Área temática: Desigualdades e pobreza na América Latina e no Caribe

Grupo de trabalhoDesigualdades sociais comparativas: classe social, gênero e etnia

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1. Nome do Grupo de Trabalho.
Desigualdades sociais comparativas: classe social, gênero e etnia
Coordenador(es) do Grupo de Trabalho
Mirlena Rojas Piedraita
Centro de Pesquisa Psicológica e Sociológica
Cuba
Paula Boniolo
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina

2. Localização crítica do tema no contexto latino-americano e caribenho e em relação à dinâmica global.

A pandemia de COVID-19 exacerbou as desigualdades inerentes ao capitalismo financeirizado hegemônico em todo o mundo, intensificando o contraste entre a concentração econômica e financeira do capital e a deterioração das condições de trabalho para grandes segmentos da força de trabalho. Na América Latina, isso se manifestou como um impacto maior no emprego e na renda do segmento informal/precário da classe trabalhadora, das mulheres e dos grupos étnicos marginalizados.

Nosso principal objetivo é estabelecer um grupo CLACSO de pesquisadores latino-americanos de diversas universidades do continente para gerar conhecimento e fomentar a reflexão contínua sobre as desigualdades sociais a partir de uma perspectiva interseccional, considerando classe social, gênero e etnia na configuração da estrutura social de cada país da região, em relação ao tipo de desenvolvimento econômico e à direção da intervenção estatal. Ao formar uma rede organizada e formalizada, focaremos na criação de oportunidades para o intercâmbio contínuo de pesquisa e formação entre diferentes países e entre gerações de pesquisadores, tanto consolidados quanto emergentes (estudantes de mestrado e doutorado).

Este grupo, composto por diversas equipes de pesquisa da região, visa abordar, de forma interdisciplinar, um dos principais problemas da agenda pública regional: a mensuração e a análise das desigualdades, sua natureza cumulativa e combinada, a partir de uma perspectiva sócio-histórica, revisando criticamente as políticas públicas voltadas à redução das desigualdades em contextos pós-pandemia. Esse processo exige o exame desses problemas não apenas a partir de suas características relacionais intrínsecas, mas também de fatores exógenos, no âmbito das condições de reprodução que os indivíduos geram em suas esferas econômicas: as condições de inserção periférica no sistema global de trocas econômicas, os efeitos de pandemias, mudanças climáticas, conflitos armados e desastres ambientais. Essas perspectivas são necessárias para uma compreensão mais ampla desses problemas atuais em nossas sociedades.

Além disso, este grupo reunirá um conjunto de pesquisadores com histórico de colaboração, tanto na área da pesquisa científica quanto na reflexão sobre políticas públicas ou intervenção social, aproveitando esta iniciativa para agregar novos membros.

Entre os objetivos do grupo, destacamos os seguintes: 1. Aprofundar os desafios multidimensionais da análise da estrutura social nas sociedades latino-americanas, com base na interseccionalidade de classe, etnia, gênero e segregação territorial. 2. Recuperar o desenvolvimento teórico sobre classes sociais para compreender como a desigualdade social as afeta, que tipo de estrutura de classes existe nos países da América Latina e do Caribe e suas recentes reconfigurações em relação aos modelos de acumulação econômica e à direção da intervenção estatal. 3. Analisar, sob uma perspectiva comparativa, as oportunidades e limitações de cada país para o desenvolvimento inclusivo e os processos de equalização na estrutura social. 4. Considerar as classes sociais sob uma perspectiva latino-americana em sua interseccionalidade com gênero e origem étnica, com base em teorias e métodos que permitam uma análise crítica das estruturas sociais dos países da região. 5. Promover o desenvolvimento de estratégias de métodos mistos, com o objetivo de sistematizar e harmonizar fontes de dados quantitativos secundários para comparação entre países, e técnicas qualitativas que revelem as particularidades socioculturais e históricas de nossos países.

Há muita informação disponível sobre as causas e características das disparidades de renda e emprego na região, mas existe menos informação sobre os processos de estruturação de classes sociais em relação a gênero e etnia, que implicam desigualdade cumulativa e combinada, produzindo e reproduzindo subalternidades com raízes estruturais mais profundas. Também sabemos pouco sobre como a desigualdade é vivenciada e percebida em diferentes países, e ainda menos sob uma perspectiva comparativa. Da mesma forma, poucos estudos mostram o que significa fazer parte da classe média privilegiada, da classe média baixa, dos trabalhadores formais ou precários, ou das elites em nossas diversas realidades, e quais práticas estão associadas a cada classe. Igualmente, há pouca pesquisa sobre como gênero e etnia influenciam os processos de estratificação social.

Somos motivados a estudar os problemas conceituais e empíricos decorrentes dos processos de desigualdade dentro da estrutura social e como a desigualdade é vivenciada em diferentes contextos, como subsídio para repensar políticas públicas voltadas à conquista da igualdade em cada país. Examinamos também como os processos de desigualdade afetam as aspirações legítimas dos cidadãos em relação aos seus direitos e a expansão das condições para uma democracia maior e mais abrangente para os atores sociais que tendem a participar menos da riqueza social gerada, devido às próprias condições de concentração da apropriação do excedente.

Por que criar um grupo da CLACSO sobre desigualdades?

Porque a América Latina é uma região desigual, onde a desigualdade não diminui proporcionalmente ao crescimento, onde persiste uma alta concentração de riqueza nos deciles superiores e as disparidades de renda não diminuíram. No entanto, os processos de desigualdade que ocorrem na região não são homogêneos em termos de classe social, gênero e origem étnica.

Porque é necessário investigar os efeitos dos modelos de desenvolvimento econômico em diferentes direções sobre a estrutura de classes.

Isso ocorre porque os estudos sobre desigualdade geralmente se concentram apenas na renda, deixando as classes sociais e suas condições definidoras, oportunidades e experiências de vida sem análise.

Porque a reflexão sociológica e das ciências sociais sobre a desigualdade na região deve ser mensurada e abordada após uma pandemia de forma comparativa: tornando visíveis tanto as especificidades quanto os padrões comuns.

Promover uma análise da desigualdade que não se concentre apenas na classe social, mas que inter-relacione essa análise com gênero, etnia e território, produzindo conhecimento que supere visões unidirecionais da realidade e integre múltiplos processos de subalternização ao debate atual.

Porque são necessários estudos comparativos entre países da região, nos quais sejam considerados aspectos relacionados à desigualdade de classe, gênero e origem étnica.

Porque os modelos de acumulação econômica e a orientação da intervenção estatal, mesmo com fortes restrições estruturais, influenciam o perfil da estrutura social e a rede de desigualdades combinadas com classe social, gênero e etnia. A primeira década do século XXI viu governos progressistas/nacional-populares, no âmbito do crescimento econômico sustentado por um setor externo favorável, conferirem maior centralidade ao Estado no desenvolvimento econômico e nos processos de inclusão e expansão das classes média e trabalhadora, bem como de grupos sociais subordinados. Em contrapartida, os governos do consenso neoliberal tardio que se seguiu recriaram condições de crescente marginalização, mobilidade descendente das classes médias e ressurgimento de hierarquias e opressão contra mulheres, pessoas não conformes com o gênero, povos indígenas e afrodescendentes. Na era pós-pandemia, as mudanças no cenário político da região, com a ascensão ao poder de frentes de inspiração progressista em diversos países, apresentam desafios para a análise das repercussões sobre a desigualdade/igualdade, as oportunidades e limitações para um desenvolvimento inclusivo que considere os direitos de grupos historicamente marginalizados e a proteção do meio ambiente.

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3. Justificação e análise da relevância teórica do tema em relação ao contexto analisado.

A abordagem teórica que fundamenta o projeto do Grupo CLACSO é a análise das classes sociais em conjunto com gênero e etnia. O projeto baseia-se na premissa de que as classes sociais constituem um fator explicativo central para a desigualdade nas condições materiais de existência, nas experiências vividas pelas pessoas e na dinâmica da ação coletiva nas sociedades latino-americanas contemporâneas. O que caracteriza a análise de classe, e a torna uma ferramenta explicativa primordial para o estudo da desigualdade social, é sua capacidade de identificar os mecanismos sociais causais que a geram e reproduzem, enraizados nas relações de produção e distribuição do excedente.

Do nosso ponto de vista, as classes sociais constituem o eixo central da organização e do funcionamento das relações sociais nas sociedades modernas, porque o capitalismo destaca a diferenciação social das pessoas de acordo com sua posição na estrutura econômica. As classes sociais representam grupos populacionais que diferem entre si com base no controle ou na exclusão de recursos econômicos. Elas proporcionam oportunidades desiguais de existência para seus membros e constituem um campo de opções e limitações de ação.

As classes sociais constituem uma plataforma estrutural sobre a qual se constroem experiências compartilhadas, formas de sociabilidade, estilos de vida e dinâmicas de ação coletiva. Devido à sua centralidade na distribuição do poder econômico, as classes sociais são bases potenciais para o desenvolvimento de organizações e ações políticas, influenciando os rumos de toda a ordem social. Contudo, nas sociedades latino-americanas contemporâneas, as desigualdades de classe se combinam, se acumulam e se entrelaçam com outros fatores sociais, como gênero e etnia, para explicar o lugar que as pessoas ocupam objetivamente na estrutura social. Neste grupo, defendemos que tanto o patriarcado quanto o colonialismo de poder constituem fontes substanciais de desigualdade social nas sociedades contemporâneas.

A força deste Grupo de Trabalho reside no fato de procurar analisar a interseccionalidade dessas clivagens da desigualdade, e não substituir uma pela outra, o que levou à proliferação de abordagens pós-modernas à desigualdade que negaram o papel das classes sociais como atores coletivos, dissolvendo a estruturação do poder em múltiplos fatores de estratificação social, o que resultou na fragmentação da estrutura social e, com ela, na desarticulação das bases para a formação de atores coletivos de emancipação social.

Essa perspectiva nos leva a investigar as desigualdades de duas maneiras: i. desigualdade interseccional, porque a desigualdade de classe está intrinsecamente ligada a outras clivagens, como gênero e etnia, gerando maior desigualdade tanto em termos quantitativos quanto qualitativos, definindo a subalternidade em diversas dimensões simultâneas e apresentando mecanismos mais profundos; e ii. desigualdade cumulativa, porque as vantagens e desvantagens da origem social se acumulam ao longo do tempo e entre gerações. Nosso interesse reside em compreender por que as desigualdades sociais são persistentes, quais fatores contribuem para sua reprodução ao longo do tempo e quais mecanismos explicam sua reprodução intergeracional. Isso implica atentar para categorias de desigualdade como gênero, raça e etnia, além de classe, e considerar sua interação com outras variáveis ​​relevantes, especialmente as territoriais.

Um dos nossos objetivos é examinar as classes sociais a partir de uma perspectiva latino-americana, utilizando teorias e métodos que permitam uma análise crítica das estruturas sociais da região. Essa análise visa fomentar a comparação, sem perder de vista as especificidades e histórias de cada país. Isso exige um aprofundamento nos desafios da análise de classe nas sociedades latino-americanas, considerando particularmente elementos como etnia, gênero, mercados de trabalho locais e informalidade. Nossa principal motivação é estudar os problemas conceituais e empíricos decorrentes da desigualdade de classe, da mobilidade social, das práticas e percepções de classe e das relações interclasses — como a desigualdade é vivenciada em diferentes contextos.

Nesse contexto, e a partir de uma perspectiva tríplice: comparativa, sócio-histórica e crítica, nossa equipe propõe:

1. Promover o desenvolvimento teórico sobre classes sociais no contexto regional, a fim de compreender como a desigualdade social afeta e que tipo de estrutura de classes existe nos países da América Latina e do Caribe. Para tanto, propomos revisitar as contribuições da tradição teórica latino-americana sobre a relação entre modelos de desenvolvimento econômico e seus efeitos na estrutura de classes. Dentro dessa tradição, a pesquisa sobre o caráter de classe da marginalização e do emprego informal em formações sociais capitalistas periféricas, subdesenvolvidas e dependentes desempenha um papel de destaque. Central a essa pesquisa é a análise do papel do Estado, das políticas de emprego e das políticas sociais, que contribuem decisivamente para estruturar as condições materiais de vida da população, o nível de desigualdade e os padrões de sua reprodução.

2. Propomos avançar nos estudos comparativos sobre a articulação de classes sociais, gênero, etnia e processos de racialização na formação da estrutura social e nos processos de estratificação social, a partir de uma perspectiva sócio-histórica e comparativa que leve em conta padrões comuns e especificidades nacionais.

3. Em um nível mais subjetivo, estamos interessados ​​em compreender as formas de legitimidade social e crítica que acompanham as desigualdades, bem como os processos de (des)legitimação que estão na sua raiz.

Assim, o projeto que propomos envolve aproveitar as contribuições da teoria latino-americana sobre desenvolvimento econômico truncado, dependência, colonialismo e patriarcado, mas incorporando novas perspectivas para construir uma agenda atual de investigação da rede de fatores de desigualdade na e a partir da América Latina.

O gênero está intrinsecamente ligado ao sistema de estratificação de classes, sendo a divisão sexual e social do trabalho o principal fator de conexão. A distribuição hierárquica e desigual das tarefas de reprodução e produção social entre os indivíduos, com base em seu gênero, sustenta a organização socioeconômica e a desigualdade salarial entre os gêneros.

A interseccionalidade de classe, gênero e etnia revela as clivagens que se articulam em torno das desigualdades sociais. A desigualdade étnica está enraizada no colonialismo interno de cada país, pois, desde a conquista das Américas, o racismo tem servido às classes médias dominantes e privilegiadas para justificar a superexploração de certas populações e dividir a classe trabalhadora com base em identidades étnico-raciais que definem os limites da divisão do trabalho: "branco", "negro", "indígena" e "mestiço". Esse processo, conhecido como "racialização das relações de classe", baseado em uma visão de mundo eurocêntrica, tende a colocar indivíduos com características físicas e formas culturais associadas a povos indígenas, mestiços e afrodescendentes em segmentos precários da classe trabalhadora.

Este grupo propõe uma abordagem teórica que analisa a interseccionalidade de classe social, gênero e etnia a partir de uma perspectiva tripla comparativa, sócio-histórica e crítica, a fim de refletir e construir conhecimento que sirva de base para repensar políticas públicas voltadas à redução do impacto das desigualdades em nossas sociedades.

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4. Plano de trabalho de três anos (36 meses), detalhado por ano.
PLANO DE TRABALHO PARA O PRIMEIRO ANO (01/02/2023 al 31/12/2023)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Coordenar os diversos projetos de pesquisa desenvolvidos pelas equipes de pesquisa participantes do GT, promovendo a troca de experiências teóricas e metodológicas que enriqueçam as perspectivas comparativas para a análise dos eixos temáticos propostos.
Geração de redes de pesquisa contínuas que possibilitem perspectivas regionais sobre eventos na América Latina, recuperando as particularidades dos países nos fenômenos investigados.
Atividades para a troca de produções científicas por meio de webinars.
Compilação de publicações em revistas, livros, conferências, seminários e teses das equipes.
Formulação de hipóteses comparativas e regionais. Desenvolvimento de um plano de trabalho comum.
Sistematização das fontes secundárias disponíveis. Organização de um encontro científico voltado para a comunidade acadêmica, tomadores de decisão governamentais, técnicos e ativistas.
Documento conjunto que resume as experiências de pesquisa de cada país membro.
Organização de um conjunto de indicadores que permitam a consulta e atualização contínuas da pesquisa.
Harmonização de bases de dados que permitam a utilização coletiva para análises comparativas, criando um sítio web de acesso aberto onde estejam disponíveis publicações, seminários e reuniões de rede.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Comunicação dos resultados a três tipos de atores: público em geral, movimentos sociais e acadêmicos.
Elaboração de documentos conjuntos em formato gráfico e web que permitam a divulgação dos principais avanços da pesquisa, sob uma lógica de comparação e harmonização de resultados.
Estabelecer diálogos de pesquisa contínuos com o objetivo de gerar orientações para o desenvolvimento de possíveis políticas.
Incorporar nos programas de graduação, mestrado e doutorado os desenvolvimentos metodológicos e teóricos dos membros das equipes de pesquisa.
• Podcasts regionais sobre o progresso dos estudos, com base em pesquisas em andamento e concluídas. Desenvolvimento de protocolos e programas para sua implementação.
Desenvolvimento de uma revista eletrônica em formato de e-book que consolida o processo de atualização temática.
Organização de um seminário temático regional
Podcast sobre o tema direcionado a jovens em formação e estudantes de graduação.
Site com a produção da rede, repositório bibliográfico e comunicação de notícias e eventos em cada país.
Geração de podcasts com avanços e resultados de pesquisa
Portal de monitoramento do impacto da mídia e das redes sociais.
Revista eletrônica do grupo de trabalho, publicada anualmente.
Realização de um Encontro Científico em um país organizador, com a presença de todos os membros do GT e a assistência de especialistas.
podcast de divulgação da GT
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Manter e ampliar os vínculos dos grupos de pesquisa que compõem esta proposta com as diferentes organizações de Ciência e Tecnologia, tanto nacionais quanto de suas universidades.
Além disso, devido às características únicas de seus membros, é importante continuar e fortalecer os laços com os movimentos sindicais, os movimentos sociais e os gestores de políticas públicas.
Realização de workshops nacionais em formato virtual com diferentes instituições públicas e privadas e da sociedade civil, a fim de apresentar o progresso e os resultados preliminares de nossa pesquisa.
Participação em congressos e eventos sindicais e de movimentos sociais, apresentando relatórios sobre o progresso e os resultados do trabalho conjunto.
Estabelecer ligações fluidas com organizações de Ciência e Tecnologia.
Estabelecer vínculos de cooperação com organizações não governamentais, movimentos sindicais e tomadores de decisão política.
Estão sendo realizados workshops em diferentes países para divulgar resultados parciais.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Articulação com redes temáticas semelhantes, principalmente nacionais, regionais e latino-americanas.
Participação em redes nacionais de Ciências Sociais, bem como em redes latino-americanas, por meio de congressos, conferências e seminários, como DEMOSAL, ALAS e CLACSO.
Participação ativa em redes nacionais e latino-americanas, por meio da organização de mesas-redondas, painéis e workshops.
Participação em rede para apoiar redes internacionais e nacionais
PLANO DE TRABALHO PARA O SEGUNDO ANO (01/01/2024 al 31/12/2024)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Coordenar os diversos projetos de pesquisa desenvolvidos pelas equipes de pesquisa participantes da GT, permitindo a troca de experiências teóricas e metodológicas que enriqueçam as perspectivas transterritoriais para a análise dos eixos temáticos propostos.
Geração de redes de pesquisa contínuas que possibilitem perspectivas regionais sobre eventos na América Latina, respeitando as tradições locais e as visões particulares dos fenômenos investigados.
Harmonização das experiências de pesquisa quantitativa e qualitativa para permitir comparações regionais.
Elaboração dos principais resultados, obtidos em documentos de trabalho.
Criação de um observatório sobre desigualdades comparativas: classe social, gênero e etnia, que nos permitirá acompanhar os principais indicadores para cada país e sua evolução ao longo do tempo. Isso nos possibilitará criar medidas resumidas para comparação regional.
Harmonização de bases de dados para permitir a sua utilização coletiva em análises comparativas.
Preparação de documentos de trabalho.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Elaboração de documentos conjuntos em formato gráfico e web que permitam a divulgação dos principais avanços da pesquisa, sob uma lógica de comparação e harmonização de resultados.
Estabelecer diálogos de pesquisa contínuos com o objetivo de gerar orientações para o desenvolvimento de possíveis políticas.
Incorporar nos programas de graduação, mestrado e doutorado os desenvolvimentos metodológicos e teóricos dos membros das equipes de pesquisa.
Um site da conferência integrado à divulgação nas redes sociais. O objetivo é promover encontros temáticos contínuos com especialistas internacionais sobre os temas propostos pelo Grupo de Trabalho, em conjunto com os institutos e universidades participantes.
podcast de pesquisa contínua
Organização de um seminário temático regional
Incorporação em programas de graduação e pós-graduação, bibliografia e áreas temáticas.
Proponha visitas ou intercâmbios recíprocos de estudantes de pós-graduação.
Participação no Programa de Doutoramento em Ciências Sociais, em diferentes universidades onde os centros de investigação estão interligados.
Podcast sobre desigualdades comparativas e a interseccionalidade de classe social, gênero e etnia.
Site da conferência GT, atualizações e links para redes sociais.
Revista eletrônica do grupo de trabalho, publicada anualmente.
Realização de um Encontro Científico em um país organizador, com a presença de todos os membros do GT e a assistência de especialistas.
Ministrar cursos de graduação e pós-graduação, o que permite a distribuição de material próprio na formação dos alunos.
Site da conferência atualizado
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Manter e ampliar os vínculos dos grupos de pesquisa que compõem esta proposta com as diferentes organizações de Ciência e Tecnologia, tanto nacionais quanto de suas universidades.
Além disso, devido à particularidade dos membros, é importante continuar e aumentar os vínculos com os movimentos sindicais, os movimentos sociais e os gestores de políticas públicas.
Participação em congressos e eventos sindicais e de movimentos sociais, apresentando relatórios sobre o progresso e os resultados do trabalho conjunto.
Realização de workshops nacionais em formato virtual com diferentes instituições públicas e privadas e da sociedade civil, a fim de apresentar o progresso e os resultados preliminares de nossa pesquisa.
Participação em congressos e eventos sindicais e de movimentos sociais, apresentando relatórios sobre o progresso e os resultados do trabalho conjunto.
Estabelecer ligações fluidas com organizações de Ciência e Tecnologia.
Estabelecer vínculos de cooperação com organizações não governamentais, movimentos sindicais e tomadores de decisão política.
Estão sendo realizados workshops em diferentes países para divulgar resultados parciais.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Articulação com redes temáticas semelhantes, principalmente nacionais, regionais e latino-americanas.
Participação em redes nacionais de Ciências Sociais, bem como em redes latino-americanas, por meio de congressos, conferências e seminários, como DEMOSAL, ALAS e CLACSO.
Participação ativa em redes nacionais e latino-americanas, por meio da organização de mesas-redondas, painéis e workshops.
Participação em rede para apoiar redes internacionais e nacionais
PLANO DE TRABALHO PARA O TERCEIRO ANO (01/01/2025 al 31/12/2025)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Coordenar os diversos projetos de pesquisa desenvolvidos pelas equipes de pesquisa participantes da GT, permitindo a troca de experiências teóricas e metodológicas que enriqueçam as perspectivas transterritoriais para a análise dos eixos temáticos propostos.
Geração de redes de pesquisa contínuas que possibilitem perspectivas regionais sobre eventos na América Latina, respeitando as tradições locais e as visões particulares dos fenômenos investigados.
Elaboração dos principais resultados, obtidos em documentos de trabalho.
Publicação elaborada pela GT levando em consideração a comparação entre países.
Monitoramento do observatório sobre desigualdades comparativas.
Preparação de documentos de trabalho.
Preparação de um livro de compilação.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Elaboração de documentos conjuntos em formato gráfico e web que permitam a divulgação dos principais avanços da pesquisa, sob uma lógica de comparação e harmonização de resultados.
Estabelecer diálogos de pesquisa contínuos com o objetivo de gerar orientações para o desenvolvimento de possíveis políticas.
Incorporar nos programas de graduação, mestrado e doutorado os desenvolvimentos metodológicos e teóricos dos membros das equipes de pesquisa.
Podcast (continuação)
Continuação das conferências via web
Desenvolvimento de uma revista eletrônica em formato de e-book que consolida o processo de atualização temática.
Organização de um seminário temático regional
Incorporação em programas de graduação e pós-graduação, bibliografia e áreas temáticas.
Proponha cursos de pós-graduação existentes sobre o tema. Proponha visitas ou intercâmbios recíprocos de estudantes de pós-graduação.
Participação no Programa de Doutoramento em Ciências Sociais.
Podcast sobre avanços na pesquisa.
Site da conferência
Ministrar cursos de graduação e pós-graduação, o que permite a distribuição de material próprio na formação dos alunos.
Podcast sobre avanços na pesquisa.
Site da conferência ativo e integrado às redes sociais.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Consolidar espaços de colaboração com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, gestores de políticas públicas e experiências comunitárias e territoriais.
Workshops com organizações de ciência e tecnologia.
Oficinas com organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, gestores ou administradores de políticas públicas, experiências comunitárias e territoriais.
Resultados de pesquisa e recomendações para políticas públicas na área das ciências sociais.
Principais conclusões da pesquisa, diretrizes e contribuições para mitigar as desigualdades e desenvolver um plano de trabalho futuro para sanar as lacunas existentes.
Cursos e oficinas virtuais com jovens em formação e movimentos sociais de diferentes países, que permitem a reflexão sobre políticas destinadas a mitigar as desigualdades sociais, de gênero e étnicas.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Articulação com a Rede DEMOSAL
Apresentação de relatórios de estratificação e classificação de categorias sociais em institutos oficiais de produção de informação estatística.
Apresentação de relatórios, progressos e resultados de pesquisas em sindicatos e organizações da sociedade civil cujas missões programáticas apresentem vínculo com os eixos temáticos propostos pela GT
Divulgação de boletins informativos sobre indicadores sociais comparativos importantes entre países da América Latina.
Articulação com a rede DEMOSAL através da participação em seminários internacionais, gerando espaços próprios para a GT nesse contexto.
Elaboração de relatórios trimestrais com dados comparativos entre países.
Elaboração de um documento técnico conjunto para sistemas estatísticos oficiais.
Participação ativa na rede DEMOSAL
Relatórios públicos dos principais resultados, disponibilizados através do site do próprio Grupo CLACSO, têm como objetivo informar os especialistas sobre os principais avanços.

5. Membros do Grupo de Trabalho
Número total de pesquisadores admitidos: 70
Guillermo Osvaldo Díaz Castellanos
Universidade Rafael Landívar
Guatemala
Guillermo Osvaldo Díaz Castellanos
Instituto de Pesquisa em Ciências Socio-Humanistas
Universidade Rafael Landívar
Guatemala
Verónica Maceira
Instituto da Grande Buenos Aires
Universidade Nacional de General Sarmiento
Argentina
David Josué Pineda Talavera
Coordenação Geral de Estudos de Pós-Graduação da Faculdade de Ciências Sociais
-Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Santiago de Villalobos
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Rafael Ignacio Rey Fau
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Ruth Sautu
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Carlos Alberto Bracho León
Centro de Estudos Sociais e Culturais
Universidade Bolivariana da Venezuela
Venezuela
Enrique Javier Fernández-Maldonado Mujica
Centro de Pesquisa Sociológica, Econômica, Política e Antropológica
Pontifícia Universidade Católica do Peru
Peru
Carlos Augusto Viáfara López
Centro de Pesquisa e Documentação Socioeconômica
Faculdade de Ciências Sociais e Econômicas
Universidad del Valle
Colômbia
Mariano Daniel Perelman
Centro de Estudos e Pesquisa em Humanidades
Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas
Universidade Federal da Bahia
Brasil
Fernando Toyos
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Eduardo Chávez Molina
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Eduardo Ruben Paz Gonzales
Centro de Estudos Sociológicos
O Colégio do México
México
Cecília Inés Jiménez
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Julian Rebon
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Carla Inés De Jesús Vidal Figueroa
Departamento de Sociologia
Universidad de Concepción
Chile
Barbara Estévez Leston
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Gonzalo Assusa
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Mario Enrique Pineda Talavera
Cooperação Alemã para o Desenvolvimento (FEDAC-TN)
Alemanha
Rebeca Sura-Fonseca
Instituto de Pesquisa Social
Faculdade de Ciências Sociais
Universidad de Costa Rica
Costa Rica
Paula Boniolo [Coordenador]
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Emmanuelle Barozet
Centro de Estudos sobre Conflito e Coesão Social
Universidade do Chile
Chile
Yaimí González Silva
Centro de Pesquisa Psicológica e Sociológica
Cuba
Liliana Del Carmen Bergesio
Centro de Estudos Socioeconômicos para o Desenvolvimento com Equidade
Universidade Nacional de Jujuy
Argentina
José Javier Rodríguez De La Fuente
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
María Del Rocío Chamorro Tasies
Instituto de Pesquisa Social
Faculdade de Ciências Sociais
Universidad de Costa Rica
Costa Rica
Maria Soledad Schulze
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Universidade Nacional da Patagônia San Juan Bosco
Argentina
Pamela Lidice Vaccari Jiménez
Departamento de Sociologia
Universidad de Concepción
Chile
Arturo Javier Argüello Solis
Faculdade de Ciências Sociais - UNA
Universidade Nacional de Assunção
Paraguai
Gustavo Adolfo Iván Castillo
Departamento de Serviço Social, Universidade de Concepción
Chile
Loreto Andrea Villagrán Valenzuela
Departamento de Sociologia
Universidad de Concepción
Chile
Joaquín Carrascosa
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Jorge Rojas Hernández
Departamento de Sociologia
Universidad de Concepción
Chile
Silvia Escobar De Pabón
Centro de Estudos sobre Trabalho e Desenvolvimento Agrícola
Bolívia
Santiago Andrés Rodríguez
Instituto de Pesquisa sobre a Universidade e a Educação
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Pablo perez
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade do Chile
Chile
Pablo Rodríguez Ruiz
Centro de Estudos sobre Migração Internacional
Vice-Reitoria de Pesquisa
Universidade de Havana
Cuba
Sebastião Lemos
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Luís Ortiz Sandoval
Centro de Análise e Divulgação da Economia Paraguaia
Paraguai
José Estuardo Miranda Gómez
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Guatemala
Guatemala
Rodolfo Elbert
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Garziela Serroni Perosa
Instituto de Filosofia e Ciências Humanas
Pós-graduação em Filosofia e Ciências Humanas
Universidade Estadual de Campinas
Brasil
José Octavio Llopis Hernández
CARITAS Honduras-ACNUR
Honduras
Gabriela Benza
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
Claudia Verónica Castillo Rozas
Departamento de Sociologia
Universidad de Concepción
Chile
Sebastián Andrés Caviedes Hamuy
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade do Chile
Chile
Luís Adolfo Pérez Nava
Centro de Estudos de Economia Política
Universidade Bolivariana da Venezuela
Venezuela
Fabiana Espíndola Ferrer
Faculdade de Ciências Humanas e da Educação
Universidade da República
Uruguai
Mirlena Rojas Piedraita [Coordenador]
Centro de Pesquisa Psicológica e Sociológica
Cuba
Yanaris De La Caridad Pita Santana
Centro de Pesquisa Psicológica e Sociológica
Cuba
Vicente Espinoza
Centro de Estudos sobre Conflito e Coesão Social
Universidade do Chile
Chile
Cecilia Del Carmen Bustos Ibarra
Departamento de Sociologia
Universidad de Concepción
Chile
Mônica López Ramirez
Instituto de Pesquisa sobre a Universidade e a Educação
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Cláudia Elena Quiroga Sanzana
Departamento de Sociologia
Universidad de Concepción
Chile
José Navarro Cendejas
Centro Universitário de Ciências Econômicas e Administrativas
Universidade de Guadalajara
México
Leticia Muñiz Terra
Instituto de Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais
Universidade Nacional de La Plata - Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica
Argentina
Florencia Morales
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Lirio Del Cármen Gutiérrez Rivera
Departamento de Ciência Política
Faculdade de Direito, Ciências Políticas e Ciências Sociais
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Carlos Palma Amestoy
Centro de Estudos sobre Conflito e Coesão Social
Universidade do Chile
Chile
Carlos Ruiz Encina
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade do Chile
Chile
Marcelo Boado Martínez
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Maria Fernanda Martínez Villegas
Instituto de Pesquisa sobre a Universidade e a Educação
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Adriana Monge Arias
Instituto de Pesquisa Social
Faculdade de Ciências Sociais
Universidad de Costa Rica
Costa Rica
Lara Martina Montial Bergesio

Argentina
Pablo Martín Dalle
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Daisy Angélica Vidal Gutiérrez
Departamento de Sociologia
Universidad de Concepción
Chile
Laura Esquivel Cabezas
Centro de Pesquisa Psicológica e Sociológica
Cuba
Daisy Valdez Coronel
Centro de Análise e Divulgação da Economia Paraguaia
Paraguai
Bryam Herrera Jurado
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina