Área temática: Movimentos sociais e ativismo
Grupo de trabalhoEstudos críticos sobre deficiência
17, Instituto de Estudos Críticos
México
Programa de Pós-Graduação em Estudos Latino-Americanos
Área de Coordenação de Pós-Graduação, Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Em um contexto global marcado por desigualdades estruturais e dinâmicas neoliberais, torna-se urgente articular as lutas locais com referenciais teóricos críticos, experiências pedagógicas e ativistas, e outras práticas transformadoras. Esse compromisso deriva de uma postura ética e política que busca desmantelar as lógicas hegemônicas que sustentam a exclusão, o paternalismo e a dependência, tal como definidas pelo Norte Global (Santos, 2012). Atualmente, a América Latina e o Caribe vivenciam um ressurgimento do neoliberalismo e do neofascismo que, originários do Norte Global, ameaçam governos progressistas, a autonomia e a soberania de países do Sul Global, e até mesmo o próprio Sul Global. A “crise da democracia” em nossa região é exacerbada pela ascensão e fortalecimento de novos movimentos de direita. Esse processo caracteriza-se pela consolidação de governos e atores políticos que promovem a desestabilização política e pela proliferação de ideologias que negam a existência da crise climática. Esses atores apoiam movimentos, partidos e organizações políticas de extrema-direita, criando um ambiente propício a expressões políticas radicais e extremistas que se manifestam inclusive em setores populares. A ascensão da nova direita se traduz na presença de ideologias conservadoras e moralistas que não apenas apoiam tentativas de golpe, mas também adotam posições antifeministas e se opõem abertamente a movimentos ambientalistas. Da mesma forma, rejeitam políticas de justiça, o reconhecimento de direitos e a igualdade social, contribuindo para a polarização política e social na região.
Este cenário político exacerba as condições de opressão (Abberley, 2008), precariedade e exclusão de e para pessoas com deficiência, suas famílias, movimentos sociais, organizações da sociedade civil e ativistas, bem como para acadêmicos e pesquisadores em diferentes países da região. Isso também se evidencia no impacto que teve sobre as políticas públicas relativas à deficiência, como se observa na Argentina com a recente "Lei de Emergência sobre Deficiência". O contexto brevemente delineado ilustra os modos de repressão contra os movimentos, o ativismo e as formas de resistência das pessoas com deficiência. Em consonância com as tendências dos estudos críticos da deficiência, é imperativo compreender a deficiência dentro da estrutura do neoliberalismo. Isso significa reconhecer as "produções" que destacam a deficiência como construídas a partir das relações sociais que se desenrolam em cada formação social, em momentos históricos específicos, e vinculadas de maneira particular às lógicas de produção e reprodução social (Ferrante, 2008; Danel, 2004; Moscoso, 2013; Sala, Pucci e Chavez Asencio, 2020). Pensar sobre a deficiência significa observar, em particular, os modelos sociais predominantes que envolvem os corpos, o desempenho corporal, as relações com o Estado e o mercado, e a participação em atividades econômicas, políticas, sociais e culturais (Pucci e Danel, 2021: 62-63). De forma semelhante, Maldonado (2020) nos desafia a "sentir a deficiência em tempos neoliberais", cujas manifestações ocorrem em processos de "privatização", "extrativismo", "flexibilização do trabalho", "desregulamentação financeira", "redução das proteções sociais", até mesmo seu desaparecimento, e todas as formas de precariedade, violência e violações dos direitos humanos.
Muito além da plataforma de "colaboração Sul-Sul" promovida pela CLACSO (embora reconhecendo a necessidade de confrontar desigualdades compartilhadas e unir o potencial de diferentes países), a proposta de renovação do Grupo de Trabalho busca dar origem a epistemologias críticas anti-capacitistas. Isso significa adotar posturas políticas, sociais e pedagógicas decoloniais e baseadas na deficiência como subjetividades dissidentes e resistentes contra o neoliberalismo e a própria neoliberalização da deficiência. Isso implica reposicionar a deficiência e as lutas das pessoas com deficiência a partir de uma perspectiva interseccional, feminista, de gênero, migratória, de dissidência sexual, anti-idade e antirracista, como parte do debate e das lutas políticas mais amplas da América Latina e do Caribe.
O compromisso do GT em propor um pensamento crítico latino-americano sobre a deficiência baseia-se nos seguintes aspectos:
A deficiência como construção social: os Estudos Críticos da Deficiência na região têm desafiado os discursos dominantes que reduzem a deficiência a um déficit, destacando a necessidade de mudanças estruturais e culturais (Yarza de los Ríos et al., 2019; Revuelta e Hernández, 2021). No contexto latino-americano, o capacitismo está profundamente ligado à racionalidade neoliberal (Mitchell e Snyder, 2015), que valoriza os corpos com base em sua produtividade. Na América Latina, essa lógica se entrelaça com um legado assistencialista e filantrópico, consolidado por meio de mecanismos midiáticos e institucionais, como a Teleton, que perpetuam a dependência simbólica (Ferrante e Brégain, 2023; Brogna, 2023; Pino-Morán e Ramírez, 2023).
Interseccionalidade: As desigualdades não se manifestam de forma uniforme; elas são interseccionadas por raça, gênero, classe, deficiência, sexualidade e colonialismo (Liasidou, 2013). O feminismo latino-americano (Curiel, 2008) e as perspectivas decoloniais (Espinosa, 2016) oferecem chaves para desvendar os discursos e práticas que sustentam a exclusão. A interseccionalidade, entendida a partir do Sul Global, deve ser situada, política e transformadora (Rodó-Zárate, 2021), evitando seu uso meramente descritivo ou importado.
Ativismo e resistência: O ativismo funciona como um ato de prefiguração (Yates, 2015), onde futuros possíveis são ensaiados a partir do presente e se tornam um meio de resistir à invisibilidade e ao capacitismo institucional (Mareño, 2021). Da mesma forma, pessoas com deficiência na América Latina e no Caribe encontraram nas práticas artísticas e performáticas uma maneira de contestar o espaço público (Romero-Rojas, 2022), tornar visíveis suas demandas e construir suas próprias narrativas, rompendo com o pensamento hegemônico e afirmando sua existência e capacidade de ação.
Abberley, Paul. (2008). O conceito de opressão e o desenvolvimento de uma teoria social da deficiência. Em L. Barton (Ed.), Superando as barreiras da deficiência (pp. 34-50). Morata Editions.
Brogna, Patricia. (2023). Os múltiplos Teletons que habitam o Teleton: um ator camaleão. Estudos Sociais do Estado, 9(17).
Curiel, Ochy. (2008). Superando a interseccionalidade das categorias através da construção de um projeto político feminista radical. Reflexões sobre as estratégias políticas de mulheres afrodescendentes. In Peter Wade, Fernando Urrea e Mara Viveros (orgs.), Raça, etnia e sexualidades. Cidadania e multiculturalismo na América Latina (pp. 461–484). Bogotá: Universidade Nacional da Colômbia.
Espinosa Yuderkis. (2016). Por que um feminismo decolonial é necessário: diferenciação, dominação coconstitutiva da modernidade ocidental e o fim da política de identidade. Em Solar, 12(1), 141-171.
Ferrante, Carolina e Brégain, Gildas. (2023). O surgimento da Teleton e a “virada caritativa” nas políticas para pessoas com deficiência durante a ditadura de Pinochet no Chile (1978-1982). Estudios Sociales del Estado, 9(17), 19-60.
Liasidou, Anastasia. (2013). Compreensões interseccionais da deficiência e implicações para uma agenda de reforma da justiça social na política e prática educacional. Disability & Society, 28(3), 299-312.
Maldonado, Jhonatthan. Contra-anti-empoderamento(nos). Sentindo a deficiência em tempos neoliberais: otimismo cruel e fracasso. Nômades, 52.
Mareño, Mauricio. (2021). Capacitismo e sua expressão no ensino superior. RAES. Revista Argentina de Ensino Superior, 13(23), 24–43.
Mitchell, David. & Snyder, Sharon. (2015). A biopolítica da deficiência: neoliberalismo, capacitismo nacional e corporeidade periférica. University of Michigan Press.
Pino-Morán, Juan e Ramírez, Rolando. (2023). Neoliberalismo e campanhas do Teletón no Chile: discursos políticos contra a ditadura da caridade. Estudos Sociais do Estado, 9(17), 61–82.
Pucci, Fiorella e Danel, Paula. (2021) Neoliberalismo, deficiência e precariedade. In Paula Danel e Marcela Velurtas (coordenadoras), Entre precariedade e direitos. Articulação dos debates do Serviço Social, das políticas sociais e da intervenção (pp. 62-82). La Plata: Editorial Universidade Nacional de La Plata / Facultad de Trabajo Social
Revuelta, Beatriz e Hernández, Raynier. (2021). Estudos críticos em deficiência: contribuições epistemológicas de um campo plural. Cinta de Moebio. Revista de Epistemologia das Ciências Sociais, (70), 17-33.
Rodó-Zárate, Maria. (2021). Interseccionalidade. Desigualdades, lugares e emoções. Països Catalães: Bellaterra Edicions.
Romero-Rojas, Víctor. (2022). Deficiência e construção cidadã no espaço público através do ativismo artístico [Projeto de tese de doutorado, Universidade do Chile].
Santos, Boaventura (2012). Descolonizando o conhecimento, reinventando o poder. Montevidéu: Edições Trice / Universidad de la República.
Yarza, Alexander et al. (2019). Ideologia da normalidade: um conceito-chave para a compreensão da deficiência na América Latina. In Alexander Yarza, Laura Sosa e B. Pérez (orgs.), Estudos críticos sobre deficiência: uma polifonia da América Latina (pp. 21-43). Cidade Autônoma de Buenos Aires: CLACSO / Universidade Nacional Autônoma do México.
Yates, Luke. (2015). Repensando a prefiguração: Alternativas, micropolítica e o futuro. Estudos Políticos, 63(4), 1013–1030.
A deficiência é uma categoria analítica, mas também uma experiência corporificada, um modo de ser e de existir, uma representação, uma identidade/afinidade, uma produção social e uma perspectiva que constituem um nó material-semiótico. Esse nó, segundo sua relacionalidade e fluxos espaço-temporais, situações, contextos e campos disciplinares, bem como o saber situado e a posicionalidade do "sujeito político interseccional da deficiência" (pessoas com deficiência, familiares/cuidadores/assistentes, funcionários públicos, acadêmicos e cúmplices na resistência), reproduz e reflete epistemes e horizontes de significado que convergem, se contradizem, se justapõem e/ou se complementam. A partir disso, uma riqueza de análises da realidade social e de construções teóricas em nossa região latino-americana permitiu a expansão do pensamento crítico sobre a deficiência, o que se reflete inclusive nas publicações que integraram as atividades deste Grupo de Trabalho.
Ao mesmo tempo, diversas perspectivas, subjetividades, políticas, estéticas, éticas, metodologias e pedagogias formam o cadinho deste Grupo de Trabalho, em que seus referenciais teóricos, bem como tradições de pensamento, mudanças epistemológicas, teorias críticas e cenários conceituais contemporâneos, refletem diálogos e tensões entre Sul e Sul, e entre Sul e Norte. Inicialmente, destacamos a recepção e a tradução dos Estudos da Deficiência, de origem anglo-saxônica, que impulsionaram uma análise estrutural-política para criticar as posições médicas e patologizantes que encapsulam a deficiência e sua realidade social na América Latina e no Caribe. A perspectiva do modelo social que se engaja com "cidadania", "barreiras sociais" e "direitos", juntamente com o movimento associativo internacional, fomentou a criação da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (2006), o primeiro tratado internacional de direitos humanos do século XXI, que constitui um marco legal para garantir a dignidade das pessoas com deficiência. Contudo, os processos políticos nos países latino-americanos estão corroendo o progresso que foi gradual e arduamente alcançado ao longo de mais de quatro décadas. A ascensão da extrema-direita e do neoliberalismo não apenas acentua um contradiscurso, a fobia da deficiência e a promoção do individualismo, mas também confirma que, com ou sem essas circunstâncias, em termos analíticos, a perspectiva dos direitos humanos deve ser descolonizada, transcendida e questionada como perspectiva hegemônica, e/ou fazer com que coexista e seja reimaginada com outras estruturas epistemológicas, éticas e teóricas. Nesse sentido, teorias e interpretações recentes em nossa região identificam o sistema capacitista de opressão como a forma histórica hegemônica e colonial de dominação sobre corpos e mentes e seu potencial de existência, uma vez que materializa formas de opressão não apenas sobre corpos com deficiência, mas também sobre outros corpos e mentalidades. Portanto, destaca-se uma postura teórico-prática como forma de resistência que contribui para o fundamento epistêmico desta GT: anti/contra-capacitismo (Vite, Monroy, Vallejo e Aréchiga, 2022).
Assim, pretendemos continuar trabalhando para ampliar a brecha na matriz ocidental colonial moderna e contribuir para garantir que a expressão capacitista e suas interconexões não sejam a única maneira de compreender e sentir a categoria e a subjetividade interseccionais da deficiência, da loucura, da neurodiversidade, da doença crônica e de outras experiências de opressão afetadas por essa matriz. Entendemos que o capacitismo não se refere apenas à discriminação contra pessoas com deficiência, mas também constitui uma matriz de opressão socialmente construída, baseada na concepção hegemônica de corpos e mentes como normais, saudáveis, íntegros, produtivos e eficientes. Da mesma forma, tem sido necessário aprofundar, especificar e entrelaçar com outras formas de resistência e movimentos sociais que confrontam a violência, como os do movimento "cordial" e outros processos relacionados à deficiência, enfatizando que também existe a possibilidade de construir uma visão emancipadora comum sem diluir as perspectivas individuais. É nesse entrelaçamento tenso, porém criativo, que esta proposta continua o desafio de superar a colonialidade do pensamento (Quijano, 2014) para promover a construção de nossos próprios marcos conceituais e metodológicos, enraizados nas realidades locais e no conhecimento que emerge dos territórios (Smith, 2016), posicionando-nos a partir de uma justiça epistêmica onde o que é criado em torno da deficiência, bem como o que pesquisadores com e sem deficiência contribuem, é entendido não apenas como uma contribuição para o nosso "cosmos de sentir-pensar e movimento social", mas também para os movimentos sociais, o pensamento latino-americano e o pensamento decolonial em geral. Da mesma forma, ao criarmos nosso próprio conhecimento, também nos engajamos em um diálogo com referências latino-americanas que nos permitem uma interdisciplinaridade com perspectivas feministas (Espinosa, 2016; Viveros, 2016; Korol, 2010), decoloniais (Segato, 2013; Walsh, 2017), queer-crip (Butler, 2002; McRuer, 2021), pós-humanas (Haraway, 1995) e de outros arquipélagos.
Alguns desafios e intenções da nossa proposta para a continuidade da nossa GT são os seguintes:
• Continuar a promover espaços de diálogo e cooperação entre os países da América Latina e do Caribe, fomentando a construção de uma comunidade epistêmica Sul-Sul.
• Descentralizar os discursos hegemônicos do Norte e destacar as contribuições dos estudos críticos sobre deficiência a partir de uma perspectiva regional.
• Promover práticas de pesquisa consistentes com os princípios éticos e políticos da produção de conhecimento contextualizado.
• Promover a pesquisa-ação transformadora, focada na mudança social e no impacto prático.
• Promover pessoas com deficiência como pesquisadoras, tanto como agentes epistêmicos quanto políticos.
• Incorporar a perspectiva interseccional e anti-capacitista na concepção, implementação e avaliação de políticas públicas.
Espinosa Yuderkis. (2016). Por que um feminismo decolonial é necessário: diferenciação, dominação coconstitutiva da modernidade ocidental e o fim da política de identidade. Em Solar, 12(1), 141-171.
Haraway, Donna J. (1995). Ciência, ciborgues e mulheres: a reinvenção da natureza. Madrid: Cátedra.
Korol, Claudia. (2010). Em direção a uma pedagogia feminista. Paixão e política na vida cotidiana. In Abordagens críticas às práticas teórico-políticas do feminismo latino-americano, 1, 181-191.
McRuer, Robert. (2021). Teoria Crip: Sinais Culturais de Queerness e Deficiência. Madrid: Kaótica Libros.
Quijano, Aníbal. (2014). Questões e horizontes: da dependência histórico-estrutural à colonialidade/descolonialidade do poder. Cidade Autônoma de Buenos Aires: CLACSO.
Segato, Rita. (2013). Uma crítica da colonialidade em oito ensaios e uma antropologia sob demanda. Buenos Aires: Prometeo.
Smith, Linda. (2016). Metodologias de descolonização: pesquisa e povos indígenas. Santiago, Chile: LOM Ediciones.
Vite, Diana, Monroy, Verel, Vallejo, Carolina e Aréchiga, Ernesto. (2022). Apresentação. Abordagens críticas e interdisciplinares da “deficiência” na América Latina. Andamios Revista de Investigação Social, 19 (49). 9-20.
Viveros, Mara. (2016). Interseccionalidade: uma abordagem situada da dominação. Em Debate Feminista, 52, 1-17.
Walsh, Catherine. (2017). Pedagogias Decoloniais Volume II: Práticas Insurgentes de Resistência, (Re)existência e (Re)vivência (Vol. 1). Quito: Abya-Yala.
(Ações para coordenar pesquisas sociais comparativas relevantes e rigorosas com uma perspectiva regional)
Analisar, mapear e articular as diferentes pesquisas nos campos acadêmico, artivista e ativista que continuam a ser desenvolvidas na região da América Latina e do Caribe, em relação à deficiência, suas imbricações e áreas de encontro.
2027
Analisar, mapear e articular as diferentes pesquisas nos campos acadêmico, artivista e ativista que continuam a ser desenvolvidas na região da América Latina e do Caribe, em relação à deficiência, suas imbricações e áreas de encontro.
2028
Analisar, mapear e articular as diferentes pesquisas nos campos acadêmico, artivista e ativista que continuam a ser desenvolvidas na região da América Latina e do Caribe, em relação à deficiência, suas imbricações e áreas de encontro.
Elaboração e planejamento do dossiê informativo: Deficiência e Mobilidade.
Projeto de Livro Resumido: Agências de Discos e Incidentes.
Publicação aberta: “Sistematização 2026: Conhecimentos, práticas e experiências de pessoas com deficiência”.
Livro de resumos para o período de 2026–2027.
Publicação em colaboração com o grupo de pesquisa em educação inclusiva e outras pedagogias da UNAL: “Pedagogias Alternativas: Uma jornada por espaços pouco conhecidos na educação e na deficiência”.
Publicação em colaboração com o grupo de pesquisa em educação inclusiva e outras pedagogias da UNAL: “Pedagogias Alternativas: Uma jornada por espaços pouco conhecidos na educação e na deficiência”.
Atividades 2027
Livro de resumos para o período de 2026–2027.
Série de publicações "Deficiência Crítica", em colaboração com a FLACSO Equador, intitulada "Processo de Politização do Movimento Equatoriano de Pessoas com Deficiência de 2020 até o Presente", coordenada por Gonzalo Schmidt.
A publicação “Memórias dos processos de resistência latino-americanos na atualidade” é coordenada pelo subgrupo de Movimentos Sociais.
Atividades para o ano de 2028
Estudos de caso sobre mobilizações locais (Análise de caso) - Carolina Vallejos - Victor Romero-Rojas
A publicação “Sistematização da Aprendizagem em Acessibilidade” é coordenada pelo Subgrupo de Acessibilidade.
Publicação em colaboração com a Universidade de Antioquia intitulada “Resistências Coletivas na Educação Especial: Vozes de Famílias, Organizações e Professores na América Latina e no Caribe”, coordenada pelo Subgrupo de Educação, Ensino e Prática Educacional.
Elabore um plano de conteúdo e estrutura para o dossiê em formato digital, contendo pelo menos 4 seções temáticas.
Elabore o sumário e um resumo executivo (máximo de 1.000 palavras) dos temas centrais do livro.
Realizar 2 seminários por ano, com pelo menos 2 apresentações internas e 1 comentarista especialista externo em cada um.
Documente e analise 10 experiências-chave do período até 2026 em um relatório digital (mínimo de 50 páginas), acessível ao público.
Criar e publicar o livro de síntese (mínimo de 100 páginas) em formato físico e digital, que compile e analise as principais conclusões do período de dois anos.
Resultados de 2027
Documente e analise 10 experiências-chave do período até 2026 em um relatório digital (mínimo de 50 páginas), acessível ao público.
Criar e publicar o livro de síntese (mínimo de 100 páginas) em formato físico e digital, que compile e analise as principais conclusões do período de dois anos.
Participação ativa em encontros acadêmicos, sociais, culturais e políticos que permitam a articulação com outras redes da região sobre questões relevantes para a produção de conhecimento e sabedoria sobre deficiência em contexto.
Manter ativas as iniciativas dos participantes do GT para a produção de livros, declarações, boletins informativos, cadernos de reflexões que fazem parte de diferentes atividades no âmbito de suas pesquisas e/ou conversas, círculos de conhecimento, espaços de reflexão, grupos de trabalho, entre outros.
Resultados para o ano de 2028
Concluir o repositório digital com um total de 8 fichas de análise até o final de 2028.
Realizar reuniões internas da GT para organizar atividades, fóruns e apresentações para a 11ª conferência.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Continuar a fortalecer a rede regional de pesquisadores e ativistas na área da deficiência, que promovem a disseminação de estudos e experiências a partir do conhecimento coletivo.
e conhecimento com uma perspectiva interseccional e intergeracional.
2027
Continuar a fortalecer a rede regional de pesquisadores e ativistas na área da deficiência, que promovem a disseminação de estudos e experiências a partir do conhecimento coletivo.
e conhecimento com uma perspectiva interseccional e intergeracional.
2028
Continuar a fortalecer a rede regional de pesquisadores e ativistas na área da deficiência, que promovem a disseminação de estudos e experiências a partir do conhecimento coletivo.
e conhecimento com uma perspectiva interseccional e intergeracional.
Lançamento do Podcast “Urdimbres discas: hechos y relatos” (1ª temporada).
Publicação dos Boletins nº 1 e nº 2 (ativismo, memória e educação).
Seminário virtual aberto: “Educação emocional e saúde mental sob a perspectiva da deficiência”.
Workshop introdutório: Artivismo e práticas corporais.
Publicação dos Boletins nº 3 e nº 4.
Lançamento da Série Audiovisual 1 (vídeos curtos).
Debate virtual: “Práticas feministas e educação inclusiva”.
Conversa: "Vamos falar sobre a não-imputabilidade na perspectiva da deficiência."
Ciclo de palestras: Metodologias criativas e deficiência.
Atividades 2027
Lançamento do livro acessível: “Pedagogias Alternativas: Uma Jornada Através de Experiências Comunitárias”.
Relançamento do Boletim de 2027 (nº 1 e nº 2).
Lançamento do Diploma Superior em Estudos Críticos sobre Deficiência (versão aberta).
2ª temporada do podcast — entrevistas com organizações e coletivos.
Oficinas virtuais sobre: Artivismo para pessoas com deficiência, Educação emocional, Metodologias de pesquisa situada.
Boletins 2027 nº 5 e nº 6.
Debate aberto: “Sentindo e refletindo sobre o contrapoder das pessoas com deficiência”.
Publicação multimídia: Cápsulas de Neurodiversidade.
Curso virtual de fim de ano: “Criação colaborativa e acessível para organizações sociais”.
Boletins nº 7, nº 8 e encerramento anual.
atividades 2028
Grupos de trabalho em colaboração com a Universidade Nacional de Salta “Práticas educativas numa perspectiva latino-americana”, coordenados por Cristina Pereyra, Beatriz Vega e Natalia Barrozo.
Curta-metragem documental: “Memórias vivas do ativismo artístico de pessoas com deficiência”.
Produzir e publicar os 3 primeiros episódios do podcast, com duração média de 20 minutos cada.
Publique os dois boletins informativos em formato digital (mínimo de 10 páginas cada) e distribua-os para uma lista de pelo menos 500 assinantes.
Convide no mínimo 100 participantes para o seminário e grave a sessão para posterior divulgação.
Realize o workshop com um mínimo de 20 participantes e avalie a satisfação deles com uma classificação média superior a 4.0/5.0.
Publicar ambas as newsletters no segundo trimestre, mantendo a base de assinantes.
Publique 5 vídeos curtos (máximo de 2 minutos cada) em plataformas digitais, alcançando um total de 1.000 visualizações.
Realizar a discussão com a participação de 2 palestrantes externos convidados.
Organize a discussão em formato virtual ou híbrido, abordando os aspectos legais e sociais do tema.
Resultados de 2027
Publique o livro em pelo menos 3 formatos acessíveis (por exemplo, EPUB, audiolivro, PDF acessível).
Redesenhe o formato do boletim informativo e comece a distribuí-lo para a nova base de contatos.
Matricular um mínimo de 50 alunos no programa de diploma em sua versão aberta.
Publicar 4 episódios da 2ª temporada, com a participação de 4 organizações/coletivos de pessoas com deficiência.
Oferecemos 3 workshops temáticos, com uma avaliação de satisfação média de 4.2/5.0.
Gere uma discussão ativa, com pelo menos 20 comentários/perguntas da audiência.
Produza 6 cápsulas multimídia (imagens ou vídeos curtos) com conteúdo específico sobre neurodiversidade.
Conclua o ciclo anual do boletim informativo.
Capacitar 15 membros de organizações sociais.
Resultados de 2028
Criar e organizar espaços para diálogo ativo entre os professores convidados para os grupos de trabalho, em colaboração com a Universidade Nacional de Salta, Argentina.
Participação em fóruns, simpósios, dossiês, congressos e outros eventos que permitam a apresentação do conjunto de conhecimentos e experiências em formatos como livros, boletins, publicações, declarações, memórias, mapeamentos, entre outros.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, gestores ou funcionários de políticas públicas, experiências comunitárias e territoriais)
Gerar sinergias e diálogos de solidariedade entre universidades, instituições, organizações, grupos sociais de pessoas com deficiência e ativismo que promovam encontros participativos, nos quais as pessoas com deficiência sejam agentes de mudança e contribuam para os processos de transformação social.
2027
Fortalecer o espaço para a luta política pela justiça epistêmica nas ciências sociais e humanas a partir dos estudos críticos da deficiência, com o objetivo de posicionar as experiências anti-capacitistas no esforço de reimaginar o mundo.
Gerar sinergias e diálogos de solidariedade entre universidades, instituições, organizações, grupos sociais de pessoas com deficiência e ativismo que promovam encontros participativos, nos quais as pessoas com deficiência sejam agentes de mudança e contribuam para os processos de transformação social.
2028
Organizar e sistematizar informações relacionadas às atividades realizadas durante os dois anos anteriores.
Grupo de trabalho (virtual): Resistência coletiva na educação emocional.
Evento presencial/híbrido: “Dia do Ativismo Comunitário e do Conhecimento 2026”.
Participação em um debate latino-americano sobre pedagogias alternativas.
Atividades 2027
Debate híbrido: “Passado e presente dos movimentos sociais para pessoas com deficiência”.
Reunião final de 2027: “Conhecimento e comunidades de pessoas com deficiência: equilíbrio e projeção para 2028”.
Atividades 2028
Reuniões internas em preparação para a 11ª conferência.
Celebre o evento com pelo menos 40 participantes presenciais e 100 virtuais, promovendo a troca de conhecimento.
Contribua para a discussão com uma apresentação ou artigo sobre a abordagem DISCA (participação de 100%).
Resultados de 2027
Promover a memória histórica através do registro das experiências de 3 líderes ou ativistas do movimento.
Organizar a reunião para avaliar 80% dos resultados esperados para o biênio e definir 3 linhas de ação para 2028.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Continuar a fortalecer a rede regional de pesquisadores e ativistas na área da deficiência, que promovem a disseminação de estudos e experiências a partir do conhecimento coletivo.
e conhecimento com uma perspectiva interseccional e intergeracional.
2027
Continuar a fortalecer a rede regional de pesquisadores e ativistas na área da deficiência, que promovem a disseminação de estudos e experiências a partir do conhecimento coletivo.
e conhecimento com uma perspectiva interseccional e intergeracional.
Participação híbrida no seminário da CLACSO: Deficiência e Animação Social.
Atividade híbrida: Grupo de trabalho internacional sobre educação inclusiva.
Conferência híbrida: “Ensino superior e deficiência na América Latina”.
Conferência Anual sobre Estudos Críticos da Deficiência.
Atividades 2027
Conferência híbrida: “Ensino superior e deficiência na América Latina”.
Criação da conferência anual de Estudos Críticos sobre Deficiência.
Reunir 5 instituições internacionais e estabelecer um roteiro de colaboração de curto prazo.
Resultados de 2027
Reúna 10 representantes de universidades ou centros de pesquisa da região para elaborar uma declaração conjunta (mínimo de 1 página).
Garanta sua participação com uma apresentação ou participação em um painel no evento.
Número total de pesquisadores admitidos: 74
Faculdade de Educação
Faculdade de Educação
Universidade de Antioquia
Colômbia
Instituto Tecnológico de Querétaro
México
Não possui uma instituição.
Colômbia
Divisão de Ciências Sociais e Humanas, Departamento de Educação e Comunicação - Universidade Autônoma Metropolitana - Xochimilco
Colômbia
Universidade Mayor de San Andrés, Laboratório de Estudos Ontológicos e Multiespécies do Instituto de Pesquisa Arqueológica e Antropológica
Bolívia
Fundação Oswaldo Cruz
Brasil
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Centro Nacional de Pesquisa Científica, França.
Brasil
Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil
Brasil
17, Instituto de Estudos Críticos
México
Instituto de Pesquisa Jurídica - Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM)
México
Faculdade de Enfermagem e Obstetrícia, UNAM
México
Universidade Nacional de San Marcos / AIEDI – Deficiência e inclusão
Peru
Departamento de Terapia Ocupacional e Ciências do Trabalho, Faculdade de Medicina - Universidade do Chile
Chile
Centro de Pesquisa e Estudos Superiores em Antropologia Social - Unidade do Golfo
México
Universidade de Deusto / Faculdade de Ciências Humanas
Espanha
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Universidade Xavier de São Francisco
Bolívia
Instituto de Pesquisa em Ciências Sociais e Humanas
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Nacional de Salta/Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica
Argentina
Não possui uma instituição.
Colômbia
Universidade Autônoma da Cidade do México
Coordenação acadêmica
Universidade Autônoma da Cidade do México
México
Não possui uma instituição.
Colômbia
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Universidade Colegio Mayor de Cundinamarca
Colômbia
Não possui uma instituição.
México
Universidade Nacional de Salta
Argentina
Não possui uma instituição.
Colômbia
Não possui uma instituição.
Venezuela
Universidade Autônoma da Cidade do México
Coordenação acadêmica
Universidade Autônoma da Cidade do México
México
Faculdade de Educação
Faculdade de Educação
Universidade de Antioquia
Colômbia
Universidad del Valle
Colômbia
Iniciativa ALCE, Colômbia
Colômbia
Coletivo La Casa Puentes/ Colômbia
Colômbia
Escola Nacional de Serviço Social
Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM)
México
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Iztapalapa
México
Departamento de Serviço Social, Faculdade de Ciências Sociais, Universidade da República
Uruguai
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade do Chile
Chile
Faculdade de Educação
Faculdade de Educação
Universidade de Antioquia
Colômbia
INSTITUTO DE PESQUISA SOCIAL
UNIVERSIDADE AUTONOMA DE NOVO LEAO
México
Iniciativa ALCE, Colômbia
Colômbia
Universidade Camilo José Cela, Espanha; Universidade Nebrija, Espanha
Espanha
Departamento de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Quilmes
Argentina
Não possui uma instituição.
México
Faculdade de Estudos Superiores Iztacala - Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM)
México
Faculdade de Economia, Governo e Comunicações, Universidade Central do Chile
Chile
Escola Preparatória Nacional nº 2 "Erasmo Castellanos Quinto" UNAM
México
O Colégio de Michoacán
México
Fundação de Pesquisa Social - Diversidade
Venezuela
Não possui uma instituição.
Colômbia
Secretaria Municipal de Educação de São Paulo
Brasil
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Universidade Nacional da Patagônia San Juan Bosco
Argentina
Faculdade de Ciências Humanas e da Educação
Universidade da República
Uruguai
Departamento de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Quilmes
Argentina
Escola Nacional de Antropologia e História
México
Universidade do Chile
Chile
Rede Ibero-Americana de Pesquisa sobre Imaginários e Representações
Colômbia
Universidade Pedagógica Nacional, Morelia
México
Programa de Pós-Graduação em Estudos Latino-Americanos
Área de Coordenação de Pós-Graduação, Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Grupo de Pesquisa Interdisciplinar sobre Deficiência - GRIDIS, Pontifícia Universidade Católica do Peru
Peru
Faculdade de Educação
Faculdade de Educação
Universidade de Antioquia
Colômbia
Não possui uma instituição.
Colômbia
Universidade St. Thomas
Chile
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Iztapalapa
México
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Cuba
Ministério do Ensino Superior
Universidade de La Havana
Cuba
Rede Ibero-Americana de Pesquisa sobre Imaginários e Representações
Colômbia
Universidade Favaloro - Argentina
Argentina
Não possui uma instituição.
Argentina
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Fundação La Colmena
Argentina
Não possui uma instituição.
México
Federação Argentina de Doenças Raras (FADEPOF)
Argentina
Não possui uma instituição.
México
Instituto Chiapas para Avaliação, Profissionalização e Promoção de Professores
México