Área temática: Movimentos sociais e ativismo

Grupo de trabalhoAnticapitalismos e sociabilidade emergente

1. Nome do Grupo de Trabalho.
Anticapitalismos e sociabilidade emergente
Coordenador(es) do Grupo de Trabalho
Adriana Victoria Rodríguez Caguana
Programa de Estudos Latino-Americanos
Universidade Andina Simón Bolívar
Equador
Gustavo Moura De Oliveira
Centro de Pesquisa e Ensino Econômico AC
México
Dmitri Pietro Samsonov
Instituto Cubano de Pesquisa Cultural
Ministério da Cultura
Cuba

2. Perspectiva situada do tema no contexto latino-americano e caribenho, compreendida a partir de uma visão crítica e contextual do Sul Global.

O Grupo de Trabalho sobre Anticapitalismo e Sociabilidades Emergentes (ACySE) foi fundado em 2010 em um contexto latino-americano marcado pela expansão de governos autoproclamados progressistas (Machado e Zibechi, 2017). Por mais de uma década, o Grupo de Trabalho apoiou políticas que ampliaram e aprofundaram direitos e ciclos de mobilização social em toda a região, com foco na emergência de iniciativas comunitárias e autonomias territoriais, ao mesmo tempo em que abordava as tensões geradas por esses governos progressistas e suas políticas econômicas neodesenvolvimentistas e neoextrativistas. No entanto, o quadro regional que orienta a análise para o período de 2026–2028 apresenta desafios qualitativamente diferentes daqueles daquela época.

Na sequência das sucessivas ondas de restaurações neoliberais e guinadas autoritárias à direita — acentuadas pela pandemia da COVID-19 e pela digitalização acelerada da vida social — a América Latina e o Caribe entraram em um ciclo de profunda reconfiguração do capitalismo, caracterizado por: a ascensão de novos movimentos de direita radicalizados, articulados por meio de plataformas digitais (Borisonik, 2025); a consolidação do neoextrativismo, agora associado a minerais críticos e agroexportações intensivas (Svampa, 2019); a militarização territorial e a expansão de economias ilegais (Gago, 2019); a expansão do emprego precário, com o trabalho em plataformas digitais desempenhando um papel central e o impacto desigual da Inteligência Artificial na força de trabalho (Antunes, 2020); e a deterioração socioecológica acelerada, com retrocessos na proteção ambiental, crises hídricas, incêndios e o desapossamento de comunidades inteiras (Oliveira e Aguilar, 2022). Novas formas de violência estatal, paramilitar e relacionada ao narcotráfico reconfiguraram as maneiras de habitar e organizar a vida comunitária, especialmente no que diz respeito aos corpos das mulheres (Segato, 2005). No entanto, também testemunhamos o surgimento de movimentos feministas, indígenas, afrodescendentes, estudantis, comunitários e de povos da floresta tropical que desafiam significados, horizontes futuros e formas de reprodução da vida para além do capital e do Estado.

Nesse contexto, entre 2023 e 2025, nosso Grupo de Trabalho buscou refletir sobre os problemas e as lutas por mundos anticapitalistas e diversos. Produzimos e publicamos boletins informativos abordando temas relevantes na América Latina, a saber: #5: Experiências de Vida e Organização Anticapitalista; #6: A Economia dos Setores Populares; #7: Zapatismo e Autonomias; #8: A Extrema Direita e o Neoliberalismo sob uma Perspectiva Crítica Anticapitalista; #9: Sociabilidades Emergentes na COP 30 (no prelo), além do livro "Devires Anticapitalistas: Sociabilidades, Territórios e Autonomias - Experiências do Sul Global" (2024) e do Primeiro Colóquio Internacional de Pesquisa: Anticapitalismos e Sociabilidades Emergentes (março de 2024).

Entretanto, o retorno de governos progressistas em diversos países não constituiu uma restauração do ciclo anterior, mas sim um progressismo fragilizado, forçado a coexistir com instituições enfraquecidas, desdemocratização social, disputas em torno da soberania tecnológica e novas dependências geopolíticas. Nesse contexto, os movimentos sociais emergentes foram obrigados a reinventar suas formas de organização para confrontar simultaneamente a precariedade, o avanço do capital extrativista e a apropriação dos bens comuns, como ficou muito evidente no caso dos povos indígenas mexicanos durante a autoproclamada “Quarta Transformação” (López e Rivas, 2020).

A região vive um momento marcado pela atual crise multifacetada do capitalismo: socioecológica, institucional, relacionada ao significado dos bens comuns e violenta. Embora essa crise tenha paralisado parte da população, também gerou novas formas de politização popular: práticas de cuidado comunitário, processos de reexistência territorial, redes auto-organizadas em resposta à violência, experiências de ecofeminismo popular, práticas artísticas e culturais antirracistas e antipatriarcais, pedagogias autônomas, iniciativas de soberania alimentar e energética e experimentos de autonomia comunitária que transcendem os marcos institucionais do Estado e do capital (Makaran e Brancaleone, 2024; Oliveira, 2025).

Essas frentes de resistência popular situam-se, de fato, num contexto de experimentações e novas linguagens operadas por forças neoliberais, desdemocratizantes e demofóbicas (Aguiar, 2025). Simultaneamente, a ação política da Geração Z e de setores da população comprometidos com as fileiras neoliberais-conservadoras desafia-nos a considerar a emergência de movimentos sociais dissonantes e formas de interação social, bem como a analisar criticamente os discursos políticos que buscam "democratizar" o capital e exaltar o capitalismo como solução para a pobreza. Da mesma forma, o capitalismo do século XXI — capitalismo de plataforma, economia de aplicativos ou a Quarta Revolução Industrial (Srnicek, 2018) — constitui um aparato de extração distinto que interfere nas formas tradicionais e/ou emergentes de interação social.

Nossa abordagem para 2026–2028 propõe compreender e apoiar as formas contemporâneas de luta anticapitalista, suas transformações organizacionais e intersubjetivas, suas raízes territoriais e afetivas, e as maneiras pelas quais elas contestam o significado diante de projetos de extrema-direita, das limitações do progressismo e da ofensiva capitalista, como o neoextrativismo global. Buscamos fazer isso prestando atenção às rupturas do capitalismo em seu estágio atual, aos horizontes comunitários e aos ecofeminismos populares, e ao ressurgimento de práticas coletivas de autonomia, cuidado e defesa de territórios, ao mesmo tempo em que incentivamos inovações em políticas públicas que buscam transformar o Estado — isto é, aquelas que se concentram na redistribuição de riqueza, bem como aquelas que constroem culturas políticas de participação e compromisso com os bens comuns. De fato, estamos interessados ​​em investigar a conjunção de políticas públicas democráticas financiadas pelo Estado que assumem a centralidade da participação democrática em sentido amplo, o que envolve explorar as maneiras pelas quais políticas com financiamento público, mas com gestão coletiva por organizações não estatais, são exercidas.

Nossa perspectiva situada, portanto, deriva do reconhecimento de que as estruturas sociais emergentes na América Latina e no Caribe constituem prefigurações do futuro (Ouviña, 2007), onde horizontes de desmercantilização, despatriarcalização, descolonização e sustentabilidade radical estão sendo testados diante de um capitalismo em fase de crise multidimensional. Essas experiências não apenas resistem, mas também produzem mundos, saberes e poder a partir de baixo. O desafio do Grupo de Trabalho é articular, fortalecer e tornar visíveis essas produções coletivas em um momento em que os bens comuns estão em disputa aberta.

Nosso objetivo é promover uma perspectiva analítica transdisciplinar e coletiva, reunindo pesquisadores jovens e experientes em um diálogo intergeracional. Estamos ampliando nossa base de membros, com maior presença de pesquisadores do Caribe. Para o período de 2026-2028, estamos estabelecendo uma aliança com o Grupo de Trabalho sobre Feminismos, Resistência e Emancipação, com base em: 1) nosso trabalho conjunto na Comissão Intergrupos de Trabalho para a Eliminação da Violência de Gênero no meio acadêmico; e 2) as afinidades conceituais compartilhadas entre nossos Grupos de Trabalho. O protagonismo das mulheres na forma de movimentos sociais contra o capital e as ferramentas do feminismo emergiram fortemente no cerne da análise dos pesquisadores do Grupo de Trabalho sobre Acyse. Portanto, esta aliança visa fortalecer as agendas de pesquisa de ambos os Grupos de Trabalho, particularmente nas áreas de: a) a crise da democracia e os movimentos de resistência; e b) economias feministas, cuidado e a crise global.

Aguiar, Thaís Florencio de (2025). Entre a demofobia e a democracia demofóbica: a inflexão teórica do neoliberalismo a partir de Hayek. Revista do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região, v. 58, p. 91-107, 2025.

Antunes, Ricardo (2020). Uberização, trabalho digital e Indústria 4.0. São Paulo: Boitempo.

Borisonik, Hernán (2025). Algoritmos e a extrema-direita: a tecnopolítica do descontentamento. Revista Jacobin. https://jacobinlat.com/2025/02/algoritmos-y-ultraderecha-la-tecnopolitica-del-malestar/

Gago, Verónica (2019). A extrema direita e a guerra contra as economias populares. Umbrais. 135-151, ISSN 1994-4543, https://doi.org/10.53287/wakc2585si51g

López e Rivas, Gilberto (2020). Povos Indígenas em Tempos da Quarta Transformação. México: Bajo Tierra.

Machado, Décio e Zibechi, Raúl (2017). Mudar o mundo de cima para baixo: os limites do progressismo. México: Bajo Tierra, Comunal.

Makaran, Gaya e Brancaleone, Cássio (2024). Alebrijes Anárquicos: Anarquia, Práxis Anticolonial e Autonomia na América Latina. Chapecó: Ed. UFFS; México: Bajo Tierra; Santiago do Chile: Editorial Eleutério.

Oliveira, Gustavo M. de (2025). Autonomias comunitárias como práxis emancipatórias. Andamios, Volume 22, número 58, maio-agosto, pp. 77-106.

Oliveira, Gustavo M. de e Aguilar, Eduardo E. (2022). Rumo a outra economia e outra política. Da interdependência ao autogoverno popular-comunitário. Ecologia Política, 63, junho, pp. 61-64.

Ouviña, Hernán (2007). Rumo a uma política prefigurativa. Alguns caminhos e hipóteses a respeito da construção do poder popular. In: Mazzeo, Miguel et al. Reflexões sobre o poder popular. Buenos Aires: Editorial El Colectivo.

Segato, Rita L. (2005). Território, soberania e crimes do segundo estado: a escrita dos corpos das mulheres de Ciudad Juárez. Estudos Feministas, Florianópolis, 13(2): 256, maio-agosto.

Srnicek, Nick (2018). Capitalismo de plataforma. Buenos Aires: Caja Negra Editora.

Svampa, Maristella (2019). As fronteiras do neoextrativismo na América Latina. Conflitos socioambientais, virada ecoterritorial e novas dependências. Alemanha: Bielefeld University Press.
3. Justificação e análise da relevância teórica, social e intelectual do tema em relação ao contexto analisado no ponto anterior.

Embora seja inegável que a teoria social moderna tenha se configurado como uma expressão intelectual do projeto civilizacional capitalista, também é verdade que esse processo gerou seu próprio inverso: um movimento crítico e reflexivo que, a partir das raízes do socialismo em suas formas marxistas e anarquistas, se posicionou historicamente no anticapitalismo (o termo anticapitalismo foi inicialmente associado a formas de resistência à modernidade nos séculos XIX e XX).

A mudança da década de 1990, impulsionada pelo ciclo de lutas e movimentos antineoliberais e antiglobalização, abriu um cenário diferente. O termo anticapitalismo passou a ser usado a partir de uma posição renovada de enunciação: não mais apenas como uma ideologia, discurso político ou projeto militante, mas também como referência a uma realidade empiricamente observável. Essa inflexão expressou as profundas mutações do capitalismo durante a segunda metade do século XX: novas dinâmicas de acumulação baseadas na desregulamentação global, no enfraquecimento dos circuitos econômicos nacionais e no recuo do Estado, com a consequente erosão de direitos antes considerados firmemente estabelecidos. As formas de sociabilidade se expandiram, marcadas pelo "vazio" produzido pela dissolução de projetos estatais de orientação socialista e pela burocratização de partidos e sindicatos (Klein, 2001). Este capitalismo procurou – e continua a tentar – inscrever no imaginário social a ideia de um mundo sem antagonismos (Boltanski e Chiapelo, 2002; Virno, 2008).

Foi precisamente com esse capitalismo — isto é, o capitalismo neoliberal — que ocorreu o confronto inaugurado pela revolta zapatista de 1994 em Chiapas, México, e, posteriormente, pelas rebeliões antiglobalização. Esse horizonte conceitual tem sido fundamental para a compreensão e complexificação tanto das lutas anticapitalistas quanto das novas formas sociais emergentes no contexto da reconfiguração do campo político latino-americano e caribenho. A partir dessa perspectiva, desenvolvemos uma distinção analiticamente frutífera entre duas dimensões do anticapitalismo: uma discursiva, normativa ou ideológica — relacionada, na maioria dos casos, ao papel do Estado como caminho para a revolução e ao poder operativo dos discursos políticos na formação do imaginário social e das margens da ação coletiva — e outra empírica, referente aos processos, práticas e estruturas sociais, como desenvolvemos no livro do Grupo de Trabalho publicado em 2020.

Ambas as dimensões podem ser interligadas. Por um lado, existe o discurso que visa superar as sociedades capitalistas, ou seja, a intenção de certos atores sociais de transformar ou romper com a ordem vigente. Por outro lado, desdobra-se um conjunto de experiências e fenômenos sociais — nas esferas econômica, política, cultural e comunitária — que prefiguram relações capazes de desafiar as lógicas de acumulação, dominação e exploração inerentes ao capitalismo (López, 2015).

Para nos referirmos a essas práticas e representações, utilizamos o conceito de sociabilidades emergentes, enfatizando seus elementos empíricos, ou seja, a construção concreta de modos de vida não capitalistas (aqueles que se opõem ao capital ou que restringem a pilhagem capitalista). É crucial sublinhar que relações baseadas na cooperação, horizontalidade, apoio mútuo ou respeito às diferenças não constituem, por si só, sociabilidades emergentes ou expressões de anticapitalismo. Elas só adquirem esse status quando geram arranjos interativos que empoderam os indivíduos e fomentam dinâmicas auto-organizativas capazes de materializar potenciais configurações socio-históricas emancipatórias (Brancaleone, 2015; Zibechi, 2008).

Apesar das transformações que redefiniram atores e sociedades nas primeiras décadas do século XXI, o capitalismo continua a gerar seus próprios antagonistas. Embora o paradigma de classe permaneça útil para a compreensão de certas dinâmicas de mobilização contra o capital, a fragmentação do trabalho — cada vez mais acentuada pela financeirização e pela integração desigual das tecnologias — e a incorporação de diversos setores nas instituições estatais abriram espaço para movimentos que, embora heterogêneos, compartilham características que podemos considerar antissistêmicas e anticapitalistas. Nas mais diversas regiões da América Latina, as lutas em defesa do território para deter o avanço do neoextrativismo e dos megaprojetos, para citar um exemplo emblemático, definiram novas formas de lutar pela vida — humana e não humana — e de compreender e analisar, sob uma perspectiva acadêmica, as novas configurações do sistema social capitalista e dos movimentos de resistência.

Em relação ao exposto, o problema socioecológico tornou-se central, consolidando-se como um dos aspectos mais visíveis da atual crise do capitalismo (Svampa e Viale, 2020). A expansão de modelos extrativistas intensivos, a financeirização do meio ambiente, o aprofundamento da crise climática e o crescente conflito territorial em torno de minerais estratégicos, agronegócio e megaprojetos de infraestrutura demonstram que o atual regime de acumulação depende cada vez mais de dinâmicas de desapropriação, devastação ambiental e precarização da vida (Leff, 2019). Esses processos não apenas corroem as bases materiais da reprodução social, mas também catalisam novas formas de organização comunitária, defesa territorial e produção de alternativas que desafiam as lógicas hegemônicas de desenvolvimento (Escobar, 2010), nas quais os movimentos de mulheres (Maneiro, 2024) ou os ecofeminismos populares assumem enorme relevância (Fernández Bouzo e Tobías, 2021).

De fato, não é pouca coisa considerar o papel que as políticas públicas e certos mecanismos institucionais desempenham na reconfiguração das dinâmicas mencionadas. Em um contexto regional marcado pela luta entre tendências democratizantes e impulsos autoritários — incluindo ideologias neofascistas ou protofascistas que se disseminam por meio de desinformação, violência e captura do Estado por corporações — a abertura do Estado à participação popular permanece um desejo de inúmeros movimentos sociais. Embora seja verdade que sempre haverá o risco de cooptação quando esses movimentos reivindicam o direito de participar da concepção e da fiscalização de políticas públicas (Falchetti, 2017), exemplos como o Brasil e suas instituições participativas (Avritzer, 2008) ou a Argentina na gestão de programas sociais (Perelmiter, 2016) demonstram que é possível participar efetivamente da produção de políticas públicas (Pires, 2011). Contudo, a persistência de estruturas estatais altamente hierárquicas, burocratizadas ou controladas por entidades privadas também impõe limites e tensões que exigem a problematização da relação entre institucionalidade e participação, para que os espaços de participação não se tornem meros “espaços de escuta” (Teixeira, 2014). Examinar como essas políticas possibilitam, restringem ou transformam as interações sociais emergentes é crucial para a compreensão da dimensão estatal do capitalismo em seu estágio atual.

Nesta nova fase, identificar e caracterizar essas estruturas sociais emergentes é crucial para a compreensão das transformações no contexto regional. Para o próximo período (2026-2028), propomos aprofundar o quadro conceitual que temos desenvolvido como Grupo de Trabalho, expandindo nossos referenciais analíticos com base nas categorias e experiências coletivas que emergiram ou foram reconfiguradas em resposta às recentes mudanças na América Latina e no Caribe — incluindo, em particular, o caso cubano, cuja análise apresenta um desafio adicional.

Avritzer, Leonardo (2008). Instituições participativas e desenvolvimento institucional: algumas considerações sobre a variação da participação no Brasil democrático. Opinião Pública, 14(1), 43-64.

Boltanski, Luc e Chiapello, Eve (2002). O Novo Espírito do Capitalismo. Madrid: Ed. Akal.

Brancaleone, Cassio (2015). Teoria social, democracia e autonomia: uma interpretação da experiência zapatista de autogoverno. Rio de Janeiro: Azougue.

Escobar, Arturo (2010). Uma minga para o pós-desenvolvimento: lugar, ambiente e movimentos sociais nas transformações globais. Lima: Universidade Nacional de San Marcos.

Falchetti, Cristhiane (2017). A institucionalização da participação na emergência do autonomismo: tendências recentes na ação coletiva no Brasil. LASA - Congresso da Associação de Estudos Latino-Americanos, Lima, Peru, 29 de abril a 1 de maio.

Fernández Bouzo, Soledad e Tobías, Melina. (2021). Os bairros populares expostos às intempéries. Desigualdades socioespaciais, saúde ambiental e ecofeminismos na AMBA. Revista Ensambles Primavera 2020, ano 7, n.13, pp.

Klein, Noemi (2001). Sem logotipo: o poder das marcas. Barcelona: Paidos Ibérica.

Leff, Enrique (2019). Ecologia Política. Da desconstrução do capital à territorialização da vida. Cidade do México: Siglo XXI.

López López, Erika Liliana (2015). O potencial emancipatório de um direito não estatal. O caso do sistema comunitário de segurança, justiça e reeducação (Polícia Comunitária) das regiões de Costa Chica e Montaña, Guerrero, México. Tese de Doutorado, Doutorado em Estudos Políticos e Sociais, Faculdade de Ciências Políticas e Sociais, UNAM.

Maneiro, María (2024). Abordagens para o pós-pandemia: Formas de proteção social e apoio à vida nos bairros populares da Grande Buenos Aires. Laboratório: Buenos Aires, pp. 228-249.

Perelmiter, Luisina (2016). Burocracia plebeia. Os bastidores da assistência social no Estado argentino. Unsam Edita.

Pires, Roberto R. (2011). Efetividade das Instituições Participativas no Brasil: Estratégias de Avaliação. Brasília: IPEA.

Svampa, Maristella e Viale, Enrique (2020). O colapso ecológico já chegou. Uma bússola para sair do (mau)desenvolvimento. Cidade do México: Siglo XXI.

Teixeira, Ana CC (2014). Dá participação como “transformação social” à participação como “escuta”. Anais do 38º Encontro Anual da Anpocs, de 27 a 31 de outubro de 2014, em Caxambu - MG.

Virno, Paulo (2008). Gramática da multidão. Buenos Aires: Colihué.

Zibechi, Raúl (2008). Autonomias e emancipações: América Latina em movimento. México: Bajo Tierra, Sísifo Ediciones.
4. Plano de trabalho de três anos (36 meses).
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações para coordenar pesquisas sociais comparativas relevantes e rigorosas com uma perspectiva regional)
1- Analisar as práticas e o repertório de ação coletiva de
certas sociabilidades
Movimentos emergentes (movimentos trabalhistas, camponeses, indígenas, estudantis, ambientalistas e feministas, etc.) na América Latina e no Caribe (incluindo Cuba, Costa Rica, República Dominicana e Porto Rico), suas formas de democratização social e sua relação antagônica e/ou contraditória com
capital e com o Estado, incluindo a formulação de políticas públicas em sentido amplo, em um
uma situação que hoje se configura como neoliberal e
conservador, em um contexto de disputa com governos progressistas.

2- Promover pesquisas que compreendam as transformações recentes do capital (novas formas de extração/apropriação na era do capitalismo de plataforma) diante da gestão neoliberal, o avanço da extrema direita, os efeitos sobre os territórios, os impactos sobre a dinâmica política (autoritarismo/desdemocratização e as fusões entre neoliberalismo e conservadorismo), em tensão com as perspectivas críticas da política democrática e da crítica feminista, especialmente dos países membros da GT.
* Através do Grupo de Pesquisa em Anticapitalismo e Sociabilidades Emergentes (GPASE - Brasil), colaboração na concepção e/ou execução de atividades de ensino, pesquisa e extensão na Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS): a) Projeto de Pesquisa "Memórias de mundos desaparecidos: os anarquistas antes da Revolução Cubana" (com apoio financeiro da FAPERGS).

* Por meio do Grupo de Pesquisa Democracia e Teoria (GPDET/IFCS/UFRJ), do projeto de pesquisa “Trabalho Informal e Economia Solidária: Análises Críticas e Alternativas Emancipatórias” (IFCS/UFRJ/CNPq) e do Núcleo Democracia e Ação Coletiva (NDAC) do Centro Brasileiro de Análises e Planejamento (CEBRAP), buscamos fortalecer a produção de conhecimento no Brasil a partir de pesquisas sobre os seguintes temas: anticapitalismo, democracia, ação coletiva, trabalho informal e autogestão. Em parceria com o Grupo de Trabalho sobre Feminismos, Resistência e Emancipação da CLACSO, fortaleceremos as áreas de pesquisa em: crise da democracia e resistência; e economia feminista, cuidado e crise global.

* Através da área de conflito social do IIGG/FSOC UBA e sua articulação com o Laboratório de Protesto Social, os formatos que o conflito e as lutas assumem; e através da Universidade da Costa Rica, avançar no monitoramento de conflitos sociais na região.

*Através do seminário “Explorando a periferia” FSOC/UBA, acompanhe as formas que as políticas públicas assumem sob a mediação de organizações sociais populares urbanas.
- Produção de conhecimento original sobre as formas atuais de anticapitalismo e as sociabilidades emergentes (incluindo formas passadas e presentes de anarquismo e sua história política, especialmente na região do Caribe), gerando artigos e capítulos de livros para serem publicados.
Publicado em periódicos indexados.

-Produção de 2 a 3 boletins de trabalho do GT por ano, convidando a participação de membros do GT Feminismos, resistências e emancipação e vice-versa, bem como de outros GTs.

-Realização de seminários temáticos internos para consolidar a pesquisa em um livro a ser publicado pela Clacso.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
1) Promover o debate sobre as várias formas de luta e
resistência anticapitalista e
divulgar os resultados da pesquisa realizada no âmbito do grupo em diversas áreas (conferências, fóruns nacionais e
publicações internacionais em
revistas especializadas e a publicação de livros pela própria GT, no ensino universitário e através de processos de educação popular com grupos próximos a
nosso GT).

2- Promover/participar em atividades de formação/capacitação em conjunto com o GT Feminismos, resistências e emancipação e as redes institucionais e movimentos sociais aos quais os membros do GT estão associados.
*Participação individual e coletiva dos membros da GT em atividades de ensino, congressos, fóruns, mesas-redondas, conferências, seminários e outros tipos de encontros acadêmicos e
Mídias sociais na rede Clacso e outras.

* Através da colaboração com a Fundação Rosa Luxemburgo Argentina/México, organizar uma ou mais publicações de divulgação científica do Grupo de Trabalho, co-publicadas pela CLACSO e pela Fundação.

- Faça um módulo de um curso virtual oferecido pela Escola Feminista, concebido pelo GT Feminismos, resistências e emancipação, para mulheres em territórios populares.

- Oferecer discussões temáticas ao público sobre as redes e movimentos sociais associados aos membros da GT: como a Confederação Equatoriana de Organizações Unitárias Classistas de Trabalhadores (CEDOCUT), no Equador; o Centro Social e a Biblioteca Libertária (ABRA), em Cuba; a Aliança Global de Comunidades Territoriais, no Brasil; a União de Mulheres Democratas da Meta (Meta), na Colômbia; as Políticas de Participação Social e Educação Popular e o MST, no Brasil, etc.
- Promoção da participação individual e coletiva dos membros da GT nas atividades da rede Clacso (Clacso TV, Clacso Rádio) e em atividades de formação e divulgação científica (cursos, workshops, palestras) para o público da rede de movimentos e organizações sociais às quais os membros da GT estão associados nos diferentes países.

- Promover atividades de formação e transformação da cultura patriarcal no âmbito da Comissão para a Eliminação da Violência de Género, a partir da academia da CLACSO (workshops, debates, etc.).

- Aumentar a presença do GT nas redes sociais (Instagram, Facebook), em conjunto com a CLACSO, estabelecendo estratégias com nossas alianças para a divulgação científica de pesquisas, publicações e atividades realizadas por todos os membros do GT; incluindo a colaboração com o movimento Wikimedia Brasil, por meio do uso das plataformas Wikimedia como Recurso Educacional Aberto e como meio de divulgação científica, criando uma página do GT Acyse na Wikiversidade, produzindo informações sobre os membros e os metadados das publicações no Wikidata, disponibilizando as mídias e publicações do grupo no repositório Wikimedia Commons e criando ou aprimorando artigos relacionados a temas de pesquisa na Wikipédia, além de explorar alianças e possibilidades de financiamento.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, gestores ou funcionários de políticas públicas, experiências comunitárias e territoriais)
1) Desenvolver uma estratégia para articulação e relações colaborativas com organizações sociais e espaços autônomos de produção de conhecimento nos quais o
Os membros do GT têm participado ativamente ou estado associados aos grupos que foram objeto do estudo, a fim de compartilhar os resultados do
pesquisa, as experiências de outros grupos que poderiam
para serem incorporadas na própria luta e nas metodologias de pesquisa-ação participativa, colocando
ênfase nas formas de relacionamento entre organizações sociais e o Estado e, especificamente, no quê
que aborda o impacto da luta na concepção e formulação de importantes políticas públicas.
Estratégico a curto e médio prazo.

2) Considere a relação com redes sociais, coletivos artísticos ou produtoras.
independentes, cooperativas,
Sindicatos, entidades comunitárias, centros de formação autónomos, bem como entidades confederadas de militância a diferentes níveis (local, nacional, regional, continental e planetário) em torno das causas investigadas pela GT.
* Assessorar a OPISU/Buenos Aires (Organização Provincial de Integração Social e Urbana) quanto aos formatos de ação pública em consórcio para a criação de bens públicos urbanos.

* Por meio do Grupo de Pesquisa em Anticapitalismo e Sociabilidades Emergentes (GPASE - Brasil), a) colaboração no planejamento e/ou execução de atividades de ensino, pesquisa e extensão na Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS); b) oferta do curso de extensão "O uso de jogos como ferramentas educativas para compreender e transformar a realidade social"; c) manutenção de um grupo de estudos online sobre Análise do Discurso.

* Em associação com o sindicato dos professores da UFFS (SINDUFFS) - Brasil, e ATE CONICET Argentina, realizando atividades públicas sobre análise de assuntos da atualidade, educação e o mundo sindical.

* Em colaboração com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/Brasil), no âmbito do projeto de pesquisa “Trabalho informal e economia solidária: análises críticas e alternativas emancipatórias”, são realizadas oficinas sobre autogestão e economia solidária com trabalhadores da economia informal e movimentos sociais urbanos.
- Capacitação de estudantes e comunidades em metodologias de ensino inovadoras para a compreensão de questões sociais.

-Fortalecimento teórico e metodológico dos participantes em Análise do Discurso, com potencial para a produção de trabalhos conjuntos.

- Estímulo e ampliação do debate público sobre questões cruciais da realidade social e sindical, bem como o fortalecimento do vínculo entre universidade e sindicato.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
1) Estabelecer vínculos operacionais e orgânicos com programas regionais e globais, redes científicas e instituições de pesquisa acadêmica para promover a colaboração no conhecimento científico e/ou a disseminação de conhecimento sobre movimentos sociais na região, especialmente aqueles que
Eles estudam os movimentos de
Insubordinação contra o Estado e contra o capital e reflexões sobre o processo de desdemocratização no contexto do avanço da (ultra)direita.

2) Abordagem com
redes que trabalham em projetos alternativos, que nós poderíamos
considere as sociabilidades emergentes, como as chamadas redes alternativas de economia solidária, ou movimentos que
Eles defendem o espírito comunitário,
particularmente dos movimentos indígenas no
Continente.
* Colaboração com a Fundação Rosa Luxemburgo Argentina e México, o Núcleo de Democracia e Ação Coletiva (NDAC) do Centro Brasileiro de Análises e Planejamento (CEBRAP) e o Grupo Transições (Arg) para a realização de diferentes atividades de pesquisa e disseminação de conhecimento.


* Colaboração com a Comissão Científica de Antropologia Anarquista e Estudos de Autonomia da União Internacional de Ciências Antropológicas e Etnológicas (IUAES) para realizar atividades globais (webinários) que contribuam para a reflexão sobre as contribuições teóricas e metodológicas da antropologia anarquista para o estudo dos movimentos sociais.

*Articulação com as propostas do Comitê de Pesquisa da ISA sobre Classes Sociais e Movimentos Sociais ISA 47.
-Estabelecimento de vínculos internacionais entre a GT Acyse e redes científicas, ampliando sua rede de contatos e influência.

- A abordagem do GT à equipe de referência em Antropologia Anarquista no que diz respeito aos Estudos de Autonomia da associação mundial de antropologia; e com o Grupo de Trabalho de Teoria Política (GITP) da Associação Latino-Americana de Ciência Política (ALACIP) no que diz respeito à colaboração de reflexões sobre os fenômenos da desdemocratização e da neoliberalização no contexto da crise do capitalismo.

5. Membros do Grupo de Trabalho
Número total de pesquisadores admitidos: 47
Damian Hernandez Marrero
Federação Anarquista da América Central e do Caribe (FACC)
Porto Rico
Maria Juliana Flórez Flórez
Instituto PENSAR de Estudos Sociais e Culturais
Pontificia Universidad Javeriana
Colômbia
Paola Andrea Vargas Moreno
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Pablo Ariel Becher
Departamento de Ciências Humanas da Universidade Nacional do Sul
Universidade Nacional del Sur
Argentina
Hamed Oriol Toledo Torres
Instituto de Filosofia
Ministério da Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente
Cuba
Suzanna Dourado da Silva
Instituto de Geografia – IGg - UNAM
México
Dmitri Pietro Samsonov [Coordenador]
Instituto Cubano de Pesquisa Cultural
Ministério da Cultura
Cuba
Gaya Makaran
Centro de Pesquisa sobre a América Latina e o Caribe
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Manuel Bayón Jiménez
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Equador
Equador
Daniela Cecilia Rojo Varona
Centro Social ABRA e Biblioteca Libertária
Cuba
Adriana Victoria Rodríguez Caguana [Coordenador]
Programa de Estudos Latino-Americanos
Universidade Andina Simón Bolívar
Equador
Jean Felipe Dourado Pirola
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade
Instituto de Ciências Humanas e Sociais
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Brasil
Rodrigo Chaves De Mello Rodrigues De Carvalho
Universidade Estadual Vale do Acaraú
Brasil
Gustavo Moura De Oliveira [Coordenador]
Centro de Pesquisa e Ensino Econômico AC
México
Blanca Soledad Fernández
Instituto de Estudos Sociais em Contextos de Desigualdades
Universidade Nacional José C. Paz
Argentina
Mário Gonzalo Castilla Santana
Instituto Cubano de Pesquisa Cultural
Ministério da Cultura
Cuba
Daniel Alzate Mora
Centro de Estudos Interdisciplinares Jurídicos e Sociais
Faculdade de Direito e Ciências Sociais
Universidade ICESI
Colômbia
Maria Maneiro
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Diego Mauricio Montoya Bedoya
CIGA/UNAM
México
Leila Saraiva
Aliança Global de Comunidades Territoriais
Brasil
Rachel Dourado Da Silva
Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Amapá
Brasil
Sheila Padrón Morales
Instituto Cubano de Pesquisa Cultural
Ministério da Cultura
Cuba
Lisandro Rubén Silva Mariños
Universidade Nacional de Avellaneda
Argentina
Juan Mateo Martinez Abarca
Instituto de Estudos Ecológicos do Terceiro Mundo
ONGs
Equador
José Julián Llaguno Thomas
Instituto de Pesquisa Social
Faculdade de Ciências Sociais
Universidad de Costa Rica
Costa Rica
Sandra Natalia Quiroga Diaz
Departamento de Pesquisa. Universidade Central (DIUC)
Colômbia
Miriam Herrera Jerez
Instituto Cubano de Pesquisa Cultural
Ministério da Cultura
Cuba
Jorge Luis Alemán Barbarena
Instituto Cubano de Pesquisa Cultural
Ministério da Cultura
Cuba
Alexandre Maximiliano Hilsenbeck Filho
Universidade Casper Líbero
Brasil
Cássio Brancaleone
Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS)
Brasil
Luís Rondón Paz
Instituto de Filosofia
Ministério da Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente
Cuba
Monika Dowbor
Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva/Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Brasil
Omar Bautista González
Universidade Autônoma de Santo Domingo
República Dominicana
Rosario Elena Galvez Mancilla
Instituto de Estudos Ecológicos do Terceiro Mundo
ONGs
Equador
Lia Pinheiro Barbosa
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Centro de Humanidades
Universidade Estadual do Ceará
Brasil
Omar Adrian Bonilla Martínez
Instituto de Estudos Ecológicos do Terceiro Mundo
ONGs
Equador
Tatyana Oliveira
Núcleo de Estudos Superiores Amazônicos, da Universidade Federal do Pará (NAEA/UFPA)
Brasil
Jenny Cruz Cabrera
Instituto Cubano de Pesquisa Cultural
Ministério da Cultura
Cuba
Carlos César Petralanda
Departamento de Ciências Humanas da Universidade Nacional do Sul
Universidade Nacional del Sur
Argentina
María Regina Cano Orué
Instituto Cubano de Pesquisa Cultural
Ministério da Cultura
Cuba
Rafael Fermino Beverari
Instituto de Filosofia e Ciências Humanas
Pós-graduação em Filosofia e Ciências Humanas
Universidade Estadual de Campinas
Brasil
Eduardo Enrique Aguilar Hernández
Departamento de Ciências Sociais
Universidade de Monterrey
México
Emílio Santiago Muiño
Instituto Cubano de Pesquisa Cultural
Ministério da Cultura
Cuba
Erika Liliana López López
Centro de Pesquisa Interdisciplinar em Ciências e Humanidades
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Thais Florencio De Aguiar
Instituto de Filosofia e Ciências Sociais, Universidade Federal do Rio de Janeiro (IFCS/UFRJ)
Brasil
Laura Collin
O Colégio de Tlaxcala
México
Laura García Corredor
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina