Área temática: Conhecimento comum
Grupo de trabalhoCiências sociais móveis e politizadas
Centro Universitário de Ciências Econômicas e Administrativas
Universidade de Guadalajara
México
Departamento de Ciências Políticas e Sociais
Faculdade de Direito e Ciências Sociais
Universidade Nacional del Comahue
Argentina
A América Latina e o Caribe se encontram mais uma vez na tensão entre duas propostas opostas para a administração do Estado nacional, que têm sido fundamentais para a compreensão da crescente polarização em nossas sociedades.
De forma desigual e sem equilíbrio aparente, alguns Estados recuperaram sua capacidade de ação e intervenção nas comunidades por meio de políticas públicas que buscam mitigar os efeitos de um neoliberalismo superficial que permeou profundamente nossos territórios desde a década de 70. De fato, México, Chile, Honduras, Brasil e Colômbia são exemplos desse novo dinamismo que promove políticas sociais compensatórias e tímidos ecos dos antigos Estados de bem-estar social que proliferaram nas décadas de 40, 50 e início dos anos 2000 em certas regiões e países da região.
A oscilação do pêndulo político em direção ao neoliberalismo também demonstrou sua inclinação e relevância contínua. Argentina, Bolívia e alguns outros países onde o neoliberalismo e suas variantes não estão no poder, mas ainda assim são forças significativas, demonstraram capacidade de obter legitimidade popular e de atualizar seus programas em função das mudanças ocorridas no período pós-pandemia.
De fato, durante e após a crise social e humanitária gerada pela pandemia do coronavírus, que levou à rápida disseminação do vírus e impulsionou medidas estatais em diversas frentes — saúde, infraestrutura, higiene, prevenção, isolamento social, restrições à circulação de pessoas e suspensão de atividades produtivas e serviços não essenciais, entre outras — testemunhamos a necessidade da presença dos Estados-nação como planejadores de saúde e bem-estar públicos. Como já foi dito, a cruel lição do vírus (De Sousa Santos, 2020) está menos associada às suas consequências sanitárias — que foram e em alguns lugares continuam sendo trágicas — mas sim ao que esta fase do capitalismo produziu em relação ao papel dos Estados-nação e sua conexão com a sociedade civil. Aqui, é essencial destacar que, apesar dos anos de governos populistas na região durante a primeira década dos anos 2000, testemunhamos, desde a década de 90, a demonização dos serviços públicos; a degradação das políticas sociais ditadas por medidas de austeridade sob o pretexto da crise financeira do Estado; A privatização dos serviços públicos e o subfinanciamento dos restantes, por não serem do interesse do capital (De Souza Santos, 2020: 68). Esta dominância do capital sobre o Estado, do público sobre o privado, num contexto de profunda desigualdade mundial, expôs as dificuldades enfrentadas pelos Estados da região no enfrentamento da crise humanitária e a centralidade do capital na organização da vida dos habitantes do mundo e, em particular, da nossa região.
As dificuldades da pandemia e um discurso disseminado por meio de novas plataformas e com novas ferramentas durante o período pós-pandemia geraram, mais uma vez, situações conflituosas associadas à instabilidade administrativa e à crise endêmica de nossos Estados, produto de sua posição marginal na comunidade global de nações. Esses discursos criaram raízes profundas em alguns países, levando a um ressurgimento da retórica de direita e à inclusão na agenda de políticas de discriminação, marginalização e exclusão social com uma crueldade sem precedentes em nosso continente, que — em seu discurso — nos remete a momentos profundamente traumáticos da história ocidental.
Que papel desempenhamos, enquanto cientistas sociais, nesta nova tensão entre o neoliberalismo fascista e os tímidos estados de bem-estar social?
Nos últimos anos, a América Latina e o Caribe têm vivenciado transformações aceleradas, ligadas ao aprofundamento das desigualdades estruturais, à expansão das corporações transnacionais sobre os recursos comuns, à crescente pressão de organizações multilaterais que impõem novas condicionalidades financeiras e ao enfraquecimento do papel dos Estados-nação no equilíbrio dessas pressões. Essas dinâmicas reconfiguraram as relações entre Estado, mercado e sociedade civil, tensionando as já frágeis instituições democráticas da região. A expansão de modelos neodesenvolvimentistas baseados no extrativismo — seja ele de mineração, agroindustrial ou digital — aumenta a dependência tecnológica e financeira, ao mesmo tempo que reforça um padrão colonial de inserção subordinada na economia mundial (Wallerstein, 1979). Nesse contexto, as ciências sociais do Sul Global enfrentam o desafio de produzir conhecimento que não apenas descreva esses processos, mas que também permita a construção de suas próprias categorias analíticas, enraizadas em nossas histórias de dominação, resistência e alternativas.
Ao mesmo tempo, as disputas territoriais se expressam hoje com renovada intensidade. Povos indígenas, comunidades afrodescendentes, movimentos ambientalistas e organizações feministas colocaram a defesa da vida, do território e das formas comunitárias de reprodução social no centro do debate. Essas lutas demonstram que as tensões atuais não podem ser compreendidas apenas a partir de uma perspectiva estatal ou partidária, mas sim a partir de configurações de poder plurais que envolvem atores globais, locais e transnacionais. Para as ciências sociais latino-americanas, esse cenário exige uma revisão de seus referenciais epistêmicos, um afastamento das abordagens de pesquisa eurocêntricas e uma mudança em direção a metodologias colaborativas e dialógicas comprometidas com os sujeitos que historicamente foram silenciados na produção do conhecimento.
É impossível compreender a América Latina contemporânea sem considerar os processos de integração regional — ou desintegração — tanto no nível institucional quanto em termos de solidariedade entre os movimentos sociais. Nesse contexto, as ciências sociais são chamadas a construir redes de pesquisa Sul-Sul, fortalecer agendas críticas que dialoguem com as demandas populares e produzir conhecimento que contribua para vislumbrar horizontes emancipatórios para além dos limites do Estado-nação e das lógicas impostas pelos centros hegemônicos.
Nesse contexto, a internacionalização também se torna um campo de batalha fundamental. Enquanto organizações hegemônicas promovem uma internacionalização instrumental, focada em rankings, mobilidade individualizada e cooperação condicionada a financiamento externo, outras formas possíveis de articulação transnacional estão emergindo do Sul Global. São processos que buscam desmercantilizar a produção de conhecimento, democratizar o acesso à ciência e construir agendas comuns que respondam às necessidades urgentes de nossos territórios (Perrotta, 2023). Essas iniciativas defendem uma internacionalização solidária, horizontal e situada, que priorize o intercâmbio entre universidades públicas, movimentos sociais e centros de pesquisa comprometidos com a justiça social e epistêmica. Para as ciências sociais da América Latina e do Caribe, avançar nesse tipo de internacionalização significa fortalecer os diálogos Sul-Sul, questionar os significados da cooperação acadêmica e consolidar um campo científico capaz de intervir criticamente nos processos globais sem abandonar suas raízes locais e sua vocação transformadora.
Por fim, neste cenário, a universidade pública emerge como um ator estratégico e, ao mesmo tempo, sob pressão na luta pela produção de conhecimento na América Latina e no Caribe. É por isso que, nesta chamada de propostas, consideraremos a universidade como produtora de conhecimento e como um ator central, buscando explorar seu papel social e sua relação com outros atores na região.
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Esponja
O problema analisado aqui adquire relevância teórica central em um momento em que a América Latina e o Caribe (ALC) atravessam transformações estruturais que reconfiguram as relações entre Estado, mercado e sociedade. A oscilação entre projetos neoliberais e iniciativas estatais que experimentam formas incipientes de proteção social revela um campo político contestado que não pode ser compreendido a partir de referenciais conceituais tradicionais ou eurocêntricos. Nesse contexto, o estudo dessas tensões exige a recuperação de categorias analíticas enraizadas na experiência histórica latino-americana, permitindo identificar continuidades e rupturas nos modos de intervenção estatal, nas formas de legitimação do poder e nos padrões dominantes de acumulação. De uma perspectiva do Sul Global, esta pesquisa torna-se relevante para avançar rumo a uma produção de conhecimento situada, capaz de explicar criticamente as modalidades atuais do capitalismo dependente, a persistência das desigualdades estruturais e as novas configurações do conflito social.
A relevância social deste tema torna-se inegável dado o impacto que essas transformações têm sobre as condições de vida de amplos setores da população. O avanço do extrativismo, juntamente com a expansão das corporações transnacionais sobre os recursos comuns, leva a violações dos direitos humanos, deslocamento territorial e degradação ambiental, afetando desproporcionalmente povos indígenas, comunidades afrodescendentes, comunidades camponesas, mulheres e jovens. Por sua vez, o enfraquecimento dos serviços públicos, a precariedade do trabalho e as crises recorrentes dos sistemas de proteção social demonstram a fragilidade dos Estados em garantir o bem-estar e a justiça social. Nesse contexto, investigar essas dinâmicas permite não apenas tornar visíveis os mecanismos contemporâneos de desigualdade e exclusão, mas também recuperar a resistência, as estratégias organizacionais e as alternativas comunitárias que emergem de baixo para cima. Esta pesquisa contribui, portanto, para a compreensão e o fortalecimento dos processos sociais que defendem a vida, o território e a reprodução comunitária.
Por fim, a relevância deste tema se amplifica ao considerarmos que essas discussões ocorrem em um contexto global onde a internacionalização se tornou uma arena de luta estratégica. Em contraste com os modelos hegemônicos baseados na competição, na lógica de mercado e no controle dos fluxos de conhecimento, propostas alternativas para uma internacionalização situada, baseada na solidariedade e orientada para a justiça epistêmica estão emergindo na América Latina e no Caribe (ALC). Analisar esse processo nos permite compreender como novas redes de cooperação Sul-Sul estão sendo formadas, quais significados estão sendo contestados na produção acadêmica transnacional e qual o potencial existente para o fortalecimento dos laços entre universidades públicas, movimentos sociais e centros de pesquisa comprometidos com as lutas territoriais. Nessa perspectiva, o estudo deste tema não apenas ilumina os dilemas atuais da região, mas também contribui para projetar formas de integração e intercâmbio que transcendam os marcos tradicionais e respondam às necessidades urgentes de nossos povos.
No contexto das profundas transformações políticas, econômicas e culturais que varrem a América Latina e o Caribe, a noção de ciência social móvel adquire relevância estratégica para a compreensão e explicação dos fenômenos sociais a partir de uma perspectiva situada. Essa perspectiva deriva do reconhecimento de que a realidade latino-americana não pode ser apreendida por meio de estruturas analíticas rígidas, nem por categorias que reproduzem a lógica universalista do Norte Global. Ao contrário, a ciência social móvel propõe uma prática de pesquisa flexível e dinâmica, capaz de se deslocar — teórica, metodológica e territorialmente — para acompanhar a complexidade de processos que são, por definição, mutáveis e multissituados. Incorporar movimentos, deslocamentos e transições como dimensões constitutivas da pesquisa permite captar as articulações entre atores locais, forças globais e disputas políticas que moldam nossos territórios.
A mobilidade nas ciências sociais latino-americanas se expressa, por um lado, na capacidade de rastrear dinâmicas de poder para além das fronteiras nacionais, dada a crescente influência de corporações transnacionais, instituições multilaterais de crédito e plataformas digitais que organizam novas formas de governança e controle social. Mas também envolve o deslocamento para territórios onde emergem movimentos de resistência, saberes comunitários e experiências de autonomia, reformulando noções tradicionais de Estado, cidadania e participação política. Nesse sentido, a ciência social móvel promove práticas de pesquisa que não se limitam à observação institucional ou documental, mas buscam se fundamentar em espaços concretos onde ocorrem conflitos: comunidades indígenas defendendo seus territórios, movimentos feministas redefinindo o espaço público, jovens questionando o significado da democracia e coletivos resistindo ao avanço do extrativismo ou do neoliberalismo.
Nesse contexto, as universidades públicas assumem um papel decisivo como espaços onde a mobilidade do conhecimento é produzida, contestada e redefinida. Longe de serem instituições neutras, as universidades latino-americanas funcionam como territórios onde projetos políticos, modelos de internacionalização e compreensões da função social da pesquisa são postos à prova. No contexto da mobilidade das ciências sociais, a universidade não é apenas um local de produção científica, mas também um polo que articula transformações epistêmicas, metodológicas e geográficas: possibilita conexões com comunidades, movimentos sociais e redes transnacionais; promove pesquisas que transcendem fronteiras disciplinares e territoriais; e sustenta agendas críticas que dialogam com as necessidades urgentes dos povos da região. Contudo, esse papel é tensionado por processos de mercantilização, padronização e subordinação a lógicas avaliativas globais que frequentemente limitam a autonomia intelectual. Em resposta, fortalecer as universidades públicas significa afirmar sua capacidade de produzir conhecimento situado, de contestar significados na circulação internacional do saber e de sustentar uma mobilidade crítica que não reproduza desigualdades globais, mas sim amplifique as vozes, experiências e debates específicos da América Latina e do Caribe.
A participação do GT no Fórum Latino-Americano de Avaliação Científica tem sido e continua sendo fundamental. Nesse sentido, uma estratégia essencial para a transformação da ciência é uma revisão profunda dos sistemas de avaliação científica, que hoje permanecem ancorados em critérios, métricas e hierarquias associados a hegemonias eurocêntricas e anglo-saxônicas. Avançar em direção a modelos de avaliação contextualizados implica reconhecer a pluralidade de formas de produção do conhecimento, valorizar contribuições que abordem problemas locais e conceber instrumentos que apoiem projetos comprometidos com as realidades da região. Somente por meio de avaliações sensíveis ao contexto, que atendam às necessidades sociais e estejam abertas a diversas epistemologias será possível promover uma ciência verdadeiramente transformadora, capaz de fortalecer a soberania cognitiva e a justiça epistêmica na América Latina e no Caribe.
Por fim, a natureza móvel das ciências sociais na América Latina e no Caribe está ligada aos debates contemporâneos sobre internacionalização. Em contraste com um modelo dominante que prioriza a circulação seletiva, competitiva e hierárquica do conhecimento, estão surgindo propostas de mobilidade crítica e solidária. Essas propostas entendem o deslocamento acadêmico como uma prática política voltada para o fortalecimento das redes Sul-Sul, a democratização do acesso à produção científica e a promoção de diálogos que reconheçam a pluralidade epistêmica do continente.
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(Ações para coordenar pesquisas sociais comparativas relevantes e rigorosas com uma perspectiva regional)
Desenvolvimento de espaços de trabalho colaborativos online para a preparação conjunta de artigos, capítulos, livros coletivos e edições temáticas.
Organização de estadias internacionais para membros do GT a fim de aprofundar o
Pesquisa comparativa e cooperação interinstitucional.
Participação em projetos de pesquisa vinculados a redes associadas (RESIEDU, RISEU, FOLEC).
Revisão, expansão e discussão contínua das categorias “ciência social politizada” e “mobilização do conhecimento”.
A ciência latino-americana e sua relação com os Estados e as universidades da região.
Produção contínua de artigos acadêmicos, capítulos de livros e apresentações conjuntas.
Para alcançar sinergias entre os objetivos de pesquisa do Grupo de Trabalho e outros projetos interligados de seus membros. Por exemplo, o projeto sobre a “função social dos acadêmicos” (2025-2028) financiado pela SECIHTI México, do qual participam 10 membros do Grupo de Trabalho. Da mesma forma, para dar continuidade às sinergias geradas com a CLACSO, a FOLEC, entre outras.
Fortalecer a rede de colaboradores em países prioritários e não prioritários, bem como reforçar a perspectiva regional.
Estabelecer conexões com atores sociais não acadêmicos para incorporar suas perspectivas na produção de conhecimento.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Implementação do seminário virtual “A mobilização do conhecimento na América Latina” e outros ciclos de formação.
Desenvolvimento de seminários presenciais de pós-graduação e
virtuais em países membros da GT, vinculadas à rede de pós-graduação da CLACSO.
Formação de comissões tutoriais interinstitucionais para apoiar a formação em nível de doutorado e mestrado.
Participação ativa em eventos acadêmicos e extraacadêmicos (congressos, painéis, conferências, atividades públicas).
Divulgação de conteúdo nos meios de comunicação (imprensa, rádio, TV, plataformas digitais).
Expandir o GT incorporando jovens pesquisadores e membros de países prioritários.
Publicação e circulação sistemática de materiais de formação, conferências, entrevistas, vídeos e documentos de trabalho.
Crescimento do número de GTs,
diversidade geográfica e participação intergeracional.
Posicionar a plataforma digital da GT como um espaço central para disseminação e formação.
Geração de um ecossistema de comunicação articulado entre os membros da GT, as redes nacionais e as instituições aliadas.
Maior reconhecimento público do problema central da GT e atualização constante das agendas de pesquisa.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, gestores ou funcionários de políticas públicas, experiências comunitárias e territoriais)
Participação ativa em organizações sociais, sindicatos, movimentos sociais e espaços de debate sobre ciência, tecnologia e políticas universitárias.
Realização de painéis, fóruns e seminários para promover o posicionamento das ciências sociais em contextos de crise.
Elaboração de declarações, documentos de políticas públicas e campanhas de defesa de direitos direcionadas a tomadores de decisão.
Fortalecimento do trabalho colaborativo entre pesquisadores jovens e experientes em
ações e intervenções públicas.
Publicação de notas jornalísticas, colunas, entrevistas e participação em meios de comunicação (Clacso TV, televisão pública, rádio, programas sociais e culturais).
Geração de acordos, convenções e compromissos com organizações governamentais e não governamentais.
Implementação de ações de intervenção social derivadas da pesquisa em GT.
Ampliar o impacto público do grupo por meio de uma presença constante na mídia, pronunciamentos e painéis de debate social.
Capacitar jovens líderes com experiência em mobilização de conhecimento e ação política informada.
Desenvolver ferramentas de intervenção para movimentos sociais, organizações comunitárias e tomadores de decisão.
Estabelecimento de acordos e convênios formais para promover mudanças nas políticas públicas.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Articulações com outros Grupos de Trabalho. Foram realizadas reuniões com os seguintes Grupos de Trabalho:
Educação Popular e Pedagogias Críticas
Ciência Aberta como um Bem Comum
Transformando o Estado: modelos de desenvolvimento, territórios e planejamento (proposto pela primeira vez nesta chamada)
Coorganização de eventos, reuniões e pronunciamentos com outras redes.
Desenvolvimento de projetos conjuntos com universidades, entidades públicas, ONGs e organizações multilaterais.
Candidatura a concursos internacionais de propostas e financiamento para investigação, mobilidade e formação doutoral.
Intercâmbio recíproco de participação em atividades, seminários e publicações entre redes aliadas.
Apoio à formação doutoral e pós-doutoral através de redes e programas partilhados.
Impulsionar a produção de publicações entre redes e ações de comunicação compartilhadas.
Realizar reuniões com cada um dos GTs nos quais estaremos envolvidos.
Como resultado das atividades com outros grupos de trabalho, tanto internamente quanto em diálogo com a comunidade, propõe-se o desenvolvimento de um livro colaborativo. Este livro terá como foco uma reflexão crítica sobre a produção de conhecimento e ciência no Sul Global. Esta publicação permitirá uma análise contextualizada de como os modelos eurocêntricos continuam a influenciar as formas como o conhecimento é vivenciado, considerando os atores envolvidos, os critérios de avaliação vigentes e as características específicas de nossos territórios.
Obtenção de financiamento internacional para projetos coletivos.
Maior disseminação do conhecimento em Teoria Fundamentada em espaços inter-redes e plataformas globais. Participação nas redes regionais CLACSO e FOLEC.
Produção de publicações colaborativas entre redes e grupos de pesquisa.
Maior mobilidade acadêmica, formação de pós-graduação e participação estudantil.
Posicionamento do GT como agente articulador em debates e políticas sobre ciências sociais na América Latina.
Utilização das redes sociais para a divulgação de atividades
Fortalecer os laços com as instituições de ensino superior (IES) às quais os membros do Grupo de Trabalho (GT) estão afiliados.
Número total de pesquisadores admitidos: 69
Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas na Educação: Trabalho e Formação - UNISANTOS
Brasil
Diretoria de Pesquisa Científica
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Centro de Pesquisa e Estudos Avançados em Ciência Política e Administração Pública
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Autônoma do Estado do México
México
Programa de Pós-Graduação em Educação Universidade Católica de Santos Brasil
Brasil
Subdiretoria de Pesquisa, Inovação e Desenvolvimento
Universidade Colegio Mayor de Cundinamarca
Colômbia
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Unidade Lerma
-Universidade Autônoma Metropolitana
México
Sociedade Econômica dos Amigos do País
Cuba
Centro Universitário de Ciências Econômicas e Administrativas
Universidade de Guadalajara
México
Departamento de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Pedagógica Nacional
Colômbia
Centro Universitário de Ciências Econômicas e Administrativas
Universidade de Guadalajara
México
Instituto de Pensamento e Cultura na América Latina, Associação Civil
México
Centro Universitário de Ciências Econômicas e Administrativas
Universidade de Guadalajara
México
Centro de Pesquisa e Estudos Avançados em Ciência Política e Administração Pública
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Autônoma do Estado do México
México
Pós-graduação em Educação - Universidade Católica de Santos Brasil
Brasil
Centro Universitário de Ciências Econômicas e Administrativas
Universidade de Guadalajara
México
Instituto de Ciências Sociais
-Universidade Federal de Uberlândia
Brasil
Centro Universitário de Ciências Econômicas e Administrativas
Universidade de Guadalajara
México
Diretoria de Pesquisa Científica
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Diretoria de Pesquisa Científica
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Brasil
Brasil
Instituto de Ciências Humanas, Sociais e Ambientais (INCIHUSA/CONICET)
Argentina
O Conselho Latino-Americano de Educação Popular (CEAAL), que é uma Rede Associada à CLACSO, é uma rede associada à CLACSO.
Argentina
Instituto de Ciências Sociais
-Universidade Federal de Uberlândia
Brasil
Centro Universitário de Ciências Econômicas e Administrativas
Universidade de Guadalajara
México
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Honduras
Base de Pesquisa Social
Paraguai
Centro Universitário de Ciências Econômicas e Administrativas
Universidade de Guadalajara
México
Departamento de Ciências Políticas e Sociais
Faculdade de Direito e Ciências Sociais
Universidade Nacional del Comahue
Argentina
Instituto de Pesquisa Educacional
Faculdade de Educação
Universidad de Costa Rica
Costa Rica
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Centro Universitário de Ciências Econômicas e Administrativas
Universidade de Guadalajara
México
Corpo e Textualidade - Universidade Autônoma de Barcelona
Universidade Autônoma de Barcelona
Espanha
Campus III da Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Autónoma de Chiapas
México
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Universidade de Buenos Aires, Argentina
Argentina
Departamento de Ciências Sociais
Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas
Universidade Católica de Nossa Senhora da Assunção
Paraguai
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Centro Universitário de Ciências Econômicas e Administrativas
Universidade de Guadalajara
México
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Universidade da República
Uruguai
Secretariado Executivo da CLACSO
Argentina
Universidade Autônoma do Estado de Morelos
México
Centro Universitário de Ciências Econômicas e Administrativas
Universidade de Guadalajara
México
Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Católica de Santos
Brasil
Instituto Superior de Formação de Professores 9. Universidade de Flores.
Argentina
Departamento de Educação e Formação de Professores
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Nacional de San Luis
Argentina
Conselho de Educação Popular da América Latina e do Caribe (CEAAL)
Argentina
Programa de Pós-Graduação em Educação
Universidade Nove de Julho
Brasil
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Centro de Estudos sobre Trabalho e Desenvolvimento Agrícola
Bolívia
Centro Paraguaio de Estudos Sociológicos
Paraguai
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Universidade de Guadalajara
México
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Centro Universitário de Ciências Econômicas e Administrativas
Universidade de Guadalajara
México
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Centro de Estudos sobre Cidadania, Estado e Assuntos Políticos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Centro de Estudos sobre Cidadania, Estado e Assuntos Políticos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Centro de Estudos para o Aperfeiçoamento do Ensino Superior
Universidade de Havana
Cuba
Centro de Estudos sobre Trabalho e Desenvolvimento Agrícola
Bolívia
Instituto de Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais
Universidade Nacional de La Plata - Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica
Argentina