Área temática: Conhecimento comum

Grupo de trabalhoCuidado, afetividade e vidas pós-humanas (IA)

1. Nome do Grupo de Trabalho.
Cuidado, afetividade e vidas pós-humanas (IA)
Coordenador(es) do Grupo de Trabalho
Claudia Luz Piedrahita Echandía
Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia

2. Perspectiva situada do tema no contexto latino-americano e caribenho, compreendida a partir de uma visão crítica e contextual do Sul Global.

O contexto da América Latina e do Caribe apresenta um panorama complexo e diverso, revelando uma profunda tensão entre a lógica do capitalismo avançado e a relevância persistente das lutas sociais e da afirmação da diferença. Assim, com o surgimento de um conjunto de desafios inerentes às questões contemporâneas, como aquelas especificamente relacionadas ao cuidado, à afetividade e ao desenvolvimento de múltiplas formas de viver na esteira das tecnologias digitais, particularmente a Inteligência Artificial, surgem diversas possibilidades de pesquisa. Essas possibilidades visam consolidar os fundamentos do pensamento crítico capaz de questionar os acontecimentos atuais, tendo a questão da própria vida como elemento central para conceber ações transformadoras e para desenvolver conhecimento que dialogue com as necessidades e os problemas de um Sul Global caracterizado por uma multiplicidade que se multiplica e por particularidades inegáveis ​​que o definem. Dessa perspectiva, é necessário reconhecer as tensões inerentes aos desafios colocados por um cenário paradoxal como o atual, e mais especificamente as condições da situação na América Latina e no Caribe como territórios onde é preciso repensar-nos a partir de um conhecimento comum, público e aberto que problematize o cuidado, as afetividades e as tecnologias, com base nas questões cotidianas que emergem nesses modos de vida em que se tensionam a lógica voraz do capitalismo avançado e as possibilidades de resistência de outras formas de existir marcadas pela prática do cuidado, pela virada afetiva e pela apropriação da IA ​​e da digitalização da existência em uma chave colaborativa e de ciência aberta.

A disputa biopolítica contemporânea está inextricavelmente ligada a um conjunto de questões-chave: em primeiro lugar, a centralidade da vida como problema nas sociedades contemporâneas e dos modos de vida como palco de tensão entre a lógica do capital e as apostas da resistência crítica; em segundo lugar, a presença de temas como o cuidado e a afetividade como elementos decisivos para repensar as contemporaneidades a partir da afirmação da vida, por meio de possibilidades de potencializar os modos micropolíticos de resistência em posições como tornar-se cuidador ou a força intensiva dos afetos; e, em terceiro lugar, o horizonte da digitalização da vida e o avanço da Inteligência Artificial (IA), como fatores que interferem diretamente nas práticas de cuidado e afetividade a partir de uma lógica crítica ancorada no contexto da América Latina e do Caribe. Três situações que enquadram um contexto que exige reflexão tanto no âmbito geral de uma sociedade global quanto na especificidade de um Sul que demanda um foco no cuidado, na virada afetiva e em tecnologias baseadas na centralidade da vida, nos modos de existência e nas formas como é necessário conceber resistências a partir de outros campos de possibilidade, situadas e com a possibilidade de servirem como ponto de partida para reafirmar a condição política, criativa e diversa do ser latino-americano.

Essas condições tornam-se visíveis, por exemplo, nos principais problemas que se cruzam hoje: por um lado, a necessidade de repensar a afetividade em tempos de aumento drástico dos problemas de saúde mental relacionados a estilos de vida ancorados nas temporalidades aceleradas e axiomáticas do capital; e, por outro lado, a condição dos cuidadores em uma sociedade onde a tensão entre o modelo neoliberal e a possibilidade de resistência baseada no próprio poder do cuidado é evidente. Essas tensões, profundamente políticas, mas também fortemente econômicas, cruzam-se no nível do desenvolvimento tecnológico com a transição do modelo mecânico para a lógica computacional algorítmica, que se entrelaça com as forças necropolíticas do capitalismo de mercado — uma cultura neoliberal que, ao exacerbar o individualismo e a livre concorrência, transforma o cuidado de uma prática para a afirmação coletiva da vida em um elemento central da gestão econômica. A análise proposta por este Grupo de Trabalho centra-se, portanto, na versatilidade tática dos discursos sobre o cuidado, que, na nossa região, revela como o Estado oferece uma resposta restrita e deficiente em serviços essenciais, estratificando o acesso ao cuidado e minando o significado do cuidado conjunto. Como salienta Tronto (2024), “o efeito da democracia de mercado no cuidado é claro: cria grandes desigualdades e reduz o significado do cuidado conjunto”.

Essa captura capitalista da existência e a trivialização do desejo criativo e dos afetos impulsionam a necessidade de uma resistência micropolítica que surge no processo de tornar-se cuidador. Esse processo se fundamenta em uma ontologia prática deleuziana que se distancia do ser unívoco para abraçar a multiplicidade e a diferença, focando no poder dos corpos, um conceito crucial desenvolvido por Spinoza. A Virada Afetiva se articula como a ferramenta conceitual para essa transformação, libertando o pensamento da cognição e da representação. Os afetos, nessa perspectiva, não são meras emoções privadas, mas forças intensivas ou campos de intensidades que fluem autonomamente em relação à consciência, impulsionando a mutação e tornando-se algo mais. Massumi (1995, 2002) define essa resistência à captura como a autonomia do afeto, a emergência do virtual que gera novas interconexões. Assim, a configuração das existências de cuidado requer a atualização das sensibilidades e o traçado de linhas de fuga em relação à sujeição do ego, num processo de dessubjetivação onde, nas palavras de Foucault (2002, 2018), as técnicas de dominação se articulam com as técnicas do self.

Nessa perspectiva, no contexto latino-americano e caribenho, convergem um conjunto de problematizações, que se manifestam na necessidade de considerar as possibilidades de consolidação de outros modos de existência como alternativa à lógica do capital, e inclusive por meio de iniciativas de ciência aberta e pesquisa que defendem o conhecimento como bem comum — ou seja, uma prática integradora que empodera coletivos em nossos territórios. Trata-se, portanto, da possibilidade de configurar existências do cuidado que requerem a atualização de sensibilidades para que os corpos possam traçar linhas de fuga de dicotomias excludentes, do controle e do individualismo, reivindicando o poder transformador dos afetos e das sensibilidades. Por isso, não basta reconhecer que corpos e afetos estão na base de um modo específico de pensar que contribui para a reconfiguração da estrutura organizacional, das instituições e dos centros de poder em uma sociedade. É necessário avançar no exercício de uma micropolítica ou política das singularidades que reconheça como cada sujeito, cada grupo, cada experiência incorpora um modo de vida capaz de resistir ou transformar a ordem dominante. Os espaços educacionais e psicoterapêuticos, vistos a partir dessa perspectiva micropolítica, não se limitam à aplicação de técnicas aos sujeitos; eles criam condições para que o desejo, a diferença e a singularidade se desdobrem. Uma política do corpo, dos afetos, do encontro. E é aí, no âmbito da digitalização da vida, que, para o nosso contexto, o desafio não é o uso acrítico de dispositivos, característico do determinismo tecnológico, mas sim o questionamento das existências e das interconexões relacionais entre bios-zoe-techne, e os empreendimentos criativos que emergem de nossos territórios com o potencial de propor outras vidas, pós-humanas, e comunicá-las em termos de ciência aberta.

Braidotti, R. (2019) O pós-humano. Gedisa.
Deleuze, G. e Guattari, F. (2015) Mil Platôs. Pré-textos.
Foucault, M. (2002). Hermenêutica do Sujeito. México: Fundo de Cultura Econômica.
Foucault, M. (2018). O que é crítica? Buenos Aires: Siglo XXI.
Massumi, B. (1995) “A autonomia do afeto”. Crítica Cultural, nº 31
Massumi, B. (2002) Parábolas para o Virtual: Movimento, Afeto, Sensação. Duke University Press.
Spinoza, B. (2011) Ética demonstrada em ordem geométrica. Aliança
Tronto, J. (2024) Democracia e Cuidado. Raio Verde.
3. Justificação e análise da relevância teórica, social e intelectual do tema em relação ao contexto analisado no ponto anterior.

A relevância teórica, social e intelectual da série discursiva "cuidado, afetos e vidas pós-humanas" implica considerar as condições pelas quais a articulação entre esses três eixos de trabalho analítico, e o que cada um representa separadamente, oferece uma estrutura para a compreensão da situação da América Latina e do Caribe em meio às tensões inerentes às sociedades contemporâneas. Isso inclui a situação inquietante apresentada pelos modos de vida como palco tanto para a captura de sujeitos na perspectiva de uma economia política da subjetividade quanto para o potencial de configuração da resistência a partir de modos de vida alternativos, pós-humanos, ou aqueles que afirmam um tipo diferente de diferença, conhecimento situado, ou propostas como tornar-se cuidador, ou as profundas implicações de uma mudança em direção ao afetivo em tempos em que a ansiedade galopa pelas vidas cotidianas de nossa temporalidade mercantil.

Dentro dessa mercantilização, tornar-se cuidador emerge como um ato de resistência micropolítica e um projeto estético e político centrado na vida, não no mercado. Esse devir é fortalecido pela Virada Afetiva, que não é meramente um desenvolvimento metodológico, mas se estabelece como um compromisso ontológico, estético e político, crucial para libertar o pensamento da cognição e da representação. Ao fornecer o fundamento para a multiplicidade e a diferença, a Virada Afetiva torna-se o mecanismo conceitual indispensável para desmantelar a subjugação do ego e do individualismo, fornecendo a base para um pensamento científico-crítico que ousa interrogar o presente. E, dentro dessa estrutura, questões como a digitalização da vida, mais do que uma mera mudança tecnológica, se apresentam como catalisadoras de uma disputa biopolítica que se gesta em torno dos próprios fundamentos da existência. Nesse contexto, o cuidado e a afetividade estão no cerne da resistência contra as forças necropolíticas do capitalismo de mercado. É essencial destacar como o cuidado, que em sua essência é a afirmação coletiva da vida e a responsabilidade interconectada para com todas as espécies, foi capturado pela gestão econômica e pela cultura neoliberal. Essa racionalidade, que promove o individualismo arraigado e a livre concorrência, obscurece a intenção primordial do cuidado: sustentar toda a vida no planeta, conforme previsto em uma ética pós-humana e em políticas afirmativas (Braidotti, 2018, 2020).

Dessa perspectiva, é essencial compreender que o conceito de cuidado possui uma multidimensionalidade complexa, abrangendo desde uma estrutura ontológica até uma dimensão política. Filosoficamente, Heidegger (2020) o definiu como a estrutura ontológica do Dasein (ser-aí), formalmente concebido como "antecipar-se-já-no-(mundo) no-meio-de (a entidade que aparece dentro do mundo)". Essa estrutura fundamental se expressa no movimento existencial dual de ocupação (Besorgen) e solicitação (Fürsorge). A reflexividade nessa prática é fundamental, pois transforma o cuidado natural em cuidado ético-consciente, alinhando-se à reflexão de Foucault (2002, 2016) sobre o "cuidado de si como prática de liberdade".

A componente afetiva é inerente a essa noção; Boff (2012) destaca o duplo sentido inicial do conceito como uma “atitude amorosa”, que envolve atenção, diligência, mas também “preocupação, inquietação e ansiedade” pelo ente querido. No entanto, a tensão política do conceito manifesta-se no contexto latino-americano e caribenho em sua apropriação mercantilista, que gera desigualdades significativas. A cultura neoliberal utiliza estrategicamente a polivalência tática dos discursos sobre o cuidado dentro dos mecanismos de governança, confirmando que, na prática, toda forma de cuidado é uma forma de governança. A estratificação do cuidado com base no nível de renda e a resposta restrita e deficiente do Estado exemplificam a crítica de Tronto (2024): “o efeito da democracia de mercado sobre o cuidado é claro: cria desigualdades significativas e diminui o significado do cuidado”.

Dessa perspectiva, a Virada Afetiva se estabelece como o correlato ontológico do tornar-se cuidador, funcionando como uma aposta ontológica, estética e política que exige uma nova imagem do pensamento. Seu arcabouço conceitual se fundamenta na ontologia prática deleuziana que, influenciada pelo conceito de poder dos corpos de Spinoza, promove a transição do ser para as multiplicidades e a diferença. Deleuze (1994, 1980) subordina o ser às práticas e aos devires, concentrando-se no "que essas existências podem ser, e não no que elas são".

Dessa perspectiva orientada para o processo, os afetos são definidos como forças intensivas ou campos de intensidades que fluem autonomamente em relação à consciência e à cognição. Massumi (1995, 2002), filósofo da experiência, concentra seu estudo na autonomia do afeto, entendendo-o como a "emergência do virtual que provoca múltiplas e novas interconexões". Esses afetos, operando em um campo energético, impulsionam a mutação e a transformação em algo mais, criando uma diferença diferenciadora. Os afetos se distinguem das emoções, que são a manifestação subjetiva e pessoal dos afetos, onde "o indeterminado se torna determinado, o pré-pessoal se torna pessoal", tornando-se, assim, suscetível à captura capitalista. A Virada Afetiva, ao promover o devir impulsionado por eventos, busca configurar existências pós-humanas e vidas de cuidado que resistam aos modelos de subjetivação capturados pelo ego e pelo individualismo.

Esse modo de vida, característico do capitalismo, é visível no contexto tecnológico atual. O surgimento da Inteligência Artificial (IA) situa-se no contexto da tecnociência e da digitalização da vida, marcando a transição para a lógica computacional algorítmica. A racionalidade digital imposta pela IA, com suas redes neurais e lógica computacional, substitui a força narrativa da contação de histórias por dados e a argumentação por algoritmos. Isso promove um determinismo algorítmico que ameaça a incerteza e a conjectura inerentes à inteligência humana abdutiva. Han (2022) postula que a IA "não raciocina, mas sim computa. Algoritmos substituem argumentos". O risco político reside na transição da liberdade para o controle programado, situação que Cortina (2024) associa ao risco de "cair no determinismo algorítmico, renunciando à liberdade". Além disso, autores como Doudna e Sternberg (2020) alertam para a necessidade urgente de se discutir o controle de tecnologias como a edição genética antes que "as rédeas escapem de nossas mãos". No contexto do Sul Global, uma apropriação crítica e pedagógica da IA ​​que transcenda seu uso instrumental é crucial. A IA não deve ser o oráculo que dita um destino previsível. É necessário letramento científico e crítico para questionar o significado e o propósito da tecnologia.

É aqui que a questão dos modos de existir assume um papel central, ligada tanto à afirmação do saber situado que emerge em nossos territórios quanto ao potencial das vidas pós-humanas que manifestam convergência, diferença distinta e a multiplicidade que multiplica. No Sul Global, o cuidado, concebido como uma afirmação coletiva da vida e da sustentação de todos os seres vivos, foi apropriado pela gestão econômica neoliberal, que se manifesta na América Latina e no Caribe por meio de vastas desigualdades e da ausência de políticas públicas de cuidado, onde o esquema excludente centrado no dualismo "nós e eles" corrói os laços afetivos. Diante de tal subjetivação, tornar-se cuidador emerge como um ato de resistência micropolítica e um projeto estético, político e comunicativo enquadrado na ciência aberta.

Boff, L. (2012). Os cuidados necessários. Trota.
Braidotti, R. (2018) Por uma política afirmativa. Gedisa
Braidotti, R. (2020) Conhecimento Pós-Humano. Gedisa
Cortina, A. (2024). Ética ou ideologia da inteligência artificial? Paidós
Deleuze, G. e Guattari, G. (1994) Mil Platôs. Pré-Textos.
Deleuze e Clarice Pernet. (1980) Conversas. Pré-textos.
Doudna, J. e Sternberg, S. (2017) Uma fenda na criação. Vintage
Foucault, M. (2002). Hermenêutica do Sujeito. Fundo de Cultura Económica.
Foucault, M. (2016). A Origem da Hermenêutica do Si-mesmo. Siglo XXI
Han, BC (2022) Infocracia. Touro.
Heidegger, M. (2020). Ser e Tempo. Trotta.
Massumi, B. (1995) “A autonomia do afeto”. Crítica Cultural, nº 31
Massumi, B. (2002) Parábolas para o Virtual: Movimento, Afeto, Sensação. Duke University Press.
Tronto, J. (2024) Democracia e Cuidado. Raio Verde
4. Plano de trabalho de três anos (36 meses).
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações para coordenar pesquisas sociais comparativas relevantes e rigorosas com uma perspectiva regional)
Realizar uma macro-investigação que torne visíveis os componentes e as relações da série discursiva da GT: cuidado, afetividades e vidas pós-humanas.
Promover a formação e a produção científica através da integração de áreas temáticas de trabalho em teses de doutoramento e projetos de mestrado.
Estruturando o plano de trabalho
Organização dos grupos por componente, país e centro.
Desenvolvimento de projetos de pesquisa
Planejamento e condução de sessões de trabalho
Realizando a investigação
Declaração de conclusões
Divulgação dos resultados do macroprojeto
Estruturação de um plano de trabalho para a orientação de teses de doutorado e projetos de mestrado
Apoio nos processos de pesquisa
Submissão e divulgação de teses e projetos
1 projeto de pesquisa macro desenvolvido
2 teses de doutorado sobre o tema da GT
4 dissertações de mestrado sobre o tema GT
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Elaborar novos documentos de conhecimento em capítulos de livros, livros e artigos relacionados aos processos de pesquisa desenvolvidos pelo GT.
Explorar e produzir novos formatos de comunicação focados na comunicação pública da ciência e na ciência aberta em um nível digital e transmídia.
Promover a disseminação do conhecimento através da realização de eventos de âmbito internacional.
Estruturando o plano de trabalho
Desenvolvimento de um plano de publicações
Organização de grupos de trabalho para a divulgação de produtos CPC
Estruturação do plano do evento
Organização dos aspectos logísticos
Celebração e lançamento de eventos e elementos criados para a disseminação do conhecimento.
Sistematização de processos
1 livro produzido pela GT
1 capítulo de livro publicado fora do GT
7 artigos em periódicos indexados de membros do GT
1 produto de mídia do tipo podcast
2 produtos de mídia audiovisual
1 produto de mídia transmídia
2 eventos internacionais
1 evento com foco em Ciência Aberta.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, gestores ou funcionários de políticas públicas, experiências comunitárias e territoriais)
Estabelecer relações com grupos e movimentos sociais relacionados aos eixos da série discursiva da GT.
Realizar processos de organização e interação com entidades responsáveis ​​por políticas públicas e/ou experiências comunitárias e/ou entidades de ciência e tecnologia cujo trabalho esteja ligado a aspectos relacionados aos eixos conceituais dos processos de Iniciativa Global e Ciência Aberta.
Estruturando o plano de trabalho
Organizar reuniões com entidades e/ou grupos
Realização de reuniões
Organização dos processos de acordo para trabalho conjunto
Estruturação de ações conjuntas
2. Relações (acordos-quadro ou programáticos) estabelecidas com organizações de ciência e tecnologia ou ONGs, movimentos sociais ou outros grupos de trabalho relacionados ao tema da Ciência Aberta.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Estabelecer relações de colaboração com outras redes internacionais de pesquisa.
Estruturando o plano de trabalho
Consolidação do relacionamento e do contato com a rede.
Organizar reuniões com a rede
Proposta de elementos e acordos de cooperação
Estruturando o processo de articulação
Desenvolvimento de um acordo-quadro, acordo de participação ou acordo de articulação com a rede.
1. Processo avançado de articulação com uma rede internacional de pesquisa.

5. Membros do Grupo de Trabalho
Número total de pesquisadores admitidos: 91
Álvaro Diaz Gomez
Observatório de Políticas para a Infância e a Juventude
Universidade Tecnológica de Pereira
Colômbia
Carlos Arturo Reina Rodríguez
Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Luís Alberto Herrera Montero
Vice-Reitoria de Pesquisa e Inovação
Universidade de Cuenca
Equador
Dana Milena Chavarro Bermeo
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Universidade Federal de Pernambuco
Brasil
Marta Cecília Lozano Ardila
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Lisandro David Hormaeche
UNTREF
Argentina
Ismael Germán Ocampo Bernasconi

Jorge Eliécer Martínez Posada
Faculdade de Ciências da Educação da Universidade La Salle, Colômbia
Faculdade de Ciências da Educação
Universidade de La Salle
Colômbia
Maria Isabel Carolina Medina Rodríguez
UNAM
México
Rafael Lorenzo Martín
Diretoria de Ciência, Tecnologia e Inovação da Universidade de Holguín
Cuba
Jeison Herley Camacho Tellez
Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Sharon Aline Neira García
Instituto de Pesquisa sobre a Universidade e a Educação
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Marcelo David Sosa

Javiera Cubillos Almandra
Universidade Católica de Maule
Chile
Miguel Ángel Puentes Castro
Universidade Tecnológica de Pereira
Colômbia
Maria Del Carmen Maldonado Mamani
Universidade de Valparaíso
Chile
Leobardo Antonio Rosas Chávez
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Mario Montoya Castillo
Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Alba Elena Avila Gonzalez
NÃO REGISTRA
México
Glória Elizabeth García Hernández
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Iztapalapa
México
Juan Camilo Arias Mejia
Universidade distrital
Colômbia
Felipe Andrés Bernal Sandoval

Luís Fernando Bravo Leão
Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Genoveva Echeverria Galvez
Universidade Católica de Maule
Chile
Katya Montserrat Olivera Rubio
UNAM
México
Ana María Vera Haro

Adrián José Perea Acevedo
Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Daysi Alejandra Rodríguez Prieto
Departamento de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Pedagógica Nacional
Colômbia
Eduardo Ovídio Romero

Gustavo Federico Chavero
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Manuel Amador Velázquez
FES ACATLÁN - UNAM
México
Elizabeth Martinez Pineda
Departamento de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Pedagógica Nacional
Colômbia
Andrea Catalina Suárez Bautista
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Corporação Universitária Minuto de Deus
Colômbia
Patricia Del Pilar Briceño Alvarado
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Andrés Camilo Nieto Ramírez
Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Dana Milena Chávarro Bermeo
Universidade Pedagógica Nacional
Colômbia
Fabian Andres Llano
Universidade distrital
Colômbia
Alicia Eugenia Olmos
Secretaria de Ciência, Arte e Tecnologia
Universidade Provincial de Córdoba
Universidade Provincial de Córdoba
Argentina
Marcos De Araújo Silva
Universidade Nova de Lisboa
Brasil
Alfonso Torres Carrillo
Departamento de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Pedagógica Nacional
Colômbia
Javiera Pavez Mena
Escola de Psicologia
Pontifícia Universidade Católica de Valparaíso
Chile
Oscar José Useche Aldana
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Corporação Universitária Minuto de Deus
Colômbia
Hernán Javier Riveros Solórzano
Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Jaquelina Noriega
Universidade Nacional de Villa Mercedes
Argentina
Antonio Marmolejo Oña
Universidade de Málaga
Espanha
Catalina Maria Sepúlveda Zapata
Faculdade de Ciências da Educação
Universidade Católica do Leste
Colômbia
Marybexy Calcerrada Gutiérrez
Departamento de História, Universidade de Holguín
Universidade de Holguín
Cuba
Júlio César Murillo García
Universidade Tecnológica de Pereira
Colômbia
Ariel Humberto Gómez Gómez
Pós-graduação
Universidade Autônoma Latino-Americana
Colômbia
Evelyn Azucena Elenes Díaz
UNAM
México
Claudia Luz Piedrahita Echandía [Coordenador]
Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Ana Maria Calderón Jaramillo
Universidade Tecnológica de Pereira
Colômbia
Evelyn Guadalupe Cazares Jimenez
Mestrado em Educação Ambiental
Universidade de Guadalajara
México
Maria Cristina Fuentes Zurita
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Iztapalapa
México
Maria Cristina Martinez Pineda
Departamento de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Pedagógica Nacional
Colômbia
Christian Giovanni Garcia González
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Iztapalapa
México
Luz Diana Ocampo Montoya
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Yanina Marjorie Gutiérrez Valdés
Vice-Reitoria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Universidade do Humanismo Cristão
Chile
José Maria Garcia
Universidade de Múrcia
Colômbia
Adriana Anacona Muñoz
Universidade de Santiago de Cali
Colômbia
Elena Heritier
Universidade Nacional de Rosário, Argentina
Argentina
Rosa Martha Gutierrez Rodriguez
FACULDADE DE ESTUDOS SUPERIORES ACATLÁN - UNAM (FES ACATLÁN- UNAM)
México
Stephanie Angelica Varela Gutierrez
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
Luís Enrique Pérez Guevara
Mestrado em Informática Educacional e TIC
Peru
Jorge Alberto Amaya Ruiz
Centro Andino de Ação Popular
Equador
Carlos Eduardo Martínez Hincapié
Universidade Uniminuto
Colômbia
Victor German Sanchez Arias
Coordenação da Universidade Aberta e Educação a Distância (CUAED) - UNAM
México
Emilio Guacheta Gutierrez
Departamento de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Pedagógica Nacional
Colômbia
Wellington Pinheiro
Faculdade Osman da Costa Lins
Brasil
Hector Adolfo Bernal Sandoval
Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Nuria Romo Avilés
UNIVERSIDADE DE GRANADA
Espanha
Alma Herrera Márquez
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Azcapotzalco
México
Hilda Beatriz Salmerón García

Vladimir Pita Simón
Departamento de História, Universidade de Holguín
Universidade de Holguín
Cuba
Francisco Javier Hernández Dorado
UNAM
México
Norman José Solorzano Alfaro
Faculdade de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional
Costa Rica
Jorge Rodrigo López Romero

Juan José Sanabria López
UNAM
México
Aida Teresa Torralbas Fernández

Julieta Mónica Hernández Hernández
Coordenação de Pesquisa da Faculdade de Filosofia e Letras
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Carlos Mazzola
Universidade Nacional de Villa Mercedes
Argentina
Martin Gonzalo Zapico
Departamento de Educação e Formação de Professores
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Nacional de San Luis
Argentina
Emilio Guachetá Gutiérrez
Universidade Pedagógica Nacional
Colômbia
Rafael Baldomero López Lozano
Universidade Nacional de São Marcos
Peru
Angela Maria Urrego Tovar
Faculdade de Ciências da Educação
Universidade Católica do Leste
Colômbia
Gina Marcela Reyes Sánchez
Faculdade de Ciências da Educação da Universidade La Salle, Colômbia
Faculdade de Ciências da Educação
Universidade de La Salle
Colômbia
Gustavo Federico Chavero
Departamento de Educação e Formação de Professores
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Nacional de San Luis
Argentina
José Ricardo Gutiérrez Vargas
UNAM
México
Nicolás Alexander Londoño Osorio
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Andrés Fernando Castiblanco Roldan
Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Laura Cabezas Baamonde
Universidade Nacional de San Martin
Argentina