Área temática: Direitos, culturas e comunicação
Grupo de trabalhoReligiões e sociedade: tensões, diversidades e mobilizações em debate
[+ Ver produções e conteúdo]Faculdade de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional
Costa Rica
Universidade Autônoma da Cidade do México
Coordenação acadêmica
Universidade Autônoma da Cidade do México
México
Questões religiosas se transformam, às vezes rapidamente, às vezes quase imperceptivelmente; outras ainda resistem à mudança e acentuam sua permanência em processos de vai e vem que desafiam explicações que se acreditava serem definitivas.
A modernidade previu o fim da religião por meio de processos de secularização, mas, em vez de um fim, encontrou uma pluralidade de crenças e práticas (Parker, 1993; Tec-López, 2021). Especialmente na América Latina, testemunhamos uma revitalização do simbólico-religioso (Parker, 1994). Nesse sentido, a secularização na região teve impactos menores (Frigerio, 2018), ou melhor, impactos diferentes/múltiplos (Mallimaci, 2008). A religião se viu em um cenário de reajuste e reconfiguração (Hervieu-Leger, 2004). Esses processos nos permitiram vislumbrar o nível de pluralização do campo religioso como um sinal da modernidade religiosa latino-americana, e não como um reencantamento das sociedades (Cox, 1994; Berger, 1999). A religião nunca desapareceu; Em vez disso, fragmentou-se e desinstitucionalizou-se (Mardones, 2003): “em vez de a fazer desaparecer, [a desinstitucionalização] levou à sua difusão” (Parker, 1994, p. 247). Assim, encontramos as mais variadas formas de intersecção da religião com diferentes esferas da vida.
Observamos como a religião sustenta uma complexa rede de interações com diferentes campos da realidade social. No campo político, isso ocorre por meio da liderança (Fediakova, 2013; Murillo, 2018; Mazariegos, 2020; Paz-González, 2021), dos movimentos sociais (Vera-Belanzario, 2018) e das políticas públicas e participação político-eleitoral (Pérez e Grundberger, 2019; Tec-López, 2020, 2022; Ulloa Gómez, 2022). Nesse sentido, o debate atual em torno dos direitos sexuais e reprodutivos tem sido importante, posicionando gênero e sexualidade como campos de significado contestado nos quais a religião tem desempenhado um papel significativo (Araujo, 2008; Blancarte, 2015; Barrales, 2020; Tec-López, 2021). No campo da economia, isso se evidencia diante das reconfigurações e abordagens mercantilistas (Donatello, 2011). Na esfera social, observa-se nas lutas pela defesa e promoção dos direitos humanos (Levine, 2015; Irrazábal, 2019), atenção aos grupos vulneráveis (De León, 2021), violência (Wild, 2015; López-Pérez, 2018; Delgado-Molina, 2020), desigualdades (Vilchis, 2022) e presença sociodigital (Bárcenas-Barajas, 2019; Sgró, 2021; Paz-González, 2022; Castellanos, 2022). Na esfera cultural, observa-se nos costumes e tradições (Juárez-Huet, 2017), nos valores e na moral (Mazariegos, 2018) e nos produtos culturais (Wright e Messineo, 2013; Frigerio, 2018). Até mesmo fatores geográficos estão envolvidos: mobilizações, geografias e configurações espaço-temporais que influenciam os processos religiosos a partir de uma perspectiva histórica (García-Ruiz, 2010; Carpio, 2021). Essas esferas, embora não sejam novas, consolidam suas próprias dinâmicas, exigindo diferentes perspectivas, metodologias, métodos, teorias, posicionamentos, trabalho de campo e processos de reflexividade.
Em resposta a isso, o Grupo de Trabalho "Religiões e Sociedade: Tensões, Diversidades e Mobilizações no Debate" busca incentivar a produção, disseminação, conexão e intervenção social interdisciplinar, interinstitucional, intergeracional e horizontal do conhecimento, onde o diálogo do saber nos permite construir e abordar nosso objeto de estudo inerentemente difuso de diversas maneiras. A partir dessa perspectiva, examinamos um campo complexo de tensões, antinomias, fluxos e devires que nos obrigam a considerar a religião sob perspectivas interseccionais.
Berger, P. (1999). A dessecularização do mundo. Em P. Berger (org.), A dessecularização do mundo (pp. 1-18). EPPC
Bárcenas-Barajas, K. (2019). Etnografia digital. Em HJ Suárez, K. Bárcenas-Barajas & C. Delgado-Molina (Eds.), Estudando o fenômeno religioso hoje. UNAM
Barrales, D. (2020). Posses de gênero e sexo. Conexão Queer, (3), 13-43
Blancarte, R. (2015). O papel do Estado laico no desenvolvimento dos direitos sexuais e reprodutivos na América Latina. In D. Gutiérrez & K. Felitti (Eds.), Diversidade, sexualidades e crenças (pp. 165-191). Prometeo/CMQ
Carbonelli, M. (2019). As faces políticas dos evangélicos na Argentina recente. Rupturas, 9(1), 61-83
Carbonelli, MA, Mosqueira, MA e Felitti, K. (2011). Religião, sexualidade e política na Argentina. Revista do Centro de Pesquisa, 9(36), 25-43
Carpio Ulloa, MJ (2021). Discurso e paisagem religiosa [Tese], UNA
Castellanos Machado, C. (2022) A mídia como alternativa para a Igreja Católica se integrar à esfera pública. In R. Moreno, D. Becerra & IR Martín (Eds.), Visibilidade das linhas de comunicação mais atuais. GEDISA
Cox, H. (1994). Fogo do Céu: A Ascensão da Espiritualidade Pentecostal e a Reformulação da Religião no Século XXI. Addison Wesley
Delgado-Molina, CA (2020). E o que podemos fazer? UNAM
De León, N. (2020). Minha casa é sua casa. ENAH
Donatello, L. (2011). Secularização da religião e sacralização dos negócios? Revista Argentina de Sociologia, 8-9(10-11), 37-52
Fediakova, E. (2013). Evangélicos, política e sociedade no Chile. CEEP/IDEA/USACH
Frigerio, A. (2018). Por que não conseguimos enxergar a diversidade religiosa? Cultura e representações sociais, 12(24), 51-95
Garcia, J. (2010). Cristianismo e migração: entre “igrejas de transplante” e “estratégias de acompanhamento”. Amérique Latine Histoire et Mémoire. Les Cahiers ALHIM, 1-13
Hervieu-Leger, D. (2004). O peregrino e o convertido. Edições do Helênico
Irrazábal, G., & Johnson, MC (2019). Reprodução assistida, barriga de aluguel e crenças. Política e Sociedade, 56(2), 317-339
Juárez, N. (2017). De “feiticeiro negro” a patrimônio cultural: circulação transnacional da “tradição dos Orixás”. Desacatos, (53), 74-89
Mallimaci, F. (2008). Excepcionalidade e secularizações múltiplas. Em F. Mallimaci (Ed.), Religião e política (pp. 117-137). Biblos
Mardones, JM (2003). A vida do símbolo. Sal Terrae
Mazariegos Herrera, C. (2020). Liderança(s) em movimento. UdG/Lito Grapo/Porrúa
Mazariegos Herrera, C. (2018). Pense e deixe os outros pensarem. Em C. Garma, M. Ramírez & A. Corpus (Eds.), Famílias, igrejas e o estado secular. (pp. 187-206). UAM/Lírio
Mosqueira, M., & Algranti, J. (2019). Pastor, em que você acredita? Cultura e religião, 13(1), 85-103
Parker, C. (1993). Outra lógica na América Latina: religião popular e modernização capitalista. FCE
Parker, C. (1994). A sociologia da religião e da modernidade. Revista Mexicana de Sociologia, 4(56), 229-254
Paz-González, EA (2022). Aborto, gênero, comunismo e Deus. Temas Sociológicos, (30), 107-136
Paz-González, EA (2021). Evangélicos e política. In JA Hidalgo (Ed.), Dimensões do público e do político na segunda alternância democrática. AMIC/Ria.
Pérez, JL e Grundberger, S. (2019). Evangélicos e poder na América Latina. KAS/IESC
Sgró, C. (2021). Sexualidade, ativismo conservador e redes sociais digitais. Virtualis, 12(16), 67-94
Tec-López, R. (2022). Da greve social ao envolvimento sociopolítico. Iztapalapa, 92(43), 45
Tec-López, R. (2021). Nem totalmente dentro nem totalmente fora. Religião e Impacto Público, (9)
Ulloa Gómez, M. (2022). Participação evangélica na política da Costa Rica. UNA
Vilchis, D. (2022). Pobreza, desigualdade e religião. Teoria Sociológica.
Buscamos compreender o campo religioso na região como um campo diverso, em constante interação com outros e entre suas próprias diversidades, dentro da complexa dinâmica da modernidade (Berger, 2015). Referimo-nos a uma dimensão da vida social que exige uma análise de suas interseções com campos cuja relação, conflito ou transformação, e ainda menos seus problemas futuros, não são necessariamente visíveis.
Para explorar essas mudanças, enfatizamos 4 dimensões:
Mudanças religiosas na América Latina.
Em termos de crenças institucionalizadas, essa mudança religiosa tem sido medida principalmente pela queda no número de católicos, mas essa não é a única dimensão. No Grupo de Trabalho, buscamos aprofundar os dados macro, analisar os processos e compreender, de forma articulada e complexa, a dinâmica religiosa da América Latina. A região possui dinâmicas diversas que permitem uma variedade de crenças, que podem ou não estar enquadradas em uma instituição, que podem responder a circunstâncias específicas, impulsionar mudanças sociais e que fazem parte da configuração latino-americana que nos caracteriza como um espaço geográfico, histórico, político, social, cultural e, claro, religioso.
Por isso, aprofundamos a diversidade e o pluralismo religioso (Berger, 2005), os processos de secularização e laicização (Capdevielle e Arlettaz, 2019), a subjetivação das crenças (Tovar-Simonic, 2019; Morello, 2021), as variedades de crença e prática dentro de uma instituição religiosa (De la Torre, 2006), as hibridizações, as dinâmicas interculturais e o diálogo inter e intrarreligioso (Luckmann, 2013; Panotto, 2018), a presença (ou ausência) do religioso na comunidade, a extrapolação do religioso para os âmbitos sociopolíticos, entre outros, que nos permitem explicar como tudo isso se transforma.
A institucionalização, a desinstitucionalização e a reinstitucionalização da religião.
As crenças não se formam necessariamente dentro de uma instituição; contudo, ao mesmo tempo, as crenças podem transformar parte da instituição que as estrutura. Essa interação entre significado e conflito revela práticas ou crenças transformadoras. O aumento do número de pessoas sem religião não é sinônimo de rejeição absoluta da religião, nem significa que pessoas sem filiação religiosa renunciem a uma fé fomentada dentro da instituição. Significa, antes, que elas não necessariamente a adotam integralmente, ou que buscam transformá-la, contradizê-la, discuti-la ou dialogar com ela; elas a criam e a recriam. Da mesma forma, diferentes grupos e igrejas reformulam suas crenças e práticas em resposta a diversas realidades sociais, de acordo com propostas teológicas contextuais ou específicas. Diante dessa diversidade, compreendemos que as instituições religiosas podem fornecer estruturas para interpretação e significado, mas não são os fatores determinantes das crenças e práticas das pessoas, embora sua influência opere em múltiplos níveis.
A importância das crenças reside no fato de que, por mais contemplativa que seja uma religião, por mais que se concentre na vida após a morte, as convicções doutrinais têm repercussões no ambiente social em que se desenvolvem (Blancarte, 1996). Além disso, a dimensão das crenças é a mais afetada pelo que se convencionou chamar de "desregulamentação institucional", ou seja, a formação de um quadro de crenças independente dos ensinamentos da instituição (Hérvieu-Leger, 2005). Essa desregulamentação institucional, decorrente da crise de legitimidade da autoridade clerical e do declínio da civilização paroquial, levou à cessação do "imaginário de continuidade", isto é, do "quadro simbólico" que fornece sentido. Por muito tempo, a paróquia personificou esse imaginário, pois era em torno dela que a memória da comunidade se articulava, seu espaço se definia e seus membros se identificavam, tudo sob a influência do clero. Sua queda significou a ruptura com a tradição que governava rigidamente o dogma.
Dessa forma, o crente contemporâneo constrói seu próprio sistema de crenças por meio de "colagens e bricolagens", criando tensões com a tradição, à qual pode sentir um senso de pertencimento, mas não de ser regido por ela. No entanto, nesse novo mundo de crenças, também há espaço para "o retorno à tradição", que geralmente ocorre entre aqueles que redescobriram sua própria tradição, um processo do qual os jovens não estão isentos (Hervieu-Leger, 2004).
Propostas religiosas não hegemônicas
Como consequência dos pontos supracitados, diversas propostas religiosas se consolidaram, embora, por diferentes razões, não alcancem hegemonia sobre outras. Aqui, podemos estudar essas crenças e práticas emergentes, situacionais, dissidentes e alternativas dentro de uma dimensão espaço-temporal específica, mas que não são percebidas como tal pelos crentes que as vivenciam, cultivam e posicionam. Segundo Morello (2022), é necessário enfatizar os processos pelos quais os crentes vivenciam a religião; isto é, como aceitam, rejeitam, negociam, cruzam e reinterpretam os elementos religiosos encontrados nas instituições religiosas e sociais, na vida cotidiana e na esfera política. Portanto, propomos focar na perspectiva do crente, na compreensão das experiências e transformações religiosas daqueles que vivenciam os diversos processos de fé e espiritualidade.
Identificamos dois aspectos: 1) crenças e práticas que se estabeleceram institucionalmente, mas que, por diversas razões, não adquirem status hegemônico, como as igrejas evangélicas, as espiritualidades afrodescendentes, indígenas e migrantes, que, embora consistam em toda uma tradição histórica e elementos consolidados, não são consideradas hegemônicas por aqueles que detêm o poder. Essa mesma categoria inclui diversas manifestações de religiosidade popular, organizações religiosas legalmente constituídas e instituições culturais que não são necessariamente religiosas, mas incorporam características religiosas; 2) crenças e práticas que surgem em resposta a situações, comunidades ou problemas mais específicos — todo o universo religioso não regulamentado por instituições, mas que não necessariamente entra em conflito com elas: devoções à Santa Muerte (Hernández, 2016), a San Cayetano, San La Muerte ou San Malverde exemplificam esse aspecto. Inclui-se também aquelas crenças e práticas que ganharam presença global, como as manifestações da Nova Era ou da identidade mexicana (De la Torre, Gutiérrez e Dansac, 2021).
A influência da religião na vida social
Um aspecto fundamental que emerge dos três pontos mencionados acima é a manifestação de práticas e crenças religiosas para além das esferas tradicionais em que os estudos clássicos as situam. Referimo-nos a como a religião se manifesta, interage e confronta os diversos problemas sociais da região. Isso inclui migração, desigualdade, o ambiente eleitoral, programas e políticas públicas, a configuração do corpo, gênero e diversidade sexual, discriminação baseada em etnia, classe e religião, a defesa e promoção dos direitos humanos, organizações de inspiração religiosa, movimentos sociais, ativismo, desenvolvimento de lideranças e mediação cultural, entre muitos outros que demonstram, explícita e implicitamente, como a religião se cruza com diferentes esferas da vida social.
Dessa forma, colocamos em prática as teorias, metodologias, métodos e processos de reflexividade desenvolvidos em diferentes partes da região. Embora a abordagem se baseie na mudança religiosa e em sua consequente diversidade, sua interação, mudanças, transformações e continuidades, não pretendemos que isso limite o trabalho horizontal que responde a diferentes realidades, fundamentado em uma abordagem que tem a interdisciplinaridade e a complexidade como pontos de articulação.
Berger, P., & Luckmann, T. (1976). A construção social da realidade. Amorrortu.
Berger, P. (2005). Pluralismo global e religião. Estudos Públicos, (98), 5-18.
Blancarte, R. (1996). A doutrina social do episcopado católico mexicano. In R. Blancarte (Org.), O pensamento social dos católicos mexicanos. Fondo de Cultura Económica.
Broughton, W. (1978). Religiosidade e oposição à ação social da Igreja: um teste da hipótese weberiana. Review of Religious Research, 19(2), 154-166.
Capdevielle, P, & Arlettaz, F. (2019). Cenários atuais do laicismo na América Latina. IIJ-UNAM.
De la Torre, R. (2006). Ecclesia nostra. O catolicismo na perspectiva dos leigos: o caso de Guadalajara. Fundo de Cultura Económica.
De la Torre, R., Gutiérrez, C., & Dansac, Y. (2021). Os efeitos culturais da criatividade ritual no neopaganismo. Ciências Sociais e Religião/Ciências Sociais e Religião, 23(00), e021006. https://doi.org/10.20396/csr.v23i00.15882
Donatello, LM (2005). Catolicismo libertador e política na Argentina: da política insurrecional nos anos setenta à resistência ao neoliberalismo nos anos noventa. América Latina Hoje, (41), 77-97.
Friesen, A., & Wagner, M.W. (2012). Além dos “Três Bs”: Como os cristãos americanos abordam a fé e a política. Política e Religião, 5(02), 224-252.
Gil Villegas, F. (2014). Max Weber e a Guerra Acadêmica dos Cem Anos: A Controvérsia em Torno da Ética Protestante e do Espírito do Capitalismo (1905-2012). COLMEX/Fondo de Cultura Económica.
Goldstein, S., & Goldscheider, C. (1968). Judeus americanos: três gerações em uma comunidade judaica. Englewood Ciffs.
Hernández, A. (Coord.). (2016). La Santa Muerte: espaços, cultos e devoções. El Colegio de la Frontera Norte, AC/El Colegio de San Luis.
Hervieu-Léger, D. (2004). O peregrino e o convertido, a religião em movimento. Edições do Helênico.
Hervieu-Léger, D. (2005). Religião, fio da memória. Herder.
Latinobarômetro. (2018). Papa Francisco e a religião no Chile e na América Latina. Latinobarômetro 1995-2017. Latinobarômetro.
Luckmann, P. (2013). Comunicação e sociedade. Ensaios sobre ação, religião e comunicação. Trotta.
McKenzie, B. D. (2001). Auto-seleção, frequência à igreja e participação cívica local. Journal for the Scientific Study of Religion, 40(3), 479-488.
Mora, D. (2015). Apóstatas, caídos e desafiados: Perfis da população sem religião no México. Trabalho apresentado no XVIII Encontro da RIFREM: Etnografia, arquivos e outras fontes no estudo da religião, Mérida, México.
Morello, G. (2021). A religião vivida na América Latina. Uma modernidade encantada. Oxford.
Panotto, N. (2018). Educação a partir de uma perspectiva inter-religiosa: conhecimento do outro, identidade e alteridade como uma estrutura pedagógica crítica. Revista Pedagógica, 20(44), 12-26.
Pew Research Center. (2014). Religião na América Latina. Mudança generalizada em uma região historicamente católica. Pew Research Center.
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Tonstad, L. M. (2018). Teologia Queer: Além da Apologética. Cascade Books.
Tovar-Simonic, A. (2019). Habitus, crença e indivíduo. Análise do habitus e das lógicas religiosas práticas. In HJ Suárez, K. Bárcenas-Barajas & C. Delgado-Molina (Eds.), Estudando o fenômeno religioso hoje: caminhos metodológicos. UNAM.
Weber, M. (1983). Ensaios sobre a sociologia da religião I. Touro.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
*Contribuir com reflexões e teorias sobre religião no mundo contemporâneo.
*Promover propostas de análise da religião na América Latina.
*Conceber e ministrar seminários e workshops sobre metodologias, teorias, temas e perspectivas da religião.
*Envolver pesquisadores no treinamento.
*Promoção da Semana Internacional da Cultura Laica, formato híbrido (México).
*Seminário "Refletindo sobre o Secularismo", online (México).
*Conferência de Doutorado sobre Espiritualidade e Religião, com ênfase no diálogo híbrido entre a América Hispânica e a Europa (Costa Rica).
*Conferência sobre a Antropologia da Religião, presencial.
*Seminário Internacional Oxford-UNAM, online.
* Grupo de trabalho sobre laicidade, Uruguai.
*Colóquio sobre diversidade sexual e de gênero e o cristianismo, online.
*Colóquio presencial sobre estudos do mundo evangélico.
*Promoção de um livro coordenado sobre "Comida, fé e religiosidade".
* 1ª Semana Internacional da Cultura Secular e Híbrida.
*1 Seminário "Refletindo sobre o Secularismo", online.
*1ª Conferência de Doutorado sobre Espiritualidade Híbrida e Religião.
*1 Conferência sobre a Antropologia da Religião, presencial.
*1 Seminário Internacional Oxford-UNAM, online.
*1 Proposta de um Grupo de Trabalho sobre Laicidade no Uruguai.
*1 Colóquio sobre diversidade sexual e de gênero e cristianismo, online.
* 1 Colóquio sobre estudos do mundo evangélico, presencial.
*1 livro coordenado sobre alimentação, religiosidade e fé
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
*Proponha um projeto para divulgar pesquisas sobre religião na América Latina.
*Desenvolvimento de material didático para estudos religiosos.
*Promover projetos editoriais para públicos acadêmicos e não acadêmicos.
*Conceber e ministrar cursos online abertos e massivos sobre metodologias, teorias, tópicos e perspectivas da religião, direcionados a públicos não acadêmicos.
*Coordenação de grupos de trabalho e elaboração de propostas para apresentações em congressos nacionais, regionais e internacionais.
*Propostas de apresentações e/ou painéis em eventos locais e nacionais relacionados à religião.
*Habilitar um site para divulgar atividades e materiais.
*Dois cursos online abertos e massivos (MOOCs) gratuitos sobre o estudo da religião, para um público não especializado. Um sobre "Religião e Comunicação" e o outro sobre "Sociologia da Religião".
*Curso híbrido sobre educação laica no México.
*Desenho de pesquisa quantitativa com perspectiva regional.
*Curso sobre temas religiosos (a serem definidos), online.
*Conferências sobre teses de doutorado em religiões híbridas.
*Série de vídeos curtos para aprender sobre o fenômeno religioso.
*Série de conversas sobre laicidade, secularização e religiosidade, híbrida (México).
*Debate online sobre Diversidade Religiosa.
*Participação em pelo menos 3 eventos acadêmicos internacionais.
*Participação em pelo menos 3 eventos locais e/ou nacionais.
*Construção de sites para divulgação acadêmica.
*1 livro coordenado.
*2 cursos online abertos e gratuitos sobre o estudo da religião, para um público não especializado.
*1 curso sobre temas religiosos, online.
*1 Curso híbrido sobre educação laica no México.
*2 Conferências sobre teses de doutorado com foco em religiões híbridas.
*3 cápsulas e textos para aprender sobre o fenômeno religioso, online.
*1 Ciclo de conversas sobre secularismo, secularização e religiosidade, híbrido.
*1 Discussão online sobre Diversidade Religiosa.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
*Consolidar espaços de diálogo com atores que vivenciam problemas relacionados à religião.
*Participação em fóruns de discussão pública onde a religião esteja presente, de acordo com as características de cada realidade.
*Abordagem às organizações públicas e privadas cujas atividades estão relacionadas à religião.
*Conceção de atividades destinadas à defesa pública de temas relacionados com a diversidade religiosa, a liberdade religiosa e a discriminação religiosa nas suas múltiplas formas.
*Formação presencial para funcionárias públicas sobre gênero e direitos humanos, Argentina
Workshop híbrido sobre religião, neoconservadorismo e disputas sobre direitos sexuais e reprodutivos.
*Oficina híbrida de educação cívica sobre mídia e religião
*Curso de formação sobre os Desafios Contemporâneos do Laicismo e da Educação no México, destinado a futuros professores no México.
*Oficina presencial sobre religião e interações comunicativas com idosos.
*(pelo menos) 1 fórum de discussão público híbrido
*1 Plano para estabelecer contato com organizações.
*1 Desenho de atividades voltadas para a defesa pública, em múltiplas modalidades
*1 Treinamento presencial sobre gênero e direitos humanos
*2 oficinas híbridas: uma sobre religião, neoconservadorismo e direitos sexuais e reprodutivos e outra sobre educação cívica relacionada à mídia e à religião.
*1 oficina sobre comunicação e religião em idosos, presencial
* 1 Curso de formação presencial sobre os Desafios Contemporâneos do Laicismo e da Educação no México.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
*Apoiar grupos, redes e organizações para consolidar suas atividades.
*Estabelecer conexões com organizações e líderes religiosos locais e regionais.
*Oficinas colaborativas interinstitucionais sobre temas específicos de cada organização.
*Estabelecer conexões com grupos e redes em universidades locais e estaduais.
*Integração de alunos nos projetos de pesquisa do grupo
*1 Plano de trabalho colaborativo com organizações e líderes religiosos
*1 Workshop Interinstitucional
*Expansão do GT para incluir membros de grupos e redes universitárias relacionados à religião.
*1 Projeto de integração com estudantes, com início na Universidade Autônoma da Baja California, México
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
*Contribuir com reflexões e teorias sobre religião no mundo contemporâneo.
*Promover propostas de análise da religião na América Latina.
*Conceber e ministrar seminários e workshops sobre metodologias, teorias, temas e perspectivas da religião.
*Envolver pesquisadores no treinamento.
*Promoção da Semana Internacional da Cultura Laica, formato híbrido (México).
*Seminário "Refletindo sobre o Laicismo", virtual (México).
*Conferência de Doutorado sobre Espiritualidade e Religião, com ênfase no diálogo Hispano-Americano-Europeu, híbrida (país a ser definido).
*Conferência Interinstitucional sobre Antropologia da Religião, UNAM, presencial.
*Seminário Internacional Oxford-UNAM, online.
*Livros sobre temas que se cruzam com a religião, escolhidos de acordo com as necessidades do GT
*Livro sobre o Islã no México.
*Livro sobre os espaços e a vida cotidiana dos muçulmanos nas diferentes regiões do México.
*Colóquio Internacional GT, presencial.
*Grupo de trabalho sobre laicidade, Uruguai.
*Diretor de um dossiê para uma revista sobre religiosidade popular.
* 1ª Semana Internacional da Cultura Secular e Híbrida.
*1 Seminário "Refletindo sobre o Secularismo", online.
*1ª Conferência de Doutorado sobre Espiritualidade Híbrida e Religião.
*1ª Conferência Interinstitucional sobre Antropologia da Religião, realizada presencialmente no México.
*1 Seminário Internacional Oxford-UNAM, online.
* 1 Grupo de trabalho sobre laicidade, Uruguai.
*1 Colóquio sobre diversidade sexual e de gênero e cristianismo, online.
*1 Colóquio sobre estudos do mundo evangélico, presencial.
* 2 ciclos de conversação híbridos.
* 1 Colóquio Internacional GT, presencial
*Dois livros coordenados sobre temas que se cruzam com a religião.
*2 livros de autoria exclusiva: um sobre o Islã e outro sobre os muçulmanos.
*1 Dossiê de revista sobre religiosidade popular
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
*Proponha um projeto para divulgar pesquisas sobre religião na América Latina.
*Desenvolvimento de material didático para estudos religiosos.
*Promover projetos editoriais para públicos acadêmicos e não acadêmicos.
*Conceber e ministrar cursos online abertos e massivos sobre metodologias, teorias, tópicos e perspectivas da religião, direcionados a públicos não acadêmicos.
*Coordenação de grupos de trabalho e elaboração de propostas para apresentações em congressos nacionais, regionais e internacionais.
*Propostas de apresentações e/ou painéis em eventos locais e nacionais relacionados à religião.
*Habilitar um site para divulgar atividades e materiais.
*Dois cursos online abertos e massivos (MOOCs) gratuitos para o público em geral. Um sobre "Antropologia da Religião" e o outro sobre "Religião e Política".
*Curso híbrido sobre educação laica no México.
*Conferências sobre teses de doutorado em religiões híbridas.
*Série de vídeos curtos para aprender sobre o fenômeno religioso.
*Série de conversas sobre laicidade, secularização e religiosidade, híbrida (México).
*Debate online sobre diversidade religiosa.
*Participação em pelo menos 4 eventos acadêmicos internacionais.
*Participação em pelo menos 4 eventos locais e/ou nacionais.
*2 cursos online abertos e massivos (MOOCs) para um público não especializado.
*1 curso híbrido sobre educação laica no México.
*4 conferências de teses de doutorado sobre religiões híbridas.
*3 cápsulas e textos para aprender sobre o fenômeno religioso.
*1 ciclo de conversas sobre secularismo, secularização e religiosidade, formato híbrido.
*1 Discussão online sobre diversidade religiosa.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
*Consolidar espaços de diálogo com atores que vivenciam problemas relacionados à religião.
*Participação em fóruns de discussão pública onde a religião esteja presente.
*Abordagem às organizações públicas e privadas cujas atividades estão relacionadas à religião.
*Conceção de atividades destinadas à defesa pública de temas relacionados com a diversidade religiosa, a liberdade religiosa e a discriminação religiosa, em múltiplas modalidades.
*Fórum com autoridades responsáveis por assuntos religiosos em pelo menos um país.
*Formação para funcionárias públicas sobre questões de gênero e direitos humanos.
*Oficina sobre religião, neoconservadorismo e disputas em matéria de direitos sexuais e reprodutivos.
*Oficina de formação cívica sobre religião e diversidade sexual.
*Curso de formação sobre os Desafios Contemporâneos do Laicismo e da Educação no México, destinado a futuros professores no México.
*Oficina presencial sobre religião e interações comunicativas com idosos
*(pelo menos) 2 fóruns de discussão pública híbridos.
*1 colóquio com atores da sociedade civil ligados à religião, híbrido
*1 Monitoramento do plano de articulação com organizações.
*1 Desenho de atividades voltadas para a defesa pública, em múltiplas modalidades
*1 Treinamento presencial sobre gênero e direitos humanos
*2 oficinas híbridas: uma sobre religião, neoconservadorismo e direitos sexuais e reprodutivos e outra sobre educação cívica relacionada à mídia e à religião.
*1 oficina sobre comunicação e religião em idosos, presencial
* 1 Curso de formação presencial sobre os Desafios Contemporâneos do Laicismo e da Educação no México.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
*Apoiar grupos, redes e organizações para consolidar suas atividades.
*Estabelecer conexões com organizações e líderes religiosos locais e regionais
*Oficinas de colaboração interinstitucional
*Estabelecer conexões com grupos e redes em universidades locais e estaduais
*Quadro e acordos específicos para o desenvolvimento de atividades.
*1 Workshop Interinstitucional
*Expansão do GT para incluir membros de grupos e redes universitárias relacionados à religião.
*1 Avaliação e acompanhamento do projeto de integração de estudantes em diversos grupos universitários
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
*Contribuir com reflexões e teorias sobre religião no mundo contemporâneo.
*Promover propostas de análise da religião na América Latina.
*Conceber e ministrar seminários e workshops sobre metodologias, teorias, temas e perspectivas da religião.
*Envolver pesquisadores no treinamento.
*Colóquio universitário sobre estudos do fenômeno religioso, online.
*Promoção da Semana Internacional da Cultura Laica, formato híbrido (México).
*Seminário "Refletindo sobre o Laicismo", virtual (México).
* Ciclo híbrido de palestras “Investigando o secularismo, a secularização e a religiosidade” (México).
*Promoção de Conferências de Doutorado sobre Espiritualidade e Religião, com ênfase no diálogo hispano-americano-europeu, em formato híbrido (país a ser definido).
*Seminário Internacional Oxford-UNAM, online.
*Curso online gratuito, virtual e abrangente sobre "".
*Curso online gratuito, virtual e abrangente sobre """
*Curso “Educação laica no México: desafios, tensões e controvérsias”, online.
*Livros coordenados nos eixos e linhas do GT, um por linha está planejado (4)
*Livro coordenado sobre mídia e o fenômeno religioso
*Livro sobre temas que se cruzam com a religião, escolhidos com base nas necessidades do GT.
Grupo de Trabalho sobre Laicidade, Uruguai
* 1ª Semana Internacional da Cultura Secular e Híbrida.
*1 Seminário "Refletindo sobre o Secularismo", online.
*1 Ciclo de conversas sobre laicidade, secularização e religiosidade, México
*1ª Conferência de Doutorado sobre Espiritualidade Híbrida e Religião.
*1 Seminário Internacional Oxford-UNAM, online.
*6 livros coordenados sobre tópicos de GT
*1ª Conferência Interinstitucional sobre Antropologia da Religião, realizada presencialmente no México.
*1 Seminário Internacional Oxford-UNAM, online.
*1 Grupo de trabalho sobre laicidade, Uruguai.
*1 Colóquio sobre diversidade sexual e de gênero e cristianismo, online.
*1 Colóquio sobre estudos do mundo evangélico, presencial.
* 2 ciclos de conversação híbridos.
* 1 Colóquio Internacional GT, presencial
*1 dossiê da revista
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
*Proponha um projeto para divulgar pesquisas sobre religião na América Latina.
*Desenvolvimento de material didático para estudos religiosos.
*Promover projetos editoriais para públicos acadêmicos e não acadêmicos.
*Conceber e ministrar cursos online abertos e massivos sobre metodologias, teorias, tópicos e perspectivas da religião, direcionados a públicos não acadêmicos.
*Coordenação de grupos de trabalho e elaboração de propostas para apresentações em congressos nacionais, regionais e internacionais.
*Propostas de apresentações e/ou painéis em eventos locais e nacionais relacionados à religião.
*Habilitar um site para divulgar atividades e materiais.
*Dois cursos online abertos e gratuitos para um público não especializado: um sobre "Catolicismo Histórico" e outro sobre "Sociologia da Religião"
*Curso híbrido sobre educação laica no México.
*Conferências sobre teses de doutorado em religiões híbridas
*Livro coletivo sobre perspectivas teóricas e metodológicas para o estudo da religião na América Latina
*Série de módulos para compreender o fenômeno religioso
*Série de conversas sobre laicidade, secularização e religiosidade, híbrida (México).
*Participação em pelo menos 5 eventos acadêmicos internacionais.
*Participação em pelo menos 5 eventos locais e/ou nacionais.
*2 cursos online abertos e massivos (MOOCs) para um público não especializado.
*4 palestras de tese de doutorado sobre religiões híbridas
*1 Livro coletivo sobre perspectivas teóricas e metodológicas para o estudo da religião na América Latina.
*4 cápsulas e textos para aprender sobre o fenômeno religioso.
*1 Ciclo de conversas sobre secularismo, secularização e religiosidade, híbrido.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
*Consolidar espaços de diálogo com atores que vivenciam problemas relacionados à religião.
*Participação em fóruns de discussão pública onde a religião esteja presente.
*Abordagem às organizações públicas e privadas cujas atividades estão relacionadas à religião.
*Conceção de atividades destinadas à defesa pública de temas relacionados com a diversidade religiosa, a liberdade religiosa e a discriminação religiosa.
*Fórum com autoridades responsáveis por assuntos religiosos em pelo menos um país.
*Formação para funcionárias públicas sobre questões de gênero e direitos humanos.
*Oficina sobre religião, neoconservadorismo e disputas em matéria de direitos sexuais e reprodutivos.
*Oficina de formação cívica sobre diversidade religiosa.
*Curso de formação sobre os Desafios Contemporâneos do Laicismo e da Educação no México, destinado a futuros professores no México.
*Oficina presencial sobre religião e interações comunicativas com idosos
* (pelo menos) 3 fóruns de discussão pública híbridos.
*1º seminário internacional para organizações políticas, sociais e culturais que trabalham em questões relacionadas à religião.
*1 colóquio com atores da sociedade civil ligados à religião, híbrido
*1 Monitoramento do plano de articulação com organizações.
*1 Desenho de atividades voltadas para a defesa pública, em múltiplas modalidades
*1 Treinamento presencial sobre gênero e direitos humanos
*2 oficinas híbridas: uma sobre religião, neoconservadorismo e direitos sexuais e reprodutivos e outra sobre educação cívica relacionada à mídia e à religião.
*1 oficina sobre comunicação e religião em idosos, presencial
* 1 Curso de formação presencial sobre os Desafios Contemporâneos do Laicismo e da Educação no México.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
*Apoiar grupos, redes e organizações para consolidar suas atividades.
*Estabelecer conexões com organizações e líderes religiosos locais e regionais
*Oficinas de colaboração interinstitucional
*Estabelecer conexões com grupos e redes em universidades locais e estaduais
*Quadro e acordos específicos para o desenvolvimento de atividades.
*1 Workshop Interinstitucional
*Expansão do GT para incluir membros de grupos e redes universitárias relacionados à religião.
*1 Avaliação e acompanhamento do projeto de integração de estudantes em diversos grupos universitários
Número total de pesquisadores admitidos: 64
Universidade Autônoma de Barcelona
Espanha
Centro de Estudos de Pesquisa Trabalhista
Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica
Argentina
Centro de Pesquisa e Estudos Superiores em Antropologia Social
Membro do Sistema de Centros Públicos de Pesquisa do CONACyT
México
Departamento de Ciências Sociais e Políticas
Universidade Ibero-Americana
México
Centro de Pesquisa Jurídica e Social (CIJS/CONICET)
Argentina
Instituto de Estudos Avançados
Universidade de Santiago do Chile
Chile
Escola Nacional de Antropologia e História
México
IMDOSOC
México
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Instituto de Teologia e Estudos Religiosos (ITER), Universidade Alberto Hurtado
Chile
Escola Nacional de Antropologia e História
México
ITESM
México
Centro Internacional de Estudos Políticos e Sociais
Panamá
Universidade de El Salvador
El Salvador
Universidade do Texas em Austin
Estados Unidos
Instituto de Pesquisa Jurídica
UNIVERSIDADE NACIONAL AUTÔNOMA DO MÉXICO
México
Universidade Autônoma de Barcelona
Espanha
União Teológica Católica de Chicago
Estados Unidos
Departamento de Ciências Sociais e Políticas
Universidade Ibero-Americana
México
Pontifícia Universidade Católica do Peru
Peru
Universidade Autônoma da Baixa Califórnia
México
Pontificia Universidad Javeriana
Colômbia
Centro de Pesquisa sobre a Qualidade da Educação
Universidade Surcolombiana
Colômbia
Centro Universitário de Ciências Econômicas e Administrativas
Universidade de Guadalajara
México
Centro de Estudos de Pesquisa Trabalhista
Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica
Argentina
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Instituto de Estudos Avançados
Universidade de Santiago do Chile
Chile
Universidad Diego Portales
Chile
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Centro de Estudos de Pesquisa Trabalhista
Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica
Argentina
Instituto de Estudos Avançados
Universidade de Santiago do Chile
Chile
Oxford
Reino Unido
Centro de Pesquisa e Estudos Superiores em Antropologia Social
Membro do Sistema de Centros Públicos de Pesquisa do CONACyT
México
Universidade do País Basco/Euskal Herriko Unibertsitatea (UPV-EHU)
Espanha
Instituto Ibero-Americano
Universidade de Salamanca
Espanha
Universidade do Vale do México
México
Faculdade de Ciências Humanas e da Educação
Universidade da República
Uruguai
Universidade da Califórnia, Santa Barbara
Estados Unidos
Comunidade Teológica do México
México
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Iztapalapa
México
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, México
México
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
FES Zaragoza, UNAM
México
Departamento de Ciências Sociais e Políticas
Universidade Ibero-Americana
México
Universidade Nacional de La Rioja
Argentina
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Brasil
Seminário sobre Interseções da Religião
México
Universidade Nacional Arturo Jauretche
Argentina
Centro de Estudos Judaicos, Universidade do Chile
Chile
Seminário sobre Interseções da Religião
México
Faculdade de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional
Costa Rica
Instituto de Estudos sobre Direito, Justiça e Sociedade (IDEJUS) - CONICET
Argentina
Instituto Politécnico Nacional
México
A Universidade da Cidade de Nova York
Estados Unidos
Escola Nacional de Antropologia e História
México
Universidade Autônoma da Cidade do México
Coordenação acadêmica
Universidade Autônoma da Cidade do México
México
Universidade Nacional de San Martin
Argentina
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Instituto de Pesquisa Antropológica
UNIVERSIDADE NACIONAL AUTÔNOMA DO MÉXICO
México
Fundação da Universidade Batista
Colômbia
Universidade Católica do Uruguai
Uruguai