Área temática: Movimentos sociais e ativismo
Grupo de trabalhoMovimentos sociais, tecnologias territoriais e gestão popular
Centro de Pesquisa Social
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Surcolombiana
Colômbia
Fundação Lauro Campos e Marielle Franco
Brasil
Nosso grupo de trabalho se baseia na relação entre movimentos sociais e espaços de reflexão acadêmica em diversos países, que vem se desenvolvendo há anos. No entanto, foi em 2023, quando essas organizações sociais se uniram, que surgiu a aliança política conhecida como Territórios Latino-Americanos em Resistência (TELAR). Essa rede reúne organizações de todo o continente: a Frente Popular Darío Santillán (FPDS) da Argentina, o Movimento Popular Ukamau do Chile, o Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) e o Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) do Brasil, e o Congresso Popular da Colômbia.
Desde a sua criação, o TELAR tem integrado esses encontros com diversos ambientes acadêmicos e centros de pesquisa, como a Fundação Lauro Campos e Marielle Franco no Brasil; o Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos na Argentina; o Centro María Teresa Cortés de Pesquisa Social na Colômbia; o Observatório de Participação Social e Território no Chile; o Observatório Geopolítico Latino-Americano do Instituto de Pesquisa Econômica no México; e, no Uruguai, a Faculdade de Ciências Sociais da Universidade de [nome da universidade omitido].
Esses encontros possibilitaram a troca de análises sobre as últimas décadas, marcadas por profundas transformações na América Latina: disputas entre neoliberalismo e progressismo, ascensão da extrema direita, resistência popular, militarização e políticas de combate à pobreza, tudo isso em um contexto de crises econômicas, políticas, sanitárias e ambientais. A construção de interpretações dessas particularidades — conectadas à geopolítica global — fortalece alternativas provenientes de setores populares. Nesse sentido, observamos convergências entre as diferentes ações realizadas nos territórios dos países onde atuamos; ações como cozinhas comunitárias e sopões para o combate à fome, propostas de moradia digna (bairros ecológicos, condomínios, conjuntos habitacionais populares) e gestão coletiva (aquedutos, cooperativas, redes de abastecimento). Assim, essas articulações constroem conhecimento territorial localizado e internacionalizado, entrelaçando práticas sociais em redes que geram sínteses conceituais e plataformas programáticas.
Uma fase inicial de reflexão envolveu espaços para troca de experiências e reuniões para o desenvolvimento de propostas. O ponto culminante desses esforços foi nossa participação no programa de bolsas de 2024, "A Economia Política da Desigualdade na América Latina e no Caribe: O Ciclo Neoliberal e a Virada à Esquerda", onde organizamos e aprofundamos nossos argumentos. Esse processo resultou em um capítulo no livro de mesmo nome, bem como em um plano de ação e capacitação que demonstra como fortalecemos nosso pensamento crítico e, consequentemente, nosso trabalho de campo.
Nosso objetivo é refletir, por meio do diálogo entre os setores acadêmicos e os movimentos sociais, sobre as expressões territoriais dos setores populares. Isso fortalece iniciativas de mobilização, soluções e transformação de realidades por meio de tecnologias e gestão de base em áreas rurais e urbanas, bem como o desenvolvimento de propostas por esses movimentos. Essa convergência entre reflexão acadêmica e ação política de base tem potencializado soluções, interpretações e transformações em territórios específicos, aprimorando nossa atuação política e reconhecendo o conhecimento como tecnologias sociais e capacidades de gestão provenientes dos setores populares. Tendo o território e suas práticas como núcleo, reconhece-se a necessidade de plataformas que fomentem a unidade, a análise de perspectivas, formas de ação e propostas para a construção do poder popular e de uma sociedade alternativa diante da iminente crise do capitalismo.
É a partir dessa convergência das lutas políticas dos movimentos sociais latino-americanos que começa a se construir um conhecimento territorialmente localizado e internacionalmente articulado. Conhecimento e práticas sociais se entrelaçam em uma rede, buscando se constituir como sínteses conceituais e plataformas programáticas.
Do nosso ponto de vista, esses processos e ações históricas formam a base do conhecimento que se torna tecnologias populares, integrando uma espécie de ciência popular refletida nas experiências de atores coletivos. Essas experiências servem de referência para a elaboração de políticas públicas e formas de gestão comunitária, demonstrando que as comunidades possuem capacidade de gestão, organização e criação de alternativas.
Esta abordagem rejeita a neutralidade do conhecimento eurocêntrico, fundamentando-se nas realidades vividas em nossas geografias periféricas, onde a colonialidade do poder persiste no extrativismo, nas desigualdades e nas crises sistêmicas. Assim, valorizamos o conhecimento ancestral, a resistência popular e as alianças Sul-Sul como base para a transformação das realidades territoriais, conectando as lutas locais com a geopolítica global por meio das vozes do continente. Posicionamos paradigmas sociocríticos do continente que propõem a transformação da realidade e metodologias participativas que permitem não apenas o reconhecimento do conhecimento, mas também a reflexão e o aprimoramento para viabilizar a gestão comunitária e a transformação dos territórios, obtendo uma perspectiva regional e criando alternativas à iminente crise capitalista e ambiental, promovendo alternativas urgentes como economias solidárias e gestão ecológica que preservem a vida no Sul Global.
DAGNINO, R (2004). Tecnologia social e seus desafios. In: LASSANCE Jr. Tecnologia social – uma estratégia para o desenvolvimento. Rio de Janeiro: Fundação Banco do Brasil, 2004
Del Bufalo, A., e outros. (2025). A economia política da desigualdade na América Latina e no Caribe: o ciclo neoliberal e a virada à esquerda. CLACSO.
Fals Borda, O. (1970). Nossa própria ciência e colonialismo intelectual. Nosso Tempo.
Santoro, M., & Pires, V.M. (Eds.). (2023). Sonhos e resistências: MTST e os testemunhos da luta popular urbana. Autonomia Literária.
Medeiros, J. (2025). Como as políticas públicas territoriais respondem à crise da democracia brasileira. In Cidades: Perspectivas plurais sobre nossos territórios vivos. Editor da Rede Unida.
Salazar, MC (Coord.). (1992). Pesquisa-ação participativa: Inícios e desenvolvimentos. Editorial Popular; OEI; Sociedade Estadual para o Quinto Centenário.
Ouviña, H., & Renna, H. (2022). Municipalismo e comunalismo: utopias reais do poder local para enfrentar a crise. Many Worlds Editions/IEALC-UBA.
Rauber, I. (2020). Epistemologias de baixo para cima: pistas para o pensamento crítico situado, com pertencimento à classe social. Editorial Desde Abajo
Zibechi, R. (2024). Devastação: Corporações e Megaprojetos no México do Século XXI. Underground.
O tema do Grupo de Trabalho resulta de experiências de comunidades e organizações populares que, em diálogo com a academia, aprofundaram sua compreensão das dinâmicas de resistência e autonomia diante do neoliberalismo e da extração de recursos, com base em práticas coletivas que reconfiguram territórios e desafiam estruturas de poder desiguais em contextos de empobrecimento, exclusão e crise ambiental e civilizacional.
Movimentos sociais territorializados, como os que compõem as diversas organizações que integram e/ou orbitam em torno da TELAR (Territórios Latino-Americanos em Resistência), criam ações e propostas em resposta à desterritorialização neoliberal, promovendo a ação direta e a reapropriação do espaço público. Na América Latina, esses atores articulam demandas por autonomia e democracia direta, influenciando processos políticos regionais e transnacionais.
Os movimentos sociais estão ligados à gestão territorial popular por meio de práticas coletivas que transformam os espaços cotidianos em arenas de autonomia e resistência, reconfigurando o território como eixo central da ação política direta. Essa conexão surge da necessidade de responder às exclusões neoliberais, em que comunidades organizadas assumem a administração dos recursos locais diante da ausência do Estado ou de formas de apropriação territorial que negam seus usos tradicionais e o conhecimento popular de sua relação com o meio ambiente, a natureza e a vida comunitária.
Os movimentos sociais territorializam suas reivindicações por meio de processos participativos como assembleias e ocupações, gerando redes que evoluem para formas de gestão participativa e recriam a esfera pública entre instituições e bases populares, passando de ações diretas para o planejamento compartilhado com o Estado ou exercícios de autogestão, soberania e autogoverno.
O poder da capacidade de gestão e organização das comunidades também se define pela forma como elas compreendem e analisam criticamente as crises que enfrentam, as diversas maneiras pelas quais essas crises moldam suas vidas e os níveis de subjugação e desigualdade que precisam suportar. No sentido falsbordiano e no contexto da gestão popular, a crise se torna o espaço a partir do qual esse conhecimento alternativo e localizado é construído. Ao conceber a crise como uma realidade social e ao adquirir plena consciência dela, identificando-a dentro de um contexto, um processo histórico e um ambiente político, social e econômico específico, a crise nos permite compreender a necessidade de transformações fundamentais que conduzam a novas estruturas sociais.
A crise não é meramente uma conjuntura que define ou predetermina os lugares das pessoas, ou os padrões e categorias para a compreensão das desigualdades sociais; as crises moldam e condicionam as realidades e se tornam argumentos que sustentam práticas comunitárias de resistência. Conciliar ambos exige superar as tensões entre democracia direta e institucionalização, fomentando diálogos que institucionalizem melhorias sem diluir a autonomia. Na América Latina, isso enriquece a politização do local, articulando o micro com escalas maiores para oferecer alternativas ao capitalismo extrativista.
Tecnologias territoriais referem-se a práticas inovadoras de apropriação territorial por movimentos sociais, como estratégias agroecológicas ou de urbanização de base, que combatem a segmentação socioespacial, possibilitam a ruptura política e moldam identidades coletivas, transformando territórios em campos experimentais contra o capitalismo extrativista. A tecnologia social é construída por meio do controle coletivo, desde sua concepção até seu uso, com o objetivo de transformação social vinculada a um novo projeto social enraizado nos territórios. A tecnologia social é entendida não apenas como artefatos, mas também como práticas sociais geridas com e dentro dos territórios, conhecimento popular, autogestão e autonomia.
A produção e o uso de tecnologias em movimentos populares derivam de uma luta contra-hegemônica contra o modelo tecnológico capitalista moderno, empregando artefatos e práticas sociais como processos políticos de construção coletiva e popular. Bancos comunitários, fábricas recuperadas por trabalhadores, práticas agroecológicas, cozinhas comunitárias e solidárias, escolas populares e cooperativas são tecnologias sociais criadas para resistir à precariedade e propor transformações radicais na sociedade, forjando autonomia e solidariedade diante da racionalidade de mercado.
O debate em torno da organização das forças produtivas e da matriz produtiva de nossos países reflete a configuração das dinâmicas de poder social. Apesar da hegemonia do neoliberalismo na organização das relações de trabalho e na direção dos investimentos nos setores produtivos, como contraponto ao regime neoliberal e ao sistema capitalista nos últimos 20 anos, e ao longo da história de nossos povos, sempre houve resistências e alternativas.
A economia popular tem suas limitações, mas, em geral, permitiu avanços rumo à autonomia, à autogestão e ao fortalecimento das organizações de base. Em um contexto de fragilidade do capitalismo e de crise multidimensional que afeta a humanidade, a criação de novas formas de organização econômica nos parece fundamental. Acreditamos firmemente que devemos forjar um elo e uma conexão entre a economia popular solidária e a matriz produtiva.
Existem inúmeros exemplos de economia de base em nossas comunidades, mas, em geral, eles se envolvem apenas em trocas econômicas com outros grupos de base. Padarias, cooperativas e sistemas de água existem em bairros operários; devemos considerar e sistematizar como essas iniciativas locais, por meio de suas relações sociais, podem moldar uma vida digna — ou seja, como elas evitam reproduzir a lógica capitalista.
Além de considerarmos as iniciativas econômicas de base em termos de produtividade, eficiência, sustentabilidade e viabilidade a longo prazo, devemos ter em mente que o potencial desses espaços pode residir justamente em sua capacidade de oferecer alternativas ao sistema capitalista. Indo ainda mais longe, acreditamos que, ao pensarmos em padarias e em qualquer outra forma de solidariedade e economia de base, devemos considerar como essas iniciativas se relacionam com um projeto nacional e com a matriz produtiva existente. Devemos considerar o papel da economia de base no mercado interno, o debate em torno da soberania alimentar em nossos países, como discutimos o acesso à terra e como se desenrola a produção agroalimentar.
A gestão popular envolve formas colaborativas de administração de recursos e políticas, que surgem do ativismo fora dos mecanismos estatais ou de mercado, como redes locais de acesso à água ou à moradia. Trata-se de práticas autônomas de gestão coletiva de territórios, recursos e serviços, que emergem como resposta à exclusão neoliberal e à crise do Estado. É a autogestão coletiva como ferramenta para reimaginar territórios, priorizando a reprodução social da classe trabalhadora por meio de ocupações, cooperativas, cozinhas comunitárias, projetos habitacionais e atividades culturais, entre outras ações que criam autonomia e a possibilidade de alianças público-populares.
Por fim, devemos resgatar o papel da educação popular e da pesquisa-ação participativa na formação política e no fortalecimento dos movimentos sociais. É essencial que esses elementos estejam interconectados como processos pedagógicos e organizacionais que empoderem as comunidades para resistir e construir autonomia coletiva. No TELAR, a formação política por meio da educação popular, da pesquisa-ação participativa e dos intercâmbios fortalece as identidades coletivas e as tecnologias territoriais.
DAGNINO, R (2004). Tecnologia social e seus desafios. In: LASSANCE Jr. Tecnologia social – uma estratégia para o desenvolvimento. Rio de Janeiro: Fundação Banco do Brasil, 2004
Del Bufalo, A., e outros. (2025). A economia política da desigualdade na América Latina e no Caribe: o ciclo neoliberal e a virada à esquerda. CLACSO.
Fals Borda, O. (1970). Nossa própria ciência e colonialismo intelectual. Nosso Tempo.
Santoro, M., & Pires, V.M. (Eds.). (2023). Sonhos e resistências: MTST e os testemunhos da luta popular urbana. Autonomia Literária.
Medeiros, J. (2025). Como as políticas públicas territoriais respondem à crise da democracia brasileira. In Cidades: Perspectivas plurais sobre nossos territórios vivos. Editor da Rede Unida.
Salazar, MC (Coord.). (1992). Pesquisa-ação participativa: Inícios e desenvolvimentos. Editorial Popular; OEI; Sociedade Estadual para o Quinto Centenário.
Ouviña, H., & Renna, H. (2022). Municipalismo e comunalismo: utopias reais do poder local para enfrentar a crise. Many Worlds Editions/IEALC-UBA.
Rauber, I. (2020). Epistemologias de baixo para cima: pistas para o pensamento crítico situado, com pertencimento à classe social. Editorial Desde Abajo
Zibechi, R. (2024). Devastação: Corporações e Megaprojetos no México do Século XXI. Underground.
(Ações para coordenar pesquisas sociais comparativas relevantes e rigorosas com uma perspectiva regional)
2 - Recuperar, analisar e sistematizar tecnologias populares e formas de organização territorial; produzir conhecimento situado e gerar propostas programáticas inovadoras.
-Estabelecimento de equipes internacionais para levantamentos topográficos
-Identificação de experiências relevantes
-Elaboração de formulários de inscrição e metodologia comum
-Elaboração de mapas político-territoriais
-Análise comparativa entre países
2 - Escolas virtuais e presenciais de formação política e técnica com
Módulos sobre:
-Poder popular e organização territorial
-Economia política latino-americana
-Tecnologias populares (energia comunitária, agroecologia, urbanismo popular, comunicação, etc.)
-Metodologias de pesquisa-ação participativa
-Gestão popular de políticas públicas
-Formação político-pedagógica em educação popular e políticas educacionais
- Sistematização das experiências operacionais para sua articulação, consolidação e visibilidade.
-Promoção de ações para solucionar problemas territoriais comuns aos nossos territórios
2 - Elaboração de diagnósticos sobre disputas territoriais, políticas públicas, economia e lutas populares e elaboração de relatórios de situação com
- Formação de investigadores e divulgadores populares que partilhem as experiências adquiridas e promovam novas experiências de intervenção.
- Articulação das experiências existentes e aprimoramento das soluções comunitárias para os problemas abordados.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
-Disseminar, democratizar e tornar visível o conhecimento produzido.
-Qualificar quadros militantes, pesquisadores populares e intelectuais;
- Gerar integração e solidariedade internacionalistas, ampliando os mecanismos de integração e intercâmbio de experiências e tecnologias.
2 - Promover a produção de dados e informações sobre experiências territoriais que permitam um debate quantitativo e qualitativo sobre as vivências territoriais dos movimentos, bem como a elaboração de diagnósticos sobre quais são as prioridades e necessidades sociais urgentes para a formulação de políticas públicas, com foco nos seguintes eixos:
-Disseminar, democratizar e tornar visível o conhecimento produzido.
-Qualificar quadros militantes, pesquisadores populares e intelectuais;
- Gerar integração e solidariedade internacionalistas, ampliando os mecanismos de integração e intercâmbio de experiências e tecnologias.
-Criação de uma biblioteca virtual de movimentos populares.
-Publicações das produções da GT
-Mapas interativos.
- Folhetos temáticos (energia, habitação, agroecologia, etc.).
-Vídeos curtos de experiências.
-Atividades públicas abertas e conferências de imprensa
-Curso de formação em políticas públicas e gestão comunitária
-Produção de jogos e atividades de educação popular para uma abordagem metodológica inclusiva e que promova o pensamento sensível.
2 - Fóruns trimestrais para análise de eventos atuais
-Painéis e debates virtuais com organizações sociais, centros de pesquisa, veículos de comunicação e outras organizações da sociedade civil.
-Produção de materiais para discussão em debates públicos na comunidade.
- Disseminação de experiências existentes para orientar políticas públicas populares.
2 - Elaboração de diagnósticos sobre disputas territoriais, políticas públicas, economia e lutas populares e elaboração de relatórios de situação com
- Formação de investigadores e divulgadores populares que divulguem as experiências adquiridas e promovam novas experiências de intervenção.
- Produção de materiais para discussão em debates públicos na comunidade.
- Divulgação e troca de experiências existentes para impulsionar políticas públicas populares.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, gestores ou funcionários de políticas públicas, experiências comunitárias e territoriais)
2 - Gerar integração e solidariedade internacionalistas, expandindo os mecanismos de integração e intercâmbio de experiências e tecnologias, e desafiar as formas existentes de democracia a partir de experiências populares concretas e da coexistência da comunidade pública.
-Reunião anual para troca de ideias, avaliação e projeção do GT.
-Apresentação de produtos desenvolvidos ao longo dos anos: mapas, estatísticas, artigos, debates teóricos, etc.
-Identificação de futuras linhas de pesquisa.
-Espaço para troca de experiências.
2 - Reuniões internacionais de intercâmbio presencial
2 - Equilíbrio e melhoria no trabalho de três anos
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
2 - Promover o fortalecimento urgente dos sistemas públicos. Reverter o processo de privatização e investir urgentemente em saúde pública, educação, ciência, saneamento e outros serviços essenciais.
-Apresentação de produtos desenvolvidos ao longo dos anos: mapas, estatísticas, artigos, debates teóricos, etc.
-Espaço para troca de experiências.
-Visitas a territórios e experiências existentes.
-Oficinas de formação institucional para os territórios.
-Espaços para formulação conjunta de programas
2 - Gerar síntese entre propostas públicas institucionais e propostas populares.
Número total de pesquisadores admitidos: 28
Departamento de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Pedagógica Nacional
Colômbia
Fundação Lauro Campos e Marielle Franco
Brasil
Fundação Lauro Campos e Marielle Franco
Brasil
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Secretário Técnico do Comitê Nacional de Participação no âmbito da Mesa de Diálogo
Colômbia
Fundação Lauro Campos e Marielle Franco
Brasil
Instituto de Pesquisa Econômica
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Fundação Lauro Campos e Marielle Franco
Brasil
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Brasil
Departamento de Serviço Social
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Fundação Lauro Campos e Marielle Franco
Brasil
Fundação Lauro Campos e Marielle Franco
Brasil
Centro Interdisciplinar de Desenvolvimento Social/Centro de Tecnologia/Universidade Federal do Rio de Janeiro
Brasil
Observatório de Participação Social e Território
Universidade de Playa Ancha
Chile
Centro de Pesquisa Social
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Surcolombiana
Colômbia
Observatório de Participação Social e Território
Universidade de Playa Ancha
Chile
Instituto de Pesquisa Econômica
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Centro de Pesquisa sobre a América Latina e o Caribe
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Centro de Educação de Adultos Roca Negra
Argentina
Fundação Lauro Campos e Marielle Franco
Brasil
Corporação para Educação Popular e Pesquisa CED INS
Colômbia
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Centro de Excelência em Pesquisa em Qualidade Educacional
Universidade Surcolombiana
Colômbia
Escola secundária popular El Puente e Warisata
Argentina
Centro de Pesquisa Social
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Surcolombiana
Colômbia
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Instituto de Pesquisa Econômica
Universidade Nacional Autônoma do México
México