Área temática: Economia e Desenvolvimento
Grupo de trabalhoFronteiras, regionalização e globalização
[+ Ver produções e conteúdo]Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Diretoria de Pesquisa Científica
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Desde 2016, a equipe do projeto coletivo "Espaços Globais para a Expansão do Capital Transnacional nas Américas", composta por pesquisadores de diversas instituições e membros de organizações sociais de vários países das Américas e da Europa, que vinha desenvolvendo pesquisas sobre integração regional, fronteiras e globalização desde a década de 1980, decidiu participar da VIII Chamada do Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (CLACSO) para a criação de um Grupo de Trabalho para o período 2016-2019, posteriormente aprovada para o período 2019-2022. Com esta candidatura, espera avançar por mais três anos em sua consolidação.
Ao longo dos seis anos de trabalho, as dimensões do Grupo de Trabalho CLACSO "Fronteiras, Regionalização e Globalização" (atualmente com 243 membros, dos 130 iniciais) e sua presença em 17 países (4 deles europeus) e americanos, fizeram com que, apesar das dificuldades, fossem estabelecidos mecanismos de trabalho coletivo fluido, conseguindo manter e desenvolver a perspectiva teórico-metodológica do projeto coletivo, disseminando os resultados das análises e discussões coletivas entre a maioria dos membros do GT, debatendo respeitosamente com aqueles que possuem perspectivas teórico-metodológicas diferentes.
Os mecanismos de trabalho que utilizamos e continuaremos a utilizar no próximo período incluem oficinas para análise e discussão teórica e metodológica, eventos atuais e reuniões com organizações e movimentos sociais, entre outros; a participação de membros do Grupo de Trabalho em painéis, simpósios, mesas-redondas e fóruns em congressos internacionais, culminando em sessões plenárias finais para que o Grupo de Trabalho discuta e chegue a acordos; e a assinatura de cartas de intenção entre o Grupo de Trabalho e organizações sociais para colaboração conjunta e participativa na análise de questões que impactam seus territórios, recursos comuns e sua vida e organização comunitária. Alguns membros do nosso Grupo de Trabalho também são membros de organizações sociais, o que facilita o trabalho colaborativo entre ambas as partes.
A maioria dos membros do nosso Grupo de Trabalho são acadêmicos críticos comprometidos com questões sociais e que não contam com apoio institucional. Portanto, nossas atividades de pesquisa, especialmente aquelas que realizamos com organizações sociais, são financiadas com recursos próprios dos pesquisadores e, ocasionalmente, com o apoio das organizações e comunidades com as quais nos associamos e colaboramos. Iniciativas de mobilidade e intercâmbio de pesquisadores e pós-doutorandos, como as entre Brasil e México ou entre Brasil, Colômbia e Argentina, também têm apresentado resultados positivos. Essas iniciativas também levaram à formação de equipes de pesquisa focadas em temas e/ou regiões específicas, bem como redes temáticas interconectadas por meio de diversas formas e temas transversais, algumas das quais presentes desde os primeiros congressos internacionais na década de 1990.
Após dois congressos realizados durante a existência do GT — o 17º em 2019 em Foz do Iguaçu, organizado localmente pela Universidade Federal de Integração Latino-Americana (UNILA), e o 18º em 2021 em La Ceiba, organizado localmente pela Universidade Nacional Autônoma de Honduras — bem como dois pré-congressos organizados localmente pela Universidade Nacional da Patagônia do Sul em Río Gallegos (2018), coincidindo com a 8ª Conferência da CLACSO em Buenos Aires, e em 2021 na cidade de Posadas, organizado localmente pelo Instituto de Estudos Sociais e Humanos da Universidade Nacional de Misiones, avançou-se na definição dos seguintes eixos para os congressos, que formarão a base para a organização do trabalho do GT no período de 2023-2025: a) Espaços Globais e Zonas Específicas de Intensa Acumulação para a expansão do capital transnacional por meio de acordos de livre comércio e megaprojetos para o “Desenvolvimento”. a) Lutas sociais e resistência para confrontá-la, bem como o avanço das desigualdades e do estado policial global; b) A militarização de funções essenciais de “desenvolvimento” e o avanço do estado policial global para criminalizar e conter convulsões sociais. A “securitização” das fronteiras e da democracia; e c) O capitalismo e o mercado de trabalho global. Migrantes transnacionais e refugiados em setores essenciais da economia e sua vulnerabilidade à pandemia e às consequências da COVID-19. A “securitização” da migração e das fronteiras.
O principal objetivo do GT é analisar como as regiões da fronteira Estados Unidos-México; do Projeto de Desenvolvimento e Integração da Mesoamérica (Projeto Mesoamérica); da Amazônia; e da região Andino-Patagônica Meridional, assim como outros espaços, estão sendo produzidos como novos Espaços Globais para a expansão do capital, em sua fase de acumulação transnacional, a partir da reestruturação capitalista ocorrida durante as décadas de 1970 e 1980, subordinando ou submetendo à supremacia territorial de entidades transnacionais as fronteiras e soberanias territoriais dos Estados-nação integrados a essa expansão. Da mesma forma, busca analisar como, diante dessas instâncias e do capital transnacional, que tentam impor sua hegemonia ou dominação, emergem o protesto social e a mobilização de povos e comunidades, que, como formas de luta, antagonizam e resistem a projetos de grande escala que impactam suas terras e territórios de diversas maneiras, incorporando estratégias de escalada territorial e inserção em redes globais de resistência e movimentos alternativos.
Os seguintes objetivos específicos são propostos:
a) Analise como os Espaços Globais mencionados no objetivo geral, as fronteiras dos Estados Unidos-México; México-Guatemala; o Trifão (Guatemala-Honduras-El Salvador); Nicarágua-Costa Rica; Colômbia-Venezuela; Brasil-Guiana Francesa; a Tríplice Fronteira do Iguaçu (Brasil-Paraguai-Argentina); Argentina-Chile, estão sendo reconfigurados sob a perspectiva neoliberal globalizante, por meio de mecanismos da hegemonia-subordinação/dominação-coerção binômia, como ocorre com os acordos de livre comércio, a cooperação transfronteiriça, bem como a securitização e a militarização que eles exigem para seu desenvolvimento e proteção.
b) Investigar como, nesses Espaços Globais, particularmente nas fronteiras, os processos de integração regional, os planos geoestratégicos e os megaprojetos são implementados em benefício do capital transnacional e em detrimento das populações locais. Além disso, analisar como zonas específicas de intensa acumulação estão sendo formadas nesses espaços globais como resultado da escalada de capital, materializada em megaprojetos, e como esses projetos promovem e garantem condições para a crescente mercantilização da natureza.
c) Analisar os deslocamentos e migrações forçadas realizadas no âmbito de acordos e planos geoestratégicos e planos de segurança regional em áreas consideradas de maior importância para o desenvolvimento de megaprojetos, ou como consequência destes. O estudo examinará também como os mecanismos de desapropriação e capitalização de recursos naturais impactam a deterioração dos ecossistemas e ambientes locais, causando também migrações forçadas.
d) Como objetivo organizacional/metodológico, será promovido o fortalecimento das experiências desenvolvidas, em particular das redes temáticas e iniciativas transversais aos eixos e equipes que compõem a GT.
Alliez, E. & M. Lazzarato, (2021), Guerras e Capital. Uma Contra-História, Buenos Aires, Tinta Limón/Madrid, Traficantes de Sueños.
Brand, U. & M. Wissen, (2021), Modo de vida imperial. Vida cotidiana e crise ecológica no capitalismo, Buenos Aires, Tinta Limón.
Feydel, S. & C. Bonneuil, (2015), Prédação. Natureza, o novo eldorado das finanças. Paris, Découverte.
Ibarra García, MV & E Talledos -coord- (2016) Megaprojetos no México. Uma leitura crítica. México: Itaca.
Keucheyan, R., (2016), A natureza é um campo de batalha. Finanças, crise ecológica e novas guerras verdes, Buenos Aires, Capital Intelectual.
Moore, J., (2021), «Do grande corte de preços à grande implosão. Classe, clima e a Grande Fronteira», Relações Internacionais. 47, pp 11–52.
O'Connor, J (2001) Causas Naturais. Ensaios sobre Marxismo Ecológico. México: Siglo XXI.
Robinson, W. I (2013) Uma teoria do capitalismo global: produção, classe e o Estado em um mundo transnacional. México: Siglo XXI.
Robinson, W. I (2015) América Latina e capitalismo global. México: Siglo XXI.
Robinson, W.I (2018) Em direção à tempestade. Ensaios sobre o novo capitalismo global. Chicago: Haymarket Books.
Robinson, W. I (2021) Capitalismo e a crise da humanidade. México: Siglo XXI.
Sandoval Palacios, J. M (2017) A fronteira México-Estados Unidos. Espaço global para a expansão do capital transnacional, México: INAH.
O desenvolvimento teórico e metodológico do projeto coletivo tem sido substancial, e grande parte dos objetivos estabelecidos na proposta original de 2016 foram alcançados. Esse progresso é evidente no seminário virtual de pós-graduação (2019) realizado por membros do nosso Grupo de Trabalho de agosto a outubro, como parte dos seminários virtuais da CLACSO de 2019, bem como em congressos, na conferência da CLACSO, em colaborações com outros Grupos de Trabalho por meio de declarações e atividades conjuntas durante a conferência, em livros, artigos e workshops. Este seminário demonstrou como a reestruturação capitalista global das décadas de 1970 e 1980 implicou a reestruturação de muitas regiões do mundo para atender às necessidades da contínua e crescente acumulação de capital transnacional. Para tanto, os agentes desse capital promoveram a criação de Espaços Globais para sua expansão mais intensiva pelo planeta. O conceito de espaço global foi desenvolvido por William I. Robinson em sua perspectiva teórica sobre o capitalismo global, argumentando que, na fase atual do desenvolvimento capitalista, certas zonas estratégicas estão sendo subordinadas à supremacia territorial de entidades que formam um Estado transnacional incipiente, bem como uma classe capitalista transnacional. Esses são novos espaços produzidos por meio de políticas globais que orientam as decisões de investimento em atividades produtivas específicas e dinâmicas (indústrias aeroespacial, eletrônica, automotiva e de TI) ao longo da fronteira México-EUA, estendendo-se a complexos industriais e de processamento para exportação nas costas atlântica e pacífica da América Central e do Sul e do Caribe. A esses espaços somam-se corredores e infraestruturas de transporte, energia e telecomunicações que garantem tanto a circulação de bens e informações quanto o acesso a espaços para a apropriação/capitalização da natureza (energia, minerais, alimentos e mão de obra barata), bem como mecanismos de controle e militarização. Além disso, esses espaços dão origem ao desenvolvimento da resistência, à criminalização do protesto social e à repressão de povos e comunidades.
Esses espaços globais nas Américas abrangeriam a fronteira entre os Estados Unidos e o México, a área do Projeto Mesoamérica, a Amazônia e a região sul dos Andes e da Patagônia. Discutimos a formação de outros espaços globais potenciais, particularmente a Grande Bacia do Caribe e a Bacia do Rio da Prata, bem como a história desses tipos de incorporações subordinadas em processos globais, presentes em alguns desses espaços desde o final do século XIX, como no caso da Patagônia Meridional e da Mesoamérica (Canal do Panamá). Atualmente, todos esses espaços são atravessados por planos geoestratégicos como a Iniciativa para a Integração de Infraestruturas Regionais na América do Sul (IIRSA) e o Projeto Mesoamérica. A exploração desses recursos energéticos, minerais e alimentares ocorre em Espaços Específicos de Intensa Acumulação (ZEIA), por meio da implementação de megaprojetos no âmbito de regimes extrativistas. Essa não é uma estratégia exclusiva de nenhum Estado; fontes de capital norte-americanas, europeias, chinesas e de outras origens também estão envolvidas. Dessa forma, os processos de expansão geográfica se expressam como um desenvolvimento geográfico desigual (Smith; Harvey) e dão origem a uma nova ecologia política.
Para analisar a emergência e o desenvolvimento dos Espaços Globais mencionados para a expansão do capital transnacional nas Américas, o Grupo de Trabalho CLACSO vem desenvolvendo um método para analisar o Projeto Coletivo homônimo a partir da perspectiva da crítica da economia política, do materialismo histórico e de seu método dialético, estabelecendo um quadro categórico e conceitual que se move do geral para o particular e do abstrato para o concreto. Assim, partimos da categoria de espaço e sua produção no capitalismo, conforme desenvolvida por Henri Lefebvre; prosseguimos com a análise da globalização da produção e dos circuitos financeiros a partir dos quais se realiza a expansão do capital transnacional (David Harvey) para a apropriação e capitalização da natureza (Jason Moore 2003) e sua configuração como Espaços Globais e Zonas Específicas de Intensa Acumulação (Juan Manuel Sandoval). Esse processo ocorre em paralelo à centralização do comando e controle da economia global no capital transnacional (William I. Robinson), e a concentração desse capital (para sua gestão, acumulação e valorização) requer outros espaços globais ou desnacionalizados — Cidades Globais (Saskia Sassen) ou zonas econômicas especiais. Damos continuidade à análise do desenvolvimento geográfico desigual (Neil Smith, David Harvey, Claudia Villegas) para mostrar como o capital transnacional se localiza e se expande dentro dos espaços globais, onde esse capital se materializa na forma de megaprojetos e planos geoestratégicos, tanto fixos quanto in situ, bem como o que acontece nos espaços pelos quais os fluxos do capitalismo global se expandem e circulam (Milton Santos).
O arcabouço geral no qual essas questões conceituais se situam é a perspectiva teórica de William Robinson sobre o capitalismo global. Robinson (2013) aponta que a globalização, que iniciou uma nova e dramática expansão do capital no final do século XX — mais intensiva do que extensiva — e na qual as relações de troca capitalistas invadem e mercantilizam todas as esferas públicas e privadas que antes permaneciam fora de seu alcance, constitui um novo estágio na evolução do capitalismo. Este estágio é marcado por uma série de mudanças qualitativas no sistema capitalista e por novas articulações do poder social: 1) O surgimento de um capital verdadeiramente transnacional e de um novo sistema de produção e finanças globais; 2) O surgimento da Classe Capitalista Transnacional (CCT); 3) O surgimento de um Estado Transnacional (ETN); 4) Novas relações de desigualdade, dominação e exploração na sociedade global.
Na perspectiva do Grupo de Trabalho da CLACSO sobre "Fronteiras, Regionalização e Globalização", a realidade socioeconômica e política da América Latina e do Caribe não pode ser vista separadamente da realidade da América do Norte. Portanto, focamos na análise de como o capital transnacional busca se expandir por todo o continente e em nível global. Para alcançar esse objetivo, busca subordinar os espaços nacionais aos transnacionais por meio de Espaços Globais criados em diversas regiões do hemisfério e promove políticas consensuais e coercitivas que garantam a expansão do capital. Assim, a "securitização" e a militarização, bem como a criminalização do protesto social, acompanham os acordos de livre comércio e outras estratégias (Projeto Mesoamérica, IIRSA, etc.) para assegurar essa expansão. A análise socioeconômica não deve ser separada da análise política, uma vez que as políticas neofascistas de Trump nos Estados Unidos e as de Bolsonaro no Brasil não são distintas, apesar dos milhares de quilômetros que separam os dois países. Enquanto isso, outras políticas reformistas, social-democratas ou abertamente neoliberais conduzem outros países pelo mesmo caminho. Robinson argumenta que é importante analisar a crise de legitimidade do Estado como pano de fundo para compreender a ascensão do trumpismo nos Estados Unidos e a guinada à extrema direita em todo o mundo. Além disso, é importante analisar a nova onda de penetração e expansão do capital transnacional na América Latina e as maneiras pelas quais essa expansão se entrelaça com a dinâmica política da região, incluindo o ressurgimento da direita.
Feydel, S. & C. Bonneuil, (2015), Prédação. Natureza, o novo eldorado das finanças. Paris, Découverte.
Ibarra García, MV & E Talledos -coord- (2016) Megaprojetos no México. Uma leitura crítica. México: Itaca.
Harvey, David, 2001. Espaços do Capital. Rumo a uma Geografia Crítica. Routledge; Nova Iorque.
Keucheyan, R., (2016), A natureza é um campo de batalha. Finanças, crise ecológica e novas guerras verdes, Buenos Aires, Capital Intelectual. 2013. A produção do espaço. Capitán Swing; Madrid.
Lefebvre, Henry, Alliez, E. & M. Lazzarato, (2021), Guerras e Capital. Uma Contra-História, Buenos Aires, Tinta Limón/Madrid, Traficantes de Sueños.
Moore, Jason W. 2003 “Natureza e a transição do feudalismo para o capitalismo”. Review 26(2), 97-172.
Moore, J., (2021), «Do grande corte de preços à grande implosão. Classe, clima e a Grande Fronteira», Relações Internacionais. 47, pp 11–52.
O'Connor, James 2001. Ensaios sobre o marxismo ecológico. Siglo XXI, México.
Robinson, William I., 2013. Uma Teoria do Capitalismo Global: Produção, Classe e o Estado em um Mundo Transnacional. Siglo XXI Editores, México.
Sandoval, Juan Manuel, 2018. “O Eixo Mineração-Energia do Istmo de Tehuantepec (México) como Zona Específica de Intensa Acumulação (ZEIA) no Espaço Global para a Expansão do Capital Transnacional na Área do Projeto de Desenvolvimento e Integração da Mesoamérica (Projeto Mesoamérica)”. Artigo apresentado no II Pré-Congresso Internacional sobre Integração Regional, Fronteiras e Globalização nas Américas. Campus da Universidade Nacional da Patagônia Austral, Río Gallegos, Argentina. 27 de novembro a 1 de dezembro.
Sandoval Palacios, J. M (2017) A fronteira México-Estados Unidos. Espaço global para a expansão do capital transnacional, México: INAH.
Santos, Milton (1978) Por uma nova geografia. Hucitec, São Paulo.
Santos, Milton e Silveira, María Laura (2001) O Brasil. Território e sociedade no início do século XXI. Saraiva, São Paulo.
Sassen, Saskia, 2001 (Segunda Edição). A Cidade Global: Nova Iorque, Londres, Tóquio. Princeton University Press; Nova Jersey.
Sassen, Saskia, 2003. Os Espectros da Globalização. Fundo de Cultura Económica; México.
Smith, Neil, 2008 (Terceira Edição). Desenvolvimento Desigual. Natureza, Capital e a Produção do Espaço. The University of Georgia Press; Atenas e Londres.
Villegas Delgado, Claudia, 2018. “A produção do espaço e a teoria do capitalismo global: notas para uma discussão teórico-metodológica”. Conferência Inaugural, II Pré-Congresso Internacional sobre Integração Regional, Fronteiras e Globalização no Continente Americano, Campus da Universidade Nacional da Patagônia Austral, Río Gallegos, Argentina. 27 de novembro a 1 de dezembro.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Organize os membros do GT em torno dos três campos problemáticos (ver item 4).
Analisar o desenvolvimento de megaprojetos localizados nas Zonas Específicas de Intensa Acumulação (ZEIA) a partir da perspectiva teórica da expansão intensiva e extensiva do capital transnacional nos Espaços Globais de Expansão do Capital Transnacional (Fronteira México-Estados Unidos; Plano Mesoamericano; Amazônia; Fronteira Sul dos Andes – Patagônia e Bacia do Prata – Paraná), bem como em planos geoestratégicos globais, como a Iniciativa Cinturão e Rota promovida pela China.
Analisar os deslocamentos, os processos organizacionais e as migrações forçadas realizadas no âmbito de acordos e planos estratégicos, bem como de planos de segurança regionais, nas áreas consideradas mais importantes para o desenvolvimento de megaprojetos, ou como consequência deles.
Analisar as causas e os efeitos do surgimento de movimentos sociais e comunitários para confrontar megaprojetos que afetam seus territórios, bem como as formas de luta que adotam para esse fim, e como incorporam estratégias de escalonamento territorial e se inserem em redes regionais ou globais de resistência e movimentos alternativos que surgem nesses contextos.
Analisar os mecanismos de “securitização” e militarização que acompanham o desenvolvimento e a proteção dos Espaços Globais, bem como as políticas de controle/cooperação migratória, principalmente em regiões fronteiriças, e criminalizar o protesto social das comunidades e povos que lutam e resistem à imposição de planos geoestratégicos e megaprojetos que afetam seus territórios.
Promover o estudo e a reflexão crítica sobre os conceitos de fronteiras e analisar o problema das fronteiras nos Espaços Globais para a expansão do capital transnacional no Continente Americano.
Promover a reflexão crítica coletiva, metodologias inter/transdisciplinares, métodos de trabalho conjunto sobre os temas a serem abordados e a formação de recursos humanos nessa perspectiva.
Seminários temáticos relacionados ao projeto coletivo do Grupo de Trabalho CLACSO e seminários presenciais com a participação de membros do Grupo de Trabalho CLACSO e de povos e comunidades tradicionais sobre “Projetos de Desenvolvimento”.
Oficinas de análise e discussão e seminários virtuais na plataforma digital CLACSO GT.
Workshops específicos sobre Espaços Globais para a Acumulação de Capital Transnacional e Zonas Específicas de Acumulação Intensa (presenciais ou híbridos).
Oficinas sobre a “transição energética” e as dimensões ecológica, alimentar e outras (presenciais ou híbridas).
Organização de eventos acadêmicos internacionais cujos eixos temáticos são os do projeto coletivo.
Participação de membros da GT em painéis, simpósios, mesas-redondas e fóruns em congressos internacionais.
Intercâmbio acadêmico de estudantes de pós-graduação e pesquisadores membros do CLACSO GT entre instituições e/ou centros do CLACSO para estágios de doutorado, pós-doutorado, ano sabático e pesquisa.
Assinatura de Cartas de Intenções entre o Grupo de Trabalho da CLACSO e organizações sociais para colaboração conjunta e participativa na análise de problemas que afetam seus territórios, bens comuns e sua vida e organização comunitária.
Promoção e fortalecimento de equipes de pesquisa sobre tópicos e/ou regiões específicas e redes temáticas dentro do GT e com outros GTs da CLACSO.
Apoio à formação e pesquisa de pós-graduação para estudantes e jovens pesquisadores.
Progresso na construção de uma Rede de Cartografia Social de Zonas Específicas de Intensa Acumulação (ZEIA) em Espaços Globais para a expansão do capital transnacional no Continente Americano, com equipes de pesquisadores, membros do Grupo de Trabalho CLACSO, incorporando também análises específicas em espaços fronteiriços.
equipes de pesquisa.
Atividades conjuntas da Rede interGt Novas Fronteiras do Pensamento Crítico Latino-Americano e das lutas pela emancipação na América Latina.
Assinatura de acordos específicos entre o coletivo Geocomunes (ver http://geocomunes.org/), cujos membros fazem parte da GT, e outros.
Desenvolvimento de novos mapas sociais em apoio a comunidades e organizações sociais, resultantes do avanço da rede de mapeamento social e de sua expansão com a incorporação de novos nós.
Organização de eventos acadêmicos (seminários, workshops e outros) em conjunto pelo Grupo de Trabalho da CLACSO “Fronteiras, regionalização e globalização na América” e outros Grupos de Trabalho da CLACSO.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Seminários presenciais e/ou virtuais com estudantes e pesquisadores de diferentes instituições e países.
Formação e aconselhamento para membros de organizações sociais, comunitárias e outras.
Desenvolvimento de mapas sociais que mostram os diversos problemas da expansão do capital transnacional e os diferentes impactos dos megaprojetos que esse capital provoca.
Produção de publicações coletivas (livros, dossiês, artigos para revistas, etc.) em coedição com a CLACSO.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Promover a colaboração conjunta e participativa entre o Grupo de Trabalho da CLACSO e organizações sociais e outras na análise dos problemas gerados pela expansão do capital transnacional que impactam territórios, bens comuns, vida comunitária e organização.
Assinatura de Cartas de Intenções entre o Grupo de Trabalho da CLACSO e organizações sociais para colaboração conjunta e participativa na análise de problemas que afetam seus territórios, bens comuns e sua vida e organização comunitária.
Desenvolvimento de análises e eventos conjuntos do Grupo de Trabalho da CLACSO com organizações indígenas, socioambientais, sindicais e outras sobre os problemas que as afetam.
Apoio à criação de Tribunais Populares em defesa dos territórios e dos bens comuns, organizados conjuntamente pelo Grupo de Trabalho da CLACSO com movimentos sociais e organizações populares.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Organização do IV Pré-Congresso Internacional sobre Integração Regional, Fronteiras e Globalização no Continente Americano, em Mendoza, Argentina, entre os meses de março e julho (modo híbrido).
Organização do XIX Congresso Internacional sobre Integração Regional, Fronteiras e Globalização no Continente Americano, em Chilecito, Argentina, em novembro (presencial).
Participação na organização do 57º Congresso Internacional de Americanistas (ICA), a ser realizado em Foz do Iguaçu, Brasil, em julho de 2023, organizado pela Universidade Estadual do Centro do Estado do Paraná (UNICENTRO). Para este congresso, Alejandro Schweitzer, um dos coordenadores do Grupo de Trabalho, foi nomeado coordenador do tema fronteiras e membro efetivo do comitê científico. Este e outros temas incluem a organização de simpósios por membros do Grupo de Trabalho CLACSO.
2º Encontro da Rede InterGt Novas Fronteiras do Pensamento Crítico Latino-Americano e Lutas pela Emancipação da América Latina, em conjunto com os Grupos de Trabalho “Territorialidades em Disputa e R-existência”, “Ecologia(s) Política(s) do Sul/Abya-Yala”, “Anticapitalismos e Sociabilidades Emergentes”, “Povos Indígenas, Autonomias e Direitos Coletivos”, “Pensamento Geográfico Crítico Latino-Americano”, “Estudos Críticos do Desenvolvimento Rural” e “Fronteiras, Regionalização e Globalização”. Participação no XVIII Congresso da ACAS 2023 em Heredia, Costa Rica.
Progresso na reflexão crítica conjunta no âmbito das atividades interGt
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Organize os membros do GT em torno dos três campos problemáticos (ver item 4).
Analisar o desenvolvimento de megaprojetos localizados nas Zonas Específicas de Intensa Acumulação (ZEIA) a partir da perspectiva teórica da expansão intensiva e extensiva do capital transnacional nos Espaços Globais de Expansão do Capital Transnacional (Fronteira México-Estados Unidos; Plano Mesoamericano; Amazônia; Fronteira Sul dos Andes – Patagônia e Bacia do Prata – Paraná), bem como em planos geoestratégicos globais, como a Iniciativa Cinturão e Rota promovida pela China.
Analisar os deslocamentos, os processos organizacionais e as migrações forçadas realizadas no âmbito de acordos e planos estratégicos, bem como de planos de segurança regionais, nas áreas consideradas mais importantes para o desenvolvimento de megaprojetos, ou como consequência deles.
Analisar as causas e os efeitos do surgimento de movimentos sociais e comunitários para confrontar megaprojetos que afetam seus territórios, bem como as formas de luta que adotam para esse fim, e como incorporam estratégias de escalonamento territorial e se inserem em redes regionais ou globais de resistência e movimentos alternativos que surgem nesses contextos.
Analisar os mecanismos de “securitização” e militarização que acompanham o desenvolvimento e a proteção dos Espaços Globais, bem como as políticas de controle/cooperação migratória, principalmente em regiões fronteiriças, e criminalizar o protesto social das comunidades e povos que lutam e resistem à imposição de planos geoestratégicos e megaprojetos que afetam seus territórios.
Promover o estudo e a reflexão crítica sobre os conceitos de fronteiras e analisar o problema das fronteiras nos Espaços Globais para a expansão do capital transnacional no Continente Americano.
Promover a reflexão crítica coletiva, metodologias inter/transdisciplinares, métodos de trabalho conjunto sobre os temas a serem abordados e a formação de recursos humanos nessa perspectiva.
Seminários temáticos relacionados ao projeto coletivo do Grupo de Trabalho CLACSO e seminários presenciais com a participação de membros do Grupo de Trabalho CLACSO e de povos e comunidades tradicionais sobre “Projetos de Desenvolvimento”.
Oficinas de análise e discussão e seminários virtuais na plataforma digital CLACSO GT.
Workshops específicos sobre Espaços Globais para a Acumulação de Capital Transnacional e Zonas Específicas de Acumulação Intensa (presenciais ou híbridos).
Oficinas sobre a “transição energética” e as dimensões ecológica, alimentar e outras (presenciais ou híbridas).
Organização de eventos acadêmicos internacionais cujos eixos temáticos são os do projeto coletivo.
Participação de membros da GT em painéis, simpósios, mesas-redondas e fóruns em congressos internacionais.
Intercâmbio acadêmico de estudantes de pós-graduação e pesquisadores membros do CLACSO GT entre instituições e/ou centros do CLACSO para estágios de doutorado, pós-doutorado, ano sabático e pesquisa.
Assinatura de Cartas de Intenções entre o Grupo de Trabalho da CLACSO e organizações sociais para colaboração conjunta e participativa na análise de problemas que afetam seus territórios, bens comuns e sua vida e organização comunitária.
Promoção e fortalecimento de equipes de pesquisa sobre tópicos e/ou regiões específicas e redes temáticas dentro do GT e com outros GTs da CLACSO.
Apoio à formação e pesquisa de pós-graduação para estudantes e jovens pesquisadores.
Progresso na construção de uma Rede de Cartografia Social de Zonas Específicas de Intensa Acumulação (ZEIA) em Espaços Globais para a expansão do capital transnacional no Continente Americano, com equipes de pesquisadores, membros do Grupo de Trabalho CLACSO, incorporando também análises específicas em espaços fronteiriços.
Atividades conjuntas da Rede interGt Novas Fronteiras do Pensamento Crítico Latino-Americano e das lutas pela emancipação na América Latina.
Assinatura de acordos específicos entre o coletivo Geocomunes (ver http://geocomunes.org/), cujos membros fazem parte da GT, e outros.
Desenvolvimento de novos mapas sociais em apoio a comunidades e organizações sociais, resultantes do avanço da rede de mapeamento social e de sua expansão com a incorporação de novos nós.
Organização de eventos acadêmicos (seminários, workshops e outros) em conjunto pelo Grupo de Trabalho da CLACSO “Fronteiras, regionalização e globalização na América” e outros Grupos de Trabalho da CLACSO.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Seminários presenciais e/ou virtuais com estudantes e pesquisadores de diferentes instituições e países.
Formação e aconselhamento para membros de organizações sociais, comunitárias e outras.
Desenvolvimento de mapas sociais que mostram os diversos problemas da expansão do capital transnacional e os diferentes impactos dos megaprojetos que esse capital provoca.
Produção de publicações coletivas (livros, dossiês, artigos para revistas, etc.) em coedição com a CLACSO.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Promover a colaboração conjunta e participativa entre o Grupo de Trabalho da CLACSO e organizações sociais e outras na análise dos problemas gerados pela expansão do capital transnacional que impactam territórios, bens comuns, vida comunitária e organização.
Assinatura de Cartas de Intenções entre o Grupo de Trabalho da CLACSO e organizações sociais para colaboração conjunta e participativa na análise de problemas que afetam seus territórios, bens comuns e sua vida e organização comunitária.
Desenvolvimento de análises e eventos conjuntos do Grupo de Trabalho da CLACSO com organizações indígenas, socioambientais, sindicais e outras sobre os problemas que as afetam.
Apoio à criação de Tribunais Populares em defesa dos territórios e dos bens comuns, organizados conjuntamente pelo Grupo de Trabalho da CLACSO com movimentos sociais e organizações populares.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
3º Encontro da Rede InterGt Novas Fronteiras do Pensamento Crítico Latino-Americano e Lutas pela Emancipação da América Latina, em conjunto com os Grupos de Trabalho “Territorialidades em Disputa e R-existência”, “Ecologia(s) Política(s) do Sul/Abya-Yala”, “Anticapitalismos e Sociabilidades Emergentes”, “Povos Indígenas, Autonomias e Direitos Coletivos”, “Pensamento Geográfico Crítico Latino-Americano”, “Estudos Críticos do Desenvolvimento Rural” e “Fronteiras, Regionalização e Globalização”. Participação no XXXIV Congresso Latino-Americano da ALAS na República Dominicana em 2024.
Progresso na reflexão crítica conjunta no âmbito das atividades interGt
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Organize os membros do GT em torno dos três campos problemáticos (ver item 4).
Analisar o desenvolvimento de megaprojetos localizados nas Zonas Específicas de Intensa Acumulação (ZEIA) a partir da perspectiva teórica da expansão intensiva e extensiva do capital transnacional nos Espaços Globais de Expansão do Capital Transnacional (Fronteira México-Estados Unidos; Plano Mesoamericano; Amazônia; Fronteira Sul dos Andes – Patagônia e Bacia do Prata – Paraná), bem como em planos geoestratégicos globais, como a Iniciativa Cinturão e Rota promovida pela China.
Analisar os deslocamentos, os processos organizacionais e as migrações forçadas realizadas no âmbito de acordos e planos estratégicos, bem como de planos de segurança regionais, nas áreas consideradas mais importantes para o desenvolvimento de megaprojetos, ou como consequência deles.
Analisar as causas e os efeitos do surgimento de movimentos sociais e comunitários para confrontar megaprojetos que afetam seus territórios, bem como as formas de luta que adotam para esse fim, e como incorporam estratégias de escalonamento territorial e se inserem em redes regionais ou globais de resistência e movimentos alternativos que surgem nesses contextos.
Analisar os mecanismos de “securitização” e militarização que acompanham o desenvolvimento e a proteção dos Espaços Globais, bem como as políticas de controle/cooperação migratória, principalmente em regiões fronteiriças, e criminalizar o protesto social das comunidades e povos que lutam e resistem à imposição de planos geoestratégicos e megaprojetos que afetam seus territórios.
Promover o estudo e a reflexão crítica sobre os conceitos de fronteiras e analisar o problema das fronteiras nos Espaços Globais para a expansão do capital transnacional no Continente Americano.
Promover a reflexão crítica coletiva, metodologias inter/transdisciplinares, métodos de trabalho conjunto sobre os temas a serem abordados e a formação de recursos humanos nessa perspectiva.
Seminários temáticos relacionados ao projeto coletivo do Grupo de Trabalho CLACSO e seminários presenciais com a participação de membros do Grupo de Trabalho CLACSO e de povos e comunidades tradicionais sobre “Projetos de Desenvolvimento”.
Oficinas de análise e discussão e seminários virtuais na plataforma digital CLACSO GT.
Workshops específicos sobre Espaços Globais para a Acumulação de Capital Transnacional e Zonas Específicas de Acumulação Intensa (presenciais ou híbridos).
Oficinas sobre a “transição energética” e as dimensões ecológica, alimentar e outras (presenciais ou híbridas).
Organização de eventos acadêmicos internacionais cujos eixos temáticos são os do projeto coletivo.
Participação de membros da GT em painéis, simpósios, mesas-redondas e fóruns em congressos internacionais.
Intercâmbio acadêmico de estudantes de pós-graduação e pesquisadores membros do CLACSO GT entre instituições e/ou centros do CLACSO para estágios de doutorado, pós-doutorado, ano sabático e pesquisa.
Assinatura de Cartas de Intenções entre o Grupo de Trabalho da CLACSO e organizações sociais para colaboração conjunta e participativa na análise de problemas que afetam seus territórios, bens comuns e sua vida e organização comunitária.
Promoção e fortalecimento de equipes de pesquisa sobre temas e/ou regiões específicas e redes temáticas dentro do Grupo de Trabalho e com outros Grupos de Trabalho da CLACSO. Organização do V Pré-Congresso Internacional sobre Integração Regional, Fronteiras e Globalização nas Américas, em local a ser definido (na Argentina, híbrido) e
Organização do XX Congresso Internacional sobre Integração Regional, Fronteiras e Globalização no Continente Americano, local a ser definido em novembro (presencial).
Apoio à formação e pesquisa de pós-graduação para estudantes e jovens pesquisadores.
Progresso na construção de uma Rede de Cartografia Social de Zonas Específicas de Intensa Acumulação (ZEIA) em Espaços Globais para a expansão do capital transnacional no Continente Americano, com equipes de pesquisadores, membros do Grupo de Trabalho CLACSO, incorporando também análises específicas em espaços fronteiriços.
Atividades conjuntas da Rede interGt Novas Fronteiras do Pensamento Crítico Latino-Americano
Assinatura de acordos específicos entre o coletivo Geocomunes (ver http://geocomunes.org/), cujos membros fazem parte da GT, e outros.
Desenvolvimento de novos mapas sociais em apoio a comunidades e organizações sociais, resultantes do avanço da rede de mapeamento social e de sua expansão com a incorporação de novos nós.
Organização de eventos acadêmicos (seminários, workshops e outros) em conjunto pelo Grupo de Trabalho da CLACSO “Fronteiras, regionalização e globalização na América” e outros Grupos de Trabalho da CLACSO.
Manutenção do site da CLACSO GT e publicação contínua de boletins informativos eletrônicos.
Produção de publicações coletivas (livros, dossiês, artigos para revistas, etc.) em coedição com a CLACSO.
Desenvolvimento de análises e eventos conjuntos do Grupo de Trabalho da CLACSO com a Rede Mexicana de Ação contra o Livre Comércio (RMALC) sobre os mecanismos do livre comércio para facilitar a expansão do capital transnacional.
Desenvolvimento de análises e eventos conjuntos do Grupo de Trabalho da CLACSO com organizações indígenas, socioambientais, sindicais e outras sobre os problemas que as afetam.
Apoio à criação de Tribunais Populares em defesa dos territórios e dos bens comuns, organizados conjuntamente pelo Grupo de Trabalho da CLACSO com movimentos sociais e organizações populares.
Avanços na Rede de Cartografia Social de Zonas Específicas de Intensa Acumulação (ZEIA) em Espaços Globais para a expansão do capital transnacional no Continente Americano, com equipes de pesquisadores, membros do CLACSO GT “Fronteiras, regionalização e globalização na América”, organizadas em laboratórios e outras formas de trabalho em diferentes países.
Avanços na reflexão crítica conjunta no âmbito das atividades interGt.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Seminários presenciais e/ou virtuais com estudantes e pesquisadores de diferentes instituições e países.
Formação e aconselhamento para membros de organizações sociais, comunitárias e outras.
Desenvolvimento de mapas sociais que mostram os diversos problemas da expansão do capital transnacional e os diferentes impactos dos megaprojetos que esse capital provoca.
Produção de publicações coletivas (livros, dossiês, artigos para revistas, etc.) em coedição com a CLACSO.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Promover a colaboração conjunta e participativa entre o Grupo de Trabalho da CLACSO e organizações sociais e outras na análise dos problemas gerados pela expansão do capital transnacional que impactam territórios, bens comuns, vida comunitária e organização.
Assinatura de Cartas de Intenções entre o Grupo de Trabalho da CLACSO e organizações sociais para colaboração conjunta e participativa na análise de problemas que afetam seus territórios, bens comuns e sua vida e organização comunitária.
Desenvolvimento de análises e eventos conjuntos do Grupo de Trabalho da CLACSO com organizações indígenas, socioambientais, sindicais e outras sobre os problemas que as afetam.
Apoio à criação de Tribunais Populares em defesa dos territórios e dos bens comuns, organizados conjuntamente pelo Grupo de Trabalho da CLACSO com movimentos sociais e organizações populares.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Organização do V Pré-Congresso Internacional sobre Integração Regional, Fronteiras e Globalização no Continente Americano, em local a ser confirmado, na Argentina, entre os meses de março e julho (modalidade híbrida).
Organização do XX Congresso Internacional sobre Integração Regional, Fronteiras e Globalização no Continente Americano, em local a ser confirmado, e do 4º Encontro da Rede interGt Novas Fronteiras do Pensamento Crítico Latino-Americano e das lutas pela emancipação na América Latina, juntamente com os GTs “Territorialidades em disputa e r-existência”, “Ecologia(s) Política(s) do Sul/Abya-Yala”, “Anticapitalismos e sociabilidades emergentes”, “Povos Indígenas, Autonomias e Direitos Coletivos”, “Pensamento Geográfico Crítico Latino-Americano”, “Estudos Críticos do Desenvolvimento Rural” e “Fronteiras, Regionalização e Globalização”, associados à X Conferência CLACSO.
Organização do XIX Congresso da ACAS 2025 em Honduras.
Avanços na reflexão crítica conjunta no âmbito das atividades interGt.
Número total de pesquisadores admitidos: 222
Faculdade de Economia
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Faculdade de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontificia Universidad Javeriana
Colômbia
Universidade Central da Venezuela
Venezuela
Departamento de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Quilmes
Argentina
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Secretaria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Faculdade de Ciência Política e Relações Internacionais
UNR - Universidade Nacional de Rosário
Argentina
Universidade do Mar
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Faculdade de Economia
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Colégio da Fronteira Norte
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Universidade Federal de Amapá
Brasil
El Colégio de la Frontera Sur
México
Cátedras CONACYT. Instituto Tecnológico de Oaxaca
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Centro de Pesquisa Habitat e Municipal; Faculdade de Arquitetura, Design e Urbanismo; Universidade de Buenos Aires
Argentina
Faculdade de Economia
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Universidade Intercultural de Chiapas
Universidade Intercultural de Chiapas
México
Subdiretoria Nacional de Investigações
Escola Superior de Administração Pública
Colômbia
Faculdade de Economia
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Faculdade de Economia
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Centro de Pesquisa Interdisciplinar sobre Desenvolvimento Regional
Mestrado em Análise Regional
Universidade Autônoma de Tlaxcala (UATx)
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
(1)CONICET - (2) Universidade Nacional de Cuyo
Argentina
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Faculdade de Economia
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Faculdade de Economia
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Universidade Intercultural de Chiapas
Universidade Intercultural de Chiapas
México
Faculdade de Economia, Universidade Nacional Autônoma do México
México
O Colégio de Saint Louis AC
México
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Instituto Arnold Bergstraesser
Alemanha
Centro de pesquisa
Faculdade de Filosofia e Humanidades
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Diretoria de Pesquisa Científica
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Faculdade de Economia
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
não
Colômbia
Escola Nacional de Antropologia e História
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Instituto Amazônico de Pesquisa
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Universidade Intercultural de Chiapas
Universidade Intercultural de Chiapas
México
Instituto Amazônico de Pesquisa
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Instituto de Pesquisa Social
Faculdade de Ciências Sociais
Universidad de Costa Rica
Costa Rica
Universidade de Varsóvia
Polónia
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Universidade Bolivariana da Venezuela
Venezuela
Universidade Autônoma da Cidade do México
Coordenação acadêmica
Universidade Autônoma da Cidade do México
México
CONICET-Universidade de Buenos Aires, Faculdade de Arquitetura, Design e Urbanismo
Argentina
Faculdade de Direito da Universidade Autônoma Tomás Frías (UATF)
Bolívia
Universidade de Valparaíso
Chile
Universidade de São Carlos da Guatemala
Guatemala
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Centro de Estudos de Desenvolvimento
Universidade Central da Venezuela
Venezuela
Centro de Pesquisa Interdisciplinar sobre Desenvolvimento Regional
Mestrado em Análise Regional
Universidade Autônoma de Tlaxcala (UATx)
México
Instituto de Humanidades. UNC-CONICET
Argentina
El Colégio de la Frontera Sur
México
Centro de Pesquisa Interdisciplinar sobre Desenvolvimento Regional
Mestrado em Análise Regional
Universidade Autônoma de Tlaxcala (UATx)
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Universidade do Golfo do México, campus de Huatulco
México
Diretoria de Pesquisa Científica
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Instituto de Pesquisa para o Desenvolvimento
Brasil
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Diretoria de Pesquisa Científica
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Centro de Pesquisa e Ensino Econômico AC
México
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Faculdade de Economia
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Secretaria de Gestão Integrada de Riscos e Proteção Civil do Governo da Cidade do México
México
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Geocomunas
México
Universidade Autônoma de Chiapas (UNACH)
México
Universidad de Los Andes
Venezuela
Universidade da Corunha
Espanha
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Centro Universitário Regional Ocidental CUROC-UNAH
Honduras
Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais
Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais
Brasil
Diretoria de Pesquisa Científica
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Faculdade de Ciências da Educação da Universidade La Salle, Colômbia
Faculdade de Ciências da Educação
Universidade de La Salle
Colômbia
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Universidade Intercultural de Chiapas
Universidade Intercultural de Chiapas
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Faculdade de Economia
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Faculdade de Economia
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Faculdade de Economia
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Universidade do Mar
México
Fundação Universidade Federal da Grande Dourados
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Federal da Grande Dourados
Brasil
Faculdade de Economia
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Diretoria de Pesquisa Científica
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Universidade de Magalhães
Chile
Universidade Nacional da Patagônia Austral
Argentina
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Universidade de Anahuac
México
Universidade Federal do Tocantins
Brasil
Diretoria de Pesquisa Científica
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Divisão de Ciências Sociais
Universidade de Sonora
México
Diretoria de Pesquisa Científica
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Universidade do Mar
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Centro de Pesquisa Interdisciplinar sobre Desenvolvimento Regional
Mestrado em Análise Regional
Universidade Autônoma de Tlaxcala (UATx)
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Universidade da Califórnia, Santa Barbara
Estados Unidos
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Escola de Planejamento Urbano e Regional
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Universidade do Atacama
Chile
Centro de Estudos Rurais Interdisciplinares
Paraguai
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
El Colégio de la Frontera Sur
México
Faculdade de Economia
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Universidade Tecnológica de San Miguel de Allende
México
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Instituto Tecnológico de Oaxaca
México
Instituto Latino-Americano de Economia, Sociedade e Política
-UNIVERSIDADE FEDERAL DE INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA
Brasil
Universidad Austral de Chile
Chile
Universidade Nacional da Patagônia Austral - UNPA / Unidade Acadêmica Río Gallegos
Argentina
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Brasil
Instituto de Estudos Regionais
Universidade de Antioquia
Colômbia
Subdiretoria Nacional de Investigações
Escola Superior de Administração Pública
Colômbia
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Faculdade de Economia
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Centro de pesquisa
Faculdade de Filosofia e Humanidades
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Centro Regional de Yucatán do Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Universidade Nacional Autônoma do México
México