Área temática: Ruralidades
Grupo de trabalhoAgroecologia política
[+ Ver produções e conteúdo]Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Corporação Universitária Minuto de Deus
Colômbia
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais - Programa Uruguai
Uruguai
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais. Universidade Autônoma de Querétaro.
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais.
Universidade Autônoma de Querétaro,
México
A América Latina e o Caribe, assim como o resto do mundo, enfrentam as consequências ambientais extremamente graves do modelo agroindustrial e do sistema agroalimentar corporativo (McMichael, 2006). Trata-se de um sistema tecnológico, econômico e cultural que, ao funcionar de forma análoga a um processo metabólico industrial, gera erosão, compactação, salinização, acidificação, perda de matéria orgânica e diminuição da atividade biológica do solo. Também está implicado na drástica redução de insetos devido ao uso de pesticidas e consome 70% da água do mundo, que retorna contaminada ao ciclo hidrológico (MEA, 2015). O agroextrativismo contribui com 12% das emissões globais que causam mudanças climáticas, embora possa ser responsável por até metade de todas as emissões de gases de efeito estufa se todo o sistema alimentar for incluído. Também causa a eutrofização de rios, lagos e costas oceânicas, e está associado ao desmatamento e à consequente perda de biodiversidade (a região perdeu 30% de sua biodiversidade nos últimos 20 anos). Uma monocultura como a da soja, para citar apenas um exemplo emblemático na América Latina, é responsável pelo desmatamento de 20 milhões de hectares no Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Bolívia (WWF 2014). Mas, além do desmatamento, esse modelo insustentável simplificou a complexidade dos ecossistemas, favorecendo a presença de pragas e doenças, o que aumenta a dependência de agrotóxicos, além de reduzir a diversidade biocultural da qual depende o abastecimento alimentar das comunidades, não apenas devido à padronização das lavouras, mas também à introdução de sementes geneticamente modificadas. Podemos afirmar que o setor agroalimentar gera a maior pegada ecológica do mundo, atuando como a maior força motriz das transformações biofísicas no planeta (Tilman 2001; Foley 2005; Weis 2013; Rockström et al. 2017).
O desenvolvimento e a consolidação do regime alimentar corporativo ocorrem sob a égide da globalização neoliberal: uma fase particularmente cruel do capitalismo globalizado que transformou a América Latina e o Caribe na região mais desigual do planeta, com disparidades em nível nacional. Aqui, 32 pessoas acumulam a mesma riqueza que os 300 milhões de pessoas mais pobres (Oxfam, 2015). Quinze mil pessoas, cujo patrimônio líquido ultrapassa US$ 30 milhões, concentram riqueza que poderia ter eliminado a pobreza extrema no Brasil, Colômbia, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua e Peru (XXX). Essa desigualdade extrema se acentua ainda mais quando consideramos que a região também é a mais desigual do mundo em termos de distribuição de terras (Oxfam, 2016). O 1% das maiores propriedades rurais controla mais da metade das terras agrícolas da região; ou seja, essas propriedades controlam mais terras do que os 99% restantes. Mas se considerarmos também a distribuição de terras sob uma perspectiva de gênero, descobriremos que as mulheres representam apenas 12% daqueles que têm acesso e controle sobre as terras beneficiadas pelos processos de reforma agrária.
Este fenômeno, longe de melhorar, agravou-se nos últimos anos. Segundo dados compilados pela LandMatrix (2019), desde 2000, ocorreram transações que afetaram mais de 9 milhões de hectares na América Latina e no Caribe. Essas terras estão sendo utilizadas principalmente para o plantio de monoculturas florestais e monoculturas de soja, palma de óleo, milho e cana-de-açúcar, bem como para a expansão de pastagens (Giraldo, 2015). Se somarmos a grilagem de terras para o agronegócio à desapropriação para projetos extrativistas, como a megamineração, barragens hidrelétricas, extração de hidrocarbonetos e grandes projetos de infraestrutura promovidos por governos, podemos compreender como esse modelo econômico e político predatório e excludente afeta o modo de vida dos habitantes rurais, impedindo que os jovens permaneçam no campo e, assim, exacerbando o grave problema da migração para as cidades e para os Estados Unidos.
Na realidade, o crescimento do modelo agroalimentar deve ser analisado no contexto da pobreza que afeta a região. Em meados desta década, cerca de 165 milhões de pessoas — mais de 25% da população total da região — viviam em situação de pobreza, e cerca de 70 milhões em extrema pobreza (CEPAL, 2015). Atualmente (2018), a situação permanece semelhante, com aproximadamente 30% da população vivendo em situação de pobreza (cerca de 182 milhões de pessoas) e 10.2% em extrema pobreza (cerca de 63 milhões de pessoas) (CEPAL, 2018). A pobreza aumentou de 28.5% em 2014 para 37% em 2017, representando um aumento de 19 milhões de pessoas afetadas (FAO/OPAS/PMA e UNICEF, 2018). As disparidades na pobreza são ainda maiores quando se comparam as áreas urbanas e rurais. Em 2017, quase 50% da população rural vivia em situação de pobreza, e 20% dessa população vivia em extrema pobreza. Da mesma forma, a extrema pobreza urbana aumentou 2.6%, enquanto a pobreza urbana permaneceu relativamente estável nos últimos cinco anos (CEPAL, 2018). A pobreza e a extrema pobreza entre as populações indígenas e afrodescendentes permaneceram constantes durante esta década, mas aumentaram em ambas as categorias entre a população não indígena (CEPAL, 2018: 98). No entanto, as diferenças são marcantes. A pobreza é 10% maior entre as populações indígenas e afrodescendentes do que entre a população não indígena, e a extrema pobreza aumentou constantemente entre a população não indígena, mas é quase 10% menor entre as populações indígenas e afrodescendentes. Em suma, de acordo com essas estatísticas, a extrema pobreza é prevalente nas comunidades rurais, indígenas e afrodescendentes. Ou seja, na área de produção de alimentos em nível regional.
O modelo agroindustrial e corporativo de produção de alimentos falhou em sua promessa de eliminar a fome, trazendo consigo uma epidemia de doenças crônicas degenerativas associadas a uma dieta industrializada. De fato, na região, o número de pessoas que sofrem de fome ou subnutrição aumentou na última década, chegando a quase 40 milhões, ou 6% da população da América Latina e do Caribe. A desnutrição e o sobrepeso são duas consequências resultantes. O sobrepeso infantil afeta 7.5% das crianças menores de 5 anos, ou seja, quase 4 milhões de crianças nessa faixa etária. Quase um quarto da população adulta da região sofre de obesidade, e a tendência indica que, até 2030, esse número aumentará para quase um terço da população adulta da região. Por outro lado, quase 700 mil crianças sofrem de desnutrição aguda. O rápido aumento da fome na região é tamanho que, de 2015 a 2017, cerca de 600 mil pessoas engrossaram as fileiras dos famintos. Haiti e Venezuela são os países onde a fome aumentou mais acentuadamente, enquanto Brasil, Cuba e Uruguai permanecem abaixo da média global nesse aspecto. Na região, os padrões ou hábitos alimentares se transformaram nas últimas três décadas como consequência do sistema agroalimentar global, do comércio internacional de alimentos altamente processados e da crescente urbanização (FAO/OPAS/PMA e UNICEF, 2018). Isso também fez com que as doenças crônicas não transmissíveis (câncer, doenças cardiovasculares, diabetes) substituíssem as doenças infecciosas como principal causa de morte.
Entre outros efeitos, o modelo agroalimentar tem sido fundamental para a perpetuação do conflito armado na Colômbia, deslocou a população rural, endividou os agricultores e corroeu o tecido social da região.
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A agroecologia é um campo de conhecimento transdisciplinar para a concepção e implementação de ações e instituições que visam alcançar a sustentabilidade dos sistemas alimentares. No entanto, ainda carece de ferramentas analíticas e critérios suficientes para definir estratégias de ação coletiva que lhe permitam ir além das experiências locais, incentivar sua generalização e moldar sistemas alimentares alternativos em escalas territoriais mais amplas. O principal objetivo deste Grupo de Trabalho tem sido desenvolver essa dimensão política da agroecologia, seus fundamentos teóricos e metodológicos, como um campo emergente de trabalho teórico e prático: a Agroecologia Política (AP).
O objetivo tem sido estabelecer um quadro comum para a análise da ação agroecológica coletiva. Busca-se lançar as bases para uma estratégia agroecológica em diferentes níveis, considerando a ação coletiva e os instrumentos com os quais ela pode ser desenvolvida, incluindo políticas públicas. Analisar a experiência já acumulada nessa área em nossa região é uma de nossas principais tarefas, pois responde às crescentes demandas do movimento agroecológico latino-americano, que está cada vez mais envolvido em esferas de atuação que vão além da propriedade rural ou da comunidade, incluindo a administração pública.
A relação entre política e agroecologia não é recente. Contudo, a necessidade da política e tudo o que ela implica não foi totalmente internalizada por diversos atores dentro do movimento agroecológico latino-americano. Perspectivas "técnicas" sobre agroecologia são cada vez mais influentes. Ignorar a política ou relegá-la a um papel secundário impede que essas experiências alcancem a amplitude e a escala necessárias para se tornarem uma alternativa ao Regime Alimentar Corporativo (RAC). A agroecologia é uma "ciência transformadora", uma abordagem analítica que incorpora uma crítica aos mecanismos de governança adotados no RAC, a fim de conceber e construir dinâmicas sociais de mudança rumo à sustentabilidade socioecológica. É precisamente isso que a agroecologia aborda, uma vez que essa dimensão prática da agroecologia requer a atuação política — ou seja, a concepção e a implementação de instituições que viabilizem a sustentabilidade dos sistemas alimentares. No entanto, a agroecologia não desenvolveu suficientemente esses aspectos nem estabeleceu uma estratégia clara para orientar a mudança. O objetivo é desenvolver, discutir e, quando possível, chegar a um consenso sobre os fundamentos teóricos e metodológicos de uma estratégia agroecológica comum que abranja os diferentes níveis de ação coletiva e os instrumentos com os quais ela pode ser implementada. Para tanto, propõem-se três áreas temáticas de investigação:
1) Desenvolvimento Teórico e Metodológico da AP: Uma definição amplamente aceita de AP que delimite seu campo de estudo multidisciplinar ainda precisa ser desenvolvida. Pode-se dizer que a AP é a aplicação da Ecologia Política ao campo dos sistemas alimentares. Felizmente, na América Latina, uma corrente da Ecologia Política que analisa a "política da mudança ambiental" e o estudo da mudança socioecológica em termos políticos está ganhando força. A partir dessa última perspectiva, entendemos a AP como a aplicação da Ecologia Política à análise da mudança socioecológica no sistema alimentar.
Mas poucos progressos foram feitos nessa área da agroecologia. Assim como ocorreu há quatro décadas, a agroecologia latino-americana é novamente chamada a desempenhar um papel fundamental em sua definição, imbuindo-a de uma forte componente social e um compromisso inabalável com a mudança socioecológica. O objetivo é avançar nessa direção para torná-la uma referência para uma abordagem abrangente e comprometida com alcance global.
A conservação agroecológica (CA) deve começar com uma caracterização biofísica das sociedades e do papel determinante de seus arranjos institucionais. Essa abordagem se aplica aos agroecossistemas como materialização das relações socioecológicas na agricultura e na alimentação, e ao papel fundamental das instituições na regulação de sua dinâmica. Esses arranjos institucionais são objeto de disputa entre diferentes grupos sociais, alguns favorecendo a manutenção do sistema agrícola atual (SAA) e outros sua transformação. É importante estabelecer o papel fundamental da CA para reconhecer sua função na geração de uma ordem social sustentável. As experiências agroecológicas servem como exemplos de inovação social e pré-configuração de um sistema alimentar alternativo. O sistema agrícola atual, frequentemente rotulado como "corporativo" devido à influência de grandes corporações transnacionais na tomada de decisões sobre os Estados, baseia-se em um arcabouço institucional caracterizado pela globalização neoliberal, pelo livre comércio, pelos mercados desregulamentados, por acordos internacionais para desmantelar obstáculos (legislação nacional) e pela criação de organizações internacionais para garanti-lo. É importante aprofundar-se em seus modos de operação e nos obstáculos que impõe ao desenvolvimento de práticas alimentares soberanas. Dado que a transição agroecológica não é possível sem uma mudança no atual quadro institucional, o principal objetivo da ação agroecológica deve ser a implementação de um novo quadro cognitivo para o desenho institucional baseado em princípios agroecológicos, entendendo a ação agroecológica coletiva como uma ação multinível que transcende a dicotomia liberal entre Estado e sociedade civil, entre a luta dos movimentos sociais e as políticas públicas.
2) Desenvolvendo estratégias para ampliar experiências agroecológicas: Isso envolve desenvolver um entendimento compartilhado sobre o caráter, a natureza e o funcionamento do sistema alimentar em diferentes escalas e criar uma narrativa geral das transformações vivenciadas nas formas de produção, distribuição e consumo de alimentos dentro das culturas alimentares. É essencial identificar as forças motrizes por trás dessa mudança e os arranjos institucionais que a tornaram possível. Isso é crucial para o desenvolvimento de uma estratégia eficaz de ampliação de experiências agroecológicas. Esclarecer os tipos de normas e regulamentações que sustentam o modelo alimentar atual na América Latina também é vital. Vale a pena caracterizar a natureza da atual crise alimentar e a possibilidade real de que sua persistência leve ao colapso do sistema alimentar. Recuperar a soberania popular e alimentar na tomada de decisões torna-se um ponto central da estratégia de ampliação agroecológica. É essencial discutir como promover a metamorfose do sistema alimentar e sua substituição gradual por um regime alternativo. As experiências agroecológicas são a base para essa transformação.
3) Desenho e avaliação de políticas públicas em favor da agroecologia: A necessidade de intervenção no ambiente político do Estado parece indiscutível, dada a sua capacidade de impor uma ordem favorável às práticas agroecológicas. Caso contrário, o poder transformador das experiências agroecológicas será neutralizado, rejeitado ou sufocado. O Estado é, em última instância, responsável pela dinâmica dos agroecossistemas e pelo seu grau de sustentabilidade. Nenhum ator político isolado (movimentos sociais ou o Estado) consegue, por si só, promover as mudanças institucionais necessárias para a ampliação das experiências agroecológicas. As políticas públicas são, portanto, um instrumento essencial para o estabelecimento de um novo regime alternativo para os sistemas alimentares. Muitos governos foram obrigados a implementar políticas públicas em favor da agroecologia, pelo menos nominalmente, sob pressão dos movimentos agroecológicos e da opinião pública, cada vez mais engajada na defesa da soberania alimentar. Contudo, a literatura acadêmica sobre políticas públicas em favor da agroecologia é muito escassa, e os relatórios de organizações internacionais sobre o tema são ainda mais limitados. Este seria o escopo da investigação para o eixo 3.
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(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
- Manter ativo o Seminário de Produção de Conhecimento em Agroecologia Política
- Estabelecer um cronograma de discussões conjuntas com diversos Grupos de Trabalho da CLACSO ao longo dos próximos três anos. Objetivo: Diálogo conjunto com outros grupos da CLACSO para desenvolver um discurso comum e integrar a Agroecologia ao discurso da Ecologia Política na América Latina.
- Responder às demandas das instituições políticas latino-americanas na concepção e avaliação de políticas públicas, estabelecendo um Laboratório de Políticas Públicas Agroecológicas (Laboratório de Políticas) na América Latina. Este laboratório teria os seguintes objetivos:
- Analisar as políticas públicas desenvolvidas até o momento em apoio à agroecologia.
Desenvolver novas políticas públicas agroecológicas nos níveis municipal e estadual que apoiem a expansão e a massificação da agroecologia.
Ser um espaço de coordenação com grupos de acadêmicos que atuam na América Latina em políticas públicas com conteúdo agroecológico e com outras redes na Espanha, França e, de modo geral, na Europa:
-Estão em curso planos para estabelecer um acordo com o grupo de trabalho de políticas públicas promovido em Espanha pelo think tank Alimentta para a alimentação sustentável.
Como podemos ampliar e expandir as práticas agroecológicas na América Latina? Qual o papel que as redes alimentares alternativas e as feiras livres devem desempenhar? Qual o papel da infraestrutura de distribuição agroecológica? E quanto à agricultura urbana e periurbana?
- Estabelecer um cronograma de discussões conjuntas com diversos Grupos de Trabalho da CLACSO ao longo dos próximos três anos. Objetivo: Diálogo conjunto com outros grupos da CLACSO para desenvolver um discurso comum e integrar a Agroecologia ao discurso da Ecologia Política na América Latina.
-Organização de sessões conjuntas no próximo congresso da CLACSO.
Resultados esperados: estabelecer laços de colaboração estreitos com outros Grupos de Trabalho da CLACSO, resultando em atividades conjuntas, especialmente seminários de discussão conjunta.
Respondendo às demandas das instituições políticas latino-americanas na concepção e avaliação de políticas públicas.
Criação de um Laboratório de Políticas Públicas Agroecológicas (Laboratório de Políticas) na América Latina. Este laboratório teria os seguintes objetivos:
- Analisar as políticas públicas desenvolvidas até o momento em apoio à agroecologia.
Desenvolver novas políticas públicas agroecológicas nos níveis municipal e estadual que apoiem a expansão e a massificação da agroecologia.
Ser um espaço de coordenação com grupos de acadêmicos que atuam na América Latina em políticas públicas com conteúdo agroecológico e com outras redes na Espanha, França e, de modo geral, na Europa:
- Estabelecer um acordo com o grupo de trabalho de políticas públicas promovido na Espanha pelo think tank Alimentta para a alimentação sustentável.
-2 Reuniões de trabalho ou seminários com os Grupos de Trabalho da CLACSO sobre Pensamento Crítico e Agroecologia Política, para estabelecer laços de colaboração estreitos.
- Concepção e organização de um Laboratório de Políticas Públicas Agroecológicas (Laboratório de Políticas) na América Latina
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
“Agroecologia como pedagogia criativa para a soberania alimentar, nutrição e saúde.”
- Criação de um Grupo de Trabalho para o desenvolvimento do currículo do Mestrado Latino-Americano em Agroecologia Política
- Edição e publicação do livro “Camponês para Camponês: Um Dispositivo para a Massificação da Agroecologia na Via Campesina. Lições de Cuba e Moçambique”, de Valentín Val (Argentina). Tese de doutorado.
- Edição e publicação do livro “Critérios para um quadro de políticas públicas para a transição para a agroecologia na Colômbia”, de Julián Augusto Vivas García (Colômbia). Tese de doutorado.
-Edição e publicação do livro “Siuasentequipacholis:
Trabalho coletivo e cuidado entre mulheres. Bordados que contam a história da vida”, por Emilia Flores Martínez em colaboração com as artesãs da Cooperativa Chiwik Tajsal, Hueyapan, Puebla, México. Dissertação de Mestrado
-Dois boletins temáticos. Os temas poderiam abordar as questões propostas para discussão no seminário de pesquisa deste ano: Como ampliar e expandir as experiências agroecológicas na América Latina? Qual o papel das redes alimentares alternativas e das feiras livres? Qual o papel das infraestruturas de distribuição agroecológica? E quanto à agricultura urbana e periurbana?
-1 curso curto
-1 webinar
-1 oficina destinada a públicos selecionados ou ao público em geral
- Integração e gestão da Rede de Participantes do Diploma Internacional em Agroecologia para a Sustentabilidade (RED DIAS) por meio de um site interativo. Cabe destacar que, após 8 anos de existência deste curso e suas 4 edições, cerca de 450 pessoas de 18 países da América Latina e do Caribe se formaram. Elas, juntamente com os professores que ministraram os módulos, formam a base inicial ou o alicerce desta RED DIAS.
-Um currículo discutido e acordado pelo Grupo de Trabalho, por especialistas no assunto e por representantes de universidades latino-americanas.
-Três livros publicados eletronicamente pela Série de Grupos de Trabalho da CLACSO
-Dois boletins do Grupo de Trabalho de Agroecologia Política
-1 Curso rápido para o público em geral: O que é Agroecologia Política?
-Webinar dedicado ao tema Agroecologia Política e Políticas Públicas
-1 Oficina de formação em Metodologias Participativas para a Sistematização de Experiências Agroecológicas
-1 Rede DIAS interativa via website
- Criação de páginas no Facebook e Instagram para divulgar as atividades da GT.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Fortalecimento dos laços com organizações, universidades e fundações no âmbito do DÍAS.
Promover contatos e
articulaciones
entre vários
Organismos
cientistas, do
sociedade civil e
movimentos
agroecológico
da região com
o GT;
-Coletar
informação
em
programas,
projetos e
conquistas do
diversos
Organismos
dedicado à
Agroecologia ou
Com foco
agroecológico
na região ou
por país, de
de acordo com o plano
trabalho de
os membros
de cada GT
uma destas;
-Estabelecer
contatos e
criar
articulaciones
com fósforos
políticos,
agências de
governo e
os gestores da plataforma.
público com o
fim do prédio
os aspectos para
coletar e
avaliar no
políticas
Públicas
relacionado
com a
Agroecologia em
a região.
Propõe-se a celebração de um acordo entre a GT e a GT de políticas públicas promovidas na Espanha pelo Think Tank Alimentta para a alimentação sustentável.
Oferecer bolsas de estudo para as DIAs ao MST e ao MPA no Brasil e a outros movimentos sociais para que seus membros possam participar das três edições das DIAs.
Desenvolver um diretório compartilhado de organizações sociais e movimentos agroecológicos na América Latina.
regional com
atores em
transição
agroecológico,
agências do
sociedade civil,
movimentos
social e
Agentes
público para
dar a conhecer
os objetivos e
aproximações
do GT, para
divulgue o
resultados
obtido e
para estabelecer
articulaciones
de trabalho e
disseminação e
-Reuniões
regional com
governos,
instituições de
sociedade civil,
jogos
políticos e
agências
internacional
para dar um
saber o
atividades do
GT e vamos lá
espalhando o
resultados de
trabalho do
três subgrupos.
a ser definido;
Criação de um diretório compartilhado de organizações sociais e movimentos agroecológicos na América Latina.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Para continuar aprofundando o relacionamento e o quadro de cooperação estabelecido com a Sociedade Latino-Americana de Agroecologia (SOCLA) e a Associação Brasileira de Agroecologia (ABA-Agroecologia).
2) CONTRATOS DE CONSTRUÇÃO
Estabelecer acordos formais com universidades, centros acadêmicos, redes científicas e organizações de cooperação internacional dentro e fora da região para promover as atividades do GT, como cursos, oficinas e seminários sobre Agroecologia Política na região; Firmar convênios com as universidades colombianas UNIMINUTO e UNICAUCA, com as quais já estabelecemos contato e ações conjuntas no âmbito do Diploma em Agroecologia.
Assinar um acordo com a Escola Superior de Estudos Americanos (UNAM) na sede em Morelia, México.
3) TORNÁ-LO VISÍVEL E INCLUÍ-LO
Integrar o tema da AEP em congressos internacionais, latino-americanos e nacionais de agroecologia, em consonância com as sociedades científicas SOCLA, ABA; Sociedade Científica de Agroecologia da Argentina, Chile e México, entre outras, como eixo de trabalho em agroecologia política e políticas públicas.
4) IDENTIFICAÇÃO DOS ATORES NA REDE
Identificar, por meio de um processo coletivo, colaborativo e de visibilidade, outros grupos acadêmicos que atuam na área da agroecologia política.
Reuniões de trabalho,
Organização de espaços de formação, como workshops e seminários.
2) CONTRATOS DE CONSTRUÇÃO
Reuniões de trabalho com universidades, centros acadêmicos, redes científicas e agências de cooperação internacional na região e no exterior para dar visibilidade, aproximar e articular a Agroecologia política por meio de atividades conjuntas, como cursos, workshops e seminários.
3) TORNÁ-LO VISÍVEL E INCLUÍ-LO
Integrar o eixo de trabalho na política da AE nos congressos.
Formar um comitê científico com membros do Grupo de Trabalho e elaborar diretrizes para a chamada de artigos científicos sobre o tema em conferências.
Participação no XII Congresso Brasileiro de Agroecologia, 2023, com um painel sobre o tema.
Oferecer um módulo de formação sobre Agroecologia Política em um dos congressos internacionais.
4) IDENTIFICAÇÃO DOS ATORES NA REDE
A vinculação com o Mapeamento Latino-Americano de Polos de Agroecologia - SOCLA, às múltiplas e diversas iniciativas que promovem e implementam a agroecologia visa integrar a política GT Ae e identificar outros grupos sobre o tema.
Reunião de trabalho sobre questões políticas em congressos para identificar grupos, construir uma rede e definir uma agenda de trabalho.
Sistematizando atores e grupos para a construção de uma rede na área internacional de AEP (Agricultural Environmental Protection - Proteção Ambiental).
Continuaremos a construir espaços de formação conjunta, tal como já fizemos no período de 2019-2022.
2) CONTRATOS DE CONSTRUÇÃO
Assinatura de convênios e acordos de cooperação acadêmica e educacional com redes científicas e instituições acadêmicas ligadas à agroecologia na região.
3) TORNÁ-LO VISÍVEL E INCLUÍ-LO
Eixo da Agroecologia Política integrado aos congressos
Comitê científico formado com membros da GT
Módulo de treinamento concluído em pelo menos uma das conferências.
Painel de Agroecologia apresentado no XII Congresso Brasileiro de Agroecologia 2023
Trabalhos compilados/reunidos em acordo com a ABA para preparar uma edição especial sobre Agroecologia Política, publicada no periódico ABA Agroecology Journal.
4) IDENTIFICAÇÃO DOS ATORES NA REDE
Integração no projeto de mapeamento e formação de um membro da GT em curadoria. Trabalho colaborativo para aprimorar os objetivos de ensino, pesquisa e formação sobre o tema.
Relatório com a sistematização de grupos e experiências ligadas à AEP na América Latina e no Caribe.
Mapa de atores e grupos na AEP
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
- Manter um cronograma de discussões conjuntas com vários dos Grupos de Trabalho da CLACSO.
-Formalizar a criação de um Laboratório de Políticas Públicas Agroecológicas (Laboratório de Políticas) na América Latina.
-2 Reuniões de trabalho ou seminários com os Grupos de Trabalho da CLACSO sobre Pensamento Crítico e Agroecologia Política
- Criação de um Laboratório de Políticas Públicas Agroecológicas (Laboratório de Políticas) na América Latina
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
2) Publicação de 2 livros e 2 boletins informativos da GT
3) Realizar webinars, minicursos e workshops, além de promover nossa REDE DIAS.
- Contatos com diversas universidades, centros acadêmicos e fundações para a criação do Mestrado Latino-Americano em Agroecologia Política.
- Edição e publicação do livro “Agroecologia Política em debate II”, resultado do trabalho apresentado no “Seminário de pesquisa e discussão sobre Agroecologia Política”, realizado em 2023.
- Publicação de 2 boletins temáticos. Os temas poderiam abordar as questões propostas para discussão no seminário de pesquisa deste ano: Quais agentes devem liderar o salto em escala? O papel dos agricultores e dos povos indígenas. Que alianças precisam ser forjadas para superar a disparidade metabólica entre as áreas rurais e urbanas?
-Organização e verificação de
-1 curso curto
-1 webinar e
-1 oficina destinada a públicos selecionados ou ao público em geral. Os tópicos serão definidos.
-Gestão da Rede de Participantes do Diploma Internacional em Agroecologia para a Sustentabilidade (RED DIAS), através de um website interativo.
- Formalização do Mestrado Latino-Americano em Agroecologia Política com diversas universidades, centros acadêmicos e fundações.
2 livros publicados na série de Grupos de Trabalho da CLACSO
-1 Curso breve para o público em geral. Tema a ser definido.
Webinar dedicado ao tema da Agroecologia Política e movimentos sociais pela justiça alimentar.
-1 Workshop de capacitação em TIC para comunicação agroecológica-
-Administração da rede interativa DIAS via website
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Fortalecimento dos laços com organizações, universidades e fundações no âmbito do DÍAS.
-Estabelecer
mecanismos e articulações entre
a academia,
movimentos
agências sociais
governamental,
para promover o
construção
coletivo de
Calendário
América Latina e
do Caribe em
direitos para o
soberania
comida e
autonomías
territorial e
políticas públicas;
-Coletar
informação sobre
programas,
projetos e realizações
dos vários
Organismos
dedicado à
Agroecologia ou com
uma abordagem
agroecológico no
região ou por país,
de acordo com o plano
Trabalho GT.
Oferecer bolsas de estudo para as DIAs ao MST e ao MPA no Brasil e a outros movimentos sociais para que seus membros possam participar das três edições das DIAs.
Desenvolver um diretório compartilhado de organizações sociais e movimentos agroecológicos na América Latina.
ações
colaborativo
intervenção
social por subgrupo
a partir de
os links
estabelecido com
Instituições,
ONGs
organizações
social;
-Sistematernizar o
informação
coletados no
Reuniões GT
com vários
organismos que
prática e
promover o
agroecologia;
-Construção
coletivo de
Calendário
latino Americano
e o Caribe
sobre direitos
para
soberania
comida e
autonomías
territorial e
policies
público.
sistematização
e/ou geração
de agendas
colaboração de
GT com vários
organizações;
-Plataforma de articulação
entre o meio acadêmico,
movimentos
social e
Agentes
governo
para
construção
coletivo de
Calendário
latino Americano
e o Caribe
sobre direitos
pela soberania
comida e
autonomías
territorial e
policies
público;
-Reuniões com
atores em
transição
agroecológico,
ONGs,
movimentos
social e
agentes públicos
para
construção
coletivo de
agenda
articulação
política.
Alimentando um diretório compartilhado de organizações sociais e movimentos agroecológicos na América Latina.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Continuar a estabelecer acordos ou convênios formais com universidades, centros acadêmicos, redes científicas e agências de cooperação internacional na região e fora dela para promover as atividades do GT, como cursos, workshops e seminários sobre Agroecologia Política na região;
2) TORNÁ-LO VISÍVEL E INCLUÍ-LO
Estabelecer reuniões e acordos de trabalho com os comitês organizadores de congressos internacionais, latino-americanos e nacionais, a fim de integrar o eixo político.
3) IDENTIFICAÇÃO DOS ATORES NA REDE
Identificar, por meio de um processo coletivo, colaborativo e de visibilidade, outros grupos acadêmicos que atuam na área da agroecologia política.
Reuniões de trabalho com universidades, centros acadêmicos, redes científicas e agências de cooperação internacional na região e no exterior para aumentar a conscientização, aproximar e articular a Agroecologia política por meio de atividades conjuntas, como cursos, workshops e seminários.
Implementar cursos, workshops, seminários e programas de pós-graduação em Agroecologia Política na região, com base nos acordos firmados.
Desenvolver uma agenda ou plano operacional anual para o GT com base na assinatura de acordos e convênios de cooperação acadêmica e educacional com redes científicas e instituições acadêmicas ligadas à Agroecologia na região.
2) TORNÁ-LO VISÍVEL E INCLUÍ-LO
O foco do trabalho em políticas de AE está integrado aos congressos.
Comitê científico formado por membros do Grupo de Trabalho para a chamada de artigos em conferências.
3) IDENTIFICAÇÃO DOS ATORES NA REDE
Construção coletiva de uma agenda que integre encontros científicos, cursos e atividades lideradas pelos diversos grupos.
Elaboração de acordos e diretrizes para organizar uma Rede Internacional de AEP (Ambiente de Engenharia de Proteção Ambiental) com ênfase na América Latina e no Caribe.
2. Acordos e convenções formais
Colaboração acadêmica e educacional com instituições científicas e/ou educacionais dentro e fora da região;
1. Acordo formal ou amplo acordo de colaboração com uma rede científica na região;
1 curso de AEP realizado no âmbito de uma formação específica em agroecologia (diploma, licenciatura ou pós-graduação).
2) TORNÁ-LO VISÍVEL E INCLUÍ-LO
Participação no Congresso Latino-Americano de Agroecologia de 2024, integrando o eixo temático ao congresso.
Comitê científico formado para tratar do assunto.
Módulo AEP no curso do congresso.
3) IDENTIFICAÇÃO DOS ATORES NA REDE
Agenda dinâmica de cooperação, formação e ação desenvolvida com base nos grupos identificados e nos temas acordados.
Primeira fase da proposta da Rede Internacional de AEP com ênfase na América Latina e no Caribe.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
- Manter um cronograma de discussões conjuntas com vários dos Grupos de Trabalho da CLACSO.
-Desenvolver atividades permanentes para o estabelecimento de um Laboratório de Políticas Públicas Agroecológicas (LAPPA) na América Latina.
-Organização de sessões conjuntas no próximo congresso da CLACSO.
- Pelo menos 2 sessões conjuntas com outros GTs durante o próximo congresso da CLACSO.
-2 Reuniões de trabalho ou seminários com os Grupos de Trabalho da CLACSO sobre Pensamento Crítico e Agroecologia Política, para estabelecer laços de colaboração estreitos.
- Atividades em andamento no Laboratório de Políticas Públicas Agroecológicas (LAPPA) na América Latina
-2 sessões conjuntas com outros GTs no próximo congresso da CLACSO.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
2) Publicação de 2 livros e 2 boletins informativos da GT
3) Realizar webinars, minicursos e workshops, além de promover nossa REDE DIAS.
- Lançamento do Programa de Mestrado Latino-Americano em Agroecologia Política
-Edição e publicação do livro “Agroecologia Política em debate III”, resultado do trabalho apresentado no “Seminário de pesquisa e discussão sobre Agroecologia Política”, realizado em 2024.
- Início das aulas para a primeira turma do Mestrado Latino-Americano em Agroecologia
1 livro publicado na série de Grupos de Trabalho da CLACSO
-1 Curso breve para o público em geral. Tema a ser definido.
-Webinar dedicado a um tema a ser definido
-1 Workshop de treinamento. Tema a ser definido.
-Administração da Rede DIAS interativa por meio de um website. Estima-se que, ao final do período de três anos, a Rede DIAS contará com aproximadamente mil graduados que terão concluído suas sete edições.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Para todos os públicos
sobre “Experiências”
processos bem-sucedidos
curricular e
pedagógico para o
aprendizagem
agroecológico de
Educação
Popular";
-Consolidar o
mecanismos e
juntas entre
a academia,
movimentos
agências sociais
governamental,
para lançar um
"Agenda
América Latina e
do Caribe em
direitos e políticas
público para o
soberania
comida e
autonomías
territorial e
políticas públicas”;
Preparar relatório
sobre programas,
projetos e realizações
dos vários
Organismos
dedicado à
Agroecologia ou com
uma abordagem
agroecológico no
região ou por país, de
de acordo com o plano
Trabalho GT.
Oferecer bolsas de estudo para as DIAs ao MST e ao MPA no Brasil e a outros movimentos sociais para que seus membros possam participar das três edições das DIAs.
Desenvolver um diretório compartilhado de organizações sociais e movimentos agroecológicos na América Latina.
workshop curto
virtual para
tudo público
em
"Experiências
bem-sucedido de
processos
curricular e
pedagógico
para
aprendizagem
agroecológico
do
Educação
Popular";
-Preparar
manera
coletivo o
"Agenda
latino Americano
e o Caribe
sobre direitos
e políticas
público para o
soberania
comida e
autonomías
territorial e
policies
público";
-escrita do
relatório final
em
programas,
projetos e
conquistas do
diversos
Organismos
dedicado à
Agroecologia ou
com foco
agroecológico
há mais de vinte anos na região!
latino Americano
e o Caribe
sobre direitos
e políticas
público para o
soberania
comida e
autonomías
territorial;
- relatório final
em
programas,
projetos e
conquistas do
diversos
Organismos
dedicado à
Agroecologia ou
com foco
agroecológico.
Alimentando um diretório compartilhado de organizações sociais e movimentos agroecológicos na América Latina.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Para dar continuidade a trabalhos específicos resultantes de acordos ou convênios com universidades, centros acadêmicos, redes científicas e organizações de cooperação internacional na região e fora dela;
2) TORNÁ-LO VISÍVEL E INCLUÍ-LO
Disseminar o conhecimento gerado no GT e gerar espaços para reflexão sobre o tema.
3) - IDENTIFICAÇÃO DOS ATORES NA REDE
Construindo uma rede na política internacional, com ênfase na América Latina e no Caribe.
4) BUSCANDO PODER Promover os resultados do trabalho do GT junto a agências governamentais e internacionais que ofereceram diversas formas de apoio para dar continuidade ao que foi desenvolvido durante esses três anos;
Acompanhamento do trabalho realizado em conformidade com o acordo ou convenção com os diversos organismos de cooperação, universidades ou centros académicos, conforme o caso;
- Entrega de relatórios e outros produtos acordados com agências nacionais e/ou internacionais, conforme aplicável;
2) TORNÁ-LO VISÍVEL E INCLUÍ-LO
Realizar o 1º seminário internacional sobre AEP no âmbito de um congresso de Agroecologia na região.
3) - IDENTIFICAÇÃO DOS ATORES NA REDE
Formalizar a criação da Rede Internacional de Agroecologia Política, com ênfase na América Latina e no Caribe, e com a participação ativa de movimentos sociais, diversos atores, agências de cooperação e instituições acadêmicas.
4) EM BUSCA DE PODER
Proposta de projeto para viabilizar a Rede Internacional AEP ou projetos colaborativos.
Relatórios finais de projetos no âmbito de acordos ou arranjos formais com agências de cooperação, universidades e/ou centros acadêmicos;
Material de trabalho interno baseado na sistematização de seminários com Centros Membros e Gts.
2) TORNÁ-LO VISÍVEL E INCLUÍ-LO
1º Seminário realizado na AEP.
3) - IDENTIFICAÇÃO DOS ATORES NA REDE
Proposta coletiva da Rede Internacional AEP
Lançamento da Rede Internacional de Agroecologia Política
4) EM BUSCA DE PODER
Proposta de uma Plataforma Virtual para a Agroecologia Política na América Latina e no Caribe.
Número total de pesquisadores admitidos: 39
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Instituto da Grande Buenos Aires
Universidade Nacional de General Sarmiento
Argentina
Instituto de Pesquisa Histórica e Social
Universidad Veracruzana
México
Fundação Oswaldo Cruz
Brasil
Universidade da República
Uruguai
Faculdade de Ciências Agrícolas, Universidade Nacional de La Plata
Argentina
O Colégio da América
Centro de Estudos Avançados para a América Latina e o Caribe
Universidade Pablo de Olavide
Espanha
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais. Universidade Autônoma de Querétaro.
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais.
Universidade Autônoma de Querétaro,
México
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais - Programa Uruguai
Uruguai
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Corporação Universitária Minuto de Deus
Colômbia
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Universidade do Cauca
Colômbia
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Universidade do Cauca
Colômbia
Universidade Federal do Paraná/UFPR
Brasil
Fundação Antonio Núñez Jiménez para a Natureza e o Homem
Cuba
Diploma Internacional em Agroecologia para a Sustentabilidade
México
Universidade Autônoma Chapingo
México
Instituto de Pesquisa Histórica e Social
Universidad Veracruzana
México
Centro de Treinamento RASA
México
Instituto Federal de Brasília
Brasil
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Universidade de Brasília
Brasil
Centro Universitário da Costa da Universidade de Guadalajara
Universidade de Guadalajara
México
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Centro de Estudos das Transformações Sociais
Instituto Venezuelano de Pesquisa Científica
Venezuela
Colégio de Graduados do Ensino Médio do Estado de Tlaxcala
México
AS-PTA - Agricultura Familiar e Agroecologia
Brasil
SOCLA
Bolívia
Associação Brasileira de Agroecologia / Fundação Oswaldo Cruz
Brasil
Faculdade de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional
Costa Rica
Universidade Autônoma de Querétaro, Diploma Internacional em Agroecologia para a Sustentabilidade
México
Fundação Perseu Abramo
Brasil
Sementes da Vida
México
Instituto de Ciências Ambientais e Ecológicas da Universidade de Los Andes
Venezuela
Universidade Pablo Olavide de Sevilha
Universidade de Jaen
Espanha
Instituto de Pesquisa Histórica e Social
Universidad Veracruzana
México