Área temática: Movimentos sociais e ativismo

Grupo de trabalhoAtivismo sexual e cidadania: diálogos interdisciplinares

1. Nome do Grupo de Trabalho.
Ativismo sexual e cidadania: diálogos interdisciplinares
Coordenador(es) do Grupo de Trabalho
Amaral Arévalo
Fundação Oswaldo Cruz
Brasil
Yamirka Robert Brady
Dr. José A. Portuondo Centro de Estudos Sociais Cubanos e Caribenhos
Universidade do Oriente
Cuba
Raul Anthony Olmedo Neri
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México

2. Perspectiva situada do tema no contexto latino-americano e caribenho, compreendida a partir de uma visão crítica e contextual do Sul Global.

Diante da ascensão de correntes neofascistas (Grimson, 2025), da refeudalização (Kaltmeier, 2022) e da desdemocratização (Brown, 2021) dos Estados latino-americanos contemporâneos, o ativismo sexual e a cidadania adquiriram uma relevância política e epistemológica que transcende as disputas por reconhecimento (Arévalo, 2025a). As lutas LGBTIQA+ emergem como práticas de democratização radical, incorporando as questões: Quem pode ser reconhecido como sujeito de direitos? e Quais corpos são considerados legítimos na esfera social? Assim, as experiências LGBTIQA+ na América Latina e no Caribe revelam uma complexa rede de resistências, articulações e afetos que desafiam os limites do político, contestando o significado de cidadania, dignidade humana e democracia.

Pensar sobre ativismo sexual e cidadania a partir do Sul Global exige partir de uma observação central: a região é simultaneamente um território de direitos em expansão e palco de uma intensa contraofensiva reacionária. Desde 2010, observa-se um ciclo de avanços normativos e programáticos relativos à orientação sexual, identidade e expressão de gênero e corpos diversos, expressos em decisões judiciais, reformas legislativas e políticas públicas, como a promulgação, em 2018, do Parecer Consultivo OC-24/17 da Corte Interamericana de Direitos Humanos. Este parecer abriu um horizonte juridicamente vinculativo para os Estados e forneceu aos ativistas LGBTIQA+ uma ferramenta estratégica para contestar a cidadania sexual no âmbito interamericano.

Diversos países da região avançaram no reconhecimento da identidade de gênero e da igualdade no casamento por meio de leis que consagram a identidade de gênero e o direito ao casamento igualitário. No entanto, esses marcos "modelo" apresentam limitações significativas: o caso boliviano produz identidades jurídicas fragmentadas, sem direitos plenos; em El Salvador e Honduras, o impasse legislativo e o descumprimento das decisões da Corte Interamericana revelam a falta de vontade política para reconhecer os direitos das pessoas transgênero. Isso demonstra que a mudança legal não leva a uma cidadania sexual substancial, mas sim à coexistência com Estados, sistemas judiciais e culturas políticas marcadas pelo cisheteropatriarcado, racismo e classismo.

Em resposta a esses avanços legais, grupos de poder conservadores e fundamentalistas religiosos emergiram. Gabriela Arguedas (2024) chama isso de "reconquista reprodutiva". Trata-se de um projeto político que visa recuperar privilégios para aqueles que se sentem ameaçados pelas agendas feministas progressistas e LGBTQIA+. Esses grupos implementam campanhas anti-gênero enraizadas na religião e no populismo sexual conservador para reverter conquistas políticas e reinstaurar hierarquias coloniais de corpo, raça, gênero, família, sexualidade e nação.

A contraofensiva anti-gênero consolidou-se por meio do uso estratégico da ideologia de gênero. Junqueira (2018) e Bracke e Paternotte (2020) indicam que a expressão "ideologia de gênero" emergiu como um recurso discursivo articulado por setores católicos e evangélicos para deslegitimar as lutas feministas, os estudos de gênero e as agendas LGBTIQA+, apresentando-as como uma agenda "ideológica" que ameaça a família, a nação e a infância. Essa retórica simplifica e distorce conceitos acadêmicos e demandas políticas, transformando-os em bodes expiatórios para crises econômicas, políticas ou morais. Isso gera uma forma de populismo sexual que articula emoções negativas e as canaliza para corpos e identidades historicamente vulneráveis ​​e precários.

A “ideologia de gênero” é uma ferramenta política eficaz em vários níveis. Ela opera como uma narrativa polarizadora que bloqueia qualquer debate público informado sobre direitos sexuais e reprodutivos. Além disso, funciona como uma plataforma eleitoral: líderes político-religiosos mobilizam o pânico moral para ocupar cargos governamentais, a partir dos quais promovem a revogação ou o desfinanciamento de instituições, programas e políticas voltadas para mulheres, afrodescendentes e pessoas LGBTQIA+. No Brasil sob Bolsonaro, em El Salvador com Bukele, na Costa Rica com Rodrigo Chaves e na Argentina sob Milei, as instituições responsáveis ​​pelas políticas de gênero e diversidade foram desmanteladas ou enfraquecidas, combinando uma fase “suave” de reestruturação e cortes orçamentários com fases “duras” de ataques discursivos e normativos às diferenças sexuais e de gênero. Essa ofensiva busca corroer os princípios iluministas de igualdade, laicidade e racionalidade pública, propondo marcos normativos onde a moral religiosa é o fundamento do direito e do Estado (Passos, 2020).

Essa contraofensiva pode ser interpretada como uma reação neonormalizadora contra os avanços da cidadania sexual (Arguedas, 2024). Enquanto o ativismo LGBTIQA+ no Sul Global se concentra em traduzir as demandas por autonomia corporal, conexão afetiva e justiça redistributiva em igualdade e direitos humanos, as forças anti-gênero constroem uma narrativa na qual esses avanços são retratados como “privilégios” que ameaçam a maioria cisheterossexual, a nação ou até mesmo a civilização ocidental. Ao fazer isso, revivem estereótipos infundados que associam pessoas LGBTIQA+ à pedofilia, à degeneração moral ou até mesmo à responsabilidade por desastres naturais ou crises de saúde, por exemplo.

Contudo, reduzir o campo a um confronto entre Estados progressistas e forças reacionárias seria uma simplificação excessiva. Como argumentado na obra coletiva *Cidadanias Sexuais Dignas na América Latina e no Caribe* (Arévalo, 2025b), a região combina influências globais, como a circulação de regulamentações europeias, a pressão do sistema interamericano e a condicionalidade imposta por instituições financeiras, com histórias locais de organização comunitária, redes feministas, alianças entre movimentos e estratégias de litígio que lhes permitiram inscrever suas demandas em agendas pós-neoliberais de direitos e democracia (Corrales, 2021). O ativismo latino-americano articulou uma crítica situada aos modelos “homonacionalistas” do Norte Global, que utilizam a agenda LGBTI para encobrir intervenções geopolíticas ou reforçar fronteiras racializadas entre o “Ocidente tolerante” e “outros atrasados” (Puar, 2017). Assim, as cidadanias sexuais no Sul Global não apenas se apropriam da linguagem dos direitos, mas também resistem a formas de instrumentalização das pessoas LGBTIQA+ que deixam intactas as estruturas internas de violência, pobreza e racismo.

Neste contexto de avanços legais e violência letal persistente; de ​​reconhecimento constitucional e populismo sexual anti-gênero, o ativismo sexual e a cidadania na América Latina e no Caribe não são concebidos como algo dado, mas sim como um processo conflituoso, situado e inacabado. As lutas LGBTIQA+ se cruzam com as demandas contra o racismo estrutural, a militarização de territórios, o extrativismo e a violência patriarcal, e se desenrolam em múltiplas arenas: tribunais, ruas, parlamentos, plataformas, fóruns internacionais, espaços comunitários e universidades.

Assim, o que está em jogo não é apenas o reconhecimento formal das pessoas LGBTIQA+ como sujeitos de direitos, mas também a possibilidade de redefinir a própria ideia de cidadania e democracia. Numa região marcada por persistentes desigualdades coloniais e níveis extremos de feminicídio e crimes de ódio, a construção de cidadanias sexuais viáveis ​​exige o questionamento do significado de Estado e a sustentação de práticas de cuidado, memória e resistência que transcendam a esfera estritamente legal. O ativismo sexual e as cidadanias na região hoje se inscrevem nesse movimento dual: de conquista e defesa, de institucionalização e crítica.

Arguedas, Gabriela. (2024). “Ideologia de gênero”, refeudalização e a Reconquista reprodutiva: uma perspectiva (G)local. LASA FORUM, 54(4), 24-33. https://forum.lasaweb.org/files/vol54-issue4/dossier-4.pdf
Arévalo, Amaral. (2025a). Cidadanias sexuais viáveis: um panorama latino-americano e caribenho. In A. Arévalo (Coord.). Cidadanias sexuais viáveis ​​na América Latina e no Caribe (pp. 15-70). Buenos Aires: CLACSO.
Arévalo, Amaral. (2025b) (Coor.). Cidadanias sexuais habitáveis ​​na América Latina e no Caribe. Buenos Aires: CLACSO.
Bracke, Sara e Paternotte, David. (2020). Desvendando o pecado do gênero. Em Bracke, S. e Paternotte, D. (Eds.). Nós temos gênero! A Igreja Católica e a ideologia de gênero (pp. 8-25). Observatório de Sexualidade e Política.
Marrom, Wendy. (2021). Neoliberalismo em ruínas: a ascensão da política antidemocrática no Ocidente [Traduzido por Cecília Palmeiro]. Madri: Traficantes de Sueños, Futuro Anterior e Tinta Limón
Corrales, Javier. (2021). A política da expansão dos direitos LGBTQ na América Latina e no Caribe. Cambridge University Press. https://doi.org/10.1017/9781108993609
Grimson, Alejandro. (2025). As paisagens emocionais da extrema-direita de massa. As pessoas votam contra os seus próprios interesses? Quito, Equador/Guadalajara, México: FLACSO Equador/Universidade de Guadalajara/CALAS.
Junqueira, Rogério. (2018). A invenção da “ideologia de gênero”: a emergência de um cenário político-discursivo e a elaboração de uma retórica anti-gênero reacionária. Revista de Psicologia Política, 18, (43), 449-502.
Kaltmeier, Olaf. (2022). Sete teses sobre a refeudalização da América Latina. Em K. Silva-Torres; C. Rozo-Higuera e D. Leon, (Eds). Transições sociais e políticas durante a virada à esquerda na América Latina (pp. 303–314), Londres: Routledge.
Passos, João. (2020). Uma teocracia pentecostal? Considerações a partir da situação política atual. Horizonte, 18(57), 1109-1136. https://doi.org/10.5752/P.2175-5841.2020v18n57p1109
Puar, Jasbir. (2017). Assembléias Terroristas: Homonacionalismo em Tempos Queer. Barcelona: Bellaterra.
3. Justificação e análise da relevância teórica, social e intelectual do tema em relação ao contexto analisado no ponto anterior.

A relevância do ativismo sexual e da cidadania na América Latina e no Caribe não se baseia apenas na prolífica produção científica interdisciplinar e crítica das últimas décadas, mas também demonstra sua importância teórica, social e intelectual por meio de: 1) reconhecimento do papel das populações LGBTIQA+ na construção da democracia regional (Arévalo, 2025); 2) análise, sob uma perspectiva comparativa, dos avanços legais e políticos relativos aos seus direitos (Díez, 2018); 3) afirmação da relevância histórica dessas populações no desenvolvimento das sociedades latino-americanas e caribenhas (Insausti, 2024); 4) articulação das lutas locais no/do Sul Global com as tendências internacionais (Martel, 2013); e 5) estímulo à produção teórica situada sobre violência para incentivar projetos sociopolíticos justos e políticas públicas afirmativas viáveis ​​na região (Domínguez-Ruvalcaba, 2016; Ahamed, 2019). Muñoz, 2020; Córdova Quero, Díaz, Santos Meza e Mor, 2024).

Esses fatores tornam-se relevantes no atual contexto global marcado por múltiplas crises — democráticas, teóricas e epistêmicas — diante das quais as lutas LGBTIQA+ se consolidaram como uma fonte teórica e prática para a reconfiguração política e social, capaz de desafiar tanto a produção de conhecimento quanto os horizontes da justiça social amplamente reivindicados na região.

Assim, a relevância social, a novidade teórica e a renovação política que os movimentos LGBTQA+ da América Latina e do Caribe oferecem às ciências sociais a partir de práticas situadas, promovem diversos campos de reflexão, teorização e impacto político-social por meio de interseções com o feminismo (Butler, 2007), a decolonialidade (Falconí Travéz, 2018) e a interseccionalidade (Arévalo, 2025) a partir de um lugar comum: o Sul Global (Drucker, 2004).

Assim, o ativismo sexual e a cidadania postulam que a sexualidade e o gênero não podem ser confinados à esfera privada nem reduzidos à dimensão da identidade (Insuasti, 2024). Ao contrário, esses elementos constituem um mecanismo político que organiza a cidadania, condiciona o acesso aos direitos e define hierarquias sociais que operam dentro das estruturas que determinam a ordem pública e a reprodução social (Martel, 2013). Portanto, a análise interdisciplinar do ativismo sexual e da cidadania redefine as categorias com as quais compreendemos a sociedade, a política e o cotidiano na América Latina e no Caribe (CIDH, 2018; López Castañeda, 2018; ONU Mulheres, 2024).

A seguir, desenvolvemos em detalhes os eixos que o estudo do ativismo e da cidadania LGBTIQA+ na região estimula e promete.

1. Relevância teórica

A mudança em direção à dissidência sexual e de gênero permitiu questionar os limites tradicionais das ciências sociais. Na América Latina e no Caribe, esse processo assume um caráter crítico porque os corpos, as práticas e os discursos não estão apenas sujeitos à regulação ou exclusão, mas também operam como espaços onde a colonialidade, o racismo, a luta de classes e a cisheteronormatividade se cruzam e se expressam (Butler, 2004; Domínguez-Ruvalcaba, 2016; Bernini, 2017).

Assim, a partir de uma perspectiva interdisciplinar, seu estudo propõe reflexões que articulam poder, desejo, linguagem, direito e afeto como dimensões inseparáveis ​​que ajudam a nomear realidades, identificar hierarquias e denunciar desigualdades sistêmicas que foram historicamente naturalizadas.

Nesse sentido, o estudo do ativismo sexual e da cidadania não é um elemento decorativo na crítica contemporânea, mas sim um componente fundamental para a reconfiguração epistêmica dessa perspectiva teórica, tão importante quanto a decolonialidade, o feminismo e a interseccionalidade. É esse catalisador ontológico e epistêmico que nos encoraja e nos impele a articular essas comunidades para construir e compreender as particularidades de seu desenvolvimento histórico e social no contexto latino-americano. Um dos primeiros avanços interdisciplinares pode ser encontrado na obra coletiva *Cidadanias Sexuais Dignas na América Latina e no Caribe* (Arévalo, 2025), onde é possível observar não apenas preocupações locais, mas também as articulações disciplinares que convergem em torno de um único objeto de estudo.

Assim, a interdisciplinaridade do ativismo sexual e da cidadania resulta de um compromisso político em ultrapassar os limites do conhecimento acadêmico e em construir objetos de estudo cuja própria complexidade mantém viva a produção crítica, coletiva e colaborativa de conhecimento sobre seus diversos aspectos.

2. Relevância social

A América Latina e o Caribe se apresentam como um espaço contraditório para as dissidências sexuais e de gênero, porque, embora as agendas LGBTIQA+ avancem na região, os crimes de ódio não apenas persistem, como também há a formação e legitimação de projetos políticos que ameaçam seu pleno desenvolvimento na sociedade, produzindo espaços de conflito e marcados por desigualdade estrutural, violência e discriminação (ILGA LAC, 2023; Sem Violência LGBTIQ+, 2024).

Em resposta, as lutas LGBTIQA+ pressionaram as estruturas institucionais, promovendo a expansão dos direitos humanos e desafiando as políticas punitivas que foram implementadas – e em alguns países persistem – contra pessoas LGBTIQA+ pelo Estado e agora por grupos conservadores.

O movimento LGBTIQA+ promoveu dois processos-chave: o primeiro é a mudança institucional por meio da adoção progressiva de uma perspectiva de direitos humanos em seus marcos legais; o segundo é o aumento de organizações que trabalham com essas populações e a formação de redes acadêmicas e civis para a geração de dados e pesquisas que sirvam para a elaboração de políticas públicas e promovam mudanças socioculturais em cada país.

Esses processos transformaram as percepções sociais de gênero, justiça e vida cotidiana, denunciando passados ​​autoritários e conservadores e defendendo o direito de ser/existir no mundo. Portanto, diante do discurso de ódio e das políticas neoconservadoras emergentes, os movimentos de ativismo sexual e cidadania na região defendem formas alternativas de sociedade.

3. Relevância Intelectual

A relevância intelectual deste tema reside nos esforços para produzir conhecimento crítico a partir do Sul Global, articulando aquilo que no Norte Global parece estar superado ou inexistente devido às suas condições sócio-históricas. Isso não apenas responde ao contexto atual, mas também a dois fenômenos importantes: por um lado, a conquista de espaços historicamente excluídos das pessoas LGBTIQA+, como a academia, por meio da presença de pesquisadores que abordam essas questões; e, por outro lado, a articulação estratégica entre academia e ativismo, visto que aqueles que investigam esses fenômenos muitas vezes o fazem a partir de uma práxis política onde a teoria não é concebida isoladamente da ação transformadora.

Portanto, podemos falar hoje de uma comunidade intelectual LGBTIQA+ emergente na América Latina e no Caribe que, no entanto, enfrenta discriminação e obstáculos administrativos e políticos na construção de espaços comuns que fomentem um diálogo contínuo, intergeracional e regional. Daí a possibilidade, a viabilidade e a necessidade de um Grupo de Trabalho que possibilite a construção de redes e o fortalecimento de comunidades acadêmico-ativistas, não apenas para promover o progresso científico e social, mas também para aumentar a visibilidade desses esforços locais dentro de um projeto regional consolidado e de grande prestígio como o CLACSO.

Por todas as razões acima mencionadas, o ativismo e a cidadania sexual nos convidam a pensar e agir a partir de uma ética politizada, onde sem justiça sexual não há justiça social e sem diversidade de corpos não há democracia possível.

Ahamed, Sara. (2019). Fenomenologia Queer: Orientações, Objetos, Outros. Barcelona: Bellaterra Editions.
Arévalo, Amaral. (Coord.) (2025). Cidadanias sexuais habitáveis ​​na América Latina e no Caribe. Buenos Aires: CLACSO.
Bernini, Lorenzo. (2017). Teorias Queer. Uma Introdução. Madrid: Egales.
Butler, Judith. (2004). Linguagem, poder e identidade. Madrid: Editorial Síntesis.
Butler, Judith. (2007). Problemas de gênero: feminismo e a subversão da identidade. Barcelona: Paidós.
Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) (2018). Caderno de Jurisprudência da Corte Interamericana de Direitos Humanos nº 19: Direitos das Pessoas LGBTI. San José: CIDH.
Córdova Quero, Hugo, Díaz, Miguel, Santos Meza, Anderson e Mor, Cristian. (Ed.) (2024). Mysterium Liberationis Queer: Ensaios sobre teologias de libertação queer nas Américas. Missouri: Instituto Sophia Press.
DÍEZ, Jordi. (2018). A política do casamento gay na América Latina. Cidade do México: Fundo de Cultura Econômica.
Domínguez-Ruvalcaba, Héctor. (2016). Queer América Latina. Corpo e Política Queer na América Latina. Cidade do México: Ariel.
Drucker, Peter. (Coord.) (2004). Diferentes Arco-Íris. Cidade do México: Siglo XXI.
Falconí Travéz, Diego. (Ed.) (2018). Inflexão Queer. Escritos do Colapso Gay na América Latina. Barcelona: Egales.
ILGA LAC (2023). IX Conferência Regional da ILGA. Descolonizando nossas lutas, despatriarcalizando nossos corpos. Relatório das sessões plenárias, oficinas e sessões realizadas na IX Conferência Regional da ILGA LAC. La Paz: ILGA LAC. https://observatorio.ilgalac.org/wp-content/uploads/2025/04/RELATORIA-DE-IX-CONFERENCIA-REGIONAL-ILGALAC-FINAL.pdf
Insausti, Santiago Joaquín. (Ed.,) (2024). Passados ​​Queer na América Latina. Buenos Aires: Prometeo Editorial.
López Castaneda, Manuel. (2018). Diversidade sexual e direitos humanos. Cidade do México: CNDH.
Martel, Frédéric. (2013). Gay global. Como a revolução gay está mudando o mundo. Madrid: Taurus.
Muñoz, José Esteban. (2020). Utopia Queer. O então e o ali do futuro anti-normativo. Buenos Aires: Caja Negra.
ONU Mulheres (26 de julho de 2024). Comunidades LGBTIQ+ e o retrocesso da agenda de direitos: 5 coisas que você precisa saber. ONU Mulheres. https://lac.unwomen.org/es/stories/articulo-explicativo/2024/06/las-comunidades-lgbtiq-y-el-retroceso-de-la-agenda-de-derechos-5-cosas-que-hay-que-saber
Zero Violência Contra Pessoas LGBTIQ+ (2024). Homicídios de Pessoas LGBTIQ+ na América Latina e no Caribe. Relatório Anual. Zero Violência Contra Pessoas LGBTIQ+
4. Plano de trabalho de três anos (36 meses).
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações para coordenar pesquisas sociais comparativas relevantes e rigorosas com uma perspectiva regional)
Objetivo geral para o período: Formalizar um Grupo de Trabalho no/do Sul Global com foco em ativismo sexual e cidadania, com o objetivo de produzir conhecimento contextualizado e útil para a pesquisa acadêmica, a formação de movimentos sociais e a elaboração de políticas públicas de reafirmação na região.


1. Desenvolver uma linha de pesquisa comparativa sobre ativismo sexual e cidadania na América Latina e no Caribe, com foco na interseção entre democracia, direitos humanos e vida cotidiana.

2. Desenvolver um panorama intergeracional do ativismo sexual e da cidadania no Sul Global, a fim de identificar campos, perspectivas teóricas e fenômenos emergentes nessa área.
1. Organizar um seminário internacional virtual ou híbrido onde os participantes do GT apresentem suas linhas de pesquisa, a fim de mapear os campos, objetos de estudo e interseções entre democracia, direitos humanos e vida cotidiana a partir de múltiplas perspectivas teóricas.

2. Desenvolver um núcleo de pesquisa onde o diálogo entre pesquisadores consagrados e emergentes seja promovido, a fim de estabelecer relações de trabalho acadêmicas e fortalecer a produção de conhecimento entre gerações.
1. Publicação de coletâneas que analisem o ativismo sexual e a cidadania e sua contribuição para a democracia em países da América Latina e do Caribe. Propostas iniciais para 2026: a) 20 anos dos Princípios de Yogyakarta na América Latina e no Caribe e b) Narrativas 2.0, ciberativismo e resistência na América Latina: O algoritmo do patriarcado diante das crises que afetam as populações LGBTIQ+. Isso não impede a participação em chamadas para submissão de livros de outros Grupos de Trabalho, como a proposta pelo Grupo de Trabalho "Paz, Gênero e Território".

2. Elaboração de 12 boletins (4 por ano) apresentando os diálogos e reflexões compartilhados no grupo de pesquisa.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
1. Divulgar os resultados da pesquisa gerados no GT, para fortalecer a circulação do conhecimento crítico e garantir seu acesso aberto às pessoas interessadas na região.

2. Criar um espaço de diálogo com outros Grupos de Trabalho para analisar as mudanças políticas e ideológicas que ocorrem na América Latina e no Caribe a partir da interseção de democracia, gênero e sexualidade.
1. Criar perfis no Facebook, YouTube e Instagram para o Grupo de Trabalho, a fim de divulgar as sessões do colóquio, o terreno fértil e os produtos de conhecimento gerados.

2. Desenvolver uma série de webinars intitulada "Tecendo a cidadania do século XXI: ativismo, direitos e mecanismos de controle na América Latina e no Caribe", em coordenação com os Grupos de Trabalho "Religiões e sociedade: tensões, diversidades e mobilizações em debate" e "Feminismos, resistência e emancipação", para estabelecer pontos de diálogo para analisar a realidade regional.
1. Desenvolvimento de materiais multimídia de divulgação (podcasts, vídeos curtos convidando as pessoas a consultar os livros e boletins informativos, gravações das sessões do colóquio e do grupo de pesquisa) que ampliem o acesso ao conhecimento gerado.

2. Elaboração de propostas para Diplomas Avançados ou Seminários Virtuais para a CLACSO. Propostas iniciais: a) Diploma Avançado em Cidadanias Sexuais (2026). Para dar continuidade à publicação coletiva de Cidadanias Sexuais Viáveis ​​(CLACSO, 2025), na qual diversos membros do Grupo de Trabalho participaram como autores; e b) em coordenação com os Grupos de Trabalho "Religiões e sociedade: tensões, diversidades e mobilizações em debate" e "Feminismos, resistências e emancipação", um diploma em Ativismo e Direitos na América Latina (2027).
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, gestores ou funcionários de políticas públicas, experiências comunitárias e territoriais)
1. Estabelecer mecanismos de colaboração entre a academia, os movimentos sociais e os decisores políticos para promover ações conjuntas que conduzam a ações reafirmativas.

2. Gerar ações de intervenção social que promovam o reconhecimento e a proteção da cidadania sexual.
1. Integração de um Observatório Latino-Americano de Direitos Humanos de pessoas LGBTIQA+ que conte com a participação de ativistas, pesquisadores e tomadores de decisão.

2. Promover a participação dos membros da GT em atividades realizadas no âmbito de organizações de ciência e tecnologia ou instituições governamentais com as quais mantenham contato.
1. Emissão de declarações sobre políticas públicas ou denúncias de violações de direitos humanos contra pessoas LGBTIQA+ na América Latina e no Caribe.

2. Incentivar a participação dos membros da GT nas atividades realizadas por essas organizações.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
1. Construir alianças estratégicas e de cooperação com redes, coletivos e associações no Sul Global, para fortalecer o trabalho conjunto e aumentar a visibilidade do ativismo e da cidadania sexual na América Latina e no Caribe.

2. Contribuir para a socialização e o fortalecimento do projeto nos países da América Latina e do Caribe, a fim de promover a cooperação acadêmica e social.
1. Estabelecer vínculos com a Rede Argentina de Pesquisadores em Diversidades e Dissidências Sexuais e de Gênero (REDINSEX), a ILGA LAC, o Conselho Mexicano de Ciências Sociais (COMECSO) e a CALEIDOSCOPIO, a Rede Acadêmica Latino-Americana LGBTIQ+, entre outras, para promover a participação em diversas atividades.

2. Estabelecer processos de colaboração entre as redes e o Grupo de Trabalho, a fim de buscar financiamento e aumentar o impacto das atividades conjuntas.
1. Integração dos participantes do GT em pelo menos três redes acadêmicas de âmbito nacional, regional e internacional.

2. Obter apoio para promover a renovação da GT e, assim, fortalecer sua visibilidade global.

5. Membros do Grupo de Trabalho
Número total de pesquisadores admitidos: 115
Laia Guillamon Pujol
Universidad Complutense de Madrid
Espanha
Willka Ñusta Taylor
AsserroChile
Chile
Rogelio Alonso Laguna García
Programa Universitário de Estudos sobre Diversidade Cultural e Interculturalidade
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Marcos Altamirano
FACULDADE DE HUMANIDADES
Universidade Nacional de Rio Cuarto
Argentina
Marcos Nascimento
Fundação Oswaldo Cruz
Brasil
Diego Puntigliano Casulo
Faculdade de Informação e Comunicação
Universidade da República
Uruguai
Diego Sempol
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Celia Martínez Sáez
Universidade Pompeu Fabra
Alejandro Silva Fernández
Instituto de Pesquisa Geohistórica
Argentina
José Manuel Palma Márquez
Unidade Acadêmica de Ciências Sociais
Universidade Autónoma de Zacatecas
México
Eugenia Florencia Bravo
Faculdade de Ciências Humanas, Sociais e da Saúde
Universidade Nacional de Santiago del Estero
Argentina
Thierry Maire
Centro Maurice Halbwachs (ENS-EHESS-CNRS- INRAE, UMR 8097)
Brasil
Adolfo Carratalá Simón
Universidade de Valência
Espanha
Amaral Arévalo [Coordenador]
Fundação Oswaldo Cruz
Brasil
Yacurmana De La Puente
Instituto de Análise de Políticas Públicas, Universidade Nacional de La Rioja
Universidade Nacional da Rioja
Argentina
Manuel Antonio Velandia Mora
Ministério da Igualdade e Equidade
Colômbia
Luis Alain De La Noval Bautista
Cátedra de Comunicação e Desenvolvimento
Faculdade de Comunicação
Universidade de La Havana
Cuba
David Eduardo Vilchis Carrillo
IMDOSOC
México
José Humberto Trejo Calzada
O Colégio do México
México
Miguel Ángel López-Sáez
Centro de Pesquisa de Estudos Ibero-Americanos
Universidade Rei Juan Carlos, Madrid
Espanha
Diego Carlos Prieto
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
Alithu Josefina Bazan Talavera
Pontifícia Universidade Católica do Peru
Peru
Débora Aburto Cepeda
Universidade de la Frontera
Chile
Yunier Riquenes García
Universidade Ibero-Americana
México
Facundo Zamarreño
Secretaria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Faculdade de Ciência Política e Relações Internacionais
UNR - Universidade Nacional de Rosário
Argentina
Maria Lorena Saletti
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Ruth Ainhoa ​​​​De Frutos García
Universidade de Málaga
Espanha
Pascual Scarpino
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Bruna Andrade Irineu
Programa de Pós-Graduação em Políticas Sociais
Instituto de Ciências Humanas e Sociais
Universidade Federal de Mato Grosso
Brasil
Josefina Re
Secretaria de Ciência, Arte e Tecnologia
Universidade Provincial de Córdoba
Universidade Provincial de Córdoba
Argentina
Antonio Alfredo Caballero Gálvez
Centro de Pesquisa de Estudos Ibero-Americanos
Universidade Rei Juan Carlos, Madrid
Espanha
Rodrigo Pérez Toledo
Universidade de Sydney
Australia
Mitzy Magaly Flores Sequera
Universidade de Carabobo
Venezuela
Ana Gabriela Jaramillo Arias
Laboratório de Administração e Políticas Públicas
Universidade Nacional de Loja
Equador
Gustavo Gomes da Costa
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Universidade Federal de Pernambuco
Brasil
Matías Ignacio Suárez Godoy
Departamento de Educação, Faculdade de Ciências Sociais.
Universidade do Chile
Chile
Caterine Galaz Valderrama
Departamento de Serviço Social
Universidade do Chile
Chile
José Pablo Rojas González
Universidad de Costa Rica
Coréia do Sul
Celina Ana Fernández
FACULDADE DE HUMANIDADES
Universidade Nacional de Rio Cuarto
Argentina
Cláudia Gaete
Universidad Austral de Chile
Chile
Sagrario Morán Blanco
Centro de Pesquisa de Estudos Ibero-Americanos
Universidade Rei Juan Carlos, Madrid
Espanha
Iolanda Tortajada
Universidade Rovira i Virgili
Espanha
Maria Belén Alonso
UNIVERSIDADE NACIONAL DE LA PAMPA (UNLPam)
Argentina
Emanuel Barrera Calderón
Secretaria de Ciência, Arte e Tecnologia
Universidade Provincial de Córdoba
Universidade Provincial de Córdoba
Argentina
Yamirka Robert Brady [Coordenador]
Dr. José A. Portuondo Centro de Estudos Sociais Cubanos e Caribenhos
Universidade do Oriente
Cuba
Rafael Manuel Mérida Jiménez
Universidade de Lleida – Faculdade de Letras
Espanha
Florencia Laura Rovetto
Secretaria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Faculdade de Ciência Política e Relações Internacionais
UNR - Universidade Nacional de Rosário
Argentina
Naschelly Beitia Mercado
universidade do Panamá
Panamá
Sally Alessandra Anatole Larrañaga Munevar
Subdiretoria Nacional de Investigações
Escola Superior de Administração Pública
Colômbia
Paula Flores Aguilar
Universidade de la Frontera
Chile
Arqueiros de Guadalupe
Instituto de Pesquisa Geohistórica - Unidade Implementadora do Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica e da Universidade Nacional do Nordeste (IIGHI.CONICET/UNNE)
Argentina
Raul Anthony Olmedo Neri [Coordenador]
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Rodrigo Hernán Torres Bravo
Universidade de la Frontera
Chile
René Abel Tec López
Instituto de Pesquisa Social
Coordenação de Ciências Humanas
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Angélica Aremy Evangelista Garcia
El Colégio de la Frontera Sur
México
Fausto Eduardo Gómez García
Coordenação de Pesquisa da Faculdade de Filosofia e Letras
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Anel Mendoza Juárez
Universidade Autônoma da Baixa Califórnia
México
Benjamim José Manuel Martínez Castañeda
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Alfredo Méndez Osório
Instituto de Pesquisa Sociológica
Benito Juarez Universidade Autônoma de Oaxaca
México
José Ernesto Ramírez
Departamento de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Pedagógica Nacional
Colômbia
Gabriela Cristina Artazo
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Javiera Isidora Maldonado Fuentes
Universidad Austral de Chile
Chile
María Belén Herrero Martín
Universidade Autônoma do Estado do México
México
Mauricio Albores Arguello
El Colégio de la Frontera Sur
México
Marina Macchione
Secretaria de Ciência, Arte e Tecnologia
Universidade Provincial de Córdoba
Universidade Provincial de Córdoba
Argentina
Raúl Flores
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Elena Carolina Díaz Galán
Centro de Pesquisa de Estudos Ibero-Americanos
Universidade Rei Juan Carlos, Madrid
Espanha
Fede Buccio Lima
Instituto Multidisciplinario de Estudios Sociales Contemporáneos
Argentina
Jenny Vanesa Muñoz Moscoso
Departamento de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Quilmes
Argentina
David José Rocha Cortez
Departamentos de Ciências Sociais e Humanas - UCA
Universidade Centro-Americana
El Salvador
Juan Rios Vega
Bradley University
Estados Unidos
Elena Blázquez
Universidad Complutense de Madrid
Espanha
Verónica Andrea González
Centro de Pesquisa em Jornalismo e Comunicação
Faculdade de Ciências da Comunicação
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Álvaro Navarro-Gaviño
Universidad Complutense de Madrid
Espanha
Esmael Alves De Oliveira
Fundação Universidade Federal da Grande Dourados
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Federal da Grande Dourados
Brasil
Lázaro Marcos Chávez Aceves
Sistema Universitário Virtual
Universidade de Guadalajara
México
Valentina Inostroza Bravo
Pontificia Universidad Católica de Chile
Chile
Valentina Torre Nicolini
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Ana Jorge Alonso
Universidade de Málaga
Espanha
José Rodrigo Maldonado Quezada
Laboratório de Administração e Políticas Públicas
Universidade Nacional de Loja
Equador
Maximiliano Marentes
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
Maria Ignacia Mechan
Secretaria de Ciência, Arte e Tecnologia
Universidade Provincial de Córdoba
Universidade Provincial de Córdoba
Argentina
Irma Elizabeth Chazarreta
Faculdade de Ciências Humanas, Sociais e da Saúde
Universidade Nacional de Santiago del Estero
Argentina
Tamara Martinez Ortiz
Instituto para o Desenvolvimento Humano
Universidade Nacional de General Sarmiento
Argentina
Elena Paola Espíndola
Secretaria de Pós-Graduação - Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Universidade Nacional de Jujuy
Argentina
Eva Mansilla
Universidad Austral de Chile
Chile
Marianela Tovar
Centro de Estudos das Transformações Sociais
Instituto Venezuelano de Pesquisa Científica
Venezuela
Fernando Adrián Pereyra
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
A. Tito Mitjans Alayón

México
Florencia María Páez
Secretaria de Ciência, Arte e Tecnologia
Universidade Provincial de Córdoba
Universidade Provincial de Córdoba
Argentina
Maria Virgínia Bosio
Secretaria de Ciência, Arte e Tecnologia
Universidade Provincial de Córdoba
Universidade Provincial de Córdoba
Argentina
David Ismael Gutierrez Gamboa
Universidade Autônoma Meritória de Chiapas
México
César Torres Cruz
Centro de Pesquisa e Estudos de Gênero
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Lucas Martinelli
Instituto de Pesquisa em Estudos de Gênero
Argentina
Lucas Silva Dantas
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
Marcela Carolina Hurtado Rubio
Universidad Austral de Chile
Chile
Iyamir Hernández Pita
Departamento de Sociologia, Universidade de Havana
-Faculdade de Filosofia e História.
-Universidade de Havana
Cuba
Dana María Negretti Borga
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Cecília Malnis
Escola de Política e Governo
Universidade Nacional de San Martin
Argentina
Luís Alberto López Molina
Universidade Comunitária Autônoma de Oaxaca
México
Camila Alcaíno
Universidad Austral de Chile
Chile
Camila Infantas Vargas
Departamento de Sociologia
Universidad de Concepción
Chile
María Estela Márquez Aguayo
Centro Universitário de Ciências Sociais e Humanas
Universidade de Guadalajara
México
Florença Carnagui
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Florença Falabella
Centro de Estudos Rurais Interdisciplinares
Paraguai
Hilda Maria Cristina Mazariegos Herrera
Instituto de Pesquisa Antropológica
UNIVERSIDADE NACIONAL AUTÔNOMA DO MÉXICO
México
Paola Alejandra Nicolás
Secretaria de Ciência, Arte e Tecnologia
Universidade Provincial de Córdoba
Universidade Provincial de Córdoba
Argentina
Jesús Torres
Departamento de Pesquisa Educacional
Centro de Investigação
Instituto Politécnico Nacional
México
Natalia Cocciarini
Universidade Nacional de Rosário
Argentina
Cristian Alejandro Darouiche
Instituto de Pesquisa sobre Sociedades, Territórios e Culturas
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Nacional de Mar da Prata
Argentina
Carolina Cravero
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
UNIVERSIDADE NACIONAL DE RAFAELA
Argentina
Miguel Antonio Rodríguez Suárez
Escola de Ciências Humanas e Sociais
Fundação da Universidade de Monserrate
Colômbia
Maria Jimena Pandolfi
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Laura Recalde Burgueño
Faculdade de Ciências Humanas e da Educação
Universidade da República
Uruguai
Laura Rodríguez Barceló
Universidade Alberto Hurtado
Chile