Área temática: Geopolítica e Integração

Grupo de trabalhoGeopolítica, integração regional e o sistema mundial

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1. Nome do Grupo de Trabalho.
Geopolítica, integração regional e o sistema mundial
Coordenador(es) do Grupo de Trabalho
Jaime Fernando Estenssoro Saavedra
Instituto de Estudos Avançados
Universidade de Santiago do Chile
Chile
andres arauz
Programa Universitário de Estudos sobre a Ásia, África e Oceania
-Universidade Nacional Autônoma do México
México
Rebeca Peralta Mariñelarena
Programa de Pós-Graduação em Estudos Latino-Americanos
Área de Coordenação de Pós-Graduação, Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade Nacional Autônoma do México
México

2. Localização crítica do tema no contexto latino-americano e caribenho e em relação à dinâmica global.

A relevância da região latino-americana na dinâmica do sistema mundial é inegável. Pelo contrário, tornou-se ainda mais evidente em um contexto de guerras comerciais entre potências hegemônicas, que tiveram repercussões em um cenário de múltiplas crises globais devido à pandemia de COVID-19.

Os territórios da nossa região, ricos em recursos naturais estratégicos – bens comuns –, são disputados pelas grandes potências em diferentes cenários, que abrangem o campo da diplomacia e chegam até mesmo a soluções violentas, como golpes militares, ambos com o mesmo objetivo: a posse das riquezas naturais para a reprodução do capitalismo.

Nesse contexto, a luta política e a disputa estatal tornam-se centrais, uma vez que, em última análise, é a partir desses espaços que se torna possível influenciar as políticas econômicas e produtivas e transformar a dinâmica social e as próprias instituições responsáveis ​​pela reprodução da vida social.

Após o primeiro ciclo de governos progressistas na América Latina, é necessária uma avaliação crítica para identificar as conquistas sociais e políticas de nossos países, que priorizaram a redução da desigualdade e o combate à pobreza. Fundamentalmente, essa avaliação também deve nos ajudar a apontar as questões e os desafios pendentes que a segunda onda de governos progressistas na América Latina poderá enfrentar. Em particular, essa avaliação exigirá a análise de quaisquer erros e omissões que possam ter ocorrido.

É também necessário estudar as novas dinâmicas de integração regional baseadas no papel de liderança de espaços regionais como a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos - CELAC (2012), a Aliança Bolivariana para os Povos - ALBA e o aprofundamento de processos existentes, como a União de Nações Sul-Americanas - UNASUL (2008).

A participação da América Latina no BRICS, por meio do Brasil, que reúne cinco potências emergentes — Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul — e que possui um sistema bancário de desenvolvimento com capital superior a US$ 600 bilhões (somando o capital disponível do Banco do BRICS e do Banco Asiático de Desenvolvimento), está redefinindo a dinâmica da economia global. Novos alinhamentos geopolíticos estão surgindo, com a China e sua Iniciativa Cinturão e Rota (BRI) desempenhando um papel central.

Contudo, na segunda década do século XXI, estamos vivenciando um período de ascensão de movimentos de direita e extrema-direita, o que representa desafios à integração regional e novas tensões nos níveis local, nacional e regional. A estratégia conservadora global atingiu seu ápice em novembro de 2019 na Bolívia, com o golpe contra o governo do presidente Evo Morales. Embora esse golpe tenha sido revertido pelas forças populares, ele não foi totalmente desmantelado, e as estratégias de desestabilização contra o novo governo continuam. Estratégias semelhantes estão sendo empregadas no Peru contra o governo do líder sindical dos professores, Pedro Castillo.

Por outro lado, a eleição de um governo progressista no México com AMLO, na Argentina com Alberto Fernández, no Chile com Gabriel Boric e, mais recentemente, na Colômbia com Gustavo Petro, delineia um mapa político que abre grandes possibilidades para os processos de integração regional.

Num momento histórico como este, torna-se necessário aprofundar uma reflexão ampla e sistemática sobre as novas reconfigurações geopolíticas do sistema mundial, sobre a dinâmica da economia mundial e regional e sobre os desafios dos projetos de integração regional.

Hoje, em um cenário pós-pandemia, a formulação de políticas públicas e o planejamento vinculados à formação acadêmica e às ciências sociais são mais urgentes do que nunca. Portanto, consideramos extremamente oportuna a continuidade de um Grupo de Trabalho sobre este tema no âmbito da CLACSO, pois permitirá a criação de um espaço para reflexão coletiva e uma sólida rede de pesquisadores que trabalham sobre este tema na região, com crescente colaboração internacional.

Desde a sua criação, este Grupo de Trabalho tem como objetivo promover um debate interdisciplinar sobre a dimensão geopolítica dos processos de integração regional, particularmente na região, no contexto dos principais interesses económicos e políticos conflitantes e convergentes no sistema mundial e das estratégias articuladas para alcançar esses interesses.

Além de analisar os tópicos já mencionados, como a disputa por territórios e recursos naturais, bem como o impacto desses processos sobre as populações locais, movimentos sociais, governos, soberanias nacionais e políticas públicas, analisaremos outros temas como a reconfiguração da economia mundial e do sistema financeiro internacional; a nova dinâmica das relações Sul-Sul e Norte-Sul no contexto de um sistema multipolar; o espírito da Conferência de Bandung (1955) e a emergência de uma nova ordem mundial; estratégias hegemônicas e processos de militarização; e as ameaças, oportunidades e desafios dos processos de integração regional.

2021. Bolívia e as implicações geopolíticas do golpe de Estado. Compiladores: Tamara Lajtman, Silvina María Romano, Mónica Bruckmann, Oscar Ugarteche, Clacso.
2020. América Latina na encruzilhada - Golpes de Lawfare e luta de classes. Organizadores: Roberto Santana Santos, Maria Villarreal e João Claudio Pitillo
Autores: Atilio Borón, Paula Klachko, Jaime Osorio, Roberto S. Santos, Rebeca Peralta, María Villarreal, Luiz Eduardo M. Ruas, Júlio C. Gambina, Antonio Elías, Cecilia Vuyk, Matías Ortíz Figueroa, Sergio Quintero-Londoño, Ricardo Jiménez, Antonio Palazuelos e João Claudio Pitillo
3. Justificação e análise da relevância teórica do tema em relação ao contexto analisado.

Ao analisarmos as relações de poder que determinam a política mundial, agora situada nesta terceira década do século XXI, torna-se evidente que nossa era é marcada pela complexa reorganização geopolítica global em curso, produto do declínio cada vez mais acentuado dos Estados Unidos como hegemonia da ordem capitalista liberal do sistema mundial moderno.

Como bem apontado, o breve século XX, ou seja, os setenta anos entre o início da Primeira Guerra Mundial em 1914 e o colapso da URSS em 1991, pode ser considerado o século do poder americano no cenário internacional (Hobsbawm, 2012). Mas, mais especificamente, foi após o fim da Segunda Guerra Mundial que a megapotência do Norte — sustentada pela esmagadora supremacia militar e econômica com a qual emergiu desse conflito — impôs sua hegemonia e moldou a ordem internacional do pós-guerra. E embora, ao final da Guerra Fria (1991), importantes teóricos, tanto críticos (Wallerstein) quanto da corrente dominante (Kennedy), já argumentassem que, desde a década de 1970, os EUA vinham demonstrando claros sinais de declínio em seu poder hegemônico, o establishment americano experimentou uma espécie de euforia otimista que os levou a considerar que o século XXI também seria um século americano e que o poder global seria indiscutivelmente unipolar, baseado em seu poderio militar incontestável. Mas a verdade é que essa euforia durou pouco, e no início da segunda década do século XXI, especialmente após a crise dos subprimes de 2008 (quando os EUA e seus aliados ocidentais e da OCDE, incapazes de reanimar a economia global sozinhos, tiveram que criar o G20, reunindo China, Índia, Rússia, Turquia, Brasil, México e Argentina, entre outros, para estabilizar a economia global), cresceu a preocupação e o temor em relação a uma China que, em 2011, já havia se consolidado como a segunda maior potência econômica e militar do mundo. Além disso, a China demonstrou um impressionante ritmo de crescimento em todas as principais áreas que definem o poder de uma potência hegemônica (econômica, infraestrutural e tecnológica), o que atualmente gera um crescente debate no meio acadêmico sobre o momento exato em que a China ultrapassará completamente os EUA em todas essas áreas de poder. Mas não se trata apenas da China; As chamadas potências emergentes, como a Índia e outros membros do BRICS, ou a Turquia, entre outros países, também estão crescendo significativamente e exigindo participar da formação de uma nova hegemonia pós-americana, uma ordem global multipolar.

Em resumo, seguindo Wallerstein (2010), podemos argumentar que estamos em um período de transição, marcado pelo declínio de uma potência hegemônica e pela ascensão de novas potências que a desafiam. Nesse sentido, trata-se de um período (que pode durar várias décadas) caracterizado por conflitos e lutas complexas, bem como por grande incerteza na ordem internacional.

E precisamente neste momento histórico, de transição e mudança, de enormes desafios, mas também de oportunidades, é necessário, a partir da nossa região latino-americana, aprofundar uma reflexão ampla e sistemática sobre as novas reconfigurações geopolíticas do sistema mundial. Isso implica analisar a dinâmica da economia global e regional e os desafios que se apresentam aos projetos de integração regional. A integração torna-se cada vez mais urgente diante do realinhamento multipolar em curso, onde a única certeza, nestes tempos incertos, é que a hegemonia em declínio resiste e resistirá de todas as formas possíveis a abandonar seu pedestal de poder.

Bibliografia utilizada
HOBSBAWM, Eric. Guerra e Paz no Século XXI. Buenos Aires: Arte Gráfico Editorial Argentino, 2012
KENNEDY, Paul; Ascensão e Queda das Grandes Potências: Mudanças Econômicas e Conflitos Militares de 1500 a 2000. Nova York: Random House, 1987.
MAIRA, Luis. Aprendendo com o estudo dos Estados Unidos. Cidade do México: CIDE, PNUD, 2014.
WALLERSTEIN, Immanuel; Análise de Sistemas Mundiais. Uma Introdução. Cidade do México: Siglo XXI, 2010
4. Plano de trabalho de três anos (36 meses), detalhado por ano.
PLANO DE TRABALHO PARA O PRIMEIRO ANO (01/02/2023 al 31/12/2023)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
I. Estudar o impacto da pandemia de Covid-19 nas relações de poder inter-hegemônicas e suas implicações para a geopolítica latino-americana.

II. Analisar a situação geopolítica da América Latina na ordem multipolar emergente.

III. Estudar o impacto do atual regime internacional de sanções tecnológicas, econômicas e financeiras.

IV. Desenvolver uma proposta para um sistema alternativo de transações financeiras multipolares e um sistema tecnológico multipolar alternativo.


V. Analisar os principais megaprojetos de integração regional como instrumentos de intervenção geopolítica.

VI. Propor ações destinadas a reconstruir a unidade e a integração regional.

VII. Estudar os aspectos geopolíticos presentes na gestão dos recursos naturais no contexto atual do sistema mundial.

VIII. Compreender o impacto geocultural que as comemorações nacionais do Bicentenário da Independência têm na região.

IX. Determinar a estrutura sociocultural, econômica e política deixada pelos governos progressistas do início do século XXI.

X. Preparar a versão inicial de um boletim do CLACSO-GT destinado a divulgar o conhecimento produzido pelos membros do Grupo de Trabalho.
I. Produção e publicação de pesquisas revisadas por pares com o objetivo de aprofundar as seguintes áreas problemáticas:

a) Fundamentos, características e consequências do atual regime internacional de sanções tecnológicas, econômicas e financeiras.
b) Sistemas alternativos de transações financeiras multilaterais.
c) Sistema tecnológico alternativo multipolar.
d) Principais megaprojetos de integração regional utilizados como instrumentos de intervenção geopolítica.
e) Impacto da Covid-19 nas atuais relações inter-hegemônicas.
f) Consequências da guerra comercial entre os EUA e a China na definição da estrutura geopolítica da região latino-americana.
g) Aspectos geopolíticos na gestão de recursos naturais no contexto atual do sistema mundial.

II. Realização de seminários com o objetivo de abordar as seguintes questões problemáticas:

a) Seminário temático n.º 01. Sobre o impacto geocultural das comemorações nacionais do Bicentenário da Independência.
b) Seminário temático n.º 02. Sobre o impacto da pandemia de Covid-19 nas relações de poder inter-hegemônicas e suas implicações para a geopolítica latino-americana.
c) Seminário temático n.º 03. Sobre a estrutura sociocultural, económica e política deixada pelos governos progressistas do início do século XXI.

III. Realizar uma reunião anual com os membros do Grupo de Trabalho para discutir mais detalhadamente suas respectivas áreas de pesquisa.

IV. Claustro com bancos centrais e governos de países sancionados.

V. Edição temática de um número especial da Revista Acadêmica com o objetivo de resgatar os trabalhos do seminário temático nº 03. Sobre a estrutura sociocultural, econômica e política deixada pelos governos progressistas do início do século XXI.

VI. Concepção e elaboração dos trabalhos de um boletim da CLACSO-GT.
I. Disseminar a produção de conhecimento da GT para o público acadêmico, gestores públicos e movimentos sociais na América Latina e globalmente, por meio de publicações periódicas e livros coletivos.

II. Elaboração de documentos especializados na revisão da literatura específica sobre os temas da GT.

III. Ter os recursos necessários para produzir um Boletim CLACSO-GT regularmente.

IV. Publicação de uma edição especial de uma revista acadêmica com uma coletânea de pesquisas discutidas em seminários internos da GT.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
I. Divulgar os resultados das atividades de produção de conhecimento do GT, com base na publicação dos artigos apresentados nos três seminários temáticos propostos.
a) No caso de artigos selecionados para publicação em formato de livro, as edições serão realizadas em colaboração (coedição) com instituições e redes vinculadas ao GT e ao CLACSO.
b) No caso de artigos que não forem recuperados em formato de livro, eles serão integrados à edição de um número temático especial de um periódico acadêmico.

II. Realizar atividades para promover o conhecimento gerado pelo GT em relação aos dez itens mencionados na seção anterior (sobre produção de conhecimento).
I. Realização de encontros, workshops e seminários internacionais, nacionais e locais (em formatos presenciais e não presenciais), com a participação de membros da GT, gestores de políticas públicas, bem como membros de movimentos sociais ligados às redes e espaços de ação da GT e da CLACSO.

II. Concepção e lançamento de um site GT, projetado para armazenar, reproduzir e disseminar o conhecimento produzido pelos membros do Grupo de Trabalho.

III. Produção e divulgação de produtos infográficos publicados regularmente sobre as linhas problemáticas propostas na seção anterior.

IV. Publicação de um perfil nas redes sociais, formalizado com a identidade institucional da GT, que serve como canal de socialização do conhecimento produzido pela GT.

V. Reestruturação do conteúdo e reformulação da identidade institucional do canal oficial do Grupo de Trabalho no YouTube.
I. Dispor de ferramentas analíticas específicas da GT que sirvam de base para o desenvolvimento de políticas públicas, o aprofundamento da pesquisa em espaços acadêmicos e o desenvolvimento de uma agenda social e política dos movimentos sociais.

II. Elaborar um projeto inicial para um site de acesso público gratuito que aborde algumas lacunas informativas, teóricas e metodológicas recorrentes na análise da estrutura geopolítica da América Latina.

III. Publicar e disponibilizar ao público um novo livro composto pelos trabalhos do Grupo de Trabalho.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
I. Promover espaços para encontros com os responsáveis ​​pelas instituições governamentais em alguns Estados da América Latina.

II. Facilitar espaços de reunião com os pesquisadores que fazem parte do GT.

III. Abrir espaços para discussão sobre os problemas da geopolítica mundial.

IV. Promoção de projetos de capacitação para líderes e pessoal profissional pertencentes às diversas organizações sociais da América Latina com as quais a GT está vinculada no desempenho de seu trabalho.

V. Celebração de espaços para a troca de experiências entre funcionários do governo, representantes de organizações sociais e acadêmicos sobre os problemas delineados na seção de produção de conhecimento deste plano de trabalho.
I. Realização de atividades com o objetivo de trocar resultados e análises sobre os impactos de políticas públicas implementadas por alguns Estados latino-americanos e pelos pesquisadores do GT em sua articulação e trabalho conjunto.

II. Realizar seminários e espaços de debate e troca de experiências com os pesquisadores que são membros do Grupo de Trabalho, bem como com as organizações sociais ligadas aos países representados neste Grupo de Trabalho.
I. Elaborar uma coleção documental a partir da celebração dos espaços de troca com os atores sociais identificados e propostos neste plano de trabalho.

II. Elaborar artigos didáticos específicos para as necessidades de utilização das organizações sociais com as quais a GT se articula no cumprimento das suas tarefas, conforme delineado neste plano de trabalho.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
I. Promover o intercâmbio entre especialistas governamentais, organizações internacionais e acadêmicos das seguintes instituições:

a) Vice-Presidência da Bolívia.
b) Centro de Pesquisa Social da Vice-Presidência.
c) Banco Central da Bolívia.
d) Escola Plurinacional de Gestão Pública da Bolívia.
e) Universidade Andina Simón Bolívar.
f) Ministério da Presidência da Bolívia.
g) Ministério de Minas e Metalurgia da Bolívia.
h) Ministério das Relações Exteriores da Bolívia.
i) Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL).
j) Centro Estratégico Latino-Americano de Geopolítica (CELAG).
k) Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM).
l) Observatório Boliviano de Geopolítica.
m) Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América.

II. Estabelecimento de relações de trabalho com Observatórios e Institutos de Geopolítica em nível internacional.

III. Promoção de processos para a articulação de uma rede regional e global especializada em análise geopolítica.

IV. Relação com programas de pós-graduação em Geopolítica em diversos países.
I. Realizar reuniões introdutórias para identificar áreas de pesquisa em que possamos trabalhar em conjunto com as instituições propostas.

II. Estabelecer programas e cronogramas de trabalho específicos, de acordo com as necessidades do GT e das instituições propostas para seu envolvimento.

III. Promover reuniões de trabalho periódicas, realizadas em conjunto com as instituições, movimentos e atores sociais propostos neste plano de trabalho, para avaliar as conquistas alcançadas.
I. Criar uma coleção documental composta pelos documentos de trabalho produzidos nas reuniões e seminários realizados.

II. Ter uma produção mínima de documentos de trabalho no formato de "documentos de política".

III. Elaborar um relatório completo dos resultados dos seminários realizados.

IV. Criar um acervo documental composto por diferentes publicações conjuntas, resultantes das atividades do GT, em conjunto com as instituições e atores sociais propostos neste plano de trabalho.

V. Fortalecer a rede de alianças e colaborações institucionais em nível regional e internacional.
PLANO DE TRABALHO PARA O SEGUNDO ANO (01/01/2024 al 31/12/2024)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
I. Estudar o impacto geopolítico do Lawfare na América Latina, no âmbito da disputa dos EUA com outras potências em sua luta pela região.

II. Analisar o cenário geopolítico dos Estados que acabaram de passar e/ou estão prestes a passar por processos político-eleitorais.

III. Analisar os efeitos geopolíticos da reestruturação política da Europa (no contexto da ascensão de novos governos conservadores) e sua relação e impacto no fortalecimento do conservadorismo local na América Latina.

IV. Determinar as mudanças geopolíticas na região a partir de uma perspectiva compartilhada de defesa e segurança regional.
I. Realização de seminários com o objetivo de abordar as seguintes questões problemáticas:

a) Seminário Temático nº 01. Sobre a reação conservadora regional que se desenrolou em torno do terceiro quinquenal do século XXI, encerrando um período inicial de crescimento do progressismo latino-americano. (Este seminário é proposto como continuação do Seminário Temático nº 03 [Ano 1], sobre a estrutura sociocultural, econômica e política deixada pelos governos progressistas do início do século XXI).

II. Realizar uma reunião anual com os membros do GT para discutir mais detalhadamente suas respectivas áreas de pesquisa.

III. Reunião do corpo docente com bancos centrais e governos de países sancionados.

V. Edição temática de um número especial da Revista Acadêmica com o objetivo de recuperar os trabalhos do seminário temático nº 01 [ano 2] Sobre a reação conservadora regional que se desenrolou em torno do terceiro quinquenal do século XXI, encerrando um momento inicial de expansão do progressismo latino-americano. (Esta edição especial é proposta como continuação do número temático publicado no primeiro ano de trabalho deste Grupo de Trabalho, sobre a estrutura sociocultural, econômica e política deixada pelos governos progressistas do início do século XXI).

VI. Publicação dos primeiros números do Boletim CLACSO-GT deste Grupo.
I. Alcançar uma disseminação mais ampla da produção de conhecimento da GT, tanto entre o público acadêmico quanto entre os movimentos sociais na América Latina.

II. Ter uma coleção documental ampliada com base na consolidação do repositório GT.

III. Ter uma coleção documental ampliada da obra de GT.

IV. A publicação de uma edição especial de uma revista acadêmica, com o objetivo de recuperar os trabalhos apresentados no seminário temático proposto para este ano.

V. Ter seu próprio Boletim CLACSO-GT.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
I. Divulgar os resultados das atividades de produção de conhecimento do GT, com base na publicação dos artigos apresentados no seminário temático proposto para este ano.
a) No caso de artigos selecionados para publicação em formato de livro, as edições serão realizadas em colaboração (coedição) com instituições e redes vinculadas ao GT e ao CLACSO.
b) No caso de artigos que não forem recuperados em formato de livro, eles serão integrados à edição de um número temático especial de um periódico acadêmico.

II. Realizar atividades para promover o conhecimento gerado pelo GT.

III. Promover o conhecimento sobre o Lawfare na América Latina nos novos espaços de divulgação da GT (redes sociais e site), no âmbito da disputa geopolítica sobre a região.
I. Realização de encontros, workshops e seminários internacionais, nacionais e locais (em formatos presenciais e não presenciais), com a participação de membros da GT, gestores de políticas públicas, bem como membros de movimentos sociais ligados às redes e espaços de ação da GT e da CLACSO.

II. Construção do repositório GT dentro do ecossistema do seu website, alimentado pela pesquisa dos seus membros:
a) com acesso total no caso de conteúdo livre de restrições de direitos autorais;
b) com referência e redirecionamento para obras com restrições de direitos autorais.

III. Planejamento e concepção de um programa anual de cápsulas audiovisuais com foco na promoção de comentários atuais oferecidos pelos membros do GT.

IV. Implementação de um projeto piloto do tipo Blog online, desenvolvido dentro do ecossistema web oferecido pela página online da GT.
I. Ter um conjunto razoável de ferramentas analíticas que apoiem o desenvolvimento de políticas públicas, o aprofundamento das atividades de pesquisa em espaços acadêmicos com representação no Grupo de Trabalho e o desenvolvimento de uma agenda social e política com ênfase no fortalecimento dos movimentos sociais vinculados ao trabalho do Grupo de Trabalho.

II. Site publicado e blog funcionando de forma estável e recorrente.

III. Ter uma nova publicação em formato de livro, acessível ao público.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
I. Promover espaços para encontros com os responsáveis ​​pelas instituições governamentais em alguns Estados da América Latina.

II. Facilitar espaços de reunião com os pesquisadores que fazem parte do GT.

III. Abrir espaços para discussão sobre os problemas da geopolítica mundial.

IV. Promoção de projetos de capacitação para líderes e pessoal profissional pertencentes às diversas organizações sociais da América Latina com as quais a GT está vinculada no desempenho de seu trabalho.

V. Celebração de espaços para a troca de experiências entre funcionários do governo, representantes de organizações sociais e acadêmicos sobre os problemas delineados na seção de produção de conhecimento deste plano de trabalho.
I. Realização de atividades com o objetivo de trocar resultados e análises sobre os impactos de políticas públicas implementadas por alguns Estados latino-americanos e pelos pesquisadores do GT em sua articulação e trabalho conjunto.

II. Realizar seminários e espaços de debate e troca de experiências com os pesquisadores que são membros do Grupo de Trabalho, bem como com as organizações sociais ligadas aos países representados neste Grupo de Trabalho.
I. Elaborar uma coleção documental a partir da celebração dos espaços de troca com os atores sociais identificados e propostos neste plano de trabalho.

II. Elaborar artigos didáticos específicos para as necessidades de utilização das organizações sociais com as quais a GT se articula no cumprimento das suas tarefas, conforme delineado neste plano de trabalho.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
I. Promover o intercâmbio entre especialistas governamentais, organizações internacionais e acadêmicos das seguintes instituições:

a) Vice-Presidência da Bolívia.
b) Centro de Pesquisa Social da Vice-Presidência.
c) Banco Central da Bolívia.
d) Escola Plurinacional de Gestão Pública da Bolívia.
e) Universidade Andina Simón Bolívar.
f) Ministério da Presidência da Bolívia.
g) Ministério de Minas e Metalurgia da Bolívia.
h) Ministério das Relações Exteriores da Bolívia.
i) Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL).
j) Centro Estratégico Latino-Americano de Geopolítica (CELAG).
k) Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM).
l) Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América.

II. Estabelecimento de relações de trabalho com Observatórios e Institutos de Geopolítica em nível internacional.

III. Promoção de processos para a articulação de uma rede regional e global especializada em análise geopolítica.

IV. Relação com programas de pós-graduação em Geopolítica em diversos países.
I. Realizar reuniões introdutórias para identificar áreas de pesquisa em que possamos trabalhar em conjunto com as instituições propostas.

II. Estabelecer programas e cronogramas de trabalho específicos, de acordo com as necessidades do GT e das instituições propostas para seu envolvimento.

III. Promover reuniões de trabalho periódicas, realizadas em conjunto com as instituições, movimentos e atores sociais propostos neste plano de trabalho, para avaliar as conquistas alcançadas.
I. Criar uma coleção documental composta pelos documentos de trabalho produzidos nas reuniões e seminários realizados.

II. Ter uma produção mínima de documentos de trabalho no formato de "documentos de política".

III. Elaborar um relatório completo dos resultados dos seminários realizados.

IV. Criar um acervo documental composto por diferentes publicações conjuntas, resultantes das atividades do GT, em conjunto com as instituições e atores sociais propostos neste plano de trabalho.

V. Fortalecer a rede de alianças e colaborações institucionais em nível regional e internacional.
PLANO DE TRABALHO PARA O TERCEIRO ANO (01/01/2025 al 31/12/2025)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
I. Discutir a geopolítica da América Latina no contexto da instabilidade pós-pandemia global.

II. Estudar a participação da América Latina na guerra de quarta geração a partir de uma abordagem sistêmica mundial.

III. Analise os principais desafios que os novos governos progressistas que surgiram na região enfrentarão após a reação conservadora dos últimos cinco anos.
I. Realização de seminários com o objetivo de abordar as seguintes questões problemáticas:

a) Seminário temático nº 01. Sobre a recomposição regional das alternativas progressistas na América Latina. (Este seminário é proposto como continuação do seminário temático nº 03 [ano 1] Sobre a estrutura sociocultural, econômica e política deixada pelos governos progressistas do início do século XXI; também como continuação do seminário temático nº 01 [ano 2] Sobre a reação conservadora regional que se desenrolou em torno do terceiro quinquenal do século XXI, encerrando um primeiro momento de expansão do progressismo latino-americano).

II. Realizar uma reunião anual com os membros do GT para discutir mais detalhadamente suas respectivas áreas de pesquisa.

III. Reunião do corpo docente com bancos centrais e governos de países sancionados.

V. Edição temática de um número especial da Revista Acadêmica destinada a recuperar os trabalhos do seminário temático nº 01 [ano 3] Sobre a recomposição regional das alternativas progressistas na América Latina. (Esta edição especial é proposta como continuação da edição temática publicada no primeiro ano de trabalho deste Grupo de Trabalho, sobre a estrutura sociocultural, econômica e política deixada pelos governos progressistas do início do século XXI; e também como continuação da edição temática publicada no segundo ano de trabalho deste Grupo de Trabalho, sobre a reação conservadora regional que se desenrolou em torno do terceiro quinquenal do século XXI, encerrando um primeiro momento de expansão do progressismo latino-americano.)

VI. Publicação do segundo período (ano II) do Boletim CLACSO-GT deste Grupo.
I. Alcançar uma disseminação mais ampla da produção de conhecimento da GT, tanto entre o público acadêmico quanto entre os movimentos sociais na América Latina.

II. Ter uma coleção documental ampliada com base na consolidação do repositório GT.

III. Ter uma coleção documental ampliada da obra de GT.

IV. A publicação de uma edição especial de uma revista acadêmica, com o objetivo de recuperar os trabalhos apresentados no seminário temático proposto para este ano.

V. Ter seu próprio Boletim CLACSO-GT.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
I. Divulgar os resultados das atividades de produção de conhecimento do GT, com base na publicação dos artigos apresentados no seminário temático proposto para este ano.
a) No caso de artigos selecionados para publicação em formato de livro, as edições serão realizadas em colaboração (coedição) com instituições e redes vinculadas ao GT e ao CLACSO.
b) No caso de artigos que não forem recuperados em formato de livro, eles serão integrados à edição de um número temático especial de um periódico acadêmico.

II. Realizar atividades para promover o conhecimento gerado pelo GT.

III. Promover o conhecimento produzido pelo GT ao longo dos seus três anos de trabalho nos novos espaços de divulgação do GT (redes sociais e website).
I. Realização de encontros, workshops e seminários internacionais, nacionais e locais (em formatos presenciais e não presenciais), com a participação de membros da GT, gestores de políticas públicas, bem como membros de movimentos sociais ligados às redes e espaços de ação da GT e da CLACSO.

II. Integração final dos materiais em múltiplos formatos (texto, imagem, áudio, vídeo, etc.) gerados pelos membros do GT, no ecossistema do site do Grupo.

III. Lançamento dos programas piloto da série de cápsulas multimídia produzidas pelos membros do GT.
I. Ter um conjunto razoável de ferramentas analíticas que apoiem o desenvolvimento de políticas públicas, o aprofundamento das atividades de pesquisa em espaços acadêmicos com representação no Grupo de Trabalho e o desenvolvimento de uma agenda social e política com ênfase no fortalecimento dos movimentos sociais vinculados ao trabalho do Grupo de Trabalho.

II. Site publicado e blog funcionando de forma estável e recorrente.

III. Ter uma nova publicação em formato de livro, acessível ao público.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
I. Promover espaços para encontros com os responsáveis ​​pelas instituições governamentais em alguns Estados da América Latina.

II. Facilitar espaços de reunião com os pesquisadores que fazem parte do GT.

III. Abrir espaços para discussão sobre os problemas da geopolítica mundial.

IV. Promoção de projetos de capacitação para líderes e pessoal profissional pertencentes às diversas organizações sociais da América Latina com as quais a GT está vinculada no desempenho de seu trabalho.

V. Celebração de espaços para a troca de experiências entre funcionários do governo, representantes de organizações sociais e acadêmicos sobre os problemas delineados na seção de produção de conhecimento deste plano de trabalho.
I. Realização de atividades com o objetivo de trocar resultados e análises sobre os impactos de políticas públicas implementadas por alguns Estados latino-americanos e pelos pesquisadores do GT em sua articulação e trabalho conjunto.

II. Realizar seminários e espaços de debate e troca de experiências com os pesquisadores que são membros do Grupo de Trabalho, bem como com as organizações sociais ligadas aos países representados neste Grupo de Trabalho.
I. Elaborar uma coleção documental a partir da celebração dos espaços de troca com os atores sociais identificados e propostos neste plano de trabalho.

II. Elaborar artigos didáticos específicos para as necessidades de utilização das organizações sociais com as quais a GT se articula no cumprimento das suas tarefas, conforme delineado neste plano de trabalho.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
I. Promover o intercâmbio entre especialistas governamentais, organizações internacionais e acadêmicos das seguintes instituições:

a) Vice-Presidência da Bolívia.
b) Centro de Pesquisa Social da Vice-Presidência.
c) Banco Central da Bolívia.
d) Escola Plurinacional de Gestão Pública da Bolívia.
e) Universidade Andina Simón Bolívar.
f) Ministério da Presidência da Bolívia.
g) Ministério de Minas e Metalurgia da Bolívia.
h) Ministério das Relações Exteriores da Bolívia.
i) Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL).
j) Centro Estratégico Latino-Americano de Geopolítica (CELAG).
k) Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM).
l) Observatório Boliviano de Geopolítica.
m) Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América.

II. Estabelecimento de relações de trabalho com Observatórios e Institutos de Geopolítica em nível internacional.

III. Promoção de processos para a articulação de uma rede regional e global especializada em análise geopolítica.

IV. Relação com programas de pós-graduação em Geopolítica em diversos países.
I. Realizar reuniões introdutórias para identificar áreas de pesquisa em que possamos trabalhar em conjunto com as instituições propostas.

II. Estabelecer programas e cronogramas de trabalho específicos, de acordo com as necessidades do GT e das instituições propostas para seu envolvimento.

III. Promover reuniões de trabalho periódicas, realizadas em conjunto com as instituições, movimentos e atores sociais propostos neste plano de trabalho, para avaliar as conquistas alcançadas.
I. Criar uma coleção documental composta pelos documentos de trabalho produzidos nas reuniões e seminários realizados.

II. Ter uma produção mínima de documentos de trabalho no formato de "documentos de política".

III. Elaborar um relatório completo dos resultados dos seminários realizados.

IV. Criar um acervo documental composto por diferentes publicações conjuntas, resultantes das atividades do GT, em conjunto com as instituições e atores sociais propostos neste plano de trabalho.

V. Fortalecer a rede de alianças e colaborações institucionais em nível regional e internacional.

5. Membros do Grupo de Trabalho
Número total de pesquisadores admitidos: 41
Sacha Sergio Llorenti Soliz

Bidyut Mohanty
Departamento de Estudos da Mulher do Instituto de Ciências Sociais (ISS)
_Outros
Silvina Maria Romano
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Argentina
Ágata Justen
Fundação Getúlio Vargas FVG
Brasil
Elian Pereira De Araújo
Universidade Federal Fluminense
Brasil
Oscar Ugarteche
Instituto de Pesquisa Econômica
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Rosa Elis Teles Galletta
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Brasil
Maria Luiza De Castro Muniz
Universidade de Brasília
Brasil
Juan Pablo Vásquez Bustamante
Universidade Alberto Hurtado.
Chile
Sérgio Sant'anna
Instituto dos Advogados Brasileiros
Brasil
Mônica Esmeralda Bruckmann Maynetto
Centro de Ciências Sociais
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Brasil
Efraín León Hernández
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Daniel Rubens Cenci
À Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUÍ)
Brasil
Juan Ramon Quintana
Escola Plurinacional de Gestão Pública
Bolívia
Rebeca Peralta Mariñelarena [Coordenador]
Programa de Pós-Graduação em Estudos Latino-Americanos
Área de Coordenação de Pós-Graduação, Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Juan Sebastián Schulz
Centro de Pesquisa em Política e Economia
Argentina
Jaime Estay
Faculdade de Economia
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Alan Fairlie Reinoso
Centro de Pesquisa Sociológica, Econômica, Política e Antropológica
Pontifícia Universidade Católica do Peru
Peru
Maribel Aponte García
Centro de Pesquisa Social, Porto Rico
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Porto Rico
Porto Rico
Juan Agulló
Instituto Latino-Americano de Economia, Sociedade e Política
-UNIVERSIDADE FEDERAL DE INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA
Brasil
Beatriz Juana Isabel Bissio Staricco Neiva Moreira
Departamento de Ciência Política - IFCS
Brasil
Irene Vélez-Torres
Universidad del Valle
Colômbia
Ana Esther Ceceña
Instituto de Pesquisa Econômica
Universidade Nacional Autônoma do México
México
andres arauz [Coordenador]
Programa Universitário de Estudos sobre a Ásia, África e Oceania
-Universidade Nacional Autônoma do México
México
Jaime Fernando Estenssoro Saavedra [Coordenador]
Instituto de Estudos Avançados
Universidade de Santiago do Chile
Chile
Natália Thaise De Carvalho Costa
REGGEN
Bélgica
Andrés Eduardo Chiriboga Tejada
Instituto de Estudos Políticos de Paris
Brasil
Ricardo Orozco
Programa de Pós-Graduação em Estudos Latino-Americanos
Área de Coordenação de Pós-Graduação, Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Tamara Lajtman Bereicoa
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Jerónimo S. Tybusch
Universidade Federal de Santa Maria
Brasil
Tatiana De Souza Leite Garcia
FFLCH/Universidade de São Paulo
Brasil
Darwis Khudori
Universidade de Le Havre
Brasil
Silvia Laura Rodríguez
Centro de Pesquisa e Gestão da Economia Solidária
Argentina
Manoranjan Mohanty
Conselho para o Desenvolvimento Social da Índia
_Outros
Maria Consuelo Ahumada
Centro de Pesquisa sobre Dinâmica Social
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Extership universitário da Colômbia
Colômbia
Cristiano Lorenzo
ICPA - Universidade Nacional da Terra do Fogo
Argentina
Hui Wang
Instituto Tsinghua de Estudos Avançados em Ciências Humanas e Sociais
_Outros
Estevão Musa
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Brasil
Loreta Telleria Escobar
EGPP
Bolívia
Adriana Rocio Cadena Cancino
Universidade ARCIS
Colômbia
Christophe Ventura
Instituto de Relações Internacionais e Estratégicas (Iris)
Brasil