido será aceito.

O valor pago só será reembolsado nos casos em que as instituições organizadoras decidirem cancelar a atividade.

As aulas serão ministradas entre setembro de 2023 e agosto de 2024.

Todos os alunos receberão as instruções necessárias para acessar as aulas, a bibliografia e os fóruns de discussão por meio da plataforma virtual.

Acessar e navegar no Ambiente Virtual de Aprendizagem é muito simples e intuitivo. Em qualquer caso, uma equipe de suporte técnico e acadêmico estará sempre à sua disposição.

Você deve ser aprovado no Curso Internacional, em dois (2) Seminários Virtuais eletivos, no workshop metodológico e concluir o trabalho integrativo final.

Todos os cursos de formação devem ser concluídos e aprovados - sem exceção - para receber o certificado digital de conclusão.

Para obter o certificado de conclusão da Especialização, você deve elaborar uma monografia final. O workshop metodológico é obrigatório e tem como objetivo auxiliá-lo na conclusão deste projeto final.

Você deve participar das aulas e atividades propostas pelos professores e concluir a monografia final.

A Especialização e o Curso Internacional são credenciado Oferecido pela FLACSO Brasil e CLACSO. A especialização tem uma carga horária total de 360 ​​horas, e o curso internacional, 90 horas. Os certificados de conclusão de ambas as atividades, bem como os certificados de aprovação nas disciplinas da especialização, serão enviados digitalmente e são totalmente gratuitos. 

O diploma de Especialista Internacional e o histórico acadêmico, impressos e apostilados, são emitidos pela Secretaria Geral da FLACSO, localizada na Costa Rica. Os estudantes que desejarem providenciar a emissão e o recebimento desses documentos podem consultar as taxas e os procedimentos no site da FLACSO Brasil. https://flacso.org.br/tramitacion-de-titulos-y-certificados-2/

Os estudantes podem solicitar e pagar pela emissão e envio do diploma de Especialista Internacional apostilado. Este diploma é emitido pela Secretaria Geral da FLACSO, localizada na Costa Rica. Posteriormente, os estudantes devem concluir o processo de validação de acordo com as normas vigentes em cada país. As taxas e os procedimentos para emissão e envio do diploma apostilado podem ser consultados no site da FLACSO Brasil. https://flacso.org.br/tramitacion-de-titulos-y-certificados-2/

Consulte a tabela de preços na seção “Métodos de pagamento”.

Se, após concluir com êxito a Especialização, desejar obter o Diploma apostilado e o histórico acadêmico emitidos pela FLACSO, será necessário pagar uma taxa adicional.*

 

* A emissão do diploma impresso, juntamente com o histórico escolar, custa USD 222 (duzentos e vinte e dois dólares americanos). Essa taxa inclui o envio dos documentos impressos e assinados para o endereço do aluno. Os procedimentos para emissão e envio do diploma apostilado podem ser encontrados no site da Flacso Brasil. https://flacso.org.br/tramitacion-de-titulos-y-certificados-2/



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