Área temática: Conhecimento comum
Grupo de trabalhoCiência aberta como um bem comum
Fundação Outubro - Trabalhadores da Construção Civil
Argentina
Centro de Pesquisa e Estudos Avançados em Ciência Política e Administração Pública
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Autônoma do Estado do México
México
De uma perspectiva crítica situada na América Latina e no Sul Global, a ciência deve ser concebida e defendida como um bem público e comum, em face da mercantilização, da dependência epistemológica e tecnológica e das assimetrias estruturais que historicamente limitaram a produção, a circulação e a apropriação social do conhecimento. Embora o discurso internacional frequentemente apresente a ciência como um recurso universal, seu acesso e disseminação permanecem condicionados por infraestruturas comerciais dominadas pelo Norte Global, o que gera dependência epistemológica e limita a visibilidade das agendas de pesquisa locais.
Nessa abordagem, consolidar a ciência como um bem público implica desmercantilizar seus processos de comunicação, proteger infraestruturas abertas e não comerciais e fortalecer modelos regionais baseados na colaboração e no livre acesso à leitura e publicação. O caso latino-americano é apontado como prova de que é possível sustentar sistemas de comunicação científica geridos por instituições públicas e orientados para o interesse público.
Além disso, observa-se que a expansão dos modelos de negócios de publicação paga aprofunda as lacunas existentes e compromete a natureza pública do conhecimento. Nessa perspectiva, garantir que a ciência funcione como um bem público é entendido como uma tarefa política e coletiva que exige a defesa de infraestruturas abertas, a redução das pressões comerciais e a garantia de condições equitativas para a geração, avaliação e disseminação do conhecimento.
Além disso, é crucial analisar criticamente iniciativas e infraestruturas que se declaram "neutras" em relação aos modelos de pagamento por publicação (APC). Essa neutralidade tende a reproduzir as condições que permitem a expansão de esquemas comerciais que exacerbam as desigualdades existentes, especialmente para as comunidades científicas com menos recursos. Reconhecer os efeitos dessas posições significa compreender que a ausência de um posicionamento contra dinâmicas desiguais acaba por reforçar os padrões que as sustentam.
Da mesma forma, é crucial influenciar os tomadores de decisão para que reconheçam o valor estratégico do acesso aberto não comercial, o integrem explicitamente aos sistemas de avaliação científica e aloquem recursos para sua manutenção. A continuidade dessas infraestruturas depende de políticas públicas e universitárias que valorizem sua contribuição para a equidade, a soberania da informação e a construção coletiva do conhecimento.
Essa perspectiva situada da ciência aberta na América Latina e no Caribe exige a incorporação de outros componentes essenciais, como infraestruturas abertas, dados de pesquisa, declarações e diretrizes de avaliação científica, ciência cidadã, educação aberta e diálogo aberto com outros sistemas de conhecimento. Nenhum desses elementos é neutro: todos são moldados por relações de poder globais que determinam quem define os padrões, quem controla os dados, quais infraestruturas são consideradas legítimas e quais práticas são reconhecidas como válidas. Na região, a dependência de plataformas comerciais, a imposição de métricas externas, a escassez de recursos para a gestão de dados abertos e a desvalorização do conhecimento comunitário demonstram que a abertura só tem significado emancipatório quando construída a partir de nossas próprias estruturas, com tecnologias públicas, línguas locais e prioridades epistemológicas regionais. Portanto, uma ciência aberta verdadeiramente latino-americana deve fortalecer infraestruturas soberanas, desenvolver dados e metadados voltados para as necessidades locais, promover sistemas de avaliação responsáveis que respondam à justiça cognitiva e consolidar modelos de educação aberta que se engajem com o conhecimento coletivo e as agendas sociais de nossos territórios. Somente assim a abertura deixa de ser uma adaptação periférica a normas externas e se torna uma ferramenta política para contestar significados, democratizar o conhecimento e expandir as capacidades científicas a partir de e para as nossas comunidades.
Dessa perspectiva, garantir que a ciência seja considerada um bem público exige ação política e coletiva. Isso implica uma transformação em vários níveis: é necessário avaliar criticamente os modelos atuais de comunicação científica, mitigar as pressões comerciais, modificar os marcos de financiamento, fortalecer a infraestrutura pública, fomentar modelos colaborativos em nível regional e, fundamentalmente, assegurar condições equitativas na geração, avaliação, disseminação e apropriação social do conhecimento.
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Cetto Kramis, AM, Alonso Gamboa, JO, Laerte Packer, A., & Aguado López, E. (2015). Uma abordagem regional para a comunicação científica: sistemas de periódicos de acesso aberto. In JP Alperin & G. Fischman (Eds.), Made in Latin America: Open access, academic journals, and regional innovations (1ª ed.). Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais. http://ri.uaemex.mx/handle/20.500.11799/94999
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A relevância do Grupo de Trabalho (GT) reside na necessidade de articular teoria crítica, políticas públicas e institucionais e ação coletiva para orientar o desenvolvimento da ciência aberta rumo a um modelo mais justo, sustentável e socialmente relevante. Essa justificativa se organiza em torno de quatro dimensões principais.
(1) RELEVÂNCIA TEÓRICA: A ciência aberta não é apenas um conjunto de práticas tecnológicas; ela implica uma postura epistemológica. De uma perspectiva latino-americana, seus fundamentos teóricos estão ligados a debates sobre justiça cognitiva, descolonização do conhecimento, pluralidade epistêmica e democratização dos processos de produção de conhecimento.
O modelo dominante de comunicação científica (baseado em assinaturas, taxas de publicação, rankings, métricas comerciais e concentração editorial) não é neutro. Ele condiciona e define quem tem o direito de publicar, quais línguas circulam, quais temas são legitimados e qual conhecimento é marginalizado. As contribuições da CLACSO, da FOLEC e do Manifesto de Bogotá (2025) ressaltam que a transformação desse sistema exige a redefinição dos critérios de avaliação e financiamento que perpetuam essas desigualdades.
Neste ponto, a GT enfrenta o desafio de articular a teoria crítica e as evidências empíricas para questionar significados e propor horizontes alternativos.
(2) RELEVÂNCIA SOCIAL: No contexto regional, a ciência aberta é fundamental para fortalecer as democracias e promover sociedades mais equitativas. Não se trata apenas de fornecer acesso gratuito a artigos científicos: trata-se de reconhecer a sociedade como parte do ecossistema de produção de conhecimento.
É por isso que o GT incorpora tópicos essenciais como:
A ciência cidadã e participativa representa uma mudança paradigmática na forma como a pesquisa é concebida e conduzida. Essa abordagem baseia-se na colaboração ativa entre cientistas, pesquisadores e o público em geral, mas sobretudo na inclusão de outros atores sociais e seus sistemas de conhecimento (como o conhecimento de povos ancestrais, agricultores, trabalhadores ou sabedoria popular) em todas as etapas do ciclo de pesquisa. Esse modelo promove a democratização do conhecimento, fortalece o vínculo entre ciência e sociedade e facilita a geração de soluções mais eficazes e contextualizadas para problemas complexos.
Infraestruturas abertas para gestão de dados (dados de pesquisa ou dados públicos, produzidos e mantidos por entidades governamentais ou de interesse social) que garantam a transparência, a reutilização e a rastreabilidade do conhecimento produzido com recursos públicos. O fortalecimento das infraestruturas abertas não é apenas uma questão técnica, mas também uma estratégia de política científica e social voltada para a democratização do acesso ao conhecimento, a aceleração da inovação e o fortalecimento da confiança na ciência e nas instituições públicas.
- Avaliação da pesquisa, justa, inclusiva e contextualizada; promovida pela FOLEC, em aliança com diferentes espaços para a produção de indicadores abertos, diversos, situados e não comerciais, e apoiada por várias declarações regionais que introduzem critérios de impacto social, relevância e colaboração.
Essas abordagens são essenciais para fortalecer a confiança pública na ciência e ampliar a participação social. Dessa forma, fomenta-se a ciência socialmente relevante, fortalecendo nossas democracias e nossa sociedade.
(3) RELEVÂNCIA INTELECTUAL: O acesso aberto não comercial (conhecido internacionalmente como Acesso Aberto Diamante) é um dos pilares centrais do Grupo de Trabalho. Embora este modelo tenha uma longa história na América Latina — publicação aberta sem cobrança de leitores ou autores —, recentemente começou a ganhar força também na Europa. As Conclusões do Conselho da União Europeia sobre Publicação Científica (2023) expressam preocupação com o aumento dos custos de assinaturas e taxas de publicação de artigos científicos (APCs) e alertam que o sistema se tornou insustentável para financiadores e instituições públicas. Portanto, o Conselho insta os Estados-Membros e a Comissão Europeia a financiarem infraestruturas de publicação sem fins lucrativos, lideradas por organizações públicas, e a reformarem os sistemas de avaliação em cooperação com parceiros globais.
Essa convergência abre uma oportunidade para a colaboração inter-regional que reconhece a trajetória da América Latina, amplamente valorizada como a região do mundo que mais avançou em modelos não comerciais de comunicação científica. Com base nisso, no período de 2026 a 2028, o Grupo de Trabalho se concentrará na promoção da ciência aberta na América Latina e no Caribe como um bem comum, na análise crítica de iniciativas globais, no fortalecimento de alianças Sul-Sul e Sul-Norte e no fomento de parcerias que beneficiem a região.
O Grupo de Trabalho considera essencial debater a atual proposta europeia de "diamantes", que terceiriza processos para fornecedores sem fins lucrativos. Essa prática, embora formalmente não comercial, reintroduz a lógica de mercado e levanta dúvidas sobre sua legitimidade fiscal e social. Essa tendência pode levar à comercialização disfarçada, criando tensão com o modelo latino-americano, que é financiado publicamente e gerido por instituições acadêmicas.
O posicionamento regional deve se basear em seus pontos fortes históricos — acesso aberto não comercial, bibliodiversidade, multilinguismo e cooperação regional — e abordar desafios-chave: sustentabilidade da infraestrutura, financiamento cooperativo e reformas de avaliação que incentivem práticas não comerciais. Isso requer a consolidação de uma visão do acesso aberto não comercial como um bem público global, alinhada à Recomendação da UNESCO sobre Ciência Aberta (2021), ao Manifesto sobre a Ciência como um Bem Público Global: Acesso Aberto Não Comercial (2023) e aos ODS.
O Grupo de Trabalho analisará criticamente: a proposta europeia do "diamante", que terceiriza processos para fornecedores externos; os riscos da comercialização dissimulada que contradiz a lógica do bem comum; e as implicações para regiões com infraestrutura precária, onde um modelo de "diamante" terceirizado pode exacerbar as desigualdades. Ao mesmo tempo, a região possui pontos fortes singulares — bibliodiversidade, multilinguismo e redes de cooperação — que devem ser destacados como contribuições para o debate global.
(4) RELEVÂNCIA ESTRATÉGICA: Para consolidar a ciência como um bem público, são necessários modelos de sustentabilidade consistentes com essa visão. Nesse sentido, o Grupo de Trabalho precisa analisar, discutir, avaliar e disseminar modelos de financiamento comunitário, nos quais tarefas e custos sejam compartilhados, redes colaborativas sejam utilizadas e esses modelos não dependam exclusivamente de orçamentos institucionais, mas também envolvam consórcios e redes nacionais e regionais. É necessário também incentivar o apoio governamental específico ao modelo Diamante (publicações de acesso aberto que não cobram pela publicação e repositórios que também não cobram pela publicação em acesso aberto) e buscar colaboração com organizações multilaterais e outras regiões que compartilhem essa visão.
O Grupo de Trabalho estudará e promoverá: Financiamento cooperativo (consórcios, redes nacionais e regionais). Infraestruturas soberanas em software livre, governança acadêmica e participação da comunidade. Reformas na avaliação científica que alinhem os incentivos com a ciência aberta. Parcerias Sul-Sul e Sul-Norte com abordagens alinhadas à perspectiva deste Grupo de Trabalho.
Esses elementos são essenciais para que as práticas de ciência aberta sejam sustentáveis, escaláveis e resilientes diante dos processos globais de mercantilização.
Em conclusão, nossa região possui uma voz, experiência e modelo que são cruciais hoje para orientar o rumo global da ciência aberta. Nosso principal objetivo é ir além da mera participação no debate global, e sim moldá-lo a partir de uma perspectiva situada, crítica e afirmativa do Sul Global.
Couto Corrêa da Silva, Fabiano e Córdoba González, Saray, editores (2025). Ciência Aberta na América Latina. Buenos Aires: CLACSO. https://biblioteca-repositorio.clacso.edu.ar/bitstream/CLACSO/277344/1/Ciencia-abierta-AL.pdf
Da Silveira, L., Calixto Ribeiro, N., Melero, R., Mora-Campos, A., Piraquive-Piraquive, DF, Uribe Tirado, A., Machado Borges Sena, P., Polanco Cortés, J., Santillán-Aldana, J., Couto Corrêa Da Silva, F., Ferreira Araújo, R., Enciso Betancourt, AM, & Fachin, J. (2023). Taxonomia da ciência aberta: revisada e ampliada. Found Bibli: revista eletrônica de biblioteconomia e ciência da informação, 28, 1–24. https://doi.org/10.5007/1518-2924.2023.e91712/53422
Declaração de apoio às Recomendações da UNESCO sobre Ciência Aberta (2022). CLACSO. https://www.clacso.org/declaracion-de-apoyo-a-las-recomendaciones-sobre-ciencia-abierta-de-la-unesco/
Manifesto de Bogotá: Rumo a uma Ciência Aberta, Democrática e Socialmente Relevante na América Latina e no Caribe (2025). Grupo de Trabalho CLACSO “Ciência Aberta como Bem Comum”, Grupo de Trabalho CLACSO “Ciência Social Móvel e Politizada” e FOLEC-CLACSO. https://www.clacso.org/wp-content/uploads/2025/12/Manifiesto-de-Bogota-1.pdf
Declaração de Ciência Aberta da CSUCA. Conselho Universitário Superior da América Central, CSUCA. (2023) https://vinv.ucr.ac.cr/sites/default/files/premios/archivos/declaratoria_ciencia_abierta_csuca_0.pdf
Declaração do México em favor do ecossistema de Acesso Aberto não comercial da América Latina. (2017). Redalyc.org. https://redalyc.org/redalyc/documentos/Declaracion-Mexico.pdf
Guédon, J.-C. (2017). Acesso Aberto: Rumo à Internet da Mente. Iniciativa de Acesso Aberto de Budapeste. https://www.budapestopenaccessinitiative.org/boai15/open-access-toward-the-internet-of-the-mind/
Hicks, D., Wouters, P., Waltman, L., de Rijcke, S., & Rafols, I. (2015). Bibliometria: O Manifesto de Leiden para métricas de pesquisa. Natureza, 520(7548), 429–431. https://doi.org/10.1038/520429a
Iniciativa de Acesso Aberto de Budapeste: Recomendações para o seu 20º aniversário (JP Alperin, A. Becerril-García, S. Córdoba, E. McKiernan e R. Melero, Trad.). (2022). Iniciativa de Acesso Aberto de Budapeste. https://www.budapestopenaccessinitiative.org/boai20/boai20-spanish-translation/
Manifesto sobre a Ciência como um Bem Público Global: Acesso Aberto Não Comercial (2023) https://globaldiamantoa.org/manifesto/#/
Sociedade Max Planck. (2003). Declaração de Berlim sobre o Acesso Aberto ao Conhecimento nas Ciências e Humanidades. Open Access Max-Planck-Gesellschaft. https://openaccess.mpg.de/Berlin-Declaration
Rovelli, L. e Vommaro, P. (orgs.) (2025). Avaliação acadêmica e científica em transição. Configurações institucionais, práticas avaliativas e diretrizes para a mudança na Argentina. CLACSO https://biblioteca-repositorio.clacso.edu.ar/bitstream/CLACSO/253239/1/Rovelli-Vommaro-Evaluacion.pdf
Suber, P. (2003). Declaração de Bethesda sobre Publicação em Acesso Aberto (I. Peña-López, Trad.). https://ictlogy.net/articles/bethesda_es.html
UNESCO. (2021). Recomendação da UNESCO sobre Ciência Aberta. https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000379949_spa
Vargas Arbeláez, EJ, Aguado-López, E., Salatino, JM, Banzato, G., Becerril-García, A., Melero, R., Córdoba González, S., Macedo García, A., Beigel, F., & Mayorga Gallardo, OE (2021). Conhecimento Aberto na América Latina: Trajetória e Desafios (A. Becerril-García & S. Córdoba González, Eds.; 1ª ed.). Universidade Autônoma do Estado do México; CLASSO. https://biblioteca-repositorio.clacso.edu.ar/bitstream/CLACSO/15177/1/Conocimiento-abierto.pdf
(Ações para coordenar pesquisas sociais comparativas relevantes e rigorosas com uma perspectiva regional)
2. Analisar a produção científica e as infraestruturas com ênfase no acesso aberto ao conhecimento, na soberania tecnológica, na gestão de dados e em outras formas de produção de conhecimento com outros atores sociais.
2. Estudos quantitativos e qualitativos sobre a produção científica de diamantes, a sustentabilidade e a governança de infraestruturas abertas e dados abertos, e outras formas de produção de conhecimento com outros atores sociais.
2. Mapeamento técnico e roteiro regional sobre infraestruturas abertas e produção científica em diamantes de acesso aberto.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
2. Envolver as comunidades acadêmicas, os tomadores de decisão e as organizações sociais na divulgação do modelo regional de acesso aberto não comercial.
2. Estratégia de comunicação multilingue abrangente com conteúdo na web, redes e em coordenação com as áreas e programas da CLACSO (Formação, Publicações, Comunicação, FOLEC, SILEU)
2. Maior alcance: maior participação, adoção de recomendações e fortalecimento da narrativa regional.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, gestores ou funcionários de políticas públicas, experiências comunitárias e territoriais)
2. Envolver organizações sociais e comunitárias como atores no ecossistema da ciência aberta.
2. Elaboração de documentos de políticas e estudos sobre sustentabilidade, avaliação aberta e governança de infraestrutura.
2. Integração social efetiva: participação ativa das organizações comunitárias e produção de contribuições para as agendas territoriais.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
2. Integrar a GT em projetos estratégicos internacionais.
2. Alianças com outros Grupos de Trabalho da CLACSO e redes globais para atividades colaborativas.
Atividades planejadas com outros GTs:
2.1. Grupo de Trabalho "Processos e Metodologias Participativas". Atividade: Workshop "Expandindo a Colaboração: Metodologias Participativas e Ciência Aberta. Abordagens, Infraestruturas e Experiências". Data: 2026
2.2. Grupo de Trabalho "Apropriação de Tecnologias Digitais e Colaboração Intersetorial". Atividade: Oficina sobre "Conhecimento Digital e Infraestruturas Abertas na América Latina e no Caribe: Oportunidades, Lições Aprendidas e Desafios". Data: 2027
2.3. Grupo de Trabalho "Políticas Educacionais e o Direito à Educação". Atividade: Debate "Ataques a Bens Comuns e Públicos em Universidades Latino-Americanas: Diagnósticos e Perspectivas". Data: 2026
2. Posicionamento regional como referência no debate global sobre acesso aberto não comercial.
Número total de pesquisadores admitidos: 43
Universidade Óscar Ribas
_Outros
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