Área temática: Direito à educação
Grupo de trabalhoUniversidades e despatriarcalização
[+ Ver produções e conteúdo]Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
O tsunami feminista que se tornou evidente globalmente desde pelo menos 2018, e particularmente na América Latina, é amplamente conhecido pela presença das mulheres nas ruas, pelos protestos contra a violência de gênero e os feminicídios, e pela luta global pela descriminalização do aborto. No entanto, existem muitas outras dimensões em que os movimentos feministas estão promovendo mudanças em múltiplos espaços onde o patriarcado e a marca objetificadora e produtivista do capitalismo reinavam anteriormente sem contestação. Uma dessas dimensões e arenas tem sido as universidades.
Compartilhamos a impressão de que a universidade, em sua forma moderna, compartilha da atração paradoxal da modernidade pela ideia de “ruína” (Readings, 1997). Reconhecer isso é necessário para conceber a universidade contemporânea para além da nostalgia pela cultura nacional, por um lado, e para renunciar ao discurso individualista e consumista neoliberal contemporâneo. No cerne da universidade moderna reside a ideia de sua função como uma “comunidade ideal”. Esse fundamento, nas décadas neoliberais, deslocou-se, sem desaparecer completamente, para a ideia de “excelência”, um discurso no qual podemos reconhecer com mais precisão o universal abstrato da competição e do mercado. Para Readings, o momento do desenvolvimento do Estado-nação corresponde a um conceito de universidade que podemos pensar como uma “comunidade ideal”, que, nos países latino-americanos e para eles, está inegavelmente ligada ao período colonial e, posteriormente, após a independência, ao objetivo do “desenvolvimento nacional”. É com esse ímpeto que surgiram as universidades públicas em nossos países. Os principais problemas nacionais e o alinhamento das disciplinas acadêmicas e do conhecimento com o desenvolvimento do país seriam os princípios norteadores de sua agenda, especialmente durante o período de modernização latino-americana (1930-1960). O impacto do neoliberalismo nesse modelo é evidente. O declínio do Estado-nação coincidiu com o estabelecimento da universidade neoliberal, caracterizada pela predominância do produtivismo acadêmico, uma relação direta com o mercado e meritocracia e hierarquias internas nas universidades; pela precariedade do trabalho acadêmico, particularmente o docência, que na maioria de nossas universidades públicas é ocupado por trabalhadores horistas sem qualquer garantia de emprego. Raramente reconhecemos nas estruturas universitárias de nossos países a influência dos movimentos estudantis de Córdoba pela autonomia universitária (1918) e os subsequentes movimentos de democratização que se expandiram na década de 60. As últimas décadas têm demonstrado uma permeabilidade dos movimentos sociais à universidade. Assim, em muitos de nossos países — Colômbia, México, Chile, Costa Rica, Brasil — reconhecemos uma pressão por espaços inclusivos que reconheçam, frequentemente por meio de ações afirmativas, a diversidade étnica e cultural da sociedade latino-americana. É nesse contexto, e com esses legados combinados aos das genealogias de feministas e mulheres que lutam por seus direitos, que um movimento de universitárias e dissidentes emergiu nos últimos anos, abalando os alicerces das instituições e desafiando sua natureza autoritária, patriarcal e androcêntrica.
A universidade é um espaço de reprodução social (Bourdieu e Passeron, 1970) e, ao mesmo tempo, um espaço contestado por movimentos sociais, novas gerações e teorias críticas que buscam transformá-la — em suma, pela transformação da sociedade da qual faz parte. Como instituição, ela produz e reproduz códigos de gênero (Ballarín, 2015), bem como segregações baseadas em diversos marcadores sociais (Buquet et al., 2013; Palomar, 2005), e estes determinam as condições de vivência universitária (Acuña Moenne, 2018). A universidade reflete as mudanças sociais e, simultaneamente, suas transformações se disseminam e permeiam a sociedade. É essa dialética entre o institucional e o social que nos interessa analisar, com foco nos movimentos feministas e nos movimentos de mulheres universitárias.
Além disso, a crise civilizacional que se faz presente há algum tempo só se intensifica. Na América Latina, essa crise carrega a marca da guerra contra as mulheres (Segato, 2016). Acreditamos que a violência que permeia nossas vidas tem sido o fio condutor para o questionamento do sistema que a produz e, ao mesmo tempo, reconhecemos nos movimentos de mulheres contra a violência uma série de propostas e práticas curativas e transformadoras que também se refletem na crítica às estruturas universitárias. Da mesma forma, e com grande força, questionam e subvertem o conteúdo e as formas do saber.
Ballarín, Pilar. (2015). “Códigos de gênero na universidade”. Na Revista Ibero-Americana de Educação (pp. 19-38), vol. 68, OEI/CAEU.
Buquet, Ana; Cooper, Jennifer; Mingo, Araceli e Moreno, Hortensia (2013). Intrusos na universidade. UNAM. México.
Bourdieu, Pierre e Passeron, Jean Claude. (1970). A reprodução, Les edições Minuit, Paris.
Güereca, Raquel. (2017). “Violência epistêmica e individualização: tensões e obstáculos para a igualdade de gênero nas instituições de ensino superior”. In Reencuentro. Análise de Problemas Universitários, vol. 28, n. 74, julho, UAM.
Palomar, Cristina. (2005). “Política de gênero no ensino superior”. In Journal of Gender Studies (pp. 7-43). La ventana, no. 21, 2005. Universidade de Guadalajara, México.
Readings, Bill (1997). A Universidade em Ruínas. Harvard University Press, Cambridge.
Segato, Rita Laura. (2016). A guerra contra as mulheres. Madrid, Traficantes de sonhos.
Como grupo de trabalho, somos movidos por um interesse comum em sistematizar experiências transformadoras no ensino universitário e na própria universidade. Em sentido amplo, o tema escolhido cruza-se com estudos sobre movimentos sociais, mudanças institucionais e também com a prefiguração de espaços e lugares antipatriarcais e anticolonialistas. Como apontado por Sousa Santos (2005), a transnacionalização do conhecimento sob o neoliberalismo afetou profundamente as universidades. Nesse sentido, os movimentos sociais feministas enfatizam a necessidade de avançar rumo a uma reforma democrática e emancipadora – uma reforma que seja, como ele a define, despatriarcalizante e descolonizante.
O ponto em comum entre os membros deste grupo de trabalho tem sido o de rastrear meticulosamente as transformações que diversos movimentos de estudantes universitárias, jovens mulheres e professoras aliadas ao movimento têm desencadeado no espaço universitário. Portanto, queremos reconhecer e registrar coletivamente as mudanças que estão ocorrendo na pedagogia, no currículo, nos laços comunitários, nas práticas acadêmicas e na cultura organizacional, entre outros aspectos, em universidades de toda a região. Fazemos isso conscientes de que os movimentos juvenis de feministas e ativistas são atualmente uma das principais forças transformadoras no ensino superior. Assim, observamos a necessidade urgente de dialogar, compartilhar diversas experiências regionais e sistematizar os resultados desses esforços coletivos. Devemos tornar visível nos espaços acadêmicos que aquilo que agora podemos nomear, como a violência de gênero, e essas outras formas de vida comunitária, como as estruturas horizontais e o cuidado mútuo, são frutos do tsunami feminista.
Acreditamos que a força dos movimentos feministas (Gago, 2019) impactou as universidades em nossos países. De diferentes maneiras e em escalas variadas, a revolta contra a violência de gênero penetrou nos campi de forma perceptível e gerou mudanças. Observamos movimentos locais em que jovens estudantes reagiram contra a violência de gênero, que não é apenas patriarcal, mas também produzida e reproduzida por estruturas precárias, racializadas e colonialistas, onde o feminicídio é o ponto final — muitas vezes invisível — de uma série de formas cotidianas de violência que as mulheres vivenciam.
No Chile, Argentina, México, Equador e Colômbia, para citar alguns países, os movimentos feministas nas universidades têm denunciado a cultura patriarcal predominante nas instituições de ensino. Essa cultura se manifesta na normalização do assédio sexual de estudantes por professores, bem como em tendências autoritárias, adultocêntricas e patriarcais nos processos de ensino. Além disso, esses movimentos alcançaram o âmago da vida universitária, questionando o conteúdo e as abordagens utilizadas para socializar os estudantes, que se refletem na estrutura curricular dos planos e programas de estudo. Nesse sentido, denunciaram o androcentrismo e o colonialismo evidentes em um currículo nulo (Debia, 2019). Isso se refere aos silêncios e exclusões que apagaram (Lengermann e Niebrugge, 2007) as contribuições das mulheres e suas lutas, bem como as de outras subjetividades historicamente oprimidas, do saber institucionalmente legitimado pelas universidades. A “violência epistêmica” que acompanha a desigualdade de gênero nas universidades também tem sido investigada (Güereca, 2017). Assim, as demandas do feminismo universitário nos últimos anos têm incluído apelos por intervenção e transformação dos currículos com a participação dos estudantes. Em diversas universidades, isso levou à implementação de cursos preparatórios, oficinas de conscientização, cursos de formação de professores, seminários, disciplinas específicas sobre violência de gênero e projetos de pesquisa voltados para a transversalização de uma perspectiva de gênero e feminista no ensino.
Além disso, consideramos a influência dos movimentos sociais em seu caráter prefigurativo, como processos que democratizam a esfera pública e, assim, constroem uma cultura política e até mesmo um senso comum que diverge do hegemônico (Alvarez et al., 2001). Pensar a universidade é também pensar em educação e liberdade (hooks, 2021). Pensar tudo isso a partir da perspectiva não de educadores ou de grandes modelos educacionais, mas da perspectiva dos aprendizes (Garcés, 2020; Espinosa, 2020), posição na qual, a nosso ver, os recentes movimentos de mulheres universitárias nos colocam. Esses estudantes nos ensinam que transformar as salas de aula é também uma prática insurgente, uma forma de resistir, (re)existir e (re)viver (Walsh, 2019). Nesse sentido, os movimentos de jovens universitárias apropriaram-se de repertórios de luta, tecnologias e estratégias que, observamos, constituem uma nova forma de "territorializar" a universidade, no sentido de torná-la sua e transformá-la. Para além do "politicamente correto", elas estão recolocando a política no centro, politizando a vida.
Por todas essas razões, acreditamos que esses processos, baseados em protestos e intervenções estudantis, mas também em gerações jovens e não tão jovens de professoras, estão impulsionando uma mudança fundamental nas instituições universitárias, que também atinge o próprio conceito de liberdade acadêmica (Scott: 2022), no sentido de colocar no centro a noção de que a Universidade, mais do que uma comunidade ideal, é a comunidade que temos, com todas as suas contradições, e onde, como diz a filósofa Marina Garcés (2020), nos educamos para viver juntos e juntos aprendemos a viver.
Como podemos aprender a viver sem violência? O que podemos fazer diante dela? Como a experiência de ocupar espaços universitários, de organizações universitárias feministas, produz esse conhecimento? Como podemos transbordar seus muros como um tsunami?
Boaventura de Souza Santos (2005). A Universidade no Século XXI: Por uma Reforma Democrática e Emancipatória da Universidade. Buenos Aires: Minho e Dávila.
Debia, Eliana. (2019). “Notas sobre violência de gênero e o ensino de Sociologia Clássica em Universidades Nacionais Públicas Argentinas”. Em Práticas e Discursos (número 12).
Espinosa, Yuderkis. (2020). “Sobre a arte de aprender e o ofício de educar como política”. In: Vários autores, (2021). As Cúmplices. Narrativas feministas de aprendizagem em movimento. Editora El Rebozo, Cidade do México.
GAGO, Verónica. (2019). O poder feminista, ou o desejo de mudar tudo, Traficantes de Sueños, Madrid.
GARCÉS, Marina. (2020). Escola de Aprendizes. Madri. Publicação Galaxia Gutemberg.
hooks, bell. (2021). Ensinar a transgredir. A educação como prática da liberdade. Capitan Swing, Madrid.
Lengermann, Patricia e Niebrugge, Gillian. (2007). As mulheres fundadoras. Waveland, Illinois.
Scott, Joan W. 2022. Que tipo de liberdade é a liberdade acadêmica?
Tempos Críticos. 5:1, abril de 2022.
Walsh, Catherine, (Walsh, 2019). “Introdução. O Pedagógico e o Decolonial: Caminhos Entrelaçados”, em Pedagogias Decoloniais. Práticas Insurgentes de Resistência, (Re)existência e (Re)vivência. Edições Abya-Yala, Quito.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
2. Geração coletiva de conhecimento e sua sistematização.
1.2. Elaboração de acordos gerais de colaboração interna.
1.3. Reunião anual para articulação, divulgação e sistematização do trabalho.
2.1. Abertura de espaços e métodos para a geração de conhecimento coletivo, incluindo a participação dos estudantes.
2.2. Escrita, por membros do GT, de pelo menos seis ensaios acadêmicos ou artigos de divulgação científica.
1.2. Elaboração de acordos gerais de colaboração interna.
1.3. Trabalho colaborativo presencial.
2.1. Reconhecimento coletivo dos membros do GT e dos estudantes como sujeitos do conhecimento.
2.2. Publicação do primeiro boletim de pesquisa GT com análise dos tópicos em discussão.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
4. Participação em congressos e espaços de disseminação de conhecimento.
4.1. Presença de pelo menos cinco participantes do GT em um congresso nacional ou regional.
4.2. Presença da GT em espaços de partilha de conhecimentos e sabedoria local.
4.1. Cinco apresentações orais por membros do GT sobre o progresso da pesquisa realizada.
4.2. Escuta ativa, diálogo e transmissão de conhecimento em diversos espaços educacionais e de treinamento.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
6. Consolidação e posicionamento do trabalho do GT a nível local e regional.
5.2. Realizar pelo menos uma atividade de divulgação pública de conhecimento por universidade associada, em coordenação com o GT.
5.3. Abertura de espaços para colaboração com a comunidade estudantil e docente das universidades às quais os membros do GT estão afiliados.
6. Solicitação de coordenação do GT com organizações locais e regionais de ciência e tecnologia.
5.2. Presença do trabalho do GT na agenda universitária.
5.3. Abrir diálogo com a comunidade.
6. Reconhecimento, por parte das organizações de ciência e tecnologia, do trabalho realizado pelo GT.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
8. Articulação da GT com o movimento feminista e de mulheres local e regional.
7.2. Comunicação com as redes.
7.3. Participação em atividades convocadas pelas redes.
8. Participação em eventos, incluindo mobilizações públicas, organizados por feministas, mulheres organizadas, defensoras dos direitos das mulheres, a comunidade LGBTQIA+ e a sociedade civil.
7.2. Estabelecimento de vínculos formais com redes de mulheres, feministas, pesquisadores pedagógicos e grupos afins na região.
7.3. Articulação efetiva com redes de pesquisa feministas, pedagógicas e relacionadas às mulheres na região.
8. O reconhecimento mútuo e a colaboração são percebidos como positivos com o movimento feminista estudantil, organizações de base e atores da sociedade civil.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
2. Geração coletiva de conhecimento e sua sistematização.
1.2. Reunião anual para articulação, divulgação e sistematização do trabalho.
2.1. Abertura e consolidação de espaços e métodos para a geração de conhecimento coletivo, incluindo a participação dos estudantes.
2.2. Escrever pelo menos cinco artigos acadêmicos.
2.3. Escrita, por membros do GT, de pelo menos seis ensaios acadêmicos ou artigos de divulgação científica.
1.2. Trabalho colaborativo presencial realizado.
2.1. Reconhecimento coletivo dos membros do GT e dos estudantes como sujeitos do conhecimento.
2.2. Publicação de um livro com os resultados da pesquisa do GT, em colaboração com a CLACSO Editions.
2.3. Publicação do segundo e terceiro boletins de pesquisa do GT com análise dos temas em discussão.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
4. Participação em congressos e espaços de disseminação de conhecimento.
4.1. Presença de pelo menos cinco participantes do GT em um congresso nacional ou regional.
4.2. Presença da GT em espaços de partilha de conhecimentos e sabedoria local.
4.1. Cinco apresentações orais por membros do GT sobre o progresso da pesquisa realizada.
4.2. Escuta ativa, diálogo e transmissão de conhecimento em diversos espaços educacionais e de treinamento.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
6. Consolidação e posicionamento do trabalho do GT a nível local e regional.
5.2. Realizar pelo menos uma atividade de divulgação pública de conhecimento por universidade associada, em coordenação com o GT.
5.3. Abertura e manutenção de espaços para colaboração com a comunidade estudantil e docente das universidades às quais os membros do GT estão afiliados.
6. Articulação da GT com organizações locais e regionais de ciência e tecnologia.
5.2. Presença do trabalho do GT na agenda universitária.
5.3. Abrir diálogo com a comunidade.
6. Reconhecimento, por parte das organizações de ciência e tecnologia, do trabalho realizado pelo GT.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
8. Articulação da GT com o movimento feminista e de mulheres local e regional.
7.2. Participação em atividades convocadas pelas redes.
8. Participação em eventos, incluindo mobilizações públicas, organizados por feministas, mulheres organizadas, defensoras dos direitos das mulheres, a comunidade LGBTQIA+ e a sociedade civil.
7.2. Articulação eficaz com redes locais e regionais.
8. O reconhecimento mútuo e a colaboração são percebidos como positivos com o movimento feminista estudantil, organizações de base e atores da sociedade civil.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
2. Geração coletiva de conhecimento e sua sistematização.
1.2. Reunião anual para articulação, divulgação e sistematização do trabalho.
1.3. Elaboração de uma avaliação interna do trabalho realizado
2.1. Manutenção de espaços e métodos para a geração de conhecimento coletivo, incluindo a participação dos alunos.
2.2. Redigir pelo menos cinco artigos acadêmicos com os resultados do trabalho realizado nos primeiros dois anos.
2.3. Escrita, por membros do GT, de pelo menos seis ensaios acadêmicos ou artigos de divulgação científica.
1.2. Trabalho colaborativo presencial.
1.3. Relatório de resultados da avaliação interna.
2.1. Reconhecimento coletivo dos membros do GT e dos estudantes como sujeitos do conhecimento.
2.2. Publicação de um livro com os resultados da pesquisa do GT, em colaboração com a CLACSO Editions.
2.3. Publicação de dois boletins de pesquisa GT com análise dos tópicos em discussão.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
4. Participação em congressos e espaços de disseminação de conhecimento.
4.1. Presença de pelo menos cinco participantes do GT em um congresso nacional ou regional.
4.2. Presença da GT em espaços de partilha de conhecimentos e sabedoria local.
4.1. Cinco apresentações orais por membros do GT sobre o progresso da pesquisa realizada.
4.2. Escuta ativa, diálogo e transmissão de conhecimento em diversos espaços educacionais e de treinamento.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
6. Consolidação do trabalho do GT a nível local e regional.
5.2. Realizar pelo menos uma atividade de divulgação pública de conhecimento por universidade associada, em coordenação com o GT.
5.3. Abertura de espaços para colaboração com a comunidade estudantil e docente das universidades às quais os membros do GT estão afiliados.
6. Solicitação de coordenação do GT com organizações locais e regionais de ciência e tecnologia.
5.2. Presença do trabalho do GT na agenda universitária.
5.3. Abrir diálogo com a comunidade.
6. Reconhecimento, por parte das organizações de ciência e tecnologia, do trabalho realizado pelo GT.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
8. Articulação da GT com o movimento feminista e de mulheres local e regional.
7.2. Participação em atividades convocadas pelas redes.
8. Participação em eventos, incluindo mobilizações públicas, organizados por feministas, mulheres organizadas, defensoras dos direitos das mulheres, a comunidade LGBTQIA+ e a sociedade civil.
7.2. Articulação eficaz com redes locais-regionais.
8. O reconhecimento mútuo e a colaboração são percebidos como positivos com o movimento feminista estudantil, organizações de base e atores da sociedade civil.
Número total de pesquisadores admitidos: 34
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Coordenação de Pesquisa da Faculdade de Filosofia e Letras
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Instituto de Pesquisa Econômica
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Vice-Reitoria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Universidade do Humanismo Cristão
Chile
Instituto de Pesquisa Econômica
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Universidade Intercultural de Nacionalidades e Povos Indígenas Amawtay Wasi
Equador
Centro de Estudos Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Universidade Central do Equador
Equador
Casa das Américas
Cuba
Programa de Pós-Graduação em Estudos Latino-Americanos
Área de Coordenação de Pós-Graduação, Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Universidade Nacional de La Plata - Instituto Universitário da Polícia Federal Argentina
Argentina
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Faculdade de Psicologia, Universidade Central do Chile
Universidade Central do Chile
Chile
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Faculdade de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional
Costa Rica
Universidade Autônoma da Cidade do México
Coordenação acadêmica
Universidade Autônoma da Cidade do México
México
Universidade Central do Equador
Equador
Universidade Central do Equador
Equador
Universidade Federal de Juiz de Fora, Campus Governador Valadares e Programa de Pós-Graduação em Direito, UNIRIO
Brasil
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Universidade Autônoma da Cidade do México
Coordenação acadêmica
Universidade Autônoma da Cidade do México
México
Universidade Central do Equador
Equador