Área temática: Movimentos sociais e ativismo na América Latina e no Caribe
Grupo de trabalhoAnticapitalismos e sociabilidade emergente
[+ Ver produções e conteúdo]Instituto de Filosofia e Ciências Sociais, Universidade Federal do Rio de Janeiro (IFCS/UFRJ)
Brasil
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Instituto Cubano de Pesquisa Cultural
Ministério da Cultura
Cuba
O Grupo de Trabalho sobre Anticapitalismo e Sociabilidades Emergentes - ACySE, iniciou suas atividades em 2010, em um contexto regional marcado pela ascensão de governos ditos "pós-neoliberais" (Sader, 2008), "populistas" (Svampa, 2015), "progressistas" (Modonessi, 2015), "socialistas do século XXI" (Chavez, 2005? Correa, 2010) ou "neodesenvolvimentistas" (Boito Jr, 2010? Feliz, López e García, 2016) dentro de um momento de transição e experimental (Santos, 2007), uma "crise civilizacional" (Borón, 2009), "políticas selvagens" (Tapia, 2008) ou uma "crise da colonialidade do poder e do saber" (Lander, 2003).
Os debates iniciais foram moldados pelo contexto singular e pelas diferentes denominações ou caracterizações que a situação latino-americana e caribenha recebeu dentro das diversas posições teóricas e políticas daqueles que participaram do Grupo de Trabalho. Como resultado dos encontros e do trabalho realizado durante o primeiro período do Grupo de Trabalho, destacam-se duas publicações coletivas, que testemunham as trocas que ocorreram em torno da caracterização do que denominamos "lutas anticapitalistas" no período de 2010 a 2015. Essas lutas foram problematizadas a partir de dois eixos analíticos complementares: a descrição das experiências "de dentro" (tarefa que, em cada caso, envolveu uma reflexão sobre os projetos e práticas políticas existentes "de baixo" e para além das instituições dominantes) e a análise das disputas contra-hegemônicas que essas experiências enfrentaram tanto contra o sistema capitalista moderno/colonial quanto contra o Estado em suas mais heterogêneas conceitualizações (principalmente a partir de perspectivas marxistas e anarquistas) e caracterizações conjunturais.
A relação entre as diversas lutas anticapitalistas e as instituições “progressistas” dominantes durante o período de 2010-2015 foi central para nossas questões e análises. Nesse sentido, compartilhamos resultados de pesquisas e desenvolvemos uma proposta coletiva com o objetivo de descrever como as lutas sociais e os movimentos sociais emergentes na América Latina e no Caribe tomaram forma, seu lugar nos principais repertórios de ação dos movimentos sociais da região e os avanços políticos que alcançaram em um contexto de relativa permissividade e incorporação de demandas sociais na agenda de políticas públicas (Maneiro, 2018; 2019).
Nos últimos anos, desde 2015, temos testemunhado uma transformação drástica do cenário internacional, num contexto de forte intervenção dos EUA na América Latina, apoiada pela ascensão política de grupos de extrema-direita em diversos governos latino-americanos (Brasil, Chile, Colômbia, Argentina). A estrutura capitalista, acentuada e baseada no desenvolvimento econômico desigual, impôs o ônus do ajustamento social à classe trabalhadora, aumentando os índices de emprego precário e informal. Um sistema extrativista que ataca os espaços comunitários e uma ressurgência da violência institucional, perpetrada por forças de segurança e grupos paramilitares, exacerbaram sua virulência num contexto sombrio de direitos humanos.
Nesse sentido, o Grupo de Trabalho concentrou-se, no período de 2016 a 2019, na interpretação e caracterização da reconfiguração do panorama político latino-americano e caribenho, reconsiderando as formas de resistência e as lutas anticapitalistas de diversos sujeitos coletivos, levando em conta as consequências e repercussões, em termos de continuidades e mudanças em relação ao período anterior, tanto na relação das organizações sociais com o capital quanto na sua relação com o Estado. Esses diversos estudos motivaram a publicação de um terceiro livro que aborda movimentos de auto-organização e lutas pela reexistência a partir de processos de subjetividade entrelaçados com as artes, as comunidades ou os feminismos, e as identificações políticas emergentes, em diferentes espaços da América Latina e do Caribe insular.
Vale ressaltar que o período de 2019 a 2022 foi drasticamente impactado pela pandemia de COVID-19, conforme detalhado no primeiro boletim da ACySE. Consequentemente, tivemos que nos adaptar às novas circunstâncias, concentrando muitas de nossas atividades e esforços na compreensão dos efeitos da pandemia em nossas comunidades, particularmente nas transformações das relações de trabalho, nas práticas e ações de diversas organizações sociais, trabalhistas e políticas, e na observação dos efeitos da quarentena nas relações de gênero e no aumento da violência institucional, nos padrões de conflito, nas formas de resistência social e nas condições de moradia e de vida de diferentes setores sociais vulneráveis. Os resultados foram publicados em diversos boletins de trabalho e em um livro a ser lançado, bem como em artigos em revistas científicas, em conferências e workshops, e em intervenções em debates e ações públicas.
Durante esse período, o Grupo de Trabalho também se comprometeu com novas formas de intervenção, fomentando, por meio do Seminário Virtual Anticapitalismos e Sociabilidades Emergentes: Debates e Horizontes de Possibilidades (2020), uma abordagem reflexiva de diversos estudantes em diferentes países sobre a questão das lutas sociais com potencial disruptivo, como um compromisso com a educação crítica/emancipatória; a produção de boletins com impacto na agenda pública; o diálogo com outros Grupos de Trabalho com discussões sobre as experiências de disputas territoriais e lutas sociais na América Latina e no Caribe, como no fórum Territórios, lutas e r-existências: Horizontes comunitários diante da reprodução das desigualdades do capitalismo na América Latina e no Caribe (Conferência CLACSO 2022), que contou com a participação de diversas organizações comunitárias, sociais e políticas; o surgimento de programas de estudo em diversas Universidades e Institutos sobre Anticapitalismos e Sociabilidades Emergentes, com compromissos com o trabalho metodológico e eixos de debate em conferências e cursos; e apoiando as lutas dos movimentos sociais na Argentina, Brasil, México, Cuba e Equador, com contatos específicos e abordagens concretas aos processos de mudança.
Para garantir nossa quinta renovação, nossa proposta mantém a missão de examinar e analisar criticamente os significados e desafios de certas experiências organizacionais latino-americanas e caribenhas que se destacam por propor a construção de espaços alternativos diante das dinâmicas atuais de acumulação, exploração, discriminação e dominação, considerando o novo contexto de disputas na região entre a extrema direita e os movimentos progressistas. Buscamos promover uma perspectiva analítica transdisciplinar e coletiva, com contribuições da sociologia, ciência política, história social e política, antropologia, estudos culturais e outras disciplinas, em consonância com os desafios enfrentados pelas ciências sociais na região e na realidade continental. Por um lado, trata-se de dar continuidade ao processo de reflexão, registro e acompanhamento de experiências de produção social e criação de conhecimento e poder com níveis de autonomia e, por outro, de um exercício que, além da análise de cenários locais e de época, propõe estabelecer marcos comparativos entre diferentes momentos políticos, considerando que uma das variáveis a serem levadas em conta é o grau de influência dos cenários macropolíticos sobre as dinâmicas das "sociabilidades emergentes" aqui analisadas.
Beigel, Fernanda 2006 “Vida, morte e ressurreição das “teorias da dependência” em Crítica e teoria no pensamento social latino-americano (Buenos Aires: CLACSO), pp. 287 ¬ 326.
Boito Jr., Armando 2012 “As bases políticas do neodesenvolvimentismo”, Trabalho apresentado na edição 2012 do Fórum Econômico da FGV (São Paulo).
Borón, Atilio 2009 Crise Civilizacional e Agonia do Capitalismo. Diálogos com Fidel Castro (Buenos Aires: Editorial Luxemburgo).
Câmara, Paula; Armando Chaguaceda, Blanca S. Fernández e Florencia Puente (coord.) 2015. Prefigurando o político. Disputas contra-hegemônicas na América Latina (Buenos Aires: CLACSO, El Colectivo, Último Recurso).
Chaguaceda, Armando e Cassio Brancaleone (coords.) 2012 Sociabilidades emergentes e mobilizações sociais na América Latina (Buenos Aires: CLACSO).
Chávez Frías, Hugo 2005 “Palavras Inaugurais IV Cúpula sobre Dívida Social e Carta Social das Américas” (Caracas), 25 de fevereiro.
Correa, Rafael 2010 “A crise econômica e a mudança progressiva na América Latina”, Conferência na Universidade de Montevidéu (Montevidéu), 1 de março.
Cueva, Agustín 2012 (1979) “Problemas e perspectivas da teoria da dependência”, em Agustín Cueva. Ensaios sociológicos e políticos (Quito: Ministério da Coordenação Política e Governos Autônomos Descentralizados), pp. 73-98.
Féliz, Mariano, López, E. e García, M. (coords.) 2016 Desmontagem do modelo. Desenvolvimento, conflito e mudança social após uma década de neodesenvolvimentismo (Buenos Aires: Editorial El Colectivo).
Lander, Edgardo (org.) 2003 A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais. Perspectivas latino-americanas (Havana: Editorial de Ciencias Sociales)
Maneiro, María (2018) “A luta das organizações de trabalhadores desempregados nos últimos anos do Kirchnerismo. Análise do processo de protesto ligado ao programa 'Argentina Obras'”, Sociohistórica 42, pp. 1-28.
Maneiro, María (2019) Entre assistência, emprego e autogestão. As representações sociais dos membros de uma cooperativa de trabalho da Frente Popular “Darío Santillán” no Programa “Argentina Obras”, Revista de Estudos Sociais e Marítimos, 15, pp. 3-38.
Marini, Ruy Mauro 1999 “Os fundamentos da dependência na economia de exportação” em Marini, Ruy Mauro e Dos Santos, Thetonio Pensamento social latino-americano no século XX (Caracas: UNESCO), pp. 375-397.
Modonesi, Massimo 2015 “Fim da hegemonia progressista e virada regressiva na América Latina” em Viento Sur No. 142, Ano XXIV, outubro, pp. 23-30.
Quijano, Anibal e Wallerstein, Imannuel 1992 “Americanidade como um conceito, ou as Américas no sistema mundial moderno”, International Social Science Journal, Vol. 134, No. 1 (Paris), pp. 549-557.
Sader, Emir 2008 Refundando o Estado. Pós-neoliberalismo na América Latina. (Buenos Aires: CTA Editions)
Santos, Boaventura de Sousa 2007 “A Reinvenção do Estado e o Estado Plurinacional” em OSAL nº 22. (Buenos Aires: CLACSO).
Santos, Boaventura de Sousa (2018), construindo as epistemologias do sul, vol. 1, (Buenos Aires: CLACSO).
Svampa, Maristella 2015 “América Latina: das Novas Esquerdas aos Populismos de Alta Intensidade” em Memoria, Revista de Crítica Militante nº 256 (México), novembro. Disponível em http://revistamemoria.mx/?p=702
Tapia, Luis 2008 Política Selvagem. La Paz: CLACSO, Muela del Diablo, Comuna.
O coletivo ACySE surgiu há uma década como uma rede colaborativa de pesquisadores e ativistas latino-americanos, impulsionada por uma única questão epistemológica, teórica, metodológica e política: que tipos de conhecimento e experiências podem surgir da interseção dinâmica entre pesquisa acadêmica e ativismo social? Buscando respostas para esse problema complexo, vasto e diverso, a equipe trabalhou em seu livro mais recente (2020) e nos boletins de trabalho 2, 3 e 4.
A teoria social moderna foi em grande parte construída como uma afirmação intelectual do mundo capitalista moderno; esta é praticamente uma afirmação incontestável. No entanto, esse projeto cognitivo também teve sua contraparte, expressa em um forte movimento crítico e reflexivo dirigido contra o capitalismo, sob a bandeira do socialismo, seja em suas versões anarquistas ou marxistas.
Dentro dessas versões, o aspecto anticapitalista da teoria social moderna manifestou-se no século XIX e ao longo de grande parte do século XX. A expressão "anticapitalismo", inicialmente delineada na linguagem marxista hegemônica, está ligada a processos específicos de resistência à modernização e à modernidade, caracterizados por uma sobrevivência histórica e socialmente residual do passado. Essas são algumas das ideias iniciais que explicam o significado atribuído ao termo "anticapitalismo" pelas correntes dominantes do pensamento marxista até quase o final do século XX.
Na década de 1990, as lutas e os movimentos de alterglobalização permitiram o surgimento de uma nova posição enunciativa para o termo anticapitalismo, para além de sua designação exclusiva como perspectiva militante, ideologia, discurso ou projeto político, ao considerá-lo como uma realidade empírica específica. Esses desenvolvimentos foram sintomáticos das metamorfoses vivenciadas pelo capitalismo na segunda metade do século XX. Novas dinâmicas de acumulação dentro de um movimento global de flexibilização e estreitamento dos circuitos econômicos, combinadas com uma redução na função e nos serviços públicos prestados pelo Estado, particularmente devido à perda de efetividade de direitos que pareciam ser conquistas consolidadas, fragmentaram a própria construção social da identidade da classe trabalhadora como força motriz da ação coletiva (Bell, 1991; Castel, 1998; Negri & Hardt, 2005).
Paralelamente à ascensão desse capitalismo dominado por grandes conglomerados financeiros e corporativos, o nível de interação social foi reforçado pelo "vazio" deixado pela dissolução das experiências socialistas lideradas pelo Estado e pela burocratização dos partidos políticos e sindicatos por meio de sua integração ao Estado, que é dominado pelas mensagens de grandes marcas e oligopólios midiáticos (Klein, 2001). Esse capitalismo tentou, e continua tentando, incutir no imaginário social a ideia de um mundo sem antagonistas (Boultanski & Chiapelo, 2002; Virno, 2008).
Este é precisamente o capitalismo que se confrontou com o levante zapatista de 1994 e com as subsequentes rebeliões antiglobalização. Essa estrutura conceitual serviu como palco para a compreensão e o desenvolvimento das complexidades tanto das lutas anticapitalistas quanto das estruturas sociais emergentes no contexto da reconfiguração do campo político latino-americano e caribenho. Permitiu-nos também cultivar uma distinção analiticamente útil, representada por duas dimensões que podem ser situadas dentro do conceito de anticapitalismo: primeiro, a dimensão discursiva, normativa ou ideológica, ligada ao discurso político e às ideias que possuem poder operante e que, ao influenciarem o imaginário social, configuram o campo de possibilidades para a ação política; e segundo, a dimensão empírica, entendida como processos, estruturas sociais, relações ou organização social, como pode ser visto em nosso livro mais recente (2020).
Essa bidimensionalidade do conceito de anticapitalismo aponta para dois aspectos que podem estar interconectados, embora não necessariamente. Por um lado, existe um discurso de resistência voltado para a superação das sociedades capitalistas — a intenção, por parte de certos agentes sociais, de reformar ou romper com o sistema vigente e caminhar em direção a outros modelos de ordem social. Por outro lado, existe o conjunto de processos ou fenômenos sociais nas esferas da sociedade, da economia, da política e da cultura que prefiguram relações sociais que podem ser consideradas uma ameaça à dinâmica atual de acumulação, dominação e exploração (López, 2015).
A partir do próprio conteúdo ou das expressões dessas representações e práticas supracitadas, empregamos o conceito de sociabilidades emergentes, mas de uma maneira muito particular, para dar conta de seus elementos mais empíricos do que discursivos. É importante esclarecer aqui que relações de cooperação, horizontalidade, apoio mútuo, respeito às diferenças, etc., não significam anticapitalismo e não são sociabilidades emergentes. Elas só podem ser consideradas sociabilidades emergentes na medida em que estimulam, encorajam e promovem certas disposições interativas que, em seu conjunto e em sua articulação, empoderam sujeitos e dinâmicas de auto-organização que materializam elementos potenciais para a constituição de configurações socio-históricas libertadoras (Brancaleone, 2015). O caso mais ilustrativo é o experimento de autogoverno zapatista; Não são insignificantes as várias formas de controle e gestão coletiva do trabalho em algumas fábricas e/ou cooperativas recuperadas na Argentina e no Uruguai, as experiências de vida comunitária em territórios periféricos e favelas, os assentamentos rurais e terras recuperadas de camponeses, indígenas e quilombolas, os coletivos juvenis de ação cultural em centros urbanos, os circuitos de escambo ou trocas que regeneram os tecidos comunitários, etc. (Zibechi, 2008).
Apesar das transformações que reconfiguraram as sociedades e os atores sociais no último quarto de século, o capitalismo continua a produzir seus antagonistas. Embora ainda seja válido considerar o classismo como um paradigma relevante para a organização das lutas sociais contra o capital, é verdade que os fenômenos decorrentes da fragmentação da classe trabalhadora e da incorporação de muitos de seus membros nas esferas institucionais de poder abriram espaço para um novo florescimento de movimentos que compartilham aspectos que poderíamos chamar de antissistêmicos e anticapitalistas.
Nesta etapa, será crucial identificar e caracterizar essas estruturas sociais renovadas e emergentes à luz das transformações no contexto regional. Para o próximo período de trabalho (2022-2025), pretendemos discutir o quadro conceitual que desenvolvemos ao longo dos anos como Grupo de Trabalho, buscando ampliar os horizontes de análise com as categorias e experiências coletivas que emergiram e foram (re)configuradas como respostas à transformação do cenário político latino-americano e caribenho (referindo-nos especificamente ao caso cubano, que apresenta um desafio adicional).
Com base nos objetivos definidos neste novo projeto, pretendemos abordar as seguintes linhas de pesquisa: Transdominação, democratização versus o avanço do autoritarismo e repertórios protofascistas adquirem nova centralidade à luz da dinâmica política atual; Economia popular, situada entre a transdominação e o anticapitalismo, onde propomos examinar as experiências de cooperativas e empresas recuperadas por trabalhadores no Cone Sul; Interculturalidades, racismos e feminismos, que demonstram grande potencial para reflexão, pesquisa e aprendizado; Utopia, natureza e justiça, visto que os projetos utópicos são ambivalentes diante do regime capitalista. O objetivo é investigar, utilizando o método utópico (Ávila, 2019), como o capitalismo e seus regimes de natureza subvertem o capitalismo.
Bell, Daniel. A Chegada da Sociedade Pós-Industrial. Madrid: Alianza Editorial: 1991.
Castle, Robert. Como metamorfoses da busca social: uma crônica da obra. Petrópolis, RJ: Voices, 1998.
Escobar, A. (1999). O fim do selvagem: natureza, cultura e política na antropologia contemporânea. Bogotá: ICAN, CEREC.
Hardt, Michael e Negri, Antonio, Multidão, Rio de Janeiro: Record, 2005.
Boltanski, Luc e Chiapello, Eve. O Novo Espírito do Capitalismo. Madrid: Ed. Akal, 2002.
Brancaleone, Cassio. Teoria social, democracia e autonomia: uma interpretação da experiência zapatista de autogoverno. Rio de Janeiro: Azougue, 2015.
KLEIN, Noemi. Sem logotipo: o poder das marcas. Barcelona: Paidos Ibérica, 2001.
López López, Erika Liliana (2015) “As potencialidades emancipatórias de um direito não estatal. O caso do sistema comunitário de segurança, justiça e reeducação (Polícia Comunitária) da Costa Chica e região montanhosa de Guerrero, México”, Tese de Doutorado, Doutorado em Estudos Políticos e Sociais, Faculdade de Ciências Políticas e Sociais, UNAM.
Virno, Paulo. Gramática da Multidão. Buenos Aires: Colihué, 2008
Zibechi, Raul. Autonomias e emancipações: América Latina em movimento. Bajo Tierra Sísifo Edições, México, 2008.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
certas sociabilidades
emergentes e sua relação antagônica e/ou contraditória com
capital e com o Estado, em um
uma situação que está atualmente emergindo como
conservador, no contexto de disputa com os novos governos da onda progressista.
comparação de sociabilidade
propostas emergentes e anticapitalistas dos atores
estudos sociais conduzidos por membros do GT
Publicado em periódicos indexados, livros e boletins de trabalho.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
resistência anticapitalista e
divulgar os resultados da pesquisa realizada no âmbito do grupo em diversas áreas (conferências, fóruns nacionais e
publicações internacionais em
revistas especializadas e a publicação de livros pela própria GT, no ensino universitário e através de processos de educação popular com grupos próximos a
nosso GT).
social.
acadêmico ou social.
Entrevistas e artigos em jornais e revistas científicas.
Artigos para o Boletim de Empregos.
Reuniões com organizações sociais para refletir sobre os resultados dos processos de pesquisa e o potencial da ação coletiva.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Os membros do GT têm participado ativamente ou estado associados aos grupos que foram objeto do estudo, a fim de compartilhar os resultados do
pesquisa, as experiências de outros grupos que poderiam
para serem incorporadas na própria luta e nas metodologias de pesquisa-ação participativa, colocando
ênfase nas formas de relacionamento entre organizações sociais e o Estado e, especificamente, no quê
que aborda o impacto da luta na concepção e formulação de importantes políticas públicas.
Estratégico a curto e médio prazo. Este objetivo inclui o relacionamento com redes sociais, coletivos artísticos e produtoras.
independentes, cooperativas,
Sindicatos, entidades comunitárias, centros de formação autónomos, bem como entidades confederadas de militância a diferentes níveis (local, nacional, regional, continental e planetário) em torno das causas investigadas pela GT.
implementos.
programado no objetivo 1:
a. Vários encontros com
organizações sociais do
países da região onde
As estratégias serão discutidas.
Perspectivas de curto, médio e longo prazo nas lutas anticapitalistas. Isso inclui reflexões sobre a situação política atual, mas também sobre a estratégia de longo prazo.
b. Troca, de acordo com o
características dos países, com
segmentos das comunidades
popular e acadêmico
envolvido, bem como o
Sociabilidades e movimentos sociais emergentes em estudo, dos problemas explicitados pelo trabalho do GT. c. Relatórios e memórias das atividades que serão realizadas em coordenação com
Essas organizações sociais fornecerão informações que serão posteriormente utilizadas nas discussões do GT. Objetivo 2. a e b Criação de condições para
trabalho e socialização em espaços reais (locais) e virtuais (internet) para membros de
GT em Cuba e das interações sociais
estudado, por meio de apoio
dos centros cubanos de
CLACSO ou outras instituições em
cooperação com a GT; uso público
amplas capacidades
gerado em harmonia com o
resultados obtidos pelo
GT, para conscientização
solidariedade anticapitalista de
segmentos sensíveis do
Sociedade cubana.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Eles estudam os movimentos de
insubordinação contra o Estado e contra o capital, bem como com
redes que trabalham em projetos alternativos, que nós poderíamos
considere as sociabilidades emergentes, como as chamadas redes alternativas de economia solidária, ou movimentos que
Eles defendem o espírito comunitário,
particularmente dos movimentos indígenas no
continente.
movimentos alternativos
anticapitalistas (anarquistas,
comunistas, povos indígenas,
feministas, ambientalistas, anticolonialistas, defensores da economia solidária, da cooperação Sul-Sul e outros) para a discussão dos eixos centrais de pesquisa da GT e para a colaboração horizontal.
2. Articulação com programas de pesquisa regionais e internacionais que façam parte de linhas de análise e propostas semelhantes.
3. Expansão da rede criada no Brasil: o capítulo brasileiro do GT ACySE, formalmente registrado no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNDCT) sob o nome de Grupo de Pesquisa Anticapitalismos e Sociabilidades Emergentes (GPASE), está sediado na UFFS Erechim, mas colabora com pesquisadores em outras partes do país. Esse mesmo grupo continuará a expandir as redes que estabeleceu com movimentos sociais e de base no sul do Brasil.
4. Este mesmo GPASE continuará a gerir a Cátedra “Movimentos Sociais e Sociabilidades Emergentes”, que enriquece o debate teórico seguindo o quadro teórico da GT. Esta cátedra baseia-se numa
Mestrado criado em 2015, que faz parte do Programa Interdisciplinar de Pós-Graduação em Ciências Humanas (PPGICH) de
a UFFS, Erechim.
5. A GPASE e a GT ACySE continuarão a fortalecer o Seminário de Pós-Graduação, vinculado à Associação Nacional de Pós-Graduação em Ciências Sociais (Brasil), do qual participam mestrandos e doutorandos.
Pesquisa na linha de trabalho do GT ACySE.
6. Realização de atividades no Centro de Pesquisa Interdisciplinar
(CIP) da Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero, São Paulo.
7. Colaboração com o Núcleo de
Estudos Ideologias e Lutas Sociais, da Pontífice Universidade Católica (PUC) de São Paulo.
8. Estabelecer ligações com a GALFISA, a Sociedade Cubana de Psicologia, e com o projeto da UE sobre subjetividades na revolução, coordenado por Martin Holbraad (Reino Unido).
9. Estabelecer relações de trabalho com a Federação Anarquista do Caribe e da América Central.
Objetivo: a. Fazer parte de redes de movimentos sociais, organizações sociais e programas acadêmicos que
Eles propõem alternativas à civilização capitalista, uma participação que pode ser presencial.
(reuniões de vários tipos) ou
redes virtuais, por exemplo, redes
alternativas econômicas
solidariedade, as internacionais de
esquerda e outras redes semelhantes.
b. Para criar um banco de dados,
diretório ou plataforma de
informação virtual (de acordo com
recursos disponíveis) do
sociabilidades emergentes
estudadas e redes ou organizações com as quais se articula.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
certas sociabilidades
emergentes e sua relação antagônica e/ou contraditória com
capital e com o Estado, em um
uma situação que está atualmente emergindo como
conservador, no contexto de disputa com os novos governos da onda progressista.
Presencialmente ou virtualmente, dependendo
recursos disponíveis, para
especificar critérios para
comparação e geração de um
proposta de caracterização
comparação de sociabilidade
emergentes e propostas
atores anticapitalistas
estudos sociais por
membros do GT.
Publicado em revistas indexadas, livros e no GT Working Bulletin.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
resistência anticapitalista e
divulgar os resultados da pesquisa realizada no âmbito do grupo em diversas áreas (conferências, fóruns nacionais e
publicações internacionais em
revistas especializadas e a publicação de livros pela própria GT, no ensino universitário e através de processos de educação popular com grupos próximos a
nosso GT).
social.
acadêmico ou social.
Entrevistas e artigos em jornais.
Palestras e conferências.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Os membros do GT têm participado ativamente ou estado associados aos grupos que foram objeto do estudo, a fim de compartilhar os resultados do
pesquisa, as experiências de outros grupos que poderiam
para serem incorporadas na própria luta e nas metodologias de pesquisa-ação participativa, colocando
ênfase nas formas de relacionamento entre organizações sociais e o Estado e, especificamente, no quê
que aborda o impacto da luta na concepção e formulação de importantes políticas públicas.
Estratégico a curto e médio prazo. Este objetivo inclui o relacionamento com redes sociais, coletivos artísticos e produtoras.
independentes, cooperativas,
Sindicatos, entidades comunitárias, centros de formação autónomos, bem como entidades confederadas de militância a diferentes níveis (local, nacional, regional, continental e planetário) em torno das causas investigadas pela GT.
organizações sociais do
países da região onde
As estratégias serão discutidas.
Perspectivas de curto, médio e longo prazo nas lutas anticapitalistas. Isso inclui reflexões sobre a situação política atual, mas também sobre a estratégia de longo prazo. Troca, de acordo com o
características dos países, com
segmentos das comunidades
popular e acadêmico
envolvido, bem como o
Sociabilidades e movimentos sociais emergentes em estudo, bem como os problemas explicitados pelo trabalho do Grupo de Trabalho. Relatórios e resumos das atividades que serão realizadas em coordenação com
Essas organizações sociais fornecem informações que serão posteriormente utilizadas nas discussões do GT.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Eles estudam os movimentos de
insubordinação contra o Estado e contra o capital, bem como com
redes que trabalham em projetos alternativos, que nós poderíamos
considere as sociabilidades emergentes, como as chamadas redes alternativas de economia solidária, ou movimentos que
Eles defendem o espírito comunitário,
particularmente dos movimentos indígenas no
continente.
2. Ligação com programas
pesquisa regional e
Organizações internacionais que seguem linhas de análise e propostas semelhantes.
3. Expansão da rede criada
No Brasil: o capítulo brasileiro
da GT ACySE, que alcançou seu
formalização no Conselho
Corpo Nacional de Investigações
MCT, sob o nome de Grupo
de Pesquisa Anticapitalista e
Sociabilidades emergentes
(GPASE), com base no
UFFS Erechim, mas isso é
articula-se com pesquisadores em
outras partes do país. Esse mesmo grupo continuará a expandir as redes criadas com movimentos sociais e populares na região sul do Brasil.
4. Este mesmo GPASE continuará a gerir a Cátedra “Movimentos Sociais e Sociabilidades Emergentes”, que enriquece o debate teórico seguindo os eixos teóricos da GT.
A cadeira é baseada em um
domínio criado em 2015, o
que faz parte do Programa de
Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em
Ciências Humanas (PPGICH) de
a UFFS, Erechim.
5. O GPASE e o GT ACySE
continuará a fortalecer o
Seminário de Estudos
Estudantes de pós-graduação, vinculados ao
Associação Nacional de
Estudos de pós-graduação em Ciências Sociais
(Brasil), no qual eles participam
estudantes de mestrado e
doutorado que eles estão cursando
pesquisa nessa linha de
Trabalho do GT ACySE.
6. Realização de atividades no Centro de Pesquisa Interdisciplinar
(CIP) da Faculdade de
Comunicação Social Cásper
Líbero, São Paulo.
7. Colaboração com o Núcleo de
Estudos, ideologias e lutas
Social, do Pontifício
Universidade Católica (PUC)
Paulistana.
8. Estabelecer vínculos com
GALFISA, a Sociedade Cubana
de Psicologia, e o projeto de
a UE sobre subjetividades em
revolução, coordenada por
Martin Holbraad (Reino Unido).
9. Estabelecer ligações de
Eu trabalho com a Federação.
Anarquista caribenho e
América Central.
Objetivo: a. Fazer parte de redes de movimentos sociais, organizações sociais e programas acadêmicos que
Eles propõem alternativas à civilização capitalista, uma participação que pode ser presencial.
(reuniões de vários tipos) ou
redes virtuais, por exemplo, redes
alternativas econômicas
solidariedade, as internacionais de
esquerda e outras redes semelhantes.
b. Para criar um banco de dados,
diretório ou plataforma de
informação virtual (de acordo com
recursos disponíveis) do
sociabilidades emergentes
estudadas e redes ou organizações com as quais se articula.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
certas sociabilidades
emergentes e sua relação antagônica e/ou contraditória com
capital e com o Estado, em um
uma situação que está atualmente emergindo como
conservador, no contexto de disputa com os novos governos da onda progressista.
Presencialmente ou virtualmente, dependendo
recursos disponíveis, para
especificar critérios para
comparação e geração de um
proposta de caracterização
comparação de sociabilidade
emergentes e propostas
atores anticapitalistas
estudos sociais por
membros do GT.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
resistência anticapitalista e
divulgar os resultados da pesquisa realizada no âmbito do grupo em diversas áreas (conferências, fóruns nacionais e
publicações internacionais em
revistas especializadas e a publicação de livros pela própria GT, no ensino universitário e através de processos de educação popular com grupos próximos a
nosso GT).
social.
Realizar uma reunião de encerramento para analisar o trabalho realizado com as organizações sociais e os pesquisadores do Grupo de Trabalho.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Os membros do GT têm participado ativamente ou estado associados aos grupos que foram objeto do estudo, a fim de compartilhar os resultados do
pesquisa, as experiências de outros grupos que poderiam
para serem incorporadas na própria luta e nas metodologias de pesquisa-ação participativa, colocando
ênfase nas formas de relacionamento entre organizações sociais e o Estado e, especificamente, no quê
que aborda o impacto da luta na concepção e formulação de importantes políticas públicas.
Estratégico a curto e médio prazo. Este objetivo inclui o relacionamento com redes sociais, coletivos artísticos e produtoras.
independentes, cooperativas,
Sindicatos, entidades comunitárias, centros de formação autónomos, bem como entidades confederadas de militância a diferentes níveis (local, nacional, regional, continental e planetário) em torno das causas investigadas pela GT.
organizações sociais do
países da região onde
as estratégias de
Perspectivas de curto, médio e longo prazo nas lutas anticapitalistas. Isso inclui reflexões sobre a situação política atual, mas também sobre a estratégia de longo prazo. Troca, de acordo com o
características dos países, com
segmentos das comunidades
popular e acadêmico
envolvido, bem como o
Sociabilidades e movimentos sociais emergentes em estudo, bem como os problemas explicitados pelo trabalho do Grupo de Trabalho. Relatórios e resumos das atividades que serão realizadas em coordenação com
Essas organizações sociais fornecem informações que serão posteriormente utilizadas nas discussões do GT.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Eles estudam os movimentos de
insubordinação contra o Estado e contra o capital, bem como com
redes que trabalham em projetos alternativos, que nós poderíamos
considere as sociabilidades emergentes, como as chamadas redes alternativas de economia solidária, ou movimentos que
Eles defendem o espírito comunitário,
particularmente dos movimentos indígenas no
continente.
movimentos alternativos
anticapitalistas (anarquistas,
comunistas, povos indígenas,
feministas, ambientalistas, anticolonialistas, defensores da economia solidária, da cooperação Sul-Sul e outros) para a discussão dos eixos centrais de pesquisa da GT e para a colaboração horizontal.
2. Articulação com programas de pesquisa regionais e internacionais que façam parte de linhas de análise e propostas semelhantes.
3. Expansão da rede criada no Brasil: o capítulo brasileiro do GT ACySE, formalmente registrado no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNDCT) sob o nome de Grupo de Pesquisa Anticapitalismos e Sociabilidades Emergentes (GPASE), está sediado na UFFS Erechim, mas colabora com pesquisadores em outras partes do país. Esse mesmo grupo continuará a expandir as redes que estabeleceu com movimentos sociais e de base no sul do Brasil.
4. Este mesmo GPASE continuará a gerir a Cátedra “Movimentos Sociais e Sociabilidades Emergentes”, que enriquece o debate teórico seguindo o quadro teórico da GT. Esta cátedra baseia-se numa
Mestrado criado em 2015, que faz parte do Programa Interdisciplinar de Pós-Graduação em Ciências Humanas (PPGICH) de
a UFFS, Erechim.
5. A GPASE e a GT ACySE continuarão a fortalecer o Seminário de Pós-Graduação, vinculado à Associação Nacional de Pós-Graduação em Ciências Sociais (Brasil), do qual participam mestrandos e doutorandos.
Pesquisa na linha de trabalho do GT ACySE.
6. Realização de atividades no Centro de Pesquisa Interdisciplinar
(CIP) da Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero, São Paulo.
7. Colaboração com o Núcleo de
Estudos Ideologias e Lutas Sociais, da Pontífice Universidade Católica (PUC) de São Paulo.
8. Estabelecer ligações com a GALFISA, a Sociedade Cubana de Psicologia, e com o projeto da UE sobre subjetividades na revolução, coordenado por Martin Holbraad (Reino Unido).
9. Estabelecer relações de trabalho com a Federação Anarquista do Caribe e da América Central.
Objetivo: a. Fazer parte de redes de movimentos sociais, organizações sociais e programas acadêmicos que
Eles propõem alternativas à civilização capitalista, uma participação que pode ser presencial.
(reuniões de vários tipos) ou
redes virtuais, por exemplo, redes
alternativas econômicas
solidariedade, as internacionais de
esquerda e outras redes semelhantes.
b. Para criar um banco de dados,
diretório ou plataforma de
informação virtual (de acordo com
recursos disponíveis) do
sociabilidades emergentes
estudadas e redes ou organizações com as quais se articula.
Número total de pesquisadores admitidos: 40
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Departamento de Ciências Humanas da Universidade Nacional do Sul
Universidade Nacional del Sur
Argentina
Coletivo para Estudos Sociais e Pesquisa
Argentina
Instituto Cubano de Pesquisa Cultural
Ministério da Cultura
Cuba
Centro de Pesquisa sobre a América Latina e o Caribe
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Equador
Equador
Programa de Estudos Latino-Americanos
Universidade Andina Simón Bolívar
Equador
Universidade Estadual Vale do Acaraú
Brasil
Programa de Pós-Graduação em Estudos Latino-Americanos
Área de Coordenação de Pós-Graduação, Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Centro de Pesquisa e Ensino Econômico AC
México
Instituto de Estudos Sociais em Contextos de Desigualdades
Universidade Nacional José C. Paz
Argentina
Instituto Cubano de Pesquisa Cultural
Ministério da Cultura
Cuba
Centro de Estudos Interdisciplinares Jurídicos e Sociais
Faculdade de Direito e Ciências Sociais
Universidade ICESI
Colômbia
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Aliança Global de Comunidades Territoriais
Brasil
Programa de Pós-Graduação em Estudos Latino-Americanos
Área de Coordenação de Pós-Graduação, Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Instituto Federal de Ciências e Tecnologia do Amapá
Brasil
Instituto Cubano de Pesquisa Cultural
Ministério da Cultura
Cuba
Universidade Nacional de Avellaneda
Argentina
Instituto de Estudos Ecológicos do Terceiro Mundo
ONGs
Equador
Instituto Cubano de Pesquisa Cultural
Ministério da Cultura
Cuba
Instituto Cubano de Pesquisa Cultural
Ministério da Cultura
Cuba
Universidade Casper Líbero
Brasil
Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS)
Brasil
Instituto de Filosofia
Ministério da Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente
Cuba
Universidade Autônoma de Santo Domingo
República Dominicana
Instituto de Estudos Ecológicos do Terceiro Mundo
ONGs
Equador
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Centro de Humanidades
Universidade Estadual do Ceará
Brasil
Instituto de Estudos Ecológicos do Terceiro Mundo
ONGs
Equador
Núcleo de Estudos Superiores Amazônicos, da Universidade Federal do Pará (NAEA/UFPA)
Brasil
Instituto Cubano de Pesquisa Cultural
Ministério da Cultura
Cuba
Departamento de Ciências Humanas da Universidade Nacional do Sul
Universidade Nacional del Sur
Argentina
Instituto Cubano de Pesquisa Cultural
Ministério da Cultura
Cuba
Instituto de Filosofia e Ciências Humanas
Pós-graduação em Filosofia e Ciências Humanas
Universidade Estadual de Campinas
Brasil
Departamento de Ciências Sociais
Universidade de Monterrey
México
Instituto Cubano de Pesquisa Cultural
Ministério da Cultura
Cuba
Centro de Pesquisa Interdisciplinar em Ciências e Humanidades
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Instituto de Filosofia e Ciências Sociais, Universidade Federal do Rio de Janeiro (IFCS/UFRJ)
Brasil
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina