Área temática: Movimentos sociais e ativismo
Grupo de trabalhoReligiões e sociedade: tensões e diversidades
Centro Latino-Americano para a Economia Humana/Instituto Universitário CLAEH
Uruguai
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Instituto de Pesquisa Social
Faculdade de Ciências Sociais
Universidad de Costa Rica
Costa Rica
A modernidade antecipou o fim da religião por meio de processos de secularização; contudo, em vez de levar à privatização ou irrelevância da religião, esses processos deram origem a uma pluralidade de crenças e práticas (Parker, 1993). No Norte Global, estudos têm relatado processos espirituais marcados pela individualização do fenômeno religioso, onde os indivíduos atuam como buscadores espirituais (Wuthnow, 1998) dentro de um mercado religioso livre e competitivo (Roof, 1999). Não obstante, pesquisas realizadas no Sul Global, particularmente na América Latina e no Caribe, têm desafiado essas interpretações (Morello, Rabbia e Da Costa, 2017).
Nesse sentido, a secularização na região teve impactos menores (Frigerio, 2018), ou melhor, impactos diferentes e múltiplos (Mallimaci, 2008). Testemunhamos uma revitalização do simbólico-religioso (Parker, 1994), onde a religião se encontra em um cenário de reajuste e reconfiguração (Hervieu-Leger, 2004). Esses processos nos permitiram vislumbrar o nível de pluralização do campo religioso como um sinal da modernidade religiosa latino-americana, e não como um reencantamento das sociedades (Cox, 1994; Berger, 1999). Nesse sentido, a religião nunca desapareceu; ao contrário, foi reconfigurada, diluindo as fronteiras com outras esferas da vida e gerando variadas formas de interseção entre religião e sociedade (Parker, 1994).
Dessa forma, observamos como a religião sustenta uma complexa rede de interações com diferentes campos da realidade social. No campo político, isso ocorre por meio da liderança (Fediakova, 2013; Murillo, 2018; Mazariegos, 2020; Paz-González, 2021), dos movimentos sociais (Vera-Belanzario, 2018), da reconfiguração do laicismo (Da Costa, 2011; Gaytán, 2018), das políticas públicas e da participação político-eleitoral (Pérez e Grundberger, 2019; Tec-López, 2020, 2022; Ulloa Gómez, 2022; Gaytán, 2025). Nesse sentido, o debate atual em torno dos direitos sexuais e reprodutivos tem sido importante, posicionando gênero e sexualidade como campos de significado contestado nos quais a religião tem desempenhado um papel significativo. (Araujo, 2008; Blancarte, 2015; Vaggione, 2018; Morán Faúndes, 2019; Barrales, 2020; Tec-López, 2021)
No campo da economia, diante das reconfigurações e das abordagens mercantilistas (Donatello, 2011). Na esfera social, nas lutas pela defesa e promoção dos direitos humanos (Levine, 2015; Irrazábal, 2019), atenção aos grupos vulneráveis (De León, 2021; Orellana, 2024), violência (Wild, 2015; López-Pérez, 2018; Delgado-Molina, 2020), desigualdades (Vilchis, 2022), e presença sociodigital (Bárcenas-Barajas, 2019; Sgró, 2021; Paz-González, 2022; Castellanos, 2022). Na esfera cultural: costumes e tradições (Juárez-Huet, 2017), valores e moralidade (Mazariegos, 2018) e produtos culturais (Wright e Messineo, 2013; Frigerio, 2018). Mesmo na esfera geográfica: mobilizações, geografias e configurações espaço-temporais que influenciam os processos religiosos a partir de uma perspectiva histórica e política (García-Ruiz, 2010; Carpio, 2021). Esferas que, embora não sejam novas, consolidam dinâmicas próprias que exigem diferentes perspectivas, metodologias, métodos, teorias, posicionamentos, trabalho de campo e processos de reflexividade.
Em resposta a isso, o Grupo de Trabalho sobre Religiões e Sociedade: Tensões no Debate busca incentivar a produção, disseminação, conexão e intervenção social interdisciplinar, interinstitucional, intergeracional e horizontal do conhecimento, onde o diálogo do saber nos permite construir e abordar nosso objeto de estudo inerentemente difuso de diversas maneiras. A partir dessa perspectiva, examinamos um campo complexo de tensões, antinomias, fluxos e devires que nos obrigam a considerar a religião sob perspectivas interseccionais.
Da Costa, N. (2011) O fenómeno da laicidade como elemento de identidade. O caso uruguaio Civitas - Revista de Ciências Sociais, 11 (2): 207-220
Bárcenas-Barajas, K. (2019). Etnografia digital. Em HJ Suárez, K. Bárcenas-Barajas & C.
Blancarte, R. (2015). O papel do Estado laico no desenvolvimento dos direitos sexuais e reprodutivos na América Latina. In D. Gutiérrez & K. Felitti (Eds.), Diversidade, sexualidades e crenças (pp. 165-191). Prometeo/CMQ
Carbonelli, M. (2019). As faces políticas dos evangélicos na Argentina recente. Rupturas, 9(1), 61-83
Carbonelli, MA, Mosqueira, MA e Felitti, K. (2011). Religião, sexualidade e política na Argentina. Revista do Centro de Pesquisa, 9(36), 25-43
Cox, H. (1994). Fogo do Céu: A Ascensão da Espiritualidade Pentecostal e a Reformulação da Religião no Século XXI. Addison Wesley
Delgado-Molina (Orgs.), Estudando o fenômeno religioso hoje. UNAM
Fediakova, E. (2013). Evangélicos, política e sociedade no Chile. CEEP/IDEA/USACH
Frigerio, A. (2018). Por que não conseguimos enxergar a diversidade religiosa? Cultura e representações sociais, 12(24), 51-95
Gaytán, F. (2018). A invenção do espaço político na América Latina: Secularismo e secularização em perspectiva. Religião & Sociedade, 38(2), 1–20. https://doi.org/10.1590/0100-85872018v38n2cap04
Gaytan Alcala, F. (2025). Não somos um, somos legião — Estado laico no México, dinâmicas locais de uma questão federal. Religions, 16(3), 304. https://doi.org/10.3390/rel16030304
Hervieu-Leger, D. (2004). O peregrino e o convertido. Edições do Helênico
Juárez, N. (2017). De “feiticeiro negro” a patrimônio cultural: circulação transnacional da “tradição dos Orixás”. Desacatos, (53), 74-89
Mallimaci, F. (2008). Excepcionalidade e secularizações múltiplas. Em F. Mallimaci (Ed.), Religião e política (pp. 117-137). Biblos
Mazariegos Herrera, C. (2020). Liderança(s) em movimento. UdG/Lito Grapo/Porrúa
Morán Faúndes, JM (2019). A geopolítica do pânico moral: A influência do neoconservadorismo argentino na gênese do discurso da “ideologia de gênero”. Sociologia Internacional, 34(4), 402–417. https://doi.org/10.1177/0268580919856488
Morello SJ, G., Romero, C., Rabbia, H., & Da Costa, N. (2017). Uma modernidade encantada: Compreendendo o panorama religioso da América Latina. Critical Research on Religion, 5(3), 308-326. https://doi.org/10.1177/2050303217732131
Mosqueira, M., & Algranti, J. (2019). Pastor, em que você acredita? Cultura e religião, 13(1), 85-103
Orellana, Felipe (2024) “Catolicismo, diversidade religiosa e sincretismo no campo religioso latino-americano e a contribuição da religião imigrante”, Social Compass, 71(4), 641-657. https://doi.org/10.1177/00377686241291693
Parker, C. (1993). Outra lógica na América Latina: religião popular e modernização capitalista. FCE
Parker, C. (1994). A sociologia da religião e da modernidade. Revista Mexicana de Sociologia, 4(56), 229-254
Paz-González, EA (2022). Aborto, gênero, comunismo e Deus. Temas Sociológicos, (30), 107-136
Pérez, JL e Grundberger, S. (2019). Evangélicos e poder na América Latina. KAS/IESC
Roof, Wade C. 1999. Mercado Espiritual: Baby Boomers e a Reformulação da Religião Americana. Princeton, NJ: Princeton University Press.
Sgró, C. (2021). Sexualidade, ativismo conservador e redes sociais digitais. Virtualis, 12(16), 67-94
Tec-López, R. (2021). Nem totalmente dentro nem totalmente fora. Religião e Impacto Público, (9)
Ulloa Gómez, M. (2022). Participação evangélica na política da Costa Rica. UNA
Vaggione, Juan Marco. (2018). “Sexualidade, Direito e Religião na América Latina: Estruturas em Tensão”. Religião e Gênero 8 (1): 14–31. https://doi.org/10.18352/rg.10246
Wuthnow, Robert. 1998. Depois do Céu: Espiritualidade na América desde a década de 1950. Berkeley: University of California Press.
Buscamos compreender o campo religioso na região como um espaço diverso e dinâmico, em constante interação com outros campos, bem como com suas próprias diversidades internas, dentro da complexa dinâmica da modernidade (Berger, 2015). Trata-se de uma dimensão da vida social cuja relevância exige uma análise de suas interseções com áreas onde sua presença, conflito, transformação ou impacto futuro nem sempre são visíveis. Nesse sentido, e para fundamentar e analisar a importância teórica, social e intelectual do fenômeno no contexto descrito acima, destacamos quatro dimensões centrais:
Mudanças religiosas na América Latina.
A mudança religiosa é frequentemente medida pela diminuição do número de católicos, mas isso representa apenas parte do fenômeno. No Grupo de Trabalho, buscamos ir além dos dados macro para compreender, de forma articulada e complexa, a diversidade da dinâmica religiosa latino-americana, marcada por crenças institucionais e não institucionais, circunstâncias específicas e processos de transformação social.
Portanto, aprofundamos nossa análise na diversidade e no pluralismo religioso (Berger, 2005); no secularismo e na secularização (Zavala-Pelayo e Góngora-Mera, 2016; Da Costa, 2018; Gaytán, 2018; Capdevielle e Arlettaz, 2019); na subjetivação das crenças (Tovar-Simonic, 2019; Morello, 2021); nas formas de crer dentro das instituições (De la Torre, 2006); bem como nas hibridizações, nas dinâmicas interculturais e nos diálogos inter e intrarreligiosos (Luckmann, 2013; Panotto, 2018), e na presença ou ausência do religioso na comunidade e no âmbito sociopolítico, para explicar como todas essas dimensões se transformam.
A institucionalização, a desinstitucionalização e a reinstitucionalização da religião.
As crenças nem sempre se originam dentro das instituições, mas podem transformar as estruturas que estas estabelecem. A crescente proporção de pessoas sem religião não implica uma rejeição da religião, mas sim formas de distanciamento, reinterpretação ou recriação da fé (Da Costa, Morello, Rabbia e Romero, 2021). Da mesma forma, diferentes grupos reformulam crenças e práticas em diálogo com teologias contextuais (Santos Meza e Córdoba Quero, 2025). Assim, embora as instituições ofereçam estruturas de significado, estas não determinam inteiramente as práticas dos crentes, que mantêm relações diversas e matizadas com a instituição.
A importância das crenças reside em seu impacto social, mesmo nas religiões contemplativas (Blancarte, 1996). Essa dimensão é também a mais afetada pela desregulamentação institucional, ou seja, pela formação de sistemas de crenças independentes da autoridade clerical (Hervieu-Léger, 2005), associada ao declínio do "imaginário de continuidade". Nesse contexto, os crentes contemporâneos constroem colagens e bricolagens que se encontram em tensão com a tradição, embora também se observem retornos ao legado religioso, inclusive entre os jovens (Hervieu-Léger, 2004).
Propostas religiosas vividas não hegemônicas
As transformações descritas deram origem a diversas propostas religiosas que, por múltiplos motivos, não alcançaram hegemonia. Isso inclui crenças e práticas emergentes, situacionais, dissidentes ou alternativas, que adquirem pleno significado para aqueles que as vivenciam e cultivam. Como aponta Morello (2022), é necessário enfatizar os processos pelos quais os crentes aceitam, rejeitam, negociam, interconectam ou reinterpretam os elementos religiosos presentes nas instituições e na vida social e política. Nessa perspectiva, propomos focar na religiosidade vivida (Da Costa, Pereira e Brusoni, 2019; Juárez Huet, De la Torre e Gutiérrez Zúñiga, 2022) para compreender as experiências e transformações daqueles que vivenciam diversos processos de fé e espiritualidade.
Nesse contexto, distinguimos duas vertentes. A primeira abrange crenças e práticas institucionalmente consolidadas, mas não hegemônicas, como igrejas evangélicas, espiritualidades afrodescendentes, indígenas e migrantes, juntamente com expressões de religiosidade popular e organizações religiosas ou culturais não hegemônicas. A segunda compreende crenças e práticas que surgem de situações ou comunidades específicas, parte de um mundo religioso não regulamentado por instituições, mas não necessariamente em conflito com elas. Exemplos incluem devoções como Santa Muerte (Hernández, 2016; Yllescas, 2016), San Cayetano, San La Muerte e San Malverde, bem como manifestações globais como a Nova Era e a identidade mexicana (De la Torre, Gutiérrez e Dansac, 2021).
O fenômeno religioso na interseccionalidade
Considerar a interseccionalidade no estudo dos fenômenos religiosos permite compreender como as experiências de fé são moldadas na intersecção de eixos como gênero, classe, etnia, orientação sexual e geração. Essa perspectiva revela que a religião opera dentro de estruturas de poder que afetam os indivíduos de maneiras diferentes, produzindo experiências específicas de exclusão, participação ou protagonismo, bem como desigualdades internas no campo religioso e tensões nos processos de pertencimento (Cantero-Sánchez e Ramírez González, 2023).
Além disso, a interseccionalidade revela como as instituições religiosas moldam e são moldadas por dinâmicas sociais mais amplas. Doutrinas e práticas podem reforçar hierarquias ou gerar espaços de resistência e reconfiguração da identidade. Analisar o fenômeno religioso a partir dessas interseções permite-nos compreender tanto a reprodução quanto o questionamento das formas de dominação, e reconhecer a diversidade de trajetórias e experiências que moldam os mundos religiosos contemporâneos.
Capdevielle, P., & Arlettaz, F. (2019). Cenários atuais do laicismo na América Latina. IIJ-UNAM.
Cantero-Sánchez, M., & Ramírez González, C. (2023). Produção científica sobre 'interseccionalidade' e sua conceitualização no mundo hispânico: uma revisão do perfil dos produtores acadêmicos na América Latina e na Espanha 30 anos após a criação do termo. Latin American and Caribbean Ethnic Studies, 18(4), 505–527. https://doi.org/10.1080/17442222.2023.2173858
Da Costa, N. (2018). Religião e espaço público na 'laicidade' uruguaia. Social Compass, 65(4), 503–515. https://doi.org/10.1177/0037768618792816
Da Costa, N., Morello, G., Rabbia, HH, & Romero, C. (2021). Explorando os não afiliados na América do Sul. Journal of the American Academy of Religion, 89(2), 562–587. https://doi.org/10.1093/jaarel/lfab045
Da Costa, N., Pereira Arena, V., & Brusoni, C. (2019). Indivíduos e instituições: um olhar a partir da religiosidade vivida. Sociedade e religião, 29(51), 61–92.
De la Torre, R. (2006). Ecclesia nostra. O catolicismo na perspectiva dos leigos: o caso de Guadalajara. Fundo de Cultura Económica.
De la Torre, R., Gutiérrez, C., & Dansac, Y. (2021). Os efeitos culturais da criatividade ritual no neopaganismo. Ciências Sociais e Religião/Ciências Sociais e Religião, 23(00), e021006. https://doi.org/10.20396/csr.v23i00.15882
Gaytán, F. (2018). A invenção do espaço político na América Latina: Secularismo e secularização em perspectiva. Religião & Sociedade, 38(2), 1–20. https://doi.org/10.1590/0100-85872018v38n2cap04
Hernández, A. (Coord.). (2016). La Santa Muerte: espaços, cultos e devoções. El Colegio de la Frontera Norte / El Colegio de San Luis.
Hervieu-Léger, D. (2004). O peregrino e o convertido, a religião em movimento. Edições do Helênico.
Hervieu-Léger, D. (2005). Religião, fio da memória. Herder.
Juárez Huet, N., De la Torre, R., & Gutiérrez Zúñiga, C. (2022). A religiosidade como dobradiça: articulações da religiosidade vivida com a dimensão coletiva no México. Revista de Estudos Sociais, 82. http://journals.openedition.org/revestudsoc/53454
Luckmann, P. (2013). Comunicação e sociedade. Ensaios sobre ação, religião e comunicação. Trotta.
Morello, G. (2021). A religião vivida na América Latina. Uma modernidade encantada. Oxford.
Panotto, N. (2018). Educação a partir de uma perspectiva inter-religiosa: conhecimento do outro, identidade e alteridade como uma estrutura pedagógica crítica. Revista Pedagógica, 20(44), 12–26.
Santos Meza, AF, & Córdoba Quero, H. (2025). Teologias trans e queer latino-americanas. Em M. M. Wilcox (Ed.), The Palgrave Handbook of Queer and Trans Studies in Religion. Springer.
Tovar-Simonic, A. (2019). Habitus, crença e indivíduo. In HJ Suárez, K. Bárcenas-Barajas & C. Delgado-Molina (Eds.), Estudando o fenômeno religioso hoje: caminhos metodológicos. UNAM.
Yllescas, A. (2016). Santa Muerte: um culto em consolidação? Em A. Hernández (Ed.), Santa Muerte: Espaços, Cultos e Devoções (pp. 65–84). El Colegio de la Frontera Norte / El Colegio de San Luis.
Zavala-Pelayo, E., & Góngora-Mera, M. (2016). Secularidades, diversidades e pluralidades: Compreendendo os desafios da diversidade religiosa na América Latina. Social Inclusion, 4(2), 65–76. https://doi.org/10.17645/si.v4i2.487
(Ações para coordenar pesquisas sociais comparativas relevantes e rigorosas com uma perspectiva regional)
Criação de 4 seminários para debater as pesquisas dos membros do Grupo de Trabalho sobre os seguintes temas: Laicidade e participação política de atores religiosos; religião, gênero e diversidade sexual e de gênero; crenças não hegemônicas, religiosidades e espiritualidades; movimentos religiosos transnacionais na era global.
Publicação de 5 volumes temáticos
Participação em 4 congressos internacionais
Participação em 4 congressos nacionais
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Concepção e implementação de espaços virtuais de formação.
Organização de eventos acadêmicos internacionais.
Gestão editorial acadêmica.
Apoio acadêmico e fortalecimento de redes.
Organização de 8 ciclos de conversas virtuais
50 cápsulas audiovisuais
12 artigos publicados em blogs especializados
1 participação em um podcast especializado
Organização de 3 Conferências Internacionais para Jovens Pesquisadores em Espiritualidade e Religiões
Organização de 2 painéis temáticos em congressos internacionais e nacionais.
Organização de 1 dossiê temático em uma revista indexada
Organização de 3 cursos online gratuitos
Organização de 3 grupos de estudo para alunos de tese
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, gestores ou funcionários de políticas públicas, experiências comunitárias e territoriais)
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Número total de pesquisadores admitidos: 87
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Centro de Pesquisa e Estudos Superiores em Antropologia Social
Membro do Sistema de Centros Públicos de Pesquisa do CONACyT
México
Departamento de Ciências Sociais e Políticas
Universidade Ibero-Americana
México
Centro de Pesquisa Jurídica e Social (CIJS/CONICET)
Argentina
Universidade Nacional da Costa Rica
Costa Rica
Universidade Católica del Norte
Chile
Instituto Loyola de Estudos Superiores Especializados
República Dominicana
Faculdade de Ciências da Educação da Universidade La Salle, Colômbia
Faculdade de Ciências da Educação
Universidade de La Salle
Colômbia
Universidad de Costa Rica
Costa Rica
Escola Nacional de Antropologia e História
México
Universidade de Pádua
Itália
Vice-Reitoria de Pesquisa
Universidade La Salle México
México
Instituto de Teologia e Estudos Religiosos (ITER), Universidade Alberto Hurtado
Chile
Instituto de Estudos Culturais e Territoriais, Universidade Arturo Prat
Chile
Fundação Joaquim Nabuco
Brasil
Escola Nacional de Antropologia e História
México
Universidade de La Serena
Chile
Pontifícia Universidade Católica do Peru
Peru
ITESM
México
Centro de Estudos Sociológicos
O Colégio do México
México
Centro de Estudos de Pesquisa Trabalhista
Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica
Argentina
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Brasil
Departamento de Ciências Sociais e Políticas
Universidade Ibero-Americana
México
Faculdade de Ciências da Educação da Universidade La Salle, Colômbia
Faculdade de Ciências da Educação
Universidade de La Salle
Colômbia
Universidade do Pacífico
Peru
Universidade de El Salvador
El Salvador
Universidade do Texas em Austin
Estados Unidos
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Escola Nacional de Antropologia e História
México
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Azcapotzalco
México
Universidade Autônoma de Barcelona
Espanha
União Teológica Católica de Chicago
Estados Unidos
Centro de Pesquisa sobre a América Latina e o Caribe
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Universidade Nacional Rosario Castellanos
México
Universidade Autônoma da Baixa Califórnia
México
Pontificia Universidad Javeriana
Colômbia
Centro Universitário de Ciências Econômicas e Administrativas
Universidade de Guadalajara
México
Faculdade de Ciências Humanas e da Educação
Universidade da República
Uruguai
Faculdade de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional
Costa Rica
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Instituto de Pesquisa Social
Coordenação de Ciências Humanas
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Universidad Diego Portales
Chile
Faculdade de Ciências da Educação da Universidade La Salle, Colômbia
Faculdade de Ciências da Educação
Universidade de La Salle
Colômbia
Centro de Estudos de Pesquisa Trabalhista
Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica
Argentina
Oxford
Reino Unido
Centro de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma de Aguascalientes
México
Centro de Pesquisa e Estudos Superiores em Antropologia Social
Membro do Sistema de Centros Públicos de Pesquisa do CONACyT
México
Universidade do País Basco/Euskal Herriko Unibertsitatea (UPV-EHU)
Espanha
Centro de Pesquisa Psicológica e Sociológica
Cuba
Universidade de Salamanca
Espanha
Universidade do Vale do México
México
Universidad de Costa Rica
Costa Rica
O Colégio de Jalisco AC
México
Universidade da República
Uruguai
Universidade do Pacífico (Lima, Peru)
Peru
Universidade da Califórnia, Santa Barbara
Estados Unidos
Universidade Federal de Integração Latino-Americana (UNILA)
Brasil
Comunidade Teológica do México
México
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Iztapalapa
México
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Corporação Universitária Minuto de Deus
Colômbia
Universidad de Costa Rica
Costa Rica
Centro Latino-Americano para a Economia Humana/Instituto Universitário CLAEH
Uruguai
Departamento de Ciências Sociais e Políticas
Universidade Ibero-Americana
México
Faculdade Latino-Americana Evangélica de Teologia (FELAT)
Chile
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Brasil
Universidade Autônoma da Cidade do México
Coordenação acadêmica
Universidade Autônoma da Cidade do México
México
Universidade Federal da Bahia
Brasil
Seminário sobre Interseções da Religião
México
Seminário sobre Interseções da Religião
México
Escola Nacional de Antropologia e História
México
Instituto de Pesquisa Social
Faculdade de Ciências Sociais
Universidad de Costa Rica
Costa Rica
Instituto Politécnico Nacional
México
Universidade Católica do Uruguai
Uruguai
Escola Nacional de Antropologia e História
México
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Universidade Nacional de San Martin
Argentina
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Unicamp - Universidade Estadual de Campinas
Brasil
Universidade de Pádua
Itália
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Universidade Autônoma da Baixa Califórnia
México
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Universidade Nacional da Costa Rica
Costa Rica