Área temática: Reconfigurações geopolíticas e multilateralismo

Grupo de trabalhoEstudos Latino-Americanos: Perspectivas Nacionais, Regionais e Transnacionais

1. Nome do Grupo de Trabalho.
Estudos latino-americanos: perspectivas nacionais, regionais e transnacionais
Coordenador(es) do Grupo de Trabalho
Sandra Jaramillo Restrepo
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Alexandre Betancourt Mendieta
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma de San Luis Potosí
México
Mario Hugo Ayala
Instituto de Cultura, Sociedade e Estado
Universidade Nacional da Terra do Fogo, Antártica e Ilhas do Atlântico Sul
Argentina

2. Perspectiva situada do tema no contexto latino-americano e caribenho, compreendida a partir de uma visão crítica e contextual do Sul Global.

A principal questão que norteia o Grupo de Trabalho (GT) "Estudos Latino-Americanos: Perspectivas Nacionais, Regionais e Transnacionais" pode ser formulada da seguinte maneira: qual foi o passado, qual é o presente e qual poderá ser o futuro do campo dos Estudos Latino-Americanos (ELA) nos países da América Latina e do Caribe (ALC), considerando os contextos regionais e globais e suas transformações, bem como os debates nas ciências sociais e humanas desde o início do século XX até os dias atuais?

Uma análise preliminar dos programas universitários dedicados aos Estudos da Literatura Antiga revela um interesse acentuado nesta área, evidenciado pela inclusão de cursos, áreas e períodos voltados para a formação profissional e de pós-graduação de historiadores, especialistas em literatura e de toda a gama das ciências sociais. Portanto, não só a sua existência é relevante, como também o seu funcionamento, uma vez que contribuem significativamente para a formação de profissionais nestas áreas.

Para situar criticamente o tema de estudo no contexto latino-americano e caribenho, numa perspectiva crítica e contextual do Sul Global, propomos analisá-lo a partir de quatro eixos.

1. As mudanças no contexto político global e regional no início do século XX, marcadas pela ascensão da hegemonia dos EUA no Caribe e na América Central, são cruciais. Posteriormente, após a Segunda Guerra Mundial, essa hegemonia globalizou-se no período pós-guerra, no âmbito da Guerra Fria, o que é essencial para a compreensão dos diversos contextos pelos quais a América Latina passou. O atual período pós-Guerra Fria representa o mais recente desses cenários, caracterizado pela luta por essa hegemonia. Em nível global, a reorganização do campo acadêmico na era da globalização capitalista impactou significativamente a reconfiguração das humanidades e das ciências sociais, especialmente no que diz respeito ao financiamento, às agendas de pesquisa e às condições de trabalho. No contexto regional, as crises provocadas pela implementação do modelo neoliberal e as consequentes lutas sociais, políticas e intelectuais fomentaram um renovado interesse acadêmico e político na compreensão e na reflexão sobre as histórias e os problemas nacionais dos países da América Latina e do Caribe (ALC), em diálogo com os contextos regionais e globais com os quais interagem. No alvorecer do século XXI, a América Latina ganhou relevância na política internacional, impulsionada por iniciativas de integração regional sem precedentes desde o início do processo de independência no século XIX. No entanto, o novo cenário político, marcado por uma "guinada à direita" na região, apresenta novos desafios para a análise da configuração das relações entre conhecimento e política (Falero, Charles, Soler, 2016).

2. A necessidade de criar redes de colaboração acadêmica em níveis nacional, regional e transnacional entre pesquisadores para compreender o passado, o presente e o futuro da agenda de problemas e objetos de estudo dentro do campo interdisciplinar do conhecimento que constitui os Estudos Econômicos e Sociais (EES). Ainda carecemos de pesquisas suficientes que analisem sistematicamente o passado e o presente do campo dos EES nos países da América Latina e do Caribe — ou seja, as mudanças, rupturas e continuidades em seus objetos de estudo, suas questões, suas metodologias e suas múltiplas temporalidades e escalas de análise. De uma perspectiva histórica de longo prazo, o desenvolvimento do campo dos EES na América Latina e no Caribe se apresenta como um processo de múltiplas operações intelectuais que, desde o século XIX, levou primeiro à construção da comunidade imaginada (Anderson, 1989) "América Latina" (Feres Junior, 2004; Rouquié, 1998) e, posteriormente, à formação de uma comunidade disciplinar em meados do século XX. Esse processo pode ser rastreado nas iniciativas de intelectuais latino-americanos e caribenhos que construíram genealogias de pensamento distintas, baseadas em interesses, subjetividades e memórias situadas em suas próprias histórias locais (Mignolo, 2007), em escalas nacional, regional e transnacional, sempre em diálogo com outras regiões do mundo. Nas primeiras décadas do século XX, diante da crescente interferência dos EUA na América Central, no Caribe e no norte da América do Sul (Zinn, 2006; Gaztambide, 2003), essas tradições intelectuais regionais adotaram a busca pela proximidade e integração regional como uma missão específica. Na etapa ou geração seguinte, encontramos a formação de uma comunidade acadêmica derivada dessa tradição específica dos países latino-americanos, vista como uma área de estudo que abrange tanto as humanidades quanto as ciências sociais. É dentro dessa esfera de universidades e centros de pesquisa que a comunidade disciplinar conhecida como ELA se desenvolverá nas décadas seguintes, dependendo do país, no contexto da Guerra Fria Interamericana (Harmer, 2013), influenciada por diferentes fatores, como o papel formativo do exílio latino-americano ao forçar a revisão de ideias e conceitos com base na experiência da diáspora (Roniger, 2009).

3. A necessidade de um debate sobre a relação entre os Estudos de Área e a evolução e as mudanças nos paradigmas que sustentam as ciências sociais e humanas, e como essas mudanças impactaram a interdisciplinaridade, fundamento dos Estudos de Área em geral. Nessa perspectiva, as condições históricas do contexto global, latino-americano e caribenho em transformação nos obrigam a considerar novos cenários e questões sobre os Estudos de Área na região. Portanto, é urgente começar a sistematizar estudos que nos ajudem a compreender o propósito da comunidade interdisciplinar à luz dessas mudanças nas expectativas históricas de toda a região, que afetam a forma como os Estudos de Área, e especificamente os Estudos de Área, são atualmente construídos e articulados.

4. Compreender os níveis de institucionalização das Entidades Acadêmicas Locais (EALs), sua coordenação regional e internacional e suas agendas. Nas últimas décadas, observou-se um significativo desenvolvimento institucional das EALs em alguns países da América Latina e do Caribe, com indicadores-chave sendo a evolução quantitativa e qualitativa das linhas de pesquisa, publicações e programas de pós-graduação. Isso foi resultado de um movimento internacional de iniciativas para a institucionalização acadêmica das EALs desde o início do século XXI. Tal fato se evidencia na proliferação de centros e institutos de pesquisa, universidades temáticas, programas de graduação e pós-graduação, publicações e conferências acadêmicas.

Esta proposta de renovação do Grupo de Trabalho visa consolidar uma rede acadêmica focada na coordenação de um plano de pesquisa regional. Este plano se concentrará na análise do passado, presente e futuro do campo do Isolamento em Estágio Inicial (IEI) na América Latina e no Caribe, integrando estudos empíricos e teóricos interdisciplinares.

A análise levará em consideração as múltiplas temporalidades e escalas geográficas das determinações da ELA. Prevê-se que os resultados deste trabalho de três anos contribuam para o desenvolvimento de novas agendas de pesquisa nacionais e regionais, fornecendo conhecimento especializado essencial para a elaboração de políticas públicas relevantes, como evidenciado na publicação coletiva anterior deste Grupo de Trabalho (López Ávalos e Ayala, editores, no prelo).

O trabalho deste Grupo de Trabalho facilitará a produção, disseminação e aplicação de conhecimento sobre o desenvolvimento de Grupos de Ação Local (GALs) na América Latina e no Caribe (ALC), em conjunto com outros Grupos de Trabalho da CLACSO e diversas redes e instituições latino-americanas, caribenhas e globais. Este Grupo de Trabalho é composto por pesquisadores consagrados e emergentes de países da América Latina, do Caribe e da Europa.

Anderson, Benedict (1989) Nação e Consciência Nacional. São Paulo, Ática Editora.
Ansaldi, Waldo (2022) Como investigar o enigma latino-americano? Nove proposições para capturar uma lebre muito esquiva. Estudos Latino-Americanos, vol. 37, nº 50, pp. 19-50.
Ansaldi, Waldo (2023). "Um apelo por uma sociologia histórica latino-americana e a metamorfose de um historiador em um sociólogo histórico." Estudos Latino-Americanos 38.52: 41-70.
Arico, José (2020). Marx e a América Latina. Buenos Aires: Fundo de Cultura Econômica
Ayala, Mário et. para o. (2015) “Os Estudos Latino-Americanos no Cone Sul: novos objetos, novas dimensões, novas temporalidades”, em: Da Silveira, Diego Omar; Leite, Isabel, Ayala, Mario (Organizadores) Questões de América Latina Contemporânea: Novos Objetos, Novas Dimensões, Novas Temporalidades, Universidade do Estado Amazonas-Editorial Fino Trazo, Belo Horizonte.
Betancourt Mendieta, Alexandre (2023). "Alfabetização na Colômbia na década de 1940: a Revista de las Indias e a cooperação intelectual." Iberoamericana, Berlim, Ano XXIII-No. 83, julho.
Betancourt Mendieta, Alexander (2018). América Latina: Cultura letrada e a escrita da história. Barcelona: Anthropos.
Calandra, Benedetta e Franco, Marina (Orgs.) (2012). A guerra fria cultural na América Latina. Desafios e limites para uma nova visão das relações interamericanas. Buenos Aires: Biblos.
Crespo, Horacio, Kozel, Andrés e Betancourt, Alexander (Eds.) (2018). As Américas têm uma história comum? Herbert E. Bolton, as fronteiras e a "Grande América". Cuernavaca, México: Universidade Autônoma de Morelos.
Falero Cirigliano, Alfredo; Quevedo, Charles; Soler, Lorena (2016) Grupo de Trabalho CLACSO: Intelectuais e Política (2016-2019). Buenos Aires: Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais.
Feres Júnior, João (2004) Uma História do conceito latino-americano nos Estados Unidos. São Paulo: ANPOCS. EDUSC.
Funes, Patricia (2006). Salvando a Nação: Intelectuais, Cultura e Política na América Latina dos Anos 20. Buenos Aires: Prometeo.
Gaztambide, Antonio (2003) “A invenção do Caribe a partir de 1898”. Tierra Firme, Caracas, Ano 21 - Vol XXI, No 82. Abril-Junho.
Grossi, Florencia, Kozel, Andrés e Moroni, Delfina (Eds.) (2015). O imaginário antiimperialista na América Latina. Buenos Aires: CLACSO
Halperin Donghi, Tulio (2014). Testemunho de um observador participante. Meio século de Estudos Latino-Americanos em um mundo em transformação, Buenos Aires, Prometeo Libros.
Harmer, Tanya (2013) O governo Allende e a Guerra Fria Interamericana, Santiago do Chile: Ediciones Universidad Diego Portales.
Houvenaghel, Eugênia (2003). Alfonso Reyes e a história da América. A argumentação do ensaio histórico: uma análise retórica. México: Fundo de Cultura Econômica.
Kozel, Andrés (2012). A ideia de América no historicismo mexicano. José Gaos, Edmundo O'Gorman e Leopoldo Zea. México: El Colégio de México.
López Ávalos, Martín; Ayala, Mario (editores) (no prelo). Estudos Latino-Americanos: Perspectivas Nacionais, Regionais e Transnacionais. Buenos Aires-Zamora: CLACSO-El Colegio de Michoacán.
Mignolo, Walter. 2007. A ideia de América Latina. Barcelona, ​​​​Gedisa.
Novion, Jacques; Costilla, Oliver; Ayala, Mário (2014). “Pensamento, Teoría e Estudos Latino-Americanos”, in Revista de Estudos e Pesquisas sobre as Américas, Vol. 8, N° 2, CEPPAC-Universitària de Brasília.
Pettina, Vanni. (2018). A Guerra Fria na América Latina. México: El Colégio de México
Plano de Estudos para o Bacharelado em Estudos Latino-Americanos. Faculdade de Filosofia e Letras. UNAM, México. 2004.
Rouquié, Alain (1998) O Extremo Ocidente. Introdução à América Latina. São Paulo, EDUSP.
Sosa Álvarez, Ignacio (2007). “Da memória à história. Estudos Latino-Americanos como disciplina e como comunidade”, in: Journal of Higher Education, Vol. XXXVI (4), outubro-dezembro, pp. 57-85.
Zinn, Howard (2006) Uma História Popular dos Estados Unidos. México: Siglo XXI Editores.
3. Justificação e análise da relevância teórica, social e intelectual do tema em relação ao contexto analisado no ponto anterior.

Os Estudos Ecológicos e Sociais (EES) podem ser definidos como um campo composto pelo conjunto de disciplinas sociais e humanísticas que trabalham interdisciplinarmente no estudo de problemas específicos da região em seu contexto contemporâneo (Sosa Álvarez, 2007). Em contraste com os campos disciplinares que formam comunidades densas de especialistas, os EES formam comunidades de especialistas de diversas disciplinas com uma ampla gama de temas e problemas, abordagens analíticas e metodologias. Apoiados por uma perspectiva sócio-histórica dos diferentes países e realidades que compõem a região, propõem-se a compreender criticamente a história do continente a partir de sua própria perspectiva; a reunir diferentes disciplinas com temas e objetos convergentes ou similares; e a integrar diferentes realidades sociais e contextos nacionais em torno de problemas comuns (Novion, Oliver, Ayala, 2014).

A evolução da comunidade disciplinar de Estudos Latino-Americanos (ELA) na América Latina e no Caribe (ALC) teve início no contexto da crescente internacionalização das ciências sociais e humanas durante a Guerra Fria. Isso torna necessário estudar seus desenvolvimentos nacionais e regionais a partir de perspectivas que abordem o processo considerando suas interações transnacionais e globais. Nesse sentido, no contexto da ampliação do uso de perspectivas transnacionais nos estudos latino-americanos nas últimas duas décadas (Roniger e Ayala, 2025), será importante explorar os diálogos e interações entre os diferentes desenvolvimentos dos ELA no contexto da Guerra Fria Global (Westad, 2018), levando-se em conta também os debates que acompanharam os estudos de área e comparativos desde o seu término (Basedau e Köllner, 2007). A perspectiva transnacional aborda a interconexão entre indivíduos, grupos e nações, frequentemente desencadeada por processos sociais, movimentos políticos, ideias e contatos que transcendem fronteiras estatais e nacionais, moldando, assim, essa dinâmica. Essa conectividade pode se desenvolver a partir de laços organizacionais, embora muitas vezes seja igualmente visível em vínculos culturais, memórias históricas, redes transfronteiriças e fluxos migratórios (Roniger e Ayala, 2025: 7).

Por essas razões, a pesquisa conduzida no âmbito do Grupo de Trabalho considerará o contexto global em que os Estudos Latino-Americanos emergiram como campo de estudo nos Estados Unidos e na Europa Ocidental, bem como nos países do bloco socialista. Atualmente, existem estudos críticos sobre como os Estudos Latino-Americanos se desenvolveram em países como os Estados Unidos (Chicote, 2018), Grã-Bretanha (Miller, 2018), Alemanha (Puhle, 2018), Holanda (Baud, 2018), URSS (Bartley, 2018) e China (Xianglin e Huiye, 2018). Esses trabalhos concordam que os estudos sobre a América Latina e o Caribe receberam um impulso decisivo durante a Guerra Fria. Nas instituições acadêmicas dos Estados Unidos, da Europa e do bloco socialista, esses programas foram criados pelos imperativos políticos das duas superpotências em disputa, o que teve consequências para as agendas de pesquisa. Nos Estados Unidos e na Europa, seus primórdios como campo de estudo estiveram fortemente ligados à tríade universidades, governos e fundações, até a década de 1960, quando uma nova geração de latino-americanistas foi influenciada pelos processos políticos e sociais da América Latina (Chicote, 2018). Em contraste, para os países da América Latina e do Caribe (ALC), ainda carecemos de pesquisas sistemáticas sobre as origens e o desenvolvimento das Áreas Econômicas Latino-Americanas (AAL). No entanto, observamos progressos desiguais dependendo da disciplina e do país — por exemplo, no Brasil (Beired, 2005), no México (Sosa Álvarez, 2007), na Argentina (Águila 2011, 2012; Bohoslavsky, Geoghegan e González, 2011; Ayala, 2018) — e esforços para articular uma visão regional abrangente — por exemplo, Aricó, 1980; Acosta, Ansaldi, Giordano e Soler, 2015. Colóquio sobre Estudos Latino-Americanos no Século XXI, 2018; Altamirano, 2021; Roniger e Ayala, 2025; López Ávalos e Ayala, editores, no prelo?, que constituirão a base da discussão das linhas de trabalho do GT.

Em diálogo com esses estudos, nosso interesse como Grupo de Trabalho será analisar a dinâmica dialética do desenvolvimento das Comunidades Autônomas Locais (CALs) na América Latina e no Caribe (ALC), considerando, por um lado, os desenvolvimentos nacionais e regionais que podem oferecer perspectivas alternativas e, por outro, as perspectivas construídas (e muitas vezes impostas) por centros globais, cujas agendas geralmente não se alinham às dos países da ALC. Tudo isso ocorre dentro de um contexto acadêmico internacional que coloca as ciências sociais e humanas latino-americanas diante do desafio das mudanças transnacionais e globais nos modos de análise e interpretação histórica.

Tendo em conta o contexto, os debates e as lacunas de conhecimento e articulação académica acima mencionadas, este Grupo de Trabalho propõe centrar o seu plano trienal em duas linhas de trabalho relacionadas com o campo do conhecimento dos Estudos Latino-Americanos na América Latina e nas Caraíbas:

1. Estudo e análise da emergência e desenvolvimento dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (ELA) na América Latina e no Caribe. De uma perspectiva sócio-histórica, esta linha de pesquisa se concentrará na comparação histórica da ideia de América Latina desde o último terço do século XIX até o início do século XX, com a intenção de destacar os processos históricos que levaram à construção da comunidade imaginada da "América Latina" a partir das perspectivas de diferentes países e regiões. Isso será feito através da análise da atuação de intelectuais, viajantes, exilados e migrantes, com especial atenção às mulheres, bem como a grupos e instituições. Os resultados proporcionarão uma interpretação transnacional das diversas escalas e circulações de produção de conhecimento sobre a América Latina e o Caribe como unidades de análise.

2. Teoria e metodologia em Estudos da Linguagem Aplicada. Este eixo propõe analisar o campo dos Estudos da Linguagem Aplicada a partir de uma abordagem metodológica centrada em cinco questões: a) perspectivas socio-históricas de análise; b) trabalho interdisciplinar que abrange desde a história clássica das ideias até a nova história intelectual, incluindo estudos sobre a Guerra Fria, exílios, periódicos, estudos biográficos, entre outros; c) análises comparativas; d) escalas de análise transnacionais e globais; e e) a busca pela produção de conhecimento crítico sobre problemas da macrorregião que contribuam para a transformação de suas realidades.

Com base em seus princípios fundamentais, o Grupo de Trabalho promoverá o intercâmbio entre especialistas em Emergências em Estágio Inicial na América Latina e no Caribe (LASE, na sigla em inglês) por meio de encontros presenciais e virtuais. Esses fóruns permitirão discussões sobre os avanços da pesquisa e o desenvolvimento de uma compreensão compartilhada das LAE a partir de perspectivas nacionais, regionais e transnacionais, promovendo o desenvolvimento de recursos humanos por meio do diálogo entre pesquisadores consolidados e emergentes. O objetivo é promover a consolidação e a expansão de uma rede interdisciplinar de colaboração acadêmica que opere internacionalmente, baseada em três linhas de ação: a) desenvolver e implementar um projeto de pesquisa sistemático, regional, comparativo e transnacional sobre LAE; b) aumentar a cooperação e a coordenação interinstitucional entre seus diversos núcleos nas áreas de pesquisa, ensino (graduação e pós-graduação), extensão, transferência de conhecimento, publicações, formação profissional e assessoria em políticas públicas; e c) buscar maior coordenação e intercâmbio com outros Grupos de Trabalho da CLACSO.

Além disso, as palestras principais do Seminário Permanente do Grupo de Trabalho sobre Estudos Latino-Americanos continuarão (2023-2025), será realizada a publicação de duas obras coletivas; um seminário de pós-graduação sobre o tema do Grupo de Trabalho será elaborado para ser ministrado em diferentes programas de pós-graduação, e uma proposta para um Diploma Virtual para as ofertas educacionais da CLACSO, ministradas por membros do Grupo de Trabalho, será formulada.

Acosta, Yamandu, Ansaldi, Waldo, Giordano, Veronica, Soler, Lorena (Eds.). (2015). A América Latina pensa a América Latina, Buenos Aires: CLACSO.
Águila, Gabriela (2011) “O ensino da história contemporânea da América Latina e perspectivas comparativas. Algumas breves reflexões”, em Bohoslavsky, Ernesto; Geoghegan, Emilce; González, María Paula (Organizadores), Oficina de reflexão sobre a América Latina. Os desafios da pesquisa, do ensino e da disseminação sobre a América Latina, Los Polvorines, UNGS, 2011.
Águila, Gabriela (2012) “O que é ser um latino-americanista? Os caminhos da história latino-americana contemporânea na Argentina”, em Anuário nº 24, Escola de História, Revista Digital, Faculdade de Ciências Humanas e Artes da UNR 2011-2012.
Altamirano, Carlos (2021). A invenção da nossa América. Obsessões, narrativas e debates sobre a identidade da América Latina. Buenos Aires: Siglo XXI.
Aricó, José (1980). Marx e a América Latina, Lima, CEDEP.
Ayala, Mario (2018) “A produção da História Latino-Americana na Argentina pós-ditatorial e seus diálogos com os estudos latino-americanos”, artigo apresentado no Colóquio de Estudos Latino-Americanos no Século XXI, INHA-CIALC-UNAM -COLMICH, Cidade do México, 22-24 de setembro.
Bartley, R. H. (2018). A Guerra Fria e os Estudos de Área da América Latina na antiga URSS: Reflexões e Reminiscências. Perspectivas Latino-Americanas, 45(4), 115–140. https://doi.org/10.1177/0094582X18773729
Basedau, Matthias e Patrick Köllner (2007) “Estudos de área, estudos comparativos de área e o estudo da política: contexto, substância e desafios metodológicos”. Zeitschrift für Vergleichende Politikwissenschaft 1.1: 105-124.
Baud, M. (2018). Entre a academia e a sociedade civil: as origens dos estudos latino-americanos nos Países Baixos. Perspectivas Latino-Americanas, 45(4), 98–114. https://doi.org/10.1177/0094582X18773731
Beired, José Luis Bendicho (2005) “Uma pesquisa sobre a História da América: sua trajetória nas universidades paulistas (1942-2004)”, na Revista de História, no 153.
Chilcote, R. H. (2018). “A Guerra Fria e a transformação dos estudos latino-americanos nos Estados Unidos”. Perspectivas Latino-Americanas, 45(4), 6–41. https://doi.org/10.1177/0094582X18779017
López Avalos, Martín; Ayala, Mario (editores) (no prelo). Estudos Latino-Americanos: Perspectivas Nacionais, Regionais e Transnacionais. Buenos Aires-Zamora: CLACSO-El Colegio de Michoacán.
Miller, R. M. (2018). “Empreendedores acadêmicos, políticas públicas e o crescimento dos estudos latino-americanos na Grã-Bretanha durante a Guerra Fria”. Latin American Perspectives, 45(4), 46–68. https://doi.org/10.1177/0094582X18775461
Novion, Jacques; Costilla, Oliver; Ayala, Mário (2014). “Pensamento, Teoria e Estudos Latino-Americanos”, in Revista de Estudos e Pesquisas sobre as Américas, Vol. 8, N° 2, CEPPAC-Universitària de Brasília.
Puhle, H.-J. (2018). Entre a academia e a política: estudos latino-americanos na Alemanha durante a Guerra Fria. Latin American Perspectives, 45(4), 69–97. https://doi.org/10.1177/0094582X18773732
Sosa Álvarez, Ignacio (2007) “Da memória à história. Estudos Latino-Americanos como disciplina e como comunidade”, em Rev. educ. sup, vol.36 no.144 México out./dez.
Roniger, Luis e Mario Hugo Ayala (2025). “A perspectiva transnacional nos estudos latino-americanos: Unde Venis et Quo Vadis?”. Estudos Interdisciplinares da América Latina e do Caribe 36 (1):7-21. https://doi.org/10.61490/eial.v36i1.1860.
Munck, Gerardo L. e Tanaka, Martin (2023). Pensamento sociopolítico latino-americano. Ciências sociais e intelectuais em tempos de mudança. Buenos Aires: Prometeo.
Xianglin, M., & Huiye, S. (2018). Estudos latino-americanos na China durante a Guerra Fria. Perspectivas Latino-Americanas, 45(4), 141–147. https://doi.org/10.1177/0094582X18776331
Westad, Odd Arne (2018). A Guerra Fria. Barcelona: Galaxia Gutenberg.
4. Plano de trabalho de três anos (36 meses).
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações para coordenar pesquisas sociais comparativas relevantes e rigorosas com uma perspectiva regional)
2026-2028. Consolidar um espaço de pesquisa interdisciplinar e intergeracional para a análise do passado, presente e futuro do campo dos Estudos Latino-Americanos na América Latina e no Caribe (ALC), com o objetivo de articular pesquisas empíricas e teóricas.

2026-2027: Reflexões sobre a produção de conhecimento no desenvolvimento da ELA em ALyC, com base no trabalho com outros GTs da CLACSO.

2026-2028: Produzir dois trabalhos coletivos para apresentar os resultados da pesquisa.
2026-2028: Reuniões bimestrais de cada uma das áreas de trabalho do GT para apresentar o progresso da pesquisa e integrar os produtos da mesma.

2026-2028: Atividades de coordenação, discussão e colaboração com outros Grupos de Trabalho da CLACSO.

2027. Organizar a apresentação de um dossiê com base nos seminários internos do GT.

2027-2028: Organizar um livro com os resultados da pesquisa do GT.
2026-2028: Seminários bimestrais com membros das linhas de pesquisa do GT.

2026-2028: Articulação e colaboração editorial com outros GTs da CLACSO.

2027: Publicação de um dossiê temático em uma revista indexada.

2028: Publicação dos resultados da pesquisa do GT em um livro coletivo.

2028: Apresentar os resultados da pesquisa na Conferência CLACSO.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
2026-2028: Divulgar os resultados das pesquisas dos membros por meio da continuidade das palestras do Seminário Permanente de Estudos Latino-Americanos. Convidar outros Grupos de Trabalho da CLACSO.

2026-2028: Divulgar as publicações da GT em eventos públicos presenciais e virtuais.

2026-2028: Desenvolver e ministrar um seminário de pós-graduação em diversos programas da região.

2027. Criar um produto de áudio no formato de podcast.
2026-2028: Realizar o Seminário Permanente de Estudos Latino-Americanos, em formato bimestral, transmitido ao vivo no canal do YouTube do El Colegio de Michoacán.

2026. Apresentações do livro GT na Colômbia.

2026-2028: Atividades de divulgação pública das produções do GT, buscando colaboração com outros GTs da CLACSO.

2026-2027: Ministrar um seminário de pós-graduação durante o ano de 2026 na Universidade Nacional de Córdoba, Argentina.
Ministrar um seminário de pós-graduação em 2027 na Universidade Autônoma de San Luis Potosí, México.

2027: Trabalhar no desenvolvimento de uma proposta para um Diploma Virtual na oferta educacional da CLACSO.

2027. Desenvolver e produzir um produto de áudio no formato de podcast que utilize ferramentas jornalísticas para a divulgação científica. O objetivo é compartilhar os avanços na produção de conhecimento gerados pelo Grupo de Trabalho.
2026-2028: Realizar o Seminário Permanente bimestral sobre Estudos Latino-Americanos, divulgando os resultados das pesquisas dos membros do GT e dos GTs aliados.

2026-2028: Atividades de divulgação pública das produções do GT e processo de articulação com outros GTs do CLACSO: apresentações de livros, seminários presenciais e virtuais, conferências para o público em geral.

2026-2027: Ministrar um seminário de pós-graduação sobre ELA no ALyC (2026 UNC, 2027 PELTSC UASLP México).

2027-2028: Proposta de Diploma Virtual CLACSO

2027. Produzir e transmitir um podcast com os resultados da pesquisa do GT.

2028: Participar da Conferência CLACSO com painéis, mesas redondas e apresentação de publicações, organizada pelo GT.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, gestores ou funcionários de políticas públicas, experiências comunitárias e territoriais)
2026-2028: Buscar influenciar as políticas de organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, experiências comunitárias e territoriais por meio da disseminação do conhecimento teórico e empírico produzido no âmbito da GT.
2026-2028: Divulgar as atividades do GT e oferecer consultoria aos atores mencionados anteriormente.
2026-2028: Estabelecer canais de diálogo e colaboração com entidades públicas de ciência e tecnologia e diversas organizações sociais relacionadas à ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica).
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
2026-2028: Consolidar a rede acadêmica interdisciplinar com o objetivo de coordenar um plano de pesquisa regional sobre a ELA, baseado no diálogo e na articulação com outros Grupos de Pesquisa CLACSO, outras redes científicas, organizações de cooperação internacional e instituições acadêmicas da Ibero-América.
2026: Organizar jornadas de debate sobre o tema da GT em Bogotá, com a participação de acadêmicos, representantes de instituições acadêmicas e agências de cooperação.

2026-2028: Promover a mobilidade acadêmica entre os membros do GT para conectar instituições acadêmicas por meio de intercâmbios temporários de estudantes e professores-pesquisadores, enriquecendo a pesquisa e o ensino com a perspectiva da ELA.
2026-2028: Expandir a rede acadêmica interdisciplinar integrando novos pesquisadores, estudantes e instituições.

2026-2028: Acordos de trabalho conjunto nas áreas de projetos de pesquisa, ensino e publicação.

5. Membros do Grupo de Trabalho
Número total de pesquisadores admitidos: 51
Fernando Camacho Padilla
Universidade Autônoma de Madri, Faculdade de Filosofia e Letras
Espanha
Verónica Giordano
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Camilo Andrés Garzón Martínez
Universidade Austral
Argentina
Geicy Fanjul Ramos
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma de San Luis Potosí
México
Sara Ortelli
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Nacional do Centro da Província de Buenos Aires
Argentina
Moira Cristiá
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Mariano Malizia
Instituto de Cultura, Sociedade e Estado
Universidade Nacional da Terra do Fogo, Antártica e Ilhas do Atlântico Sul
Argentina
Javier Moyano
Centro de Estudos Avançados
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Julieta Almada
Centro de Estudos Avançados
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Julieta Rostica
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Yohanna Cuervo Sotelo
Universidade Nacional de La Plata, Faculdade de Ciências Humanas e da Educação, Mestrado em História e Memória.
Argentina
Claudia Wasserman
Programa de Pós-Graduação em História
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Brasil
Roberto Emiliano Sánchez Narvarte
Instituto de Cultura, Sociedade e Estado
Universidade Nacional da Terra do Fogo, Antártica e Ilhas do Atlântico Sul
Argentina
Alexis Meza
Centro de Estudos de Desenvolvimento Regional e Políticas Públicas
Universidade de Los Lagos
Chile
Paulo Renato da Silva
Universidade Federal de Integração Latino-Americana (UNILA)
Brasil
Rebeca Ávila De Oliveira Galvão
Instituto de História Contemporânea
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Nova de Lisboa e Universidade de Évora
Portugal
Tania Arroyo Ramírez
Instituto Nacional de Antropologia e História, Museu das Intervenções
México
Yurier Fernández Cardoso
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma de San Luis Potosí
México
Enzo Andrés Scargiali
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Gabriela Beatriz Águila
CONICET - Universidade Nacional de Rosário
Argentina
Daniele Benzi
Centro de Pesquisa Sociológica, Econômica, Política e Antropológica
Pontifícia Universidade Católica do Peru
Peru
Mara Elisa Burkart
Centro de Pesquisa em Arte e Patrimônio (CIAP), Universidade Nacional General San Martín
Argentina
Thiago Machado de Lima
Secretaria de Educação – Campus II (DEDCII) – Universidade do Estado da Bahia (UNEB)
Brasil
María José Almarales Díaz
Universidade Nacional de La Plata, Faculdade de Ciências Humanas e da Educação, Mestrado em História e Memória.
Argentina
José Edgardo Cal Montoya
Instituto de Pesquisa Política e Social
Faculdade de Ciências Políticas
Universidade de São Carlos da Guatemala
Guatemala
Diana Rocío Gómez Torres
CIAP (CONICET - EAyP/UNSAM)/UNPAZ/UBA
Argentina
Luís Roniger
Universidade Wake Forest
Estados Unidos
Sandra Jaramillo Restrepo [Coordenador]
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Yolanda Guasch Marí
Universidade de Granada, Faculdade de Filosofia e Letras, Departamento de História da Arte. Campus Cartuja.
Espanha
Mukien Adriana Sang Ken
Centro Universitário de Estudos Políticos e Sociais
Pontifícia Universidade Católica Madre y Maestra
República Dominicana
Gabriela Pulido Llano
Coordenação de Pesquisa da Faculdade de Filosofia e Letras
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Martin Lopez
O Colégio de Michoacán
México
Carlos Fernando Álvarez Camargo
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Jorge Christian Fernández
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Brasil
Oscar Iván Arcos Guerrero
ILH FFyL Universidade de Buenos Aires / UNPAZ
Argentina
Fabricio Pereira Da Silva
Departamento de Estudos Políticos
Brasil
Rosangela De Jesús Silva
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Alexandre Betancourt Mendieta [Coordenador]
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma de San Luis Potosí
México
Roberto Antonio López Sánchez
Nossa Escola Americana de Formação Popular
Venezuela
Florença Lederman
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Júlio Eduardo Moyano
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Mario Hugo Ayala [Coordenador]
Instituto de Cultura, Sociedade e Estado
Universidade Nacional da Terra do Fogo, Antártica e Ilhas do Atlântico Sul
Argentina
Massiel Delgado Cabrera
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Cienfuegos.
Cuba
Massiel Delgado Cabrera
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Cienfuegos.
Cuba
Claudia Fedora Rojas Mira
Departamento de Serviço Social da Universidade Tecnológica Metropolitana
Universidade Tecnológica Metropolitana
Chile
Alberto Consuegra Sanfiel
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Malena Zunino
Faculdade de Ciências Humanas e da Educação
Universidade da República
Uruguai
Roberto García
Faculdade de Ciências Humanas e da Educação
Universidade da República
Uruguai
Javier Fernando Villamil Velásquez
Universidade Pedagógica Nacional
Mônica Diaz
Universidade de Kentucky
Estados Unidos
Laura Horlent Romero
Instituto de Cultura, Sociedade e Estado
Universidade Nacional da Terra do Fogo, Antártica e Ilhas do Atlântico Sul
Argentina