Área temática: Transições justas e soberanias contestadas

Grupo de trabalhoSoberania alimentar do Sul Global

1. Nome do Grupo de Trabalho.
Soberania alimentar do Sul Global
Coordenador(es) do Grupo de Trabalho
Luís Ernesto Blacha
Departamento de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Quilmes
Argentina
Yuribia Velázquez Galindo
Instituto de Antropologia
Universidad Veracruzana
México

2. Perspectiva situada do tema no contexto latino-americano e caribenho, compreendida a partir de uma visão crítica e contextual do Sul Global.

O atual panorama alimentar na América Latina e no Caribe é moldado por desigualdades históricas, disputas geopolíticas e processos de reestruturação econômica que redefinem o que é produzido, quem decide o que é produzido e em que condições os alimentos circulam e são consumidos. A região combina uma enorme biodiversidade com formas persistentes de dependência que limitam sua capacidade de garantir a soberania alimentar. Como previsto pelas análises da Teoria da Dependência e por diversos estudos críticos do Sul Global, a integração periférica da região na economia mundial continua a organizar a vida material dos alimentos: territórios, corpos e recursos permanecem voltados para o abastecimento de mercados externos, enquanto a insegurança alimentar e as desigualdades internas crescem, afetando desproporcionalmente crianças, idosos e povos indígenas.

Essa dependência opera simultaneamente em duas direções. Por um lado, os territórios e sua força de trabalho são organizados de acordo com a demanda internacional por commodities, reforçando práticas extrativistas que reprimarizam as economias e corroem ecossistemas e comunidades rurais. Por outro lado, a expansão do agronegócio gerou um paradoxo estrutural: países que historicamente conseguiam alimentar suas próprias populações agora dependem da importação de alimentos baratos e ultraprocessados ​​para sustentar setores cada vez mais empobrecidos. A região produz para o mundo, mas nem sempre para seus próprios habitantes. Esse desequilíbrio revela a persistência de relações centro-periferia que estruturam uma "geopolítica da fome", onde o problema alimentar parece reduzido a questões de oferta ou a parâmetros exclusivamente nutricionais.

A concentração de terras, renda agrícola e canais de comercialização (tanto terrestres quanto terrestres) constitui uma forma de extrativismo que transforma territórios em enclaves produtivos desconectados das necessidades locais. A expansão da monocultura — o “deserto verde” — intensifica os processos de expulsão e desapropriação que deslocam camponeses, agricultores familiares e pequenos produtores para periferias urbanas caracterizadas pela precariedade, perda de laços sociais e crescente dependência de alimentos de baixa qualidade nutricional. Aqueles que conseguem permanecer em seus territórios enfrentam dificuldades crescentes para manter práticas agroecológicas e formas de produção comunitárias, o que afeta identidades, tradições culinárias e relações com a vida não humana.

A adoção generalizada de pacotes tecnológicos homogêneos — OGMs, agroquímicos, mecanização e irrigação intensiva — consolida um modelo que maximiza os retornos econômicos em detrimento da diversidade produtiva, da saúde e dos direitos alimentares. Esses processos fortalecem um sistema agroalimentar dominado por um punhado de corporações que controlam insumos, sementes, logística e processamento. O triângulo OGM-APU-APU sintetiza essa dinâmica: as culturas geneticamente modificadas (OGMs) tornam-se a base material dos alimentos ultraprocessados ​​(AUPs) que inundam os mercados da região, moldando dietas, padrões de consumo e subjetividades estruturadas pela lógica de mercado (AUPs) em vez de por laços comunitários.

Em paralelo, a implementação de políticas públicas de cima para baixo por governos nacionais e organizações internacionais reproduz uma abordagem parcial para o problema da fome. Embora as transferências condicionais de renda tenham levado a alguma redução da insegurança alimentar moderada e grave na América Latina, elas não abordam a natureza sistêmica da fome na região. Também é possível identificar uma perspectiva focada na oferta, que tende a avaliar os alimentos unicamente com base em sua composição nutricional, sem examinar os processos estruturais que produzem exclusão: concentração corporativa, desigualdades territoriais, cadeias de suprimentos globais e a vulnerabilidade econômica das famílias no Sul Global. Essas políticas contribuem para a perpetuação de modelos agroalimentares que priorizam preços baixos em detrimento da qualidade nutricional, do meio ambiente e dos direitos humanos.

Contudo, a região não é apenas um espaço marcado por desigualdades: é também um território onde emergem práticas e saberes que desafiam significados estabelecidos e produzem alternativas concretas. Federações e cooperativas camponesas, cozinhas comunitárias, organizações territoriais, economias regionais, agroindústrias de pequeno e médio porte, cadeias curtas de abastecimento e empreendimentos da economia social e solidária constituem experiências que recuperam o saber local, produzem alimentos utilizando métodos não extrativistas e recriam vínculos entre produção, trabalho, culinária e comunidade. Essas experiências revelam que a fome não é apenas um déficit alimentar, mas também uma expressão de desigualdades estruturais que podem ser enfrentadas por meio de processos coletivos de organização e desenvolvimento territorial.

A cooperação Sul-Sul assume particular relevância neste contexto. Ela permite a partilha de conhecimentos locais, a comparação de experiências e o desenvolvimento de avaliações que fortalecem as capacidades locais para combater a desigualdade alimentar e a exclusão social. Esta troca de conhecimentos — que integra conhecimentos académicos, técnicos, territoriais e comunitários — aprofunda uma perspetiva crítica sobre os sistemas alimentares e fornece subsídios para a construção de estratégias que não reproduzam a lógica vertical das políticas nem as limitações das abordagens de baixo para cima centradas exclusivamente em iniciativas locais isoladas.

De uma perspectiva contextualizada, a América Latina e o Caribe não apenas sofrem os efeitos da reestruturação agroalimentar global, mas também produzem conhecimento, práticas e alternativas que nos permitem vislumbrar transformações estruturais. Reconhecer o valor dessas experiências implica compreender que a soberania alimentar no Sul Global é um processo contestado que combina análise crítica, trabalho de base e construção coletiva. O Grupo de Trabalho proposto visa refletir, a partir de diversas trajetórias, territórios e experiências, sobre:

a. as formas como as desigualdades alimentares estão interligadas nos territórios rurais e urbanos, afetando de forma diferenciada os pequenos produtores, as comunidades camponesas, as cozinhas comunitárias e as famílias com acesso restrito a alimentos nutritivos;

b. as formas como a expansão das lógicas extrativistas no mundo rural transforma as práticas locais de produção, distribuição, preparação e consumo, aprofundando os processos de dependência e perda da soberania alimentar;

c. o papel das cozinhas comunitárias que abordam o acesso diário aos alimentos e podem se tornar um ator importante na geração de estratégias locais para combater a insegurança alimentar;

d. respostas provenientes de territórios e governos locais, incluindo experiências de cocriação participativa, políticas de abastecimento, circuitos curtos, infraestruturas comunitárias e estratégias para defender o direito à alimentação adequada através de práticas soberanas;

e. as possibilidades de construir epistemologias e metodologias situadas, capazes de fortalecer a ação coletiva, ampliar as margens de tomada de decisão em matéria de alimentação e desafiar os significados hegemônicos que orientam os sistemas agroalimentares no Sul Global.

Em resumo, esta perspectiva constitui o ponto de partida para articular propostas que reconheçam a complexidade do problema alimentar e forneçam uma base para o codesign participativo e as estratégias de ação que serão desenvolvidas na seção seguinte.

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3. Justificação e análise da relevância teórica, social e intelectual do tema em relação ao contexto analisado no ponto anterior.

A soberania alimentar no Sul Global não é apenas um slogan político ou uma meta programática: é, acima de tudo, uma experiência cotidiana marcada por desigualdades que permeiam territórios, corpos e relações sociais. Em muitas regiões da América Latina e do Caribe, os sistemas alimentares são moldados por tensões entre modelos extrativistas e práticas comunitárias, entre a expansão da agricultura corporativa e os esforços locais para sustentar formas alternativas de produzir, cozinhar e distribuir alimentos. Transformações recentes relacionadas ao meio ambiente, à nutrição, à mobilidade de bens comuns e à financeirização da terra reforçam a necessidade de desenvolver perspectivas críticas e situadas, capazes de lidar com a complexidade desses processos.

Nesse contexto, a análise crítica proposta pelo Grupo de Trabalho "Soberania Alimentar do Sul Global" estrutura-se em três níveis complementares que permitem reconstruir os problemas, tensões e desafios enfrentados pelos atores envolvidos na produção diária de alimentos e no desenvolvimento de alternativas. Essa perspectiva está enraizada em uma tradição latino-americana que demonstra que a fome faz parte de uma estrutura histórica de desigualdades — desde Josué de Castro até os debates contemporâneos sobre dependência e extrativismo — e que, portanto, exige ferramentas analíticas e políticas capazes de ir além da abordagem centrada na oferta, dominante nas organizações internacionais.

1) Atores sociais

O primeiro nível concentra-se nos atores sociais, seus conhecimentos e suas práticas situadas. Isso inclui camponeses, agricultores familiares e pequenos produtores; cooperativas, federações e organizações de base; cozinhas comunitárias e sopões; consumidores com necessidades alimentares total ou parcialmente não atendidas; e governos locais, cuja capacidade de intervenção direta em territórios específicos os torna atores-chave na luta pela soberania alimentar. Este nível começa com um mapeamento detalhado para identificar práticas, conhecimentos (práticos, ancestrais e consuetudinários), conexões e lições aprendidas que nos permitem compreender como as possibilidades de garantir o direito à alimentação são construídas — e limitadas. Esta primeira etapa busca investigar como esses atores enfrentam a concentração de terras, o aumento dos preços dos alimentos, a perda de biodiversidade, o trabalho precário e o avanço de modelos agroindustriais que enfraquecem as estruturas comunitárias e os sistemas alimentares coletivos. Ao identificar essas diferentes práticas e estratégias, podemos valorizar as lições aprendidas com elas para alcançar a soberania alimentar a partir de uma perspectiva específica do Sul Global.

2) Ferramentas teóricas e epistemologias do Sul

O segundo nível aborda as ferramentas conceituais e o conhecimento, tanto tácito quanto codificado, que nos permitem reconstruir a natureza sistêmica dos problemas alimentares. Este grupo de trabalho adota epistemologias do Sul Global como estrutura para identificar como o conhecimento sobre alimentação é produzido, circulado e legitimado em contextos de desigualdade estrutural. A participação de membros de diversos territórios e origens fortalece essa dimensão, permitindo a incorporação de aspectos nutricionais, infraestrutura culinária e de conservação, acessibilidade econômica, regulamentações locais e tecnologias envolvidas nas diversas etapas do sistema alimentar. Essa perspectiva nos permite examinar criticamente soluções "neutras" ou "técnicas" que historicamente reproduziram assimetrias entre o Norte e o Sul Global, e abre caminho para a coprodução de soluções que reconheçam a diversidade de experiências, conhecimentos e necessidades dos atores sociais. Uma estratégia metodológica que, ao incorporar o aprendizado obtido na primeira etapa, permite analisar como esses atores criam e redefinem suas estratégias alimentares, seus processos culinários identitários e como vivenciam os processos de mudança/permanência de suas matrizes alimentares ao longo do tempo, de acordo com as heterogeneidades dentro dos diferentes grupos.

3) Planejamento estratégico para ação

O terceiro nível concentra-se no planejamento estratégico para a ação coletiva, com ênfase especial na colaboração entre atores comunitários organizados e governos locais. Propõe o trabalho com cooperativas, federações e organizações de base para desenvolver avaliações e estratégias que transcendam as limitações de iniciativas puramente de baixo para cima. Esse planejamento visa fortalecer a transição de abordagens de segurança alimentar para a soberania alimentar, ampliando a capacidade de tomada de decisão sobre o que produzir, como produzir e como garantir o acesso a alimentos diversos e culturalmente adequados. Inspirada na tradição latino-americana de pesquisa-ação, essa abordagem busca promover políticas locais que reconheçam a complexidade dos sistemas alimentares e evitem replicar as abordagens de cima para baixo de organizações internacionais, que frequentemente se concentram em intervenções técnicas sem considerar as assimetrias estruturais enfrentadas por diferentes regiões.

Um elemento transversal em todos os três níveis é o codesign participativo, entendido não apenas como uma ferramenta metodológica, mas como um modo de intervenção situado que desafia as soluções dominantes de cima para baixo. Ao contrário das respostas padronizadas, o codesign permite a integração do conhecimento local, das experiências cotidianas, dos dados empíricos e das capacidades institucionais para construir diagnósticos e alternativas com legitimidade social. Difere também das abordagens puramente de baixo para cima por evitar que o ônus das soluções recaia exclusivamente sobre os atores em situação de vulnerabilidade e por promover estruturas de apoio sustentadas pelos governos locais. Em combinação com a análise das políticas públicas existentes — a partir de uma perspectiva crítica latino-americana de análise de políticas — o codesign possibilita identificar lacunas, tensões e oportunidades para ampliar soluções construídas de baixo para cima.

Essa abordagem também permite a recuperação de experiências anteriores de cooperação Sul-Sul desenvolvidas por membros do Grupo de Trabalho, tanto em contextos acadêmicos (ALAS, ALAHE, Rede NAUS, redes de metodologia e antropologia da saúde), quanto em experiências de cooperação Sul-Sul (Universidade Pan-Africana com universidades argentinas), além de iniciativas comunitárias e projetos locais. Essas trajetórias fortalecem a perspectiva regional e facilitam a construção de diagnósticos comparáveis ​​das múltiplas dimensões da fome, da nutrição e da desigualdade alimentar.

Esta proposta não só oferece uma perspectiva crítica sobre os sistemas alimentares na América Latina e no Caribe, como também promove avaliações participativas e a valorização das lições aprendidas por meio do design colaborativo com diversos atores sociais. Seu duplo propósito é fortalecer as ferramentas analíticas e metodológicas do Sul Global e trabalhar em conjunto com pequenos produtores rurais, organizações camponesas e cozinhas comunitárias que sustentam práticas alternativas de produção, distribuição e consumo em territórios marginalizados pelo modelo agroalimentar dominante.

As diversas trajetórias do Grupo de Trabalho "Soberania Alimentar do Sul Global" permitem a articulação dessas escalas de análise e intervenção, gerando contribuições críticas e contextualizadas. Essa pluralidade contribui para ampliar a capacidade dos governos locais e das organizações territoriais de questionar narrativas, fortalecer direitos coletivos e ampliar o escopo da tomada de decisões sobre os alimentos produzidos e consumidos no Sul Global.

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4. Plano de trabalho de três anos (36 meses).
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações para coordenar pesquisas sociais comparativas relevantes e rigorosas com uma perspectiva regional)
1. Realizar um diagnóstico colaborativo e sistematizado dos atores sociais, do conhecimento (prático, ancestral e consuetudinário) e das práticas territoriais para orientar o planejamento estratégico horizontal em soberania alimentar.


2. Ter um quadro teórico-epistemológico atualizado que fundamente as estratégias de pesquisa e de defesa de direitos do Sul Global.
1.1. Implementar o mapeamento colaborativo em pelo menos 5 territórios de referência.
1.2. Sistematizar e analisar os dados coletados.


2.1. Coletar e analisar a produção acadêmica e não acadêmica (conceitos, metodologias) da região sobre o tema.
2.2. Organizar uma série de 4 seminários virtuais de discussão com atores sociais, acadêmicos e autoridades.
2.3. Resuma as discussões e conclusões.
1.1. Base de dados georreferenciada de atores e práticas.
1.2. Documento de diagnóstico com os resultados do mapeamento, pronto para divulgação em diferentes áreas.


2.1. Estado da arte / bibliografia anotada sobre a construção social da alimentação.
2.2. Ciclo de seminários realizados com registro (gravações e atas) nos quais participam atores sociais, governos locais e membros do GT.
2.3. Documento de enquadramento teórico-epistemológico colaborativo e horizontal.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
3. Colocar os problemas e as soluções coproduzidas sobre soberania alimentar nas agendas públicas e midiáticas.


4: Fortalecer as capacidades de pesquisa de jovens profissionais por meio da troca horizontal de conhecimento situado.
3.1. Elabore pelo menos 5 artigos de opinião e realize 3 entrevistas em meios de comunicação de massa.
3.2. Preparar e submeter 3 artigos coletivos para revisão em periódicos especializados indexados.
3.3. Editar e publicar 2 dossiês temáticos em periódicos da rede CLACSO que incluam estudos de caso e estratégias de trabalho horizontal que abranjam o design colaborativo e a coprodução.


4.1. Conceber e ministrar um programa de 6 sessões de tutoria virtual para estudantes de pós-graduação que inclua a participação de atores sociais territoriais.
4.2. Organizar 2 seminários de intercâmbio entre pesquisadores seniores e juniores do GT.
4.3. Criar um banco de recursos (bibliografia, casos, metodologias) que seja acessível tanto aos pesquisadores quanto aos atores sociais e governos locais envolvidos.
3.1: Inserções de mídia publicadas (links ou recortes).
3.2: Artigos de autoria coletiva submetidos a revistas (comprovante de submissão).
3.3: Dossiês publicados online e em formato PDF.


4.1. Programa de tutoria implementado com uma lista de participantes.
4.2. Seminários realizados com atas de conclusão.
4.3. Repositório digital implementado e em uso pelo GT, que também é acessível a atores sociais e governos locais que fazem parte da pesquisa e da coconstrução de soluções para a soberania alimentar.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, gestores ou funcionários de políticas públicas, experiências comunitárias e territoriais)
5. Estabelecer canais de diálogo fluidos e atualização contínua com organizações de base e governos locais.


6. Coproduzir contribuições concretas para a concepção de políticas públicas locais inclusivas.
5.1. Realizar 4 reuniões (virtuais/presenciais) por semestre com representantes de organizações de base e governos locais.
5.2. Sistematizar em relatórios executivos o conhecimento e os problemas identificados em cada reunião.


6.1. Facilitar 3 oficinas participativas de co-design com atores sociais e equipes do governo local.


6.2. Elaborar propostas de políticas colaborativas ou planos de ação horizontais com base nas oficinas.
5.1. Cronograma de reuniões preenchido com listas de presença.
5.2. 4 relatórios executivos sobre a sistematização dos diálogos, entregues aos participantes.


6.1. Oficinas horizontais realizadas com atas de acordos.
6.2. 3 propostas ou protótipos de políticas públicas locais concebidas em conjunto e apresentadas às autoridades.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
7. Ampliar a visibilidade e o impacto do GT em redes acadêmicas e profissionais internacionais.


8. Transferir o conhecimento coproduzido para programas de formação e extensão de pós-graduação.
7.1. Apresentar propostas para organizar painéis/apresentações nos congressos da ALASRU, ISA, ALAS, CLADHE, ALA, CLTS, etc.
7.2. Gerir a publicação de um dossiê coletivo na revista de uma dessas redes.


8.1. Desenhe a estrutura e o conteúdo de um curso de pós-graduação virtual.
8.2. Elabore uma proposta para um curso de extensão para atores sociais.
8.3. Apresentar as propostas à CLACSO e às universidades do GT.
7.1. Propostas aceitas e participação confirmada em pelo menos 2 eventos internacionais.
7.2. Dossiê coletivo publicado em periódico da rede associada.


8.1. Programa curricular do curso de pós-graduação concebido.
8.2. Elaboração de proposta de curso de extensão.
8.3. Propostas formalmente submetidas às instituições (cartas/comprovantes de recebimento).

5. Membros do Grupo de Trabalho
Número total de pesquisadores admitidos: 43
Paola Andrea Cano Molina
Pontifícia Universidade Javeriana Cali
Colômbia
Estefanía Cirino
Instituto de Estudos Sociais em Contextos de Desigualdades
Universidade Nacional José C. Paz
Argentina
Oscar Pérez López
Instituto de Antropologia
Universidad Veracruzana
México
Jaime R. Pagán-Jiménez
Centro de Pesquisa Social, Porto Rico
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Porto Rico
Porto Rico
Patrício Araújo
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Centro de Humanidades
Universidade Estadual do Ceará
Brasil
Maria Cláudia Da Veiga Soares Carvalho Maria Cláudia
UFRJ
Brasil
Javier Lafita Labacena
Instituto de Antropologia de Cuba da Agência de Pesquisa Social e Humanística
Natalia Andrea Hernández Fajardo
Centro de Estudos Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Luís Ozmar Pedroza Ortega
Instituto de Investigações Dr. José María Luis Mora
México
Gustavo Laborde
Centro Latino-Americano para a Economia Humana/Instituto Universitário CLAEH
Uruguai
Aldana Boragnio
Departamento de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Quilmes
Argentina
Fernanda Silveira Dos Anjos Bainha
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Brasil
Diana María Orozco Soto
Faculdade de Educação
Faculdade de Educação
Universidade de Antioquia
Colômbia
Maria Alejandra Girona Gamarra
UDELARIA
Uruguai
Silvana María Bitencourt
Universidade Federal de Mato Grosso, Instituto de Ciências Humanas e Sociais
Brasil
Yuribia Velázquez Galindo [Coordenador]
Instituto de Antropologia
Universidad Veracruzana
México
Luis Antonio Contreras Barco
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Equador
Equador
Vilson Caetano Sousa Júnior
Centro de Estudos Afro-Orientais
Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH)
Universidade Federal da Bahia (UFBA)
Brasil
Luís Ernesto Blacha [Coordenador]
Departamento de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Quilmes
Argentina
Maria Susana Ortale
Centro de Estudos em Nutrição e Desenvolvimento Infantil (CEREN). Comissão de Pesquisa Científica da Província de Buenos Aires.
Argentina
Luz Marina Arboleda Montoya
Universidade de Antioquia
Colômbia
Angélica Maria Arriola Miranda
Universidade Científica do Sul
Peru
Gabriela Alejandra Alvarez Ochoa
Universidad Veracruzana
México
Maria Elisa Zapata
Centro de Estudos sobre Nutrição Infantil, Dr. Alejandro O'Donell (CESNI)
Argentina
Licia García Vergara
Departamento de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Quilmes
Argentina
Clarissa Magalhães
Uerj
Brasil
Pablo Piquinela
Faculdade de Psicologia
Universidade da República
Uruguai
Bruno Sassone Torcello
Departamento de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Quilmes
Argentina
Sandra Ramírez García
Instituto de Pesquisa Histórica e Social
Universidad Veracruzana
México
Flávia Demonte
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
Flávia Milagres Campos
Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro
Brasil
Guillermo López Varela
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Instituto de Ciências Sociais e Humanas
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Beatriz Eugenia Cid Aguayo
Departamento de Sociologia
Universidad de Concepción
Chile
Nuria Caimmi
Centro de Estudos em Nutrição e Desenvolvimento Infantil (CEREN) - Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica (CONICET)
Argentina
Enriqueta María Quiroz Muñoz
Instituto de Investigações Dr. José María Luis Mora
México
Ricardo Wright
Centro de Estudos em Nutrição e Desenvolvimento Infantil - Comissão de Pesquisa Científica PBA
Argentina
Fabiana Bom Kraemer
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Brasil
Javier Alberto Santos
Instituto de Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais
Universidade Nacional de La Plata - Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica
Argentina
Nahuel Alejandro Rodríguez
Departamento de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Quilmes
Argentina
Emília Pastormerlo
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
Cielo Marisol Tobón Hernández
Universidade de Antioquia
Colômbia
Tânia Citlalli Gabriel Peralta
Instituto de Antropologia
Universidad Veracruzana
México
Daniela Alves Minuzo
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Brasil