Área temática: Democracia, Direitos Humanos e Paz

Grupo de trabalhoPensamento jurídico crítico e conflitos sociopolíticos

[+ Ver produções e conteúdo]
1. Nome do Grupo de Trabalho.
Pensamento jurídico crítico e conflitos sociopolíticos
Coordenador(es) do Grupo de Trabalho
Aleida Hernández Cervantes
Centro de Pesquisa Interdisciplinar em Ciências e Humanidades
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Diana Isabel Molina Rodríguez
Centro de Estudos e Pesquisa Latino-Americana
Universidade de Narino
Colômbia
Sonia Boueiri Bassil
Centro de Estudos Políticos e Sociais da América Latina
-Universidade de Los Andes
Venezuela

2. Localização crítica do tema no contexto latino-americano e caribenho e em relação à dinâmica global.

Nos últimos anos, a região da América Latina e do Caribe tem sido palco de eventos marcantes. Por um lado, a pandemia global causada pelo SARS-CoV-2 exacerbou as desigualdades estruturais existentes, colocando as populações mais vulneráveis ​​em condições de maior vulnerabilidade sanitária, econômica, trabalhista e social (CEPAL, 2020). Por outro lado, o impacto da agitação social em diversos países da região, como Chile, Equador e Colômbia, revelou de forma contundente os sintomas de um estado de turbulência resultante da implementação de políticas neoliberais e de processos sociais de longa data que contribuíram para a erosão do tecido social (Rajlan & Benente, 2016).

No contexto da pandemia, diversos Estados da América Latina e do Caribe, alguns cooptados por corporações transnacionais e outros por organizações criminosas, optaram por se apresentar como deficientes (Jessop, 2016) e com abordagens minimalistas (Álvarez, 2005) em suas decisões durante momentos cruciais em que uma forte proteção social para suas populações era essencial. Alguns chegaram a reprimir manifestantes, defensores dos direitos humanos e grupos que mantinham barricadas em seus bairros durante os levantes sociais pré e pós-pandemia. Muitos desses protestos foram desencadeados justamente pelo agravamento da desigualdade provocado pela emergência sanitária.

Simultaneamente, as emergências sanitárias e sociais fomentaram o surgimento e o fortalecimento de ações de resistência combativa, redes de cuidado político e comunitário, intervenções artísticas massivas e populares, organizações independentes de saúde e jurídicas, formas alternativas de denúncia pública, cozinhas comunitárias e uma completa apropriação das mídias sociais, entre outras coisas. Isso fez com que a América Latina se tornasse palco de protestos sociais disruptivos e emblemáticos para outros países do mundo, como as marchas e manifestações em favor da descriminalização do aborto.

Essa confluência de eventos ocorre em uma região que ainda luta para reconstruir projetos políticos progressistas ou nacional-populares. Isso não diminui a interessante tensão decorrente das disputas sobre a dominância de diferentes tendências na governança pública, tanto nas arenas eleitorais quanto nas políticas sociais e redistributivas (Benente & Navas, 2019). Nesse sentido, vale destacar o retorno do peronismo ao poder na Argentina, liderado por Alberto Fernández e Cristina Fernández; as vitórias de Gabriel Boric no Chile, Luis Arce Catacora na Bolívia e Andrés Manuel López Obrador no México; e a ascensão histórica de Gustavo Petro na Colômbia, além das projeções positivas para Lula da Silva no Brasil. Enquanto isso, Cuba e Venezuela continuam resistindo aos constantes ataques econômicos e políticos perpetrados pelos Estados Unidos e seus aliados por meio de bloqueios econômicos ou das chamadas Medidas Coercitivas Unilaterais (Boueiri, 2020).

Além disso, para além das circunstâncias políticas e sociais em que a nossa região se encontra, é importante destacar as implicações sociojurídicas dos processos contemporâneos de acumulação por desapropriação (Harvey, 2005). A atual fase do capitalismo, em seu estágio de acumulação por desapropriação, juntamente com a implementação de políticas neoliberais por muitos dos nossos Estados, desencadeou intensas lutas sociais contra a desapropriação de territórios e recursos naturais por empresas transnacionais, muitas das quais ligadas a Estados e até mesmo ao crime organizado. Isso também revelou uma disputa no âmbito das constituições e leis, evidenciando tensões entre o quadro jurídico que rege a desapropriação e a natureza emancipadora do direito.

Todas essas mudanças sociopolíticas têm um impacto no campo jurídico que pode fomentar narrativas jurídicas alternativas que, por um lado, documentam injustiças estruturais não nomeadas e incompassivas (Médici, 2015; Molina, 2022) para empoderar sujeitos subalternos ou excluídos do poder político e econômico e, por outro lado, desafiam configurações da realidade normativa universalista oficial dos Direitos Humanos que tendem a deslegitimar e falsificar políticas e decisões com vocação para a justiça (Rosillo & Machado, 2020; Sánchez, 2018).

Para apresentar sucintamente os contextos de nossas linhas de trabalho, é necessário, antes de tudo, mencionar esses panoramas, que podem ser interpretados pela ótica da história recente, mas também considerando aqueles de caráter mais genealógico e enraizados em trajetórias acadêmicas geracionais na América Latina. É crucial manter viva a tradição de uma hermenêutica combativa (Wolkmer, 2017), bem como a crítica jurídica (Correas, 2002), que permeia o tratamento disciplinar e metodológico que damos às diversas tensões entre direito e sociedade em nossas pesquisas. Contextos de crise nas ciências humanas (Echeverría, 1995), a necessidade de documentar o mal-estar cultural por meio de padrões estruturais de dominação (Matamoros & Hernández, 2019), e também a intrincada rede de subjetividades políticas, são algumas das influências que são reinterpretadas no desenvolvimento de nossas linhas de trabalho.

Por fim, concordamos em priorizar alguns fenômenos sociais e normativos que impactarão o curso de nossas reflexões individuais e coletivas, entre eles: as tensões nos usos do direito pelo Estado e/ou por diversos atores sociais e políticos; a presença de novas tecnologias de comunicação e informação no cotidiano, onde predominam a tecnopolítica e a cibercultura (Sierra Caballero, 2017; Marino, 2016); os movimentos gravitacionais que os feminismos e as dissidências trazem para a militância política de base; as políticas neoliberais transformadas em legislação e regulamentações que afetam direitos; a chamada batalha jurídica (ou guerra jurídica), entendida como o uso ilegítimo do Direito em processos judiciais para prejudicar um adversário e obter um resultado político (Rivera, 2021); a preocupação social com as mudanças climáticas e a demanda por proteção ambiental, bem como a concentração da mídia e as mensagens que a mídia hegemônica constantemente veicula contra processos sociais emancipatórios (Estepa e Maisonnave, 2019).

As transformações sociais em nossa região e os desafios que enfrentamos exigem um pensamento jurídico crítico, contextual e situado, baseado na hermenêutica crítica, que leve em consideração a base material dos fenômenos analisados, mas, sobretudo, que se reflita em novas categorias de pensamento jurídico que promovam estruturas libertadoras para a ação social.

Álvarez, S. (2005). Discursos mínimos sobre necessidades básicas e limiares de cidadania como reprodutores da pobreza. In Álvarez, S. (Ed.). Trabalho e produção da pobreza na América Latina e no Caribe: estruturas, discursos e atores (pp. 239-274). Série CLACSO-CROP.
Benente, M. & Navas, M. (2019). Direito, conflito social e emancipação. Entre a depressão e a esperança. ILSA, CLACSO, Universidade de Nariño.
Boueiri, S. (2021). Medidas coercitivas unilaterais (sanções) no desenvolvimento histórico venezuelano. No Grupo Ruptura I Instituto Sobiranies. Momentos pós-pandemia. Novos poderes, novas resistências (pp. 201-227). Ruptura.
Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe, CEPAL. (2020). Panorama Social da América Latina. CEPAL.
Correas, O. (2000). Introdução à Crítica do Direito Moderno. Fontamara
Echeverría, B. (1995). As ilusões da modernidade. UNAM, El Equilibrista.
Estepa, C. & Maisonnave, M. (2020). Discussões e estratégias em torno da democracia, dos direitos humanos e do Estado. Em Estepa, C. e Maisonnave, M. (Eds.). Direitos Humanos na América Latina: Discussões e Estratégias Atuais (pp. 30-58). Editorial da Universidade do Rosário. https://rephip.unr.edu.ar/handle/2133/18438
Harvey, D. (2005). O novo imperialismo: acumulação por desapropriação. Socialist Register 2004. CLACSO.
Jessop, B. (2016). O Estado, passado, presente e futuro (Trad. Valdés, C.). Catarata.
Médici, A. (2015). Poderes e direitos no constitucionalismo latino-americano. In Rosillo, A. & Pérez, M. (Eds.). Historicizando a justiça. Estudos sobre o pensamento de Ignacio Ellacuría (pp. 127-144). CENEJUS, Mispat.
Hernández, A. & Burgos, M. (2019). A disputa sobre o direito: globalização hegemônica versus a defesa dos povos e grupos sociais. CEICH.
Marino, S. (2016). A regulação do Espaço Audiovisual Expandido na Argentina de 2007 a 2015. Famecos Journal, 23(3). https://doi.org/10.15448/1980-3729.2016.3.22535
Molina, D. (2022). Historicidade dos Direitos Humanos e antropologias da dor na Modernidade. Em Costa, C.; Machado, L. & Da Silva, J. (Orgs.). Direitos humanos da América Latina, vol. 2: Práxis, Insurgência e Libertação (pp. 54-78). Editor Fi.
Rajland, B. & Benente, M. et al. (2016). Direito e Estado, processos políticos e constituintes em Nossa América. CLACSO.
Rivera, C. (Ed.). (2021). Lawfare: Um conceito contestado. Crítica jurídica e política em nossa América Latina, (7). CLACSO.
Rosillo, A. & Machado, L. (2020). Direito e Libertação: Pensamento Jurídico Crítico a partir da Filosofia da Libertação. Ilsa.
Sanchez, D. (2018). Direitos humanos constitutivos, pensamento crítico e práxis libertadora. Akal
Sierra, F. (2017). Tecnopolítica e o novo sensorium. Notas para uma teoria da cibercultura e da ação coletiva em Sierra Caballero e Gravante, Tecnopolítica na América Latina e no Caribe. Edições e Publicações de Comunicação Social.
Wolkmer, A. (2017). Teoria crítica do direito na América Latina. Akal
3. Justificação e análise da relevância teórica do tema em relação ao contexto analisado.

O trabalho colaborativo, a pesquisa e as atividades de discussão do Grupo e do Projeto propostos nesta chamada de propostas baseiam-se no trabalho de um grupo de trabalho consolidado e produtivo que apresentou com sucesso suas conclusões em diversas ocasiões à CLACSO, a saber: o Grupo de Trabalho sobre "Crítica Jurídica Latino-Americana: Movimentos Sociais e Processos Emancipatórios" (2013-2016); "Pensamento Jurídico Crítico" (2016-2019); e "Crítica Jurídica e Conflitos Sociopolíticos" (2019-2022). Cada um desses grupos de trabalho estudou o direito como um fenômeno social que expressa relações de poder, os diversos usos do direito por movimentos sociais, assembleias constituintes e as constituições que deles emergiram na América Latina (Venezuela, Bolívia e Equador). Por sua vez, as tensões existentes no campo jurídico entre o Direito como reprodutor de opressões e do status quo e o Direito como possível instrumento para promover processos de emancipação social foram estudadas em profundidade, sendo tudo isso analisado e debatido a partir de abordagens do pluralismo jurídico e da decolonialidade, bem como do marxismo.

A pesquisa e a articulação de diferentes perspectivas críticas sobre o Direito na América Latina e no Caribe são cada vez mais sólidas e necessárias nas ciências sociais contemporâneas, pois nos permitem explicar e analisar os fenômenos sociojurídicos em suas especificidades, bem como as implicações políticas, econômicas e sociais que acarretam.

Nesse sentido, as teorias críticas do direito partem de premissas comuns, entre elas, a de que o direito não é neutro, objetivo e universal; que o direito é um fenômeno social e de poder; e que o Estado não é o único produtor de direito, ou seja, que existe um pluralismo jurídico que precisa ser analisado em suas particularidades, mesmo que o Estado tenha o monopólio do uso da força, isto é, da coerção.

As teorias críticas do direito tendem a desmantelar a mitologia e o fetichismo (Rivera Lugo, 202) inerentes à concepção positivista do direito e a dar conta de novas narrativas jurídicas que oferecem alternativas às dominantes, revelando desigualdades estruturais, assimetrias, opressões, subalternidades e injustiças. A crítica, enquanto conhecimento cognitivo e exercício de emancipação, deve demonstrar o grau de alienação e automatização vivenciado pelos seres humanos e destacar os processos que instilam representações míticas utilizadas para ocultar essas realidades (Wolkmer, 2019).

Contudo, as perspectivas críticas sobre o direito adotadas por este Grupo para abordar as questões levantadas não se restringem ao nível descritivo e de análise crítica das diversas realidades sociojurídicas vivenciadas pelas nossas sociedades latino-americanas e caribenhas — o que, por si só, constitui uma contribuição para a área —, mas propõem o desenvolvimento de categorias analíticas e abordagens concretas que possam ser expressas tanto em níveis epistemológicos e pedagógicos quanto em níveis normativos e políticos (constituições políticas, legislação, análise de decisões judiciais, produção normativa de povos e comunidades indígenas, entre outros). Tudo isso visa gerar um senso comum jurídico para materializar processos de emancipação social (Santos, 2010).

Dentro desse quadro, cada uma das linhas de trabalho em que os membros do Grupo se aprofundam permite a configuração de um corpus teórico útil para a compreensão dos fenômenos sociopolíticos a partir das perspectivas das epistemologias do Sul, marxista, feminista, decolonial, da filosofia da libertação, da abordagem hermenêutico-crítica dos direitos humanos, dos povos e do pluralismo jurídico, bem como de entendimentos que não escapam à geopolítica contemporânea (Rajland, Burgos e Machado, no prelo).

É de importância social e intelectual continuar aprofundando a análise do papel que o direito e as expressões jurídicas desempenham no estágio atual do sistema capitalista, caracterizado pela acumulação por desapropriação (Harvey, 2005; Federici, 2021). Isso nos permitirá compreender as formas jurídicas que a desapropriação, o neoextrativismo e as políticas neoliberais assumem, bem como os impactos que estas têm sobre a vida de indivíduos e comunidades. Nesse contexto, diversos de nossos projetos de pesquisa são desenvolvidos no campo das lutas sociais e em colaboração com aqueles que estão construindo novas abordagens políticas para os bens comuns.

Por outro lado, explique, a partir das abordagens indicadas, a ampla gama de conservadorismos e ações contra governos progressistas que têm ocorrido nos países da região, tais como: a judicialização da política em sentido amplo, o fenômeno da guerra jurídica, golpes de Estado, golpes brandos, guerras híbridas e suas respectivas medidas coercitivas unilaterais, que incluem guerra jurídica, psicológica e econômica.

Além disso, pretendemos continuar aprofundando a análise dos problemas apresentados pelos nossos governos progressistas dentro de seus contextos geopolíticos e condicionados por políticas neoliberais no capitalismo global, mostrando limitações, fracassos ou propostas que não estão muito comprometidas com a mudança das estruturas sociopolíticas e jurídicas de dominação e hegemonia que neles se encontram.

Por fim, propomos expor as facetas das diferentes disputas legais que ocorrem dentro de grupos sociais, comunidades e povos, relacionadas aos direitos humanos, com especificidade nas perspectivas feministas, nas diversidades de sexo e gênero e nos povos indígenas, onde predominam perspectivas críticas e anticapitalistas, a construção da alteridade e os padrões de libertação desses grupos e de seus ambientes sociais.

Aparicio Wilhelmi, Marco. (2014) “A abertura de uma lacuna constituinte como resposta à crise. O tempo dos sujeitos (ou de levar os sujeitos a sério)” em
Barrera, A. (2001) Ação coletiva e crise política: o movimento indígena equatoriano na década de noventa (Quito: Ciudad-Abya-Yala).
Benente Mauro, Navas Alvear Marco (org.) 2019 Direito, conflito social e emancipação. Entre a depressão e a esperança, (Coleção GT CLACSO, ILSA, Universidade de Nariño, Colômbia).
Bravo Espinosa, Yacotzin (2015) “Elementos para compreender os limites e possibilidades do direito e dos direitos face à desapropriação de territórios indígenas” em (Amicus Curie, v. 12, núm. 2, jul- dez, Universidade do Extremo Sul Catarinense).
Burgos Matamoros, Mylai e Hernández Cervantes, Aleida (Coord.) 2018, A disputa pela direita: globalização hegemônica versus defesa dos povos e grupos sociais, (CEIICH, UNAM, Bonilla Artigas Editores, México).
Correas, Oscar (2000) Introdução à Crítica do Direito Moderno (Cidade do México: Fontamara).
____________, (2015) Crítica da Ideologia Jurídica (México: Edições Coyoacán).
Echeverría, Bolívar (2012) Valor de uso e utopia (México, Siglo XXI).
Estupiñán-Achury, Liliana e BALMANT, Lilian. (ed.). (2022). Constitucionalismo numa perspectiva decolonial. Bogotá: Universidade Livre. Disponível em https://repository.unilibre.edu.co/handle/10901/22419.
Federici, Silvia (2020) Reencantando o mundo. Feminismo e a política dos bens comuns, (Madrid, Traficantes de Sueños).
Gandarilla Salgado, José Guadalupe (2018) Colonialismo Neoliberal. Modernidade, Devastação e Automatismo de Mercado, (Ediciones Herramienta).
Gutiérrez Aguilar, R. (2008) Los pitmos del Pachakuti (Buenos Aires: Tinta limon).
Hernández Cervantes, Aleida (2019) “Estruturas legais de desapropriação: um caso de reforma estrutural no México”, em Mauro Benente e Marcos Navas Alvear (coords.), Direito, conflito social e emancipação: entre depressão e esperança.
Harvey, David (2017) Uma Breve História do Neoliberalismo (Madrid, Akal).
Hinkelammert, Franz (2018) Totalitarismo do mercado. O mercado capitalista como ser supremo (Madrid, Akal).
López, López Liliana (2019) "Desapropriação e uso reacionário do direito estatal. O caso de Nestora Salgado", Gaussens, Pierre e Benítez, David (coords.) Processos políticos e movimentos sociais em Guerrero, (Cidade do México, Universidade Autônoma Metropolitana-Xochimilco).
Mascaro, Alysson Leandro (2013) Estado e forma política (São Paulo: Boitempo).
Pisarello, G. (2011) Um Longo Termidor (Quito, Tribunal Constitucional para o Período de Transição).
Ordoñez, Freddy (2018) Direitos bioculturais e o reconhecimento do Rio Atrato como entidade sujeita a direitos. Uma perspectiva do socioambientalismo e dos direitos da natureza. O Outro Direito, (Bogotá: Instituto Latino-Americano para uma Sociedade Alternativa e Direito, ILSA)
Rivera Lugo, Carlos. (2011). “O tempo do não-direito”, Revista Crítica de Artes e Pensamento. Madrid.
________________. (2011). “A constituição do comum” em Daniel Nina (ed.), O comum: pós-colonialidade e direito. San Juan, Porto Rico, Isla Negra: Barco de Papel.
________________. (2019). Lawfare: um conceito controverso. Argentina: CLACSO
Santos, Boaventura de Sousa e César A. Rodríguez Garavito (eds.) (Direito e globalização a partir de baixo. Rumo a uma legalidade cosmopolita (UAM Cuajimalpa- Anthropos, México).
Santos, Boaventura de Sousa, et. para o. (2021). Descolonizando o constitucionalismo. México: Akal.
Toro, Catalina, et al. (2020). A luta pelos bens comuns e alternativas ao desenvolvimento face ao extrativismo: perspectivas da(s) ecologia(s) política(s) latino-americana(s). Buenos Aires: CLACSO.
Vega, Oki. (2011). “O Estado Plurinacional”, Descolonização na Bolívia. La Paz: Vice-Presidência do Estado Plurinacional.
Wolkmer, Antonio (2017). Teoria crítica do direito da América Latina. Madrid: Akal.
4. Plano de trabalho de três anos (36 meses), detalhado por ano.
PLANO DE TRABALHO PARA O PRIMEIRO ANO (01/02/2023 al 31/12/2023)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Criar e aprofundar categorias inaugurais de análise associadas a temas emergentes de desigualdade na realidade social e crise jurídica democrática e sociopolítica em nossa América.

Para fortalecer as trajetórias acadêmicas intergeracionais no pensamento jurídico crítico, especialmente na América Latina, as injustiças estruturais não nomeadas e as disputas na configuração da realidade normativa nos contextos jurídico e político dos países da América Latina e do Caribe.

Organizar, teórica e em subgrupos de trabalho, os interesses da GT com vistas a gerar produção acadêmica de maior impacto e relevância no fortalecimento da teoria jurídica crítica para a América Latina e o Caribe.

Interpretar e discutir linhas de produção acadêmica a partir da perspectiva do diálogo acadêmico intergeracional e horizontal com movimentos sociais e organizações da sociedade civil.
Realização de reuniões gerais, sub-regionais e temáticas de interesse para fornecer feedback sobre as pesquisas realizadas por membros do Grupo de Trabalho de diferentes países para estudos comparativos da situação sociojurídica.

Desenvolvimento de produtos relacionados à pesquisa acadêmica, materiais de divulgação e instrumentos para uso pela sociedade civil em formato de documento e vídeo, especialmente a manutenção do Boletim do Grupo de Trabalho de Pensamento Jurídico Crítico da CLACSO.

Publicação e apresentação de material impresso: artigos para revistas científicas, textos de divulgação científica, comunicados de imprensa, boletins informativos, brochuras temáticas dos membros do GT em nossas áreas de atuação.

Submissão de contribuições para as publicações periódicas da CLACSO.

Elaboração de um dossiê sobre os temas do Grupo de Trabalho, em conjunto com movimentos sociais, ONGs e sindicatos.

Atividade acadêmica: Diálogos de cocriação para a proteção de direitos e estratégias de resistência com organizações da sociedade civil e movimentos sociais.

Atividades com outros GTs
GT: Trabalho agrícola, desigualdades e ruralidade
Discussão exploratória: Trabalho agrário e estruturas legais de desapropriação na América Latina.

GT: Economia Política da Informação, Comunicação e Cultura
Primeiro encontro sobre guerra jurídica, tecnopolítica e políticas de comunicação
Apresentações e discussões sobre o mesmo.
Diálogo sobre pesquisa na área
Desenvolvimento de planos de trabalho conjuntos
-Inovação das categorias de análise, resultante de seminários exploratórios, reuniões gerais e sub-regionais, seminários com outros GTs e discussões e interpretações no âmbito do grupo de trabalho.

- Fortalecer as linhas de trabalho, as trajetórias acadêmicas e as questões de pesquisa prioritárias em nosso grupo de trabalho por meio de publicações individuais e coletivas, discussões e divulgação em centros e grupos de pesquisa e na comunidade acadêmica latino-americana e caribenha em geral.

-Acesso público ao conhecimento produzido pelo Grupo de Trabalho em termos de brochuras temáticas, artigos científicos, textos informativos, comunicados de imprensa, dossiês e vídeos.

-Consolidação do GT para pesquisa conjunta no intercâmbio mútuo de conhecimentos e experiências de nossas diferentes localidades.

- Consolidação das relações com outras GTs (Trabalho agrícola, desigualdades e ruralidades; Legados e perspectivas do marxismo; Lex mercatoria, direitos humanos e democracia; Economia política da informação, comunicação e cultura) na geração de novos conhecimentos situados e relevantes para a região em espaços acadêmicos e práticos.

-Envolvimento, colaboração e participação no ativismo sociopolítico e jurídico em apoio à afirmação dos direitos humanos e da democracia nos países da América, junto a organizações da sociedade civil e movimentos sociais, organizações estatais e entidades de ciência e tecnologia.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
-Gerenciar as áreas de conhecimento do grupo por meio de modos estratégicos de comunicação científica que incluem a apresentação de resultados de pesquisa, seminários e simpósios para reflexão e estudo aprofundado, a realização de discussões exploratórias, colóquios de pós-graduação, entre outros.

-Criar espaços de reflexão para a formação acadêmica no desenvolvimento das linhas temáticas e de pesquisa do grupo, como as questões emergentes da realidade social desigual e a crise jurídico-política democrática de Nossa América, e estimular a formação de novos pesquisadores em questões sociojurídicas estratégicas para Nossa América.

-Manter e ampliar o posicionamento acadêmico e curricular do grupo na região, refletido nos diálogos e interpretações gerados por sua produção em trabalhos de pós-graduação, bem como em seu envolvimento em palestras e leituras de documentos referentes a linhas de pensamento jurídico crítico para a América Latina e o Caribe.

-Criar em conjunto espaços para a diversificação das resistências contra-hegemônicas da sociedade civil, da academia, dos movimentos sociais, das ONGs e dos diversos ativismos com os quais convergem uma narrativa combativa e a defesa dos direitos.

-Divulgar periodicamente os resultados das pesquisas do Grupo de Trabalho como estratégia para o posicionamento acadêmico-político do grupo nas esferas pública, universitária, comunitária e social.

-Manter publicamente disponíveis, em formato virtual e impresso, os resultados do trabalho acadêmico reflexivo do grupo de trabalho, respeitando as políticas de ciência aberta e livre acesso ao conhecimento.
- Implementação de eventos acadêmicos gerais, sub-regionais e temáticos com a sociedade civil por meio de mesas-redondas, debates, seminários e colóquios públicos, para refletir sobre a situação de nossas realidades políticas e jurídicas no contexto das linhas de trabalho do GT.

-Divulgação de artigos científicos e jornalísticos, individuais e coletivos, relacionados à pesquisa acadêmica, como instrumentos de utilização pela sociedade civil em formato de documento e vídeo.

-Publicação e apresentação de material impresso: artigos para revistas científicas, textos de divulgação científica, comunicados de imprensa, boletins informativos, brochuras temáticas dos membros do GT em nossas áreas de atuação.

-Envio de contribuições para as publicações periódicas da CLACSO.

-Publicação de dossiês sobre os temas do Grupo de Trabalho, em conjunto com movimentos sociais, ONGs e sindicatos.

-Atividade acadêmica: Nossas lideranças americanas: agendas, emergências e disputas em diálogo direto com seus atores.

- Divulgação estratégica de pesquisas para movimentos sociais, movimentos populares e sociedade civil em geral, adotando políticas de ciência aberta e livre acesso ao conhecimento.

- Criação de vídeos na internet para promover/disseminar o debate sobre questões urgentes na política, economia e sociedade, relacionadas a assuntos jurídicos, políticos, econômicos e sociais.

-Realização de workshops sobre avanços em pesquisa em diversas universidades da América Latina.

- Realizar oficinas para divulgar e conscientizar sobre a colaboração e o apoio da GT aos movimentos sociais e à sociedade civil com os quais se desenvolve o trabalho.

-Apoio na criação de redes de núcleos de pesquisa para jovens investigadores

Atividades com outros GTs
GT: Legados e perspectivas do marxismo
Seminário 1: A relevância do marxismo nos debates políticos contemporâneos, na crítica jurídica e nas práticas transformadoras;

GT: Lex mercatoria, direitos humanos e democracia.
Seminário: Lex mercatoria e manifestações jurídicas extraestatais na América Latina e no Caribe
- Consolidação das estratégias de comunicação do grupo sobre temas de comunicação científica para a divulgação dos resultados da pesquisa por meio do posicionamento de nossos seminários, simpósios, palestras e colóquios de pós-graduação, entre outros.

- Consolidação da formação de novos pesquisadores em áreas estratégicas do pensamento jurídico crítico na América Latina, por meio do acompanhamento e apoio ao seu trabalho e iniciativas. Isso inclui também a consolidação de espaços comuns de reflexão no desenvolvimento das linhas temáticas e de pesquisa do Grupo de Trabalho.

-Inovações curriculares e inclusões das linhas de debate do GT refletidas nos diálogos e interpretações de trabalhos de pós-graduação, bem como na inclusão de suas palestras e documentos de leitura referentes às linhas do pensamento jurídico crítico para a América Latina e o Caribe.

-Eventos populares e diversas formas de resistência, lideradas principalmente pela sociedade civil, movimentos sociais e ONGs, organizadas pela GT e lideradas por seus membros.

- Periodização na divulgação dos resultados da pesquisa do Grupo de Trabalho como estratégia de posicionamento político-acadêmico do grupo nas esferas pública, acadêmica, comunitária e social.

-Consolidação, em formato virtual e impresso, de material bibliográfico, midiático e fílmico, dos resultados do trabalho acadêmico reflexivo do grupo de trabalho, de forma pública.

-Participação em redes sociais, nos espaços dos encontros anuais, integrando jovens pesquisadores para que possam apresentar suas pesquisas e desenvolver seus conhecimentos coletivamente.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
- Trocar experiências com movimentos sociais e populares, e organizações da sociedade civil, como ONGs.

- Colaborar com projetos governamentais ou participar na busca de recursos para que a pesquisa do GT tenha impacto na execução de projetos públicos.

-Participar em escolas, cursos e espaços de interação com ONGs e movimentos sociais, dando visibilidade, promovendo e trocando informações sobre os usos do direito e outras formas de ver e construir o jurídico.

-Abordar entidades científicas e tecnológicas para que contribuam em áreas estratégicas para os países da América.
-Divulgação de notas técnicas do GT.

-Promoção de cursos e seminários em escritórios para agentes estaduais.

Ministração de cursos e reuniões com ONGs
FUNDALATIN. Fundação Latino-Americana para os Direitos Humanos e o Desenvolvimento Social (Venezuela)
-PRODESC-ONG México (2020)
- Fundação Heinrich Böll para a América Latina (sede no México)
- Movimento de Libertação Territorial (Argentina)
- Central de Trabalhadores da Argentina – Autónoma.
ATTAC (Argentina)
- ILSA Colômbia

-Executar acordos com órgãos governamentais para a realização de estudos ou pesquisas.

Busque colaboração com organizações de ciência e tecnologia.
CONACYT-México (2020)
Capes / CNPq (Brasil).
Colciencias (Colômbia).
Conicet, Agência Nacional para a Promoção da Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Agência I+D+i), Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (Argentina).
Ministério do Interior: Vice-Ministério do Diálogo Social, Direitos Humanos e Igualdade - diversas diretorias (assuntos indígenas, afrodescendentes, direitos humanos, consulta prévia) (Colômbia)
Ministério de Minas e Energia e Ministério do Meio Ambiente. (Colômbia)
Departamento Administrativo da Presidência: Conselho Presidencial da Juventude. (Colômbia)
Ministério da Cultura (Colômbia)


Troca de informações e feedback sobre o trabalho realizado com movimentos sociais em relação às lutas sociojurídicas:

- Juventude Popular Democrática (Colômbia)
- Movimento por uma Assembleia Constituinte Popular (Colômbia)
- Movimento LGBTIQ+ e Feminista (Havana, Cuba)
- Movimento socioambiental (Cuba)
- Movimentos de povos indígenas (Guerrero, Oaxaca - México) (Amazônia colombiana)
- Movimento de Libertação Territorial (Argentina)
- Central de Trabalhadores da Argentina – Autónoma.
ATTAC (Argentina)
- Movimentos feministas e diversidades (Argentina)
-Movimento social e sindical da Central Nacional dos Trabalhadores da Educação (México)
-Rede Universitária pela Paz Gabriel Izquierdo REDUNIPAZ (Colômbia)
-Movimento ambiental camponês do leste de Caldas- MACO- Colômbia e Abraçando o rio La Miel (Colômbia)
-Elaboração de notas técnicas.

-Seminários, cursos.

-Apoio participativo e pesquisa junto a movimentos e/ou organizações locais.

- Oficinas para fortalecer e expandir as capacidades de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) científicas e tecnológicas das comunidades e dos jovens pesquisadores.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
-Coordenar com outros Grupos de Pesquisa da CLACSO que tenham temas, metodologias ou objetos de estudo semelhantes em pesquisas, buscando uma visão interdisciplinar e complexa dos resultados do trabalho.

-Participe e conecte-se com redes de ciências sociais da América Latina.

- Colaborar com instituições acadêmicas relacionadas aos nossos temas de pesquisa.
Participe do diálogo em outros eventos da Clacso GT:
GT: Legados e perspectivas do marxismo
Seminário: Cultura política e jurídica, mal-estar e desigualdade. A relevância do marxismo nos debates contemporâneos sobre a crise do direito como disciplina e como instituição.

GT: Lex mercatoria, direitos humanos e democracia.
Seminário: Lex mercatoria e manifestações jurídicas extraestatais na América Latina e no Caribe

GT: Trabalho agrícola, desigualdades e ruralidade
Discussão exploratória: Trabalho agrário e instituições jurídicas para a desapropriação na América Latina.

GT: Economia Política da Informação, Comunicação e Cultura
Primeiro encontro sobre guerra jurídica, tecnopolítica e políticas de comunicação
- Apresentações e discussões sobre os mesmos
- Diálogo sobre pesquisa na área
- Desenvolvimento de planos de trabalho conjuntos


Participar em redes da sociedade civil a nível nacional, regional e internacional relacionadas com os temas da GT.

Participar em redes de Ciências Sociais e realizar atividades de divulgação, intercâmbio e cooperação.
a. - Associação de Estudos Latino-Americanos - LASA - América Latina (maio de 2021)
b. - Conferência Latino-Americana de Crítica Jurídica (CDMX, outubro de 2021)
c. – Rede Latino-Americana de Mulheres Constitucionais
d. - Rede Latino-Americana de Constitucionalismo Crítico
e.- Associação Internacional de Ciência Política (IPSA, Canadá)
f.- Comitê de Pesquisa em Sociologia do Direito (RCSL)
Realizar as trocas com o GT.

Participe de eventos de networking.

Candidatar-se a concursos de propostas nacionais e internacionais de organizações de Ciência e Tecnologia que promovam a geração de novos conhecimentos científicos e tecnológicos desenvolvidos por investigadores pertencentes aos grupos de trabalho com os quais será coordenado.
PLANO DE TRABALHO PARA O SEGUNDO ANO (01/01/2024 al 31/12/2024)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Prossiga com os exercícios de criação e aprofundamento de categorias de análise associadas a temas emergentes da realidade social desigual e da crise jurídica, democrática e sociopolítica de nossa América.

Para manter o propósito de fortalecer as trajetórias acadêmicas intergeracionais no pensamento jurídico crítico, especialmente na América Latina, as injustiças estruturais não nomeadas e as disputas na configuração da realidade normativa nos contextos jurídico e político dos países da América Latina e do Caribe.

Dar continuidade aos processos de organização e atividade teórica, e por meio de subgrupos de trabalho, aos interesses do GT, com vistas a gerar produção acadêmica de maior impacto e relevância no fortalecimento da teoria crítica do direito para a América Latina e o Caribe.

Sustentar os processos de interpretação e discussão das linhas temáticas a partir da perspectiva do diálogo acadêmico intergeracional e em horizontalidade com os movimentos sociais e as organizações da sociedade civil.
Realização da primeira reunião presencial com os membros do Grupo de Trabalho para a concepção e correlação de pesquisas com vistas à publicação de um livro colaborativo.
Produção de um primeiro livro resultante de artigos científicos e pesquisas discutidas entre os vários países membros da GT.

As reuniões programadas, tanto gerais quanto sub-regionais e de interesse temático, continuarão a ser realizadas com o objetivo de gerar conhecimento, visando fornecer feedback sobre as pesquisas realizadas por membros do Grupo de Trabalho de diferentes países para estudos comparativos na situação disciplinar e sociojurídica.

Desenvolvimento de produtos relacionados à pesquisa acadêmica, divulgação e instrumentos para uso pela sociedade civil em formato de documento e vídeo.

A publicação de novos capítulos está prevista através do Boletim do Grupo de Trabalho sobre Pensamento Jurídico Crítico da CLACSO.
Publicação e apresentação de material impresso: artigos para revistas científicas, textos de divulgação científica, comunicados de imprensa, boletins informativos, brochuras temáticas dos membros do GT em nossas áreas de atuação.

Submissão de contribuições para as publicações periódicas da CLACSO.

Implementação da atividade acadêmica: versão 2024 dos diálogos de cocriação para a proteção de direitos e estratégias de resistência com organizações da sociedade civil.
Artigos, apresentações, fóruns de reflexão, novos projetos de pesquisa, novos trabalhos de pós-graduação, resultantes da inovação de categorias de análise no âmbito macro dos seminários exploratórios, das reuniões de interesse geral, sub-regional e temático dos seminários com outros GT e das discussões e interpretações no âmbito do grupo de trabalho.

Publicações individuais e coletivas, eventos sub-regionais em universidades da América Latina e do Caribe, com a participação dos membros do GT em contextos de reflexão e discussão em torno das questões de pesquisa priorizadas em nosso grupo de trabalho.

Consolidação do trabalho de pesquisa em GT.

Livros, brochuras temáticas, artigos científicos, textos de divulgação científica e materiais de imprensa criados no GT

Instrumentos resultantes do trabalho com a sociedade civil e os movimentos sociais.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Consolidar diversas das estratégias desenvolvidas no primeiro ano em comunicação científica, dar continuidade aos seminários e simpósios com o objetivo de reflexão e estudo aprofundado, realizar discussões exploratórias, colóquios de pós-graduação, entre outros.

Manter e fortalecer os espaços criados para a formação acadêmica no desenvolvimento das linhas temáticas e de pesquisa do grupo, como as questões emergentes da realidade social desigual e a crise jurídico-política democrática de Nossa América, e continuar a estimular a formação de novos pesquisadores nas questões sociojurídicas estratégicas para Nossa América.

Manter as ações e iniciativas do primeiro ano e de outros editais que alcançaram o posicionamento acadêmico e curricular do grupo na região, refletido nos diálogos e interpretações que sua produção provoca em trabalhos de pós-graduação, bem como em sua incursão nas cátedras e leituras de documentos no que diz respeito às linhas do pensamento jurídico crítico para a América Latina e o Caribe.

Materializar produtos, reflexões e ações associadas a espaços de cocriação com movimentos sociais, ONGs e os diversos ativismos com os quais convergem narrativas combativas e de defesa de direitos.

Promover a divulgação regular dos resultados das pesquisas do Grupo de Trabalho como estratégia de posicionamento político e acadêmico do grupo nas esferas pública, universitária, comunitária e social.

Tornar públicos, tanto virtualmente quanto em formato impresso, os resultados da reflexão acadêmica do grupo de trabalho, em conformidade com as políticas de ciência aberta e livre acesso ao conhecimento.

Ministrar cursos de formação e promover debates sobre os temas mais urgentes no nosso panorama político, jurídico, social e económico.

Apresentar o crescimento de espaços de formação para núcleos de pesquisa sob a perspectiva do pensamento jurídico crítico.

Consolidar espaços públicos virtuais para a disseminação da pesquisa em Tecnologia Geriátrica.
Realização de uma reunião presencial do GT no âmbito da gestão e execução de um evento acadêmico em instalações universitárias anfitriãs.

Realização de eventos acadêmicos gerais, sub-regionais e temáticos com a sociedade civil por meio de mesas-redondas, debates, seminários e colóquios públicos para refletir sobre o estado de nossas realidades políticas e jurídicas no contexto das linhas de trabalho do GT.

Divulgação de artigos científicos e jornalísticos, individuais e coletivos, relacionados à pesquisa acadêmica, como instrumentos de utilização pela sociedade civil em formato de documento e vídeo.

Publicação e apresentação de material impresso: artigos para revistas científicas, textos de divulgação científica, comunicados de imprensa, boletins informativos, brochuras temáticas dos membros do GT em nossas áreas de atuação.

Submissão de contribuições para as publicações periódicas da CLACSO.

Publicação de dossiês sobre os temas do Grupo de Trabalho, em conjunto com movimentos sociais, ONGs e sindicatos.

Divulgação estratégica de pesquisas para movimentos sociais, movimentos populares e a sociedade civil em geral, adotando políticas de ciência aberta e livre acesso ao conhecimento.

Produção de vídeos para a internet com o objetivo de promover/divulgar o debate sobre questões urgentes nas áreas da política, economia e sociedade, relacionadas a assuntos jurídicos, políticos, econômicos e sociais.

Realização de workshops sobre avanços em pesquisa em diversas universidades da América Latina.

Realização de oficinas para divulgar e conscientizar sobre a colaboração e o apoio da GT aos movimentos sociais e à sociedade civil com os quais se desenvolve o trabalho.

Apoio na criação de redes de núcleos de pesquisa para jovens investigadores.

Atividades com outros GTs
GT: Legados e perspectivas do marxismo
Seminário 2: A relevância do marxismo para a análise do Estado, especificamente dos Estados latino-americanos e caribenhos, e seus modos emergentes de normatividade e justiça social.

GT: Trabalho agrícola, desigualdades e ruralidade
Seminário 2 para discussão pública: Modos e relações de exploração do trabalho agrícola com as instituições legais de desapropriação na América Latina
Consolidação das estratégias de comunicação próprias do grupo na área da comunicação científica para a divulgação dos resultados da pesquisa através do posicionamento dos nossos seminários, simpósios, palestras e colóquios de pós-graduação, entre outros.

Consolidação da formação de novos pesquisadores em áreas estratégicas do pensamento jurídico crítico na América Latina, por meio do acompanhamento e apoio ao seu trabalho e iniciativas. Isso inclui também a consolidação de espaços comuns de reflexão no desenvolvimento das linhas temáticas e de pesquisa do Grupo de Trabalho.

As inovações e inclusões curriculares das linhas de debate do GT refletem-se nos diálogos e interpretações dos trabalhos de pós-graduação, bem como na inclusão de suas palestras e documentos de leitura referentes às linhas do pensamento jurídico crítico para a América Latina e o Caribe.

Eventos populares e diversas formas de resistência, lideradas principalmente pela sociedade civil, movimentos sociais e ONGs, organizadas pela GT e dirigidas por seus membros.

Periodização na divulgação dos resultados da pesquisa do Grupo de Trabalho como estratégia de posicionamento político-acadêmico do grupo nas esferas pública, acadêmica, comunitária e social.

Consolidação, de forma pública, em formato virtual e impresso, de material bibliográfico, midiático e fílmico resultante do trabalho de reflexão acadêmica do grupo de trabalho.

Participação em redes sociais, nos espaços dos encontros anuais, integrando jovens pesquisadores para que possam apresentar suas pesquisas e desenvolver seus conhecimentos coletivamente.

Entre os resultados mais representativos que têm sido comuns durante as atividades do GT em outros anos, destacam-se: vídeos, aulas virtuais, oficinas de acesso público, seminários de acesso público, encontros com a sociedade civil, participação em redes sociais, espaços para encontros anuais e parciais de jovens pesquisadores, redes virtuais e pesquisas sobre pensamento jurídico crítico.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Manter o intercâmbio de experiências com movimentos sociais e populares, e organizações da sociedade civil, como ONGs.


Continuar a colaborar com projetos governamentais ou participar na busca de recursos para que a pesquisa do GT tenha impacto na execução de projetos públicos.

Participar em escolas, cursos e espaços de interação com ONGs e movimentos sociais, dando visibilidade, promovendo e trocando usos do direito e outras formas de ver e construir o jurídico.

Concretizar a abordagem junto aos organismos de ciência e tecnologia para que contribuam em áreas estratégicas para os países da América, por meio de projetos, publicações ou ações de apoio à produção acadêmica.
Divulgação de notas técnicas do GT.

Divulgação de cursos e seminários em escritórios para agentes estaduais.

Ministração de cursos e reuniões com ONGs
FUNDALATIN. Fundação Latino-Americana para os Direitos Humanos e o Desenvolvimento Social (Venezuela)
-PRODESC-ONG México (2020)
- Fundação Heinrich Böll para a América Latina (sede no México)
- Movimento de Libertação Territorial (Argentina)
- Central de Trabalhadores da Argentina – Autónoma.
ATTAC (Argentina)
- ILSA Colômbia

Busque colaboração com organizações de ciência e tecnologia.
CONACYT-México (2020)
Capes / CNPq (Brasil).
Colciencias (Colômbia).
Conicet, Agência Nacional para a Promoção da Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Agência I+D+i), Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (Argentina).
Ministério do Interior: Vice-Ministério do Diálogo Social, Direitos Humanos e Igualdade - diversas diretorias (assuntos indígenas, afrodescendentes, direitos humanos, consulta prévia) (Colômbia)
Ministério de Minas e Energia e Ministério do Meio Ambiente. (Colômbia)
Departamento Administrativo da Presidência: Conselho Presidencial da Juventude. (Colômbia)
Ministério da Cultura (Colômbia)

Troca de informações e feedback sobre o trabalho realizado com movimentos sociais em relação às lutas sociojurídicas:

- Juventude Popular Democrática (Colômbia)
- Movimento por uma Assembleia Constituinte Popular (Colômbia)
- Movimento LGBTIQ+ e Feminista (Havana, Cuba)
- Movimento socioambiental (Cuba)
- Movimentos de povos indígenas (Guerrero, Oaxaca - México) (Amazônia colombiana)
- Movimento de Libertação Territorial (Argentina)
- Central de Trabalhadores da Argentina – Autónoma.
ATTAC (Argentina)
- Movimentos feministas e diversidades (Argentina)
Movimento social e sindical da Central Nacional dos Trabalhadores da Educação (México)
Rede Universitária pela Paz Gabriel Izquierdo REDUNIPAZ (Colômbia)
Movimento Camponês Ambiental do Leste de Caldas - MACO - Colômbia e Abraçando o Rio La Miel (Colômbia)
-Elaboração de notas técnicas.

-Seminários, cursos.

-Apoio participativo e pesquisa junto a movimentos e/ou organizações locais.

- Oficinas para fortalecer e expandir as capacidades de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) científicas e tecnológicas das comunidades e dos jovens pesquisadores.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Colaborar com outros Grupos de Trabalho da CLACSO com temas, metodologias ou objetos de estudo semelhantes em pesquisas que busquem uma visão interdisciplinar e complexa dos resultados do trabalho.

Participe e conecte-se com redes de ciências sociais da América Latina.

Colaborar com instituições acadêmicas relacionadas aos nossos temas de pesquisa.
Participe do diálogo em outros eventos da Clacso GT:

GT: Legados e perspectivas do marxismo
Seminário: Cultura política e jurídica, mal-estar e desigualdade. A relevância do marxismo nos debates contemporâneos sobre a crise do direito como disciplina e como instituição.

GT: Lex mercatoria, direitos humanos e democracia.
Seminário 2: Lex mercatoria e manifestações jurídicas extraestatais na América Latina e no Caribe

GT: Trabalho agrícola, desigualdades e ruralidade
Seminário 2 para discussão pública: Modos e relações de exploração do trabalho agrícola com as instituições legais de desapropriação na América Latina

GT: Economia Política da Informação, Comunicação e Cultura
Primeiro encontro sobre guerra jurídica, tecnopolítica e políticas de comunicação
- Apresentações e discussões sobre os mesmos
- Diálogo sobre pesquisa na área
- Desenvolvimento de planos de trabalho conjuntos
Realizar as trocas com o GT.
Participe de eventos de networking.
Candidatar-se a concursos de propostas nacionais e internacionais de organizações de Ciência e Tecnologia que promovam a geração de novos conhecimentos científicos e tecnológicos desenvolvidos por investigadores pertencentes aos grupos de trabalho com os quais será coordenado.
PLANO DE TRABALHO PARA O TERCEIRO ANO (01/01/2025 al 31/12/2025)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Avalie o resultado dos exercícios na criação e aprofundamento de categorias de análise associadas a temas emergentes da realidade social desigual e da crise jurídica, democrática e sociopolítica de nossa América.

Para concluir e consolidar os processos de fortalecimento das trajetórias acadêmicas intergeracionais no pensamento jurídico crítico, especialmente na América Latina, as injustiças estruturais não nomeadas e as disputas na configuração da realidade normativa nos contextos jurídico e político dos países da América Latina e do Caribe.

Dar continuidade aos processos de organização e atividade teórica, e por meio de subgrupos de trabalho, aos interesses do GT, com vistas a gerar produção acadêmica de maior impacto e relevância no fortalecimento da teoria crítica do direito para a América Latina e o Caribe.

Sustentar os processos de interpretação e discussão das linhas temáticas a partir da perspectiva do diálogo acadêmico intergeracional e em horizontalidade com os movimentos sociais e as organizações da sociedade civil.
Realização da segunda reunião presencial com os membros do Grupo de Trabalho para a concepção e correlação de pesquisas com vistas à publicação de um livro colaborativo.
Produção de um segundo livro resultante de artigos científicos e pesquisas discutidas entre os vários países membros da GT.

Para cumprir a agenda final das reuniões programadas, tanto gerais quanto sub-regionais e por interesse temático, com o objetivo de gerar conhecimento, na lógica de fornecer feedback às pesquisas dos membros do GT de diferentes países para estudos comparativos na situação sociodisciplinar e jurídico-social.
Desenvolvimento de produtos relacionados à pesquisa acadêmica, divulgação e instrumentos para uso pela sociedade civil em formato de documento e vídeo.
Publicação de novas partes através do Boletim do Grupo de Trabalho sobre Pensamento Jurídico Crítico da CLACSO.
Publicação e apresentação de material impresso: artigos para revistas científicas, textos de divulgação científica, comunicados de imprensa, boletins informativos, brochuras temáticas dos membros do GT em nossas áreas de atuação.

Submissão de contribuições para as publicações periódicas da CLACSO.

Implementação da atividade acadêmica: versão 2025 dos diálogos de cocriação para a proteção de direitos e estratégias de resistência com organizações da sociedade civil.
Artigos, apresentações, fóruns de reflexão, novos projetos de pesquisa, novos trabalhos de pós-graduação, resultantes da inovação de categorias de análise no âmbito macro dos seminários exploratórios, das reuniões de interesse geral, sub-regional e temático dos seminários com outros GT e das discussões e interpretações no âmbito do grupo de trabalho.

Publicações individuais e coletivas, eventos sub-regionais em universidades da América Latina e do Caribe, com a participação dos membros do GT em contextos de reflexão e discussão em torno das questões de pesquisa priorizadas em nosso grupo de trabalho.

Consolidação do trabalho de pesquisa em GT.

Livros, brochuras temáticas, artigos científicos, textos de divulgação científica e materiais de imprensa criados no GT

Instrumentos resultantes do trabalho com a sociedade civil e os movimentos sociais.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Finalizar diversas estratégias desenvolvidas no primeiro e segundo ano em comunicação científica, dar continuidade aos seminários e simpósios com o objetivo de reflexão e estudo aprofundado, realizar discussões exploratórias, colóquios de pós-graduação, entre outros.

Manter e fortalecer os espaços criados para a formação acadêmica no desenvolvimento das linhas temáticas e de pesquisa do grupo, como as questões emergentes da realidade social desigual e a crise jurídico-política democrática de Nossa América, e continuar a estimular a formação de novos pesquisadores nas questões sociojurídicas estratégicas para Nossa América.

Manter as ações e iniciativas do primeiro e segundo ano e de outras chamadas que alcançaram o posicionamento acadêmico e curricular do grupo na região, refletido nos diálogos e interpretações que sua produção provoca em trabalhos de pós-graduação, bem como em sua incursão nas cátedras e documentos de leitura no que diz respeito às linhas do pensamento jurídico crítico para a América Latina e o Caribe.

Materializar produtos, reflexões e ações associadas a espaços de cocriação com movimentos sociais, ONGs e os diversos ativismos com os quais convergem narrativas combativas e de defesa de direitos.

Para cumprir as agendas de divulgação dos resultados de pesquisa do Grupo de Trabalho de forma regular, como estratégia de posicionamento político e acadêmico do grupo nas esferas pública, universitária, comunitária e social.

Tornar públicos, tanto virtualmente quanto em formato impresso, os resultados da reflexão acadêmica do grupo de trabalho, em conformidade com as políticas de ciência aberta e livre acesso ao conhecimento.

Para concluir, as sessões finais de treinamento para grupos de pesquisa com base no pensamento jurídico crítico.

Consolidar espaços públicos virtuais para a disseminação da pesquisa em Tecnologia Geriátrica.
Realização do segundo encontro presencial do GT no âmbito da gestão e execução de um evento acadêmico com instalações universitárias anfitriãs.

Realização de eventos acadêmicos gerais, sub-regionais e temáticos com a sociedade civil por meio de mesas-redondas, debates, seminários e colóquios públicos para refletir sobre o estado de nossas realidades políticas e jurídicas no contexto das linhas de trabalho do GT.

Divulgação de artigos científicos e jornalísticos, individuais e coletivos, relacionados à pesquisa acadêmica, como instrumentos de utilização pela sociedade civil em formato de documento e vídeo.

Publicação e apresentação de material impresso: artigos para revistas científicas, textos de divulgação científica, comunicados de imprensa, boletins informativos, brochuras temáticas dos membros do GT em nossas áreas de atuação.

Submissão de contribuições para as publicações periódicas da CLACSO.

Publicação de dossiês sobre os temas do Grupo de Trabalho, em conjunto com movimentos sociais, ONGs e sindicatos.
Divulgação estratégica de pesquisas para movimentos sociais, movimentos populares e a sociedade civil em geral, adotando políticas de ciência aberta e livre acesso ao conhecimento.

Produção de vídeos para a internet com o objetivo de promover/divulgar o debate sobre questões urgentes nas áreas da política, economia e sociedade, relacionadas a assuntos jurídicos, políticos, econômicos e sociais.

Realização de workshops sobre avanços em pesquisa em diversas universidades da América Latina.

Realização de oficinas para divulgar e conscientizar sobre a colaboração e o apoio da GT aos movimentos sociais e à sociedade civil com os quais se desenvolve o trabalho.


Atividades com outros GTs
GT: Legados e perspectivas do marxismo
Seminário 2: A relevância do marxismo para a análise do Estado, especificamente dos Estados latino-americanos e caribenhos, e seus modos emergentes de normatividade e justiça social.

GT: Trabalho agrícola, desigualdades e ruralidade
Seminário 3 para discussão pública: Modos e relações de exploração do trabalho agrícola com as instituições legais de desapropriação na América Latina

GT: Economia Política da Informação, Comunicação e Cultura
Segundo Encontro sobre Guerra Jurídica, Tecnopolítica e Políticas de Comunicação
- Discussão de artigos
- Diálogo sobre pesquisa na área
- Elaboração de conclusões com possibilidade de publicação conjunta com artigos de pesquisadores
Consolidação das estratégias de comunicação próprias do grupo na área da comunicação científica para a divulgação dos resultados da pesquisa através do posicionamento dos nossos seminários, simpósios, palestras e colóquios de pós-graduação, entre outros.

Consolidação da formação de novos pesquisadores em áreas estratégicas do pensamento jurídico crítico na América Latina, por meio do acompanhamento e apoio ao seu trabalho e iniciativas. Isso inclui também a consolidação de espaços comuns de reflexão no desenvolvimento das linhas temáticas e de pesquisa do Grupo de Trabalho.

As inovações e inclusões curriculares das linhas de debate do GT refletem-se nos diálogos e interpretações dos trabalhos de pós-graduação, bem como na inclusão de suas palestras e documentos de leitura referentes às linhas do pensamento jurídico crítico para a América Latina e o Caribe.

Eventos populares e diversas formas de resistência, lideradas principalmente pela sociedade civil, movimentos sociais e ONGs, organizadas pela GT e dirigidas por seus membros.

Periodização na divulgação dos resultados da pesquisa do Grupo de Trabalho como estratégia de posicionamento político-acadêmico do grupo nas esferas pública, acadêmica, comunitária e social.

Consolidação, de forma pública, em formato virtual e impresso, de material bibliográfico, midiático e fílmico resultante do trabalho de reflexão acadêmica do grupo de trabalho.

Participação em redes sociais, nos espaços dos encontros anuais, integrando jovens pesquisadores para que possam apresentar suas pesquisas e desenvolver seus conhecimentos coletivamente.

Entre os resultados mais representativos que têm sido comuns durante as atividades do GT em outros anos, destacam-se: vídeos, aulas virtuais, oficinas de acesso público, seminários de acesso público, encontros com a sociedade civil, participação em redes sociais, espaços para encontros anuais e parciais de jovens pesquisadores, redes virtuais e pesquisas sobre pensamento jurídico crítico.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Manter o intercâmbio de experiências com movimentos sociais e populares, e organizações da sociedade civil, como ONGs.


Continuar a colaborar com projetos governamentais ou participar na busca de recursos para que a pesquisa do GT tenha impacto na execução de projetos públicos.

Participar em escolas, cursos e espaços de interação com ONGs e movimentos sociais, dando visibilidade, promovendo e trocando usos do direito e outras formas de ver e construir o jurídico.

Concretizar a abordagem junto aos organismos de ciência e tecnologia para que contribuam em áreas estratégicas para os países da América, por meio de projetos, publicações ou ações de apoio à produção acadêmica.
Divulgação de notas técnicas do GT.

Divulgação de cursos e seminários em escritórios para agentes estaduais.

Ministração de cursos e reuniões com ONGs
FUNDALATIN. Fundação Latino-Americana para os Direitos Humanos e o Desenvolvimento Social (Venezuela)
-PRODESC-ONG México (2020)
- Fundação Heinrich Böll para a América Latina (sede no México)
- Movimento de Libertação Territorial (Argentina)
- Central de Trabalhadores da Argentina – Autónoma.
ATTAC (Argentina)
- ILSA Colômbia

Celebrar acordos com órgãos governamentais para a execução de estudos ou pesquisas.

Busque colaboração com organizações de ciência e tecnologia.
CONACYT-México (2020)
Capes / CNPq (Brasil).
Colciencias (Colômbia).
Conicet, Agência Nacional para a Promoção da Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Agência I+D+i), Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (Argentina).
Ministério do Interior: Vice-Ministério do Diálogo Social, Direitos Humanos e Igualdade - diversas diretorias (assuntos indígenas, afrodescendentes, direitos humanos, consulta prévia) (Colômbia)
Ministério de Minas e Energia e Ministério do Meio Ambiente. (Colômbia)
Departamento Administrativo da Presidência: Conselho Presidencial da Juventude. (Colômbia)
Ministério da Cultura (Colômbia)

Troca de informações e feedback sobre o trabalho realizado com movimentos sociais em relação às lutas sociojurídicas:

- Juventude Popular Democrática (Colômbia)
- Movimento por uma Assembleia Constituinte Popular (Colômbia)
- Movimento LGBTIQ+ e Feminista (Havana, Cuba)
- Movimento socioambiental (Cuba)
- Movimentos de povos indígenas (Guerrero, Oaxaca - México) (Amazônia colombiana)
- Movimento de Libertação Territorial (Argentina)
- Central de Trabalhadores da Argentina – Autónoma.
ATTAC (Argentina)
- Movimentos feministas e diversidades (Argentina)
Movimento social e sindical da Central Nacional dos Trabalhadores da Educação (México)
Rede Universitária pela Paz Gabriel Izquierdo REDUNIPAZ (Colômbia)
Movimento Camponês Ambiental do Leste de Caldas - MACO - Colômbia e Abraçando o Rio La Miel (Colômbia)
-Elaboração de notas técnicas.

-Seminários, cursos.

-Apoio participativo e pesquisa junto a movimentos e/ou organizações locais.

- Oficinas para fortalecer e expandir as capacidades de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) científicas e tecnológicas das comunidades e dos jovens pesquisadores.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Colaborar com outros Grupos de Trabalho da CLACSO com temas, metodologias ou objetos de estudo semelhantes em pesquisas que busquem uma visão interdisciplinar e complexa dos resultados do trabalho.

Participe e conecte-se com redes de ciências sociais da América Latina.

Colaborar com instituições acadêmicas relacionadas aos nossos temas de pesquisa.
Participe do diálogo em outros eventos da Clacso GT:
GT: Legados e perspectivas do marxismo
Seminário: Cultura política e jurídica, mal-estar e desigualdade. A relevância do marxismo nos debates contemporâneos sobre a crise do direito como disciplina e como instituição.

GT: Lex mercatoria, direitos humanos e democracia.
Seminário 2: Lex mercatoria e manifestações jurídicas extraestatais na América Latina e no Caribe

GT: Trabalho agrícola, desigualdades e ruralidade
Seminário 3 para discussão pública: Modos e relações de exploração do trabalho agrícola com as instituições legais de desapropriação na América Latina

GT: Economia Política da Informação, Comunicação e Cultura
Primeiro encontro sobre guerra jurídica, tecnopolítica e políticas de comunicação
- Apresentações e discussões sobre os mesmos
- Diálogo sobre pesquisa na área
- Desenvolvimento de planos de trabalho conjuntos

Participar em redes da sociedade civil a nível nacional, regional e internacional relacionadas com os temas da GT.

Participar em redes de Ciências Sociais e realizar atividades de divulgação, intercâmbio e cooperação.
a. - Associação de Estudos Latino-Americanos - LASA - América Latina (maio de 2021)
b. - Conferência Latino-Americana de Crítica Jurídica (CDMX, outubro de 2021)
c. – Rede Latino-Americana de Mulheres Constitucionais
d. - Rede Latino-Americana de Constitucionalismo Crítico
e.- Associação Internacional de Ciência Política (IPSA, Canadá)
f.- Comitê de Pesquisa em Sociologia do Direito (RCSL)
Realizar as trocas com o GT.

Participe de eventos de networking.

Candidatar-se a concursos de propostas nacionais e internacionais de organizações de Ciência e Tecnologia que promovam a geração de novos conhecimentos científicos e tecnológicos desenvolvidos por investigadores pertencentes aos grupos de trabalho com os quais será coordenado.

5. Membros do Grupo de Trabalho
Número total de pesquisadores admitidos: 60
Carlos Arturo Gallego Marín
Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais
Universidade de Caldas
Colômbia
Attard Bellido María Elena
Rede Latino-Americana de Mulheres Constitucionais
Bolívia
Alejandro Rosillo Martínez
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma de San Luis Potosí
México
Beatriz Rajland
Fundação para Pesquisa Social e Política
Argentina
José Manuel Vega Zúñiga

Cynthia Elizabeth Britez

Kenia Echevarría Fraga

Antônio Carlos Wolkmer
Mestrado em Direito pela Universidade LaSalle
Brasil
Sebastián Alejandro García Caicedo
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma de San Luis Potosí
México
Alejandro Karin Pedraza Ramos
Coordenação de Pesquisa da Faculdade de Filosofia e Letras
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Albert Noguera Fernández

Sonia Boueiri Bassil [Coordenador]
Centro de Estudos Políticos e Sociais da América Latina
-Universidade de Los Andes
Venezuela
Leonardo Evaristo Teixeira

Marco Túlio Navas Alvear
Programa de Estudos Latino-Americanos
Universidade Andina Simón Bolívar
Equador
Ana María Londoño Agudelo

Manuel Eugênio Gándara Carballido
Instituto Joaquín Herrera Flores - América Latina
Brasil
Gina Esmeralda Chavez
Instituto de Altos Estudos Nacionais
Universidade Estadual de Pós-Graduação
Equador
Mariana Cândido Dos Santos
Grupo de Pesquisa Estado, Governo e Capitalismo Dependente – Universidade Federal de Alagoas
Brasil
Daniel S. Prefeito Fabre

Luiz Ismael Pereira
Universidade Federal de Viçosa
Brasil
Alexandre Marcelo Medici
Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais, Universidade Nacional de La Plata
Argentina
Silvio Luiz De Almeida
Fundação Getúlio Vargas
Brasil
Diana Isabel Molina Rodríguez [Coordenador]
Centro de Estudos e Pesquisa Latino-Americana
Universidade de Narino
Colômbia
Milena Eliana Pereira Fukuoka

Victor Hugo Pacheco Chávez

Sheila Vélez Martínez

Luz Marina Toro Vegas
Universidade Central da Venezuela
Venezuela
Marcelo Andrés Maisonnave
Instituto de Cooperação Latino-Americana
Universidade Nacional de Rosário
Argentina
Eduardo Carlos Rojas
Programa de Pós-Graduação em Estudos Latino-Americanos
Área de Coordenação de Pós-Graduação, Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Raymundo Espinoza Hernández

Alysson Leandro Barbate Mascaro
Universidade de São Paulo
Brasil
Alina Herrera Fuentes
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Argentina
Programa Argentina
Argentina
Freddy Ordóñez Gómez
Instituto Latinoamericano para uma Sociedade e um Direito Alternativo
Colômbia
Alejandra Gils Carbo

Claudia Araceli Mendoza Antúnez
Faculdade de Direito/Universidade Nacional Autônoma do México
México
Mylai Burgos Matamoros
Universidade Autônoma da Cidade do México
Coordenação acadêmica
Universidade Autônoma da Cidade do México
México
Óscar Arnulfo De La Torre De Lara
Centro de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma de Aguascalientes
México
Yacottin Bravo Espinosa
Centro de Pesquisa e Estudos Superiores em Antropologia Social
Membro do Sistema de Centros Públicos de Pesquisa do CONACyT
México
Guillermo Luévano Bustamante
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma de San Luis Potosí
México
Milena Alexandra González Piñeros
Centro de Pesquisa Louis Joseph Lebret OP para Economia e Humanismo
Universidade de Santo Tomás
Colômbia
Emanuela Gava Caciatori
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma de San Luis Potosí
México
Elisa Alina Franco Sentimentos
Escola de Psicologia
Pontifícia Universidade Católica de Valparaíso
Chile
Napoleão Conde Gaxiola
Escola Superior de Turismo, Instituto Politécnico Nacional
México
Liliana Beatriz Costante
Fundação para Pesquisa Social e Política
Argentina
Helberth Augusto Choachi González

Mauro Benente
Fundação para Pesquisa Social e Política
Argentina
Carlos Antonio Silva
Instituto de Cooperação Latino-Americana
Universidade Nacional de Rosário
Argentina
Milena Passos Blanco
Centro de Pesquisa sobre a América Latina e o Caribe
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Milena Passos Blanco
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma de San Luis Potosí
México
Vicente Solano
Vice-Reitoria de Pesquisa e Inovação
Universidade de Cuenca
Equador
Lucas Machado Fagundes
Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Socioeconômico. Unidade Acadêmica de Ciências Sociais Aplicadas. Universidade do Extremo Sul Catarinense.
Universidade do Extremo Sul Catarinense.
Brasil
Juan José Carrillo Nieto
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
Carlos Rivera-Lugo
Mestrado em Gestão e Administração Cultural
Programa de Estudos Interdisciplinares, Faculdade de Ciências Humanas, Campus de Río Piedras
Universidade de Porto Rico
Porto Rico
Ivone Fernandes Morcillo Lixa

Aleida Hernández Cervantes [Coordenador]
Centro de Pesquisa Interdisciplinar em Ciências e Humanidades
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Constanza Marianela Estepa
Instituto de Cooperação Latino-Americana
Universidade Nacional de Rosário
Argentina
Daniela Carolina Narváez Benavides

Erika Liliana López López
Centro de Pesquisa Interdisciplinar em Ciências e Humanidades
Universidade Nacional Autônoma do México
México
José Ricardo Robles Zamarripa
Centro de Estudos Sociais
Faculdade de Economia
Universidade de Coimbra
Portugal
Javier Gonzaga Valência Hernández
Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais
Universidade de Caldas
Colômbia