Área temática: Democracias em disputa e a construção de alternativas
Grupo de trabalhoPsicologia Política: Poder, Territorialidades e Democracias
Centro de Pesquisa e Intervenção Educacional
Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação
Universidade do Porto
Portugal
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Iztapalapa
México
Programa de Pós-Graduação em Integração da América Latina
Universidade de São Paulo
Brasil
A psicologia política, desde suas origens no século XIX, tem se dedicado ao estudo do poder a partir de uma perspectiva multidirecional — individual e coletiva — com foco na tríade homem, governo e Estado (Alvarez, 1894; Bastian, 1860; Le Marquis de Castellane, 1888). Desse foco de interesse, emergem diversos temas que demandam atenção e requerem pesquisa, formação, intercâmbio e cooperação. Como um campo relativamente desconhecido dentro das ciências sociais, a psicologia política tem despertado o interesse de um grupo significativo de pesquisadores de diversas áreas das ciências sociais, humanas e econômicas (Rodríguez Kauth, 1992; Silva e Furlan, 2025; Hur, 2019; Hur e Sabucedo, 2017; Magaña et al., 2016). Diante da ascensão do conservadorismo, devemos refletir sobre como as emoções e os sentimentos influenciam as formas de mobilização política, as lutas sociais, a consciência política, bem como as relações de gênero e os processos educativos (Silva, 2023; Silva e Euzébios Filho, 2023). De fato, essa reflexão costuma ser fragmentada, e o desafio é pensá-la de forma integrada, articulando os agentes sociais e as transformações vivenciadas por cada um deles, sejam indivíduos ou grupos.
Assim, a contribuição da Psicologia Política emerge como relevante para a promoção de uma sociedade mais justa, uma vez que pode remover os obstáculos que dificultam a ação política transformadora de gestores de políticas públicas, organizações sociais, sindicatos, etc. As experiências comunitárias e territoriais vivenciadas por cada país são fontes inestimáveis de troca de conhecimento entre pesquisadores e rompem as fronteiras artificiais das disciplinas, fortalecendo a ideia de campos de conhecimento interdisciplinares. A própria Psicologia Política se apresenta dessa forma: como um campo de conhecimento. Um campo é um espaço fértil para encontros e trocas que exigem uma gestão do conhecimento baseada em evidências, crítica e situada (Martín-Baró, 1991; Dorna, 2004). Sem isso, a boa governança, participativa e democrática, não pode se consolidar como uma alternativa. O Grupo de Trabalho almeja ser esse espaço transformador com alto impacto na mudança social; busca influenciar a definição de políticas e o debate público que atuam em defesa da democracia.
A perspectiva da psicologia política latino-americana se forja em um território historicamente definido pela persistência do colonialismo, pelas desigualdades estruturais, pela violência estatal e pelas lutas sociais que geraram seu próprio saber, práticas comunitárias de resistência e formas singulares de experimentação política (Martín Baró, 1988, 1991; Montero, 1987). Essas tensões moldaram a própria essência da existência; portanto, recuperar o significado da política e sua expressão dentro das subjetividades que habitam esses territórios significa recuperar um pensamento latino-americano situado e crítico e forjar epistemologias tecidas a partir do Sul Global. Pensando a partir dessa perspectiva, a psicologia política na América Latina e no Caribe exige que o conhecimento seja situado em uma região onde a vida cotidiana é marcada por profundas assimetrias de poder (Fernández-Christlieb, 2004), emolduradas por histórias de conflito, guerras, ditaduras e democracias, em meio à tensão de dinâmicas complexas de mobilidade humana, racismo estrutural, patriarcado e neoliberalização da vida (Dorna, 1994). Nessa perspectiva, o Grupo de Trabalho em Psicologia Política: Poder, Territorialidades e Democracias parte da premissa de que os processos subjetivos e emocionais que moldam a política — memória, identidade, medo, esperança, legitimidade, participação, desconfiança, solidariedade — são inseparáveis dos marcos históricos e materiais que moldaram as sociedades do Sul Global. Portanto, para abordar a psicologia política a partir dessas latitudes com suas próprias metodologias (Martín Baró, 1991; Montero, 1991; Oblitas e Rodríguez Kauth, 1999; ).
A América Latina e o Caribe constituem um espaço epistêmico distinto, do qual emergem conceitos, métodos e práticas que desestabilizam as interpretações hegemônicas do Norte Global. Como argumentam as Epistemologias do Sul (Martin-Baró, 1986; Santos, 2010; Grosfoguel, 2011), compreender a região implica reconhecer a pluralidade de saberes situados, práticas de resistência e modos de subjetivação política que emergem de territórios subalternizados e racializados. Perspectivas críticas regionais, com expoentes como a Psicologia da Libertação (Martín-Baró, 1986-1989) e a Psicologia Social Crítica Latino-Americana (González Rey, 2007), demonstraram que abordar os processos psicopolíticos exige partir de epistemologias enraizadas em saberes territoriais (González Suárez, 2008). É essencial analisar como a colonialidade do poder (Quijano, 2000) estrutura as relações sociais e as subjetividades; reconhecer a chave das pedagogias emancipatórias (Freire, 1970) para a organização política de base; e entender a memória como um campo vivo de disputa e ressignificação (Jelin, 2002).
Uma perspectiva crítica integra a análise das economias afetivas que moldam a política contemporânea, onde emoções como medo, raiva e esperança influenciam o apoio, as disputas e os repertórios de ação coletiva (Ahmed, 2004; Mouffe, 2018). Essas dinâmicas estão intrinsecamente ligadas a lutas de longa data lideradas por movimentos indígenas, feministas, afrodescendentes, estudantis, camponeses e migrantes, que contribuíram com referenciais críticos (Lugones, 2008; Segato, 2016) para a compreensão de como a política se articula a partir de corpos generificados e racializados. A abordagem do Sul permite compreender que os fenômenos psicopolíticos na região não podem ser abordados fora das estruturas históricas de desigualdade, nem fora das formas de resistência e criatividade política que emergem nas margens. Pelo contrário, é precisamente nesses espaços que se produzem conhecimentos e linguagens capazes de desafiar os paradigmas tradicionais da disciplina.
Transições democráticas incompletas deixaram marcas profundas na subjetividade política. Traumas coletivos, luto não resolvido e tensões entre justiça, perdão e esquecimento persistem, moldando a relação com as instituições. Experiências como as da justiça de transição no Chile, Argentina, Guatemala, Colômbia e Brasil mostram que a memória opera como um campo afetivo, cognitivo e político (Ansara, 2008; Cortés Millan et al., 2025; Jelin, 2002; Acuña, 2010). Nesses contextos, as emoções coletivas fazem parte de processos históricos que organizam identidades e disputas sobre o significado da democracia, determinando quais narrativas se tornam hegemônicas. Da mesma forma, as persistentes desigualdades econômicas e a precariedade da vida intensificaram a desconfiança institucional e a radicalização afetiva. Estudos regionais indicam que o medo e a percepção de ameaça influenciam o apoio a alternativas autoritárias (Pérez-Liñán, 2007; Waiselfisz, 2015). De uma perspectiva sulista, essas emoções devem ser interpretadas como respostas historicamente condicionadas pela violência estrutural e pela experiência cotidiana de exclusão, e não como meras "irracionalidades". Apesar dessas complexidades, a região tem sido um laboratório para inovações democráticas — orçamento participativo, assembleias populares, formas comunitárias de autogoverno — que nos permitem compreender subjetividades políticas alternativas centradas na cooperação, na reciprocidade e no cuidado.
Sua contribuição é, portanto, necessariamente comparativa, interseccional e decolonial, visando compreender como as subjetividades políticas se articulam em sociedades atravessadas por múltiplas formas de violência, mas também por poderosas tradições de organização comunitária, criatividade política e construção coletiva da vida.
Ahmed, S. (2004). A política cultural da emoção. Edinburgh University Press.
Freire, P. (1970). Pedagogia do Oprimido. Século XXI Editores.
González Rey, F. (2007). Psicologia social crítica latino-americana: estado atual e perspectivas. In RC De Camargo & ALN Furtado (Eds.), Psicologia social: contribuições para a área (pp. xx–xx). [Editora não especificada].
Grosfoguel, R. (2011). Descolonizando as ciências sociais: A necessidade de uma nova constelação epistemológica do Sul Global. Tabula Rasa, 14, 7–28.
Jelin, E. (2002). As obras da memória. Século XXI Editores.
Lugones, M. (2008). Colonialidade e gênero: em direção a um feminismo decolonial. Tabula Rasa, 9, 73–101.
Martín-Baró, I. (1986–1989). Psicologia da Libertação (Obras Póstumas e Completas, Compiladas). Editora UCA.
Mouffe, C. (2018). Por um populismo de esquerda. Paidós.
Pérez-Liñán, A. (2007). Guerras palacianas: A militarização do poder na América do Sul. Brookings Institution Press.
Quijano, A. (2000). Colonialidade do poder, eurocentrismo e América Latina. In E. Lander (Org.), A colonialidade do conhecimento: eurocentrismo e ciências sociais (pp. xx–xx). CLACSO.
Segato, RL (2016). A guerra contra as mulheres. Traficantes de Sueños.
Waiselfisz, J.J. (2015). Mapa da violência 2015: Homicídios de mulheres no Brasil. FLACSO Brasil.
A relevância teórica, social e intelectual do estudo das subjetividades políticas, dos afetos públicos e da dinâmica da mobilidade humana na América Latina e no Caribe está fundamentada no contexto histórico e epistêmico específico da região. Analisar esses processos a partir de uma perspectiva situada implica reconhecer que as experiências políticas e emocionais das populações latino-americanas são inseparáveis das estruturas persistentes de colonialidade, desigualdade e violência, bem como das práticas de resistência comunitária e imaginação política que moldaram suas próprias tradições críticas.
O estudo deste tema fundamenta-se teoricamente em tradições que questionam a universalização do conhecimento social e psicológico e que reivindicam a experiência latino-americana como seu próprio espaço epistemológico: a compreensão da subjetividade política exige descentralizar a visão eurocêntrica e incorporar o conhecimento situado, as práticas comunitárias e as memórias de luta (Grosfoguel, 2011). Essa perspectiva é reforçada pela Psicologia da Libertação (Martín-Baró, 1986-1989), que enfatiza a necessidade de interpretar a vida psicossocial a partir de condições concretas de opressão, conflito interno, desapropriação e resistência.
Em um nível teórico, a análise também se articula com estudos sobre a colonialidade do poder (Quijano, 2000), do ser (Maldonado-Torres, 2007) e do gênero (Lugones, 2008), que nos permitem compreender como as desigualdades raciais, patriarcais e capitalistas estruturam tanto as práticas institucionais quanto as formas de sentir, temer, desejar e pertencer. A perspectiva feminista decolonial latino-americana — Segato (2016), Cabnal (2010) — oferece chaves para analisar como os corpos racializados e generificados se tornam territórios políticos e afetivos marcados por múltiplas formas de violência e por poderosas práticas de cuidado coletivo.
Além disso, a política contemporânea não pode ser compreendida separadamente de suas economias afetivas. Autores como Ahmed (2004) e Berlant (2011) demonstraram como emoções como medo, esperança e precariedade afetiva se tornam forças organizadoras para comunidades e identidades políticas. Essas estruturas dialogam com análises regionais de insegurança, trauma social e radicalização afetiva (Waiselfisz, 2015; Pérez-Liñán, 2007), permitindo-nos conectar subjetividade, violência e legitimidade política no contexto de democracias frágeis.
A relevância social deste tema é evidente em um continente marcado por deslocamentos forçados, crises humanitárias e políticas de segurança que transformam tanto os territórios quanto as formas de sentir e perceber o "outro". As migrações na Mesoamérica, no Caribe e na América do Sul — marcadas por violência criminal, racismo, fronteiras e precariedade — constituem um laboratório privilegiado para a compreensão de como as alteridades, as solidariedades e as exclusões são construídas. Como sugere a literatura crítica sobre fronteiras (De Genova, 2013; Mezzadra & Neilson, 2013), as políticas migratórias produzem não apenas movimentos físicos, mas também subjetividades racializadas, emoções públicas de ameaça e hierarquias morais sobre quem merece proteção ou punição. Nesse sentido, os afetos coletivos desempenham um papel central. Medo, compaixão, indignação ou hospitalidade radical moldam a opinião pública e as decisões estatais. Judith Butler (2020) apontou que vidas consideradas "lamentáveis" ou "inlamentáveis" determinam respostas políticas e humanitárias distintas; essa estrutura é particularmente útil para analisar a desumanização midiática dos migrantes na região. As lutas sociais — feministas, indígenas, afrodescendentes, estudantis, camponesas e migrantes — também geram pedagogias afetivas que desafiam as noções de nação e cidadania. Movimentos como o zapatista, o mapuche, os feminismos comunitários e os movimentos verdes latino-americanos construíram repertórios de ação coletiva que articulam memória, afeto, cuidado e resistência. Essas práticas demonstram que o afeto não é residual, mas sim um vetor central da organização política.
Do ponto de vista intelectual, o estudo deste tema contribui para um projeto mais amplo: a construção de um conhecimento situado capaz de desafiar as narrativas hegemônicas sobre subjetividade, democracia e mobilidade humana. Em um campo historicamente dominado por teorias anglo-saxônicas, a pesquisa latino-americana oferece novas conceitualizações de violência, precariedade, cidadania e afetos públicos. Autores como Achille Mbembe (2011) fornecem chaves para a compreensão de práticas necropolíticas que permeiam a região, enquanto Stuart Hall (1996) investiga o caráter cultural e histórico da identidade política, que é central para a análise de imaginários nacionais marcados pelo racismo e pela exclusão. Além disso, a região produziu metodologias críticas — como a etnografia feminista (Dietz, 2011), a pesquisa-ação, a cartografia social e a metodologia ch'ixi (Rivera Cusicanqui, 2018) — que iluminam práticas e significados que, de outra forma, permaneceriam invisíveis sob perspectivas convencionais. Essa pluralidade epistêmica fortalece o campo da psicologia política e enriquece os debates globais sobre emoções públicas, conflitos políticos e subjetividade.
Ao convergir, as dimensões teórica, social e intelectual permitem compreender como as subjetividades políticas são moldadas em sociedades marcadas pela violência, desigualdade, fronteiras e práticas de resistência. Este tema é relevante porque ilumina processos que definem o panorama político latino-americano contemporâneo: crises democráticas, disputas sobre a memória, a securitização do cotidiano, a radicalização afetiva, os movimentos transnacionais, o cuidado comunitário e a criação de novas formas de ação política de base.
Estudar esses fenômenos a partir de uma abordagem situada, crítica e decolonial contribui não apenas para uma melhor compreensão acadêmica, mas também para a construção de ferramentas que fortaleçam a justiça social, a coexistência democrática e a defesa dos direitos humanos na região.
Berlant, L. (2011). Otimismo cruel. Durham: Duke University Press.
Butler, J. (2020). A força da não violência: um dilema ético-político. Londres: Verso.
Cabnal, L. (2010). Uma abordagem para a construção da proposta de pensamento epistêmico de mulheres indígenas feministas da comunidade de Abya Yala. Madrid: ACSUR.
De Genova, N. (2013). Espetáculos da 'ilegalidade' migratória: A cena da exclusão, a obscenidade da inclusão. Estudos Étnicos e Raciais, 36(7), 1180–1198. https://doi.org/10.1080/01419870.2013.783710
Dietz, G. (2011). Multiculturalismo, interculturalidade e diversidade na educação. Münster: Waxmann.
Freire, P. (1970). Pedagogia do Oprimido. México: Siglo XXI Editores.
Grosfoguel, R. (2011). Descolonizando as ciências sociais: A necessidade de uma nova constelação epistemológica do Sul Global. Tabula Rasa, 14, 7–28. https://doi.org/10.25058/20112742.414
Hall, S. (1996). Questões de identidade cultural. Londres: SAGE.
Lugones, M. (2008). Colonialidade e gênero: rumo a um feminismo decolonial. Tabula Rasa, 9, 73–101. https://doi.org/10.25058/20112742.340
Maldonado-Torres, N. (2007). Sobre a colonialidade do ser. Estudos Culturais, 21(2–3), 240–270. https://doi.org/10.1080/09502380601162548
Martín-Baró, I. (1986–1989). Psicologia da libertação. São Salvador: UCA Editores.
Mbembe, A. (2011). Necropolítica. Durham: Duke University Press.
Mezzadra, S., & Neilson, B. (2013). A fronteira como método, ou, a multiplicação do trabalho. Durham: Duke University Press.
Mouffe, C. (2018). Por um populismo de esquerda. Buenos Aires: Paidós.
Pérez-Liñán, A. (2007). Impeachment presidencial e a nova instabilidade política na América Latina. Cambridge: Cambridge University Press.
Quijano, A. (2000). Colonialidade do poder, eurocentrismo e América Latina. In E. Lander (org.), A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais (pp. 117–142). Buenos Aires: CLACSO.
Rivera Cusicanqui, S. (2018). Um mundo ch'ixi é possível. Buenos Aires: Tinta Limón.
Segato, RL (2016). A guerra contra as mulheres. Madri: Traficantes de Sueños.
Waiselfisz, J.J. (2015). Mapa da violência 2015: Homicídios de mulheres no Brasil. Brasília: FLACSO Brasil.
(Ações para coordenar pesquisas sociais comparativas relevantes e rigorosas com uma perspectiva regional)
2. Gerar pesquisa no campo da educação política, juventude, territorialidades e meio ambiente, com foco na sistematização do conhecimento que apoie novas ações políticas voltadas para a melhoria da capacidade do planeta de vivermos juntos de forma sustentável.
1.1. Coleta de dados mistos (questionários, entrevistas, grupos focais, análise de redes digitais) com protocolos metodológicos regionais.
2. Dois projetos multicêntricos comparados em 6 a 8 países que devem resultar no desenvolvimento de linhas de pesquisa focadas na geração de bases de formação para jovens que possam assumir lideranças políticas e ambientais adequadas para atuar em defesa da democracia e do planeta em um contexto de graves mudanças climáticas.
1.1. Relatórios comparativos com análises regionais e recomendações para políticas públicas.
2. Banco de dados regional de acesso aberto e repositório CLACSO-GT com protocolos e materiais focados em influenciar seus contextos locais.
2.1. Relatórios comparativos com análises regionais e recomendações para políticas públicas.
2.2. Uma rede regional de jovens interessados nas encruzilhadas que o projeto possibilita e
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
2. Divulgar o conhecimento gerado pelo grupo, organizando e oferecendo um curso de formação aberto através das plataformas da CLACSO.
1.1. Escola de verão anual, seminários virtuais bimestrais e um congresso regional em 2027.
2. Sistematização do conhecimento produzido a partir de uma perspectiva educacional acessível.
2.1. Sistematização do conhecimento gerado a partir de uma perspectiva de formação acadêmica.
1.1. Formação de 30 a 60 jovens investigadores e aumento da visibilidade regional do GT.
2. Oferecer 6 cursos de curta duração através da plataforma CLACSO.
2.1 Organizar e viabilizar um curso de diploma que reflita o grupo e sua produção de conhecimento.
2.2 Organizar e viabilizar um programa de mestrado CLACSO que fortaleça os debates deste grupo e gere novas gerações de pesquisadores na região.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, gestores ou funcionários de políticas públicas, experiências comunitárias e territoriais)
1.1 Mesas de diálogo com instituições LGBTQIAPN+ de gênero, étnicas e raciais e outras minorias e atores territoriais (2027–2028).
1.2 Mesas de diálogo com instituições de educação política e ambiental, com organizações na área de políticas públicas educacionais e ambientais, ministérios e atores territoriais (2027–2028).
2. Oficinas de capacitação comunitária para líderes locais, agentes educacionais e mediadores sociais.
2. Protótipos de intervenção comunitária que podem ser replicados em diferentes países.
3. Protótipos de intervenção comunitária que podem ser replicados em diferentes países.
4. Protótipos de intervenção e formação de gestores públicos que possam ser replicados em diferentes países.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
2. Estabelecer acordos de colaboração com sociedades científicas internacionais na área da Psicologia Política, como a ISPP (EUA), a AILPP (Brasil) e a APSA (EUA).
Diálogo e cooperação com organizações multilaterais como o ACNUR, a OIM, a UNESCO, a ONU Mulheres e a CIDH.
Diálogo e cooperação com organizações multilaterais como o ACNUR, a OIM, a UNESCO, a ONU Mulheres e a CIDH.
2. Integração da GT em plataformas regionais de monitoramento da democracia e da mobilidade humana.
Número total de pesquisadores admitidos: 120
Instituto Latino-Americano de Economia, Sociedade e Política
-UNIVERSIDADE FEDERAL DE INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA
Brasil
Instituto de Estudos Bolivianos
Faculdade de Ciências Humanas e da Educação
Universidade Prefeita de San Andrés.
Bolívia
Universidade Tecnológica de Pereira
Colômbia
Núcleo de Estudos da Violência, Universidade de São Paulo (NEV/USP)
Brasil
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Brasil
Universidade de São Paulo
Brasil
Universidad Rey Juan Carlos
Espanha
Universidade de São Paulo
Brasil
Programa de Pós-Graduação em Estudos Culturais da Faculdade de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo
Universidade de São Paulo
Brasil
Universidade Complutense de Madrid - Campus Somosaguas
Espanha
Instituto Tecnológico e Estudos Ocidentais
México
Universidade de Tarapacá
Chile
GESIS - Instituto Leibniz de Ciências Sociais
Alemanha
Universidade de Valência
Espanha
Universidade de São Paulo
Brasil
Centro de Pesquisa e Intervenção Educacional
Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação
Universidade do Porto
Portugal
Universidade Presbiteriana Mackenzie
Brasil
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Escola de Ciências da Saúde.
Brasil
A Associação "Callescuela" da sociedade civil pelos direitos de meninas, meninos e adolescentes, rumo a um verdadeiro papel de liderança.
Paraguai
Universidade de Hamburgo, Instituto de Antropologia Social
Universidade Autônoma de Bucaramanga
Colômbia
Diretoria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação – Instituto Ocidental de Tecnologia e Ensino Superior
México
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Brasil
Universidade Autônoma da Cidade do México
Coordenação acadêmica
Universidade Autônoma da Cidade do México
México
Universidade de Córdoba (UCO)
Espanha
Pontifícia Universidade Católica do Peru
Centro de Pesquisa e Intervenção Educacional
Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação
Universidade do Porto
Portugal
Instituto de Saúde - Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo
Brasil
Programa de Pós-Graduação em Estudos Culturais da Faculdade de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo
Universidade de São Paulo
Brasil
Departamento de Ciências Sociais e Políticas
Universidade Ibero-Americana
México
Programa de Pós-Graduação em Estudos Culturais da Faculdade de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo
Universidade de São Paulo
Brasil
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Espanha
Universidade Autônoma do Estado do México
Instituto de Estudos Bolivianos
Faculdade de Ciências Humanas e da Educação
Universidade Prefeita de San Andrés.
Bolívia
Universidade de Salamanca, Área de Ciências Políticas e Administração
Espanha
Estudos de pesquisa e pós-graduação
Universidade Ibero-Americana
México
Universidade Federal da Paraíba
Brasil
Instituto de Pesquisa Educacional
Faculdade de Educação
Universidad de Costa Rica
Costa Rica
Universidad Complutense de Madrid
Espanha
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
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México
Programa de Pós-Graduação em Estudos Culturais da Faculdade de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo
Universidade de São Paulo
Brasil
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Venezuela
Escola de Psicologia
Universidade de Santiago do Chile
Chile
Universidade de La Frontera
Chile
Centro de Pesquisa Sociológica, Econômica, Política e Antropológica
Pontifícia Universidade Católica do Peru
Peru
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
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Programa de Pós-Graduação em Estudos Culturais da Faculdade de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo
Universidade de São Paulo
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Programa de Pós-Graduação em Estudos Culturais da Faculdade de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo
Universidade de São Paulo
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Universidade Ibero-Americana
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Divisão de Ciências Sociais e Humanas
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Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
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Programa de Pós-Graduação em Estudos Culturais da Faculdade de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo
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Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
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_Outros
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Universidad de Costa Rica
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O Colégio de Sonora
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Reino Unido
Centro de Pesquisa e Intervenção Educacional
Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação
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Programa de Pós-Graduação em Estudos Culturais da Faculdade de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo
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ESCOLA DE CHICAGO-LOS ANGELES
Estados Unidos
Programa de Pós-Graduação em Integração da América Latina
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Programa de Pós-Graduação em Estudos Culturais da Faculdade de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo
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Universidade Agostinho Neto
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Universidade Científica do Sul
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