Área temática: Democracias em disputa e a construção de alternativas

Grupo de trabalhoEstudos sobre tempo e temporalidades

1. Nome do Grupo de Trabalho.
Estudos sobre tempo e temporalidades
Coordenador(es) do Grupo de Trabalho
René Ramirez Gallegos
Centro Estratégico Latino-Americano para a Geopolítica
Equador
Raúl Hernán Contreras Román
Centro de Pesquisa Interdisciplinar em Ciências e Humanidades
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Guadalupe Valencia García
Centro de Pesquisa Interdisciplinar em Ciências e Humanidades
Universidade Nacional Autônoma do México
México

2. Perspectiva situada do tema no contexto latino-americano e caribenho, compreendida a partir de uma visão crítica e contextual do Sul Global.

Atualmente, diversos círculos acadêmicos, intelectuais e políticos discutem uma crise temporária, que alguns caracterizam como uma crise de época ou civilizacional. Esta era é marcada por uma crise ambiental na qual as mudanças climáticas nos lembram que a colisão entre o tempo da vida e o tempo da natureza leva ao colapso e à perda de futuros alternativos. Portanto, estamos em um momento da história em que passado e futuro se confundem quando se trata de orientar nosso presente. É um momento de crise para as utopias, mas também de questionamento das estruturas da memória sobre as quais se baseiam as definições de identidades coletivas, identidades que orientam nossos encontros atuais em práticas compartilhadas. O imediatismo na política e na economia, a ausência de projetos sociais de longo prazo, bem como o pessimismo generalizado em relação ao futuro e o descrédito da experiência, resultam em uma ação política atual que parece focada na gestão de necessidades imediatas.

Embora essencialmente metropolitana, essa análise encontra eco na realidade latino-americana. Que futuros possíveis a nova onda de governos progressistas na região oferece? Que futuro alternativo nossa região oferece diante das distopias globais? Como a memória de nossos passados ​​compartilhados nos conecta nas práticas presentes? Qual a relevância de nossos passados ​​na forma como imaginamos nosso futuro comum?

Nós, que propomos a renovação deste Grupo de Trabalho, reconhecemos que nossa era contemporânea é marcada por uma crise temporal. Mas, ao mesmo tempo, reconhecemos no diagnóstico acima apresentado uma leitura da realidade que tende a obliterar outras múltiplas realidades. Na América Latina e no Caribe, os referenciais de pensamento de diversas comunidades, assim como as orientações temporais e as práticas políticas de vários movimentos sociais e projetos políticos, contribuem com outras formas de conceber o tempo e articular o passado com o presente, abrindo horizontes para um futuro em que este se apresenta como um terreno a ser contestado e não necessariamente como um veredicto em que o amanhã deixa de existir.

Embora concordemos com a noção de uma crise da temporalidade como elemento definidor da nossa contemporaneidade global, acreditamos que é dever do pensamento crítico expor as estruturas de dominação, revelando sua contingência e, portanto, os caminhos e rotas para futuros alternativos. Isso nos permite questionar a visão dominante da realidade social e vislumbrar outras realidades possíveis ou, em termos freireanos, ir além das situações-limite para reconhecer o que ele chama de inédito viável (Freire 2011; 2012). Em outras palavras, diante do diagnóstico compartilhado de um presente que ignora seus passados ​​formativos e bloqueia futuros alternativos, reconhecemos a existência de múltiplas outras alternativas que, a partir da América Latina e do Caribe, articulam outras formas de pensar, falar e vivenciar o tempo. Acreditamos que essas alternativas temporais, tanto presentes quanto passadas, devem ser estudadas e estabelecidas como possibilidades com potencial para transformar o presente em relação a outros futuros possíveis.

Freire, P. (2012) Pedagogia do Oprimido. Madri: Século XXI Espanha.
Freire, P. (2011) Pedagogia da Esperança. México: Século XXI Espanha
3. Justificação e análise da relevância teórica, social e intelectual do tema em relação ao contexto analisado no ponto anterior.

Este grupo de trabalho concentra-se no estudo do tempo e das temporalidades a partir de uma perspectiva latino-americana. Reconhecemos o tempo como uma dimensão constitutiva da vida comunitária que merece ser refletida sob diferentes ângulos e diversas considerações. Em última análise, as disputas sobre a vida, a história e os futuros possíveis estão relacionadas às maneiras como entendemos, conceituamos e contestamos o tempo social e histórico. Controlar o tempo dos outros é controlar suas vidas, enquadrar seus projetos e estruturar suas trajetórias (Auyero, 2013). A política do tempo, ou cronopolítica, a partir da qual se definem os regimes temporais que orientam a vida comunitária, também constitui um espaço de disputa, pois define disposições coletivas em relação à mudança e/ou à continuidade dos sistemas de dominação e exploração. A abertura ou o fechamento de horizontes futuros são contestados e buscam resolução dentro dessa cronopolítica.

De forma semelhante, reconhecemos a temporalidade como uma das categorias centrais sobre as quais se constroem as diferenças sociais e culturais. Buscamos explorar como as relações temporais são marcadas por complexos entrelaçamentos entre políticas, práticas e imaginários temporais que emergem de uma série de contextos: o impacto homogeneizador do tempo globalizado, a longa duração da colonialidade, a persistência das culturas temporais indígenas e a crise dos futuros modernos. A temporalidade não é entendida aqui como um fato objetivo nem como uma categoria da consciência humana; em vez disso, concebemos a temporalidade como um produto de múltiplas práticas e subjetividades que se expressam como projetos políticos e culturais (Valencia, 2018). Assim, propomos explorar múltiplas temporalidades, ou o que a teoria social latino-americana definiu, a partir de diversas perspectivas, como tempos variegados, o tempo do multissocietal, a heterogeneidade multitemporal, os entrelaçamentos temporais, os tempos de fronteira e mestiços, a temporalidade ch'ixi, e assim por diante. (Anzaldúa, 1987; Ávila, 2014; 2018; Canclini, 1989; Resende e Thies, 2017; Rivera, 2018; Tapia, 2002; Valência, 2010; 2012; Zavaleta, 1977; 2008)

Buscamos refletir e estudar as temporalidades em três dimensões amplas que nos aproximarão das múltiplas formas de pensar, falar e vivenciar o tempo na América Latina. A primeira delas refere-se ao estudo da temporalidade no debate de ideias latino-americano e na produção de sua própria teoria social. Na América Latina, o tempo tem sido o fio condutor do pensamento social em suas mais diversas tradições e projetos. O tempo aparece com frequência explícita, mas também está presente de forma implícita, razão pela qual se faz necessário desvendar a discussão em torno do tempo que ocorreu em nossa região ao se contestar o significado de sua história. Nesse contexto, é necessário propor exercícios de diálogo que possibilitem a síntese e a organização dessas discussões.

A segunda linha de investigação diz respeito ao desenvolvimento de uma teoria contrafactual para a boa vida (Ramírez, 2022). Se toda ordem social implica uma ordem temporal particular, então toda utopia implica uma história contrafactual única. Esta linha de pesquisa busca teorizar sobre o conceito de história contrafactual, que emergiu dos processos democráticos ocorridos na América Latina no novo milênio. A história contrafactual é entendida como "não-tempo", na medida em que implica uma luta social desejada (e possível) que foi historicamente e geograficamente proposta e que busca ser alcançada (a sociedade da boa vida, viver a vida plenamente), para a qual uma nova ordem temporal deve ser construída. Esta pesquisa inicia-se com uma análise de lutas históricas específicas na região que buscaram construir novas utopias, a fim de investigar as temporalidades inerentes a tais propostas sociais. Para o conceito de história contrafactual mencionado, o revisionismo histórico e suas narrativas são importantes na medida em que servem para contestar politicamente a utopia/história contrafactual desejada. Esta linha de pesquisa propõe avançar na construção de uma teoria da história alternativa para a boa vida como um arcabouço conceitual para a análise crítico-utópica com uma clara intenção epistêmica: servir como ferramenta conceitual para explorar novos futuros de história alternativa que estão sendo contestados na região. A discussão da teoria da história alternativa será um meio para investigar uma nova teoria do valor centrada em vidas (boas), permitindo a reflexão, a avaliação e a formulação de diretrizes para a construção de novas teorias da justiça social. A pesquisa inclui um debate sobre cronopolítica para a construção de outras possíveis histórias sociais alternativas.

Finalmente, o terceiro ponto refere-se ao estudo etnográfico dos sonhos humildes (Contreras, 2022). Esses sonhos, como noções situadas do futuro, originam-se de horizontes diversos, heterogêneos e, muitas vezes, incoerentes. São futuros sedimentados temporalmente a partir de vozes dissimilares, frequentemente opostas, que intervêm na construção local de significado. Podemos pensar nessas intervenções como conversas, em torno das quais modelos locais são configurados; em nosso caso, modelos ou ideias de imaginar o futuro. Essas conversas locais ocorrem no contexto de outras conversas dominantes, estruturais e gerais. O que se investiga aqui, então, são as articulações locais com essas conversas centrais ou dominantes, incluindo as inscrições do passado e as práticas do presente, entre o texto central e as vozes marginais. Nesse sentido, as conversas que configuram o local são constituídas de contato e do que tem sido definido como o trabalho da imaginação que constrói o local a partir de diversas articulações de modos de ser, fazer e imaginar a realidade. Sonhos humildes, que também emergem da capacidade de reflexão das pessoas ao avaliarem suas circunstâncias, constituem esse modelo local de um futuro imaginado. Esse modelo surge de conversas diversas e historicamente situadas que constroem significado e permitem às pessoas imaginar outras vidas possíveis e se comprometerem com elas a partir da perspectiva de suas práticas presentes. Essas práticas derivam da urgência de ganhar a vida e, ao mesmo tempo, tornam a vida e sua continuidade possíveis.

Abaluz, F; Torres, T. (2021) Abordagens ao marxismo latino-americano. Teoria, história e política. Santiago: Ariadna Edições.
Anzaldúa, G. (1987) Borderlands / La frontera: A Nova Mestiza São Francisco: Tia Lute Books.
Ávila, E. (2018). Fronteiras temporais: em direção à temporalidade queer decolonial na literatura latina. Em J. Morán González & L. Lomas (Eds.), The Cambridge History of Latina/o American Literature (pp. 711-736). Cambridge: Cambridge University Press.
Ávila, E. (2014) “Descolonizando a temporalidade reta através da perturbação do gênero em The Farming of Bones de Edwidge Danticat.” Ilha do Desterro 67, 21-36.
Auyero, J. (2013). Pacientes do Estado. Buenos Aires: Eudeba.
Canclini, Nestor (1989). Culturas híbridas. São Paulo: Edusp.
Contreras, Raúl (2022). Imaginando futuros. A temporalidade de ganhar a vida no Vale do Mezquital, México: CEIICH-UNAM.
Resende, F. e Thies, S. (2017) “Temporalidades emaranhadas no Sul Global”. Contracampo – Revista Brasileira de Comunicação (UFF), Instituto de Artes e Comunicação, Niterói, v. 36, n. 3, p. 2-14.
Rivera Cusicanqui, S. (2018). Um mundo ch'ixi é possível. Ensaios de um presente em crise. Buenos Aires: Tinta Limón.
Tapia, L. (2002) A condição multissocial: multiculturalismo, pluralismo, modernidade. La Paz: Muela del Diablo.
Valencia, G. (2010). Tempos Mexicanos. Madrid: Sequitur.
Valencia, G. (2012). “A vida contemporânea interrogada”. In: J. Gandarilla, R. Ramos e G. Valencia
(coordenadas). Contemporaneidade(s). Madri: Sequitur.
Valencia, G. (2018). Entre Chronos e Kairos: as formas do tempo sociohistórico. México: Universidade Nacional Autônoma do México, Centro de Pesquisa Interdisciplinar em Ciências e Humanidades.
Zavaleta, R. (1977) “Considerações gerais sobre a história da Bolívia (1932 – 1971)”. In Obras Completas. Volume III. Parte II. Outros escritos, 1954 – 1984. La Paz: Plural Editores.
4. Plano de trabalho de três anos (36 meses).
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações para coordenar pesquisas sociais comparativas relevantes e rigorosas com uma perspectiva regional)
Coordenar em conjunto o Seminário de Estudos do Tempo com o Seminário Universitário de Estudos Sociais do Tempo (SUETIS) da UNAM.
- Analisar e investigar os problemas teóricos, metodológicos, filosóficos e conceituais que surgem do estudo e da reflexão sobre o tempo.
- Coordenar a publicação de textos acadêmicos.
- Continuar desenvolvendo estratégias metodológicas para o estudo do tempo.
- Planejamento anual do trabalho.
- Gestão da participação dos palestrantes convidados para o seminário.
- Conduzir as sessões bimestrais do Seminário de Estudos de Tempo (CEIICH e FCPyS da UNAM).
- Coordenação e participação na Reunião Anual do Grupo de Trabalho sobre Estudos do Tempo e das Temporalidades.
- Participação em debates sobre estratégias metodológicas para o estudo do tempo social.
- Publicações individuais e coletivas.

- Colaboração na publicação de um Manual sobre temporalidades, sob o selo editorial do Centro Interdisciplinar de Estudos do Sul Global da Universidade de Tübingen, Alemanha. - Publicações individuais e coletivas.
- Colaboração na publicação de um Manual sobre temporalidades, sob o selo editorial do Centro Interdisciplinar de Estudos do Sul Global da Universidade de Tübingen, Alemanha.
- Publicação de textos sobre estratégias metodológicas para o estudo do tempo social.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
- Formar uma comunidade científica focada na pesquisa e reflexão sobre as temporalidades sociais.
- Coordenar atividades acadêmicas que promovam o diálogo interdisciplinar e a participação cidadã.
- Coordenar em conjunto com a SUETIS da UNAM o 2º Colóquio Internacional de Estudos Sociais do Tempo.
- Continuar com a 2ª edição do Diploma Superior em Estudos do Tempo e da Vida (bom) em Pensamento Social Latino-Americano Contemporâneo.
- Participação de membros da GT em eventos acadêmicos nacionais e internacionais.
- Organização de atividades acadêmicas nacionais e internacionais.
- Organização do 2º Colóquio Internacional sobre Estudos Sociais do Tempo.
- Revisão e atualização das aulas e materiais de apoio da 2ª edição do Diploma Superior em Estudos do Tempo e da Vida (bom) no Pensamento Social Latino-Americano Contemporâneo.
- Criação de uma plataforma interativa no âmbito do projeto "As Vozes do Tempo. Dicionário de Citações" (CEIICH-UNAM)
- Apresentação do livro "Sharing Time. Untimely Reflections", sob o selo editorial FCPyS-UNAM.
- Apresentação do livro - Publicação do livro "O Tempo em sua Dimensão Pedagógica: O Ensino do Tempo na Universidade", pela editora SDI UNAM.
- Concluir a 2ª versão do Diploma Superior com bons resultados e preparar-se para a 3ª versão.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, gestores ou funcionários de políticas públicas, experiências comunitárias e territoriais)
- Estabelecer mecanismos para disseminar conhecimento para organizações com experiência em gestão comunitária.
- Produção de cápsulas de informação radiofônica.
- Produção de Podcast
- Produção e divulgação de entrevistas com especialistas no assunto.
- Criação de infográficos
- Organização de palestras, mesas-redondas e debates.
- Programas radiofônicos informativos em colaboração com a Rede Universitária de Rádio do México.
- Infográfico sobre o tempo: "O tempo é seu ou o tempo é seu?"
- Podcast para compartilhar conteúdo com a comunidade.
- Divulgação das entrevistas através das redes sociais, televisão e rádio.
- Divulgação de publicações e conteúdo.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
- Promover a inclusão de um maior número de membros no Grupo de Trabalho, com atenção ao fortalecimento das redes de trabalho com membros da América Central, das Ilhas do Caribe, da Bolívia e do Paraguai.
- Fortalecer as redes com outros Grupos de Trabalho ativos da CLACSO.
- Reunião com os Grupos de Trabalho.
-Reforçar o Grupo de Trabalho

5. Membros do Grupo de Trabalho
Número total de pesquisadores admitidos: 33
Sebastião Thies
Eberhard Karls Universität Tübingen
Alemanha
Marcela Rapallo
Secretaria de Desenvolvimento e Relações Institucionais
Universidade Nacional das Artes
Argentina
Emiliano Nicolás Gissi Barbieri
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Chile
Chile
Dulce María Velez Esquivel
Coordenação de Ciências Humanas, UNAM
México
Ana Ruth Escoto Castillo
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Eduardo Meneses Delgado
Unidade Acadêmica em Estudos de Desenvolvimento
Universidade Autónoma de Zacatecas
México
Rodrigo Martin-Iglesias
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Gustavo Serrano Padilla
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Betiana Elizabeth Vargas
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Argentina
Programa Argentina
Argentina
Gonzalo Iparraguirre
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Gonzalo Saavedra Gallo
Vice-Reitoria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Universidade do Humanismo Cristão
Chile
Maria Luciana Cadahia

Lorena Valle Cuéllar
Departamentos de Ciências Sociais e Humanas - UCA
Universidade Centro-Americana
El Salvador
Paula Godinho
Instituto de História Contemporânea
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Nova de Lisboa e Universidade de Évora
Portugal
Guadalupe Valencia García [Coordenador]
Centro de Pesquisa Interdisciplinar em Ciências e Humanidades
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Katia Viera Hernández
UNVM
Argentina
Esteban Alfonso Morera Aparicio
Eberhard Karls Universität Tübingen
Alemanha
René Ramirez Gallegos [Coordenador]
Centro Estratégico Latino-Americano para a Geopolítica
Equador
João Carlos Louçã
Centro de Estudos Globais – Universidade Aberta
Portugal
Alejandra González Bazúa
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Raúl Hernán Contreras Román [Coordenador]
Centro de Pesquisa Interdisciplinar em Ciências e Humanidades
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Federico Julián Bonet
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Gabriela Gallardo Lastra
Unidade Acadêmica em Estudos de Desenvolvimento
Universidade Autónoma de Zacatecas
México
Norma Angélica Bautista Santiago

Nicolás Olivos Santoyo
Universidade Autônoma da Cidade do México
Coordenação acadêmica
Universidade Autônoma da Cidade do México
México
Mario Rufer
Universidade Metropolitana Autônoma Xochimilco
México
Francisca Gallegos
Faculdade de Ciências Sociais
Diretoria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Universidade Alberto Hurtado
Chile
Mónica Guitián Galán
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Albert Weber Fonseca
Coordenação de Ciências Humanas, UNAM
México
Rina Pazos
Departamento de Estudos de Pós-Graduação
Universidade UTE
Equador
Margarita Olvera Serrano
Universidade Metropolitana Autônoma de Azcapotzalco
México
Riccarda Flemmer
Eberhard Karls Universität Tübingen
Alemanha
Francisco Ther-Ríos
Centro de Estudos de Desenvolvimento Regional e Políticas Públicas
Universidade de Los Lagos
Chile