Área temática: Democracias em disputa e a construção de alternativas

Grupo de trabalhoPsicologia Política: Poder, Territorialidades e Democracias

1. Nome do Grupo de Trabalho.
Psicologia política: poder, territorialidades e democracias
Coordenador(es) do Grupo de Trabalho
Isabel Menezes
Centro de Pesquisa e Intervenção Educacional
Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação
Universidade do Porto
Portugal
Pablo Hoyos Gonzalez
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Iztapalapa
México
Marilene Proença Rebello De Souza
Programa de Pós-Graduação em Integração da América Latina
Universidade de São Paulo
Brasil

2. Perspectiva situada do tema no contexto latino-americano e caribenho, compreendida a partir de uma visão crítica e contextual do Sul Global.

A psicologia política, desde suas origens no século XIX, tem se dedicado ao estudo do poder a partir de uma perspectiva multidirecional — individual e coletiva — com foco na tríade homem, governo e Estado (Alvarez, 1894; Bastian, 1860; Le Marquis de Castellane, 1888). Desse foco de interesse, emergem diversos temas que demandam atenção e requerem pesquisa, formação, intercâmbio e cooperação. Como um campo relativamente desconhecido dentro das ciências sociais, a psicologia política tem despertado o interesse de um grupo significativo de pesquisadores de diversas áreas das ciências sociais, humanas e econômicas (Rodríguez Kauth, 1992; Silva e Furlan, 2025; Hur, 2019; Hur e Sabucedo, 2017; Magaña et al., 2016). Diante da ascensão do conservadorismo, devemos refletir sobre como as emoções e os sentimentos influenciam as formas de mobilização política, as lutas sociais, a consciência política, bem como as relações de gênero e os processos educativos (Silva, 2023; Silva e Euzébios Filho, 2023). De fato, essa reflexão costuma ser fragmentada, e o desafio é pensá-la de forma integrada, articulando os agentes sociais e as transformações vivenciadas por cada um deles, sejam indivíduos ou grupos.

Assim, a contribuição da Psicologia Política emerge como relevante para a promoção de uma sociedade mais justa, uma vez que pode remover os obstáculos que dificultam a ação política transformadora de gestores de políticas públicas, organizações sociais, sindicatos, etc. As experiências comunitárias e territoriais vivenciadas por cada país são fontes inestimáveis ​​de troca de conhecimento entre pesquisadores e rompem as fronteiras artificiais das disciplinas, fortalecendo a ideia de campos de conhecimento interdisciplinares. A própria Psicologia Política se apresenta dessa forma: como um campo de conhecimento. Um campo é um espaço fértil para encontros e trocas que exigem uma gestão do conhecimento baseada em evidências, crítica e situada (Martín-Baró, 1991; Dorna, 2004). Sem isso, a boa governança, participativa e democrática, não pode se consolidar como uma alternativa. O Grupo de Trabalho almeja ser esse espaço transformador com alto impacto na mudança social; busca influenciar a definição de políticas e o debate público que atuam em defesa da democracia.

A perspectiva da psicologia política latino-americana se forja em um território historicamente definido pela persistência do colonialismo, pelas desigualdades estruturais, pela violência estatal e pelas lutas sociais que geraram seu próprio saber, práticas comunitárias de resistência e formas singulares de experimentação política (Martín Baró, 1988, 1991; Montero, 1987). Essas tensões moldaram a própria essência da existência; portanto, recuperar o significado da política e sua expressão dentro das subjetividades que habitam esses territórios significa recuperar um pensamento latino-americano situado e crítico e forjar epistemologias tecidas a partir do Sul Global. Pensando a partir dessa perspectiva, a psicologia política na América Latina e no Caribe exige que o conhecimento seja situado em uma região onde a vida cotidiana é marcada por profundas assimetrias de poder (Fernández-Christlieb, 2004), emolduradas por histórias de conflito, guerras, ditaduras e democracias, em meio à tensão de dinâmicas complexas de mobilidade humana, racismo estrutural, patriarcado e neoliberalização da vida (Dorna, 1994). Nessa perspectiva, o Grupo de Trabalho em Psicologia Política: Poder, Territorialidades e Democracias parte da premissa de que os processos subjetivos e emocionais que moldam a política — memória, identidade, medo, esperança, legitimidade, participação, desconfiança, solidariedade — são inseparáveis ​​dos marcos históricos e materiais que moldaram as sociedades do Sul Global. Portanto, para abordar a psicologia política a partir dessas latitudes com suas próprias metodologias (Martín Baró, 1991; Montero, 1991; Oblitas e Rodríguez Kauth, 1999; ).

A América Latina e o Caribe constituem um espaço epistêmico distinto, do qual emergem conceitos, métodos e práticas que desestabilizam as interpretações hegemônicas do Norte Global. Como argumentam as Epistemologias do Sul (Martin-Baró, 1986; Santos, 2010; Grosfoguel, 2011), compreender a região implica reconhecer a pluralidade de saberes situados, práticas de resistência e modos de subjetivação política que emergem de territórios subalternizados e racializados. Perspectivas críticas regionais, com expoentes como a Psicologia da Libertação (Martín-Baró, 1986-1989) e a Psicologia Social Crítica Latino-Americana (González Rey, 2007), demonstraram que abordar os processos psicopolíticos exige partir de epistemologias enraizadas em saberes territoriais (González Suárez, 2008). É essencial analisar como a colonialidade do poder (Quijano, 2000) estrutura as relações sociais e as subjetividades; reconhecer a chave das pedagogias emancipatórias (Freire, 1970) para a organização política de base; e entender a memória como um campo vivo de disputa e ressignificação (Jelin, 2002).

Uma perspectiva crítica integra a análise das economias afetivas que moldam a política contemporânea, onde emoções como medo, raiva e esperança influenciam o apoio, as disputas e os repertórios de ação coletiva (Ahmed, 2004; Mouffe, 2018). Essas dinâmicas estão intrinsecamente ligadas a lutas de longa data lideradas por movimentos indígenas, feministas, afrodescendentes, estudantis, camponeses e migrantes, que contribuíram com referenciais críticos (Lugones, 2008; Segato, 2016) para a compreensão de como a política se articula a partir de corpos generificados e racializados. A abordagem do Sul permite compreender que os fenômenos psicopolíticos na região não podem ser abordados fora das estruturas históricas de desigualdade, nem fora das formas de resistência e criatividade política que emergem nas margens. Pelo contrário, é precisamente nesses espaços que se produzem conhecimentos e linguagens capazes de desafiar os paradigmas tradicionais da disciplina.

Transições democráticas incompletas deixaram marcas profundas na subjetividade política. Traumas coletivos, luto não resolvido e tensões entre justiça, perdão e esquecimento persistem, moldando a relação com as instituições. Experiências como as da justiça de transição no Chile, Argentina, Guatemala, Colômbia e Brasil mostram que a memória opera como um campo afetivo, cognitivo e político (Ansara, 2008; Cortés Millan et al., 2025; Jelin, 2002; Acuña, 2010). Nesses contextos, as emoções coletivas fazem parte de processos históricos que organizam identidades e disputas sobre o significado da democracia, determinando quais narrativas se tornam hegemônicas. Da mesma forma, as persistentes desigualdades econômicas e a precariedade da vida intensificaram a desconfiança institucional e a radicalização afetiva. Estudos regionais indicam que o medo e a percepção de ameaça influenciam o apoio a alternativas autoritárias (Pérez-Liñán, 2007; Waiselfisz, 2015). De uma perspectiva sulista, essas emoções devem ser interpretadas como respostas historicamente condicionadas pela violência estrutural e pela experiência cotidiana de exclusão, e não como meras "irracionalidades". Apesar dessas complexidades, a região tem sido um laboratório para inovações democráticas — orçamento participativo, assembleias populares, formas comunitárias de autogoverno — que nos permitem compreender subjetividades políticas alternativas centradas na cooperação, na reciprocidade e no cuidado.

Sua contribuição é, portanto, necessariamente comparativa, interseccional e decolonial, visando compreender como as subjetividades políticas se articulam em sociedades atravessadas por múltiplas formas de violência, mas também por poderosas tradições de organização comunitária, criatividade política e construção coletiva da vida.

Acuña, YG (2010). Psicologia política e processos de construção da memória coletiva. Revista Eletrônica de Psicologia Iztacala, 13(2), 58–77.
Ahmed, S. (2004). A política cultural da emoção. Edinburgh University Press.
Freire, P. (1970). Pedagogia do Oprimido. Século XXI Editores.
González Rey, F. (2007). Psicologia social crítica latino-americana: estado atual e perspectivas. In RC De Camargo & ALN Furtado (Eds.), Psicologia social: contribuições para a área (pp. xx–xx). [Editora não especificada].
Grosfoguel, R. (2011). Descolonizando as ciências sociais: A necessidade de uma nova constelação epistemológica do Sul Global. Tabula Rasa, 14, 7–28.
Jelin, E. (2002). As obras da memória. Século XXI Editores.
Lugones, M. (2008). Colonialidade e gênero: em direção a um feminismo decolonial. Tabula Rasa, 9, 73–101.
Martín-Baró, I. (1986–1989). Psicologia da Libertação (Obras Póstumas e Completas, Compiladas). Editora UCA.
Mouffe, C. (2018). Por um populismo de esquerda. Paidós.
Pérez-Liñán, A. (2007). Guerras palacianas: A militarização do poder na América do Sul. Brookings Institution Press.
Quijano, A. (2000). Colonialidade do poder, eurocentrismo e América Latina. In E. Lander (Org.), A colonialidade do conhecimento: eurocentrismo e ciências sociais (pp. xx–xx). CLACSO.
Segato, RL (2016). A guerra contra as mulheres. Traficantes de Sueños.
Waiselfisz, J.J. (2015). Mapa da violência 2015: Homicídios de mulheres no Brasil. FLACSO Brasil.
3. Justificação e análise da relevância teórica, social e intelectual do tema em relação ao contexto analisado no ponto anterior.

A relevância teórica, social e intelectual do estudo das subjetividades políticas, dos afetos públicos e da dinâmica da mobilidade humana na América Latina e no Caribe está fundamentada no contexto histórico e epistêmico específico da região. Analisar esses processos a partir de uma perspectiva situada implica reconhecer que as experiências políticas e emocionais das populações latino-americanas são inseparáveis ​​das estruturas persistentes de colonialidade, desigualdade e violência, bem como das práticas de resistência comunitária e imaginação política que moldaram suas próprias tradições críticas.

O estudo deste tema fundamenta-se teoricamente em tradições que questionam a universalização do conhecimento social e psicológico e que reivindicam a experiência latino-americana como seu próprio espaço epistemológico: a compreensão da subjetividade política exige descentralizar a visão eurocêntrica e incorporar o conhecimento situado, as práticas comunitárias e as memórias de luta (Grosfoguel, 2011). Essa perspectiva é reforçada pela Psicologia da Libertação (Martín-Baró, 1986-1989), que enfatiza a necessidade de interpretar a vida psicossocial a partir de condições concretas de opressão, conflito interno, desapropriação e resistência.

Em um nível teórico, a análise também se articula com estudos sobre a colonialidade do poder (Quijano, 2000), do ser (Maldonado-Torres, 2007) e do gênero (Lugones, 2008), que nos permitem compreender como as desigualdades raciais, patriarcais e capitalistas estruturam tanto as práticas institucionais quanto as formas de sentir, temer, desejar e pertencer. A perspectiva feminista decolonial latino-americana — Segato (2016), Cabnal (2010) — oferece chaves para analisar como os corpos racializados e generificados se tornam territórios políticos e afetivos marcados por múltiplas formas de violência e por poderosas práticas de cuidado coletivo.

Além disso, a política contemporânea não pode ser compreendida separadamente de suas economias afetivas. Autores como Ahmed (2004) e Berlant (2011) demonstraram como emoções como medo, esperança e precariedade afetiva se tornam forças organizadoras para comunidades e identidades políticas. Essas estruturas dialogam com análises regionais de insegurança, trauma social e radicalização afetiva (Waiselfisz, 2015; Pérez-Liñán, 2007), permitindo-nos conectar subjetividade, violência e legitimidade política no contexto de democracias frágeis.

A relevância social deste tema é evidente em um continente marcado por deslocamentos forçados, crises humanitárias e políticas de segurança que transformam tanto os territórios quanto as formas de sentir e perceber o "outro". As migrações na Mesoamérica, no Caribe e na América do Sul — marcadas por violência criminal, racismo, fronteiras e precariedade — constituem um laboratório privilegiado para a compreensão de como as alteridades, as solidariedades e as exclusões são construídas. Como sugere a literatura crítica sobre fronteiras (De Genova, 2013; Mezzadra & Neilson, 2013), as políticas migratórias produzem não apenas movimentos físicos, mas também subjetividades racializadas, emoções públicas de ameaça e hierarquias morais sobre quem merece proteção ou punição. Nesse sentido, os afetos coletivos desempenham um papel central. Medo, compaixão, indignação ou hospitalidade radical moldam a opinião pública e as decisões estatais. Judith Butler (2020) apontou que vidas consideradas "lamentáveis" ou "inlamentáveis" determinam respostas políticas e humanitárias distintas; essa estrutura é particularmente útil para analisar a desumanização midiática dos migrantes na região. As lutas sociais — feministas, indígenas, afrodescendentes, estudantis, camponesas e migrantes — também geram pedagogias afetivas que desafiam as noções de nação e cidadania. Movimentos como o zapatista, o mapuche, os feminismos comunitários e os movimentos verdes latino-americanos construíram repertórios de ação coletiva que articulam memória, afeto, cuidado e resistência. Essas práticas demonstram que o afeto não é residual, mas sim um vetor central da organização política.

Do ponto de vista intelectual, o estudo deste tema contribui para um projeto mais amplo: a construção de um conhecimento situado capaz de desafiar as narrativas hegemônicas sobre subjetividade, democracia e mobilidade humana. Em um campo historicamente dominado por teorias anglo-saxônicas, a pesquisa latino-americana oferece novas conceitualizações de violência, precariedade, cidadania e afetos públicos. Autores como Achille Mbembe (2011) fornecem chaves para a compreensão de práticas necropolíticas que permeiam a região, enquanto Stuart Hall (1996) investiga o caráter cultural e histórico da identidade política, que é central para a análise de imaginários nacionais marcados pelo racismo e pela exclusão. Além disso, a região produziu metodologias críticas — como a etnografia feminista (Dietz, 2011), a pesquisa-ação, a cartografia social e a metodologia ch'ixi (Rivera Cusicanqui, 2018) — que iluminam práticas e significados que, de outra forma, permaneceriam invisíveis sob perspectivas convencionais. Essa pluralidade epistêmica fortalece o campo da psicologia política e enriquece os debates globais sobre emoções públicas, conflitos políticos e subjetividade.

Ao convergir, as dimensões teórica, social e intelectual permitem compreender como as subjetividades políticas são moldadas em sociedades marcadas pela violência, desigualdade, fronteiras e práticas de resistência. Este tema é relevante porque ilumina processos que definem o panorama político latino-americano contemporâneo: crises democráticas, disputas sobre a memória, a securitização do cotidiano, a radicalização afetiva, os movimentos transnacionais, o cuidado comunitário e a criação de novas formas de ação política de base.

Estudar esses fenômenos a partir de uma abordagem situada, crítica e decolonial contribui não apenas para uma melhor compreensão acadêmica, mas também para a construção de ferramentas que fortaleçam a justiça social, a coexistência democrática e a defesa dos direitos humanos na região.

Ahmed, S. (2004). A política cultural da emoção. Edimburgo: Edinburgh University Press.
Berlant, L. (2011). Otimismo cruel. Durham: Duke University Press.
Butler, J. (2020). A força da não violência: um dilema ético-político. Londres: Verso.
Cabnal, L. (2010). Uma abordagem para a construção da proposta de pensamento epistêmico de mulheres indígenas feministas da comunidade de Abya Yala. Madrid: ACSUR.
De Genova, N. (2013). Espetáculos da 'ilegalidade' migratória: A cena da exclusão, a obscenidade da inclusão. Estudos Étnicos e Raciais, 36(7), 1180–1198. https://doi.org/10.1080/01419870.2013.783710
Dietz, G. (2011). Multiculturalismo, interculturalidade e diversidade na educação. Münster: Waxmann.
Freire, P. (1970). Pedagogia do Oprimido. México: Siglo XXI Editores.
Grosfoguel, R. (2011). Descolonizando as ciências sociais: A necessidade de uma nova constelação epistemológica do Sul Global. Tabula Rasa, 14, 7–28. https://doi.org/10.25058/20112742.414
Hall, S. (1996). Questões de identidade cultural. Londres: SAGE.
Lugones, M. (2008). Colonialidade e gênero: rumo a um feminismo decolonial. Tabula Rasa, 9, 73–101. https://doi.org/10.25058/20112742.340
Maldonado-Torres, N. (2007). Sobre a colonialidade do ser. Estudos Culturais, 21(2–3), 240–270. https://doi.org/10.1080/09502380601162548
Martín-Baró, I. (1986–1989). Psicologia da libertação. São Salvador: UCA Editores.
Mbembe, A. (2011). Necropolítica. Durham: Duke University Press.
Mezzadra, S., & Neilson, B. (2013). A fronteira como método, ou, a multiplicação do trabalho. Durham: Duke University Press.
Mouffe, C. (2018). Por um populismo de esquerda. Buenos Aires: Paidós.
Pérez-Liñán, A. (2007). Impeachment presidencial e a nova instabilidade política na América Latina. Cambridge: Cambridge University Press.
Quijano, A. (2000). Colonialidade do poder, eurocentrismo e América Latina. In E. Lander (org.), A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais (pp. 117–142). Buenos Aires: CLACSO.
Rivera Cusicanqui, S. (2018). Um mundo ch'ixi é possível. Buenos Aires: Tinta Limón.
Segato, RL (2016). A guerra contra as mulheres. Madri: Traficantes de Sueños.
Waiselfisz, J.J. (2015). Mapa da violência 2015: Homicídios de mulheres no Brasil. Brasília: FLACSO Brasil.
4. Plano de trabalho de três anos (36 meses).
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações para coordenar pesquisas sociais comparativas relevantes e rigorosas com uma perspectiva regional)
1. Gerar evidências empíricas e referenciais teóricos situados sobre memória política, afetos políticos e mobilização que considerem questões como xenofobia/hospitalidade e participação democrática em contextos de desigualdade e mobilidade humana como marcadores sociais. É importante gerar pesquisas sobre relações de gênero, justiça social e imaginários sociais, com foco na produção e compreensão de vínculos afetivos para a garantia e o desenvolvimento de políticas de direitos humanos.

2. Gerar pesquisa no campo da educação política, juventude, territorialidades e meio ambiente, com foco na sistematização do conhecimento que apoie novas ações políticas voltadas para a melhoria da capacidade do planeta de vivermos juntos de forma sustentável.
1. Dois projetos multicêntricos comparativos em 6 a 8 países sobre emoções políticas, subjetividades migrantes, fronteiras, gênero, minorias e legitimidade democrática. Estes projetos deverão resultar na produção de linhas de pesquisa focadas no desenvolvimento de tecnologias sociais para transformar o conhecimento e as formas como os grupos vulneráveis ​​interagem com as políticas públicas.


1.1. Coleta de dados mistos (questionários, entrevistas, grupos focais, análise de redes digitais) com protocolos metodológicos regionais.


2. Dois projetos multicêntricos comparados em 6 a 8 países que devem resultar no desenvolvimento de linhas de pesquisa focadas na geração de bases de formação para jovens que possam assumir lideranças políticas e ambientais adequadas para atuar em defesa da democracia e do planeta em um contexto de graves mudanças climáticas.
1. Banco de dados regional de acesso aberto e repositório CLACSO-GT com protocolos e materiais.

1.1. Relatórios comparativos com análises regionais e recomendações para políticas públicas.



2. Banco de dados regional de acesso aberto e repositório CLACSO-GT com protocolos e materiais focados em influenciar seus contextos locais.

2.1. Relatórios comparativos com análises regionais e recomendações para políticas públicas.

2.2. Uma rede regional de jovens interessados ​​nas encruzilhadas que o projeto possibilita e
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
1. Reforçar as capacidades regionais e ampliar o acesso às conclusões através de publicações multilingues, formação especializada e produtos de comunicação para a opinião pública.

2. Divulgar o conhecimento gerado pelo grupo, organizando e oferecendo um curso de formação aberto através das plataformas da CLACSO.
1. Coletâneas e artigos da CLACSO em periódicos indexados, além de resumos de políticas, infográficos, podcasts e vídeos.

1.1. Escola de verão anual, seminários virtuais bimestrais e um congresso regional em 2027.

2. Sistematização do conhecimento produzido a partir de uma perspectiva educacional acessível.

2.1. Sistematização do conhecimento gerado a partir de uma perspectiva de formação acadêmica.
1. Publicação de um livro coletivo para cada projeto concluído, seis artigos indexados e seis notas informativas em espanhol e português.

1.1. Formação de 30 a 60 jovens investigadores e aumento da visibilidade regional do GT.

2. Oferecer 6 cursos de curta duração através da plataforma CLACSO.

2.1 Organizar e viabilizar um curso de diploma que reflita o grupo e sua produção de conhecimento.

2.2 Organizar e viabilizar um programa de mestrado CLACSO que fortaleça os debates deste grupo e gere novas gerações de pesquisadores na região.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, gestores ou funcionários de políticas públicas, experiências comunitárias e territoriais)
1. Traduzir as evidências psicopolíticas em ferramentas práticas para fortalecer a convivência democrática, a acolhida aos migrantes e as políticas de memória, reparação e educação cívica.
1. Mesas de diálogo com instituições de memória, ouvidorias, organizações de migrantes, ministérios e atores territoriais (2027–2028).

1.1 Mesas de diálogo com instituições LGBTQIAPN+ de gênero, étnicas e raciais e outras minorias e atores territoriais (2027–2028).

1.2 Mesas de diálogo com instituições de educação política e ambiental, com organizações na área de políticas públicas educacionais e ambientais, ministérios e atores territoriais (2027–2028).

2. Oficinas de capacitação comunitária para líderes locais, agentes educacionais e mediadores sociais.
1. Recomendações de políticas públicas e diretrizes metodológicas para instituições e territórios.

2. Protótipos de intervenção comunitária que podem ser replicados em diferentes países.

3. Protótipos de intervenção comunitária que podem ser replicados em diferentes países.

4. Protótipos de intervenção e formação de gestores públicos que possam ser replicados em diferentes países.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
1. Consolidar uma rede internacional de pesquisa e ação que amplie o impacto da GT, diversifique as alianças e promova a sustentabilidade das iniciativas para além do período de três anos.
1. Estabelecer acordos de colaboração com as redes da CLACSO, universidades ibero-americanas, centros de direitos humanos e laboratórios de pesquisa.

2. Estabelecer acordos de colaboração com sociedades científicas internacionais na área da Psicologia Política, como a ISPP (EUA), a AILPP (Brasil) e a APSA (EUA).
Diálogo e cooperação com organizações multilaterais como o ACNUR, a OIM, a UNESCO, a ONU Mulheres e a CIDH.


Diálogo e cooperação com organizações multilaterais como o ACNUR, a OIM, a UNESCO, a ONU Mulheres e a CIDH.
1. Alianças sólidas para cofinanciar, ampliar ou replicar as ações da GT.

2. Integração da GT em plataformas regionais de monitoramento da democracia e da mobilidade humana.

5. Membros do Grupo de Trabalho
Número total de pesquisadores admitidos: 120
Marcos De Jesus Oliveira
Instituto Latino-Americano de Economia, Sociedade e Política
-UNIVERSIDADE FEDERAL DE INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA
Brasil
Alida Rocsani Huaman Valdez
Instituto de Estudos Bolivianos
Faculdade de Ciências Humanas e da Educação
Universidade Prefeita de San Andrés.
Bolívia
Álvaro Diaz Gomez
Universidade Tecnológica de Pereira
Colômbia
Beatriz Besen
Núcleo de Estudos da Violência, Universidade de São Paulo (NEV/USP)
Brasil
Beatriz Borges Brambilla
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Brasil
Samuel Cabanha
Universidade de São Paulo
Brasil
Gabriel Bayarri Toscano
Universidad Rey Juan Carlos
Espanha
Glória Gean Santos Da Silva
Universidade de São Paulo
Brasil
Alessandro Soares da Silva
Programa de Pós-Graduação em Estudos Culturais da Faculdade de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo
Universidade de São Paulo
Brasil
Concepción Fernández Villanueva
Universidade Complutense de Madrid - Campus Somosaguas
Espanha
Ernesto Cisneros Priego
Instituto Tecnológico e Estudos Ocidentais
México
Jerônimo Aníbal Flores Jara
Universidade de Tarapacá
Chile
Axel Burger
GESIS - Instituto Leibniz de Ciências Sociais
Alemanha
Ruben Martinez Dalmau
Universidade de Valência
Espanha
Miguel da Piedade Satjyambula
Universidade de São Paulo
Brasil
Ana Luísa Correia da Costa
Centro de Pesquisa e Intervenção Educacional
Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação
Universidade do Porto
Portugal
Felipe Corrêa Pedro
Universidade Presbiteriana Mackenzie
Brasil
Felipe Vilanova
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Escola de Ciências da Saúde.
Brasil
Edilberto Concepción Edilberto Álvarez Galeano
A Associação "Callescuela" da sociedade civil pelos direitos de meninas, meninos e adolescentes, rumo a um verdadeiro papel de liderança.
Paraguai
Pode Akin
Universidade de Hamburgo, Instituto de Antropologia Social
Germán Andrés Cortés Millán
Universidade Autônoma de Bucaramanga
Colômbia
Fernando Castro Campos
Diretoria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação – Instituto Ocidental de Tecnologia e Ensino Superior
México
Fernando Speggiorin Martini
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Brasil
Amarela Varela Huerta
Universidade Autônoma da Cidade do México
Coordenação acadêmica
Universidade Autônoma da Cidade do México
México
Débora Imhoff
Universidade de Córdoba (UCO)
Espanha
Rosa María Cueto Saldívar
Pontifícia Universidade Católica do Peru
Pedro Daniel Tavares Ferreira
Centro de Pesquisa e Intervenção Educacional
Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação
Universidade do Porto
Portugal
Renato Barboza
Instituto de Saúde - Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo
Brasil
Renato Ramos
Programa de Pós-Graduação em Estudos Culturais da Faculdade de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo
Universidade de São Paulo
Brasil
Renato De Almeida Arao Galhardi
Departamento de Ciências Sociais e Políticas
Universidade Ibero-Americana
México
Larissa Pacifico Turco Homem
Programa de Pós-Graduação em Estudos Culturais da Faculdade de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo
Universidade de São Paulo
Brasil
Maria Celeste Davila De Leon
Instituto Complutense de Sociologia para o Estudo das Transformações Sociais Contemporâneas (TRANSOC), UNIVERSIDADE COMPLUTENSE DE MADRID
Espanha
Edgar Daniel Placencia Aguirre
Universidade Autônoma do Estado do México
Maria Lily Maric
Instituto de Estudos Bolivianos
Faculdade de Ciências Humanas e da Educação
Universidade Prefeita de San Andrés.
Bolívia
Julian Martinez Ramos
Universidade de Salamanca, Área de Ciências Políticas e Administração
Espanha
Loraone Morales Pino
Estudos de pesquisa e pós-graduação
Universidade Ibero-Americana
México
Renata Monteiro Garcia
Universidade Federal da Paraíba
Brasil
Josué Arévalo Villalobos
Instituto de Pesquisa Educacional
Faculdade de Educação
Universidad de Costa Rica
Costa Rica
Anna Zlobina Kuzmina
Universidad Complutense de Madrid
Espanha
Eufemio Franco Pimentel
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Lídia Graciela Girola Molina
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Azcapotzalco
México
Bárbara Cardoso da Costa Santos
Programa de Pós-Graduação em Estudos Culturais da Faculdade de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo
Universidade de São Paulo
Brasil
Luis Alfonso Rodríguez Carrero
Centro Universitário Dr. Rafael Angel Guillermo Ortiz, Universidade de Los Andes, Mérida, Venezuela
Venezuela
Cláudia Calquín Donoso
Escola de Psicologia
Universidade de Santiago do Chile
Chile
Daniel Henríquez Fernández
Universidade de La Frontera
Chile
Lúcia Bracco Bruce
Centro de Pesquisa Sociológica, Econômica, Política e Antropológica
Pontifícia Universidade Católica do Peru
Peru
Maria De Fátima Quintal De Freitas
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
Brasil
Urá Lobato Martins
Programa de Pós-Graduação em Estudos Culturais da Faculdade de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo
Universidade de São Paulo
Brasil
Semíramis Costa Chicareli
Programa de Pós-Graduação em Estudos Culturais da Faculdade de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo
Universidade de São Paulo
Brasil
Maria Lúcia Feo Serrato
Departamento de Antropologia Social e Psicologia Social (Universidade Complutense de Madrid)
Espanha
Mariela Staffolani
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Hugo Adrián Morales
Universidade Nacional de San Luis (UNSL)
Argentina
Hugo Hernan Rabbia
Centro de pesquisa
Faculdade de Filosofia e Humanidades
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
José Alejandro Tasat
Secretaria Acadêmica
Universidade Nacional de Três de Fevereiro
Argentina
Ingrid Lissette Suescun Valero
Universidad de Los Andes
Venezuela
Aline Accorssi
Universidade Federal de Pelotas
Brasil
Miguel Ángel Monteverde Ávalos
Centro de Educação Técnica e Superior (Universidade CETYS)
México
Alipio Desousa Filho
Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Brasil
Heloisa Tozato
Universidade de São Paulo (USP)
Brasil
Heloisa De Camargo Tozato
Programa de Pós-Graduação em Estudos Culturais da Faculdade de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo
Universidade de São Paulo
Brasil
René Torres-Ruiz
Departamento de Ciências Sociais e Políticas
Universidade Ibero-Americana
México
Luciane Engelhardt
Universidade de Münster
Alemanha
Catarino Luamba
Universidade Agostinho Neto
_Outros
Thiago Luiz Sartori
Universidade do Vale do Sapucaí (Univás)
Marina Fierro Concha
Universidade Católica de Maule
Chile
Maria Eugênia Augusto Gregório
Universidade Nove de Julho
Brasil
Paulo César De Abreu Paiva Junior
Universidade de São Paulo
Brasil
João Felipe Gonzaga
Eco-trabalho PDT
Brasil
Maria Deborah Ramírez Rondón
Universidad de Los Andes
Venezuela
Sofia Castanheira Pais
Centro de Pesquisa e Intervenção Educacional
Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação
Universidade do Porto
Portugal
Aluísio Ferreira De Lima
Universidade Federal do Ceará
Brasil
Dante Júnior Solano Silva
Universidade Científica do Sul
Peru
Juan Sebastián Urzúa-Pineda
Universidade de Bio Bio
Chile
Paola Herrera Moreno
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
Christopher Arturo Urbina Yáñez
Universidade de Artes, Ciências e Comunicação, UNIACC
Pablo Hoyos Gonzalez [Coordenador]
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Iztapalapa
México
Salvador Antônio Mireles Sandoval
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Brasil
Martin Jayo
Programa de Pós-Graduação em Estudos Culturais da Faculdade de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo
Universidade de São Paulo
Brasil
Ivan Omar Godoy-Flores
Universidade de Tarapacá
Chile
Cecília Pescatre Alves
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Brasil
Sandra Regina Ramos Braz
Programa de Pós-Graduação em Estudos Culturais da Faculdade de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo
Universidade de São Paulo
Brasil
Arethuza Helena Zero
Educafinanceira
Brasil
Isabel Menezes [Coordenador]
Centro de Pesquisa e Intervenção Educacional
Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação
Universidade do Porto
Portugal
Suzana Cristina Lourenço
Secretaria do Meio Ambiente, São Sebastião, SP
Brasil
Yolva Yunue Salcido Martínez
Estudos de pesquisa e pós-graduação
Universidade Ibero-Americana
México
Ricardo Zúñiga
Universidad Complutense de Madrid
Espanha
Fabio Ortolano
Faculdades Tecnológicas - Centro Paula Souza
Leandro Rogério Seiler
Universidade de São Paulo
Brasil
Janet Gabriela García Alcaraz
Colégio da Fronteira Norte
México
Mila Francovich
Instituto de Pesquisa Psicológica da UNC - CONICET (Córdoba, Argentina)
Argentina
Juan Domingo Valencia Moya
Instituto de Estudos Avançados
Universidade de Santiago do Chile
Chile
Danilo Alves da Silva
Programa de Pós-Graduação em Mudança Social e Participação Política
Universidade de São Paulo
Brasil
Sérgio Salatiel Huo
Universidade Rovuma
_Outros
Ana Cecília Vergara Del Solar
Faculdade de Ciências Humanas, Universidade de Santiago
Chile
Mar Fournier Pereira Fournier Pereira
Instituto de Pesquisa Social
Faculdade de Ciências Sociais
Universidad de Costa Rica
Costa Rica
Nohora Constanza Niño Vega
O Colégio de Sonora
México
Consuelo Thiers
Universidade de Edimburgo
Reino Unido
Norberto De Sousa Ribeiro
Centro de Pesquisa e Intervenção Educacional
Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação
Universidade do Porto
Portugal
Stéphanie Caroline Ferreira De Lima
Programa de Pós-Graduação em Estudos Culturais da Faculdade de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo
Universidade de São Paulo
Brasil
Dalila Margarida Pinto Coelho
Centro de Pesquisa e Intervenção Educacional
Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação
Universidade do Porto
Portugal
Carlos Cinquegrana Jr
Programa de Pós-Graduação em Estudos Culturais da Faculdade de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo
Universidade de São Paulo
Brasil
Carlos Rivera
ESCOLA DE CHICAGO-LOS ANGELES
Estados Unidos
Júlio César Suzuki
Programa de Pós-Graduação em Integração da América Latina
Universidade de São Paulo
Brasil
Carla Malafaia
Centro de Pesquisa e Intervenção Educacional
Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação
Universidade do Porto
Portugal
Cláudia Rrsa Acevedo
Programa de Pós-Graduação em Mudança Social e Participação Política
Universidade de São Paulo
Brasil
Matias Alfredo Dreizik
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Thaís Helena Zero De Oliveira Pereira
Universidade de São Paulo
Brasil
Margarita Ussher
Colégio de Psicólogos da Província de Buenos Aires
Argentina
Marilene Proença Rebello De Souza [Coordenador]
Programa de Pós-Graduação em Integração da América Latina
Universidade de São Paulo
Brasil
Juan Carlos Cea-Madrid
Departamento de Psicologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade do Chile
Chile
Juan Carlos López Gaviño
Departamento de Ciências Sociais e Políticas
Universidade Ibero-Americana
México
Juan Carlos Revilla Castro
Instituto Complutense de Sociologia para o Estudo das Transformações Sociais Contemporâneas (TRANSOC), Departamento de Antropologia Social e Psicologia Social, Universidade Complutense de Madrid (UCM)
Espanha
Juan Carlos Romero Romero
Universidade de Tarapacá Arica
Natalia De Menezes Gomes
Programa de Pós-Graduação em Estudos Culturais da Faculdade de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo
Universidade de São Paulo
Brasil
Nelson Gomes De Sant'ana E Silva Junior
Universidade Federal da Paraíba.
Brasil
Nelson Kassanga
Universidade Agostinho Neto
_Outros
María Idaly Barreto Galeano
Fundação Universidade Konrad Lorenz
Colômbia
Maria De Lourdes Ordaz Ocaña
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Azcapotzalco
México
Dante Solano Silva
Universidade Científica do Sul
Peru
Alayde Maria Pinto Digiovanni
Universidade de São Paulo
Brasil