Área temática: Modelos de trabalho e produção
Grupo de trabalhoTrabalho, configurações de produção, serviços e atores trabalhistas
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Departamento de Sociologia
Universidade Federal do Paraná
Brasil
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Iztapalapa
México
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Conforme indicado na proposta anterior (GT82 2023-2025: Trabalho, configurações produtivas e de serviços, novos sujeitos do trabalho), os temas e problemas que envolvem o trabalho são diversos e situam-se em contextos específicos, exigindo uma abordagem multidisciplinar e um arcabouço teórico e metodológico próprio. Essa abertura caracteriza a trajetória dos Estudos do Trabalho na América Latina.
Nesse sentido, a fundamentação da GT deriva da fase de consolidação dos Estudos do Trabalho na América Latina, situada entre as décadas de 1980 e 1990, quando emergiu uma nova geração de pesquisadores que enfatizava a reestruturação produtiva, a mudança tecnológica, novas formas de organização do trabalho e sistemas de controle (De la Garza, 2000; Neffa, 1994). Esse processo incorporou amplos referenciais teóricos que colocavam o trabalho no centro da análise, baseando-se em contribuições da teoria da regulação francesa, do toyotismo, da produção enxuta, da especialização flexível, dos distritos industriais, da governança industrial e das cadeias produtivas. Essas correntes se materializaram na América Latina por meio do foco em modelos de produção e industrialização (Lucena; Celis; Senén; Leite; Abramo; Neffa; De la Garza; Carrillo; Ramalho; Urrea; Pochman; Alves).
Simultaneamente, os estudos trabalhistas na região transcenderam a análise dos processos de trabalho e se voltaram para os campos das relações industriais, do mercado de trabalho, da construção social da ocupação, da reprodução social, do papel dos sindicatos (e outras organizações de negociação coletiva) e dos empregadores, da relação entre trabalho e Estado e da dinâmica entre trabalho e espaços públicos. O contexto estrutural das décadas de 80 e 90 foi marcado pela crise econômica, pela transição para o neoliberalismo e pela redefinição dos papéis do Estado, dos sindicatos e das relações capital-trabalho.
A obra *Tratado Latinoamericano de Sociología del Trabajo* (De la Garza, 2000) sintetizou esses debates, integrando perspectivas críticas da sociologia do trabalho latino-americana e dialogando com teorias europeias que previam a “crise” ou o “fim” do trabalho, como as de Méda (1995) e Rifkin (1995). Contudo, na América Latina, onde o trabalho informal é estrutural, a centralidade do trabalho não só persistiu como se expressou em diversas formas ligadas às economias populares e às estratégias de sobrevivência e reprodução social (Quijano, 2000).
A partir dos anos 2000, novos problemas emergiram no campo do trabalho: identidades laborais, subjetividade, modelos de produção divergentes e convergentes, bem como os impactos de fenômenos globais como a financeirização, a crise de 2008, a economia de plataformas e as reformas trabalhistas flexibilizantes (Hernández, 2003; Basave & Hernández, 2007; Munck, 2013). Enrique de la Garza elaborou uma nova proposta epistêmico-teórico-metodológica, denominada "configuracionismo", bem como a do trabalho não clássico, por meio da qual propõe uma teoria unificada para o estudo das configurações produtivas e circulatórias, em vez de utilizar "modelos de produção", conceituando as configurações sociotécnicas produtivas como unidades analíticas com as quais os sujeitos interagem e atribuem sentido às suas ações, levando em consideração que a realidade está em constante fluxo (De la Garza et al., 2021). O novo Tratado Latino-Americano de Sociologia do Trabalho (II): Debates e Desafios no Século XXI, editado pelo CLACSO e CEIL e publicado em 2024 (De la Garza et al., 2024), reúne 60 pesquisadores com uma proposta do Sul Global, na qual os Estudos Latino-Americanos do Trabalho abordam temas centrais e controvérsias relacionados ao trabalho no século XXI. O foco permanece no trabalho em sua articulação com temas e problemas clássicos da sociologia do trabalho, bem como com novos temas emergentes, visto como uma forma de relação social com dimensões políticas, econômicas e culturais. Agora, no século XXI, a sociologia do trabalho centraliza os atores e suas subjetividades. O trabalho de serviços adquire especificidade nos setores em que há interação entre o empregado e o cliente, e que envolve o trabalho do cliente. Isso faz parte do que está sendo discutido, levando em consideração as principais propostas teóricas e metodológicas para repensar o trabalho de serviços e as relações de trabalho em contextos que rejeitam a simples reprodução ou adoção de propostas do Norte Global (De la Garza et al., 2024). Nesse novo contexto de tecnologização, Indústria 4.0, informatização, robotização e automação/plataformização, é necessário refletir sobre o futuro do trabalho em relação aos modelos econômico-políticos e às configurações produtivas. Estes se situam em um contexto de reestruturação capitalista no mercado de trabalho latino-americano, inserido no modelo de produção manufatureira extrativista ou voltada para a exportação e suas implicações políticas.
Para outros autores, a partir de uma perspectiva do Sul Global, os Estudos Latino-Americanos do Trabalho têm sido fundamentais para repensar as relações laborais em contextos de subordinação global, extrativismo, maquiladoras e desigualdade estrutural (Munck, 2013; Quijano, 2000). A análise de novas modalidades de trabalho — especialmente o trabalho em plataformas digitais, informal, não tradicional e atípico — revelou modos específicos de superexploração, vulnerabilidade e resistência que exigem novos marcos interpretativos (Bridi; Véras de Oliveira; Mora Salas, 2023; Ramalho & Santos, 2022). Segundo de la Garza, em sua proposta de trabalho não tradicional (2009), as diferentes formas de controle exercidas pelo cliente intensificam a exploração (Félix da Silva, 2025).
Nesse sentido, a GT identifica diversas linhas prioritárias de pesquisa: como as reformas trabalhistas são configuradas em diferentes regimes políticos; a articulação entre as novas economias de serviços e a informalidade, e sua ligação com os espaços públicos; as subjetividades que adquirem novos significados e emergem em contextos cada vez mais precários; e o papel do Estado na reconfiguração das relações de trabalho, incluindo os desafios da transição ecológica e do trabalho verde (Svampa, 2017).
Mais uma vez, nos deparamos com novas realidades do trabalho inseridas em um capitalismo que renova suas lógicas de acumulação e controle, com sérias repercussões para o mundo do trabalho, bem como para as interações sociais e a formação da identidade. Torna-se prioritário analisar essas realidades por meio de amplos referenciais epistêmicos e teóricos e metodologias que permitam a reconstrução da realidade da América Latina e do Caribe em toda a sua complexidade e heterogeneidade.
Essas transformações, portanto, afetam não apenas a organização e o significado do trabalho, mas também os modos de ação coletiva, as relações com a tecnologia e as estratégias de reprodução da vida, contribuindo inclusive para problematizar as condições liminares entre trabalho e não trabalho. Na América Latina, os processos de automação, plataformização e "transições verdes" se combinam com estruturas laborais historicamente precárias, gerando tensões específicas entre inovação, justiça social e sustentabilidade.
A partir de uma perspectiva do Sul Global, o grupo busca analisar essas dinâmicas articulando as dimensões estruturais, subjetivas e políticas do trabalho. O trabalho contínuo do grupo visa consolidar uma rede interdisciplinar e intergeracional que combine pesquisa rigorosa, defesa pública e diálogo com movimentos sociais e formuladores de políticas.
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SVAMPA, M. Quatro chaves
O trabalho, como categoria central na sociedade contemporânea, permanece um campo privilegiado para a compreensão das dinâmicas sociais, econômicas e políticas da América Latina e do Caribe. Embora algumas correntes teóricas globais tenham proclamado a suposta “crise” ou “fim do trabalho” (Méda, 1995; Rifkin, 1995), a experiência latino-americana demonstra que o trabalho mantém sua centralidade — ainda que em formas diversificadas — na estruturação de identidades, modos de vida e estratégias de reprodução social (De la Garza, 2000; Quijano, 2000). Essa ênfase regional é ainda mais significativa considerando que, diferentemente dos países desenvolvidos, onde a “sociedade assalariada” se consolidou (Castel, 1998), na América Latina esse arcabouço institucional jamais foi totalmente universalizado, tornando inaplicáveis as teses do “fim do trabalho”, tal como emergiram na Europa nas décadas de 1980 e 1990. Do ponto de vista teórico, a relevância deste Grupo de Trabalho reside na sua capacidade de articular múltiplas disciplinas, como a sociologia, a economia e a ciência.
política, antropologia, estudos culturais e jurídicos, e para se engajar criticamente em debates globais sobre reestruturação produtiva, acumulação flexível e
O neoliberalismo (Harvey, 1993; Dardot & Laval, 2016) é examinado por meio de diversas abordagens e metodologias combinadas que permitem a compreensão do trabalho em suas dimensões objetiva e subjetiva. Através do desenvolvimento de conceitos como "configurações sociotécnicas produtivas" (De la Garza, 2021; Retamozo & Morris, 2022) e da noção de "trabalho não clássico", que inclui o trabalho informal, doméstico, em plataformas digitais, comunitário e precário, o campo analítico é renovado e o escopo dos estudos do trabalho é ampliado. Essa expansão conceitual permite a compreensão não apenas das mudanças na organização do trabalho, mas também das transformações na subjetividade do trabalho, na ação coletiva e nas novas formas de controle social associadas ao neoliberalismo.
A relevância social do tema torna-se evidente no contexto da intensificação da precariedade, do crescimento do trabalho informal clássico/não clássico e do trabalho em plataformas digitais. O trabalho na indústria manufatureira e as redes globais de produção resultantes de sua ligação com a automação e a informatização (consequências da revolução tecnológica) trazem consigo um impacto nas relações de trabalho. Esses processos fazem parte de uma dinâmica mais ampla associada à reestruturação produtiva global, caracterizada pela terceirização, redução de pessoal, flexibilidade contratual, produção just-in-time e produção enxuta, que reconfiguram radicalmente a relação capital-trabalho. As políticas neoliberais também estão sendo transformadas, e as crises socioambientais que afetam o trabalho e a sociedade estão se aprofundando. O impacto da pandemia de COVID-19 exacerbou as desigualdades estruturais, afetando particularmente mulheres, jovens, trabalhadores informais, migrantes e setores racializados (Abramo, 2022). Estas transformações exigem novos enquadramentos interpretativos e estratégias de ação coletiva (Ramalho; Santos, 2022; Bridi, Véras de Oliveira; Mora Salas, 2023). Eles também apelam para que o meio acadêmico revise categorias clássicas como classe, trabalho e ação coletiva, cujo questionamento teórico no Norte Global nem sempre dialoga com as realidades periféricas. Além disso, é essencial destacar que a persistência da centralidade do trabalho na América Latina não se expressa apenas em seu papel estruturante na reprodução social, mas também na forma como os mercados de trabalho continuam articulados com as profundas desigualdades históricas de raça, gênero e classe na região. Essa inter-relação revela que o trabalho pode ser entendido como uma atividade econômica, onde hierarquias, desigualdades territoriais e formas renovadas de disciplina neoliberal se materializam. Da mesma forma, a expansão do trabalho em plataformas digitais e a crescente financeirização da vida cotidiana intensificam novas formas de precariedade, particularmente em contextos urbanos onde a informalidade coexiste com mecanismos de controle algorítmico. As plataformas reconfiguram a organização do tempo e do trabalho, produzindo subjetividades laborais marcadas pela hiperindividualização e por uma aparente autonomia que esconde a subordinação a lógicas empresariais difusas. Esses fenômenos reafirmam a necessidade de estudar o trabalho a partir da perspectiva do Sul Global, onde a precariedade é uma condição estrutural. Nesse sentido, o Grupo de Trabalho também destaca a importância de avançar em metodologias que permitam captar a complexidade do trabalho contemporâneo, combinando análises macroestruturais com pesquisas etnográficas que revelem as experiências cotidianas dos trabalhadores. Isso implica reconhecer que a ação coletiva, mesmo em cenários adversos, não desaparece, mas se reinventa em cooperativas, movimentos territoriais, associações de economia popular e articulações transnacionais que contestam significados e direitos diante de processos de flexibilização e desproteção social. Em termos intelectuais, a GT defende a importância de situar os estudos do trabalho no âmbito do Sul Global e, particularmente, na América Latina e no Caribe, afirmando que as realidades latino-americanas, caracterizadas por crises recorrentes, processos de desindustrialização, extrativismo, produção maquiladora, governos oscilando entre o progressismo e o neoliberalismo e profundas desigualdades, permitem repensar as teorias críticas sobre o trabalho (Munck, 2013; Svampa, 2017). Dessa forma, a proposta fortalece um diálogo situado com teorias globais, ampliando a produção de conhecimento da América Latina. Nesse contexto, o GT identifica diversas áreas prioritárias:
- Como as reformas trabalhistas são configuradas em diferentes regimes políticos (conservador, neoliberal, progressista) e seu impacto na produção e nos serviços, considerando a posição subordinada da região na economia mundial.
- Como os serviços e a indústria são reestruturados e articulados com modelos regionais e globais.
- De que forma essas experiências do Sul Global nos permitem questionar a ideia de convergência para um "modelo produtivo do mercado de trabalho e deslaboracionalização"?
- Quais subjetividades (significados) no século XXI e quais formas de organização coletiva emergem nesses novos contextos de trabalho?
Qual é o papel do Estado, das políticas públicas e de suas instituições na garantia de trabalho decente para os cidadãos?
Ao posicionar o sindicalismo e a organização coletiva como temas transversais, como práticas que permanecem vitais para a defesa de direitos e para a reconfiguração de novas formas de ação coletiva diante do neoliberalismo, o Grupo de Trabalho também destaca a relevância duradoura das formas tradicionais de resistência. Ao mesmo tempo,
Reconhece o surgimento de novos sujeitos do trabalho e estratégias organizacionais que surgem em contextos marcados pela fragmentação do trabalho, pela plataformização e
As múltiplas formas de precariedade. Em suma, este Grupo de Trabalho contribui para uma agenda urgente e estratégica que busca compreender as transformações do mundo do trabalho na região, fornecer ferramentas teóricas para sua análise e fortalecer redes de pesquisa interdisciplinares e intergeracionais que possam influenciar o debate acadêmico, político e social. A complexidade e a diversidade do trabalho contemporâneo exigem abordagens inovadoras, abrangentes e situadas, como as que o Grupo de Trabalho propõe desenvolver. O estudo do trabalho na América Latina reafirma-se, assim, como um campo fundamental para interpretar as contradições do capitalismo global e para projetar alternativas democráticas e socialmente justas para o século XXI.
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(Ações para coordenar pesquisas sociais comparativas relevantes e rigorosas com uma perspectiva regional)
2. Realizar um estudo de pesquisa comparativa entre os diferentes países da América Latina com resultados empíricos, por meio dos membros do GT, entre os quais existe uma nova geração de jovens interessados em formação em pesquisa.
1.2 Reunião para compartilhar informações sobre a pesquisa dos membros do GT.
1.3 Desenvolvimento de um repositório de pesquisas sobre trabalho na região.
1.4 Definição de pares de trabalho intergeracionais (intra e interpaíses).
2.1 Seminários teórico-metodológicos sobre a proposta de pesquisa: "Configurações do trabalho no século XXI: Estudos comparativos do Sul Global".
2.2 Discussão do projeto de pesquisa (definição da proposta metodológica epistemológica-teórica e construção dos instrumentos de pesquisa).
2.3 Realizar reuniões regulares de acompanhamento do progresso em campo.
2.4 Realização de trabalho de campo por país.
2.5 Sistematização, análise de dados e elaboração de um relatório sobre o país.
2.6 Projeto do índice do livro.
2.7 Definição do comitê responsável pela edição do livro
1.2 Equipe de pesquisa intergeracional.
1.3 Consolidação da rede intergeracional de pesquisadores
1.4 Diretório de pesquisas trabalhistas dos membros da GT
2.1 - 3 Workshop sobre a pesquisa "Configurações do trabalho no século XXI: Estudos comparativos do Sul Global".
2.2 Relatório de pesquisa por país e publicação de um livro apresentando os resultados comparativos.
2.3 Diagnóstico em
As mudanças trabalhistas e políticas dos países envolvidos.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
- Espaço de formação rotativo (seminários e/ou webinars rotativos organizados por uma sede nacional em regime de rotatividade) para jovens investigadores em universidades membros da GT, combinando workshops metodológicos, "clínicas" de escrita e trabalho de campo presencial e/ou virtual.
- Microcurtas audiovisuais sobre experiências de trabalho na América Latina.
- Dossiê temático na revista Tramas y Redes, de autoria de uma dupla intergeracional.
6 podcasts, 3 microsegmentos audiovisuais e um dossiê temático na revista Tramas y Redes e/ou RELET.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, gestores ou funcionários de políticas públicas, experiências comunitárias e territoriais)
Criação de um fórum ampliado para debater com outros atores, como sindicatos, organizações e gestores públicos, a pesquisa "Configurações do trabalho no século XXI: Estudos comparativos do Sul Global" e os resultados obtidos.
- Divulgação de notas e material de trabalho de interesse para as organizações através dos meios disponibilizados pela GT ou CLACSO (Boletins, websites, etc.).
- Presença de alguns pesquisadores da GT em atividades organizadas por organizações científicas e tecnológicas, governamentais, sociais ou sindicais.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
2. Coordenar ações com o GT "O que é trabalho para que futuro?" e o GT "O trabalho no capitalismo contemporâneo" (convocatória 2023-2025).
1.2 Definição de um âmbito de ação comum com a Associação Latino-Americana de Estudos do Trabalho (ALAST), a ABET (Associação Brasileira de Estudos do Trabalho), a ACET (Associação Colombiana de Estudos do Trabalho), a AMET (Associação Mexicana de Estudos do Trabalho), a ASET (Associação Argentina de Estudos do Trabalho), a Associação Latino-Americana de Estudos do Trabalho (LASA) e os comitês RC30 (Sociologia do Trabalho) e RC44 (Movimentos Trabalhistas) da Associação Internacional de Sociologia (ISA).
1.3 Fortalecimento do vínculo com a RETPAL e a RECONFIGURA, a SOTRAEM e com o INCT (Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia, Brasil), a Escola Nacional de Sindicatos (ENS) da Colômbia (instituição que fez parte da formação da GT em seus primórdios), entre outros.
2.1 Elaboração de um dossiê conjunto com o Grupo de Trabalho "Para que serve o trabalho e para que futuro?" e o Grupo de Trabalho "O trabalho no capitalismo contemporâneo".
2.2 Organização do Fórum CLACSO na Conferência CLACSO com o Grupo de Trabalho "Para que serve o trabalho e para que futuro?" e o Grupo de Trabalho "Trabalho no capitalismo contemporâneo"
1.2 - Participação em iniciativas de diferentes tipos com organizações acadêmicas (seminários, fóruns, etc.), organizações não governamentais, organizações sindicais e redes de ciência e tecnologia na região e no mundo.
2.1 - Dossiê conjunto com o Grupo de Trabalho "Para que serve o trabalho e para que futuro?" e o Grupo de Trabalho "Trabalho no capitalismo contemporâneo"
2.2 - Participação no fórum da Conferência CLACSO com o GT "Que trabalho para que futuro?" e o GT "Trabalho no capitalismo contemporâneo" e em outras instâncias de intercâmbio.
Número total de pesquisadores admitidos: 94
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Iztapalapa
México
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Iztapalapa
México
Universidade Central do Equador
Equador
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Universidade Federal da Paraíba
Brasil
Centro de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma de Aguascalientes
México
Centro de Estudos Sociológicos
O Colégio do México
México
Centro de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma de Aguascalientes
México
Divisão de Ciências Sociais, Universidade de Sonora
México
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Faculdade de Filosofia e Ciências
Universidade Estadual Paulista
Brasil
Doutorado em Ciências Sociais
Universidade Central da Venezuela
Venezuela
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana, Unidade Cuajimalpa
México
Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal de São Carlos
Universidade Federal de São Carlos
Brasil
Universidade Católica do Chile
Chile
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Iztapalapa
México
Universidade Nacional de Quilmes
Argentina
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Universidade Autônoma de Carmen
México
Universidade Autônoma Metropolitana - Azcapotzalco
México
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Instituto de Estudos Sociais e Econômicos
Faculdade de Ciências Econômicas
Universidade Principal de San Simón
Bolívia
Centro de Estudos Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Brasil
Centro Interdisciplinar de Estudos de Desenvolvimento
Universidad de los Andes
Colômbia
Uncuyo
Argentina
Faculdade de Educação. Universidade Estadual de Campinas /UNICAMP
Faculdade de Educação
Universidade Estadual de Campinas/UNICAMP
Brasil
Universidade Nacional de Catamarca
Argentina
Instituto de Estudos Internacionais
Universidade Arturo Prat
Chile
Escola Nacional de Sindicatos
Colômbia
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Programa de Pós-Graduação em Políticas Sociais
Instituto de Ciências Humanas e Sociais
Universidade Federal de Mato Grosso
Brasil
Universidade de Santiago do Chile
Chile
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Instituto de Ciências Sociais
-Universidade Federal de Uberlândia
Brasil
Instituto de Estudos Sociais e Econômicos
Faculdade de Ciências Econômicas
Universidade Principal de San Simón
Bolívia
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Centro de Estudos de Pesquisa Trabalhista
Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica
Argentina
Universidade Autônoma de Querétaro
México
Faculdade de Ciências Sociais
Diretoria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Universidade Alberto Hurtado
Chile
Escola Nacional de Sindicatos
Colômbia
Centro Germinal de Estudos e Educação Popular
Paraguai
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Colégio da Fronteira Norte
México
Universidade de Santo André
Argentina
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Universidade Autônoma Metropolitana - Iztapalapa
México
Universidade Nacional do Litoral
Argentina
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Iztapalapa
México
Escola de Política e Governo
Universidade Nacional de San Martin
Argentina
Universidade Estadual de Campinas
Brasil
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Iztapalapa
México
Faculdade de Psicologia, Universidade Alberto Hurtado
Chile
Unidade de Pós-Graduação
Faculdade de Ciências Sociais
Universidad Nacional Mayor de San Marcos
Peru
Centro de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma de Aguascalientes
México
Instituto de Ciências Sociais e Administração
Universidade Nacional Arturo Jauretche
Argentina
Extership universitário da Colômbia
Colômbia
Centro de Inovação dos Trabalhadores
CONICET e UMET (Universidade Metropolitana de Educação e Trabalho)
Argentina
Faculdade de Ciências Sociais, Universidade Nacional de Assunção
Paraguai
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Iztapalapa
México
Comissão Setorial de Extensão e Atividades no Meio Ambiente, Udelar
Uruguai
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Centro de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma de Aguascalientes
México
Instituto de Estudos Sociais e Políticos
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Brasil
Centro de Análise Sociocultural (Nicarágua)
Nicarágua
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Universidade Federal de Pernambuco
Brasil
Centro de Estudos de Desenvolvimento
Universidade Central da Venezuela
Venezuela
Universidade do Pacífico
Peru
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Universidade Federal da Paraíba
Brasil
Centro Universitário de Ciências Sociais e Humanas
Universidade de Guadalajara
México
Centro de Estudos de Pesquisa Trabalhista
Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica
Argentina
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Faculdade de Informação e Comunicação
Universidade da República
Uruguai
CEHIS UNMDP CONICET
Argentina
Instituto de Pesquisa sobre a Universidade e a Educação
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Universidade do Estado de Mato Grosso – UNEMAT
Brasil
Centro de Estudos Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Departamento de Sociologia, Universidade de Oviedo, Espanha,
Espanha
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Departamento de Sociologia
Universidade Federal do Paraná
Brasil
Instituto de Filosofia e Ciências Sociais - UFRJ
Brasil
PPGS/UFPB (seu centro acaba de enviar uma solicitação de adesão à CLACSO)
Brasil
Faculdade de Ciências Humanas e Econômicas
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Centro de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma de Aguascalientes
México