Área temática: Pensamento e ação feminista
Grupo de trabalhoUniversidades e despatriarcalização
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Nossa proposta para um Grupo de Trabalho da CLACSO respondeu aos movimentos feministas que abalaram diversas universidades e instituições de ensino em vários países da América Latina e do Caribe entre 2017 e 2021. A hipótese com a qual temos trabalhado desde então é a da universidade como instituição com características patriarcais e coloniais, contra a qual diversos movimentos protestaram e se mobilizaram. O que foi particular nesse período foi a presença de jovens estudantes mulheres protestando e se organizando em resposta à violência de gênero e patriarcal. Assim, em um contexto de crise civilizacional que na América Latina carrega a marca da guerra contra as mulheres (Segato, 2016), foi nas universidades de nossa região que observamos e acompanhamos os movimentos estudantis feministas, para dar conta de seu impacto em uma série de áreas-chave em torno das quais organizamos o trabalho de nosso primeiro período: o questionamento das pedagogias clássicas; a denúncia dos limites da academia; a violência patriarcal que se reproduz nela, incluindo a de um saber eurocêntrico e colonial; bem como a tendência presente em várias de nossas universidades de se opor ao autoritarismo patriarcal na sala de aula e no campus.
Neste primeiro período, documentamos o poder da onda verde e do tsunami feminista que inundou as universidades da região, bem como os efeitos da chegada da pandemia de Covid-19, com sua (des)virtualização do ensino. Geramos testemunhos dos processos organizacionais, analisamos as mudanças institucionais alcançadas, bem como as tensões e barreiras enfrentadas (Blázquez Graf et al., 2023; Quijano et al., 2024; Millán et al., 2024; López Dietz e Garrido, 2025; Basurto, 2025). Isso ocorreu em contextos locais onde as transformações geradas no nível da cultura comunitária, das políticas universitárias e das mudanças institucionais e legislativas não estão isentas de contratempos ou formas mais sutis de controle e manipulação. Mais recentemente, e à medida que a guinada institucional à direita avançou em vários de nossos países — como exemplificado pela eliminação do Ministério da Mulher, Gênero e Diversidade na Argentina — identificamos a dificuldade de manter as conquistas alcançadas durante o movimento estudantil feminista, em um contexto de dissimulação institucional, apropriação e reação negativa. Esses fenômenos levantam questões sobre as persistentes barreiras institucionais e como sustentar, apesar delas e para além delas, os espaços comunitários e as mudanças alcançadas, considerando também como engajar as novas gerações que ingressam nas universidades nesse contexto de novas formas em que as forças patriarcais e coloniais se reproduzem nas instituições de ensino superior.
Por isso, neste novo período, observamos a necessidade de estudar as posturas reativas de jovens homens no ambiente universitário, que, em alguns casos, os levaram a se envolver com grupos de ódio que visam o feminismo, as mulheres e as minorias sexuais (Tena, 2024). A relação entre a guinada à direita nas políticas nacionais e internacionais se expressa na intolerância e na reação contra o feminismo e as minorias sexuais, e representa um desafio ao esforço de despatriarcalização das universidades, da educação e do conhecimento. Consideramos essencial compreender essa ressonância entre as novas gerações e as propostas de direita, suas expressões nas universidades e a necessidade de promover iniciativas alternativas diante dessa nova onda patriarcal-autoritária (Broggi e Martínez, 2017). Diante dos movimentos conservadores que buscam capturar os jovens, questionamos essa tentativa de captura, considerando essencial aprofundar a abordagem crítica das masculinidades hegemônicas e explorar práticas nas universidades que fortaleçam subjetividades alternativas (Bravo, 2024).
Encontramo-nos, portanto, numa encruzilhada entre reconhecer, documentar e sustentar o que foi alcançado e a necessidade urgente de subverter o ataque reativo das tendências conservadoras. Reconhecemos que, através da aliança entre professores e estudantes, o movimento feminista conseguiu gerar transformações no conteúdo e nos métodos do trabalho acadêmico, mas que estas estão agora sendo desafiadas pela ascensão de políticas antifeministas e contrárias aos direitos humanos. As restrições promovidas pelas forças de direita na região buscam restringir cada vez mais as possibilidades de vida daqueles que são diferentes, através de formas sutis e diretas de controle. Entre as mais evidentes estão a redução do financiamento e as limitações às garantias de seus direitos. Esses cortes econômicos estão reduzindo os orçamentos públicos para as universidades, que precisam otimizar recursos e enfrentar pressões quanto às prioridades de investimento. Nesse contexto, reconhecemos que a luta contra o patriarcado nas universidades também envolve a defesa dos espaços, das vozes e da autonomia de corpos diversos historicamente marcados por relações de poder. Nesse sentido, propomos abrir espaços de troca e diálogo com o Grupo de Trabalho de Estudos Críticos da Deficiência e o Grupo de Trabalho de Mapeamento Teórico e Prático das Economias Populares, permitindo-nos continuar a discutir essas questões a partir de perspectivas críticas e antissistêmicas. Em nossa luta pela despatriarcalização, consideramos essencial fortalecer o caráter público da universidade, assegurando a presença de diversos grupos em suas salas de aula e garantindo que grupos historicamente oprimidos também possam encontrar espaço nela.
Bravo Viveros, Sebastián. (2024) “Rumo a um equilíbrio do ativismo antipatriarcal por parte dos homens em contextos universitários e juvenis”: Hernández Duarte, Rubén e De Keijzer, Benno (coord.): Masculinidades Universitárias em Tempos de Interpelação Feminista: México: UNAM-CIGU: 81-96.
Broggi, Diana e Martínez, Mariel. “Carta aos homens desorientados”: Revista Anfibia: 30 de julho de 2017.
Basurto, Esperanza (2025). (Re)existências antissistêmicas no movimento estudantil feminista na UNAM [tese de doutorado]. Madrid, Universidade Complutense de Madrid.
López Dietz, Ana e Magaly Garrido (orgs.) (2025). Educação não sexista: debates, desafios e projeções no ensino superior, Volume II. Santiago do Chile, Editorial Tirant Lo Blanch.
Millán, Márgara et al (coords.) (2024). Boletim Marés Feministas nas Universidades Latino-Americanas. Tecendo a partir da experiência: autoetnografias da revolta feminista nas universidades latino-americanas. Buenos Aires, CLACSO - Grupo de Trabalho CLACSO sobre Universidades e Despatriarcalização.
Segato, Rita Laura. (2016). A guerra contra as mulheres. Madrid, Traficantes de sonhos.
Tena Guerrero, Olivia. (2024). “Resistências e dissidências masculinas contra o feminismo universitário”: Hernández Duarte, Rubén e De Keijzer, Benno (coord.): Masculinidades universitárias em tempos de interpelação feminista: México: UNAM-CIGU: 19-32.
Quijano, Mónica, Marcela Morales e Luis Miguel García (coords.) (2024) Pintando o currículo em violeta. Criação e trajetórias de cursos de estudos de gênero na UNAM. Cidade do México: CIGU UNAM
A educação é um eixo central da reprodução social; é dentro da educação que se trava a batalha por ideias, modos de vida e senso comum. É, portanto, um espaço contestado e indispensável para a pesquisa sobre seu conteúdo, práticas e imaginários socioculturais. Nesse contexto, a universidade também é um espaço de reprodução social (Bourdieu e Passeron, 1970), sendo simultaneamente um espaço de disputa para movimentos sociais, novas gerações e teorias críticas que buscam transformá-la e, em última instância, mudar a sociedade da qual faz parte. Como instituição, ela produz e reproduz códigos de gênero (Ballarín, 2015) e segregações baseadas em diversos marcadores sociais (Buquet et al., 2013; Palomar, 2005) que permeiam as condições em que as universidades são habitadas (Acuña, 2018). A universidade é, assim, um reflexo das mudanças sociais, enquanto, ao mesmo tempo, suas transformações se disseminam e permeiam a sociedade. É essa dialética entre o institucional e o social que nos interessa continuar a analisar e transformar na chave dos movimentos feministas e das mulheres universitárias, que abriram caminho para que isso acontecesse.
Desde a proposta inicial para a estrutura do Grupo de Trabalho, consideramos a violência que permeia nossas vidas como o fio condutor para questionar o sistema que a produz. Ao mesmo tempo, reconhecemos nos movimentos de mulheres contra a violência uma série de propostas e práticas curativas e transformadoras que também se refletem na crítica às estruturas universitárias. Com grande força, as mulheres que participam de universidades em todo o continente estão desafiando essas formas patriarcais de violência, que se manifestam em formas concretas de violência sexual, psicológica, econômica, comunitária e epistêmica. Em resposta, estamos desenvolvendo uma análise dos movimentos estudantis feministas (Millán et al., 2024; Basurto, 2025) e subvertendo o conteúdo e as formas do conhecimento (Aldana et al., 2021; Aldana, 2023; Serú, 2024; López e Garrido, 2025). rastreando formas de justiça epistêmica através da recuperação de autoras (Rocha, 2023; Crespo et al, 2024).
Além disso, consideramos a educação universitária um momento crucial na formação das subjetividades políticas dos jovens, que posteriormente constituirão setores sociais inseridos de diversas maneiras no todo social. Portanto, a reprodução dos papéis de gênero e sua conexão com subjetividades políticas críticas ou, inversamente, conservadoras, desempenham um papel significativo nesse espaço (Bravo, 2024). Nesse sentido, observamos que, enquanto as gerações que se formam deixaram de participar de coletivos e organizações feministas, as gerações que ingressam são socializadas sob a influência das mídias sociais e dos discursos sexistas que circulam em muitas delas. Isso levanta questões importantes sobre os desafios pedagógicos que enfrentamos com o enfraquecimento da organização coletiva e o fortalecimento das forças autoritárias. O aumento dos problemas de saúde mental nas universidades (UNESCO, 2024) e a perda de sentido vivenciada pelos jovens nessas instituições são particularmente preocupantes.
Dificilmente podemos desmontar a casa do senhor com suas ferramentas (Lorde, 2003 [1984]). Portanto, propomos que abordemos a luta pelas universidades públicas e pela educação por meio de abordagens e ferramentas críticas e situadas para a geração de conhecimento, bem como práticas pedagógicas antipatriarcais. Com base em nossas experiências participando de grupos de formação e cuidado mútuo, consideramos essencial estabelecer uma ética do cuidado com o outro (Tronto, 2020) dentro da universidade, que se integre ao nosso trabalho universitário e fomente (Freire, 2007) a possibilidade de transformação diante de realidades cada vez mais inaceitáveis. Por essa razão, propomos espaços de troca onde o pensamento a partir do corpo e das emoções possa ocorrer (Rivera Cusicanqui, 2018), espaços seguros para um sentir-pensar lento e afetuoso. Por exemplo, as experiências do círculo de leitura durante nosso primeiro período de Grupo de Trabalho nos permitiram reconhecer, nesse tipo de encontro, uma possibilidade de fomentar reflexões e experiências a partir de nossos contextos específicos. Para este período, propomos fortalecer essas iniciativas de círculos de leitura como espaços onde possamos reconhecer as convergências e os contrastes do que está acontecendo em diferentes países da região e articular propostas coletivas para a construção de um terreno comum que mobilize nossas universidades. Da mesma forma, acreditamos ser essencial para o próximo período que a teoria crítica e a análise da realidade de nossos países se baseiem no conhecimento produzido pelos movimentos feministas nas universidades, em diálogo com as teorias geradas por pensadores críticos da América Latina e do Caribe — teorias que recuperamos, atualizamos e continuamos a propor para compreender nossa realidade.
Aldana, Selene, Mariana Crisóstomo, Itzuri Moreno, Katya Vázquez e Amada Vollbert (2021). Participação feminina no período fundacional da Sociologia. México, FCPyS-UNAM.
Aldana, Selene (2023). Participação feminina na Sociologia Interpretativa e Funcionalista. México, FCPyS-UNAM.
Ballarín, Pilar (2015). “Códigos de gênero na universidade”. Na Revista Ibero-Americana de Educação (pp. 19-38), vol. 68, OEI/CAEU.
Basurto, Esperanza (2025). (Re)existências antissistêmicas no movimento estudantil feminista na UNAM [tese de doutorado]. Madrid, Universidade Complutense de Madrid.
Bravo Viveros, Sebastián. (2024) “Rumo a um equilíbrio do ativismo antipatriarcal por parte dos homens em contextos universitários e juvenis”: Hernández Duarte, Rubén e De Keijzer, Benno (coord.): Masculinidades Universitárias em Tempos de Interpelação Feminista: México: UNAM-CIGU: 81-96.
Buquet, Ana, Jennifer Cooper, Araceli Mingo e Hortensia Moreno (2013). Intrusos na universidade. UNAM. México.
Bourdieu, Pierre e Jean Claude Passeron, Jean Claude (1970). A reprodução. Paris, Les edições Minuit.
Crespo, Regina, Verónica López Nájera, Márgara Millán e Hernán Ouviña (2024). “Mulheres no pensamento crítico da América Latina e do Caribe: genealogia, periodização, temas e dilemas (1870-1970) Apresentação da OLAC Vol.8, Número 1”. Observatório Latino-Americano e do Caribe, Universidade de Buenos Aires, 8 (1), pp.1-10.
Freire, Paulo. (2007). Pedagogia da esperança: um reencontro com a pedagogia do oprimido. Buenos Aires: Siglo Veintiuno editores.
López Dietz, Ana e Magaly Garrido (orgs.) (2025). Educação não sexista: debates, desafios e projeções no ensino superior, Volume II. Santiago do Chile, Editorial Tirant Lo Blanch.
Lorde, Audre (2003 [1984]). A Irmã, a Estranha. Artigos e artigos. Madri, Horas e Horas.
Millán, Márgara et al (coords.) (2024). Boletim Marés Feministas nas Universidades Latino-Americanas. Tecendo a partir da experiência: autoetnografias da revolta feminista nas universidades latino-americanas. Buenos Aires, CLACSO - Grupo de Trabalho CLACSO sobre Universidades e Despatriarcalização.
Palomar, Cristina. (2005). “Política de gênero no ensino superior”. In Journal of Gender Studies. La ventana, Universidade de Guadalajara, nº 21, pp. 7-43.
Rivera Cusicanqui, Silvia. 2018. Um mundo chi'xi é possível: ensaios de um presente em crise. Buenos Aires, Tinta Limón.
Rocha, Susana (2023). Irruptoras (1919-2021): Mulheres na Universidade Central do Equador. Quito, Editorial Universitária Universidade Central do Equador.
Segato, Rita Laura. (2016). A guerra contra as mulheres. Madrid, Traficantes de sonhos.
Serú, Paulina (2024). “O que fazemos contra a violência nas universidades?: desvios práticos de paradigmas em tensão”. IX Encontro Nacional e VI Encontro Latino-Americano: A Universidade como objeto de pesquisa [Texto publicado nos anais http://sedici.unlp.edu.ar/bitstream/handle/10915/181871/Documento_completo.pdf-PDFA.pdf?sequence=1&isAllowed=y],
Tronto, Joan. 2020. Risco ou cuidado? Buenos Aires, Fundação Medife.
UNESCO, 2024. Relatórios breves sobre o ODS 3. Apoio à saúde mental e ao bem-estar de jovens estudantes universitários no ensino superior. https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000391501_spa
(Ações para coordenar pesquisas sociais comparativas relevantes e rigorosas com uma perspectiva regional)
2. Geração coletiva de conhecimento e sua sistematização.
2.1. Abertura de espaços e métodos para a geração de conhecimento coletivo
2.2. Redação coletiva e individual dos resultados das investigações realizadas.
1.1.2. Pelo menos uma reunião presencial entre os membros do GT em um fórum regional.
2.1.1. Registro de depoimentos orais e escritos de organizações feministas estudantis e docentes em nossas universidades.
2.1.2 Monitoramento de iniciativas criadas nas esferas institucional e comunitária relacionadas a masculinidades e violência.
2.1.3. Continuação na organização de nossos círculos de leitura.
2.1.4. Concepção e implementação de um Diploma CLACSO e/ou Cátedra Aberta.
2.2.1. Publicação de um boletim da CLACSO por ano.
2.2.2. Publicação, por membros do GT, de ensaios acadêmicos, artigos de pesquisa e/ou capítulos de livros com base nos eixos de trabalho do GT.
2.2.3. Publicação coletiva, por meio da CLACSO, dos resultados do GT.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
4. Promoção da comunicação aberta com o público em geral e com as organizações da sociedade civil.
3.2. Organização e participação em congressos com ênfase regional.
4.1. Manutenção das redes sociais da GT (Instagram e Facebook).
3.1.2. Atividades organizadas pelo GT.
3.1.3. Articulação de atividades entre os Grupos de Trabalho da CLACSO, incluindo discussões em formato híbrido: “Sentindo e pensando sobre o capacitismo nos processos de despatriarcalização e descolonização na universidade”
Coordenadoras: Diana Vite Hernández (GT Estudos Críticos sobre Deficiência) e Márgara Millán (GT Universidades e despatriarcalização); e “Relembrando as contribuições de pensadores sobre reprodução social e vida” Coordenadoras: Alioscia Castronovo (GT Mapeamento teórico e prático de economias populares) e Yenny Carolina Ramírez (GT Universidades e despatriarcalização).
3.2.1. Participação na próxima XI Conferência Latino-Americana e Caribenha de Ciências Sociais da CLACSO.
3.2.2. Pelo menos dez apresentações orais em que os membros do Grupo de Trabalho declarem explicitamente a sua participação no mesmo.
4.1.1. Material gráfico publicado nas redes sociais (cartazes, imagens de atividades, infográficos, reels, vídeos, entre outros).
4.1.2. Publicação de comunicados de imprensa.
4.1.3. Criação de materiais sonoros (podcast e/ou rádio).
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, gestores ou funcionários de políticas públicas, experiências comunitárias e territoriais)
6. Influência política nas universidades, na educação e no contexto social, e articulação da GT com atores-chave em organizações locais e regionais de Ciência e Tecnologia.
6.1. Manutenção e criação de espaços para intervenção educativa.
6.2. Busca ativa por editais de licitação e submissão de propostas.
5.1.2. Manutenção e abertura de novos espaços para colaboração intergeracional, como o Berço de Sociologias Populares e Feministas, na Universidade Nacional da Colômbia.
6.1.1. Manutenção de sujeitos feministas criados a partir da mobilização de estudantes e professores.
6.1.2. Participação em reformas de planos e programas de estudo em universidades de participantes do GT.
6.1.3. Abertura de novos espaços para colaboração e influência nas políticas educacionais.
6.1.4. Desenvolvimento de materiais educativos que incluam propostas transformadoras.
6.2.1. Reuniões e acesso a recursos por meio da colaboração com organizações locais de Ciência e Tecnologia e universidades.
6.2.2. Ampliação da colaboração com organizações, movimentos sociais, fundações e outras entidades para fortalecer o pensamento crítico na região.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
8. Articular o GT com os movimentos feministas e de mulheres locais e regionais, incluindo redes de pesquisa e ação relacionadas.
8.1. Manutenção das redes de articulação GT e colaboração ativa dentro dos movimentos.
8.2. Gerar reuniões e trabalhar em conjunto com redes
7.1.2. Reforçar a articulação com as GTs em que participamos (GT Estudos Críticos da Deficiência; GT Economias Populares e GT Corpos, territórios e a articulação inter-GT de género e educação).
8.1.1. Incorporação de jovens feministas e pesquisadoras em formação no GT.
8.1.2. Participação ativa dos membros da GT em organizações e movimentos feministas de base.
8.2.1. Fortalecimento do vínculo interinstitucional do GT com atores-chave, incluindo a Rede de Feminismos Descoloniais e o Centro de Estudos Educacionais de Havana.
Número total de pesquisadores admitidos: 45
Faculdade de Ciências Políticas e Sociologia
-Universidade Complutense de Madri
Espanha
Centro de Estudos Educacionais
Universidade de Ciências Pedagógicas Enrique José Varona
Cuba
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Narrativa Real do Sul
Uruguai
INCIHUSA – CONICET // Universidade Nacional de Cuyo (UNCUYO)
Argentina
Universidade Autônoma da Cidade do México
Coordenação acadêmica
Universidade Autônoma da Cidade do México
México
Faculdade de Psicologia
Universidade da República
Uruguai
Universidade de Buenos Aires - Faculdade de Filosofia e Letras
Argentina
Instituto de Pesquisa Socioeconômica
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional de San Juan
Argentina
Centro de Estudos Educacionais
Universidade de Ciências Pedagógicas Enrique José Varona
Cuba
Vice-Reitoria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Universidade do Humanismo Cristão
Chile
Centro de Estudos Educacionais
Universidade de Ciências Pedagógicas Enrique José Varona
Cuba
Instituto de Pesquisa Econômica
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Azcapotzalco
México
Universidade Intercultural de Nacionalidades e Povos Indígenas Amawtay Wasi
Equador
Centro de Estudos Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Universidade Central do Equador
Equador
Instituto de Literatura e Linguística
Agência para as Ciências Sociais e Humanas
Ministério da Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente de Cuba
Cuba
Centro de Estudos Educacionais
Universidade de Ciências Pedagógicas Enrique José Varona
Cuba
Centro de Estudos Educacionais
Universidade de Ciências Pedagógicas Enrique José Varona
Cuba
Universidade Central do Equador
Equador
Programa de Pós-Graduação em Estudos Latino-Americanos
Área de Coordenação de Pós-Graduação, Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Centro Cultural de Cooperação FLOREAL GORINI
Argentina
Centro de Estudos Educacionais
Universidade de Ciências Pedagógicas Enrique José Varona
Cuba
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Universidade Nacional de La Plata - Instituto Universitário da Polícia Federal Argentina
Argentina
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais (FCPYS) - Universidade Nacional de Cuyo (UNCUYO)/Instituto de Ciências Sociais, Humanas e Ambientais (INCIHUSA) - CONICET
Argentina
Faculdade de Psicologia, Universidade Central do Chile
Universidade Central do Chile
Chile
Instituto de Ciências Humanas, Sociais e Ambientais (INCIHUSA- CONICET) / Universidade Nacional de Cuyo (UNCUYO)
Argentina
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Faculdade de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional
Costa Rica
Faculdade de Serviço Social
Faculdade de Serviço Social
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
Centro de Estudos Educacionais
Universidade de Ciências Pedagógicas Enrique José Varona
Cuba
Universidade Central do Equador
Equador
Faculdade de Psicologia
Universidade da República
Uruguai
Universidade Central do Equador
Equador
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Faculdade de Psicologia
Universidade da República
Uruguai
Faculdade de Psicologia
Universidade da República
Uruguai
Faculdade de Filosofia e Letras
México
Faculdade de Psicologia
Universidade da República
Uruguai