Área temática: Reconfigurações geopolíticas e multilateralismo
Grupo de trabalhoFronteiras, regionalização e globalização
Subdiretoria Nacional de Investigações
Escola Superior de Administração Pública
Colômbia
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Diretoria de Pesquisa Científica
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
O Grupo de Trabalho está ativo desde 2016, quando a equipe do projeto coletivo "Espaços Globais para a Expansão do Capital Transnacional nas Américas", composta por pesquisadores de diversas instituições e membros de organizações sociais de vários países das Américas e da Europa, que vinham realizando pesquisas sobre integração regional, fronteiras e globalização, decidiu participar da VIII Chamada de Propostas da CLACSO para um novo Grupo de Trabalho para o período 2017-2019. Essa candidatura foi aprovada e o Grupo de Trabalho permanece ativo nas chamadas subsequentes de 2020-2022 e 2023-2025. Com esta candidatura, o grupo busca avançar por mais três anos, alcançando maiores níveis de consolidação e projeção.
Ao longo dos nove anos de trabalho, as dimensões do Grupo de Trabalho CLACSO "Fronteiras, Regionalização e Globalização" (atualmente com 209 membros, dos quais 89 são mulheres e 144 são homens) e sua presença em 16 países (3 deles europeus) e países americanos, três dos quais são países prioritários, fizeram com que, apesar das dificuldades, fossem estabelecidos mecanismos para um trabalho coletivo fluido, conseguindo manter e desenvolver a perspectiva teórico-metodológica do projeto coletivo, disseminando os resultados das análises e discussões coletivas entre a maioria dos membros do Grupo de Trabalho, debatendo respeitosamente com aqueles que possuem perspectivas teórico-metodológicas diferentes.
Os mecanismos de trabalho que utilizamos e continuaremos a utilizar no próximo período incluem oficinas para análise e discussão teórica e metodológica, eventos atuais e reuniões com organizações e movimentos sociais, entre outros; a participação de membros do Grupo de Trabalho em painéis, simpósios, mesas-redondas e fóruns em congressos internacionais, culminando em sessões plenárias finais para que o Grupo de Trabalho discuta e chegue a acordos; e a assinatura de cartas de intenção entre o Grupo de Trabalho e organizações sociais para colaboração conjunta e participativa na análise de questões que impactam seus territórios, recursos comuns e sua vida e organização comunitária. Alguns membros do nosso Grupo de Trabalho também são membros de organizações sociais, o que facilita o trabalho colaborativo entre ambas as partes.
A maioria dos membros do nosso Grupo de Trabalho são acadêmicos críticos comprometidos com questões sociais e recebem apoio institucional mínimo. Portanto, nossas atividades de pesquisa, especialmente aquelas realizadas com organizações sociais, também são conduzidas com recursos próprios dos pesquisadores e, ocasionalmente, com o apoio das organizações e comunidades com as quais colaboramos. Iniciativas de mobilidade e intercâmbio de pesquisadores e pós-doutorandos, como as entre Brasil e México ou entre Brasil, Colômbia e Argentina, também têm apresentado resultados positivos. Essas iniciativas levaram à formação de equipes de pesquisa focadas em temas e/ou regiões específicas, bem como redes temáticas interconectadas por meio de diversas formas e temas transversais, algumas das quais presentes desde os primeiros congressos internacionais na década de 1990.
Após quatro congressos realizados durante a existência do GT, o XVII em 2019 em Foz do Iguaçu, organizado pela UNILA, o XVIII em 2021 em La Ceiba pela Universidade Nacional Autônoma de Honduras, o XIX em 2023 em Chilecito, Argentina, liderado pela Universidade Nacional de Chilecito e o XX atualmente em andamento em Chetumal, México, organizado pela Universidade Autônoma de Quintana Roo, bem como em pré-congressos locais realizados na Argentina em 2018, 2021 e 2023 ou o pré-congresso regional de 2025, avançou-se na definição de sete linhas de trabalho para o GT, a partir das quais os congressos foram organizados e que serão continuadas na organização do trabalho do GT no período de 2026-2028: 1) Espaços Globais e Zonas Específicas de Intensa Acumulação para a expansão do capital transnacional no Continente Americano; 2) Integração regional, acordos de livre comércio e a crise global; 3) Desenvolvimento, megainfraestrutura e megaprojetos; 4) Fronteiras diante da integração regional e da globalização; 5) Migração, deslocamento forçado e refúgio; 6) Movimentos sociais e ambientais e experiências de organização e resistência; e 7) Transculturações transfronteiriças.
O objetivo geral da GT é analisar como as regiões da fronteira Estados Unidos-México; o Projeto de Desenvolvimento e Integração da Mesoamérica (Projeto Mesoamérica); a Amazônia Oriental; a Bacia do Caribe; a Bacia do Prata; a região andino-amazônica; e a Patagônia foram produzidas como Espaços Globais para a Expansão do Capital, em sua fase de acumulação transnacional, com base na reestruturação capitalista ocorrida durante as décadas de 1970 e 1980, subordinando ou sujeitando à supremacia territorial de entidades transnacionais as fronteiras e soberanias territoriais dos Estados-nação cada vez mais integrados a essa expansão, bem como as Zonas Específicas de Intensa Acumulação enquanto configurações territoriais articuladas dentro e entre esses espaços. Da mesma forma, busca analisar como, diante dessas instâncias e do capital transnacional, que tentam impor sua hegemonia ou dominação, emergem o protesto social e a mobilização de povos e comunidades, que, como formas de luta, antagonizam e resistem aos projetos de grande escala que impactam suas terras e territórios de diversas maneiras, incorporando estratégias de escalada territorial e inserção em redes globais de resistência e movimentos alternativos, que denominamos Zonas Específicas de Intenso Conflito Social.
Os seguintes objetivos específicos são propostos:
a) Analise como os Espaços Globais mencionados no objetivo geral: as fronteiras dos Estados Unidos-México; México-Guatemala; o Trifão (Guatemala-Honduras-El Salvador); Nicarágua-Costa Rica; Colômbia-Venezuela; Brasil-Guiana Francesa; a Tríplice Fronteira do Iguaçu (Brasil-Paraguai-Argentina); Argentina-Chile e a Bacia do Prata, bem como os espaços fronteiriços internos, estão sendo reconfigurados sob a perspectiva neoliberal globalizante, por meio de mecanismos do binômio hegemonia-subordinação/dominação-coerção, como ocorre com os acordos de livre comércio, a cooperação transfronteiriça, bem como a securitização e a militarização que eles exigem para seu desenvolvimento e proteção.
b) Investigar como, em espaços globais, particularmente nas fronteiras, os processos de integração regional, os planos geoestratégicos e os megaprojetos são implementados em benefício do capital transnacional e em detrimento das populações locais. Além disso, analisar como zonas específicas de intensa acumulação estão sendo formadas nesses espaços globais como resultado da escalada de capital, materializada em megaprojetos, e como esses projetos promovem e garantem condições para a crescente mercantilização da natureza.
c) Associado a b), investigar as formas de organização e as experiências das organizações sociais, indígenas, camponesas e comunitárias em geral que elas adotam para lidar com os impactos dos megaprojetos e os avanços nessas escaladas de capital, os níveis crescentes de conflito e militarização dos territórios, entendidos como Zonas Específicas de Intenso Conflito Social.
d) Analisar os deslocamentos e migrações forçadas realizados no âmbito de acordos, planos geoestratégicos e implantação de megaprojetos, bem como sua invasão em áreas consideradas de maior importância para essas iniciativas ou como consequência delas. O estudo examinará também como os mecanismos de desapropriação e capitalização de recursos naturais impactam a deterioração dos ecossistemas e ambientes locais, causando também migrações forçadas.
e) Como objetivo organizacional, será promovido o fortalecimento das experiências desenvolvidas e das redes temáticas em conjunto com outras GTs.
____________ (2014). Dezessete contradições e o fim do capitalismo. Madri: Traficantes de Sueños.
Moore, Jason (2003). Capitalismo como ecologia mundial. Braudel e Marx sobre História Ambiental. Teoria e Sociedade (32), 307-377.
___________ (2021). Da grande redução de preços à grande implosão. Classe, clima e a Grande Fronteira. Relações Internacionais (47), 11 – 52.
___________ (2025). Capitalismo Global na Grande Implosão. Prólogo do livro de William Robinson, Pode o Capitalismo Perdurar? Madrid: Traficantes de Sueños.
O'Connor, John (2001). Causas Naturais. Ensaios em Marxismo Ecológico. México: Siglo XXI.
Orozco, Marcela; Sandoval, Juan Manuel e Robinson, William I. (2025) A expansão do capital transnacional no continente americano. Journal of Global Studies. Historical Analysis and Social Change. 4(8), 207-224. DOI:https://doi.org/10.6018/reg.670801 ISSN eletrônico: 2697-0511 https://revistas.um.es/reg/article/view/670801.
Robinson, William (2021). Capitalismo global e a crise da humanidade. México: Siglo XXI.
_______________ (2023a). Elite de Davos à deriva diante da policrise do capitalismo global. La Jornada, 5 de fevereiro. https://www.jornada.com.mx/2023/02/05/opinion/011a2pol
_______________ (2023b). Punho de Ferro, o Estado Policial Global, os Novos Fascismos e o Capitalismo do Século XXI. Madrid: Errata Naturae.
_______________ (2025) O capitalismo pode durar? Madri: Traficantes de Sueños.
Sandoval Palacios, Juan Manuel (2017). A fronteira Estados Unidos-México: um espaço global para a expansão do capital transnacional. México: Instituto Nacional de Antropologia e História.
_________________________ (2023). A Megaregião Arizona-Sonora e o Complexo Carajás-São Luís. Duas Zonas Específicas de Intensa Acumulação (ZEAA) nos Espaços Globais de Expansão do Capital Transnacional na Fronteira Estados Unidos-México e na Amazônia (Leste do Brasil). In Juan Manuel Sandoval Palacios; Alejandro Schweitzer e Luis Manuel Martínez Estrada. Expansão do Capital Transnacional: Desenvolvimento e Resistência. Buenos Aires: CLACSO.
Santos Milton e Silveira, María Laura (2001). Ou Brasil. Território e sociedade no século XXI. Rio de Janeiro: Record.
Sassen Susan (2001). A Cidade Global: Nova Iorque, Londres, Tóquio. Nova Jersey: Princeton University Press, (Segunda Edição).
___________ (2015). Expulsões: brutalidade e complexidade na economia global. Buenos Aires: Katz.
Schweitzer, Alejandro (2022). Fronteiras políticas e fronteiras de mercantilização da natureza na produção do espaço na Patagônia Austral. In Carlos Zárate; Jorge Aponte e Nicolás Victorino (orgs.). Fronteiras sem muros ou hegemonias: encontros entre a Amazônia, a América e a Europa. Bogotá: Universidade Nacional da Colômbia.
___________ (2023). A produção dos Andes Meridionais e da Patagônia como um Espaço Global para a expansão do capital transnacional. In Juan Manuel Sandoval Palacios; Alejandro Schweitzer e Luis Manuel Martínez Estrada (Coordenadores). Expansão do capital transnacional: desenvolvimento e resistência. Buenos Aires: CLACSO.
Smith, Neil (1988). Desenvolvimento Desigual. Rio de Janeiro: Editora Bertrand.
Talledos Sánchez, E. (2018) O que é um megaprojeto? Em Juan Manuel Sandoval; Aurora Furlong; Raúl Netzahualcoyotzi e Jadson Porto (Coordenadores). Planos geoestratégicos, securitização e resistência nas Américas (pp 23-45). Macapa: UNIFAP.
Villegas, Cláudia (2020). A produção de escalas geográficas no capitalismo global. Em Juan Manuel Sandoval; Aurora Furlong; Raúl Netzahualcoyotzi e Jadson Porto (Coordenadores), Espaços Globais para a expansão do capital transnacional no continente americano, (pp. 45-65). Buenos Aires: CLACSO; Puebla: Benemérita Universidade Autônoma de Puebla.
O desenvolvimento teórico e metodológico do projeto coletivo tem sido substancial, e grande parte dos objetivos estabelecidos nas propostas sucessivas do Grupo de Trabalho desde 2016 foram alcançados. Esses avanços foram apresentados sucessivamente por meio da participação dos membros do nosso Grupo de Trabalho em todas as conferências da CLACSO realizadas desde 2018, com apresentações em painéis específicos, mesas-redondas e fóruns intergrupos. Dentre estes, destaca-se a continuidade, desde 2022, do Fórum Intergrupos "Territorialidades em Luta, Reexistências e Defesa da Vida Diante do Capitalismo, Extrativismo e Múltiplas Formas de Desapropriação". Espera-se que este fórum continue na XI conferência da CLACSO. Um novo Fórum Intergrupos, "Estudando a Violência para Construir a Paz com Justiça: Diálogos entre Defensores dos Direitos Humanos e do Meio Ambiente e Acadêmicos", também está planejado para a próxima conferência da CLACSO em 2028, permitindo, simultaneamente, a identificação de potenciais áreas de convergência.
O conceito de espaço global foi desenvolvido a partir da perspectiva teórica de William Robinson sobre o capitalismo global, que postula que, na fase atual do desenvolvimento capitalista, certas zonas estratégicas estão sendo subordinadas à supremacia territorial, formando assim um Estado transnacional incipiente, bem como uma classe capitalista cada vez mais transnacional. Esses espaços, antigos e novos, são produzidos por meio de políticas globais que orientam as decisões de investimento em atividades produtivas específicas e dinâmicas (indústrias de transição aeroespacial, automotiva, energética e de mineração, finanças verdes e apropriação de terras, inteligência artificial, centros de dados, complexos industriais e plataformas de exportação, entre outras) ao longo da fronteira México-EUA e nas costas atlântica e pacífica da América Central e do Sul e do Caribe. Complementam-se esses espaços os corredores e infraestruturas de transporte, energia e telecomunicações, que garantem tanto a circulação de bens e informações quanto o acesso a espaços para apropriação/capitalização da natureza (energia, minerais, alimentos e mão de obra barata), bem como mecanismos de controle e militarização, e, na medida em que dão origem ao desenvolvimento da resistência, à criminalização do protesto social e à repressão de povos e comunidades.
Para analisar a emergência e o desenvolvimento desses espaços no âmbito do Grupo de Trabalho CLACSO, construímos um método de análise do Projeto Coletivo homônimo a partir da perspectiva da crítica da economia política, do materialismo histórico e de seu método dialético, estabelecendo um quadro categórico e conceitual que se move do geral para o particular e do abstrato para o concreto. Assim, partimos da categoria de espaço e sua produção no capitalismo, conforme desenvolvida por Lefebvre; prosseguimos com a análise da globalização da produção e dos circuitos financeiros a partir dos quais se realiza a expansão do capital transnacional (Harvey) para a apropriação e capitalização da natureza (Moore) e sua configuração como Espaços Globais e Zonas Específicas de Intensa Acumulação (Sandoval). Esse processo ocorre paralelamente à centralização do comando e controle da economia global no capital transnacional (Robinson), e a concentração desse capital (para sua gestão, acumulação e valorização) requer outros espaços globais ou desnacionalizados, como cidades globais (Sassen) ou zonas econômicas especiais. Damos continuidade à análise do desenvolvimento geográfico desigual (Smith, Harvey, Villegas) para mostrar como o capital transnacional se localiza e se expande nos espaços globais, onde esse capital se materializa na forma de megaprojetos e planos geoestratégicos, tanto fixos quanto in situ, bem como o que acontece nos espaços pelos quais os fluxos do capitalismo global se expandem e circulam (Santos).
O progresso alcançado por este projeto coletivo foi resumido em um artigo publicado recentemente, que inclui dois mapas mostrando o trabalho de seus membros em diversas regiões do continente. Reproduzimos aqui o resumo que sintetiza esse progresso:
A expansão do capital transnacional no continente americano.
Desde o final do século XX, temos testemunhado um novo processo de expansão — não apenas extensivo, mas também intensivo — do capital transnacional. Nesse processo, os sistemas nacionais de produção são fragmentados e dispersos, integrando-se externamente a novos circuitos de produção e acumulação verdadeiramente globalizados, acompanhados pela financeirização. Simultaneamente, ocorre um processo de concentração e centralização da administração econômica, do controle e do poder, exercido pelo capital transnacional e seus agentes. A produção globalizada requer Espaços Globais (EG) para a acumulação, impulsionados pela Classe Capitalista Transnacional (CCT) e pelos aparatos descentralizados de um Estado Transnacional (ET) emergente. Os EG transcendem os espaços nacionais, que são suplantados pela acumulação transnacional; e, dentro desses espaços, são feitos ajustes espaciais para o desenvolvimento e a execução do processo de produção industrial e/ou a extração de excedentes. Em áreas menores que denominamos Zonas Específicas de Intensa Acumulação (ZEIA), concentram-se projetos de mega-infraestrutura voltados para a produção industrial de alta tecnologia e alto valor agregado, processos extrativos ou uma combinação de ambos, por meio do estabelecimento de uma densa rede de infraestrutura legal, física, material e de segurança. A aguda tensão decorrente dos conflitos dentro das ZEIA, devido ao avanço do capital nesses territórios, e as lutas e resistências que enfrenta por parte das comunidades locais, também transforma essas ZEIA em Zonas Específicas de Intensa Conflito Social (ZEICS), onde a luta de classes global se expressa claramente nos níveis local e regional. O objetivo deste trabalho é analisar como, na fase atual do capitalismo global, sete Zonas Específicas e diversas ZEIA/ZEICS foram configuradas nas Américas.
____________ (2014). Dezessete contradições e o fim do capitalismo. Madri: Traficantes de Sueños.
Moore, Jason (2003). Capitalismo como ecologia mundial. Braudel e Marx sobre História Ambiental. Teoria e Sociedade (32), 307-377.
___________ (2021). Da grande redução de preços à grande implosão. Classe, clima e a Grande Fronteira. Relações Internacionais (47), 11 – 52.
___________ (2025). Capitalismo Global na Grande Implosão. Prólogo do livro de William Robinson, Pode o Capitalismo Perdurar? Madrid: Traficantes de Sueños.
O'Connor, John (2001). Causas Naturais. Ensaios em Marxismo Ecológico. México: Siglo XXI.
Orozco, Marcela; Sandoval, Juan Manuel e Robinson, William I. (2025) A expansão do capital transnacional no continente americano. Journal of Global Studies. Historical Analysis and Social Change. 4(8), 207-224. DOI:https://doi.org/10.6018/reg.670801 ISSN eletrônico: 2697-0511 https://revistas.um.es/reg/article/view/670801)
Robinson, William (2021). Capitalismo global e a crise da humanidade. México: Siglo XXI.
_______________ (2023a). Elite de Davos à deriva diante da policrise do capitalismo global. La Jornada, 5 de fevereiro. https://www.jornada.com.mx/2023/02/05/opinion/011a2pol
_______________ (2023b). Punho de Ferro, o Estado Policial Global, os Novos Fascismos e o Capitalismo do Século XXI. Madrid: Errata Naturae.
_______________ (2025) O capitalismo pode durar? Madri: Traficantes de Sueños.
Sandoval Palacios, Juan Manuel (2017). A fronteira Estados Unidos-México: um espaço global para a expansão do capital transnacional. México: Instituto Nacional de Antropologia e História.
_________________________ (2023). A Megaregião Arizona-Sonora e o Complexo Carajás-São Luís. Duas Zonas Específicas de Intensa Acumulação (ZEAA) nos Espaços Globais de Expansão do Capital Transnacional na Fronteira Estados Unidos-México e na Amazônia (Leste do Brasil). In Juan Manuel Sandoval Palacios; Alejandro Schweitzer e Luis Manuel Martínez Estrada. Expansão do Capital Transnacional: Desenvolvimento e Resistência. Buenos Aires: CLACSO.
Santos Milton e Silveira, María Laura (2001). Ou Brasil. Território e sociedade no século XXI. Rio de Janeiro: Record.
Sassen Susan (2001). A Cidade Global: Nova Iorque, Londres, Tóquio. Nova Jersey: Princeton University Press, (Segunda Edição).
___________ (2015). Expulsões: brutalidade e complexidade na economia global. Buenos Aires: Katz.
Schweitzer, Alejandro (2022). Fronteiras políticas e fronteiras de mercantilização da natureza na produção do espaço na Patagônia Austral. In Carlos Zárate; Jorge Aponte e Nicolás Victorino (orgs.). Fronteiras sem muros ou hegemonias: encontros entre a Amazônia, a América e a Europa. Bogotá: Universidade Nacional da Colômbia.
___________ (2023). A produção dos Andes Meridionais e da Patagônia como um Espaço Global para a expansão do capital transnacional. In Juan Manuel Sandoval Palacios; Alejandro Schweitzer e Luis Manuel Martínez Estrada (Coordenadores). Expansão do capital transnacional: desenvolvimento e resistência. Buenos Aires: CLACSO.
Smith, Neil (1988). Desenvolvimento Desigual. Rio de Janeiro: Editora Bertrand.
Talledos Sánchez, E. (2018) O que é um megaprojeto? Em Juan Manuel Sandoval; Aurora Furlong; Raúl Netzahualcoyotzi e Jadson Porto (Coordenadores). Planos geoestratégicos, securitização e resistência nas Américas (pp 23-45). Macapa: UNIFAP.
Villegas, Cláudia (2020). A produção de escalas geográficas no capitalismo global. Em Juan Manuel Sandoval; Aurora Furlong; Raúl Netzahualcoyotzi e Jadson Porto (Coordenadores), Espaços Globais para a expansão do capital transnacional no continente americano, (pp. 45-65). Buenos Aires: CLACSO; Puebla: Benemérita Universidade Autônoma de Puebla.
(Ações para coordenar pesquisas sociais comparativas relevantes e rigorosas com uma perspectiva regional)
Analisar o desenvolvimento de megaprojetos localizados nas Zonas Específicas de Intensa Acumulação (ZEIA) a partir da perspectiva teórica da expansão intensiva e extensiva do capital transnacional em Espaços Globais (bem como em planos geoestratégicos globais, como a Iniciativa Cinturão e Rota promovida pela China ou o Portal Global da União Europeia), seus impactos em termos de deslocamentos e migrações forçadas, o desenvolvimento de megaprojetos e os movimentos sociais e comunitários de resistência.
Progresso na construção de uma Rede de Mapeamento Social de Zonas Específicas de Intensa Acumulação (ZEIA) em Espaços Globais para a expansão do capital transnacional nas Américas, com equipes de pesquisadores, membros do Grupo de Trabalho CLACSO, incorporando também análises específicas em áreas de fronteira. Algumas dessas atividades podem ser realizadas em conjunto com outros Grupos de Trabalho.
Assinatura de acordos específicos entre o coletivo Geocomunes (ver http://geocomunes.org/), cujos membros fazem parte da GT, e outros, para promover uma nova cartografia social em apoio a comunidades e organizações sociais, resultante do avanço da rede de cartografia social e sua expansão pela incorporação de novos nós.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Organização de eventos para o GT e em conjunto com outros GTs, incluindo a organização de mesas-redondas InterGT em pré-congressos e congressos.
Produção de publicações coletivas (livros, dossiês, artigos de revistas, etc.) em coedição com a CLACSO.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, gestores ou funcionários de políticas públicas, experiências comunitárias e territoriais)
Promover a colaboração conjunta e participativa entre o Grupo de Trabalho da CLACSO e organizações sociais e outras na análise dos problemas gerados pela expansão do capital transnacional que impactam territórios, bens comuns, vida comunitária e organização.
Assinatura de Cartas de Intenções entre o Grupo de Trabalho da CLACSO e organizações sociais para colaboração conjunta e participativa na análise de problemas que afetam seus territórios, bens comuns e sua vida e organização comunitária.
Apoio à criação de Tribunais Populares em defesa dos territórios e dos bens comuns, organizados conjuntamente pelo Grupo de Trabalho da CLACSO com movimentos sociais e organizações populares.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Promoção da apresentação e realização de seminários de formação por membros do Grupo de Trabalho pertencentes a universidades e centros de investigação.
Participação no 58º Congresso Internacional de Americanistas, a ser realizado em Medellín, em julho de 2027.
Organização de atividades intergrupais em torno de temas comuns, particularmente no âmbito da rede intergrupal Novas Fronteiras do Pensamento Crítico Latino-Americano e as lutas pela emancipação na América Latina, com foco em processos de pesquisa com membros de outros grupos de trabalho, incluindo “Ecologia Política do Sul/Abya Yala”, “Pensamento Geográfico Crítico Latino-Americano”, “Estudos Críticos do Desenvolvimento Rural” e “Ruralidades e Transições Políticas na América Central e Colômbia”. Formulação e submissão de um projeto de pesquisa a uma chamada internacional de propostas em parceria com outros grupos de trabalho da CLACSO ou entidades aliadas sobre um dos seguintes temas: extrativismo, reforma rural, megaprojetos, etc.
Progresso na reflexão crítica conjunta no âmbito das atividades interGt
Número total de pesquisadores admitidos: 231
Faculdade de Economia
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Faculdade de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontificia Universidad Javeriana
Colômbia
Universidade Central da Venezuela
Venezuela
Departamento de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Quilmes
Argentina
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Secretaria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Faculdade de Ciência Política e Relações Internacionais
UNR - Universidade Nacional de Rosário
Argentina
Universidade do Mar
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Faculdade de Economia
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Colégio da Fronteira Norte
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Universidade Federal de Amapá
Brasil
El Colégio de la Frontera Sur
México
Cátedras CONACYT. Instituto Tecnológico de Oaxaca
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Centro de Pesquisa Habitat e Municipal; Faculdade de Arquitetura, Design e Urbanismo; Universidade de Buenos Aires
Argentina
Faculdade de Economia
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Universidade Intercultural de Chiapas
Universidade Intercultural de Chiapas
México
Subdiretoria Nacional de Investigações
Escola Superior de Administração Pública
Colômbia
Faculdade de Economia
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Faculdade de Economia
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Centro de Pesquisa Interdisciplinar sobre Desenvolvimento Regional
Mestrado em Análise Regional
Universidade Autônoma de Tlaxcala (UATx)
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
(1)CONICET - (2) Universidade Nacional de Cuyo
Argentina
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Faculdade de Economia
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Faculdade de Economia
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Universidade Intercultural de Chiapas
Universidade Intercultural de Chiapas
México
Faculdade de Economia, Universidade Nacional Autônoma do México
México
O Colégio de Saint Louis AC
México
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Instituto Arnold Bergstraesser
Alemanha
Centro de pesquisa
Faculdade de Filosofia e Humanidades
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Diretoria de Pesquisa Científica
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Faculdade de Economia
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
não
Colômbia
Escola Nacional de Antropologia e História
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Instituto Amazônico de Pesquisa
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Universidade Intercultural de Chiapas
Universidade Intercultural de Chiapas
México
Instituto Amazônico de Pesquisa
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Instituto de Pesquisa Social
Faculdade de Ciências Sociais
Universidad de Costa Rica
Costa Rica
Universidade de Varsóvia
Polónia
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Universidade Bolivariana da Venezuela
Venezuela
Universidade Autônoma da Cidade do México
Coordenação acadêmica
Universidade Autônoma da Cidade do México
México
CONICET-Universidade de Buenos Aires, Faculdade de Arquitetura, Design e Urbanismo
Argentina
Faculdade de Direito da Universidade Autônoma Tomás Frías (UATF)
Bolívia
Universidade de Valparaíso
Chile
Universidade de São Carlos da Guatemala
Guatemala
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Centro de Estudos de Desenvolvimento
Universidade Central da Venezuela
Venezuela
Centro de Pesquisa Interdisciplinar sobre Desenvolvimento Regional
Mestrado em Análise Regional
Universidade Autônoma de Tlaxcala (UATx)
México
Instituto de Humanidades. UNC-CONICET
Argentina
El Colégio de la Frontera Sur
México
Centro de Pesquisa Interdisciplinar sobre Desenvolvimento Regional
Mestrado em Análise Regional
Universidade Autônoma de Tlaxcala (UATx)
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Universidade do Golfo do México, campus de Huatulco
México
Diretoria de Pesquisa Científica
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Instituto de Pesquisa para o Desenvolvimento
Brasil
Instituto de Pesquisa para o Desenvolvimento
Brasil
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Diretoria de Pesquisa Científica
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Centro de Pesquisa e Ensino Econômico AC
México
CONICET-CIT Santa Cruz / UNPA
Argentina
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Faculdade de Economia
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Secretaria de Gestão Integrada de Riscos e Proteção Civil do Governo da Cidade do México
México
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Geocomunas
México
Universidade Autônoma de Chiapas (UNACH)
México
Universidad de Los Andes
Venezuela
Universidade da Corunha
Espanha
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Faculdade de Economia
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Centro Universitário Regional Ocidental CUROC-UNAH
Honduras
Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais
Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais
Brasil
Diretoria de Pesquisa Científica
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Faculdade de Ciências da Educação da Universidade La Salle, Colômbia
Faculdade de Ciências da Educação
Universidade de La Salle
Colômbia
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Universidade Intercultural de Chiapas
Universidade Intercultural de Chiapas
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Faculdade de Economia
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Faculdade de Economia
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Faculdade de Economia
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Universidade do Mar
México
Fundação Universidade Federal da Grande Dourados
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Federal da Grande Dourados
Brasil
Faculdade de Economia
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Diretoria de Pesquisa Científica
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Universidade de Magalhães
Chile
Universidade Nacional da Patagônia Austral
Argentina
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Universidade de Anahuac
México
Universidade Federal do Tocantins
Brasil
Diretoria de Pesquisa Científica
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Divisão de Ciências Sociais
Universidade de Sonora
México
Diretoria de Pesquisa Científica
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Universidade do Mar
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Centro de Pesquisa Interdisciplinar sobre Desenvolvimento Regional
Mestrado em Análise Regional
Universidade Autônoma de Tlaxcala (UATx)
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Universidade da Califórnia, Santa Barbara
Estados Unidos
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Escola de Planejamento Urbano e Regional
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Universidade do Atacama
Chile
Centro de Estudos Rurais Interdisciplinares
Paraguai
Diretoria de Pesquisa Científica
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
El Colégio de la Frontera Sur
México
Faculdade de Economia
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Universidade Tecnológica de San Miguel de Allende
México
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Instituto Tecnológico de Oaxaca
México
Instituto Latino-Americano de Economia, Sociedade e Política
-UNIVERSIDADE FEDERAL DE INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA
Brasil
Universidad Austral de Chile
Chile
Universidade Nacional da Patagônia Austral - UNPA / Unidade Acadêmica Río Gallegos
Argentina
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Brasil
Instituto de Estudos Regionais
Universidade de Antioquia
Colômbia
Subdiretoria Nacional de Investigações
Escola Superior de Administração Pública
Colômbia
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Faculdade de Economia
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Centro de pesquisa
Faculdade de Filosofia e Humanidades
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Centro Regional de Yucatán do Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Universidade Nacional Autônoma do México
México