Área temática: Direitos, culturas e comunicação
Grupo de trabalhoComunicação, culturas e política
[+ Ver produções e conteúdo]Departamentos de Ciências Sociais e Humanas - UCA
Universidade Centro-Americana
El Salvador
Centro Interdisciplinar de Estudos de Desenvolvimento
Universidad de los Andes
Colômbia
Faculdade de Jornalismo e Comunicação Social
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
O Grupo de Trabalho sobre Comunicação, Culturas e Política busca dar continuidade e expandir o trabalho que vínhamos desenvolvendo no grupo de comunicação anterior. Desta vez, focamos nas relações e tensões dentro da tríade comunicação, política e cultura. Colocamos a política no centro, explorando sua relação com as culturas que nos habitam e os modos de comunicação, visto que a América Latina vivencia uma preocupante crise democrática onde a comunicação é o campo de debate e as culturas são algo que precisamos compreender para entender por que essas formas autoritárias de comunicação prevalecem. Dessa forma, esperamos contribuir com propostas proativas que promovam a soberania cultural e comunicativa de nossos povos.
Partimos do pressuposto de que a complexidade dos fenômenos comunicativos na América Latina exige estruturas analíticas, interpretativas e imaginativas que
1) Articular as esferas política e cultural como inerentes às práticas comunicativas,
2) explorar as formas como essas áreas operam e se transformam mutuamente,
e 3) analisar as implicações dessas articulações e transformações para a vida social das sociedades latino-americanas e caribenhas.
Consideramos relevante focar nessa tríade, dada a erosão do Estado de Direito em alguns países da região, a ascensão de grupos ultraconservadores e as tendências polarizadoras observadas nos últimos anos. Essa mudança na comunicação nos leva a discutir ideologia de direita mais do que direitos, enfraquece nossa compreensão das complexidades da política e fomenta culturas de precariedade simbólica. Com essa abordagem, buscamos enfatizar a natureza multidimensional e intercultural da comunicação, a fim de oferecer contribuições teóricas, ferramentas analíticas, evidências empíricas e experiências criativas que nos permitam antecipar os riscos que ameaçam a consolidação democrática da região. Mas não queremos parar por aí; com esse diagnóstico, queremos ativar e engajar a criação digital para participar das redes e arenas de debate e luta do nosso tempo.
Comunicação, cultura e política são apresentadas como territórios onde se entrelaçam disputas sobre significados — ou seja, sobre a ordenação dos bens comuns. Enxergar a América Latina e o Caribe através dessa tríade permite contribuir para a imaginação de diversos pactos democráticos em um contexto de profundas rupturas no tecido social diante de crises sociais, políticas, ambientais, migratórias e econômicas. A luta é contra a hegemonia das estratégias de comunicação dominantes — ancoradas em alianças político-comerciais que consolidaram corporações midiáticas e governos de direita em nossa região. Essas corporações de interesses privados e egoístas historicamente impuseram condições às conquistas populares e se opuseram a projetos reformistas implementados por governos progressistas, dificultando, assim, transformações, processos de redistribuição e a democratização comunicacional, social e cultural.
A comunicação é reconhecida como constitutiva da construção democrática e da cidadania na medida em que possibilita a coletivização de interesses, necessidades e propostas; mas também porque concede existência pública e política aos indivíduos, permitindo-lhes ver e representar a si mesmos e aos outros. Esse reconhecimento da comunicação como condição de possibilidade para a democracia e a cidadania é, ao mesmo tempo, condição de possibilidade para o político e o cultural. Por sua vez, testemunhamos uma batalha cultural que leva a uma luta comunicativa sobre os significados de democracia, liberdade, direitos, cidadania e política. Assim, habitamos culturas marcadas pela precariedade em nome de Deus, da família, da pátria e da propriedade, onde a manipulação e a distorção se baseiam em crenças e medos culturais. Portanto, compreender as culturas em que vivemos é fundamental para atribuir significado e agir politicamente.
Na esfera política, as práticas opressivas e antidemocráticas na América Latina e no Caribe são viabilizadas pela hiperconcentração midiática, pela falta de regulamentação na comunicação e na tecnologia, pelas campanhas de desinformação, pela despolitização da cultura, pela judicialização da política (guerra jurídica), pela criminalização do protesto social e pela perseguição, assédio e proscrição política. Assim, nas sociedades contemporâneas, os meios de comunicação são as arenas onde as democracias se desenrolam (Rincón, 2015), estabelecendo-se como espaços privilegiados para o intercâmbio e o reconhecimento social, dado o seu papel proeminente na luta por visões de mundo legítimas. É nesse contexto que compreendemos a perda de confiança na democracia como sistema para alcançar o bem-estar e a justiça social, como resultado do desmantelamento neoliberal das instituições e como consequência das forças geopolíticas que continuam a exercer pressão sobre nossa região. Portanto, acreditamos que, para compreender este momento, é necessário abordar a necropolítica como um modo de operação da necromáquina (Reguillo, 2022). Assim, o surgimento de movimentos populares de direita é uma área de particular preocupação, uma vez que esses movimentos articulados de direita avançam com discursos polarizadores e ultraconservadores em redes digitais, através da capitalização de novas celebridades e também através da ocupação de espaços digitais alternativos que lhes permitem mobilizar comunidades fora da corrente dominante.
Em termos de comunicação, temos observado as consequências do uso da guerra jurídica, da guerra jurídica e da falsocracia (Ponce e Rincón, 2020; Marroquín et al., 2020) para atacar ou deslegitimar opositores, o aumento do discurso de ódio e a insuficiência da regulamentação nas plataformas que o permitem. A discussão sobre a transformação da opinião pública e a erosão dos espaços de debate sobre questões públicas nos leva a refletir sobre os processos de desigualdade, discriminação e exclusão associados às narrativas que contestam o significado do social, a construção de regimes de verdade e as mediações envolvidas: se há discurso de ódio, é porque há outros que não são representados. O Estado não censura; as corporações sim, porque nutrem um ódio econômico contra os mais vulneráveis e geram desprezo. Neste momento histórico, os pontos de referência comuns que tornam possível a vida coletiva, a defesa de direitos e o acesso à justiça social estão em risco. Por esta razão, é necessário retornar à tarefa de fornecer contexto e recuperar o direito à comunicação que nos permite historicizar a partir da mídia popular, academias populares, comunicação de bairro, espaços não urbanos, o cotidiano, o popular (Rincón e Marroquín, 2019), o bastardo e a celebridade (Rincón, 2015).
Em termos culturais, observamos como a reconfiguração das indústrias criativas ocupa um lugar central no tecido da atividade política. A hipermediatização, a reinstitucionalização, o poder das plataformas, o lobby corporativo e as relações com o Estado e os cidadãos são indissociáveis da produção, circulação e consumo de produtos culturais. Além disso, as expressões culturais materializam-se como uma forma de ação política nas práticas de comunidades periféricas, que buscam reimaginar seus modos de vida por meio de múltiplas sensibilidades. A busca por mundos alternativos e a explosão de identidades fluidas transbordam para o prazer estético, a alegria, a festividade, a irreverência e o absurdo. Essas são maneiras de construir significado estético-político a partir das margens, como narrativas polifônicas para navegar a vida em contextos desiguais e assolados por crises. Propomos entender a política como "a busca pela alegria das pessoas".
García Linera, Á. (2015). Forma de valor e forma de comunidade. Madri: Traficantes de Sueños.
Marroquín, A (2018). Pensando sobre comunicação, pensando sobre resistência. In: Saintout, Florencia et al. Comunicação para resistência: conceitos, tensões e estratégias. La Plata: EPC-FES COL-CLACSO, pp. 13-20.
Mbembe, A. (2008). Necropolítica. In Foucault em uma Era de Terror (pp. 152-182). Palgrave Macmillan, Londres.
Mraz Bartra, AL, Caloca-Lafont, E., Ricaurte, P., Paz, E., Elizalde, NM, Zasso, M., & Loera, LAE (2022). Susana Distancia: memes e cultura popular durante a pandemia de COVID-19. Estudos Visuais, 1-8.
Reguillo, R. (2021). Necromachine: Quando morrer não é suficiente. Guadalajara: Instituto Tecnológico de Estudos Superiores do Ocidente (ITESO) e National Endowment for Democracy (NED).
Rincón, O. (2022). A política é a busca da felicidade das pessoas. É POLÍTICA, 11.
Rincón, O., & Marroquín, A. (2019). O lo popular latino-americano como teoria da comunicação: maneiras de ver as práticas de comunicação. Em Mídia cidadã e prática (pp. 42-56). Routledge.
Rincón, O. 2015. “Popularidade na Comunicação: Culturas Bastardas + Cidadanias de Celebridades”. Em Comunicação em Mutação, editado por A. Amado e O. Rincón, 23–42. Bogotá: FES Comunicação.
Saintout, F. e Varela, A. (2015). Ainda Ausentes. História Recente e a Mídia. In: Saintout, Florencia e Varela, Andrea (Org.) e Bruzzone, Daiana (Coord.). Vozes Abertas. Comunicação, Política e Cidadania na América Latina. La Plata: EPC-CLACSO, pp. 33-42.
O primeiro período deste Grupo de Trabalho (2013-2016) fomentou a consolidação de um espaço acadêmico e político interdisciplinar e pluralista, explorando as conexões entre comunicação, política e cidadania em nossa região à luz dos acontecimentos contemporâneos, por meio de uma abordagem crítica, criativa e historicamente situada. Dessa forma, seus encontros, produções e intercâmbios contribuíram para a compreensão do papel da comunicação no panorama cultural de nossos países.
Durante o segundo período (2017-2021), o trabalho de articulação e produção de conhecimento foi aprofundado por meio de encontros, publicações e fortalecimento de redes. Conforme proposto, este Grupo de Trabalho contribuiu para o intercâmbio e a geração de conhecimento relacionados à tríade comunicação, política e cidadania a partir de uma perspectiva crítica e historicamente situada no Sul Global, sob um ponto de vista latino-americano. Além disso, trabalhou para dar maior visibilidade ao trabalho de pesquisa e extensão em comunicação, política e cidadania realizado pelo Grupo de Trabalho por meio dos canais criados pela CLACSO, bem como pelos canais desenvolvidos por cada um dos países membros da rede e da região. Criou espaços para encontros e troca de conhecimentos e experiências entre os membros do Grupo de Trabalho e diversos representantes da mídia comunitária e pública; representantes ou atores de projetos de comunicação de base vinculados a organizações sociais, políticas e educacionais; e representantes ou membros de políticas de comunicação nacionais e/ou regionais (públicas, privadas, fundações, entre outras) para contribuir com o desenvolvimento de projetos conjuntos com uma perspectiva de comunicação como direito humano.
Neste terceiro período, o Grupo de Trabalho pretende contribuir para a reflexão sobre a dimensão política em relação aos processos comunicativos e às práticas culturais, buscando reimaginar as abordagens teóricas, metodológicas e empíricas utilizadas para sua análise. Da mesma forma, queremos enfatizar a produção de criações digitais para ativar as linguagens em que o significado é contestado na sociedade contemporânea (memes, redes digitais, vídeos, performances, etc.).
A partir dessa abordagem, o GT busca explorar e criar, de forma indisciplinada, objetos de estudo emergentes, práticas marginais, políticas bastardas, representações populares, identidades queer, bem como os movimentos subalternos que mobilizam resistência criativa e formas populares de esperança (Marroquín, 2021).
Por outro lado, estamos interessados em desvendar a reconfiguração das mediações associadas à automação da sociedade (Stiegler, 2018), à tecnopolítica e à produção de culturas algorítmicas e orientadas por dados, que dão origem a processos algorítmicos e suas implicações para a governança estatal e a democracia. Finalmente, estamos interessados em explorar os artefatos, dispositivos e infraestruturas que sustentam os processos comunicativos e culturais, do cotidiano ao não convencional. Acreditamos que a materialidade tem sido uma área sub-representada nas reflexões sobre a produção da política, do político e da democracia na região.
Com base na estrutura de comunicação, política e cultura, o GT se concentrará nos seguintes eixos temáticos:
1) arte, cultura e resistência festiva,
2) Narrativas, imaginários e a direita latino-americana,
3) discurso de ódio, polarização e discriminação,
4) tecnopolítica e tecnoculturas, culturas algorítmicas e de dados,
5) materialidades culturais, culturas populares, política bastarda,
6) Agendas e contra-agendas da mídia e da política.
A partir dessas perspectivas, buscamos contribuir para o estudo da crise econômica, social e democrática expressa na reconfiguração dos processos políticos e comunicativos por meio da produção de imaginários, narrativas e práticas culturais emergentes. Argumentamos que, nesse contexto específico, é pertinente atentar para as culturas marginalizadas, os movimentos clandestinos, as manifestações radicais de ação política por meio da expressão criativa e a construção de um senso de bem comum.
O Grupo de Trabalho fundamentou firmemente seu trabalho em teorias críticas, decoloniais e latino-americanas que abordam a cultura popular, as mediações, a tecnopolítica e a resistência. Nesta edição, damos continuidade a uma trajetória que nos permite explorar ainda mais os fundamentos conceituais desenvolvidos pelo Grupo de Trabalho e também avançar para novos territórios que borram as fronteiras disciplinares e interrogam os objetos de estudo a partir de epistemologias que questionam a origem (Marroquín e Vargas, 2022), o lugar do situado, o disruptivo e o contra-hegemônico, a fim de contribuir para a transformação social. Assim, este grupo propõe transcender os limites acadêmicos para abraçar a práxis da descolonização epistêmica nas esferas comunicativa, cultural e política.
A questão da comunicação, da política e da cultura é, portanto, fundamental para desvendar as tensões que enfrentamos socialmente. A desigualdade não é apenas material ou econômica; por isso, é importante contribuir para processos redistributivos que beneficiem os setores mais vulneráveis da sociedade. Devemos incorporar a ideia de uma academia comprometida com o humanismo, a solidariedade e o coletivo — conhecimento nascido de origens humildes e da esperança. A partir dessa perspectiva, propomos compreender a relação entre comunicação, política e cultura.
Assim, o objetivo do GT é promover a produção de conhecimento indisciplinado, criativo, comparativo e de vanguarda que gere perspectivas originais sobre os processos comunicativos, culturais e políticos. Buscamos fomentar a reinvenção de teorias, metodologias e abordagens empíricas para a compreensão da realidade social que não se enquadrem nas visões institucionalizadas da produção de conhecimento. Por meio da promoção de espaços de diálogo, almejamos consolidar ainda mais um espaço acadêmico comprometido com os contextos regionais contemporâneos, onde as relações entre comunicação, política e cultura na América Latina sejam exploradas, abraçando a natureza produtiva do conhecimento e seu potencial como ferramenta para a construção de ordens sociais mais justas.
Del Valle, C. (2020). 'Não estamos em solo estrangeiro'. O movimento Mapuche no Chile: da resistência à ofensiva. Revcom. Revista científica da rede de programas de Comunicação Social, (10). DOI:https://doi.org/10.24215/24517836e029
Marroquín, A. (2021). As (novas) formas populares de esperança. Tópicos de Comunicação, (42), 111-111.
Marroquín, A., e Vásquez, O. (2022). Educando através da admiração: notas para uma epistemologia a partir das origens. In: Del Valle Rojas, CF, Sierra Caballero, F. (orgs.) Comunicologia do Sul. Transformações globais na pesquisa em mídia e comunicação - Uma série Palgrave e IAMCR. Palgrave Macmillan, Cham. https://doi.org/10.1007/978-3-031-08117-0_3
Rincón, O., & Marroquín, A. (2019). O lo popular latino-americano como teoria da comunicação: maneiras de ver as práticas de comunicação. Em Mídia cidadã e prática (pp. 42-56). Routledge.
Rincón, O., & Marroquín, A. (2019). Pensando a comunicação a partir da perspectiva das mediações: genealogias e contribuições de uma tradição latino-americana. In Culturas midiáticas na América Latina (pp. 22-32). Routledge.
Siles, I., Gómez-Cruz, E., & Ricaurte, P. (2022). Em direção a uma teoria popular de algoritmos. Comunicação Popular, 1-14.
Stiegler, B. (2018). Sociedade automática, volume 1: O futuro do trabalho. John Wiley & Sons.
Valdivia, P., del Valle, C., Poulain, J., Albaladejo, T., Gómez, L., Bruzzone, D., ... & Marroquín, A. (2020). Lendo o tecido social: análise discursiva e retórica cultural no sul global. Imprensa da Universidade de Groningen.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
O objetivo do GT é promover a produção de conhecimento indisciplinado, criativo, comparativo e de vanguarda que gere visões originais sobre processos comunicativos, culturais e políticos.
Buscamos promover a reinvenção de teorias, metodologias e abordagens empíricas para compreender a realidade social que não se encaixam nas visões institucionalizadas sobre a produção de conhecimento.
Acreditamos que a comunicação é um campo fundamental para compreender o que está acontecendo com a democracia na região e que, por sua vez, a comunicação representa a possibilidade de intervir e reinventar a política e a democracia com o objetivo de criar ordens sociais mais justas.
Neste primeiro ano, daremos ênfase à promoção de:
- Desenho de pesquisa colaborativa com uma perspectiva latino-americana
-Criação de espaços de encontro acadêmicos comprometidos com os contextos regionais contemporâneos.
-Seminários onde as relações entre comunicação, política e cultura na América Latina são problematizadas e questionadas.
-Sistematização do conhecimento prioritário para compreender as culturas políticas que nos habitam e o lugar da comunicação nelas.
Concepção e desenvolvimento de projetos de pesquisa em torno dos problemas que orientam a GT nos diferentes países membros e em relação aos contextos contemporâneos na América Latina e no Caribe.
NOTÍCIAS
Organização de um evento internacional associado a uma das reuniões da ALAIC e/ou da CLACSO.
Realização de reuniões de grupos de trabalho que promovam o intercâmbio e o trabalho conjunto.
FORMAÇÃO
Seminário virtual com participação da América Latina.
Curso de pós-graduação
Oficinas com organizações ativistas e de base.
Laboratório de pesquisa com jovens, sobre comunicação e política.
CRIAÇÃO
Campanhas em redes digitais para promover o diálogo público sobre a democracia.
1º Evento Acadêmico Internacional Anual
2 Reuniões Anuais de Trabalho do GT
1 seminário virtual anual
1 curso de formação pós-graduada por ano.
2 workshops anuais com organizações focadas em comunicação popular
2 laboratórios de pesquisa e criação para jovens
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Oferecer um espaço para formação e divulgação através da organização de seminários e workshops virtuais que permitam a partilha de conhecimentos e experiências da região sobre o tema.
-Coordenação e implementação de um laboratório de pesquisa e criação com jovens.
- Reuniões de grupo para consolidar o diálogo
-Evento internacional
-Campanha ativista digital em prol da democracia na comunicação.
-Fórum para divulgar os resultados do trabalho com organizações ativistas e de base.
-Recursos audiovisuais
4 reuniões de trabalho
Um evento internacional para divulgar os resultados do GT e promover o debate público sobre o tema.
1 campanha digital sobre comunicação na democracia.
1 Fórum de Comunicação Popular
2 vídeos apresentando produtos GT
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Criar o Observatório Regional de Comunicação, Cultura e Política. Este observatório será formado em colaboração com organizações, sindicatos e movimentos sociais. O observatório poderá emitir recomendações para políticas públicas.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
1ª Reunião Regional Anual
Participação da GT em fóruns internacionais
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
O objetivo do GT no segundo ano é enfatizar a presença pública por meio de publicações, eventos e ativismo digital.
Continuaremos a desenvolver pesquisas comparativas para produzir processos comunicativos, culturais e políticos mais democráticos, com vistas à soberania cultural.
Da mesma forma, queremos consolidar a vida coletiva do grupo em espaços de encontro acadêmicos.
Pesquisa sobre os temas que orientam a GT nos diferentes países membros e em relação aos contextos contemporâneos na América Latina e no Caribe.
Laboratório de pesquisa com jovens, sobre comunicação e política.
PUBLICAÇÕES
Produção de publicações das pesquisas desenvolvidas pelo GT.
CRIAÇÃO
Criação de vídeos para compartilhar nas redes sociais com ideias práticas sobre como ativar a cidadania comunicativa para a soberania cultural.
FORMAÇÃO
Seminário virtual com participação latino-americana
Curso de pós-graduação
Oficinas com organizações ativistas e de base.
NOTÍCIAS
Reuniões de grupos de trabalho que promovem o intercâmbio e o trabalho conjunto.
Evento internacional baseado na publicação
2 berços de jovens pesquisadores latino-americanos
Duas publicações: um livro e um mapa conceitual das relações entre comunicação, culturas e política.
10 vídeos curtos para uso em redes digitais.
1º Seminário Virtual Latino-Americano
3 cursos de pós-graduação: um na Argentina, um na Colômbia e um em El Salvador.
3 oficinas de comunicação popular
4 reuniões. 3 virtuais. 1 reunião presencial em grupo.
1 evento internacional
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Criação de um repositório de recursos abertos e criação de uma plataforma virtual.
Desenvolver e promover campanhas digitais para fomentar o diálogo em torno das questões sociais abordadas pelo grupo.
Evento internacional
Criação de um site para hospedar os recursos abertos desenvolvidos, vídeos de workshops e seminários, materiais acadêmicos e de divulgação do GT e suas redes.
Produção de vídeo para redes digitais.
1 evento internacional
1 Site
1 Repositório de Recursos Abertos
10 vídeos de um minuto
3 podcasts
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Criar o Observatório Regional de Comunicação, Cultura e Política. Este observatório será formado em colaboração com organizações, sindicatos e movimentos sociais. O observatório poderá emitir recomendações para políticas públicas.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
A participação do GT em fóruns internacionais será promovida a fim de contribuir para o diálogo Sul-Sul.
1ª Reunião Regional Anual
Participação da GT em fóruns internacionais
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
O objetivo do GT no terceiro ano é ativar, intervir e atuar na vida comunicativa da região.
Continuaremos a promover a produção de conhecimento indisciplinado, criativo, comparativo e de vanguarda que gere visões originais sobre processos comunicativos, culturais e políticos.
Avaliaremos nosso desempenho na reinvenção de teorias, metodologias e abordagens empíricas para compreender a realidade social que não se encaixam nas visões institucionalizadas sobre a produção de conhecimento.
Sistematização dos conceitos e resultados da pesquisa realizada nos anos 1 e 2.
Consolidar o grupo de jovens pesquisadores que participaram dos 4 laboratórios de pesquisa nos dois primeiros anos.
Contribuir para o desenvolvimento de ações e políticas públicas.
PUBLICAÇÕES
Produção de publicações das pesquisas desenvolvidas pelo GT.
CRIAÇÃO
Criação de campanhas de ativação digital onde a comunicação é a chave para a democracia.
FORMAÇÃO
Seminário virtual com participação da América Latina.
Curso de pós-graduação.
Oficinas com organizações ativistas e de base.
NOTÍCIAS
Reuniões de grupos de trabalho que promovem o intercâmbio e o trabalho conjunto.
Evento internacional baseado na publicação.
2 hackathons
1 seminário virtual com jovens pesquisadores
2 cursos de pós-graduação
3 workshops populares em três países diferentes
4 reuniões virtuais para sistematização e avaliação
1 evento para apresentar os resultados do trabalho do grupo ao longo dos últimos 3 anos.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Criar redes de colaboração, promover processos de criação artística e cultura popular que permitam visibilidade a iniciativas sociais enquadradas no objetivo geral do projeto.
Criação de campanhas de ativação digital onde a comunicação é a chave para a democracia.
Organização de um evento que reúne grupos de artistas, criativos e jovens para uma feira de produção artística e cultural no âmbito das questões abordadas pela GT.
Peças de comunicação para redes sociais, ativismo e campanhas digitais.
1 evento internacional
1 Site
1 Repositório de Recursos Abertos
10 vídeos de um minuto
3 podcasts
1 Feira cultural (performance, grafite, fanzine, teatro, audiovisual, produção sonora, exposição)
10 peças de comunicação para redes digitais.
3 campanhas digitais
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Criar o Observatório Regional de Comunicação, Cultura e Política. Este observatório será formado em colaboração com organizações, sindicatos e movimentos sociais. O observatório poderá emitir recomendações para políticas públicas.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
A participação do GT em fóruns internacionais será promovida a fim de contribuir para o diálogo Sul-Sul.
1ª Reunião Regional Anual
Participação da GT em fóruns internacionais
Número total de pesquisadores admitidos: 66
Universidade Autônoma de Santo Domingo
República Dominicana
Departamento de Antropologia da Universidade Metropolitana Autônoma de Iztapalapa, no México
México
Jornalistas e comunicadores independentes da Nicarágua
Nicarágua
Centro de Pesquisa do CICOM. São José, Costa Rica. Universidade da Costa Rica.
Comunicação FES
Colômbia
Universidade Autônoma do México
México
Tecnológico de Monterrey
México
Universidade de Málaga
Espanha
Faculdade de Jornalismo e Comunicação Social
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
Observatório de Estudos Sociais da UCSC, OES-UCSC. Chile.
Chile
Faculdade de Jornalismo e Comunicação Social
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
UAM Azcapotzalco
México
University of Texas
Estados Unidos
University of North
Colômbia
Centro de Estudos Sociais
Reitoria da UNNE
Universidade Northeastern
Argentina
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - Universidade Nacional de Jujuy
Argentina
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - Universidade Nacional de Jujuy
Argentina
Faculdade de Jornalismo e Comunicação Social
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
FES Bolívia
Bolívia
Centro de Pesquisa em Ciências Sociais, Humanidades e Educação
Área de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Politécnica Salesiana
Equador
Instituto de Estudos Políticos e Relações Internacionais
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Departamento de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Quilmes
Argentina
Centro de Pesquisa sobre a América Latina e o Caribe
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Faculdade de Jornalismo e Comunicação Social
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
Núcleo de Ciências Sociais e Humanas
Universidade de la Frontera
Chile
Universidade Rafael Landívar
Guatemala
Centro de Estudos de Comunicação
Instituto de Comunicação e Imagem
Universidade do Chile
Chile
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - Universidade Nacional de Jujuy
Argentina
Faculdade de Psicologia - Universidade de Buenos Aires
Argentina
Núcleo de Ciências Sociais e Humanas
Universidade de la Frontera
Chile
Departamento de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Quilmes
Argentina
Universidade Nossa Senhora da Paz - Fundação para o Jornalismo
Bolívia
Observatório de Participação Social e Território
Universidade de Playa Ancha
Chile
Observatório de Participação Social e Território
Universidade de Playa Ancha
Chile
Universidade de Playa Grande, Chile
Chile
Centro de Pesquisa Sociológica, Econômica, Política e Antropológica
Pontifícia Universidade Católica do Peru
Peru
Centro de Pesquisa Louis Joseph Lebret OP para Economia e Humanismo
Universidade de Santo Tomás
Colômbia
Universidad de Costa Rica
Costa Rica
Centro de Pesquisa Sociológica, Econômica, Política e Antropológica
Pontifícia Universidade Católica do Peru
Peru
Centro de Estudos Socioeconômicos para o Desenvolvimento com Equidade
Universidade Nacional de Jujuy
Argentina
Departamentos de Ciências Sociais e Humanas - UCA
Universidade Centro-Americana
El Salvador
Centro Interdisciplinar de Estudos de Desenvolvimento
Universidad de los Andes
Colômbia
Departamento de Serviço Social
Universidade Católica de Temuco
Chile
Divisão de Ciências Humanas e Sociais
University of North
Colômbia
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Centro de Estudos Avançados
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Departamentos de Ciências Sociais e Humanas - UCA
Universidade Centro-Americana
El Salvador
Centro de Estudos Culturais Latino-Americanos
Faculdade de Filosofia e Humanidades
Universidade do Chile
Chile
Centro Interdisciplinar de Estudos de Desenvolvimento
Universidad de los Andes
Colômbia
Ministério da Cultura
Colômbia
Centro de Pesquisa em Comunicação
Universidad de Costa Rica
Costa Rica
Departamentos de Ciências Sociais e Humanas - UCA
Universidade Centro-Americana
El Salvador
Faculdade de Jornalismo e Comunicação Social
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
Centro de Estudos Avançados
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Divisão de Ciências Humanas e Sociais
University of North
Colômbia
Faculdade de Jornalismo e Comunicação Social
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
Centro de Estudos de Comunicação
Instituto de Comunicação e Imagem
Universidade do Chile
Chile
Núcleo de Ciências Sociais e Humanas
Universidade de la Frontera
Chile
Departamento de Antropologia da Universidade Metropolitana Autônoma de Iztapalapa, no México
México
Faculdade de Jornalismo e Comunicação Social
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
ITESO, UNIVERSIDADE JESUÍTA DE GUADALAJARA
México
Núcleo de Ciências Sociais e Humanas
Universidade de la Frontera
Chile
Centro de Estudos de Comunicação
Instituto de Comunicação e Imagem
Universidade do Chile
Chile
Departamentos de Ciências Sociais e Humanas - UCA
Universidade Centro-Americana
El Salvador
Faculdade de Jornalismo e Comunicação Social
Universidade Nacional de La Plata
Argentina