Área temática: Educação e alternativas pedagógicas
Grupo de trabalhoEnsino de ciências sociais e história: formação e atuação docente
Departamento de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Pedagógica Nacional
Colômbia
Na América Latina e no Caribe, o ensino de história, geografia, ciências sociais e humanidades não se limita à formação em diversos contextos institucionais, mas também expressa profundas disputas políticas, culturais e epistemológicas que representam projetos sociais opostos, os quais competem para definir o papel das escolas, a memória coletiva, o significado da cidadania e a formação de professores. Nesse sentido, a educação em ciências sociais na região opera como um espaço fundamental de mediação, onde se negociam interpretações do passado, representações do presente e possibilidades de futuros compartilhados.
Nas últimas duas décadas, diversos estudos têm documentado a ascensão de discursos conservadores que buscam restringir ou controlar a abordagem de questões sociais controversas, o ensino da história da violência, estudos de gênero, diversidade cultural, direitos humanos e perspectivas críticas sobre justiça social. No Brasil, o projeto Escola sem Partido tornou-se um exemplo paradigmático dessa tensão. Pesquisadores como Frigotto (2017), Penna (2017) e Algebaile (2019) demonstraram que essa iniciativa se baseia na ideia de que os professores se envolvem em “doutrinação ideológica” ao abordar temas sensíveis ou questionar desigualdades estruturais. Longe de promover a neutralidade, o projeto Escola sem Partido buscou limitar a autonomia docente, invisibilizar debates fundamentais para a democracia e reinstaurar uma visão tecnocrática e despolitizada da educação.
Na Colômbia, as tensões se manifestam principalmente em duas frentes: o ensino da memória do conflito armado e as disputas em torno das abordagens de gênero e diversidade. Durante o referendo de paz de 2016, setores conservadores instrumentalizaram a noção de "ideologia de gênero" para atacar os currículos escolares sobre direitos, sexualidades e identidades diversas. Da mesma forma, pesquisas como as de Rodríguez Ávila (2019) e Aguilera (2020) demonstraram resistência institucional e política à inclusão da memória do conflito nos currículos escolares. Esses estudos documentam casos de censura, intimidação ou autocensura por parte de professores, o que, em última análise, enfraquece o papel das escolas como espaços democráticos para a compreensão da violência histórica e a construção de uma cidadania crítica.
A Argentina oferece um caso complementar, onde o ensino da história recente e as políticas de memória relativas à última ditadura militar (1976-1983) têm sido centrais desde o início dos anos 2000. No entanto, nos últimos anos, emergiram discursos negacionistas e revisionistas que relativizam o terrorismo de Estado. Autores como Carretero, Borón e Lorenz (2017) e Southwell (2015) apontam que muitos professores enfrentam pressão para justificar conteúdos que foram historicamente legitimados, e que essas tensões produzem climas de conflito político que reconfiguram o significado do ensino da história.
Situações semelhantes são observadas em outros países da região. No México, os debates sobre o currículo nacional têm sido marcados por tensões entre abordagens comunitárias e discursos conservadores que buscam eliminar conteúdos relacionados a gênero, desigualdade e direitos indígenas. No Chile, após a onda de protestos sociais de 2019, os debates se intensificaram em relação ao ensino da violência estatal e das desigualdades estruturais; contudo, reformas recentes tentaram restabelecer critérios de “neutralidade” que limitam a análise crítica. No Peru, as discussões sobre a incorporação de uma perspectiva de gênero ao currículo geraram mobilizações conservadoras que exigem sua eliminação, enfraquecendo o progresso alcançado por movimentos sociais e coletivos educacionais. Na América Central, países como Guatemala, El Salvador e Honduras enfrentam dificuldades adicionais na integração do ensino sobre conflitos armados ou as memórias da guerra civil devido a pressões políticas, à ausência de políticas de memória e a contextos de violência estrutural. No Caribe, especialmente na República Dominicana e em Porto Rico, persistem as disputas entre narrativas nacionalistas e abordagens críticas que buscam questionar as raízes coloniais, raciais e econômicas da desigualdade contemporânea.
Além do conteúdo em si, todas essas tensões impactam diretamente a formação de professores, um campo estratégico onde se define o próprio significado da educação. Nas últimas décadas, políticas neoliberais se consolidaram na região, promovendo a padronização e a avaliação quantitativa como pilares da qualidade educacional. Essas políticas, promovidas por organizações multilaterais e adotadas por diversos ministérios, pressionam os programas de formação inicial de professores a reorganizarem seus currículos de acordo com padrões e testes internacionais como o PISA ou o SABER Pro. Como resultado, aspectos essenciais para o desenvolvimento de professores críticos — como análise histórica, pedagogia crítica, memória social e questões territoriais — estão perdendo espaço para competências instrumentais e mensuráveis.
Na formação continuada e nas carreiras docentes, incentivos, promoções e avaliações estão frequentemente mais atrelados a indicadores de desempenho do que a práticas pedagógicas inovadoras, trabalho comunitário ou pesquisa educacional. Isso leva a uma desprofissionalização velada da profissão docente, reduzindo seu valor a resultados quantificáveis e ignorando as complexidades éticas, sociais e relacionais da educação. No âmbito da prática diária, essas dinâmicas reforçam climas institucionais de vigilância, controle e autocensura que restringem a possibilidade de abordar criticamente questões como violência, desigualdade, racismo, crise ambiental ou conflitos territoriais.
Pesquisadores como Apple (2006), Tenti Fanfani (2010), Frigotto (2017), Cerri (2019) e Torres Santomé (2020) concordam que o debate em torno do ensino das ciências sociais não é meramente pedagógico; é, sobretudo, político e cultural. Ele define quais memórias são preservadas, quais vozes são ouvidas, quais conflitos são tornados visíveis e que tipo de indivíduos estão sendo formados. A questão do ensino crítico da história e das ciências sociais implica, portanto, uma defesa da autonomia docente e da escola como um espaço crítico para a preservação da democracia.
O cenário latino-americano e caribenho apresenta uma complexidade onde discursos conservadores, políticas de padronização e a precariedade dos cargos docentes se combinam para limitar pedagogias críticas e a educação democrática. Ao mesmo tempo, existe uma ampla tradição de resistência pedagógica que defende a importância das ciências sociais para a compreensão de conflitos, o fortalecimento da memória e a construção de sociedades mais justas. Diante desses desafios, torna-se urgente consolidar redes, pesquisas comparativas e projetos de formação de professores que contribuam para a defesa do pensamento crítico, da memória histórica e da justiça social como pilares da educação na região.
Algebaile, E. (2019). Educação e democracia sob ataque: escola sem partido e novas formas de censura. Rio de Janeiro: UERJ.
Apple, M. (2006). Educando da maneira "certa": Mercados, padrões, Deus e desigualdade. Routledge.
Carretero, M., Borón, A., & Lorenz, F. (2017). O ensino da história recente na América Latina. CLACSO.
Cerri, L.F. (2019). Ensino de História, consciência histórica e política educacional. Autêntico.
Frigotto, G. (2017). A falácia da “Escola sem Partido”. São Paulo: Cortez.
Lavín, S. e Haye, A. (2019). Memória, política e ensino de história no Chile. Santiago: Edições UCSH.
Núñez, I. (2020). Educação histórica e conflito social no México. UNAM.
Penna, F. (2017). A escola sem partido como chave para a leitura do fenômeno educacional. Educação e Sociedade, 38(141).
Rodríguez Ávila, S. (2019). Memória, ensino e conflito armado na Colômbia. Universidade Pedagógica Nacional.
Sánchez, M. (2021). Currículo, história e conflitos contemporâneos na América Latina. CLACSO.
Southwell, M. (2015). Políticas de memória e o ensino de história na Argentina. Miño y Dávila.
Tenti Fanfani, E. (2010). A condição docente: análise comparativa na América Latina. IIPE-UNESCO.
Torres Santomé, J. (2020). Políticas educacionais e construção curricular: entre cultura, poder e justiça social. Morata.
O ensino de Ciências Sociais e História na América Latina constitui um campo estratégico de disputa política, cultural e epistemológica. Em um cenário marcado pela expansão de políticas neoliberais, pelo avanço de discursos conservadores, pela aceleração da digitalização e pela persistência de conflitos sociais, a formação de professores e a construção do conhecimento escolar adquirem especial relevância para a defesa da democracia, da memória e da justiça social. Esta seção desenvolve o embasamento teórico do Grupo de Trabalho (GT) “Ensino de Ciências Sociais e História: Formação e Prática Docente”, situando sua relevância no contexto latino-americano e delineando os marcos conceituais e metodológicos que norteiam a proposta.
A Didática das Ciências Sociais como um campo crítico e situado
Na América Latina, a Didática das Ciências Sociais e da História consolidou-se como um campo de pesquisa que integra conhecimentos de história, geografia, sociologia, antropologia, ciência política, psicologia e pedagogias críticas. Longe de se limitar a uma abordagem instrumental ou tecnocrática, esse campo estuda as relações entre o conhecimento disciplinar, o conhecimento escolar, a memória coletiva e as práticas de ensino (Aisenberg & Alderoqui, 1993; Benejam, 2002; Pagès & Santisteban, 2011).
O ensino é compreendido como um processo social, político e cultural no qual se constroem significados sobre o passado, o território, a cidadania e a vida coletiva. Essa abordagem reconhece que os professores não são meros transmissores de informação, mas sim produtores de conhecimento pedagógico, mediadores culturais e sujeitos que interpretam criticamente as realidades sociais. Nessa perspectiva, a área incorporou questões como:
- história recente e memórias traumáticas (Jelin 2012; Lorenz e Carretero, 2015; Southwell, 2015);
- experiências e saberes docentes (Goodson, 2004; Contreras & Pérez de Lara);
- patrimônio tangível, intangível e comunitário;
- educação política e cidadania crítica (Freire, 1970; Giroux, 2011);
- justiça curricular e abordagens decoloniais (Walsh, 2013).
O ensino como campo de disputa política e cultural na América Latina
A região tem sido palco de tensões que demonstram tentativas de controlar ou restringir o ensino de temas sensíveis ou críticos. Alguns exemplos notórios incluem: o movimento Escola sem Partido no Brasil, que buscou censurar debates sobre gênero, memória histórica e desigualdade; as controvérsias na Colômbia em torno do ensino do conflito armado e das perspectivas de gênero; o ressurgimento de discursos negacionistas na Argentina a respeito da ditadura; as tensões curriculares no Chile relacionadas ao golpe de 1973; e os debates no México no âmbito da Nova Escola Mexicana. Em todos esses casos, o ensino de Ciências Sociais torna-se uma arena de disputa onde projetos sociais, narrativas históricas e horizontes políticos se confrontam. Como apontaram Apple (2006) e Giroux (2011), esses processos visam limitar a autonomia docente e neutralizar o pensamento crítico nas escolas.
Em resposta, a pesquisa educacional latino-americana tem defendido a importância da memória, da diversidade, da análise territorial, das vozes subalternas, da interculturalidade e do reconhecimento dos conflitos contemporâneos como pilares de uma educação pública comprometida com a democracia.
Formação de professores: trajetórias, identidades e políticas educacionais
A formação inicial e continuada de professores é fundamental para a compreensão das transformações no campo da educação. Na região, as pressões decorrentes das políticas de padronização — orientadas por organizações internacionais — coexistem com abordagens críticas que promovem a autonomia pedagógica e a pesquisa situada. Diversos autores (Terigi, 2020; Goodson, 2004; Gentili, 2011; Contreras & Pérez de Lara) demonstraram que a identidade docente é moldada pela biografia profissional, pelos laços comunitários, pelas experiências territoriais e pelas práticas pedagógicas, e não apenas pelas diretrizes curriculares. Essa perspectiva permite a análise de tensões como:
- O impacto da insegurança no emprego e da sobrecarga administrativa;
- A invisibilidade do conhecimento local e comunitário;
- A redução do ensino a competências padronizadas;
- A predominância de métodos de avaliação científica que promovem o individualismo e são prejudiciais à abordagem colaborativa e reflexiva que ela exige.
Em resposta a esses desafios, o GT propõe desenvolver, durante seu primeiro ano, um panorama regional comparativo do estado da arte na formação de professores em Ciências Sociais e História, a fim de identificar modelos, tradições, rupturas e emergências epistemológicas, e construir um corpus comum para apoiar a pesquisa colaborativa.
História recente, memória e patrimônio como núcleos formativos
A memória histórica e a história recente constituem um eixo central da educação em sociedades marcadas por ditaduras, conflitos armados, violência política e graves violações dos direitos humanos. Escolas, arquivos, museus, comunidades locais e pedagogias comunitárias tornaram-se arenas centrais para o debate ético e político. Autores como Jelin (2002), Allier Montaño (2013), Carretero e Bermúdez (2012) e Lorenz e Southwell (2015) demonstraram que o ensino do passado/presente recente envolve:
- Desafiar as narrativas hegemônicas e as disputas historiográficas.
- Reconhecer memórias plurais, divergentes e subalternas.
- Fortalecer a consciência histórica e a empatia social.
- Promover práticas restauradoras, críticas e emancipatórias.
- Discutir o âmbito das políticas de memória.
Da mesma forma, o patrimônio tangível e intangível funciona como uma categoria fundamental para analisar as relações entre território, identidade, memória e violência, e para desenvolver projetos educacionais que conectem escola, comunidade e experiência social.
Cultura digital, juventude e novas formas de consciência histórica
Nas últimas décadas, a digitalização transformou radicalmente a forma como os jovens acessam, compartilham e constroem o conhecimento histórico e social. A consciência histórica é agora moldada dentro de uma ecologia informacional distribuída por redes sociais, vídeos curtos, jogos eletrônicos, plataformas colaborativas, repositórios digitais e algoritmos. Estudos de Cerri (2019), Henríquez & Araya (2019) e Buckingham (2008) indicam que esse ecossistema digital produz novas formas de:
- Participação política da juventude.
- Apropriação do passado.
- Circulação de discursos extremistas ou negacionistas.
- Disseminação de desinformação e notícias falsas.
- Criação narrativa e memória pública.
Esses fenômenos exigem o desenvolvimento de métodos críticos de ensino digital que integrem análise de mídia, letramento crítico, ética do cuidado e pensamento histórico situado.
Projeção teórica e metodológica do Grupo de Trabalho
A relevância do Grupo de Trabalho reside na sua capacidade de articular conhecimento situado, pesquisa comparativa e produção coletiva, visando posicionar e defender o lugar das Ciências Sociais e da História na formação de professores, nas escolas e na vida democrática latino-americana. Sua abordagem metodológica integra:
- Desenvolvimento de um estado da arte na América Latina.
- Construção de bases de dados e repositórios abertos.
- Entrevistas biográficas e mapas pedagógicos.
- Análise comparativa de programas de treinamento.
- Sistematização das experiências escolares e comunitárias.
- Produção de podcasts, seminários, publicações coletivas e materiais educativos.
Dessa forma, o GT se projeta como um espaço continental de reflexão, pesquisa e defesa, comprometido com a justiça social, a memória,
Allier Montaño, E. (2013). Batalhas pela memória. UIA.
Apple, M. (2006). Educando da maneira “certa”. Routledge.
Area, M., & Pessoa, T. (2012). Alfabetização digital crítica. Comunicar.
Benejam, P. (2002). Ensinar Ciências Sociais. Graó.
Buckingham, D. (2008). Educação midiática. Polity.
Carretero, M., & Bermúdez, Á. (2012). Consciência histórica. Cultura e Psicologia.
Cerri, L. (2019). Ensino de História e consciência histórica.
Contreras, J. e Pérez de Lara, N. (2010). Investigando a experiência educacional. Morata.
Freire, P. (1970). Pedagogia do Oprimido. Século XXI.
Gentili, P. (2011). Pedagogia da igualdade. CLACSO.
Giroux, H. (2011). Sobre a Pedagogia Crítica. Bloomsbury.
Goodson, I. (2004). Histórias de vida de professores. Octaedro.
Henríquez, R., & Araya, S. (2019). Ensinando história e neoliberalismo.
Jelin, E. (2002). As obras da memória. Siglo XXI.
Lorenz, F., & Carretero, M. (2015). Histórias recentes e ensino. Paidós.
Pagès, J. e Santisteban, A. (2011). Didática das Ciências Sociais. Graó.
Plá, S. (2012). O ensino da história recente. UNAM.
Rüsen, J. (2004). História Viva.
Southwell, M. (2015). Educação e memória na Argentina. Revista de Educação.
Terigi, F. (2020). Formação de professores e justiça educacional.
Walsh, C. (2013). Pedagogias Decoloniais. Abya Yala.
(Ações para coordenar pesquisas sociais comparativas relevantes e rigorosas com uma perspectiva regional)
* Atualizar o estado da arte e construir um arquivo da memória pedagógica latino-americana.
- Arquivo audiovisual “Vozes de Professores Latino-Americanos”: produção de entrevistas, vídeos e materiais digitais sobre experiências de ensino e memórias profissionais.
* Base de dados comparativa com professores de pelo menos 6 países. • Panorama regional atualizado para o período de 2016 a 2028.
* Arquivo audiovisual de acesso aberto e série documental final.
* Publicação de um livro da CLACSO e artigos indexados.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
* Consolidar uma oferta regional de formação em didática crítica, memória e ensino digital.
* Programas de formação: Curso regional da CLACSO; Laboratório de Didática Digital Crítica; oficinas temáticas sobre memória, cidadania e currículo.
• Realizar pelo menos 6 seminários regionais e 2 ciclos de conferências.
• Mais de 150 participantes certificados por turma em cursos virtuais.
• Material educativo de acesso aberto (guias, vídeos, resumos).
• Maior impacto público do campo das pedagogias críticas.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, gestores ou funcionários de políticas públicas, experiências comunitárias e territoriais)
* Fortalecer os processos pedagógicos comunitários e territoriais por meio de ações colaborativas.
* Trabalho territorial: sistematização das experiências escolares e comunitárias; apoio a grupos pedagógicos, processos de memória e educação intercultural.
• Participação do GT em cenários de consulta educacional e debates sobre reforma curricular.
• Caderno da CLACSO sobre experiências territoriais e práticas pedagógicas significativas.
• Fortalecimento de iniciativas comunitárias e escolares ligadas à memória, ao território e à cidadania.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
* Posicionar o GT como uma referência latino-americana no ensino de Ciências Sociais e História.
* Eventos e redes da CLACSO: organização do Seminário Regional GT; participação em reuniões inter-redes; apresentação em Conferências da CLACSO.
• Projetos conjuntos de pesquisa e formação em andamento.
• Consolidação do GT como referência regional nos debates sobre o ensino de questões sociais.
• Maior presença do GT nas plataformas da CLACSO, redes científicas e espaços de defesa da educação.
Número total de pesquisadores admitidos: 30
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Instituto para o Desenvolvimento Humano
Universidade Nacional de General Sarmiento
Argentina
Grancolombiano Politécnica
Colômbia
CENTRO DE ESTUDOS SOBRE CONHECIMENTO E CULTURA NA AMÉRICA LATINA
Universidade de Manizales
Colômbia
Mestrado em Pesquisa Social Interdisciplinar - Universidade Distrital Francisco José de Caldas
Mestrado em Pesquisa Social Interdisciplinar
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Universidad del Valle
Colômbia
Departamento de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Pedagógica Nacional
Colômbia
Centro de Pesquisa Psicológica e Sociológica
Cuba
Universidade Federal do Pará (UFPA)
Brasil
Departamento de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Pedagógica Nacional
Colômbia
Departamento de Serviço Social da Universidade Tecnológica Metropolitana
Universidade Tecnológica Metropolitana
Chile
Grancolombiano Politécnica
Colômbia
Universidade Estadual de Santa Catarina
Brasil
Departamento de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Pedagógica Nacional
Colômbia
N/D
México
Escola IED de Sorrento.
Colômbia
Instituto de Pesquisa sobre a Universidade e a Educação
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Departamento de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Pedagógica Nacional
Colômbia
Instituto de Pesquisa Adolfo Prieto
Faculdade de Humanidades e Artes
Universidade Nacional de Rosário
Argentina
Departamento de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Pedagógica Nacional
Colômbia
Universidade de Ciências Pedagógicas Enrique José Varona
Cuba
Departamento de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Pedagógica Nacional
Colômbia
Departamento de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Pedagógica Nacional
Colômbia
N/D
Brasil
Unidade de Pós-Graduação
Faculdade de Ciências Sociais
Universidad Nacional Mayor de San Marcos
Peru
Instituto de Pesquisa em Ciências Socio-Humanistas
Universidade Rafael Landívar
Guatemala
Pontifícia Universidade Católica do Equador
Equador
Grancolombiano Politécnica
Colômbia
N/D
Brasil