Área temática: Educação e alternativas pedagógicas
Grupo de trabalhoPensamento e teoria social latino-americanos e internacionalização universitária
Instituto para o Desenvolvimento Humano
Universidade Nacional de General Sarmiento
Argentina
Em tempos de grandes catástrofes planetárias, afirma Hannah Arendt em certo ponto de *Homens em Tempos Sombrios*, a ideia de humanidade, a categoria, a própria palavra "humanidade" abandona as zonas de conforto da filosofia, da literatura e da utopia para se tornar um imperativo de primeira ordem da política. Ela se refere às ideias de seu mentor Karl Jaspers, e especialmente àquelas que o velho professor expressou em *A Bomba Atômica e o Futuro da Humanidade*, um livro formidável no qual, diante do perigo que o mundo inteiro descobriu enfrentar após Hiroshima — ou seja, que uma explosão nuclear reduziria a todos, todos os homens, mulheres e povos da Terra, a pedaços — Jaspers sugeriu algo como um programa para a filosofia e a política: o de tentar contribuir para a transformação de uma raça humana, por assim dizer, em si mesma, "objetiva", o objeto — na verdade — de tremendos perigos e ameaças, em uma humanidade para si mesma, "subjetiva", sujeito de sua própria vida coletiva e senhora de seu destino. Não muito tempo depois, o grande Darcy Ribeiro, em seus estudos de antropologia da civilização, e sobretudo em sua primeira obra, *O Processo Civilizador*, também considerou a revolução que denominou "termonuclear" como um ponto de virada na história da civilização humana e como o início de uma nova era, a da civilização da humanidade, embora seu tom ao postular essa ideia fosse mais entusiasmado do que alarmado, exaltando mais as possibilidades das tecnologias do que criticando suas capacidades destrutivas. Seja como for, surgiu, associada a um salto tecnológico sem precedentes na cultura humana, uma ideia, um conceito — o de humanidade — que hoje é particularmente crucial, especialmente quando considerado a partir daqui, do Sul Global, e particularmente da América Latina, cujos povos sofrem de maneiras particularmente dramáticas as mais diversas formas daquilo que Leopoldo Zea chamou de "fragmentação da humanidade", à qual nos submete a organização econômica, social e cultural desigual do mundo.
Uma organização global que, ao mesmo tempo que distribui seus recursos de forma extremamente desigual, unifica ou universaliza os problemas das nações, os quais não podem mais ser concebidos como problemas definidos ou confinados à escala dos Estados-nação em que se organizam suas vidas, mas sim como problemas que manifestamente as afetam e envolvem a todas. Os desequilíbrios ambientais que, entre outros efeitos nocivos, produziram recentemente a pandemia que afetou todos os países do planeta com semelhante dramaticidade, são um bom exemplo desse fenômeno, que devemos ser capazes de compreender ao mesmo tempo em que consideramos as relações decisivas e aparentemente assimétricas de poder financeiro, político, militar, científico, tecnológico, comunicacional, farmacêutico e de todas as outras naturezas entre esses países tão diferentes. Portanto, um humanismo latino-americano capaz de ecoar os pensamentos de Ribeiro, Zea e tantos outros, ao mesmo tempo que dirige as críticas mais severas às antigas e novas formas de razão colonial e neocolonial, instrumental e manipuladora que governam essas relações de poder e dependência, deve ser um tipo de pensamento atento às diversas formas de erosão da humanidade (a expressão é de Horacio González e aparece em um determinado ponto de sua monumental obra *Humanismo, Desafio e Resistência*) que ocorrem hoje em todos esses níveis. E essas erosões se manifestam de maneiras evidentemente muito diferentes em diferentes países, nas diferentes nações do planeta, cujas experiências particulares seria um grave erro sacrificar no altar teórico de um cosmopolitismo abstrato ou de um universalismo ingênuo. "A humanidade", lembra-nos González, vem do húmus, e é somente nas circunstâncias nacionais concretas em que se desenrola a vida efetiva dos povos que essas especulações fazem sentido. Mas, ao mesmo tempo, essas nações, seu pensamento teórico, os resultados da pesquisa científica e o trabalho realizado nas universidades e nos sistemas universitários devem, por assim dizer, esforçar-se para dialogar com o que está sendo pesquisado, pensado e discutido em outros países de um mundo cada vez mais interconectado, porque os problemas, como dissemos, são comuns e ninguém pode enfrentá-los sozinho.
Na América Latina, temos amplo precedente para empreender esse exercício. Por um lado, contamos com um significativo embasamento teórico, que resumimos aqui destacando a importância das melhores versões das teorias do desenvolvimento, bem como das teorias da dependência, abandonadas prematuramente, que devem ser resgatadas, ao mesmo tempo em que se abraça o impulso democratizante do pensamento político e teórico-político nas décadas seguintes, desde os anos de "transição" que se seguiram às últimas ditaduras cívico-militares até a democratização dessas democracias em anos mais recentes. Por outro lado, temos um significativo precedente político no campo das experiências de integração regional em vários níveis, mas especialmente, e relevante para nossa discussão, no nível universitário. É necessário resgatar o ímpeto integracionista da Reforma Universitária de 1918 e dos grandes movimentos populares que abraçaram seu legado, e fomentar um amplo diálogo teórico e político entre nossas universidades e sistemas universitários nacionais (um diálogo que deve envolver mais leituras mútuas entre os membros de nossas comunidades acadêmicas, mais traduções e pontes entre nossas línguas e culturas, e mais grupos de trabalho e pesquisa voltados para os problemas que compartilhamos) a fim de forjar uma perspectiva latino-americana sobre os enormes problemas e desafios que a humanidade enfrenta como um todo. Se, após a Conferência Regional sobre Educação Superior de 2008 e as discussões suscitadas por sua importante Declaração Final nos anos seguintes, nós, em nossos países, passamos a considerar a educação superior não como um direito individual dos cidadãos, mas como um direito coletivo dos povos, talvez seja o momento, após a pandemia da COVID-19 e seus muitos ensinamentos, de passar a considerá-la como um direito humano universal.
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Em sua notável obra, *Ciência e Tecnologia como Ideologia*, Jürgen Habermas sugere que um país é mais democrático quanto mais fomenta o diálogo, em todos os sentidos, entre os habitantes dos três vértices do triângulo formado por aqueles que detêm o poder (os governantes), aqueles que possuem o conhecimento (cientistas, tecnólogos e acadêmicos) e aqueles que detêm a soberania: o povo organizado como uma opinião pública crítica e ativa. Embora não necessariamente formulada nos mesmos termos, a ideia que nós, na América Latina, temos desenvolvido nas últimas décadas a respeito do compromisso social e político de nossas universidades tem caminhado na mesma direção: as universidades devem construir diálogos ativos e eficazes com os cidadãos e seus governos democráticos, contribuindo para ambos na resolução dos problemas que os afligem. Se estivermos corretos ao sugerir, como temos feito, que as grandes catástrofes planetárias que testemunhamos revelam que a escala desses problemas foi ampliada para abranger todo o planeta, então devemos considerar os cenários nos quais podemos vislumbrar esse diálogo necessário entre todos os poderes políticos democráticos do mundo, todos os povos da Terra e os sistemas universitários, científicos e tecnológicos, que são muito mais interconectados e integrados do que são hoje. A internacionalização de nossas universidades — não, insistimos, em um sentido cosmopolita abstrato, mas com uma orientação latino-americanista e anticolonial — parece ser um desafio fundamental de nosso tempo.
A fim de avançar na construção de um arcabouço teórico que nos permita imaginar um cenário desse tipo, este Grupo de Trabalho propõe realizar o conjunto de tarefas especificado abaixo, que podem ser agrupadas em três objetivos principais: 1) resgatar as grandes tradições críticas e emancipatórias do pensamento latino-americano, por meio do desenvolvimento de um espaço integrado e transdisciplinar de pesquisa, ensino e divulgação que promova o estudo das contribuições de grandes autores da região; 2) refletir sobre as condições, as fontes de inspiração filosófica e política e as possibilidades de desenvolvimento, entre nós, de um humanismo situado que reúna os grandes corpos de ideias do humanismo latino-americano, situe sua reflexão na compreensão das circunstâncias nacionais reais de nossos países e busque pensar sobre os grandes desafios que a humanidade como um todo enfrenta hoje; e 3) rever as formas como as políticas de internacionalização são desenvolvidas hoje em nossos sistemas universitários, com o objetivo de promover uma mudança do paradigma dominante de internalização colonial (sob os auspícios de um discurso cosmopolita abstrato) para um inspirado por um cosmopolitismo concreto, latino-americano, solidário e horizontal. A relevância teórica do tema e a forma como propomos abordá-lo em termos destes três objetivos principais reside na necessidade de criticar a hegemonia dos pensamentos dominantes (e das formas dominantes de organização da pesquisa e do trabalho de intervenção econômica, política e social) no cenário acadêmico global, a fim de proporcionar um olhar mais atento tanto ao vasto e excelente trabalho que tem sido produzido em nossos países no campo das ciências humanas e sociais, quanto à especificidade dos problemas atuais do Sul Global e da América Latina em particular.
Considerando a relevância social do tema e sua abordagem no âmbito deste Grupo de Trabalho, este projeto busca contribuir para o fortalecimento da democracia e da transformação social em nossos países, reafirmando o papel da universidade na vida coletiva da região. A proposta estrutura-se em torno de três eixos de impacto social: 1) Contribuição para a agenda regional e global. O ensino superior é um bem público e social, um direito dos indivíduos e dos povos, e um fator fundamental para a transformação econômica, social, política, científica e cultural da América Latina e do Caribe. Inspirado pelo propósito de contribuir para a implementação de marcos de ação regionais, em particular o Plano de Ação CRES 2018-2028 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030, especialmente o ODS 4, o ODS 16 e o ODS 17, o projeto do grupo de trabalho busca incentivar a cooperação universitária regional como chave para a produção de conhecimento de qualidade e a formação de profissionais com uma perspectiva crítica para abordar questões complexas de forma colaborativa. 2) Impacto direto na educação e na cidadania: O objetivo é impactar diretamente a vida cultural dos territórios e o desenvolvimento de uma cidadania crítica, democrática e socialmente engajada nos níveis territorial e comunitário. As ações planejadas incluem programas de pós-graduação, formação de professores e especialistas em território, e formação de pesquisadores em pensamento latino-americano da região por meio de um seminário permanente sobre pensamento latino-americano com pesquisadores consagrados e emergentes de diversos centros da região. 3) Acesso equitativo ao conhecimento e cooperação Sul-Sul: Por meio de suas ações, o grupo de trabalho promoverá ativamente a integração e a cooperação Sul-Sul e buscará garantir igualdade de oportunidades no acesso à informação e ao conhecimento.
Tudo isso será alcançado por meio de um conjunto de atividades especificadas abaixo, mas vale ressaltar que elas se baseiam nas seguintes linhas de trabalho: 1) Criação de uma Rede de cooperação em pensamento latino-americano e internacionalização universitária, integrando instituições de ensino superior, centros de estudos e especialistas da região, com o objetivo de promover a integração e a transferência de conhecimento no desenvolvimento de políticas e práticas em ciências sociais; 2) Desenvolvimento de um programa editorial que busque garantir que o conhecimento produzido tenha impacto na opinião pública e na formação. O grupo de trabalho conta com a forte atividade editorial de suas instituições membros, em especial da UNGS, que se compromete a realizar: a) a continuidade da vigorosa coleção "Pensadores da América Latina", que já conta com mais de quarenta títulos; b) a conclusão da tradução e edição dos cinco estudos sobre antropologia da civilização do antropólogo brasileiro Darcy Ribeiro, em convênio com a Fundação Darcy Ribeiro, do Rio de Janeiro; e c) um programa de trabalho, inspirado nas experiências já existentes em nossas instituições, com bibliotecas (universitárias, públicas, escolares e populares, virtuais e físicas) para promover a leitura e o debate sobre os problemas e autores que são objeto de atuação do grupo.
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LEHER, Roberto, Universidade e heteronomia cultural no capitalismo dependente. Estudo de Florestan Fernandes, Consequência, Rio de Janeiro, 2018.
MOLLIS, Marcela (org.), Políticas de pós-graduação e conhecimento público na América Latina e no Caribe: desafios e perspectivas, CLACSO, Buenos Aires.
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UNESCO, Roteiro da CEH2022: Além dos limites. Novas formas de reinventar o Ensino Superior, Paris, 2022.
(Ações para coordenar pesquisas sociais comparativas relevantes e rigorosas com uma perspectiva regional)
Espaço interdisciplinar para formação e pesquisa sobre o pensamento latino-americano, incluindo perspectivas nacionais, regionais e transnacionais, composto por pesquisadores formados e em formação da América Latina e do Caribe.
Suas linhas de pesquisa são:
1. Recuperação e estudo das obras dos grandes pensadores latino-americanos
2. Experiências efetivas de integração social, cultural, educacional, econômica e política na América Latina e Caribe.
3. História da universidade e da cooperação interuniversitária regional
4. Estudo, pesquisa e formação sobre processos de internacionalização universitária.
O Seminário participará em fóruns e congressos regionais, apresentando os resultados do seu trabalho.
2) Realização de conferências anuais
As conferências anuais são uma atividade de alto nível no âmbito do Seminário Permanente, focadas na disseminação e discussão do conhecimento produzido pelo Grupo de Trabalho. O público-alvo inclui a comunidade universitária, representantes de instituições de ensino superior, centros de pesquisa, pesquisadores e especialistas, educação pública, agências de ciência e tecnologia e tomadores de decisão da América Latina e do Caribe.
3 Conferências Anuais
12 artigos ou relatórios especializados publicados em revistas ou repositórios indexados (4 por ano), relacionados com as linhas de pesquisa do GT
1. Relatório de diagnóstico sobre o estado da cooperação interuniversitária regional
3 mesas/painéis/fóruns em congressos regionais (ex.: Associação Latino-Americana de Sociologia ALAS 2026, Rio de Janeiro; Associação Latino-Americana de Ciência Política ALACIP 2026, Buenos Aires)
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Este programa de pós-graduação visa resgatar as principais tradições do pensamento latino-americano e atualizar as discussões sobre desenvolvimento, dependência e democracia no âmbito das ciências sociais latino-americanas. Será oferecido anualmente na UNGS e é voltado para graduados em ciências sociais e humanas. A participação de instituições regionais na concepção e execução do programa será incentivada. Serão utilizados formatos híbridos para facilitar a participação da comunidade acadêmica da América Latina e do Caribe (ALC).
2) Programa de Publicações (com o apoio da Editora da Universidade Nacional de General Sarmiento e de outras instituições da América Latina e do Caribe, como a Fundação Darcy Ribeiro e as editoras universitárias da Universidade de Brasília e da Universidade Autônoma da Cidade do México):
1. Coleção "Pensadores da América Latina": Esta é uma coleção de pequenos livros sobre pensadores proeminentes da América Latina, oferecendo uma introdução ao pensamento social e político produzido em nossa região. Escritores, editores e tradutores da América Latina e do Caribe participam da produção destes livros.
2. Coleção GT: livros coletivos com os resultados da pesquisa deste grupo de trabalho.
3. Coleção UNGS/Fundação Darcy Ribeiro: Esta coleção faz parte do acordo entre a UNGS e a Fundação Darcy Ribeiro para a publicação em espanhol de novas traduções.
Estudos argentinos dos cinco “Estudos em Antropologia da Civilização” de Darcy Ribeiro. A tradução e a edição foram realizadas por pesquisadores argentinos com a colaboração de equipes brasileiras.
12 livros da Coleção de Pensadores Latino-Americanos (4 por ano)
3 livros da Coleção Darcy Ribeiro da UNGS
2 livros coletivos do GT (edições UNGS/UACM/UdB)
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, gestores ou funcionários de políticas públicas, experiências comunitárias e territoriais)
1. Atividades de animação cultural, promoção da leitura e apresentação de livros do GT.
2. Aquisição conjunta de coleções de livros, revistas, jornais e outros recursos.
3. Partilha de experiências e práticas de articulação entre bibliotecas universitárias, escolares, públicas e populares nos territórios dos centros de estudo da ALC que participam nesta GT.
2) Colaboração com agências governamentais que promovem o ensino superior e a pesquisa nos países da região, a fim de promover linhas e programas especiais voltados para a América Latina e o Caribe.
1. Organização de encontros técnicos com organizações de ciência e tecnologia da região para apresentar o progresso da GT e explorar linhas de cooperação Sul-Sul ligadas ao pensamento latino-americano e à internacionalização universitária.
2. Elaboração de um documento de política pública com recomendações para a promoção de programas regionais de mobilidade acadêmica, redes de pesquisa e cooperação editorial, preparado pela GT e compartilhado com órgãos governamentais como contribuição estratégica.
12 atividades em bibliotecas para promover a leitura (4 por ano)
3 reuniões técnicas com organizações de ciência e tecnologia na América Latina e no Caribe
1 documento de política pública com recomendações para a cooperação internacional no ensino superior
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Com foco na articulação e cooperação Sul-Sul, a Rede será formada com o objetivo de promover a integração e práticas concretas que impulsionem a internacionalização universitária a partir de uma perspectiva de integração latino-americana.
2) Realização de workshops sobre internacionalização universitária
Serão oferecidas oportunidades de formação aos membros das equipes de gestão das universidades e centros da Rede, a fim de fortalecer os processos de internacionalização do ensino superior na perspectiva da integração regional latino-americana e da cooperação Sul-Sul.
3) Desenvolvimento de oportunidades de intercâmbio para professores e pesquisadores
Serão incentivadas as estadias de pesquisa no Seminário Permanente sobre Pensamento Latino-Americano para pesquisadores, bem como a participação de professores da América Latina e do Caribe no Diploma em Pensamento Latino-Americano, com o objetivo de fomentar a pesquisa colaborativa Sul-Sul.
3 workshops de internacionalização virtuais ou presenciais (1 por ano)
Três intercâmbios de docentes foram concluídos para fortalecer a pesquisa colaborativa Sul-Sul.
Número total de pesquisadores admitidos: 49
Faculdade de Ciências, Tecnologias e Artes
Universidade Nacional de Pilar
Paraguai
Instituto para o Desenvolvimento Humano
Universidade Nacional de General Sarmiento
Argentina
Universidade Adolfo Ibáñez
Chile
Instituto para o Desenvolvimento Humano
Universidade Nacional de General Sarmiento
Argentina
Instituto de Estudos Políticos
Universidade de Antioquia
Colômbia
Universidade Autônoma da Cidade do México
Coordenação acadêmica
Universidade Autônoma da Cidade do México
México
Faculdade de Ciências Humanas e Jurídicas
Universidade Nacional Autônoma da Nicarágua
Nicarágua
Instituto de Pesquisa Social
Coordenação de Ciências Humanas
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Instituto para o Desenvolvimento Humano
Universidade Nacional de General Sarmiento
Argentina
Instituto para o Desenvolvimento Humano
Universidade Nacional de General Sarmiento
Argentina
Secretaria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Faculdade de Ciência Política e Relações Internacionais
UNR - Universidade Nacional de Rosário
Argentina
Comissão Nacional Argentina para a Cooperação com a UNESCO, Ministério da Educação
Argentina
Secretaria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Faculdade de Ciência Política e Relações Internacionais
UNR - Universidade Nacional de Rosário
Argentina
Instituto Pueblos para o Pensamento Original
Venezuela
ELA - Departamento de Estudos Latino-Americanos
Universidade de Brasília
Brasil
Instituto para o Desenvolvimento Humano
Universidade Nacional de General Sarmiento
Argentina
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Instituto para o Desenvolvimento Humano
Universidade Nacional de General Sarmiento
Argentina
Secretaria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Faculdade de Ciência Política e Relações Internacionais
UNR - Universidade Nacional de Rosário
Argentina
Centro Cultural de Cooperação FLOREAL GORINI
Argentina
Faculdade de Ciências Humanas, Universidade Nacional de Mar del Plata
Argentina
Instituto de Ciências – Universidade Nacional de General Sarmiento
Argentina
Secretaria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Faculdade de Ciência Política e Relações Internacionais
UNR - Universidade Nacional de Rosário
Argentina
Biblioteca Horacio González - Universidade Nacional de General Sarmiento
Argentina
Secretaria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Faculdade de Ciência Política e Relações Internacionais
UNR - Universidade Nacional de Rosário
Argentina
Secretaria de Desenvolvimento e Relações Institucionais
Universidade Nacional das Artes
Argentina
Instituto para o Desenvolvimento Humano
Universidade Nacional de General Sarmiento
Argentina
Secretaria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Faculdade de Ciência Política e Relações Internacionais
UNR - Universidade Nacional de Rosário
Argentina
Fundação Nodo XXI
Chile
Universidade Nacional del Comahue
Argentina
ELA - Departamento de Estudos Latino-Americanos
Universidade de Brasília
Brasil
Instituto Pueblos para o Pensamento Original
Venezuela
Faculdade de Ciências Humanas e Jurídicas
Universidade Nacional Autônoma da Nicarágua
Nicarágua
ELA - Departamento de Estudos Latino-Americanos
Universidade de Brasília
Brasil
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Nacional de San Martin
Argentina
Instituto para o Desenvolvimento Humano
Universidade Nacional de General Sarmiento
Argentina
Centro Cultural de Cooperação FLOREAL GORINI
Argentina
Secretaria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Faculdade de Ciência Política e Relações Internacionais
UNR - Universidade Nacional de Rosário
Argentina
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Argentina
Programa Argentina
Argentina
Secretaria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Faculdade de Ciência Política e Relações Internacionais
UNR - Universidade Nacional de Rosário
Argentina
Departamento de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Avellaneda
Argentina
Universidade Nacional de Lanús
Argentina
Instituto para o Desenvolvimento Humano
Universidade Nacional de General Sarmiento
Argentina
Instituto para o Desenvolvimento Humano
Universidade Nacional de General Sarmiento
Argentina
Instituto para o Desenvolvimento Humano
Universidade Nacional de General Sarmiento
Argentina
Centro de Estudos sobre Cidadania, Estado e Assuntos Políticos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Instituto de Estudos Sociais em Contextos de Desigualdades
Universidade Nacional José C. Paz
Argentina
Faculdade de Ciências Econômicas e Administração (FCEA) - Udelar
Uruguai