Área temática: Educação e alternativas pedagógicas

Grupo de trabalhoArtes, educação e decolonialidade

1. Nome do Grupo de Trabalho.
Artes, educação e decolonialidade
Coordenador(es) do Grupo de Trabalho
Pedro Pablo Gómez Moreno
Doutorado em Estudos Artísticos
UNIVERSIDADE DO DISTRITO FRANCISCO JOSÉ DE CALDAS
Colômbia
Sandra Daniela Torlucci
Secretaria de Desenvolvimento e Relações Institucionais
Universidade Nacional das Artes
Argentina
Hugo Damian Del Valle
Secretaria de Desenvolvimento e Relações Institucionais
Universidade Nacional das Artes
Argentina

2. Perspectiva situada do tema no contexto latino-americano e caribenho, compreendida a partir de uma visão crítica e contextual do Sul Global.

O campo das artes e da educação na América Latina e no Caribe é profundamente permeado pela continuidade da colonialidade na forma de colonialismo interno (González Casanova, 1969). O padrão colonial de poder — conceito introduzido por Aníbal Quijano — moldou, ao longo de sua longa história desde o século XVI, não apenas estruturas políticas e econômicas, mas também epistemológicas e estéticas, definindo hierarquias de conhecimento, sensibilidade e legitimidade cultural. Nesse contexto, a decolonialidade emerge como uma resposta de uma práxis crítica que busca desmantelar as narrativas hegemônicas da modernidade e afirmar o saber, as línguas e os modos de criação situados nos territórios do Sul Global.

No campo artístico, a colonialidade manifesta-se na imposição de cânones, línguas e hierarquias estéticas e de gosto, que funcionam como novas formas de classificação social. Em resposta, surgem propostas de pedagogias artísticas que revelam o eurocentrismo nos modelos de formação acadêmica, visando ampliar a experiência para além da estética, a fim de incluir outras sensibilidades e formas de conhecimento – territorial, ancestral, comunitário, étnico e sexual. Nessa perspectiva, as práticas artísticas e educativas na Ibero-América, em Abya Yala e na Grande Comarca, no continente, e nas ilhas hispânicas do Caribe, precisam ser posicionadas como espaços de reexistência (Albán Achinte, 2017), e não como mera resistência aos critérios estipulados pelas narrativas eurocêntricas.

Uma das formas de produção de conhecimento decolonial é a pesquisa-criação (Gómez Moreno, 2017), como a pesquisa em arte (Torlucci e Vonovich, 2018). Embora já existam pedagogias artísticas decoloniais, elas são experiências excepcionais que abrem caminhos para repensar a educação, a estética e a experiência sensorial a partir de outras epistemologias — ancestrais, comunitárias, afrodescendentes, indígenas e feministas — capazes de questionar a universalidade do cânone eurocêntrico e possibilitar formas plurais de conhecer, ensinar, criar, sentir e viver. Aliás, a pedagogia decolonial já tem seu antecedente na "pedagogia do oprimido" (Freire, Walsh).

Consequentemente, o projeto se inscreve na tradição do pensamento crítico latino-americano e na perspectiva atual dos estudos decoloniais, a partir da qual dialoga com outros campos conceituais, como as pedagogias populares, que tecem na região diversos diálogos entre artes, educação e pensamento crítico, reconfigurando os vínculos entre estética, política e comunidade.

Agora, de uma perspectiva decolonial, trata-se de construir espaços epistêmicos na fronteira. E é aí que o pensamento fronteiriço e a decolonialidade se complementam. Nesse sentido, trata-se de compreender a colonialidade do poder como "fronteirização", como a construção contínua de fronteiras, e, em contraste, a decolonialidade como sentir, pensar, agir e acreditar em modos de vida fronteiriços, como o lugar na e a partir da fronteira daqueles classificados, dos vencidos e das vítimas da modernidade/colonialidade. A partir daí, desse espaço epistêmico, é que se constrói o pensamento fronteiriço enraizado e corporificado proposto por Mignolo (2025).

A colonialidade cria fronteiras entrelaçadas pela diferença de poder que, durante a Guerra Fria, ligou o Primeiro Mundo ao Terceiro Mundo (Anzaldúa, 2021). Esses espaços fronteiriços, onde os significados são negociados, são aqueles que podem ser fomentados e expandidos por meio de pedagogias decoloniais: construindo terceiros espaços educativos (Escaño e Dewhurst, 2024) para desmantelar a colonialidade do poder, do saber, do ser e da natureza, no sentido proposto por Catherine Walsh (2013).

Ultrapassar a longa história da ocidentalização do pensamento (Edmundo O'Gorman, 1958; Serge Latouche, 1989) e da produção implica abrir-se a diferentes cosmogonias, partindo do pressuposto de que o conhecimento surge do mundo (Walsh, 2013) e não o contrário, como propôs o paradigma cientificista. Nessa perspectiva, a relação entre universidades e comunidades se transforma, pois, em princípio, as universidades são compreendidas dentro das comunidades, moldadas pelo local e pelo situado. E, principalmente, porque a hierarquia do conhecimento imposta pela modernidade colonial é desconstruída, juntamente com a distinção entre um falso conhecimento especializado e um conhecimento comunitário e experiencial.

Nesse contexto, a educação artística pode ser entendida como uma prática emancipadora, visto que, seguindo Ana Mae Barbosa (2022), enquanto educação decolonial, ela constitui uma forma de romper e combater a ordem estabelecida, uma maneira de desdisciplinar o saber. Além disso, a partir dessas novas perspectivas epistemológicas e ontológicas, podemos repensar as conexões entre ciência e arte como modos interconectados de produção de conhecimento que nos libertam das diversas opressões históricas da modernidade colonial.

Tudo isso é relevante em um momento histórico em que a América Latina vivencia um preocupante avanço da direita e a restauração de perspectivas que nos recolonizam e obstruem a construção de outras formas de exercício da soberania. A guinada à direita das políticas neoliberais (que na Europa combatem o avanço dos movimentos nacionalistas de direita) no antigo Terceiro Mundo coloca em risco não apenas nossos recursos materiais, mas também nossos corpos, nosso conhecimento, nossas identidades e as formas alternativas de exercício da comunidade que estávamos construindo.

Portanto, neste contexto, precisamos construir espaços comunitários que nos permitam pensar, agir e viver dentro das fronteiras existenciais e disciplinares que habitamos e que nos habitam. A desobediência civil e epistêmica (Gandhi, Mignolo) é a condição sine qua non da libertação. Para tanto, revisitar procedimentos e pedagogias artísticas pode ser um caminho que contribui para a decolonialidade. Conceitos como estética, criação investigativa, pensamento de fronteira, buen vivir (bem viver) e comunalidade, entre outros, tornam-se essenciais para nos afastarmos das propostas universais da estética moderna e nos abrirmos às sensibilidades específicas de nossos territórios, uma vez que se trata de libertar a estética que foi colonizada (controlada, gerenciada e normalizada) pelos cânones da estética eurocêntrica (Kant, Hegel).

Albán Achinte, A. (2017) Práticas criativas de reexistência: além da arte... o mundo do sensível. Del Signo.
Acosta, A. (2012). Boa vida Sumak Kawsay: uma oportunidade para imaginar outros mundos. Editora Abya-Yala.
Anzaldúa, G. (2021). Borderlands/The Frontier: The New Mestiza. Captain Swing Books.
Barbosa, AM (2022) Seção: Por uma Arte/Educação decolonial (pp. 225-274) em Arte/Educação. Textos Selecionados.
Escaño, C. e Dewhurst, M. (2024). Pensando sobre o comum: a experiência COMOOC como um terceiro espaço para criar comunidade através da educação e das artes. Interuniversity Journal of Teacher Training, 99(38.1), 119-142.
Freire, P. (1970). Pedagogia do Oprimido. Século XXI Editores.
González Casanova, P. (1969) Sociologia da exploração. Século XXI Editores.
Gómez Moreno, PP (2025). Colonialidade/descolonialidade do imaginário. Calle 14 revista de pesquisa no campo da arte, 20(38), 10–12. https://doi.org/10.14483/21450706.23861
Gómez Moreno, PPG (2017). Pesquisa criativa ou o horizonte expandido da pesquisa criativa. Estudos Artísticos, 3(3), 8-11.
Gómez, PP (2020). Pesquisa-criação e conhecimento a partir de estudos artísticos. Estudios Artísticos, 6(8), 64–83. https://doi.org/10.14483/25009311.15690
Hegel, GWF, &; Bénard, CM (2008). Estética (Vol. 2). Buenos Aires: Losada.
Kant, I. (1876). Crítica do Juízo seguida de Observações sobre a Assentimento ao Belo e ao Sublime (Vol. 1). Livrarias Francisco Iravedra.
Latouche, S. (1989) L'Occidentalization du monde: Essai sur la signification, la portée et les limites de l'uniformisation planétaire, La Découverte
Mignolo, W. (2019). Reconstituição epistêmica/estética: estética decolonial uma década depois. Calle 14 journal of research in the field of art, 14(25), 14–33. https://doi.org/10.14483/21450706.14132
Mignolo, W. (2025). Ars, Estética e (Des)Colonialidade. Estudos Artísticos, 11(19), 13–31. https://doi.org/10.14483/25009311.23618
O'Gorman, E. (1995) [1958]. A invenção da América. Fundo de Cultura Económica.
Pedro Pablo Gómez Moreno, Edgar Ricardo Lambuley Alférez Eds (2006)· Pesquisa em artes e arte como pesquisa. Universidade Distrital Francisco José de Caldas.
Quijano, A. (1990). Estética e utopia. Hueso húmero, 27, pp. 32-42, (Lima), dezembro.
Quijano, A. (1992). Colonialidade e modernidade/racionalidade. Peru Indígena, 13(29), 11-20.
Rojas, CGC (2024). Pedagogias Decoloniais do Sul das Galeras. Revista Nómade, 1(7), 1-12.
Walsh, C. (2013). Pedagogias Decoloniais Volume I: Práticas Insurgentes de Resistência, (Re)existência e (Re)vivência (Vol. 1). Editora Abya-Yala.
Walsh, C., & Monarca, H. (2020). Quebrando a ordem social e construindo a partir de uma práxis decolonial. Education, Politics and Society Journal, 5(2), 171-194.
3. Justificação e análise da relevância teórica, social e intelectual do tema em relação ao contexto analisado no ponto anterior.

Este projeto se baseia e expande as linhas de trabalho desenvolvidas na fase anterior do Grupo de Trabalho, que abordou a produção de conhecimento situado relacionado às práticas artísticas e educacionais na América Latina e no Caribe. Essa experiência inicial destacou o poder dos projetos de mediação cultural, das pedagogias críticas e das práticas colaborativas para a produção de conhecimento situado nas e por meio das artes.

Propõe-se um programa de atividades que integra pesquisa teórica, pesquisa-criação, pesquisa artística, práticas de mediação, laboratórios territoriais, seminários, publicações e encontros regionais, buscando democratizar o conhecimento e promover futuros pluriversais. Esta proposta revaloriza as artes como forma de produção, pesquisa e apreciação do saber transversal, desafiando o paradigma logocêntrico sobre o qual nossas instituições de ensino, especialmente as universidades, foram forjadas.

A configuração moderna da arte e da educação na América Latina está profundamente entrelaçada com a colonialidade do saber, do ser e da estética, dificultando o pleno reconhecimento do saber e das práticas artísticas indígenas, afrodescendentes, comunitárias e populares. As categorias estéticas ocidentais, consolidadas desde o século XVIII, continuam a definir os critérios de legitimidade nos sistemas educacionais e artísticos.

Argumenta-se que as artes são formas de pensamento e produção de conhecimento, e que a pesquisa criativa e a pesquisa em artes constituem uma forma de conhecimento que transcende a epistemologia moderno-colonial. Nesse sentido, Torlucci e Volnovich (2018) nos desafiam a considerar como os processos artísticos podem moldar os modos de pesquisa e produção de conhecimento. Esses autores questionam a abordagem que se refere à pesquisa sobre as artes e propõem repensar a pesquisa nas artes. Essa mudança de perspectiva nos coloca diante de um novo cenário, “um campo de possibilidades para explorar análises comparativas e modelos alternativos de pesquisa que atualizam as interseções entre percepção e pensamento” (2018, p. 126).

Dando continuidade a essa trajetória, o presente projeto aprofunda a reflexão sobre as relações entre artes, educação e decolonialidade, articulando as contribuições da Escola Descolonial Latino-Americana (Quijano, Dussel, Mignolo, Maldonado-Torres, Lugones, Segato) com experiências em pesquisa-criação, pesquisa em artes e formação artística. Incorpora também contribuições do campo da mediação cultural, artística e educacional como modos de intervenção em diferentes contextos. A mediação cultural é uma forma de fomentar a conexão entre o cultural-artístico e o educacional, ao mesmo tempo que sublinha o compromisso com o direito à educação artística.

Nessa mesma linha, é essencial incorporar a noção de terceiros espaços educativos como territórios que possibilitam o surgimento de pedagogias alternativas. Entendemos esses espaços como zonas híbridas e liminares onde as hierarquias tradicionais do saber são suspensas. É nesses interstícios que as práticas artísticas comunitárias desdobram seu maior potencial, configurando-se como pontos de encontro, permitindo uma produção coletiva e situada de saber. Nessa perspectiva, a ligação entre pedagogias artísticas e decolonialidade permite analisar e revelar os padrões que regulam a epistemologia, a estética e a pedagogia geridas pelos princípios da modernidade-colonialidade.

A relevância teórica do projeto reside em seu compromisso com a articulação do pensamento decolonial e da prática artística, reivindicando as artes como um campo de produção epistêmica e como uma forma de enunciação a partir das margens, e sistematizando práticas que propõem uma "estese decolonial" (Mignolo, 2010). Em um nível social e intelectual, busca fortalecer os laços entre universidades, coletivos artísticos e comunidades, gerando espaços para o diálogo horizontal e a criação colaborativa.

Este novo ciclo de trabalho também se baseia no seminário de pós-graduação "Pedagogias Artísticas Decoloniais: Artes e Estética na Formação do Padrão Colonial de Poder", realizado na Universidade Nacional das Artes, como ferramenta de formação e pesquisa-ação. Este seminário serve como plataforma de intercâmbio que ajuda a consolidar uma rede de pesquisa-criação e pesquisa em artes para abordar pedagogias artísticas decoloniais no Sul Global, fornecendo ferramentas para a transformação cultural e educacional.

Essa posição política também é apoiada pela Declaração pelo Direito à Educação Artística, elaborada no âmbito do II Congresso Internacional "Territórios da Educação Artística em Diálogo", realizado em 2024. Nesse documento, é instado a "continuar fortalecendo esse rico tecido político, conceitual e afetivo que integra artes e educação (...) para continuar imaginando e inventando novos mundos, possibilitando espaços para escuta, ensino e aprendizagem, para entrelaçar as histórias que nos trouxeram até aqui, nossas realidades presentes e os futuros mais justos, mais democráticos, mais igualitários e mais criativos que nos comprometemos a buscar" (AAVV, 2024).

AAVV (2024) Declaração pelo Direito à Educação Artística. Congresso Territórios da Educação Artística em Diálogo: Histórias, Presentes e Futuros Imaginados. Buenos Aires, 7, 8 e 9 de outubro de 2024. Área Transdepartamental de Formação de Professores.
Camnitzer, L. (2009). Didática da libertação: arte conceitual latino-americana (Vol. 26). Cendeac.
Chávez, B., & Difarnecio, D. (2014). Descolonizando ações públicas contra o feminicídio com corpos dissidentes: performance e a plataforma de arte-ação em Chiapas, México. Calle 14 journal of research in the field of art, 9(14), 30–43. https://doi.org/10.14483/udistrital.jour.c14.2014.2.a03
Gómez Moreno, PP (2024). Descolonizando a pesquisa-criação. Calle 14 revista de pesquisa no campo da arte, 20(37), 10–12. https://doi.org/10.14483/21450706.22590
González Vasquez, A., Ferreira Zacarias, G., e Gómez, PP (2016). “Estética Decolonial1”: Entrevista com Pedro Pablo Gómez. Estudos Artísticos, 2(2), 120–131. https://doi.org/10.14483/25009311.11531
Luengas Bautista, JL (2023). Espaços de memória na Colômbia e sua contribuição para a definição da Estética decolonial como estética alternativa. Calle 14 journal of research in the field of art, 19(35), 86–104. https://doi.org/10.14483/21450706.20433
Mignolo, WD e Gómez Moreno, PP (2021). Reconstrução estética decolonial. Universidade Distrital Francisco José de Caldas.
Torlucci, S. e Vonovich, Y. (2018). Arte e Universidade 10 anos após o CRES 2018, em Política e tendências no ensino superior dez anos após o CRES 2008. Disponível em http://beu.extension.unicen.edu.ar/xmlui/handle/123456789/297
Walsh, CE, &; Linera, Á. G. (2006). Interculturalidade, descolonização do estado e do conhecimento (Vol. 2). Ediciones del Signo.
4. Plano de trabalho de três anos (36 meses).
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações para coordenar pesquisas sociais comparativas relevantes e rigorosas com uma perspectiva regional)
Aprofundar a pesquisa situada sobre pedagogias artísticas decoloniais, políticas culturais comunitárias e mediação cultural em territórios do Sul Global.

Desenvolver produção acadêmica colaborativa com alcance regional.
Mapeamento de práticas artísticas e educacionais decoloniais em países da região.

Produção de documentos de trabalho e artigos coletivos em revistas de acesso aberto.
Mapa regional sistematizado de experiências


2 livros de exercícios e 4 artigos coletivos em revistas acadêmicas.

1. Dossiê no Journal of Artistic Studies.

1. Dossiê na Revista ArteDoc da Área Transdepartamental de Formação de Professores da UNA em conjunto com os GTs Artes e Política e Cultura e Políticas Culturais
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Ampliar a formação em artes, educação e decolonialidade.


Desenvolver estratégias de comunicação pública para aproximar a produção do GT das comunidades acadêmicas e não acadêmicas.
Desenvolver programas de formação abertos, como o seminário virtual "Pedagogias Artísticas Decoloniais" e o Diploma Superior em "Mediação Cultural: Comunidade, Artes e Tecnologia".

Breves entrevistas informativas com membros do Grupo de Trabalho e especialistas no assunto.
3 edições do Seminário sobre “Pedagogias Artísticas Decoloniais” e 3 edições do Diploma Superior em Mediação Cultural. Comunidade, artes e tecnologia.


1 Série de 16 microvídeos.
1ª Reunião dos Grupos de Trabalho (em conjunto com os Grupos de Trabalho de Artes e Política e de Cultura e Políticas Culturais) no âmbito do III Congresso Internacional Territórios da Educação Artística em Diálogo (2026)
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, gestores ou funcionários de políticas públicas, experiências comunitárias e territoriais)
Fortalecer a influência da GT nas políticas públicas culturais e educacionais.


Promover projetos de intervenção cultural e artística com uma abordagem decolonial.
Realização de uma mesa de diálogo internacional sobre o tema, no âmbito do Congresso Territórios da Educação Artística, com convidados responsáveis ​​por políticas públicas e membros da GT.

Participar em reuniões com organizações públicas e não governamentais, movimentos sociais e outros decisores políticos para reforçar a intervenção social em áreas não académicas das artes e da educação, a partir de uma abordagem decolonial.
1. Livro resultante desses eventos acadêmicos.

6 reuniões com diversos representantes de organizações públicas e não governamentais.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Coordenar as atividades e linhas de trabalho do Grupo de Trabalho com a rede organizadora do Congresso Internacional Territórios da Educação Artística em Diálogo.

Promover a integração do Grupo de Trabalho com redes universitárias de artes já estabelecidas, a fim de fomentar espaços de divulgação e participação ativa de seus membros. Algumas das redes nas quais diferentes membros deste Grupo de Trabalho participam atualmente incluem: RUA (University Arts Network), RAUDA (Argentine University Network of Arts Programs), ILIA, European and Asian Network e IEAL.
Realizar o III Congresso Internacional Territórios da Educação Artística em Diálogo.

Realizar encontros de intercâmbio com membros de outras redes de trabalho sobre educação, artes e decolonialidade.
Reunir e unir pesquisadores que trabalham em temas relacionados à GT.

Uma mesa de diálogo realizada em conjunto com outras redes, cujos resultados são sistematizados e comunicados.

1. Seminário sobre Educação Artística Acessível.

1. Laboratório de Pesquisa-Criação em Acessibilidade e Educação Artística

5. Membros do Grupo de Trabalho
Número total de pesquisadores admitidos: 37
Maria Del Carmen Valdez
Departamento de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Quilmes
Argentina
Sandra Daniela Torlucci [Coordenador]
Secretaria de Desenvolvimento e Relações Institucionais
Universidade Nacional das Artes
Argentina
Eduardo Vicente Nivón-Bolán
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Iztapalapa
México
David Ramos Delgado
Departamento de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Pedagógica Nacional
Colômbia
Victor Vich
Instituto Peruano de Ciências
Peru
Axel Didriksson
Instituto de Pesquisa sobre a Universidade e a Educação
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Manuel Cocho Ursini
Cátedra UNESCO "Universidade e Integração Regional"
México
Thomas Peters
Centro de Estudos de Comunicação
Instituto de Comunicação e Imagem
Universidade do Chile
Chile
Rosario Lucesole Cimino
Secretaria de Desenvolvimento e Relações Institucionais
Universidade Nacional das Artes
Argentina
Hugo Damian Del Valle [Coordenador]
Secretaria de Desenvolvimento e Relações Institucionais
Universidade Nacional das Artes
Argentina
Sidney Peterson
Instituto de Artes/UNESP
Brasil
Carlos Enrique Montiel Careaga
Escola de Pós-Graduação do Reitorado
Universidade Nacional do Leste
Paraguai
Cristina Victoria Orce
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Pedro Pablo Gómez Moreno [Coordenador]
Doutorado em Estudos Artísticos
UNIVERSIDADE DO DISTRITO FRANCISCO JOSÉ DE CALDAS
Colômbia
Diana Lelia Piazza
Secretaria de Desenvolvimento e Relações Institucionais
Universidade Nacional das Artes
Argentina
Natalia Jorgelina König
Laboratório de Arte/Performance/s, Política, Saúde e Subjetividades. Faculdade de Psicologia, Universidade Nacional de Córdoba.
Argentina
Hernán Ulm
Secretaria de Desenvolvimento e Relações Institucionais
Universidade Nacional das Artes
Argentina
Cecília Adriana Tosoratti
Secretaria de Desenvolvimento e Relações Institucionais
Universidade Nacional das Artes
Argentina
Pablo Andrés Cardoso Terán
Diretoria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Universidade das Artes
Equador
René Ramirez Gallegos
Programa de Estudos Universitários sobre Democracia, Justiça e Sociedade (UNAM)
México
Eduardo Luis Molinari
Secretaria de Desenvolvimento e Relações Institucionais
Universidade Nacional das Artes
Argentina
Walter D Mignolo
Universidade Duke, Programa de Literatura,
Estados Unidos
Mariluz León
Universidade das Artes de Cuba
Cuba
Aurora Lechuga
Cátedra UNESCO "Universidade e Integração Regional". UNAM
México
Federico Sequeira
Faculdade de Ciências Humanas e da Educação
Universidade da República
Uruguai
Noemi Amalia Vargas
Secretaria de Desenvolvimento e Relações Institucionais
Universidade Nacional das Artes
Argentina
Ramiro Noriega Fernández
Diretoria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Universidade das Artes
Equador
Silvio Claudio Suasnábar
Secretaria de Desenvolvimento e Relações Institucionais
Universidade Nacional das Artes
Argentina
Cláudia Alejandra Loyola
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Yamila Volnovich
Secretaria de Desenvolvimento e Relações Institucionais
Universidade Nacional das Artes
Argentina
Daniela Perrotta
Centro de Estudos sobre Cidadania, Estado e Assuntos Políticos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Bianca Vanesa Racioppe
Faculdade de Jornalismo e Comunicação Social
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
Flora Maria Hillert
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Sofia Guadalupe Mera Espinoza
Diretoria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Universidade das Artes
Equador
Andrea Del Pilar Forero Hurtado
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Corporação Universitária Minuto de Deus
Colômbia
Maria Victoria Zavala Saucedo
Escola de Pós-Graduação do Reitorado
Universidade Nacional do Leste
Paraguai
Sandro Romero Rey
Doutorado em Estudos Artísticos
UNIVERSIDADE DO DISTRITO FRANCISCO JOSÉ DE CALDAS
Colômbia