Área temática: Transições justas e soberanias contestadas

Grupo de trabalhoEstudos críticos sobre o desenvolvimento rural

1. Nome do Grupo de Trabalho.
Estudos críticos sobre o desenvolvimento rural
Coordenador(es) do Grupo de Trabalho
Maria Marcela Crovetto
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Mercedes Solá Pérez
Programa de Pós-Graduação em Geografia
Universidade Federal de Sergipe
Brasil

2. Perspectiva situada do tema no contexto latino-americano e caribenho, compreendida a partir de uma visão crítica e contextual do Sul Global.

O mundo rural da América Latina e do Caribe enfrenta hoje uma convergência de crises que aprofundam tensões históricas e moldam novos desafios analíticos e políticos. A crise multifacetada do capitalismo — econômica, alimentar, climática, energética, sanitária e militar — se expressa em nossos territórios de formas específicas: a expansão do extrativismo, a financeirização da agricultura e da terra e a implantação de novas lógicas de desapropriação ligadas ao "extrativismo verde" e aos mercados de carbono.

A isso se soma a crescente interferência de poderes econômicos, do crime organizado e do narcotráfico em áreas rurais. O avanço de organizações criminosas e facções armadas nas regiões amazônicas e de fronteira intensifica a violência territorial, as redes ilegais e a apropriação de recursos, criando uma dimensão bélica no campo que complica a análise da vida rural contemporânea.

Em paralelo, o realinhamento das forças políticas revela a ascensão de novos movimentos autoritários e reacionários de direita, com retórica beligerante, racista e xenófoba que corrói a democracia e reforça projetos voltados para a concentração de bens e riquezas comuns. Essas dinâmicas regionais estão inseridas em uma luta geopolítica global: a reestruturação de organizações multilaterais, as tensões entre os Estados Unidos, a China e a Europa, a Iniciativa Cinturão e Rota e novos acordos comerciais, como o firmado entre a União Europeia e o Mercosul. Tudo isso impacta diretamente as áreas rurais, redefinindo padrões de dependência e subordinação.

O campo latino-americano também é palco de resistência e identidades contra-hegemônicas. Organizações camponesas, povos indígenas, comunidades afrodescendentes, mulheres rurais e jovens estão implementando estratégias de defesa territorial, agroecologia e projetos de vida contra-hegemônicos. As lutas feministas, em particular, posicionaram a relação corpo-território como um eixo analítico e político.

O conflito rural na América Latina e no Caribe não pode ser compreendido apenas como um problema econômico ou agrário, dissociado dos processos estruturais de acumulação e desapropriação. Trata-se de um nexo onde crises globais, disputas geopolíticas, dinâmicas de violência e experiências de resistência convergem, moldando a organização da vida, do trabalho e do território na região. A análise crítica desses processos é essencial não só para desvendar as formas contemporâneas de acumulação e desapropriação, mas também para destacar as alternativas que emergem desses territórios em defesa da vida e dos bens comuns.

O campo latino-americano não é, como o discurso hegemônico frequentemente o apresenta, um espaço residual do desenvolvimento urbano-industrial, mas sim um local de luta estratégica entre projetos de vida comunitária, campesinato, povos indígenas e afrodescendentes e os interesses do capital transnacional em suas múltiplas formas, como agronegócio, mineração em larga escala, narcotráfico e turismo extrativista, entre outros.

Ao mesmo tempo, no atual contexto global, a luta pelos bens comuns que ainda persiste nos territórios rurais da América Latina se intensifica. As lógicas de desapropriação se renovam em formas “verdes” ou “digitais” que incorporam discursos de sustentabilidade ou inovação, reproduzindo e atualizando, de diversas maneiras, as hierarquias coloniais, raciais e de classe que historicamente estruturaram a ruralidade regional. Longe de serem deslocadas pela modernização ou pelo neoliberalismo, as comunidades rurais são hoje atores centrais na resistência contra o extrativismo e na busca por futuros alternativos, propondo modos de ser, habitar e produzir a partir de saberes locais, comunitários, culturais e ambientais apropriados.

A América Latina e o Caribe, como região historicamente subordinada na divisão internacional do trabalho, desempenham um papel estratégico como fornecedores de recursos naturais e mão de obra precária. O modelo agroexportador foi reconfigurado nas últimas décadas pela expansão do agronegócio transgênico, pela financeirização da terra e pelo surgimento de um complexo agroindustrial baseado em plataformas digitais, startups verdes e Agricultura 4.0. Esse modelo aprofunda a concentração de poder fundiário e econômico, afeta a soberania alimentar das comunidades e acelera a destruição ambiental dos ecossistemas rurais.

Em paralelo, o avanço do extrativismo em suas múltiplas formas — mineração a céu aberto, monocultura florestal e extração de lítio — está transformando territórios rurais em zonas de sacrifício. Políticas públicas implementadas em nome do desenvolvimento sustentável ou da transição energética frequentemente perpetuam o modelo de desapropriação, tornando invisíveis os modos de vida de camponeses, povos indígenas, afrodescendentes e trabalhadores rurais.

As áreas rurais também são marcadas por novas formas de violência estrutural: militarização, deslocamento forçado, criminalização de defensores da terra, assassinatos e envolvimento do Estado em conluio com elites ligadas ao poder econômico transnacional. Essas formas de violência são infligidas com maior brutalidade aos corpos feminizados, racializados, empobrecidos e não normativos que sustentam a vida no campo. Portanto, uma perspectiva de gênero e decolonial é essencial para a compreensão da situação rural atual.

Além disso, é importante compreender que o mundo rural não é apenas um espaço de conflito, mas também de criação. Comunidades rurais organizadas e indivíduos constroem diariamente modos de vida e saberes que moldam alternativas reais ao desenvolvimento hegemônico. Práticas como a agroecologia, as economias comunitárias, as redes e alianças internacionais, os laços de luta e cooperação com os movimentos urbanos, as formas de autogoverno territorial, as pedagogias populares, os feminismos camponeses e as epistemologias ancestrais constituem horizontes possíveis que resistem à lógica da acumulação capitalista e propõem projetos de bem-estar, autonomia e justiça territorial.

Globalmente, as tendências de maior financeirização, concentração e tecnologização da produção agroalimentar colocam a América Latina em uma posição ambivalente. Por um lado, seu papel como zona de abastecimento para os mercados globais é reforçado, mas, por outro, as tensões socioambientais geradas por esse papel também abrem espaço para críticas radicais ao sistema agroalimentar internacional, que é cada vez mais questionado por seus impactos na saúde, no meio ambiente e nas formas democráticas de governo.

Nesse contexto, o papel do Grupo de Trabalho sobre Estudos Críticos do Desenvolvimento Rural é contribuir, a partir de uma perspectiva crítica, colaborativa e situada, para a produção de conhecimento coletivo que nos permita compreender as dinâmicas que moldam a vida rural na América Latina e no Caribe, tornando visíveis tanto as estruturas de dominação quanto as formas de resistência e coexistência que emergem desses territórios. O Grupo de Trabalho se posiciona como um espaço que articula o conhecimento acadêmico, popular e territorial, promovendo pesquisa engajada, participativa e ativista, educação política e a produção e colaboração em alternativas a partir da base.

Inserir uma abordagem crítica ao desenvolvimento rural neste quadro implica rejeitar versões tecnocráticas e eurocêntricas de desenvolvimento e insistir que as áreas rurais do Sul Global não são espaços vazios a serem "integrados" ao progresso, mas territórios vivos, conflituosos e criativos, onde se trava uma das principais disputas pelo presente e futuro da região.

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3. Justificação e análise da relevância teórica, social e intelectual do tema em relação ao contexto analisado no ponto anterior.

Propomos a relevância teórica com base em algumas questões fundamentais: a) o modelo neocolonial de exportação extrativista; b) a perspectiva decolonial; c) os feminismos comunitários e decoloniais; d) os diálogos de conhecimento e compreensão da luta política; e) a nova direita populista e reacionária.

Modelo neocolonial de exportação extrativista

A imposição do ultraneoliberalismo na América Latina e no Caribe levou ao aprofundamento da exploração, da desapropriação e da mercantilização de diversas esferas da vida. Nessa nova fase, o capital concentrado e seus representantes sociopolíticos intensificaram a negação das formas de produção que moldam as vidas e os territórios dos diversos grupos despossuídos.

O campo e os modos de vida rurais estão ameaçados não apenas pela expansão das cidades e pela mudança nos padrões de consumo, mas principalmente pelas múltiplas expressões do capital: as elites agroexportadoras promovem com sucesso uma maior integração com o mercado por meio de Acordos de Livre Comércio e Acordos de Parceria Estratégica; o capital público e privado aprofunda a apropriação e a propriedade estrangeira de terras; o crescente endividamento público intensifica a dependência do crédito internacional (principalmente com a China, mas também com o BNDES, o BID e o FMI); os investimentos estatais e privados em projetos de infraestrutura vinculam a construção de megaprojetos em áreas rurais a projetos extrativistas, principalmente para minerais, hidrocarbonetos, agroexportações e turismo corporativo.

Diante da reprimarização da economia e da contrarreforma agrária, os setores populares oferecem resistência e reafirmação, nascidas no calor do confronto permanente com o capital.

Essas organizações assumem diversas formas, com perspectivas mais ou menos ligadas a instituições estabelecidas e com propostas autônomas que demonstram sua enorme versatilidade em se adaptar ou se reinventar em suas lutas e aspirações sociais. Elas criam estratégias como a demanda por estados plurinacionais, o socialismo do século XXI, a descolonização do Estado, o Buen Vivir (Bom Viver), os direitos da natureza, a agroecologia e a soberania alimentar, a reforma agrária abrangente e popular, os mercados populares, a redistribuição de água, o interculturalismo, a justiça social e ambiental, os territórios autônomos, as economias comunitárias, a democracia participativa, o planejamento territorial de base, o sindicalismo e outras formas de organização. Buscam priorizar as esferas da vida compreendidas em sua estreita inter-relação e sem a fragmentação proposta pela lógica binária ocidental. Para aprofundar essa análise, propomos: 1) Continuar a reflexão crítica sobre a dominação imposta pelo capitalismo e sobre os movimentos de libertação socioterritorial e as disputas em torno dos modelos de desenvolvimento, que se materializa na relação entre o Estado e esses movimentos; 2) Ligado às estratégias governamentais, é necessário colocar no centro do debate a cumplicidade de algumas propostas teóricas que apoiam e justificam o avanço do capitalismo no campo, em quase todos os casos impulsionado por políticas públicas; 3) Aprofundar o debate territorial em sua diversidade.

Perspectiva decolonial

Diversas propostas estão sendo praticadas e teorizadas a partir dessa perspectiva entre comunidades rurais e ativistas acadêmicos militantes, formando um novo paradigma crítico alternativo ao capitalismo. A perspectiva anticolonial, com sua geopolítica do saber, problematiza o pensamento binário (campo-cidade, rural-urbano, indígena-mestiço, entre outros), reconhecendo os saberes e as práticas inerentes às lutas socioterritoriais. Dessa forma, interessa-nos aprofundar os processos de territorialização contra-hegemônica dos movimentos sociais rurais em diversas dimensões da vida social.

Feminismos comunitários e decoloniais

Nesse cenário, aqueles que habitam os territórios da América Latina e do Caribe enfrentam novas formas de violência, exploração e desapropriação. Tanto os territórios quanto os corpos de homens, mulheres e outras identidades sexuais — indígenas, negros, racializados e marginalizados — constituem uma espécie de exército de externalidades descartáveis ​​do sistema capitalista, um sistema que se reproduz continuamente e, em alguns contextos, é forçado a migrar.

Seguindo as feministas decoloniais e indígenas, postulamos que, em contextos socioculturais, políticos e econômicos como os da região da América Latina e do Caribe, onde a colonialidade e o racismo persistem como relações sociais cotidianas, a violência contra as mulheres e

Outros assuntos considerados subordinados assumem a forma de processos "violentogênicos".

Considerando os elementos precedentes, propomos integrar à análise das relações de gênero no campo latino-americano e caribenho e da violência contra as mulheres rurais, enfatizando a relação corpo-território, dada a emergente organização territorial feminista e a luta contra a repressão de gênero, a criminalização, o controle sobre a reprodução, a negação e...

Falta de participação política, falta de reconhecimento do seu trabalho. Cada vez mais mulheres se fortaleceram e lutaram por seus territórios dentro de redes e estruturas comunitárias, entrelaçando-as com memória, afeto, apoio mútuo e intimidade na luta coletiva e unida.

Diálogo de conhecimento e compreensão da luta política

Este contexto exige um compromisso entre os diversos atores que habitam e atuam em diferentes espaços. Isso significa que a academia deve estar engajada. A relevância teórica desta pesquisa está intrinsecamente ligada a uma prática política que fomenta conexões políticas com outras experiências, a troca de conhecimento, informação e debates, de modo que as posições e propostas dos setores populares da América Latina e do Caribe possam ser consolidadas, disseminadas e unificadas.

Mesmo diante dos conflitos diários nesses territórios, vozes de resistência e coexistência se levantam, contribuindo com novas formas de compreender e analisar a realidade social, econômica e política que vivenciam. Buscam outras maneiras de entender o mundo, gerando outros processos de pesquisa — e relações com equipes de pesquisa — que priorizam o conhecimento local.

As memórias e a resistência presentes nesses territórios permitem-nos visualizar outros modos de vida, outras formas de relação com os territórios e os corpos, para além das múltiplas opressões. Nesse contexto, adotamos perspectivas de coconstrução do conhecimento com as comunidades e os territórios, a fim de compartilhar saberes e saberes situados, possibilitando uma compreensão do avanço do capital em seus territórios. Nesse sentido, propomos ampliar e disseminar o debate e estreitar nossos laços com organizações, movimentos e instituições acadêmicas que tenham um compromisso social.

A nova direita populista e reacionária:

A ascensão da nova direita populista na América Latina e no Caribe representa uma ameaça direta às comunidades rurais, aos feminismos territoriais e aos modos de vida não subordinados ao capital. Esses movimentos de direita articulam discursos autoritários, religiosos, racistas e antiambientais que criminalizam os protestos, deslegitimam os direitos dos povos indígenas e desmantelam políticas redistributivas. Como apontam Ackerman e seus colegas, “a nova direita não apenas apela a valores tradicionais, mas também lança uma ofensiva contra agendas emancipatórias e instituições democráticas”. Essa guinada conservadora alimenta a remilitarização das áreas rurais e reativa imaginários coloniais em defesa de uma ordem patriarcal, racista e extrativista. Tudo isso deve fazer parte de nossa linha de investigação.

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4. Plano de trabalho de três anos (36 meses).
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações para coordenar pesquisas sociais comparativas relevantes e rigorosas com uma perspectiva regional)
1 - Estudar os impactos e as contradições no mundo rural e agrário que estão sendo produzidos pela expansão capitalista e pela ascensão e consolidação da extrema-direita populista na América Latina e no Caribe.
2. Analisar os processos de constituição dos sujeitos sociais (camponeses, povos indígenas, mulheres) no campo, os impactos que sofrem com a dinâmica atual de destruição de seus processos sociais e suas lutas de resistência e projetos alternativos.
3 escolas rurais
3 reuniões presenciais do GT
3 Seminários Inter-GT
9 reuniões de formação política (6 do GT e 3 inter-GTs)
6. Análise da situação (para cada país que faz parte do GT) interGTs
a. Fortalecimento de uma rede de pesquisa crítica sobre desenvolvimento rural, a dinâmica da acumulação no campo, a ascensão da extrema-direita, a emergência de sujeitos do mundo rural e a gestação de alternativas.
b. Alianças entre universidades, centros de pesquisa e movimentos sociais para a formulação de planos de estudo, divulgação, formação e apoio a sujeitos no mundo rural.
c. Publicações sobre o desenvolvimento do capitalismo no campo; políticas estatais, a defesa e a luta pela terra e pelo território, dos principais movimentos sociais e políticos e suas configurações novas ou atuais.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
1. Preparar e submeter uma proposta para
Seminário InterGT da CLACSO, com tópicos
correspondendo aos eixos de pesquisa sobre reflexão crítica do desenvolvimento rural na região.
2. Divulgar em publicações de livros,
revistas e boletins informativos, produção preparada pela GT.
1. Publicação de um livro resultante do trabalho do GT e de dois livros inter-GT.
2. Publicação de boletins sobre reuniões de atualidades nos países e reuniões de formação política.
3. Seminários inter-GT abertos e híbridos.
1. Disseminação do pensamento crítico sobre o desenvolvimento rural na América Latina e no Caribe por meio de publicações especializadas.
2. Participação em seminários virtuais da CLACSO,
3. Seminários presenciais nas instituições onde os membros do GT estão localizados.
4. Atividades da GT divulgadas por meio de suas redes sociais.
5. Formar novas gerações de jovens pesquisadores e estabelecer contato com ativistas de diferentes movimentos sociais rurais na América Latina.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, gestores ou funcionários de políticas públicas, experiências comunitárias e territoriais)
Fortalecer os laços com movimentos socioterritoriais na região, tais como:
1. Sindicato dos Trabalhadores Rurais (UTT) - Argentina;
2. Sindicato dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (UST) - Argentina;
3. Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) - Brasil
4. Comunidade Indígena Punta Querandí - Argentina
5. Ecos de Saladillo - Argentina
Organização dos Trabalhadores Rurais de Lavalle (OTRAL) Argentina
6. Confederação das Nacionalidades Indígenas do Equador (CONAIE) - Equador
7. Povo Kitu Kara - Equador
8. Organização Coordenadora das Organizações Camponesas e Indígenas do Litoral - Equador
9. Escola de Formação Política e Soberania Alimentar: La Troja Manaba - Equador
10. União das Organizações Camponesas de Esmeraldas - Equador
11. União de Cooperativas Tosepan Titaniske México
Comitê para a Unidade Camponesa (CUC) - Guatemala
12. Comitê de Desenvolvimento Camponês (Codeca) - Guatemala
13. Assembleia Social e Popular (ASP) - Guatemala
14. Comissão Pastoral da Terra (CPT) - Brasil e a Campanha pela 15. Defesa do Cerrado brasileiro - Brasil.
16. Terra Livre - Colômbia
17. Centro de Estudos e Pesquisa Afro
18. Organizações Afro-Mundo
19. Movimento pela terra 20. Coletivo de pescadores artesanais de San Gregorio de Polanco (Tacuarembó, Uruguai)
21. Assembleia Territorial Camponesa Pani-Colbún - Chile.
22. Coletivo de Feminismo Camponês em Candilando - Chile
23. Coletivo Feminista Flor de Pantano - Chile.
24. Coordenador Maule Sur – Chile.
25. União Comunitária de Hortas Orgânicas, Tomé - Chile
26. Assembleia de Mulheres e Dissidentes do Sul de Maule.
3 escolas rurais
9 reuniões de formação política (6 do GT e 3 inter-GTs)
6. Análise da situação do InterGT
Declarações de apoio e posicionamento político
Fortalecer os laços com os movimentos socioterritoriais, bem como com outros grupos de trabalho. Contribuir para atividades de defesa de políticas públicas e direitos sociais.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
1. Dar continuidade ao intercâmbio institucional (universidades, ONGs e organizações membros da Via Campesina) do Grupo de Trabalho sobre: ​​a Escola Camponesa, a Rede de Pós-Graduação e os Cursos Virtuais.
2. Fortalecer as relações dos membros e estruturas da GT com outras redes internacionais de debate teórico e político, tais como:

à Cátedra UNESCO de Desenvolvimento Territorial e Educação de Campo,
b. Associações profissionais como ALASRU, SOCLA (Sociedade Latino-Americana de Agroecologia), Seção de Estudos de Alimentos, Agricultura e Sociedade Rural (FARS) da LASA, Associação Brasileira de Geógrafos (AGB), Associação Colombiana de Geógrafos, Rede de Geografias Críticas de Raízes Latino-Americanas (GeoRaizAL), SINGA (Brasil), Associação Mexicana de Estudos Rurais (AMER), Fundação Rosa Luxemburgo, FES Transformation, Rede DATALUTA, Land Matrix.
3. Fortalecer a GT incorporando grupos e instituições da região.
Atividades da GT em encontro com essas outras redes.
Construindo espaços para o diálogo dentro das redes.
Construímos conhecimento e realizamos ações conjuntas com redes de instituições, ONGs e movimentos sociais.
Ampliação dos debates teórico-políticos e da interação entre os diferentes Grupos de Trabalho da CLACSO.

5. Membros do Grupo de Trabalho
Número total de pesquisadores admitidos: 80
Carlos Alfredo Vacaflores Rivero
Comunidade de Estudos JAINA
Bolívia
Diego Domínguez
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Carla Rene Baldivieso Soruco
Comunidade de Estudos JAINA
Bolívia
Carlos Alberto Suescún Barón
Faculdade de Estudos Ambientais e Rurais
Departamento de Desenvolvimento Rural e Regional
Pontificia Universidad Javeriana
Colômbia
Erika Judith Barzola
Centro de Estudos Avançados
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Flávio Bladimir Rodriguez Muñoz
Centro de Pesquisa sobre Dinâmica Social
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Extership universitário da Colômbia
Colômbia
Yolanda Cristina Massieu Trigo
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
Silvia Estefany Lobos Castro

Eliud Torres Velázquez
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
Oscar Soto
Centro de Educação, Treinamento e Pesquisa Camponesa - TIERRA
União dos Trabalhadores Rurais Sem Terra - Via Campesina
Argentina
Mercedes Ejarque
Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico para a Agricultura Familiar, Região da Patagônia, do Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária
Argentina
Mercedes Solá Pérez [Coordenador]
Programa de Pós-Graduação em Geografia
Universidade Federal de Sergipe
Brasil
Miguel Teubal [In Memoriam]
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Tomás Palmisano
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Clifford Andrew Welch
Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Territorial na América Latina e no Caribe
Universidade Estadual Paulista - UNESP
Brasil
Débora Assunção e Lima
Departamento de Geografia
Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Universidade de São Paulo
Brasil
Maria Marcela Crovetto [Coordenador]
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Hugo Javier Pereira Cardozo
Centro de Estudos Rurais Interdisciplinares
Paraguai
Maria Gisela Hadad
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Ma. Gisela Espinosa Damian
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
Gabriel John Tobon Quintero
Faculdade de Estudos Ambientais e Rurais
Departamento de Desenvolvimento Rural e Regional
Pontificia Universidad Javeriana
Colômbia
Leon Enrique Avila
Universidade Intercultural de Chiapas
Universidade Intercultural de Chiapas
México
Maria Inés Petz
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Osvaldo Aly
Associação Brasileira de Reforma Agrária
Brasil
Mayra Nieves Guevara
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
Olga Elena Jaramillo Gómez
Faculdade de Estudos Ambientais e Rurais
Departamento de Desenvolvimento Rural e Regional
Pontificia Universidad Javeriana
Colômbia
Pablo Leandro Diaz Estévez
Faculdade de Ciências Humanas e da Educação
Universidade da República
Uruguai
Lina María Hurtado Gómez
Universidade Federal Fluminense
Brasil
Xochitl Formacio Mendoza
Faculdade de Economia
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Delia Patrícia Couturier Bañuelos
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
Emiliano Ignacio Diaz Carnero
Colégio da Fronteira Norte
México
Antônio Thomas Júnior
Faculdade de Ciências e Tecnologia/UNESP.
Brasil
Claudia Pilar Lizarraga Aranibar
Comunidade de Estudos JAINA
Bolívia
Christiane Senhorinha Soares Campos
Programa de Pós-Graduação em Geografia
Universidade Federal de Sergipe
Brasil
Délia Ramírez
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
Guido Prividera
Instituto Argentino para o Desenvolvimento Econômico
Argentina
Yanga Villagómez Velázquez
O Colégio de Michoacán
México
Mauricio Herrera Jaramillo
Faculdade de Estudos Ambientais e Rurais
Departamento de Desenvolvimento Rural e Regional
Pontificia Universidad Javeriana
Colômbia
Ignacio López Moreno
Divisão de Ciências Sociais e Humanas, Unidade Lerma da Universidade Autônoma Metropolitana
México
Alejandra Santillana Ortiz
Instituto de Estudos Equatorianos
Equador
Alejandra Toscana Aparicio
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
Juan Valdés Paz [In Memoriam]

Juan Wahren
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Cristóbal Santos Cervantes
Universidade Autônoma Chapingo
México
Luís Rojas Villagra
Sociedade de Economia Política do Paraguai
Sociedade de Economia Política e Pensamento Crítico na América Latina
Paraguai
Valeria Hernández
Universidade Nacional de San Martin
Argentina
Sérgio Elías Uribe Sierra
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
Andrés Frias Canedo
Comunidade de Estudos JAINA
Bolívia
Cláudia Yesica Fonzo Bolañez
Faculdade de Ciências Humanas, Sociais e da Saúde
Universidade Nacional de Santiago del Estero
Argentina
Elsa Morejón, Sanchez
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Cuba
Ministério do Ensino Superior
Universidade de La Havana
Cuba
Norma Giarracca [In Memoriam]
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Ana Rolón Portillo
Centro de Estudos Rurais Interdisciplinares
Paraguai
Valéria Consuelo De Pina Ravest
Centro de Pesquisa sobre a América Latina e o Caribe
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Mônica Cox De Britto Pereira
UFPE – Universidade Federal de Pernambuco, CFCH - Centro de Filosofia e Ciências Humanas, DCG - Departamento de Ciências Geográficas, NEPPAG
Brasil
Stalin Gonzalo Herrera Revelo
Instituto de Estudos Equatorianos
Equador
Nicolau Salvi
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Eraldo da Silva Ramos Filho
Programa de Pós-Graduação em Geografia
Universidade Federal de Sergipe
Brasil
Tamara Perelmuter Youngerman
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Sintya Carolina Valdez Ayala
Centro de Estudos Rurais Interdisciplinares
Paraguai
Andrés Felipe López Galvis
Centro de Pesquisa sobre Dinâmica Social
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Extership universitário da Colômbia
Colômbia
Esteban Daza Cevallos
Instituto de Estudos Equatorianos
Equador
Nathalia Ávila Escobar
Centro de Pesquisa sobre Dinâmica Social
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Extership universitário da Colômbia
Colômbia
Miguel Dario Hidalgo Castro
UNIVERSIDADE PEDAGÓGICA NACIONAL
México
Yamila Goldfarb
Associação Brasileira para a Reforma Agrária -ABRA-
Brasil
Wendy Castañeda Abad
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Cuba
Ministério do Ensino Superior
Universidade de La Havana
Cuba
Alexandre Panez
Universidade de Bio-Bio, Departamento de Ciências Sociais
Pablo Nicolás Barbetta
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Julieta Krapovickas
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Ramsés Arturo Cruz Arenas
Cátedras Conacyt, Instituto Tecnológico Nacional do México. Instituto Tecnológico de Oaxaca (Cátedras Conacyt/TecNM/Ito)
México
Letícia González
Centro de Estudos sobre Cidadania, Estado e Assuntos Políticos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Carlos Pastor Pazmiño
Instituto Superior Tecnológico da Economia Social, Popular e Solidária
Equador
Carlos Andrés Rodríguez Wallenius
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
Elver Guerrero Espitia
Terra Livre
Colômbia
Marcelina Y Vacaflores Lizárraga
Comunidade de Estudos JAINA
Bolívia
Natalia Espinosa Rincón
Faculdade de Estudos Ambientais e Rurais
Departamento de Desenvolvimento Rural e Regional
Pontificia Universidad Javeriana
Colômbia
Aleida Azamar Alonso
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
Irma Lorena Acosta revela
Unidade Acadêmica de Ciência Política
Departamentos de Ensino Superior, Ciências Sociopolíticas, Econômicas e Administrativas
Universidade Autónoma de Zacatecas
México
Bernardo Mançano Fernandes
Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Territorial na América Latina e no Caribe
Universidade Estadual Paulista - UNESP
Brasil
Juliana Millan Guzmán
Associação de Trabalho Interdisciplinar
Colômbia
Jorge Ramón Montenegro Gómez
Programa de Pós-Graduação em Geografia
Universidade Federal do Paraná
Brasil