Área temática: Democracias em disputa e a construção de alternativas

Grupo de trabalhoViolência, autoritarismo e políticas de segurança democráticas

1. Nome do Grupo de Trabalho.
Violência, autoritarismo e políticas de segurança democráticas
Coordenador(es) do Grupo de Trabalho
Luciana Noelia Ginga
Secretaria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Faculdade de Ciência Política e Relações Internacionais
UNR - Universidade Nacional de Rosário
Argentina
Rochele Fellini Fachinetto
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Instituto de Filosofia e Ciências Humanas
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Brasil
Júlio Solís Moreira
Centro de Pesquisa em Cultura e Desenvolvimento
Vice-Reitoria de Pesquisa
State Distance University
Costa Rica

2. Perspectiva situada do tema no contexto latino-americano e caribenho, compreendida a partir de uma visão crítica e contextual do Sul Global.

Esta proposta busca aprofundar a discussão sobre os desafios enfrentados pelas democracias latino-americanas e sua relação com os fenômenos de violência que caracterizam nossa região. Pretendemos contribuir para o desenvolvimento do tema "Democracias em Disputa: Horizontes, Resistência e a Construção de Alternativas a partir do Público e dos Bens Comuns" desta nova chamada de artigos, com foco principal nas formas como as democracias se entrelaçam e são afetadas/enfraquecidas pelos fenômenos de violência e autoritarismo que se manifestam de maneiras cada vez mais complexas. O objetivo é dar continuidade à pesquisa que vem sendo realizada há 25 anos, desde a criação do Grupo de Trabalho "Violência e Sociedade" no âmbito da CLACSO (Briceño León, 2001). Muitos dos pesquisadores que participaram desse grupo ainda estão atuando hoje, dedicados a investigar a violência e o conflito, e a destacar importantes transformações que contribuem para a compreensão do contexto latino-americano.

Briceño-León, um dos fundadores do grupo, destaca que a violência faz parte do cotidiano na América Latina, desde a violência da conquista, da escravidão, da independência e dos processos de apropriação de terras, expropriação de excedentes e violência estatal, incluindo a repressão militar dos governos ditatoriais do Cone Sul e da América Central (Briceño-León, 2001). O conhecimento produzido pelos pesquisadores deste grupo marca mudanças importantes na dinâmica da violência, que hoje constitui um processo distinto e sobreposto, referindo-se à violência criminal e urbana.

Este estudo situa-se no contexto das décadas de 1970 e 1980, um período em que as taxas de homicídio aumentaram exponencialmente na região, particularmente entre os jovens. Nenhuma outra região do mundo apresenta taxas de homicídio tão elevadas, nem uma variedade tão grande de tipos e formas de violência, incluindo a proliferação de gangues juvenis violentas, a prevalência da violência de gênero e a violência relacionada às drogas e à lavagem de dinheiro, todos problemas urgentes na atualidade. Esses problemas são agravados por formas de violência mais históricas, como guerras civis persistentes, movimentos guerrilheiros e esquadrões da morte, terrorismo de Estado, ditaduras, levantes sociais e revoluções violentas (Imbrush, Misse, Carrión, 2011).

Falar da América Latina e do Caribe hoje nos leva a focar nas múltiplas formas de violência e nas diversas formas de conflito que assumiram novas dinâmicas e trajetórias. A questão das organizações criminosas e como elas operam em mercados ilegais (Tenenbaum, 2022) é atualmente um dos principais desafios para as democracias latino-americanas e as políticas de segurança pública. Esses grupos expandiram suas operações e estão presentes em capitais e áreas rurais, prisões, favelas e regiões de fronteira (Rodrigues, Feltran e Zambon, 2023), estabelecendo-se como atores-chave em esquemas criminosos transnacionais que operam por meio de redes (Dias e Paiva, 2022).

A expansão do âmbito das atividades desses grupos impactou diversas dimensões da vida social, desde o funcionamento de mercados ilegais, com a fragmentação da dinâmica criminal - o que antes era considerado crime comum ou desvio - (Rodrigues, Feltran e Zambon, 2023), até o impacto na vida cotidiana, constituindo um obstáculo à eficácia da democracia.

A governança de questões criminais relacionadas à violência é central tanto para os círculos acadêmicos quanto para as agendas públicas dos governos estaduais. Portanto, uma das razões mais urgentes para abordar esse tema é examinar o papel dos governos estaduais nas intervenções que implementam para construir mecanismos de prevenção desses tipos de violência. É crucial também reconstruir a rede de ações e mediações realizadas por diversas organizações sociais, comunitárias e de bairro para evitar, prevenir e reduzir a violência homicida ligada ao narcotráfico. Nos últimos anos, a disseminação da violência (Dammert, Croci e Frei, 2024; Giavedoni e Ginga, 2017; Binder, 2009) tornou-se um problema profundamente conectado ao surgimento e à consolidação de mercados ilegais e à ascensão de diferentes grupos criminosos que os controlam, utilizando a violência para resolver suas disputas.

Isso, aliado à expansão da indústria de assassinatos por encomenda e ao aumento do número de pessoas com transtornos por uso de substâncias — um fenômeno exacerbado pelos efeitos da pandemia — está deixando sua marca em diversos setores da sociedade. A violência de gênero se manifesta no aumento contínuo das taxas de feminicídio (Fachinetto, 2025) e de transfeminicídios, o que levou ao desenvolvimento de ferramentas de mensuração estatística, instrumentos legais e políticas públicas específicas para sua prevenção, punição e erradicação.

Assim, é possível identificar como os fenômenos da violência, em suas mais variadas manifestações, tornaram-se mais complexos ao longo do tempo, mas persiste um dilema — tanto em termos acadêmicos quanto em termos de práticas sociais e políticas públicas — a respeito da relação entre violência e democracias no contexto latino-americano. A expectativa de que os contextos democráticos levariam a uma diminuição da violência não se materializou e, na prática, houve um aumento e uma diversificação da violência (Peralva, 1997; Neto, 2011). A relação entre violência e democracia também se evidencia no próprio uso do processo democrático para promover políticas autoritárias por meio da disseminação do medo e da expansão de táticas como o uso do termo "narcoterrorismo", que legitima intervenções violentas e repressivas, inclusive como justificativa para a interferência de agendas externas nas políticas nacionais dos países latino-americanos.

Isso desloca o debate da simples discussão de modelos de democracia para o foco em modelos de enfrentamento de diferentes formas de violência e crime. Governos de centro-esquerda implementaram políticas sociais inclusivas e estratégias de política internacional orientadas para o multilateralismo, mas na área do controle social, enfatizaram — mesmo alegando combatê-las — políticas punitivas baseadas em uma força policial repressiva, um sistema judicial opaco e penalizador e o aumento do encarceramento (Tavares dos Santos, Barreira, 2016).

Além do exposto, essas políticas se intensificaram por meio do Modelo Bukele em El Salvador e das operações policiais no Brasil, guiadas por uma estratégia de extermínio do inimigo. Essas políticas tiveram pouco impacto na redução da violência e no desmantelamento do crime organizado, embora gozem de certo grau de legitimidade social e política. Diante desse cenário de formas e dinâmicas de violência cada vez mais complexas (Venegas Álvarez, 2025), bem como das controvérsias em torno dos modelos de enfrentamento desses fenômenos, nos quais medidas estritamente repressivas, marcadas pelo populismo penal, ganham legitimidade social, consideramos essencial, nesta nova proposta de trabalho, revisitar o debate sobre o papel do Estado nas políticas de segurança pública, guiado pela garantia do devido processo legal, do respeito à dignidade e dos direitos humanos. É crucial que a academia, os movimentos sociais e os agentes públicos assumam um papel de liderança na proposição de respostas mais qualificadas e eficazes ao crime e à violência, em que as políticas de segurança pública devem ser guiadas por valores e princípios democráticos.

Binder, Alberto. Controle do crime em uma sociedade democrática. Ideias para uma discussão conceitual. In Gabriel Kessler (Org.), Segurança e cidadania. Novos paradigmas, reforma policial e políticas inovadoras. Edhasa, 2009.
Briceño-Leon, Roberto. Introdução. A nova violência urbana da América Latina. In: Briceño-Leon, Roberto. Violência, sociedade e justiça na América Latina. Buenos Aires: CLACSO, setembro de 2001.
Dammert, Lucia; Croci, Gonzalo; e Frey, Antonio. Por que tanta violência homicida na América Latina? Caracterizando o fenômeno e expandindo seu quadro interpretativo. Working Papers, (94), 1-13. 2024. https://doi.org/10.33960/issn-e.1885-9119.DT94
Dias, Camila Nunes; Paiva, Luiz Fábio S. Prisões de facções em dois territórios fronteiriços. Tempo Social, São Paulo, v. 34, no. 2, pág. 217-238, maio/agosto. 2022. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ts/a/qqb3vsh94nXg9kDZN3MvhLd/. Acesso em: 3 jun 2025.
Fachinetto, Rochele Fellini. Mortes de mulheres, justiça criminal e confronto com a violência de gênero. Rev Estud Fem [Internet]. 2025;33(3):e108016. Disponível em: https://doi.org/10.1590/1806-9584-2025v33n3108016
Fregoso, Rosa Linda; Bejarano, Cynthia. Feminicídio na América Latina. México: UNAM, Centro de Pesquisa Interdisciplinar em Ciências e Humanidades, Rede de Pesquisadores pela Vida e Liberdade das Mulheres, 2011.
Giavedoni, José Gabriel e Ginga, Luciana. Neoliberalismo e violência: o ovo da serpente. Diário Bordes, 19-30. 2017 https://publicaciones.unpaz.edu.ar/OJS/index.php/bordes/article/view/199/176
Gutierrez, Juan Manuel. Histórias de mortes: homicídios de jovens de Montevidéu em acertos de contas e conflitos entre grupos criminosos: Gabriel Tenenbaum, Nilia Viscardi, Mauricio Fuentes, Ignacio Salamano e Fabiana Espíndola. Revista De Ciências Sociais, 2023, 36(53), 215-219. https://doi.org/10.26489/
ILGALAC: Martín De Grazia, Crimes de Ódio contra Pessoas LGBTI na América Latina e no Caribe. (Buenos Aires: ILGALAC, 2020) https://lacasadelohanaydiana.ar/wp-content/uploads/2023/04/Crimenes-de-Odio-Martin-De-Grazia.pdf
Imbusch, Peter, Misse, Michel e Carrión, Fernando. Pesquisa sobre violência na América Latina e no Caribe: uma revisão da literatura. International Journal of Conflict and Violence, 5(1), 87–154, 2011. https://doi.org/10.4119/ijcv-2851
Neto, Paulo de Mesquita. Ensaios sobre segurança da cidade. São Paulo: Quartier Latin; FAPESP, 2011.
Paiva, Luiz Fabio; Dias, Camila Nunes. Para fora de São Paulo: O Processo de Expansão do Primeiro Comando Capital (PCC). Relatório de Pesquisa. Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, 2025. https://www.invips.com.br/pesquisa/pasp-pcc
Peralva, Angelina. Democracia e violência: modernização por baixo. Lua Nova [Internet]. 1997. Ago;(40-41):217–40. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0102-64451997000200010
Rodrigues, Fernando de Jesus; Feltran, Gabriel; Zambon, Gregório. Apresentação: expansão dos fatos, mutação dos mercados ilegais. Novos Estudos CEBRAP, São Paulo, v. 1, pág. 11-18, 2023.
Santos, José Vicente Tavares e Barreira, César. Introdução: a construção de um campo intelectual: violência e segurança nas cidades na América Latina. Em: ______. (Orgs.). Paradoxos da segurança da cidade. Porto Alegre: Tomo, 2016. p. 9-40.
Tenembaum, Gabriel. Os Protetores do Capital: As Conexões entre o Tráfico de Drogas Mexicano e a Lavagem de Dinheiro no Uruguai. Montevidéu: Penguin Random House Grupo Editorial, 2022.
Viscardi, Nília e Tenenbaum, Gabriel. (2023). Violência, territórios e tráfico de drogas na América Latina. Revista De Ciencias Sociales, 36(53), 7-14. https://doi.org/10.26489/
Vanegas Alvarez, Beatriz Elena, & Martinez Herrera, Luis Adolfo. Entre desenvolvimento, necropolítica e “limpeza social”: o estudo de caso da cidade de Pereira, Colômbia. European Public & Social Innovation Review, 10 (2025), 1–19. https://doi.org/10.31637/epsir-2025-1237
3. Justificação e análise da relevância teórica, social e intelectual do tema em relação ao contexto analisado no ponto anterior.

A maior parte da literatura científica especializada em criminologia concorda que a América Latina é a região mais violenta do mundo. Essa situação mina gravemente os processos democráticos e a capacidade do Estado, ao mesmo tempo que fomenta o desenvolvimento de poderosas atividades ilegais (Dammert, 2025). A violência está ligada à consolidação e diversificação dos mercados ilegais em toda a região. O que há 40 ou 50 anos se concentrava no tráfico de drogas ilícitas — particularmente cocaína — expandiu-se agora para uma ampla gama de economias ilícitas, incluindo a produção e o tráfico de diversas drogas, o tráfico de pessoas, o tráfico de armas de fogo, crimes ambientais, diversos mercados de contrabando, bem como serviços criminosos como extorsão e sequestro, e crimes financeiros e de corrupção — especialmente lavagem de dinheiro e a captura de instituições públicas — por meio dos quais os lucros dessas atividades são canalizados e protegidos.

As organizações criminosas exibem conexões cada vez mais prósperas e fluidas entre si (Trejo e Ley, 2021; Auyero e Sobering, 2021), adquirindo uma escala regional e transnacional. A interconexão entre essas organizações e certas elites políticas e econômicas (Florez Peres, 2009; Snyder e Durán Martínez, 2009; Sain, 2023) permite que esses mercados ilegais se tornem fluidos e consistentes. O elo que interconecta esses complexos fenômenos sociais e econômicos é o crescente nível de corrupção, que coloca em xeque a própria democracia como sistema de governo em nossos países.

Nesse contexto, um novo repertório de controle social emergiu nas últimas décadas, marcado por redefinições políticas e sofisticados mecanismos de segurança. O termo "governança da segurança" é usado para descrever como atores públicos e privados moldam conjuntamente a gestão da ordem (Bergman, 2023). Mecanismos como condomínios fechados, vigilância em massa (câmeras, reconhecimento facial), sistemas de monitoramento e big data policial estão proliferando. Esses dispositivos tendem a privatizar a segurança e restringir o espaço público, estabelecendo uma "gramática do controle social" centrada no "sujeito em risco", substituindo o "cidadão com direitos" e identificando certos grupos (migrantes, jovens pobres, minorias) como "outros perigosos" e ameaças potenciais (Wacquant, 2007 e 2023). Essa linguagem tecnocrática disfarça medidas repressivas como soluções rápidas: promovem-se "guerras contra" o crime ou as drogas, juntamente com slogans radicais para persuadir uma população amedrontada de que "a ordem será restaurada" imediatamente (Durán Martínez, 2022). Segundo essa lógica, o Estado social (de bem-estar social) recua enquanto um processo autoritário de Estado penal avança, prometendo ordem por meio da punição, da vigilância e da normalização das exceções.

O exposto acima pode ser visto como uma deriva autoritária, referindo-se à tendência de usar a segurança como foco central de discursos e políticas que minam as garantias democráticas. Em muitos países, a agenda política e eleitoral tem se voltado para promessas de uma abordagem linha-dura e securitização extrema. Os defensores da linha-dura argumentam que uma "garantia excessiva" alimenta a impunidade, justificando medidas extraordinárias que extrapolam os limites da legalidade normal. Isso se traduz em estados de emergência prolongados, militarização da segurança pública e reformas legais punitivas. Simultaneamente, no nível conceitual e criminológico, observa-se uma mudança em direção ao que Garland (2005, 2007) denominou "criminologias do outro". As instituições penais estão ganhando terreno enquanto as políticas sociais estão perdendo força. Feeley e Simon (1992) propõem uma abordagem baseada na racionalidade atuarial, que gerencia riscos em vez de garantir direitos. Na prática, isso se evidencia em penas mais severas, aumento da população carcerária e indiferença em relação à reintegração.

Ao analisar os processos de transição de regimes autoritários para democracias no final da década de 1980, Pinheiro (1991) identificou uma resistência estrutural na sociedade civil que opera independentemente do regime político e constitui uma continuidade autoritária baseada em sistemas de hierarquia social que são regularmente reproduzidos com o apoio de instrumentos de opressão e criminalização. O autor denomina isso de “autoritarismo socialmente implantado”, que precede e supera os regimes políticos autoritários. Esse conceito é fundamental para a compreensão não apenas da persistência de práticas arbitrárias e tortura pelo Estado, mas também das formas como a própria sociedade civil apoia e legitima essas ações hoje, mais de 40 anos após o fim dos regimes ditatoriais. Entendemos que essa noção contribui para a nossa compreensão de alguns dos desafios que surgem na consolidação efetiva de uma cultura democrática (Alvarado Mendoza et al, 2024) no atual contexto latino-americano, e que merece ser expandida, revista e aprofundada (Alvarez et al, 2021) diante das novas formas de autoritarismo que se expressam nas mais variadas formas de violência social e estatal e constituem um obstáculo para as democracias na América Latina.

Diante dessas tendências, surge o imperativo de construir políticas democráticas de segurança cidadã. Alcançar a segurança com democracia exige mudar o foco da punição para a proteção social, reduzindo o papel do sistema penal e fortalecendo o Estado de bem-estar social — por meio da educação, saúde e oportunidades econômicas — como primeira linha de defesa contra o crime. Sem abordar as causas estruturais da violência, como a desigualdade e a exclusão, as políticas de linha dura conseguem apenas conter o problema temporariamente.

A América Central será um foco central do Grupo de Trabalho, tanto pela disseminação de modelos autoritários quanto pelo interesse já existente entre seus membros. Propõe-se a coordenação do trabalho com o Grupo de Trabalho sobre "Violência na América Central" por meio das conferências "Decifrando a América Central: Violência, Autoritarismo e Resistência", com encontros virtuais anuais, aproveitando as pesquisas em andamento sobre violência, políticas de segurança e autoritarismo (incluindo o caso Bukele-MS13). Simultaneamente, será fomentada a colaboração com o Grupo de Trabalho sobre "O Estado como Contradição" por meio de encontros virtuais anuais sobre "Violência, Segurança e o Estado", para discutir políticas públicas, as ligações entre o Estado e o crime organizado, estratégias repressivas e políticas para prevenir o feminicídio, a violência contra jovens e a violência contra mulheres trans. Em um contexto regional adverso à segurança democrática dos cidadãos, o Grupo de Trabalho visa fortalecer as dimensões inclusivas do Estado e desafiar práticas de segurança socialmente legitimadas, porém autoritárias.

Portanto, nosso objetivo geral é contribuir para o fortalecimento das linhas de conhecimento sobre violência, autoritarismo e políticas de segurança democrática por meio de um diálogo entre a academia, instituições estatais e grupos sociais que influenciam a elaboração multissetorial de políticas públicas e intervenções no campo da segurança cidadã e o fortalecimento genuíno dos regimes democráticos na América Latina e no Caribe. A estratégia de consolidação do Grupo de Trabalho prevê a incorporação planejada de jovens pesquisadores de países prioritários com formação acadêmica, vínculos com o Estado e movimentos sociais, e a criação de três funções de facilitação (acadêmica, de financiamento e de comunicação/divulgação) para dinamizar o grupo. Os facilitadores serão três jovens pesquisadores atuantes nas três áreas-chave mencionadas para o funcionamento dinâmico do Grupo de Trabalho.

Alvarado Mendoza, Arturo, Jasso González, Carolina, Franco Salinas, KP, Hurtado Hernández, CA, Konzevik Makowski, N., Salazar Hernández, DA, & González Orozco, P. (2024). Evolução da violência política e eleitoral, impactos regionais na qualidade da democracia e na força das instituições, 2018-2024. Relatório final. Centro de Estudos Sociológicos, El Colegio de México, 2024.
Alvarez Marcos Cesar, Benett Pedro Rolo, Higa Gustavo L, Novello Roberta Heleno, Funari Gabriel. Revisitando a noção de autoritarismo socialmente implementado Entrevista com Paulo Sérgio Pinheiro. Tempo soc [Internet]. 2021. Set;33(3):301–32. Disponível em: https://doi.org/10.11606/0103-2070.ts.2021.187081
Auyero, Javier e Sobering, Katherine. Entre traficantes de drogas e a polícia: as relações clandestinas entre o Estado e o crime e seu impacto violento na vida das pessoas. Siglo XXI Editores Argentina, 2021.
Bergman, Marcelo. O Negócio do Crime: O Crescimento da Criminalidade, dos Mercados Ilegais e da Violência na América Latina. Cidade Autônoma de Buenos Aires, Argentina: Fondo de Cultura Económica, 2023.
Dammert, Lucía. Anatomia do Poder Ilegal: Violência, Crime Organizado e Corrupção na América Latina. Santiago, Chile: Editorial Ariel, 2025.
Durán-Martínez, Angélica. Dilemas e possibilidades de negociação com grupos criminosos na América Latina. LASA Forum, 53(4), 25–30. 2022
Feeley, Malcolm e Simon, Jonathan. A Nova Penologia: Notas sobre a Estratégia Emergente das Correções e suas Implicações. Criminologia, vol. 30, nº 4, 1992, pp. 449–474. https://doi.org/10.1111/j.1745-9125.1992.tb01112.x
Flores Perez, Carlos Antonio. O Estado em Crise: Crime Organizado e Política. Desafios para a Consolidação Democrática. Cidade do México, México: Ciesas, 2009.
Garland, David. A Cultura do Controle: Crime e Ordem Social na Sociedade Contemporânea. Barcelona: Gedisa, 2005.
Guirlanda, David. Crime e Castigo na Modernidade Tardia. Bogotá: Siglo del Hombre Editores/Universidade de los Andes, 2007.
Melossi, Dario. Controlando o Crime, Controlando a Sociedade: Teorias e Debates sobre a Questão Criminal, do Século XVIII ao XXI. Buenos Aires: Siglo Veintiuno Editores, 2018.
Pinheiro, Paulo Sérgio. Autoritarismo e transição. Revista USP. Nº 45. Março/abri/maio, 1991. Disponível em: https://nev.prp.usp.br/wp-content/uploads/2015/05/25547-29466-1-SM.pdf
SAIN, Marcelo Fabián. Cidade dos corações pobres: Estado, crime e violência do narcotráfico em Rosário. Rosário: Prohistoria, 2023.
Scaraffuni, Luciana, & Paternain, Rafael. (2023). O Estado e suas margens: uma abordagem etnográfica do bairro Marconi. Journal of Social Sciences, 36(53), 129-147. https://doi.org/10.26489/rvs.v36i53.5
Snyder, Richard, e Angélica Durán-Martínez. “Drogas, violência e esquemas de proteção patrocinados pelo Estado no México e na Colômbia”. Colombia Internacional (70): 61-91, 2009.
Solís Moreira, Julio, Adaptações da política criminal na segurança cidadã e prevenção da violência na América Latina / Julio Solís Moreira. – 1ª edição – San José, Costa Rica: FLACSO, 2018.
Trejo, Guillermo e Ley, Sandra. Votos, drogas e violência. Cidade do México, México: Debate, 2021.
Universidade da República (Uruguai), Faculdade de Ciências Sociais. Departamento de Sociologia. Uruguai sob uma Perspectiva Sociológica 20 / Faculdade de Ciências Sociais. Departamento de Sociologia. Montevidéu: Udelar. FCS-DS: Doble clic · Editoras, 2023.
Wacquant, Loïc. Punindo os pobres: o governo neoliberal da insegurança social. Buenos Aires: Manantial, 2007.
Wacquant, Loïc. A invenção da “subclasse”: um estudo sobre a política do saber. Buenos Aires: Siglo Veintiuno Editores, 2023.
4. Plano de trabalho de três anos (36 meses).
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações para coordenar pesquisas sociais comparativas relevantes e rigorosas com uma perspectiva regional)
1.1 Organizar oficinas, intercâmbios e sessões conjuntas de feedback com os Grupos de Trabalho “O Estado como Contradição” e “Violência na América Central”, fortalecendo a conexão entre as agendas relacionadas e promovendo a colaboração acadêmica. Além disso, fomentar e divulgar oportunidades de participação em editais de financiamento da CLACSO e de outras instituições para obtenção de recursos para pesquisa comparativa.

1.2 Propor um dossiê especial em uma revista científica especializada nas áreas temáticas ligadas à violência, ao autoritarismo e às políticas públicas de segurança democrática - pode ser na revista científica CLACSO Tramas y Redes - intitulado "Violência, autoritarismo e políticas de segurança democrática", da coordenação do GT, com capacidade para 10 (dez) artigos de pesquisadores membros (de autoria individual ou coletiva de até 3 (três) autores) de 10 (dez) países diferentes (ou mais) que contribuam para o tema de uma perspectiva comparativa.
1.1 Organização de 2 (dois) dias de trabalho, trocas e feedback que incluem algumas atividades em cada um deles: 1 (um) dia junto com o GT “Violência na América Central” intitulado “Decifrando a América Central: Violência, autoritarismo e resistência” e 1 (um) dia junto com o GT “O Estado como contradição” intitulado “Violência- Segurança e Estado: pontos fortes e fracos na relação entre crimes, políticas de segurança pública e modos de governo/legitimação”.

1.2 Coordenação, gestão e proposta do dossiê especial em revista científica especializada nas áreas temáticas ligadas à violência, ao autoritarismo e às políticas públicas de segurança democrática - pode ser na revista científica CLACSO Tramas y Redes - intitulado "Violência, autoritarismo e políticas de segurança democrática", a partir da coordenação do GT, com capacidade para 10 (dez) artigos de investigadores membros (de autoria individual ou coletiva de até 3 (três) autores) de 10 (dez) países diferentes (ou mais) que contribuam para o tema de uma perspetiva comparativa.
1.1 Duas sessões de trabalho – intercâmbios virtuais e feedback com os Grupos de Trabalho “O Estado como Contradição” e “Violência na América Central”. Será disponibilizada a gravação de cada sessão de trabalho para que cada Grupo de Trabalho possa divulgar e editar um vídeo mais curto para publicação em suas redes sociais. Um boletim acadêmico será publicado contendo a apresentação e os comentários, aproveitando o fato de que ambos serão escritos.

1.2 Um dossiê especial em uma revista científica especializada nas áreas temáticas ligadas à violência, ao autoritarismo e às políticas públicas de segurança democrática - pode ser na revista científica CLACSO Tramas y Redes - intitulado "Violência, autoritarismo e políticas de segurança democrática", que reúne 10 (dez) produções acadêmicas de vários membros do GT em torno do tema sugerido de "Violência, autoritarismo e políticas de segurança democrática", a ser publicado em 2027.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
2.1 Ampliar a visibilidade das atividades, cursos e publicações dos membros do Grupo de Trabalho CLACSO, juntamente com estudantes em formação, professores e pesquisadores dos centros membros do CLACSO.

2.2 Desenvolver uma estratégia de comunicação e divulgação para as publicações do GT nas redes sociais, a fim de ampliar a disseminação das atividades do grupo junto ao público acadêmico, aos movimentos sociais e às organizações estatais.
2.1 Realização de encontros virtuais anuais de pesquisadores pertencentes ao GT no âmbito dos Centros Membros vinculados, onde eles apresentam suas pesquisas e atividades em conjunto com o CLACSO, e há possibilidade de participação de estudantes de graduação e pós-graduação e outros colegas externos à academia (movimentos sociais, coletivos, ONGs, sindicatos, fundações).

2.2 Criação de um perfil no Instagram, uma página no Facebook para o novo Grupo de Trabalho, um canal no YouTube, um website vinculado à CLACSO, veículos de comunicação e uma identidade visual, e conexão destes com usuários-chave na academia, movimentos sociais, associações profissionais e organizações de cooperação internacional para disseminar as principais atividades, propostas e ações. Estas incluem: em primeiro lugar, a realização de uma série de entrevistas audiovisuais curtas com os fundadores do Grupo de Trabalho para comemorar seu 25º aniversário; e em segundo lugar, a elaboração de um boletim informativo anual que resuma as atividades do grupo no ano.
2.1 Maior participação de estudantes de pós-graduação e pesquisadores dos Centros Membros nas atividades do CLACSO e redes de pesquisa na América Latina fortalecidas pela ligação via CLACSO.

2.2 Um perfil no Instagram e no Facebook para o novo Grupo de Trabalho “Violência, Autoritarismo e Políticas Democráticas de Segurança” para divulgar suas atividades, propostas e ações. Isso inclui uma série de breves entrevistas audiovisuais com os fundadores do Grupo de Trabalho, marcando os 25 anos de sua formação, juntamente com um boletim informativo anual apresentando os resultados do grupo.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, gestores ou funcionários de políticas públicas, experiências comunitárias e territoriais)
3.1 Consolidar redes de defesa de direitos na concepção e implementação de políticas de segurança cidadã nos níveis local e nacional, envolvendo gestores de políticas públicas, profissionais das forças de segurança, membros do sistema judiciário e penitenciário, bem como movimentos sociais afins, nas atividades do grupo, a fim de fortalecer a articulação entre os principais atores.

3.2 Reforçar os laços estabelecidos com os movimentos e organizações sociais que lutam e resistem à violência nos países membros da GT, procurando colaborar e enriquecer-nos mutuamente.
3.1 Elaboração de relatórios e documentos, resultantes dessas atividades, com recomendações para a formulação de políticas públicas que serão publicadas nos canais de comunicação da GT por meio da CLACSO, das Universidades e em setores do Estado e dos movimentos sociais.

3.2 Organização de mesas-redondas interinstitucionais, multissetoriais ou interinstitucionais sobre questões de violência, autoritarismo e políticas públicas democráticas (ou a sua ausência), preferencialmente em congressos nacionais, locais ou em universidades públicas.
3.1 Canalização institucional para o fortalecimento dos regimes democráticos e para o desempenho das instituições de segurança e justiça na região.

3.2 Impacto no debate sobre a legitimidade das reformas legais ou inovações institucionais relacionadas às políticas de segurança democrática. Recomendações de políticas públicas nos níveis regional, nacional e local.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
4.1 Fortalecer os laços com as instituições que reúnem os membros do Grupo de Trabalho, como o Centro de Pesquisa em Segurança Cidadã (CISEC) e o Centro de Pesquisa em Governamentalidade e Estado (CIGE) da Faculdade de Ciências Políticas e Relações Internacionais, e o Centro de Pesquisas da Universidade Nacional de Rosário (CIUNR), Argentina; o Programa de Pós-Graduação em Segurança Cidadã da UFRGS, Porto Alegre, Brasil; e o Centro de Pesquisa em Cultura e Desenvolvimento da UNED, Costa Rica. Nesse sentido, destacamos a filiação de diversos membros do nosso grupo, incluindo um dos coordenadores, ao Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INVIPS), que reúne mais de 15 grupos de pesquisa de 10 universidades brasileiras que trabalham nos temas centrais deste grupo.

4.2 Articular e fortalecer os vínculos com redes científicas, agências de cooperação internacional e instituições acadêmicas — incluindo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), o Observatório da Violência de Gênero (UFRGS/Brasil), o UNODC (Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime), o ILANUD (Instituto Latino-Americano das Nações Unidas para a Prevenção do Crime e o Tratamento de Criminosos) e outras unidades do sistema das Nações Unidas ligadas à violência e ao crime, bem como redes nacionais e internacionais como o Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos (IEALC) da Universidade de Buenos Aires (onde está sediado o Grupo de Trabalho “O Estado como Contradição”), com as quais os membros do grupo mantêm relacionamento — a fim de ampliar a colaboração, o intercâmbio técnico e a projeção do Grupo de Trabalho.
4.1 Realização de webinars, intercâmbios em conferências, simpósios e congressos relacionados para a formação mútua dos membros do GT em questões de políticas públicas de segurança democrática, governo/governamentalidade/governabilidade/governança e em questões relacionadas aos desafios às democracias em nossos contextos.

4.2 Ações de colaboração técnica com o FBSP, UNODC, ILANUD, IEALC e outras redes especializadas, através do desenvolvimento conjunto de contribuições metodológicas, guias de análise comparativa, documentos de trabalho ou quadros conceptuais relacionados com a violência, o crime e as políticas de segurança democrática, refletidas na organização de sessões de trabalho presenciais ou virtuais.
4.1 Fortalecimento e consolidação de redes de pesquisadores sobre o tema da violência e sua relação com as democracias na América Latina, divulgando o trabalho realizado pelo nosso Grupo de Trabalho nas instituições acadêmicas às quais seus membros pertencem. Promoção do debate e da formação política sobre governo/governamentalidade/governabilidade/governança e sobre questões relacionadas aos desafios às democracias em nossos contextos, a fim de estimular a troca de informações entre os membros do Grupo de Trabalho por meio de intercâmbios com especialistas de outras disciplinas das ciências sociais. Publicação de um boletim anual sistematizando a produção do grupo durante os três (3) anos de atuação.

4.2 Documentos técnicos conjuntos (por exemplo, um documento de trabalho, diretrizes analíticas ou um relatório sobre metodologia comparativa) elaborados com pelo menos duas dessas instituições ou redes, que consolidam a cooperação interinstitucional e fortalecem o alcance do Grupo de Trabalho. Os documentos de orientação para a promoção de políticas públicas democráticas serão amplamente divulgados pelos canais do grupo disponibilizados pela CLACSO e entre formuladores de políticas e gestores.

5. Membros do Grupo de Trabalho
Número total de pesquisadores admitidos: 87
Elizabeth Mazeron Machado
UFRGS
Brasil
Pablo Emilio Angarita Cañas
Instituto de Estudos Regionais
Universidade de Antioquia
Colômbia
Maria Alejandra Otamendi
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Magda Grisel Azcona Villagra
Instituto de Estudos Comparativos em Ciências Criminais e Sociais
Paraguai
Gabriel Kessler
Instituto de Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais
Universidade Nacional de La Plata - Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica
Argentina
Gabriel Tenenbaum Ewig
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Sérgio Roberto De Abreu
Universidade Luterana do Brasil
Brasil
Luiz Fábio Silva Paiva
Laboratório de Estudos sobre Violência
Programa de Pós-Graduação em Sociologia. Departamento de Ciências Sociais. Centro de Humanidades.
Universidade Federal do Ceará
Brasil
Ernesto Valdez Dorantes
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Alejo Vargas Velasquez
Departamento de Ciência Política
Faculdade de Direito, Ciências Políticas e Ciências Sociais
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Othón Partido Lara
Universidade Ibero-Americana-León
México
Brenda Focás
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
Fernando Aguilar Saravia
Centro de Planejamento e Gestão
Faculdade de Ciências Econômicas
Universidade Principal de San Simón
Bolívia
Edgar Baltazar Landeros
Universidade Autônoma da Cidade do México
Coordenação acadêmica
Universidade Autônoma da Cidade do México
México
José Alfredo Zavaleta Betancourt
Instituto de Pesquisa Histórica e Social
Universidad Veracruzana
México
Amanda Camila Guajardo Guzmán
Liceo B-56 ​​​​Rebeca Olivares Benítez.
Chile
Renato Sérgio De Lima
Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas
Brasil
Abel Enrique Irala

Juan Alberto Martens Molas
Centro de Estudos Antropológicos da Universidade Católica
-Universidade Católica "Nossa Senhora da Assunção"
Paraguai
Rodrigo Ghiringhelli de Azevedo
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Brasil
Rodrigo Peña González
Centro de Estudos Sociológicos
O Colégio do México
México
Alterar Rocha
CENTRAL DE MEMBROS PLENOS - PPGEO-UESB
Brasil
José Clemente Lasso Núñez
Doutorado em Ciências Humanas e Sociais
universidade do Panamá
Panamá
Ulrike Capdepón Busies
Universidade de Guadalajara, CUCSH, Departamento de Estudos Ibéricos e Latino-Americanos (DEILA)
México
Alex Niche Teixeira
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Instituto de Filosofia e Ciências Humanas
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Brasil
Trevor Stack
Universidade da Pensilvânia
Reino Unido
Lúcia Carmina Jasso López
Sem dados
México
Natasa Loizou
Secretaria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Faculdade de Ciência Política e Relações Internacionais
UNR - Universidade Nacional de Rosário
Argentina
Amadou Recasens
Não se aplica
Marcelo Patrício Campana Granizo

Gañán Javier
Secretaria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Faculdade de Ciência Política e Relações Internacionais
UNR - Universidade Nacional de Rosário
Argentina
Olga Espinoza Mavila
Faculdade de Governo. Universidade do Chile
Chile
Jaime Zuluaga Nieto
Centro de Pesquisa sobre Dinâmica Social
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Extership universitário da Colômbia
Colômbia
Márcia Esteves De Calazans
Universidade Católica de Pelotas, UCPEL, Brasil.
Brasil
Roberto Luís Gustavo González
Instituto Acadêmico Pedagógico de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Villa Maria
Argentina
Ricardo David Veroso Toledo
Instituto de Estudos Comparativos em Ciências Criminais e Sociais
Paraguai
Maria Eugenia Suárez De Garay
Universidade de Guadalajara, Departamento de Estudos Educacionais
México
Nilia Viscardi
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
José Vicente Tavares dos Santos
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Instituto de Filosofia e Ciências Humanas
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Brasil
Gregório Persello
Secretaria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Faculdade de Ciência Política e Relações Internacionais
UNR - Universidade Nacional de Rosário
Argentina
César Barreira
Laboratório de Estudos sobre Violência
Programa de Pós-Graduação em Sociologia. Departamento de Ciências Sociais. Centro de Humanidades.
Universidade Federal do Ceará
Brasil
Markus Gottsbacher
Universidade de Carleton
Canadá
Simone da Silva Ribeiro Gomes

Joaquín Zajac
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
Alejandra Flores Martínez
Centro de Pesquisa Jurídica da Faculdade de Direito da Universidade Autônoma do Estado do México
Faculdade de Direito
Universidade Autônoma do Estado do México
México
Marco Gaiero
Secretaria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Faculdade de Ciência Política e Relações Internacionais
UNR - Universidade Nacional de Rosário
Argentina
Marco Iazzetta
Secretaria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Faculdade de Ciência Política e Relações Internacionais
UNR - Universidade Nacional de Rosário
Argentina
Rodolfo Calderón Umaña
Instituto de Pesquisa Social
Faculdade de Ciências Sociais
Universidad de Costa Rica
Costa Rica
Valeria Bonomi
Instituto de Ciências Políticas
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
João Pedro Theves
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Brasil
Letícia Maria Schabbach
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Instituto de Filosofia e Ciências Humanas
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Brasil
Luciana Noelia Ginga [Coordenador]
Secretaria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Faculdade de Ciência Política e Relações Internacionais
UNR - Universidade Nacional de Rosário
Argentina
Dolores Del Carmen Chinas Salazar
Sistema Universitário Virtual
Universidade de Guadalajara
México
Luís Adolfo Martínez Herrera
Não se aplica
Colômbia
Ligia Mori Madeira
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas.
Brasil
Rochele Fellini Fachinetto [Coordenador]
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Instituto de Filosofia e Ciências Humanas
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Brasil
Melissa De Mattos Pimenta
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Instituto de Filosofia e Ciências Humanas
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Brasil
Guemureman Silvia
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Júlio Solís Moreira [Coordenador]
Centro de Pesquisa em Cultura e Desenvolvimento
Vice-Reitoria de Pesquisa
State Distance University
Costa Rica
Esteban Rodríguez Alzueta
Universidade Nacional de Quilmes / Universidade Nacional de La Plata
Argentina
Susana Mallo Reynal
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Valéria Prudêncio Lara
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Equador
Equador
Jania Perla Aquino Diógenes
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Centro de Humanidades
Universidade Estadual do Ceará
Brasil
Maria Glaucíria Mota Brasil
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Centro de Humanidades
Universidade Estadual do Ceará
Brasil
Rafael Paternain
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Liana De Paula
Departamento de Ciências Políticas
Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Universidade de São Paulo
Brasil
Jacqueline Sinhoretto
Departamento de Sociologia da Universidade Federal de São Carlos
Brasil
Kléber Daniel Pontón Cevallos
Instituto de Altos Estudos Nacionais
Universidade Estadual de Pós-Graduação
Equador
Leonel Rivero Cancela
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Nalayne Mendonça Pinto
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Brasil
Fiorella Fortunata Calzolari
Centro de Pesquisa em Cultura e Desenvolvimento
Vice-Reitoria de Pesquisa
State Distance University
Costa Rica
Camila Caldeira Nunes Dias
Universidade de São Paulo
Brasil
Manuela Belén Losada
Secretaria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Faculdade de Ciência Política e Relações Internacionais
UNR - Universidade Nacional de Rosário
Argentina
Luciana Scaraffini Ribeiro
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Arturo Alvarado Mendoza
Centro de Estudos Sociológicos
O Colégio do México
México
Paulo Hathazy
Centro de Estudos Avançados
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Luís Eduardo Morás
Instituto de Sociologia Jurídica / Faculdade de Direito / UDELAR
Uruguai
Maicon Maurício Vasconcelos Ferreira
Universidade do Estado de Mato Grosso – UNEMAT
Brasil
Marcelo Bergman
Secretaria Acadêmica
Universidade Nacional de Três de Fevereiro
Argentina
Marcello Lachi
Faculdade de Ciências, Tecnologias e Artes
Universidade Nacional de Pilar
Paraguai
Lívio Silva De Oliveira
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Instituto de Filosofia e Ciências Humanas
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Brasil
Carolina Duque
Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais
Universidade de Caldas
Colômbia
Carolina Jasso González
Centro de Estudos Sociológicos
O Colégio do México
México
Camilo Francisco Améstica Zavala
Universidade Central do Chile
Chile
Malena Zunino
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Roberto Briceño-León
Laboratório de Ciências Sociais
Venezuela
Augusto Vitale Marino
Universidade da República - Espaço Interdisciplinar
Uruguai