Área temática: Migração e mobilidade humana

Grupo de trabalhoMigração Sul-Sul e fronteiras

1. Nome do Grupo de Trabalho.
Migração e fronteiras Sul-Sul
Coordenador(es) do Grupo de Trabalho
Handerson Joseph
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Instituto de Filosofia e Ciências Humanas
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Brasil
Margarida Margarida
Instituto de Estudos Avançados
Universidade de Santiago do Chile
Chile
Denise Zenklusen
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
UNIVERSIDADE NACIONAL DE RAFAELA
Argentina

2. Perspectiva situada do tema no contexto latino-americano e caribenho, compreendida a partir de uma visão crítica e contextual do Sul Global.

A compreensão da migração e das fronteiras na América Latina e no Caribe a partir de uma perspectiva crítica deve ser situada dentro de um sistema de produção e reprodução da vida sustentado por estruturas capitalistas, patriarcais e coloniais. Nesse contexto, a pobreza, a desigualdade e as diversas formas de violência decorrem de uma lógica neoliberal e de um modelo extrativista que prioriza certos interesses em detrimento do bem-estar e dos direitos de migrantes, deslocados internos e refugiados, bem como de suas comunidades.

Consequentemente, recuperar a história e as memórias, e desafiar as narrativas dominantes que apresentam a migração como um fenómeno meramente temporário e a reduzem a uma anomalia ou a um problema social, constitui um imperativo ético e político. Em resposta, defendemos uma compreensão da mobilidade humana como uma força social heterogénea, multitemporal e multidimensional que reconheça a capacidade de ação dos migrantes, da sociedade civil e das organizações internacionais. Isto implica abordar a migração como um processo politizado e focar-se nas lutas dos migrantes e nas lutas sociais que transformam as dinâmicas territoriais e reconfiguram as relações de poder nas fronteiras. Utilizar narrativas alternativas para recuperar histórias e experiências de mobilidade permite-nos tornar visíveis estas dimensões e contrariar discursos simplistas e excludentes.

Nesse sentido, considerando o contexto regional atual, essa perspectiva crítica e situada exige maior atenção aos seguintes cenários e tendências presentes na região:

Ressurgimento da extrema-direita e reconfiguração das políticas migratórias: Desde meados da década de 2010, a região tem vivenciado uma consolidação de governos de direita que reinstauraram políticas neoliberais, promoveram restrições à livre mobilidade humana e implementaram políticas migratórias punitivas. Essa situação foi exacerbada pelo ressurgimento da extrema-direita, que intensificou as expressões de xenofobia e racismo. A urgência desta análise reside na compreensão de como esses discursos conservadores e estruturas ideológicas impactam a gestão migratória, fortalecendo o controle e a exclusão em detrimento de abordagens baseadas em direitos humanos e orientadas para a proteção, afetando, assim, a governança migratória na região. Especificamente, esses governos reforçaram políticas de contenção baseadas na diferenciação entre migrantes “regulares” e “irregulares”, migrantes “legais” e “ilegais”, “cidadãos” e “não cidadãos”, e “nacionais” ou “estrangeiros”, afetando, dessa forma, o acesso desigual aos direitos básicos.

O uso da tecnologia no controle e na securitização de fronteiras: o aumento da dinâmica da mobilidade intrarregional nas últimas décadas e o endurecimento dos controles migratórios levaram a corredores migratórios mais complexos, repletos de múltiplos riscos e formas de violência. A gestão de fronteiras (Sul-Sul e Sul-Norte) foi transformada por tecnologias que ampliam a capacidade do Estado de registrar, classificar e monitorar migrantes. A digitalização de bancos de dados, as tecnologias biométricas e a centralização de informações online aceleraram os processos e ampliaram o alcance do controle migratório. Essas tecnologias também reforçam políticas que institucionalizam a invisibilidade e o abandono de migrantes considerados "indesejáveis", promovendo práticas semelhantes à necropolítica, manifestadas em detenções, deportações ou abandono. Assim, o uso da tecnologia na gestão da mobilidade contribui para sustentar uma visão da migração como um problema a ser contido, justificando, por vezes, práticas que violam direitos e reproduzem dinâmicas de exclusão e morte social. As tecnologias digitais se tornam ferramentas governamentais para produzir "ilegalidade" e um estado permanente de "deportabilidade" para migrantes, e alguns aplicativos, como o CBP One (Customs and Border Protection), se transformam em mecanismos de "exclusão disfarçada de inclusão".

Crise climática, degradação ambiental e deslocamento forçado: nas últimas décadas, os efeitos das mudanças climáticas e da degradação ambiental tornaram-se cada vez mais visíveis. Segundo dados das Nações Unidas, 250 milhões de pessoas foram deslocadas por fatores ambientais nos últimos dez anos. Esses impactos não afetam todas as populações da mesma forma: atingem com mais força as comunidades vulneráveis ​​do Sul Global, bem como os grupos rurais, racializados, empobrecidos ou historicamente marginalizados. A crise climática altera os ecossistemas, intensifica eventos climáticos extremos (como inundações, secas e degradação do solo) e reduz o acesso a recursos essenciais, afetando a segurança alimentar, a saúde e os meios de subsistência, e provocando deslocamentos internos e, em alguns casos, transfronteiriços. Esses movimentos criam desafios tanto para as comunidades deslocadas quanto para os territórios receptores. Diante dessa realidade, é necessário adotar uma perspectiva crítica sobre a relação entre território, espaço e meio ambiente, analisando como os eventos climáticos extremos e a degradação ambiental estão se configurando como um novo fator de deslocamento forçado e uma camada adicional de vulnerabilidade, especialmente nos países mais expostos do Caribe e da América Central. Em resposta, é essencial promover soluções que abordem essas desigualdades e reconheçam as populações afetadas como agentes ativos na defesa e na reivindicação de justiça climática.

Cidades como destinos de fluxos migratórios: Em nossa região, os fluxos migratórios são fenômenos predominantemente urbanos. As cidades, transformadas em espaços altamente dinâmicos, oferecem uma visão de oportunidades, ao mesmo tempo que confrontam os migrantes com inúmeros desafios. A condição migratória se cruza com eixos de desigualdade como nacionalidade, gênero, etnia, classe social, idade e situação migratória, colocando os migrantes em posições de desvantagem social e espacial. Isso se traduz na criação diária de fronteiras materiais e simbólicas, especialmente no acesso à saúde, educação e emprego. O acesso à moradia, em particular, constitui uma das principais barreiras: nas cidades latino-americanas contemporâneas, são comuns práticas de rejeição, segmentação, segregação e discriminação residencial, especialmente contra aqueles em situação de maior vulnerabilidade. Soma-se a isso as limitações e barreiras ao uso de certos espaços, reproduzindo formas de alteridade urbana que condicionam sua qualidade de vida. No entanto, os migrantes desafiam ativamente essas fronteiras por meio da organização comunitária, da produção social de habitats, da luta pela apropriação do espaço e do exercício do seu direito de participar e transformar a cidade.

Nos últimos anos, o Grupo de Trabalho sobre Migração e Fronteiras Sul-Sul tem se concentrado na análise das dinâmicas migratórias contemporâneas na região — que revelam transformações demográficas, socioeconômicas, culturais, políticas e territoriais — bem como na gestão da mobilidade e na regulação migratória em áreas fronteiriças das Américas. Para tanto, o Grupo de Trabalho promoveu quatro linhas de trabalho que serão continuadas no plano 2026-2028: 1) Experiências interseccionais de migrantes; 2) Políticas, organizações e ativismo migratório; 3) Perspectivas teóricas e metodológicas sobre fronteiras e migração Sul-Sul; e 4) Territórios, comércio e fronteiras. A consolidação dessas linhas de trabalho ao longo dos últimos três anos fortaleceu o diálogo interno do Grupo de Trabalho e possibilitou o desenvolvimento de atividades temáticas e transversais.

Álvarez Velasco, Soledad, Pedone, Claudia e Miranda, Bruno (2021). A formação e transformação dos corredores migratórios nas Américas. PÉRIPLOS, 5(1), 4-27.
Boletim sobre os Movimentos Migratórios Sul-Sul. Fronteiras, Trajetórias e Desigualdades (2025). Número 9: Políticas e Gestão da Migração em Tempos Turbulentos. CLACSO.
Boletim dos Movimentos Migratórios Sul-Sul. Fronteiras, Trajetórias e Desigualdades (2025). Número 10. Lutas Migratórias em Nossa América: Interpelações e Propostas. CLACSO.
Boletim: Movimentos Migratórios Sul-Sul. Fronteiras, Trajetórias e Desigualdades (2023). Número 5 Mobilidade Humana, Meio Ambiente e Mudanças Climáticas. CLACSO.
Boletim (Trans)fronteiriço (2025). Número #27 Deportações e retornos forçados dos Estados Unidos. CLACSO.
Boletim (Trans)fronteiriço (2025). Número #25 Gênero, saúde e migração. CLACSO.
Boletim (Trans)fronteiriço (2024). Número #23 Identidades e mobilidades nos processos de globalização popular latino-americana. CLACSO.
Boletim (Trans)fronteiriço (2023). Número #19 Migração, Mobilidades e Fronteiras e Saúde na (Pós)pandemia da Covid-19. CLACSO.
Boletim (Trans)fronteiriço (2023). Número #17 Fronteiras e Mobilidades de uma Perspectiva Espacial. CLACSO.
De Genova, Nicholas (2002). 'Ilegalidade' migratória e deportabilidade na vida cotidiana. Annual Review of Anthropology, 31(1), 419-447.
Herrera, Gioconda e Gómez, Carmen (orgs.) (2022). Migração na América do Sul. Cham: IMISCOE. https://link.springer.com/book/10.1007/978-3-031-11061-0
Pedone, Claudia, Miranda, Bruno e Álvarez Velasco, Soledad (Coords.) (2021). Corredores migratórios na América Latina: novos fluxos migratórios, novas territorialidades, novas restrições. Revista PÉRIPLOS, 5(1).
Pereira, Andres (2023). A digitalização da migração e do controle de fronteiras na Argentina. Diarios del Terruño. Reflexões sobre Migração e Mobilidade, 15(1).
Perissinotti, Maria Victoria; Zenklusen, Denise; Pérez, Miguel e Ramírez, Carolina (Coords.) (2024). Migrações e espaço urbano. Habitar, circular e conviver na cidade: fronteiras, tensões e resistências. Revista PÉRIPLOS, 8(2).
MOVE-LAM (2021). Visibilidade para Proteger: Uma Abordagem de Dados e Informação para a Mobilidade Humana no Contexto de Desastres e Mudanças Climáticas no Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Guatemala e México. Observatório Latino-Americano de Mobilidade Humana, Mudanças Climáticas e Desastres (MOVE-LAM): Universidade para a Paz (UPeace) e Rede Sul-Americana para a Migração Ambiental (RESAMA).
3. Justificação e análise da relevância teórica, social e intelectual do tema em relação ao contexto analisado no ponto anterior.

Pensar sobre a migração na América Latina e no Caribe exige uma perspectiva “a partir de”, “dentro de” e “com” o Sul Global, uma perspectiva que seja analítica e politicamente engajada com os problemas da região (ver ponto 4) e com sua história de colonialidade. A partir de contribuições do Sul Global, o Grupo de Trabalho aprofunda-se em ferramentas teóricas para uma abordagem crítica do contexto migratório atual em seu novo plano de trabalho, enfatizando a necessidade de compreender a migração como um processo dinâmico de múltiplas mobilidades. A abordagem interseccional (Viveros Vigoya, 2009; Magliano, 2015; Pedone et al., 2021; Galaz et al., 2023) é revisitada como uma ferramenta heurística essencial, permitindo uma análise de como as dinâmicas migratórias contemporâneas combinam as lógicas de racialização e dominação entre países com as vulnerabilidades da condição migrante, exacerbadas pelo classismo, sexismo, racismo e outras formas de discriminação, na produção de desigualdades nos níveis macro, meso e micro. Além disso, a abordagem da mobilidade é integrada para examinar as trajetórias, redes e transformações territoriais geradas por indivíduos em movimento (Margarit-Segura, 2024; Miranda e Joseph, 2021). Nesse sentido, a abordagem da autonomia migratória (De Génova et al., 2014; Varela e Alvarez, 2025; Stang, 2021) propõe que as lutas dos migrantes sejam vistas como formas de resistência, que vão desde ações organizadas que desafiam abertamente as políticas de controle e deportação até estratégias mais sutis e cotidianas. Essas lutas são fundamentais para reivindicar direitos e transformar políticas racistas e xenófobas diante da violência e da securitização dos fluxos migratórios. Este quadro faz parte da governança global da migração, onde a abordagem de securitização (Pereira e Domenech, 2021; Pereira e Clavijo, 2022) constrói a migração como uma ameaça à segurança nacional, justificando medidas restritivas e de controle nas fronteiras, o que intensifica as barreiras e limita a mobilidade em detrimento de abordagens mais humanitárias. Da mesma forma, é importante atentar para as crianças e jovens migrantes, reconhecendo sua capacidade de ação e seu papel ativo na construção de seus próprios projetos de vida, mas também compreendendo os dilemas específicos que essa população enfrenta em relação a questões como o acesso à educação, a interrupção de seu desenvolvimento emocional e o risco de perda de sua identidade cultural (Glockner, 2021; Glockner e Álvarez, 2021).

Em conjunto com essas ferramentas teóricas, a relevância social desta proposta reside em seu compromisso com uma metodologia inovadora e contextualizada para pesquisa, transferência de conhecimento e contribuição. Propomos uma abordagem participativa, colaborativa e interdisciplinar que transcende as fronteiras acadêmicas tradicionais, conectando o trabalho do Grupo de Trabalho com atores sociais, organizações da sociedade civil, movimentos migratórios e órgãos públicos da região. Essas metodologias contribuem significativamente para o estudo dos padrões migratórios, fomentando uma colaboração ativa e horizontal com as comunidades e indivíduos diretamente envolvidos. Por meio de entrevistas em profundidade, oficinas criativas e trabalho coletivo, essas estruturas facilitam a construção de narrativas e conhecimentos contextualizados que refletem a complexidade das experiências vividas pelas comunidades migrantes. Essa abordagem busca gerar conhecimento e desenvolver metodologias que possibilitem a inovação e a criação, assegurando a relevância social da pesquisa e do trabalho do Grupo de Trabalho, com potencial para impactar a defesa dos direitos humanos e o desenvolvimento de políticas migratórias mais equitativas na América Latina e no Caribe.

Em relação à relevância intelectual e institucional, propomos três estratégias: 1) produção e disseminação; 2) formação; e 3) fortalecimento interinstitucional e intergrupos de trabalho. No que diz respeito à primeira estratégia, o grupo de trabalho tem atuado para ampliar o alcance de publicações como a revista "PÉRIPLOS" e os boletins informativos "(Trans)border" e "South-South Migration Movements", bem como recursos de disseminação como o podcast "Reflections in Motion", promovendo a disseminação de conhecimento científico regional de alta qualidade e a visibilidade das Ciências Sociais e Humanas, o que permitiu que os temas abordados fossem inseridos no debate global. Para o plano 2026-2028, o podcast está organizado em três vertentes: uma série sobre atualidades, que destaca questões contemporâneas por meio de vozes dentro e fora da academia, com ênfase no ativismo de e para migrantes e refugiados; uma série teórico-metodológica, que serve como recurso didático para o campo da mobilidade humana; e uma série de publicações dedicada ao compartilhamento de materiais de trabalho e documentos produzidos pelos membros do Grupo de Trabalho. No que diz respeito aos Boletins, propõe-se a fusão dos dois existentes em um novo Boletim intitulado "Migrações, Fronteiras e Desigualdades", para aprimorar o processo editorial e ampliar seu alcance a um público mais amplo: o setor acadêmico, a sociedade civil, os formuladores de políticas públicas e as organizações internacionais. Publicado trimestralmente, o Boletim pretende ser um recurso para o aprendizado e a disseminação de estudos sobre migração e fronteiras.

Além disso, e em consonância com a formação, diversas atividades se concentram na capacitação de jovens pesquisadores com uma perspectiva crítica e situada, por meio de diferentes espaços de diálogo e reflexão coletiva promovidos pelo GT, como o Seminário de Jovens Pesquisadores, palestras, workshops, painéis com especialistas e encontros informais nos quais incentivamos os colegas do GT a discutir o andamento de seus projetos de pesquisa.

Por fim, o plano de trabalho centra-se no fortalecimento institucional através de duas articulações específicas:

Articulação com os centros membros e associados da CLACSO: o objetivo é fortalecer o diálogo entre a GT e os centros por meio da implementação e divulgação de atividades e da consideração de produtos editoriais conjuntos.

Articulação inter-GT: estabelecer uma agenda de atividades conjuntas com outras GTs para aprimorar o diálogo coletivo e crítico. O trabalho proposto busca conectar-se com as seguintes GTs ativas durante o período de 2023-2025, com as quais estabelecemos vínculos na Conferência CLACSO 2025:

Grupo de Trabalho sobre Saúde Internacional e Soberania em Saúde

Grupo de Trabalho sobre Afrodescendentes e Propostas Contra-hegemônicas

Grupo de Trabalho sobre Estudos Críticos sobre Deficiência

Grupo de Trabalho: Trabalho no Capitalismo Contemporâneo

Para o novo período, o plano é intensificar a interação com colegas cujos campos de estudo, embora diferentes, nos permitam explorar pontos de convergência, enriquecer a análise sobre mobilidade e fronteiras Sul-Sul/Sul-Norte e gerar projetos conjuntos que ampliem o alcance e o impacto de nossos debates.

O plano de trabalho se apresenta como uma proposta transformadora que não apenas enriquece o debate teórico regional, mas também busca um impacto ativo na vida social e política, consolidando a trajetória do GT como ator fundamental no estudo e na defesa dos direitos das populações migrantes na América Latina e no Caribe.

Álvarez, Soledad e Liberona, Nanette. (2025). Trânsitos irregulares para o Sul: uma força social na disputa espacial transfronteiriça na América do Sul. The Journal of Latin American and Caribbean Anthropology, 30(2).
Bolaños, Bernardo e Olivera, Marcelo. (2025). O estudo da mobilidade induzida por causas ambientais. Entre inteligência artificial e modelos exploratórios. Revista Científica Multidisciplinar Ciencia Latina, 9(1), 9396-9422.
De Genova, Nicholas, et al. (2015). Novas palavras-chave: Migração e fronteiras. Estudos culturais, 29(1), 55-87.
DOMENECH, Eduardo. (2018). “Governança migratória: produção e circulação de uma categoria de intervenção política”. Revista Temas de Antropologia e Migração, 10, 110-118.
Galaz, Caterine, Stang, Fernanda; Lara, Antônia (2023). Trajetórias de migrantes LGBT+ em direção ao Chile. Revista CIDOB d'Afers Internacionals, 133, 65-90.
Galaz, Caterine; Stang, Fernanda; Lara, Antonia (Coords.) (2023). Migrações transfronteiriças: memórias e trajetórias de pessoas LGBTI+. PÉRIPLOS Journal, 7(1).
Imilan, Walter, Margarit Segura, Daisy e Garcés, Alejandro. (2021). Mobilidades Transnacionais no quotidiano: práticas e territórios relacionais. Revista PÉRIPLOS, 5(2), pp.
Glockner, Valentina, (2021). “Infância Migrante”. Em Ceja, Iérí, Álvarez, Soledad e Berg, Ulla. (Coordenadas). Migração. México: UAM-Cuajimalpa/CLACSO. Págs.41-48.
Glockner, Valentina, e Álvarez, Soledad (2021). “Espaços da vida diária e o continuum mobilidade/imobilidade: o protagonismo de crianças e adolescentes migrantes no continente americano. Um projeto etnográfico multimídia”. Anais de Antropologia. Vol. 55. Nº 1. Págs. 59-72.
Margarit-Segura, Daisy, Gómez-Johnson, Cristina e Moraga-Reyes, Jorge. (2024). Apresentação Dossiê Mobilidades e trajetórias migratórias na América: Expressões de uma multiterritorialidade emergente. Estudos Avançados, 41.
Magliano, Maria José (2015). Interseccionalidade e migrações: potencialidades e desafios. Revista Estudos Feministas, 23(3), 691-712.
Miranda, Bruno e Joseph, Handerson (2021). Apresentação. Boletim nº 10 (Trans)Fronteira: Mobilidades e Diásporas Negras nas Américas. Cidade Autônoma de Buenos Aires: CLACSO.
Pedone, Claudia, Mallimaci, Ana Ines, Franco, Jose (2021). Introdução. Boletim (Trans)Fronteira nº 8 Mobilidades e fronteiras sob uma perspectiva interseccional. Cidade Autônoma de Buenos Aires.
Pereira, Andrés e Domenech, Eduardo (2021). Securitização das migrações. C. Jiménez Zunino e V. Trpin (Coords.). Pensando nas migrações contemporâneas, 283-301. Teseo.
Pereira, Andres e Clavijo, Janneth (2022). A exceção confirma a regra: humanitarismo e securitização nas políticas migratórias argentinas (2015-2019). Si Somos Americanos, 22(1), 139-163.
Pérez, Lucía, Redín, Gabriel e Forero, Jorge Enrique (2024). Reflexões sobre a relação entre alterações climáticas e mobilidades: perspectivas de governação, securitismo e justiça. REMHU, Revista Interdisciplinar da Mobilidade Humana, 32(2).
Stang, María Fernanda (2021). Lutas dos migrantes. C. Jiménez Zunino e V. Trpin (Coords.). Pensando sobre as migrações contemporâneas, 283-301. Teseo.
Speroni, Thales; Piqueras, Clara e Pires, Erika (2023). Introdução. Múltiplas vozes e perspectivas sobre a mobilidade humana em tempos de crise climática. Boletim nº 5: Movimentos migratórios Sul-Sul. Fronteiras, trajetórias e desigualdades.
Stefoni, Carolina, Jaramillo, Matias, Bravo, Aline e Macaya-Aguirre, Gustavo (2023). "Colchane. A construção de uma crise humanitária na zona fronteiriça do norte do Chile". Estúdios Fronterizos, 24.
Varela, Amarela e Álvarez, Soledad (Coords.). (2025). Lutas dos migrantes em tempos de pandemia e crise: uma visão das Américas. Emerging Education Publisher.
Varela, Amarela (2015). “Lutas migrantes”: um novo campo de estudo para a sociologia da dissidência. Andamios, 12(28), 145-170.
4. Plano de trabalho de três anos (36 meses).
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações para coordenar pesquisas sociais comparativas relevantes e rigorosas com uma perspectiva regional)
Analisar criticamente as novas formas de controle migratório e exclusão social na região, especialmente por meio de tecnologias digitais: gerar conhecimento rigoroso e comparativo em nível regional sobre o impacto do ressurgimento da extrema direita e da implementação de tecnologias de securitização na gestão migratória na América Latina e no Caribe, identificando como esses marcos ideológicos e tecnológicos reforçam as políticas de contenção, promovem a xenofobia e o racismo e aprofundam a diferenciação entre migrantes ("regulares"/"irregulares") em detrimento da abordagem dos direitos humanos e da proteção social.

Compreender a dinâmica da desigualdade e da resistência nas mobilidades emergentes em territórios urbanos e fronteiriços: produzir conhecimento situado que aborde, a partir de uma perspectiva transfronteiriça, interseccional e de autonomia migratória, a complexidade das mobilidades humanas contemporâneas, incluindo os deslocamentos ligados à degradação ambiental/mudanças climáticas e a integração de migrantes em cidades e espaços urbanos. O objetivo é analisar como as desigualdades estruturais (capitalistas, patriarcais e coloniais) se manifestam no acesso a direitos (moradia, saúde, trabalho e educação) e destacar as estratégias de resistência e as lutas sociais por meio das quais os migrantes desafiam as fronteiras e transformam as dinâmicas territoriais e as relações de poder.
Reuniões virtuais da GT durante
os meses de março e outubro de cada ano e uma reunião presencial aos 18 meses.

Desenvolvimento, definição e implementação de projetos conjuntos de pesquisa comparativa em torno dos seguintes eixos:
detalhes temáticos no ponto 4.

O Seminário sobre Migrantes do Sul é uma série de webinars dedicados a criar um espaço dinâmico para o diálogo sobre migrações provenientes do Sul Global, dentro do Sul Global e a partir dele.

- Organização de um seminário sobre o ressurgimento da extrema-direita e seus impactos na reconfiguração das políticas migratórias locais e regionais.

- Organização de um debate sobre a utilização de tecnologias no controlo e segurança das fronteiras.

- Organização de um diálogo sobre a crise climática, a degradação ambiental e as mobilidades forçadas

- Organização de um seminário sobre o papel das cidades na governança da migração local e regional.

- Desenvolvimento de seminários e workshops internos que promovam e fortaleçam a discussão sobre metodologias no estudo das migrações contemporâneas.





ATIVIDADES InterGT:

Grupo de Trabalho sobre Saúde Internacional e Soberania em Saúde

Grupo de Trabalho sobre Afrodescendentes e Propostas Contra-hegemônicas

Grupo de Trabalho sobre Estudos Críticos sobre Deficiência

Grupo de Trabalho: Trabalho no Capitalismo Contemporâneo
Planejamento e desenvolvimento de pelo menos dois projetos de pesquisa coletiva e comparativa envolvendo os membros do GT e os demais GTs mencionados nesta proposta.

Seminário “Políticas públicas para a migração nas Américas”
Organizado por: GT MyFSS / GISEMMI / UAM-C, México.

Seminário anual [três edições] “Tecnologias, Migração e Fronteiras”
Organizado por: GT MyFSS / GISEMMI UAM-C / CONICET-UNC.

Seminário “Trânsito irregular, humanitarismo e hospitalidade em tempos turbulentos”
Organizado por: GT MyFSS/ GISEMMI UAM-C / CELA UNAM.

Seminário “Caminhos da governança global das migrações contemporâneas”
Organizado por: GT MyFSS/GISEMMI UAM-C/ UTPL / UAS

Seminário sobre migração, cidades e desigualdades. Organizado por: GT MyFSS/ UNRaf/ IDEA-USACH

Seminário sobre deslocamento e mudanças climáticas. Organizado por: GT MyFSS e RESAMA.

Seminário Migrações e Mobilidades no Século XXI: Desafios Metodológicos para a Pesquisa Crítica.
Organizado por: GT MyFSS.

Seminário sobre famílias migrantes e infâncias.
Organizado por: GT MyFSS.


Atividades InterGT:

Seminário sobre “Saúde Intencional e Fronteiras Sul-Sul”
Organizado por: Grupo de Trabalho sobre Migração e Fronteiras Sul-Sul / Grupo de Trabalho sobre Saúde Internacional e Soberania em Saúde.

Painel: Migração e Trabalho no Capitalismo Contemporâneo: Reflexões da América Latina e do Caribe. Organizado pelo Grupo de Trabalho sobre Migração e Fronteiras Sul-Sul / Grupo de Trabalho sobre Trabalho no Capitalismo Contemporâneo.

Três debates sobre “Visões gerais da (im)mobilidade humana a partir das narrativas de pessoas com deficiência”. Organizados pelo Grupo de Trabalho sobre Migração e Fronteiras Sul-Sul / Grupo de Trabalho sobre Estudos Críticos da Deficiência.

Webinário interno do Grupo de Trabalho “Migrações e Fronteiras Sul-Sul” e do Grupo de Trabalho “Afrodescendentes e Propostas Contra-hegemônicas” para realizar um diagnóstico e preparar o evento do 25º aniversário do Encontro de Durban, que será realizado no México.

Publicação de uma edição especial do Boletim InterGT sobre Afrodescendentes e Propostas Contra-Hegemônicas. Grupo de Trabalho sobre Migração e Fronteiras Sul-Sul / Grupo de Trabalho sobre Afrodescendentes e Propostas Contra-Hegemônicas. Esta edição conterá os resultados das apresentações do evento comemorativo do 25º aniversário do Encontro de Durban, no México.

Dossiê interGT em PÉRIPLOS sobre Panoramas da (im)mobilidade humana a partir de
Narrativas de pessoas com deficiência”. GT Migrações e Fronteiras Sul-Sul/GT Trabalho Estudos críticos sobre deficiência.

Publicação coletiva na Editora CLACSO dos resultados da produção de conhecimento do interGT.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Fortalecer a divulgação pública e o acesso aberto à produção de conhecimento, às atividades, aos debates e às linhas de trabalho do GT por meio de estratégias de comunicação multiformato (Boletim “Migrações, fronteiras e desigualdades”, Podcast “Reflexões em Movimento”, Revista Científica PÉRIPLOS, painéis públicos).
Ampliar sua visibilidade e aproximar seu conteúdo de públicos amplos e diversificados.

Promover atividades de formação para jovens investigadores no seio do GT e investigadores externos na área dos estudos de migração e fronteiras.
Preparação e distribuição de edições semestrais da revista PÉRIPLOS.

Continuar o processo de submissão da revista a índices de impacto, a fim de ampliar sua visibilidade e fortalecer sua posição como uma publicação acadêmica líder no estudo das migrações.

Publicações trimestrais do Boletim “Migrações, fronteiras e desigualdades”

Organização de debates para apresentar os temas do Boletim “Migrações, fronteiras e desigualdades”

Aprimoramento do processo editorial do Boletim “Migrações, fronteiras e desigualdades”, com ênfase na divulgação científica.

Continuação da série de podcasts “Reflexões em Movimento”

Continuação do Ciclo de Seminários para Jovens Investigadores

Desenvolvimento de propostas para treinamento virtual na CLACSO e nos centros membros da CLACSO.

Organização de painéis temáticos, fóruns, conservatórios, conferências, workshops, entre outras atividades, vinculadas às linhas de pesquisa do GT e dos demais GTs mencionados na proposta.

Maior divulgação e presença do GT e seus produtos em suas próprias redes sociais, como Facebook, Instagram, X, Youtube, bem como em plataformas institucionais do CLACSO e dos centros de pesquisa dos membros do GT.
Publicação semestral da revista PÉRIPLOS (seis edições temáticas no período de 2026 a 2028). Monografias previstas para o primeiro ano:
“Discurso de Ódio e Resistência Migrante” (1-2026), coordenado por Vanessa Maldonado Macedo, Victoria Rios-Infante e Amarela Varela-Huerta;

“Tecnologias digitais, diversidade e migração: subjetividades na era da plataformização” (2-2026), coordenado por Cecilia Melella, Gimena Perret e Lía Verónica Zallocchi.

Novos diretórios e índices de impacto da revista PÉRIPLOS (DOAJ, RedIB, SciELO, RedALyC, ESCI)

Publicação de nove boletins intitulados “Migrações, fronteiras e desigualdades” para o período de 2026-2028.

Nove palestras apresentando as nove publicações do Boletim “Migrações, fronteiras e desigualdades”

Publicação dos episódios do podcast “Reflections in Motion”

Organização anual do Seminário de Jovens Investigadores (três seminários)

Submissões anuais do Grupo de Trabalho para propostas de treinamento virtual da CLACSO e nos centros membros da CLACSO.

Criação de um curso de diploma sobre "Migração, Fronteiras Sul-Sul e Direitos Humanos"

Realizar um Curso de Formação GT (Inverno/Verão) ou evento de formação equivalente.

Participação ativa do Grupo de Trabalho na Conferência CLACSO 2028, por meio de Fórum, Workshop, Painel e Diálogo Aberto.

Representação do Grupo de Trabalho em eventos organizados no âmbito da Plataforma de Diálogo Social da CLACSO e em outras conferências internacionais, principalmente ALAS, LASA, IMISCOE, RAM, em especial no 50º Congresso da ANPOCS, em 2026, em São Paulo, Brasil.

Organização e publicação de uma edição sobre migrações na revista Tramas y Redes da CLACSO.

Produção e edição de dois livros com resultados de pesquisa do GT na editora CLACSO.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, gestores ou funcionários de políticas públicas, experiências comunitárias e territoriais)
Promover a responsabilidade pública através da concepção e implementação de ações de intervenção e transformação social que visem analisar a mobilidade humana a partir de uma abordagem interseccional e transfronteiriça, incorporando uma perspectiva multiescalar que considere os níveis local, nacional, regional e transnacional.

Fortalecimento da coordenação multissetorial e da corresponsabilidade entre agências de ciência e tecnologia, academia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais e ativismo migrante, bem como com o
A sociedade civil e as instituições públicas, por meio de seus tomadores de decisão, estão envolvidas. O objetivo é consolidar processos participativos, intersetoriais e colaborativos, baseados em evidências, que contribuam para o desenvolvimento de políticas e práticas transformadoras nos níveis comunitário e territorial, capazes de responder à dinâmica da mobilidade humana em um contexto de crise climática, ascensão da extrema direita, crescente securitização e urbanização da migração e da mobilidade, o que exacerba as desigualdades estruturais.
Desenvolver um mapa da sociedade civil e dos atores institucionais públicos em nível regional.

Sistematizar informações de fontes secundárias para compreender como os impactos do fenômeno migratório se articulam nos níveis local, regional, nacional e internacional.

Organização de eventos (workshops, reuniões, seminários, debates) direcionados a públicos científicos e não acadêmicos, incluindo tomadores de decisão, que permitam a troca de experiências sobre mobilidade humana e políticas migratórias em contextos atuais.

Organizar conversas como espaços de conscientização para combater o capacitismo, a xenofobia, o racismo, as desigualdades de gênero e promover espaços de diálogo com foco na interculturalidade e na interseccionalidade.
Elaboração de um documento técnico (insumo estratégico) que sistematize um diretório de atores relevantes e um repertório de fontes secundárias (locais, nacionais e regionais) que sirva como referência fundamental para pesquisa e defesa de direitos sobre migrações e mobilidades no Sul Global.

Progressos na coordenação de ações com diversos atores públicos (nos níveis internacional, nacional e local), movimentos sociais e ONGs, com o objetivo de aumentar a conscientização sobre a migração interna e internacional.
transnacional, e em particular para o
defesa e organização da
pessoas migrantes

Realização de um fórum aberto com a participação dos setores social, comunitário, institucional e acadêmico ligados à migração na América Latina e no Caribe.

Preparação, posicionamento e participação em comunicados de imprensa, declarações e notícias na CLACSO relacionadas à realidade migratória da região.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Gerar e facilitar espaços de colaboração entre redes científicas, agências de cooperação internacional, instituições acadêmicas e sociedade civil, a fim de promover a responsabilidade pública em relação à mobilidade humana.

Promover processos colaborativos orientados por uma abordagem baseada em direitos e uma perspectiva multiescalar e interdisciplinar que integre os níveis local, regional, nacional e transnacional.
Organizar encontros, fóruns e grupos de trabalho que reúnam redes científicas, agências de cooperação internacional e instituições acadêmicas para trocar conhecimentos, experiências e perspectivas sobre os impactos do fenômeno migratório a partir de uma abordagem baseada em direitos.

Promover acordos de cooperação, programas conjuntos e mecanismos de intercâmbio técnico e acadêmico que fortaleçam a responsabilidade pública e a capacidade de resposta aos desafios do fenômeno migratório.

Organização de um painel no evento do 25º aniversário do Encontro de Durban, no México, que será promovido pelo Grupo de Trabalho sobre Afrodescendentes e Propostas Contra-hegemônicas.

Colaboração com o Observatório de Migração OBMICA, República Dominicana

Articulação com o ATERM (Atelier de Recherche sur la Migration) do Departamento de Antropologia e a Faculdade de Etnologia da Universidade Estadual do Haiti (UEH)

Articulação com LHELAC (laboratoire Haitien études latino americaines et caribéennes)

Articulação com Laboratoire Caribéen de Sciences Sociales da Université des Antilles, Martinica

Articulação com Laboratório LAngages DIScours REprésentations (LADIREP), Universidade Estadual do Haiti.
Articulação com a Universidade de Porto Rico, Campus Río Pedras

Articulação com Comitê de Deslocamentos e Migrações da Associação Brasileira de Antropologia (ABA), Brasil

Articulação com a Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (ANPOCS), Brasil.
Fortalecimento dos laços e ações conjuntas com redes e instituições como:
Cátedra UNESCO de Inclusão no Ensino Superior (Chile); Rede Internacional Scalabrini de Migração (SIMN); Rede Argentina de Pesquisa sobre Migrações Contemporâneas (Argentina); Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (Anpocs, Brasil); Rede Sul-Americana de Migrações Ambientais (RESAMA); IPPDH Mercosul; governos locais e ONGs de e para migrantes

Fortalecimento dos vínculos do GT MyFSS com o Laboratório de Análise Institucional e Organizacional (LAIO) da UAM-C por meio da participação de membros do GT no ciclo de 2026 do Seminário de Análise Institucional (SAIN & GISEMMI).

Articulação com outras línguas fonéticas, tais como:
Grupo de Trabalho sobre Saúde Internacional e Soberania em Saúde

Grupo de Trabalho sobre Afrodescendentes e Propostas Contra-hegemônicas

Grupo de Trabalho sobre Estudos Críticos da Deficiência; Trabalho no Capitalismo Contemporâneo.

Criação de redes regionais
acadêmicos e sociedade civil
sobre migração e fronteiras.

5. Membros do Grupo de Trabalho
Número total de pesquisadores admitidos: 79
Angélica Alvites Baiadera
Instituto Acadêmico Pedagógico de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Villa Maria
Argentina
Marcela Ceballos
Projeto (Im)mobilidades nas Américas - Núcleo Colômbia
Colômbia
Ana Inés Mallimaci
Instituto de Ciências Sociais e Administração
Universidade Nacional Arturo Jauretche
Argentina
Verónica Jaramillo Fonnegra
Instituto de Justiça e Direitos Humanos
Universidade Nacional de Lanús
Argentina
Denise Zenklusen [Coordenador]
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
UNIVERSIDADE NACIONAL DE RAFAELA
Argentina
Hector Parra Garcia
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Maria Del Carmen Ledo García
Centro de Planejamento e Gestão
Faculdade de Ciências Econômicas
Universidade Principal de San Simón
Bolívia
Luís Francisco Talavera Duron
Departamento de Desenvolvimento Humano do Instituto Ocidental de Tecnologia e Ensino Superior (ITESO)
México
Liliana Haydee Acero
Instituto de Economia da UFRJ, Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas, Estratégias e Desenvolvimento, Universidade Federal do Rio de Janeiro
Brasil
Yerko Castro Neira
Departamento de Ciências Sociais e Políticas
Universidade Ibero-Americana
México
Mélanie Montinard

Carlos Alberto González Zepeda
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana, Unidade Cuajimalpa
México
Alfonso Ruiz Núñez
Instituto de Pesquisa Social
Coordenação de Ciências Humanas
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Senhora Brigitte Galvez Sierra
Universidad del Valle
Colômbia
Handerson Joseph [Coordenador]
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Instituto de Filosofia e Ciências Humanas
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Brasil
Nanette Libéria
Comissão de Pós-Graduação da Faculdade de Ciências Sociais e Jurídicas
Universidade de Tarapacá
Chile
Tania Libertad Eliaz Guevara
Centro de Estudos da Mulher
Universidade Central da Venezuela
Venezuela
Mariela Paula Díaz
Instituto Multidisciplinar de História e Ciências Humanas, CONICET
Argentina
Wooldy Edson Louidor
Instituto PENSAR de Estudos Sociais e Culturais
Pontificia Universidad Javeriana
Colômbia
Cédric Audebert

Leonardo Cavalcanti
ELA - Departamento de Estudos Latino-Americanos
Universidade de Brasília
Brasil
Leonardo Díaz Abraão
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana, Unidade Cuajimalpa
México
Amarela Varela-Huerta
Universidade Autônoma da Cidade do México
Coordenação acadêmica
Universidade Autônoma da Cidade do México
México
Javier Romano Silva
Faculdade de Psicologia
Universidade da República
Uruguai
Pascual García Macías
Grupo de Pesquisa "Crescimento e Desenvolvimento Econômico"
Equador
Clara Piqueras
Universidade Autônoma de Barcelona
Espanha
Bruno Ernani Silva De Oliveira
Instituto de Filosofia e Ciências Humanas
Pós-graduação em Filosofia e Ciências Humanas
Universidade Estadual de Campinas
Brasil
Maria Del Pilar Ospina Grajales
Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais
Universidade de Caldas
Colômbia
María Laura Villalba Bai
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
UNIVERSIDADE NACIONAL DE RAFAELA
Argentina
Fernanda Stang
Centro de Pesquisa em Ciências Sociais e Juventude
Departamento de Sociologia
Cardeal da Universidade Católica Raúl Silva Henríquez
Chile
Gisela Kleidermacher
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Silvana Estefânia Santi Pereyra
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Cláudia Pedone
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Karla Steffany Ruiz Ramirez
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana, Unidade Cuajimalpa
México
Ireri Ceja
Programa de Pós-Graduação em Serviços Sociais
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Brasil
Juan Antonio Del Monte Madrigal
Colégio da Fronteira Norte
México
Caterine Joanna Galaz Valderrama
Departamento de Psicologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade do Chile
Chile
Janeth Clavijo
Secretaria de Ciência, Arte e Tecnologia
Universidade Provincial de Córdoba
Universidade Provincial de Córdoba
Argentina
Janeth Hernandez Flores
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana, Unidade Cuajimalpa
México
Patrícia Gainza
Malditos artistas
Uruguai
Patricia Pallavicini Magnére
Instituto de Estudos Avançados
Universidade de Santiago do Chile
Chile
Itzel Eguiluz
Instituto de Pesquisa Econômica
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Neida Josefina Colmenares Mejías
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Chile
Chile
Hugo Méndez Fierros
Instituto de Pesquisa Cultural - Museu da Universidade Autônoma da Baja California
México
Catarina Burguesa

Laura Cristina Yufra
Centro de Estudos Socioeconômicos para o Desenvolvimento com Equidade
Universidade Nacional de Jujuy
Argentina
Maria Eugenia Anguiano Tellez
Colégio da Fronteira Norte
México
Delia Dutra
Departamento de Ciências Sociais
Centro Universitário Regional da Costa Norte
Universidade da República
Uruguai
Jorge Galaviz
Malditos artistas
Uruguai
Gisela P. Zapata
Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional (CEDEPLAR), Universidade de Minas Gerais
Brasil
Alejandra Beatriz Del Carmen Díaz De León Cárdenas
Departamento de Sociologia e Criminologia, Universidade de Essex
_Outros
Frida Calderón Bony
Faculdade de Filosofia e Letras, UNAM
México
Eugenia Brage
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Bruno Miranda
Instituto de Pesquisa Social
Coordenação de Ciências Humanas
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Manuel Andrés Pereira
Centro de Estudos Avançados
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Sandra Leiva Gómez
Centro CIELO, Universidade Santo Tomas
Chile
Sandra Montiel
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais. Universidade Nacional de Misiones
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais.
Universidade Nacional de Missiones
Argentina
Bridget Wooding
Centro de Observação e Desenvolvimento da Migração no Caribe
República Dominicana
Antonia Lara
Centro de Pesquisa em Ciências Sociais e Juventude
Departamento de Sociologia
Cardeal da Universidade Católica Raúl Silva Henríquez
Chile
Gabriela Pinillos
Instituto de Pesquisa Social
Coordenação de Ciências Humanas
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Valentina Cappelletti
Centro de Pesquisa Sociológica, Econômica, Política e Antropológica
Pontifícia Universidade Católica do Peru
Peru
Valentina Rabasa Jofre
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, México
México
Melissa Villegas
Centro de Pesquisa Sociológica, Econômica, Política e Antropológica
Pontifícia Universidade Católica do Peru
Peru
Jorge Enrique Culebro Moreno
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana, Unidade Cuajimalpa
México
Mauricio Nihil Olivera

Cecília Melella
CONICET
Argentina
Thales Speroni Pereira Da Cruz
ELA - Departamento de Estudos Latino-Americanos
Universidade de Brasília
Brasil
Júlia E. Brito Hernández
Escola de Administração de Empresas (Acreditada pela AACSB)
Faculdade de Administração de Empresas
Universidade de Porto Rico, Campus Río Piedras
Porto Rico
Maria Fernanda Barrera Rodríguez

Delphine Prunier
Instituto de Pesquisa Social
Coordenação de Ciências Humanas
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Bálsamo Pilar Uriarte
Faculdade de Informação e Comunicação
Universidade da República
Uruguai
Carolina Aguilar Román
Centro de Pesquisa e Estudos de Gênero
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Carolina Ramírez
Centro de Pesquisa em Economia e Sociedade
Universidade Central do Chile
Chile
Adriana González Gil
Instituto de Estudos Políticos
Universidade de Antioquia
Colômbia
Rafael Alonso Hernández López
Colégio da Fronteira Norte
México
Maria Victoria Martínez Espíndola
Secretaria de Pesquisa e Publicação Científica
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional de Cuyo
Argentina
Yolanda Alfaro
Centro de Estudos Universitários Superiores
Universidade Principal de San Simón
Bolívia
Margarida Margarida [Coordenador]
Instituto de Estudos Avançados
Universidade de Santiago do Chile
Chile
Antonella Delmonte Allasia
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina