Área temática: Grupo Especial

Grupo de trabalhoGrupo Especial Rede Latino-Americana de Experiências e Estudos Interculturais (ReLEEI) / CLACSO: Diálogos interculturais para a convivência pacífica

1. Nome do Grupo de Trabalho.
Grupo Especial Rede Latino-Americana de Experiências e Estudos Interculturais (ReLEEI) / CLACSO: Diálogos interculturais para a convivência pacífica
Coordenador(es) do Grupo de Trabalho
Carolina Sánchez García
Programa Universitário de Estudos sobre Diversidade Cultural e Interculturalidade
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Jorge Enrique González Rojas
Centro de Estudos Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
María Antonieta Campos Melo
Núcleo de Ciências Sociais e Humanas
Universidade de la Frontera
Chile

2. Localização crítica do tema no contexto latino-americano e caribenho e em relação à dinâmica global.

A construção dos Estados-nação na América Latina e no Caribe (ALC) foi possibilitada pela criação de "comunidades imaginadas", nas quais as elites esclarecidas dos territórios ultramarinos alcançaram sua emancipação dos regimes coloniais europeus. O resultado foi o estabelecimento de uma hegemonia de crioulos esclarecidos que desconsiderava a diversidade étnica, cultural e de gênero, ao mesmo tempo em que subjugava esses grupos por meio de diversas formas de violência física e simbólica.

Essa nova hegemonia, sustentada pela violência, levou ao surgimento de diversas formas de resistência, incluindo as resistências ancestrais dos povos indígenas e afrodescendentes, que adotaram novas estratégias dentro do contexto da legalidade e da legitimidade que apoiam os Estados-nação, às vezes por meio de formas de dominação inerentes ao Estado de Direito, às vezes por meio da força de regimes ditatoriais.

O resultado dessa forma de dominação hegemônica foi o desrespeito à diversidade cultural em favor de uma suposta unidade cultural (monoculturalismo) sobre a qual construir o Estado-nação unitário. As lutas de resistência das comunidades excluídas encontraram uma conjuntura excepcional que, de uma perspectiva europeia, especialmente ibérica, foi denominada "A Descoberta da América", coincidindo com o 500º aniversário em 1992.

O processo civilizatório colonialista, com suas articulações particulares entre "atos de civilização" e "atos de barbárie", por meio do qual a concepção ocidental de modernidade foi construída, traduz-se em um modelo cultural hegemônico que orienta a exploração de seres humanos, a exploração de recursos naturais, o estabelecimento de formas de socialização (primária e secundária) e tendências canônicas na expressão estética. É esse modelo cultural hegemônico que tem sido objeto de crítica sistemática a partir de outras perspectivas que permitem a descolonização do ser, do conhecimento e das formas de interação, e que avançam em direção a novas formas de civilização mais democráticas por meio da construção de modelos culturais contra-hegemônicos e alternativos.

Este momento crucial coincidiu com o chamado processo de democratização na América Latina e no Caribe durante as décadas de 1980 e 1990, que foi acompanhado pela introdução de reformas econômicas típicas do Consenso de Washington para fortalecer a economia de mercado capitalista com medidas como estabilização macroeconômica, redução do tamanho do Estado e medidas para proteger setores vulneráveis, bem como a perda de soberania sobre os mercados nacionais, para permitir a expansão do capitalismo financeiro que caracteriza o período contemporâneo de acumulação de riqueza.

A interação desses fatores históricos, culturais, econômicos e geopolíticos resultou em diversas formas de expressão dentro dos Estados-nação da região, compartilhando um elemento comum que transformou a concepção hegemônica secular sobre a qual foram construídos: ao final do século XX, tornou-se evidente que a soberania dos Estados-nação, e suas correspondentes identidades nacionais uniformes, estavam se fragmentando, dando lugar à ascensão de diversas identidades que, por meio de suas lutas de resistência, emergiram com força. Dentro dos espaços nacionais, testemunhamos a irrupção de diversas identidades entre comunidades étnicas; mulheres; diversas orientações sexuais adentrando a esfera pública; faixas etárias; e até mesmo identidades religiosas reivindicando liberdade de culto.

A emergência dessas identidades culturais na esfera pública trouxe à tona, na agenda política de diversos países da região, a necessidade e a possibilidade de introduzir mudanças na concepção monocultural dos Estados, de maneira semelhante ao que ocorreu no Canadá (1971) ou na Austrália (1973), sob a perspectiva do multiculturalismo anglo-saxão. As medidas reformistas que permitiram o reconhecimento e a gestão da diversidade cultural por meio do multiculturalismo, entendido como doutrina de Estado para orientar políticas públicas menos excludentes, foram consideradas parte da reforma constitucional em diversos países da América Latina e do Caribe.

Um elemento importante que acompanhou esse processo de reforma foi a proclamação, em 1989, da Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) das Nações Unidas, que proclama os direitos dos povos indígenas e tribais. Essa análise do contexto latino-americano deve também considerar que o processo de democratização na região foi acompanhado por um fortalecimento do arcabouço institucional dos órgãos de promoção e proteção dos direitos humanos. Isso assegurou que os direitos políticos, bem como os direitos econômicos, sociais e culturais (DESC), fossem incorporados às constituições políticas e à legislação nacional como direitos fundamentais, que mais recentemente também incluíram os direitos ambientais. Vale ressaltar que esse processo continua, e ainda hoje testemunhamos debates sobre reformas em alguns países da América Latina e do Caribe, demonstrando o longo e frequentemente árduo caminho rumo ao reconhecimento da diversidade cultural.

É importante também mencionar a contribuição para o reconhecimento da diversidade cultural alcançada no âmbito da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), com a consolidação de amplos debates em sua Assembleia Geral, que culminaram na Declaração Universal sobre a Diversidade Cultural, em 2001, e, posteriormente, na Convenção sobre a Proteção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais, de 2005, vinculativa para os Estados signatários. Recentemente, essa organização lançou o Quadro para Facilitar o Diálogo Intercultural, como um compromisso para fortalecer essa abordagem dialógica baseada na diversidade cultural.

O progresso parcial alcançado com as políticas multiculturalistas na América Latina e no Caribe (ALC) nas últimas três décadas foi acompanhado pela exposição das deficiências dessa doutrina, mais uma vez por meio de diversas formas de resistência que exigem um diálogo horizontal entre diferentes culturas e sistemas de conhecimento. Esses objetivos são obstruídos pelo esforço de manter a hegemonia multiculturalista vigente, que insiste em ignorar o diálogo baseado no respeito à diferença, no reconhecimento da alteridade e, sobretudo, nas políticas de redistribuição de renda necessárias para combater a desigualdade social e ambiental. Essas políticas devem incluir uma representação política efetiva da diversidade cultural na concepção, no financiamento, no monitoramento e na avaliação das políticas públicas setoriais.

Barabas, A. (2015). Multiculturalismo, pluralismo cultural e interculturalidade no contexto da América Latina: a presença dos povos indígenas. Configurações, 14(2014), 11-24. https://doi.org/10.4000/configuracoes.2219
Di Caudo, MV, Llanos Erazo, D. & Ospina Alvarado, MC (Coords.). (2016). Interculturalidade e educação do Sul: Contextos, experiências e vozes. CLACSO. CINDE. Abya-Yala. Universidade Politécnica Salesiana.
González, JE (Coord.). (2007). Nação e nacionalismo na América Latina. CES. CLACSO.
González, JE (2019). Multiculturalismo e interculturalidade nas Américas. UNESCO. UNAL.
Korol, C. (2016). Somos terra, semente, rebelião: Mulheres, terra e territórios na América Latina. GRAIN, Ação pela Biodiversidade e América Livre.
Lander, E. (Coord.). (2000). A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais. Perspectivas latino-americanas. CLACSO.
Olaza, M., Sandoval Forero, EA & Arocena, F. (Coords.). (2019). Sociologia da cultura, arte e interculturalidade. Teseo. Infelizmente. CLASSO.
Postigo, JC (Ed.). (2013). Mudanças climáticas, movimentos sociais e políticas públicas. CLACSO. ICAL. INTE-PUCP.
Rivera Cusicanqui, S. (2018). Um mundo ch'ixi é possível. Ensaios de um presente em crise. Tinta Limón.
Santos, B. de S. (2009). Para além do pensamento abissal: Das linhas globais a uma ecologia de saberes. Em Pluralismo Epistemológico. CLASSO. Muela del Diablo Editores. Comuna. CIDES-UMSA.
Santos, B. de S. (2010). Descolonizar o Ocidente: além do pensamento abissal. CLACSO. Prometeo. Publicações de Ciências Sociais da UBA. Faculdade de Filosofia e Letras, UBA.
Sanz, N. e Valenzuela, J. (2016). Migração e Cultura. UNESCO e COLEF.
Zapata, C. (2019). Crise do multiculturalismo na América Latina. CALAS. CLACSO.
3. Justificação e análise da relevância teórica do tema em relação ao contexto analisado.

As transformações sociais brevemente descritas acima são acompanhadas por processos e mudanças culturais significativas. O multiculturalismo, entendido como uma doutrina reformista dos Estados-nação nas democracias da América Latina e do Caribe, deparou-se com formas altamente heterogêneas de cultura política, caracterizadas pela exclusão de grande parte da população por regimes políticos elitistas, com poucas exceções.

Os processos culturais que acompanham a participação política decisiva ainda estão em seus primórdios, e o costume predominante é aceitar a representação política por meio de elites de políticos profissionais. No entanto, temos observado recentemente um número crescente de processos culturais de resistência nos quais a cultura política está sendo transformada pela construção ou reconstrução da identidade. Isso é evidente, por exemplo, na evolução da cultura política de algumas comunidades indígenas ou em coletivos feministas, para citar apenas alguns exemplos.

Os processos culturais que acompanham a formação de diversas subjetividades em grupos juvenis também têm sido muito evidentes, inicialmente expressos em sua produção e consumo estéticos e expressivos, e posteriormente evoluindo para reivindicações identitárias que confrontam a exclusão que enfrentam nesta fase do capitalismo financeiro. Esse grupo populacional tem se mostrado particularmente sensível aos impactos das transformações culturais contemporâneas, como o individualismo extremo, o consumismo e o impacto das tecnologias da informação e comunicação, com a colonização do cotidiano pela dominância de algoritmos e inteligência artificial.

Vista sob essa perspectiva, a multiculturalidade revela-se não apenas como uma doutrina política reformista para a manutenção do modelo cultural hegemônico, mas como uma série de processos culturais nos quais as formas de dominação e legitimação do hegemônico coexistem com formas contra-hegemônicas que buscam articulação em um projeto civilizacional diferente, por meio de práticas de resistência contra-hegemônica que se desenrolam em um território específico e em uma temporalidade dada, expressas através de diversas formas de comunicação que utilizam linguagens linguísticas para construir seu discurso alternativo, bem como linguagens não linguísticas que compõem o patrimônio cultural das comunidades em suas práticas de resistência, por meio de linguagens musicais, gastronômicas, cromáticas, espaciais e arquitetônicas, para expressar sua visão de mundo e sua concepção ético-política em projetos contra-hegemônicos como Sumak Kawsay ou Ubuntu, entre outros.

Na América Latina e no Caribe (ALC), podemos identificar um conjunto de práticas de resistência promovidas por organizações sociais que estimulam o diálogo entre diversas culturas e sistemas de conhecimento. A ampla luta dos povos indígenas por sua sobrevivência física e cultural, a consolidação da identidade de gênero em diversas correntes feministas que transitam de uma identidade de resistência para uma identidade projetual, a formação de novas sensibilidades estéticas em grupos juvenis, as reivindicações por liberdade religiosa, a identificação de direitos para casais e comunidades com diversas orientações sexuais e o diálogo entre sistemas de conhecimento para reivindicar direitos ambientais — tudo isso constitui uma forma diversa de resistência ao modelo cultural hegemônico, demonstrando a dinâmica dos movimentos sociais que exigem diálogo equitativo e poder de decisão.

Cabe ressaltar que esta lista assume um caráter particular em cada Estado-nação e até mesmo dentro desses Estados, em suas diferentes regiões e territórios. Aqui, é crucial definir, em primeiro lugar, a dimensão territorial como a unidade de análise que, por excelência, nos permite abordar as práticas de resistência no cotidiano da ação coletiva, na medida em que testemunhamos a dimensão do espaço vivido por aqueles que o habitam. É nessas circunstâncias que este Grupo de Trabalho (GT) identifica o espaço vivido, ou seja, o território, como unidade de análise, a fim de avançar na perspectiva comparativa que nos permite identificar as principais tendências nas práticas de resistência intercultural na América Latina e no Caribe (ALC) e as formas de influência nas políticas públicas para a convivência pacífica.

Um segundo fator que consideramos é a descolonização dos sistemas de conhecimento das comunidades que habitam esses territórios. A relação entre os pesquisadores deste Grupo de Trabalho e esses habitantes é de acompanhamento em um esforço comunitário de construção de conhecimento para orientar ações transformadoras. Seja por meio de abordagens de construção de conhecimento como a Pesquisa-Ação Participativa (PAP), trabalho de campo etnográfico, participação de observadores ou outras formas democráticas de acompanhamento, estabelece-se uma relação equitativa entre o conhecimento tradicional e o conhecimento que pode ser contribuído pela epistemologia de diversas disciplinas científicas, incluindo as humanidades e as ciências sociais, bem como as ciências naturais.

Em terceiro lugar, apresentaremos as principais dimensões que identificamos em nosso Grupo de Trabalho, com base na experiência acumulada ao longo de vários anos pelos membros deste projeto com diversas comunidades na América Latina e no Caribe. Identificamos cinco dimensões principais que podem ser operacionalizadas como variáveis ​​e indicadores quando necessário: a) conflitos socioambientais e a crise climática; b) educação intercultural e paz; c) gênero; d) diversidade cultural e inteligência artificial; e e) migração e mobilidade. Todas essas dimensões se enquadram na linha de pesquisa: Práticas de Resistência Intercultural e Territorial na América Latina e no Caribe. Essa linha nos permite realizar estudos comparativos dessas dimensões sem a restrição de que sejam independentes, uma vez que várias delas operam dentro de práticas de resistência.

Essas dimensões formam uma estrutura a partir da qual se constrói, juntamente com as comunidades que habitam os territórios, uma perspectiva analítica interseccional, com o objetivo de fortalecer a capacidade dessas comunidades de defender os direitos fundamentais por meio de políticas públicas, baseadas na diversidade cultural e no diálogo de saberes, construindo assim uma convivência pacífica em uma comunidade política onde esses direitos sejam respeitados.

Barabas, A. (2015). Multiculturalismo, pluralismo cultural e interculturalidade no contexto da América Latina: a presença dos povos indígenas. Configurações, 14(2014), 11-24. https://doi.org/10.4000/configuracoes.2219
Delgado Ramos, GC, Espina Prieto, MP & Sejenovich, H. (Eds.). (2013). Crise socioambiental e mudanças climáticas. CLASSO.
Di Caudo, MV, Llanos Erazo, D. & Ospina Alvarado, MC (Coords.). (2016). Interculturalidade e educação do Sul: Contextos, experiências e vozes. CLACSO. CINDE. Abya-Yala. Universidade Politécnica Salesiana.
Federici, S. (2013) Revolução no Ponto Zero: Trabalho Doméstico, Reprodução e Lutas Feministas. Traficante de sueños.
González, JE (Coord.). (2007). Nação e nacionalismo na América Latina. CES. CLACSO.
González, JE (2019). Multiculturalismo e interculturalidade nas Américas. UNESCO. UNAL.
Hui, Yuk. (2019). Recursividade e Contingência. Rowman & Littlefield.
Korol, C. (2016). Somos terra, semente, rebelião: Mulheres, terra e territórios na América Latina. GRAIN, Ação pela Biodiversidade e América Livre.
Lander, E. (Coord.). (2000). A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais. Perspectivas latino-americanas. CLACSO.
Negarestani, R. (2018). Inteligência e Espírito. Urbanomic.
Olaza, M., Sandoval Forero, EA & Arocena, F. (Coords.). (2019). Sociologia da cultura, arte e interculturalidade. Teseo. Infelizmente. CLASSO.
Postigo, JC (Ed.). (2013). Mudanças climáticas, movimentos sociais e políticas públicas. CLACSO. ICAL. INTE-PUCP.
Rivera Cusicanqui, S. (2018). Um mundo ch'ixi é possível. Ensaios de um presente em crise. Tinta Limón.
Sadin, E. (2020). Inteligência artificial ou o desafio do século. Caja Negra Editores.
Santos, B. de S. (2009). Para além do pensamento abissal: Das linhas globais a uma ecologia de saberes. Em Pluralismo Epistemológico. CLASSO. Muela del Diablo Editores. Comuna. CIDES-UMSA.
Santos, B. de S. (2010). Descolonizar o Ocidente: além do pensamento abissal. CLACSO. Prometeo. Publicações de Ciências Sociais da UBA. Faculdade de Filosofia e Letras, UBA.
Sanz, N. e Valenzuela, J. (2016). Migração e Cultura. UNESCO e COLEF.
Zapata, C. (2019). Crise do multiculturalismo na América Latina. CALAS. CLACSO.
4. Plano de trabalho de três anos (36 meses), detalhado por ano.
PLANO DE TRABALHO PARA O PRIMEIRO ANO (01/02/2023 al 31/12/2023)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
O objetivo geral e principal é desenvolver estudos comparativos sobre práticas de resistência intercultural e territorial na América Latina e no Caribe. Isso será realizado por meio de cinco dimensões nas quais as práticas de resistência são comuns em toda a América Latina.

Educação e paz:
Desenvolver abordagens metodológicas interculturais colaborativas e situadas em processos educacionais e de formação como expressões de resistência que contribuam para a construção da paz através da transformação de conflitos com base no horizonte social do bem viver nos territórios rurais indígenas e afrodescendentes da América Latina e do Caribe.

Conflitos socioambientais e crise climática:
Caracterizar e analisar as implicações da crise climática nos conflitos socioambientais relacionados ao extrativismo e aos direitos territoriais das comunidades indígenas e afrodescendentes na América Latina e no Caribe.

sexo
Tornar visíveis as condições que favorecem ou limitam a participação e a liderança de mulheres e meninas indígenas, afrodescendentes, camponesas e migrantes, contribuindo para a convivência e o pleno exercício de direitos, como base para a paz territorial.

Diversidade cultural e inteligência artificial
Analisar os impactos da Inteligência Artificial, enquanto horizonte de racionalidade cultural universalista, em comparação com outras formas de racionalidade específicas dos territórios da América Latina e do Caribe.

Migração e mobilidade
Tornar visíveis e analisar as práticas de resistência intercultural da população migrante, ou em situação de mobilidade, contra a xenofobia, o racismo e a discriminação, com uma abordagem de direitos humanos na América Latina e no Caribe.
Para atingir esses objetivos, as atividades se concentrarão em projetos interdisciplinares, característica marcante da composição do Grupo de Trabalho.

A partir das diversas abordagens da GT, esperamos construir visões interseccionais e transversais de práticas de resistência, com estudos comparativos de rigor científico, acompanhamento junto às comunidades e resultados tangíveis que serão disseminados por meio de vários formatos, tanto acadêmicos e formais quanto coletivos e informais.

As principais atividades do GT serão de seis tipos diferentes.

Realização de seminários com a participação de pesquisadores e líderes comunitários.
Criação de artigos acadêmicos para publicação em revistas científicas com revisão por pares.
Folhetos e vídeos complementares para orientar, destacar e conectar o trabalho de pesquisa com as comunidades do território.
Coordenar os resultados do trabalho com o objetivo de publicar um livro que resuma os resultados.
Criação de um site onde os resultados da pesquisa, divulgação e formação alcançadas pelo GT sejam tornados públicos.
Projetos de educação formal e não formal para o desenvolvimento de competências interculturais
Os resultados esperados serão artigos científicos, folhetos informativos, seminários, um livro, vídeos e um site da GT.

A coletivização dos resultados da pesquisa e da produção de conhecimento também nos permitirá estudar seu impacto e eficácia em diferentes territórios e comparar de forma diferenciada seu impacto nas comunidades.

Um seminário anual (três no total).

Um mínimo de 5 artigos acadêmicos em colaboração entre diferentes membros do grupo, submetidos para revisão por pares em 2024.

Diplomas, workshops e cursos para o desenvolvimento de competências interculturais.

Vídeos dos seminários e resultados serão publicados no site ao longo dos três anos de trabalho do GT.

Os folhetos e vídeos seriam uma das formas de os pesquisadores se conectarem com as comunidades, além de servirem como documentação da pesquisa. O projeto visa selecionar trabalhos colaborativos com pelo menos três comunidades em três países diferentes. Os resultados esperados serão produzidos no segundo e terceiro anos (2024 e 2025) de atuação do grupo de trabalho.

O projeto consiste na criação de um website para compilar todos os resultados da pesquisa. Este será um produto finalizado no primeiro ano (2023), e nos anos subsequentes serão feitas adições sistemáticas à medida que todo o conteúdo da pesquisa for finalizado.

A publicação de um livro em 2025, que reunirá uma seleção dos principais resultados da pesquisa desenvolvida durante os três anos de trabalho.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
A disseminação do conhecimento tem três eixos, cada um com seu respectivo objetivo:
O1.-Eixo Experiências para a interaprendizagem. Consolidar um espaço participativo para diálogos interculturais que vislumbrem as experiências latino-americanas e caribenhas em torno de práticas de resistência diante de crises educacionais, conflitos armados, crises climáticas, inteligência artificial, migração e mobilidade, e suas formas de gerar convivência pacífica.
Eixo O2. Formação multidimensional, interdisciplinar e contextual. Construir participativamente um espaço de formação resultante das trajetórias do grupo de trabalho e da aprendizagem mútua alcançada na partilha de experiências latino-americanas e caribenhas sobre diálogos interculturais em torno de práticas de resistência em crises educacionais, conflitos armados, crise climática, inteligência artificial, migração e mobilidade, e suas formas de gerar convivência pacífica.
Eixo O3. Comunicação para a defesa de direitos. Fortalecer um mecanismo de comunicação direcionado a públicos específicos – organizações sociais, governo, academia, comunidades, etc. – para a disseminação das trajetórias do grupo de trabalho e da aprendizagem mútua alcançada no compartilhamento de experiências latino-americanas e caribenhas sobre diálogos interculturais em torno de práticas de resistência relacionadas a crises educacionais, conflitos armados, crise climática, inteligência artificial, migração e mobilidade, e suas formas de gerar convivência pacífica.
O1-Experiências
A1. Seminário permanente para a troca de experiências, versão 1, com a participação de organizações e movimentos sociais, mulheres e acadêmicos.
O2. Estratégias de treinamento:
Educação e paz:
A1*Laboratório Ecológico Latino-Americano e Caribenho de educação intercultural para o fortalecimento do tecido social da comunidade e a construção da paz.
Diploma A2* em formação de professores em pedagogias críticas e educação intercultural crítica e decolonial.
Seminário A3* sobre Perspectivas Críticas em Educação. Com foco na análise da educação de afrodescendentes na região da América Latina, especificamente na América Central e no México.
A4*Dia de debate “Visões interdisciplinares sobre a construção da paz”.
Conflitos ambientais e crise climática:
A5*MOOC Diálogo intercultural para a gestão de conflitos territoriais
Diploma Virtual A6* em Interculturalidade e Desenvolvimento Sustentável.
Diversidade cultural e inteligência artificial:
A7*Experiência na criação de conteúdo em mídias digitais para redes sociais, streaming, ensaios em vídeo, aulas virtuais e divulgação teórica.
Migração e Mobilidade:
Curso A8* sobre Diversidade, Práticas Interculturais e Direitos Humanos em Contextos de Migração e Mobilidade.
Série de Conferências Internacionais A9*III “Africanos e Asiáticos na América: Novas Perspectivas”.
Gênero:
A10*Escola Latino-Americana e Caribenha de Formação Política para Mulheres, Jovens e Meninas Indígenas, Afrodescendentes e Camponesas.
A11*Cursos de formação sobre género no contexto intercultural da América Latina e das Caraíbas, destinados a funcionários públicos a nível regional e local.
Cursos de graduação, mestrado e doutorado.
A12*Formação de alunos do Mestrado em Desenvolvimento Local, um programa reconhecido pelo CONACYT como de alta qualidade.
A13*Ensino em programas de graduação e pós-graduação para professores indígenas.
A14*Participação na formação de uma comunidade científica através do Verão do Pacífico de Investigação Científica e Tecnológica, do Programa Interinstitucional para o Fortalecimento da Investigação e dos Estudos de Pós-Graduação no Pacífico (Programa Delfín).
O3.A1.Comunicação:
A1*Espaços para socialização e replicação do conjunto de ferramentas “Mulheres Cultivando Horizontes: Ferramentas para o Cuidado da Vida Rural”.
A2*Atividades de formação e educação para a socialização e divulgação dos resultados do relatório da UNESCO junto das mulheres líderes participantes nos territórios de Buenaventura e Cauca (Colômbia)
O1-R1. Espaços para tornar visíveis os resultados dos membros do Grupo de Trabalho em suas áreas de especialização, de acordo com eixos e dimensões.
R2. Articular processos de formação formal e informal em torno das dimensões contextuais das práticas de resistência para fortalecer os diálogos interculturais em prol da coexistência pacífica.
R3. Divulgar as trajetórias acadêmicas e a produção dos membros do Grupo de Trabalho, de acordo com a dimensão de gênero, para a formação política das mulheres.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
O1 Estabelecer vínculos formais com instituições acadêmicas e criar redes de pesquisa e ação.
O2 Estabelecer vínculos com órgãos e organizações locais, regionais e estaduais (órgãos municipais, agências estaduais e federais)
O3 Estabelecer vínculos com organizações comunitárias, sociedade civil e líderes.
O4 Divulgar as atividades através dos meios de comunicação e redes
O1
A1 Troca de experiências entre líderes, ativistas e acadêmicos
A2 Participação em conferências
A3 Organização de seminários e cursos de formação e intercâmbio
O2
A1. Ações de defesa de interesses junto aos tomadores de decisão nos níveis local e regional.
O3
A1 Ações de treinamento para líderes e membros de organizações
O4
Desenvolvimento de conteúdo para atividades de divulgação
O1
R1 Sistematização de experiências e memórias de troca
R2 Organização de simpósios em congressos
Programas de seminários R3 sobre tópicos de GT.
O2
Cursos e diplomas de formação R1
R2 Desenvolvimento de competências interculturais, Círculos de contação de histórias (Coord. JE González).
R3 Políticas de Diversidade Étnica na América Latina: Bogotá, Cidade do México, Montevidéu (Pesquisa em andamento). Diego Andrés Varela - JE González)
Diploma R4 em formação de professores sobre temas de pedagogias críticas e educação intercultural crítica e decolonial (inide-ibero)

O3
R1 Escola de formação política para mulheres, jovens e meninas indígenas e afro-americanas.
Laboratório de Inovação R2 G+LAB Diálogo social para governança e transformação positiva

R3 Mulheres rurais e autonomia econômica: Escola de formação e empoderamento para a autonomia econômica e organização territorial de mulheres e jovens rurais.

Diploma R4 em Território, Biodiversidade e Desafios do Desenvolvimento no Pacífico Colombiano

R5 Desenvolvimento de materiais educativos e sequências didáticas a partir dos Milpas Educacionais para uma boa vida
O4

Podcasts da R1, comunicados de imprensa, entrevistas com a mídia, folhetos informativos.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
O1 Avançar na articulação com redes científicas presentes em faculdades e escolas de ciências sociais da América Latina e do Caribe, que desenvolvem trabalhos de pesquisa relacionados a diálogos interculturais e convivência pacífica.
O2 Consolidar grupos de trabalho com atores e agências de cooperação internacional, nos temas e linhas de atuação (Educação e paz, conflitos socioambientais, mudanças climáticas, gênero, diversidade cultural e inteligência artificial, migração e mobilidade).
O3 Fortalecer os laços com redes institucionais acadêmicas voltadas para o desenvolvimento da pesquisa nacional e regional na América Latina e no Caribe.
O1
A1 Formar um grupo de trabalho no âmbito do GT para promover esta linha de ação.
A2 Identificação de redes ou programas que abordam tópicos relacionados e que não fazem parte do GT.
A3 Desenvolver material de comunicação em diferentes formatos que seja útil para apresentações.
Apresentação A4 GT ancorada na web e em mídias úteis e compreensíveis para apresentação.
O2
A1 Elaboração de um plano de diálogo com agências de cooperação internacional.
A2 Identificação dos fundos de cooperação internacional aos quais podemos candidatar-nos e calendário
A3 Gerir espaços de diálogo com diferentes agências de cooperação internacional presentes em diferentes países: (ONU Mulheres, AECID, Embaixada da Suécia, USAID, Embaixada do Canadá, Delegação da União Europeia, Embaixada da Noruega).
O3
A1 Participar em cursos, diplomas e seminários para a formação e qualificação de investigadores.
A2 Participar na elaboração de artigos em coautoria com investigadores e líderes sociais.
O1
R1 Mapeamento de redes e instituições acadêmicas que trabalham em temas semelhantes e com as quais a GT tem interesse em gerar vínculos.
Material de divulgação R2 preparado com informações do GT.
R3 Web com informações GT.
O2
R1 Mapeamento de fundos de agências de cooperação internacional que promovem a pesquisa e a divulgação.
O3
R1 Publicação de artigos e outros produtos bibliográficos em cursos, diplomas e seminários.
R2 Publicação de artigos sobre coral em revistas de divulgação científica.
PLANO DE TRABALHO PARA O SEGUNDO ANO (01/01/2024 al 31/12/2024)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
O objetivo geral e principal é desenvolver estudos comparativos sobre práticas de resistência intercultural e territorial na América Latina e no Caribe. Isso será realizado por meio de cinco dimensões nas quais as práticas de resistência são comuns ao território latino-americano.

Educação e paz:
Desenvolver abordagens metodológicas interculturais colaborativas e situadas em processos educacionais e de formação como expressões de resistência que contribuam para a construção da paz através da transformação de conflitos com base no horizonte social do bem viver nos territórios rurais indígenas e afrodescendentes da América Latina e do Caribe.

Conflitos socioambientais e crise climática:
Caracterizar e analisar as implicações da crise climática nos conflitos socioambientais relacionados ao extrativismo e aos direitos territoriais das comunidades indígenas e afrodescendentes na América Latina e no Caribe.

sexo
Tornar visíveis as condições que favorecem ou limitam a participação e a liderança de mulheres e meninas indígenas, afrodescendentes, camponesas e migrantes, contribuindo para a convivência e o pleno exercício de direitos, como base para a paz territorial.

Diversidade cultural e inteligência artificial
Analisar os impactos da Inteligência Artificial, enquanto horizonte de racionalidade cultural universalista, em comparação com outras formas de racionalidade específicas dos territórios da América Latina e do Caribe.

Migração e mobilidade
Tornar visíveis e analisar as práticas de resistência intercultural da população migrante, ou em situação de mobilidade, contra a xenofobia, o racismo e a discriminação, com uma abordagem de direitos humanos na América Latina e no Caribe.
Para atingir esses objetivos, as atividades se concentrarão em projetos interdisciplinares, característica marcante da composição do Grupo de Trabalho.

A partir das diversas abordagens da GT, esperamos construir visões interseccionais e transversais de práticas de resistência, com estudos comparativos de rigor científico, acompanhamento junto às comunidades e resultados tangíveis que serão disseminados por meio de vários formatos, tanto acadêmicos e formais quanto coletivos e informais.

As principais atividades do GT serão de seis tipos diferentes.

Realização de seminários com a participação de pesquisadores e líderes comunitários.
Criação de artigos acadêmicos para publicação em revistas científicas com revisão por pares.
Folhetos e vídeos complementares para orientar, destacar e conectar o trabalho de pesquisa com as comunidades do território.
Coordenar os resultados do trabalho com o objetivo de publicar um livro que resuma os resultados.
Criação de um site onde os resultados da pesquisa, divulgação e formação alcançadas pelo GT sejam tornados públicos.
Projetos de educação formal e não formal para o desenvolvimento de competências interculturais.
Um seminário anual (três no total).


Diplomas, workshops e cursos para o desenvolvimento de competências interculturais.

Um mínimo de 5 artigos acadêmicos em colaboração entre diferentes membros do grupo, já revisados ​​por pares e publicados, mais 5 a serem revisados ​​por pares em 2025.

Vídeos dos seminários e resultados serão publicados no site ao longo dos três anos de trabalho do GT.

Primeiro ano de produção dos folhetos e vídeos do trabalho conjunto com pelo menos 3 comunidades no território de três países diferentes.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
A disseminação do conhecimento tem três eixos, cada um com seu respectivo objetivo:
O1. Eixo. Experiências para a interaprendizagem
O2. Eixo. Treinamento multidimensional interdisciplinar e contextual.
O3.Axis. Comunicação para o impacto.
O1-Experiências
A1*Seminário permanente para a troca de experiências, versão 2, com a participação de organizações e movimentos sociais, mulheres, Estado, empresas e academia.
A2*Oficinas regionais para a troca de experiências.
O2. Estratégias de treinamento:
Educação e paz:
A1*Laboratório Ecológico Latino-Americano e Caribenho de educação intercultural para o fortalecimento do tecido social da comunidade e a construção da paz.
A2*Oficinas de treinamento sobre o Método Indutivo Intercultural em Milpas Educacionais.
A3*Sala de treinamento intercultural.
Curso A4* sobre Família, Educação e Cidadania Intercultural
Série de conferências A5* “História versus construção da paz” Segunda edição.
Conflitos ambientais e crise climática:
*MOOC Diálogo Intercultural para a Gestão de Conflitos Territoriais
*Diploma virtual em Interculturalidade e Desenvolvimento Sustentável.
Diversidade cultural e inteligência artificial:
Criação de conteúdo em mídias digitais para redes sociais, streaming, ensaios em vídeo, aulas virtuais e divulgação teórica.
Migração e mobilidade:
Primeira Conferência sobre Migração, Identidade e Racismo: Populações Asiáticas na América.
Gênero:
A10*Escola Latino-Americana e Caribenha de Formação Política para Mulheres, Jovens e Meninas Indígenas, Afrodescendentes e Camponesas.
A11*Cursos de formação sobre género no contexto intercultural da América Latina e das Caraíbas, destinados a funcionários públicos a nível regional e local.
Cursos de graduação, mestrado e doutorado.
A12*Formação de alunos do Mestrado em Desenvolvimento Local, um programa reconhecido pelo CONACYT como de alta qualidade.
A13*Formação de alunos do programa de mestrado em Interculturalidade, Desenvolvimento e Paz Territorial.
A14*Ensino em programas de graduação e pós-graduação para professores indígenas.
O3.A1.Comunicação:
A1[A1] *Socialização de processos de interaprendizagem sobre práticas de resistência para fortalecer diálogos interculturais para a coexistência pacífica através de redes sociais, comunidades, ambientes institucionais e acadêmicos.
O1-R1. Espaços para dar visibilidade às experiências latino-americanas e caribenhas de organizações e movimentos sociais, mulheres, Estado, empresas e academia, de acordo com os focos propostos a partir de eixos e dimensões.
O2-R2. Articular processos de formação formal e informal em torno das dimensões contextuais das práticas de resistência para fortalecer os diálogos interculturais em prol da coexistência pacífica.
O3-R3. Realizar a disseminação dos processos de interaprendizagem do Grupo de Trabalho de acordo com os eixos e dimensões por meio de redes sociais, comunidades e cenários institucionais e acadêmicos.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
O1 Estabelecer vínculos formais com instituições acadêmicas e criar redes de pesquisa e ação.

O2 Estabelecer vínculos com órgãos e organizações locais, regionais e estaduais (órgãos municipais, agências estaduais e federais)

O3 Estabelecer vínculos com organizações comunitárias, sociedade civil e líderes.

O4 Divulgar as atividades através dos meios de comunicação e redes
O1

A1 Formalização de redes acadêmicas e formação de subgrupos de trabalho que colaboram em projetos de pesquisa-ação comparativa.

A2 Participação em conferências

A3 Organização de seminários e cursos de formação e intercâmbio

A4 Promover um Laboratório Latino-Americano de Educação Intercultural para o Fortalecimento do Tecido Social da Comunidade e a Construção da Paz

O2

A1. Ações de defesa de interesses junto aos tomadores de decisão nos níveis local e regional.

O3

A1 Ações de treinamento para líderes e membros de organizações

A2 Oficinas regionais para a troca de experiências com mulheres, organizações e autoridades.

O4

Desenvolvimento de conteúdo para atividades de divulgação
O1

Acordos de colaboração R1 para projetos de pesquisa e atividades acadêmicas

R2 Publications. Livros, dossiês para periódicos, capítulos de livros e artigos para periódicos.

R3 Organização de simpósios em congressos

Programas de seminários R4 sobre tópicos de GT
R5 Construção de um espaço virtual para a troca de materiais, experiências e metodologias
O2
Cursos de formação e diplomas R1 para funcionários públicos
O3
R1 Escola de formação política para mulheres, jovens e meninas indígenas e afro-americanas.

Laboratório de Inovação R2 G+LAB Diálogo social para governança e transformação positiva

R3 Mulheres rurais e autonomia econômica: Escola de formação e empoderamento para a autonomia econômica e organização territorial de mulheres e jovens rurais.

Diploma R4 em Território, Biodiversidade e Desafios do Desenvolvimento no Pacífico Colombiano

R5 Desenvolvimento de materiais educativos e sequências didáticas a partir dos Milpas Educacionais para uma boa vida

Caderno R6 para Sistematização de Experiências e Análises
Sistematização de oficinas e análises comparativas
O4
Podcasts da R1, comunicados de imprensa, entrevistas com a mídia, folhetos informativos.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
O1 Avanços na articulação com redes científicas presentes em faculdades e escolas de ciências sociais da América Latina e do Caribe, que desenvolvem trabalhos de pesquisa relacionados a diálogos interculturais e convivência pacífica.
O2 Consolidar grupos de trabalho com atores e agências de cooperação internacional, nos temas e linhas de atuação (Educação e paz, conflitos socioambientais, mudanças climáticas, gênero, diversidade cultural e inteligência artificial, migração e mobilidade).
O3 Fortalecer os laços com redes institucionais acadêmicas voltadas para o desenvolvimento da pesquisa nacional e regional na América Latina e no Caribe.
O1
A1 Reuniões com pesquisadores de outras instituições por meio de encontros virtuais bilaterais, seminários e webinars.
A2 Encontros para troca de experiências.
A3 Com base no mapeamento, crie um plano de apresentação para o GT junto a programas de pós-graduação ou universidades, visando possíveis parcerias de trabalho.
O2
A1 Com base na identificação dos fundos, crie um plano de apresentação do projeto.
A2 Ações de formação e educação para a socialização e divulgação dos resultados do processo GT.
O3
A1 Participar em cursos, diplomas e seminários para a formação e qualificação de investigadores.
A2 Participar na elaboração de artigos em coautoria com investigadores e líderes sociais.
A3 Implementação de estágios e períodos de imersão acadêmica para estudantes, professores e líderes sociais.
O1
R1 Diálogos de troca de conhecimentos sobre experiências latino-americanas entre atores acadêmicos, estatais, comunitários, entre outros.
R2 Assinatura de acordos para o desenvolvimento da cooperação com redes de instituições acadêmicas.
R3 Organização de eventos de debate e divulgação com as instituições que estabeleceram articulações, incluindo a CLACSO.
O2
R1 Candidatura a concursos para a implementação de projetos de apoio à investigação.
R2 Reuniões com diferentes agências de cooperação internacional presentes em diversos países.
Calendário R3 de ações educativas com intervenientes e organizações de cooperação internacional.
O3
R1 Publicação de artigos e outros produtos bibliográficos em cursos, diplomas e seminários.
R2 Publicação de artigos sobre coral em revistas de divulgação científica.
Alunos, professores e líderes sociais do programa R3 participam de estágios em cada um dos países do GT.
PLANO DE TRABALHO PARA O TERCEIRO ANO (01/01/2025 al 31/12/2025)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
O objetivo geral e principal é desenvolver estudos comparativos sobre práticas de resistência intercultural e territorial na América Latina e no Caribe. Isso será realizado por meio de cinco dimensões nas quais as práticas de resistência são comuns ao território latino-americano.

Educação e paz:
Desenvolver abordagens metodológicas interculturais colaborativas e situadas em processos educacionais e de formação como expressões de resistência que contribuam para a construção da paz através da transformação de conflitos com base no horizonte social do bem viver nos territórios rurais indígenas e afrodescendentes da América Latina e do Caribe.

Conflitos socioambientais e crise climática:
Caracterizar e analisar as implicações da crise climática nos conflitos socioambientais relacionados ao extrativismo e aos direitos territoriais das comunidades indígenas e afrodescendentes na América Latina e no Caribe.

sexo
Tornar visíveis as condições que favorecem ou limitam a participação e a liderança de mulheres e meninas indígenas, afrodescendentes, camponesas e migrantes, contribuindo para a convivência e o pleno exercício de direitos, como base para a paz territorial.

Diversidade cultural e inteligência artificial
Analisar os impactos da Inteligência Artificial, enquanto horizonte de racionalidade cultural universalista, em comparação com outras formas de racionalidade específicas dos territórios da América Latina e do Caribe.

Migração e mobilidade
Tornar visíveis e analisar as práticas de resistência intercultural da população migrante, ou em situação de mobilidade, contra a xenofobia, o racismo e a discriminação, com uma abordagem de direitos humanos na América Latina e no Caribe.
Para atingir esses objetivos, as atividades se concentrarão em projetos interdisciplinares, característica marcante da composição do Grupo de Trabalho.

A partir das diversas abordagens da GT, esperamos construir visões interseccionais e transversais de práticas de resistência, com estudos comparativos de rigor científico, acompanhamento junto às comunidades e resultados tangíveis que serão disseminados por meio de vários formatos, tanto acadêmicos e formais quanto coletivos e informais.

As principais atividades do GT serão de seis tipos diferentes.

Realização de seminários com a participação de pesquisadores e líderes comunitários.
Criação de artigos acadêmicos para publicação em revistas científicas com revisão por pares.
Folhetos e vídeos complementares para orientar, destacar e conectar o trabalho de pesquisa com as comunidades do território.
Coordenar os resultados do trabalho com o objetivo de publicar um livro que resuma os resultados.
Criação de um site onde os resultados da pesquisa, divulgação e formação alcançadas pelo GT sejam tornados públicos.
Projetos de educação formal e não formal para o desenvolvimento de competências interculturais.
Um seminário anual (três no total).

Diplomas, workshops e cursos para o desenvolvimento de competências interculturais.

Um mínimo de 5 artigos acadêmicos em colaboração entre diferentes membros do grupo, submetidos para revisão por pares em 2024.

Vídeos dos seminários e resultados serão publicados no site ao longo dos três anos de trabalho do GT.

Segundo ano de produção de folhetos e vídeos do trabalho conjunto com pelo menos 3 comunidades em três países diferentes.

A publicação do livro, que inclui uma seleção dos principais resultados da pesquisa desenvolvida durante os três anos de trabalho.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
A disseminação do conhecimento tem três eixos, cada um com seu respectivo objetivo:
O1. Eixo. Experiências para a interaprendizagem
O2. Eixo. Treinamento multidimensional interdisciplinar e contextual.
O3.Axis. Comunicação para o impacto.
O1-Experiências
A1*Seminário permanente para a troca de experiências, versão 2, com a participação de organizações e movimentos sociais, mulheres, Estado, empresas e academia.
A2*Oficinas regionais para a troca de experiências.
O2. Estratégias de treinamento:
Educação e paz:
A1*Laboratório Ecológico Latino-Americano e Caribenho de educação intercultural para o fortalecimento do tecido social da comunidade e a construção da paz.
A2*Oficinas de treinamento sobre o Método Indutivo Intercultural em Milpas Educacionais.
A3*Sala de treinamento intercultural.
Curso A4* sobre Família, Educação e Cidadania Intercultural
Série de conferências A5* “História versus construção da paz” Segunda edição.
Dimensão dos conflitos ambientais e da crise climática:
*MOOC Diálogo Intercultural para a Gestão de Conflitos Territoriais
*Diploma virtual em Interculturalidade e Desenvolvimento Sustentável.
Diversidade cultural e inteligência artificial:
*Criação de conteúdo em mídias digitais para redes sociais, streaming, ensaios em vídeo, aulas virtuais e divulgação teórica.
Migração e mobilidade:
Primeira Conferência sobre Migração, Identidade e Racismo: Populações Asiáticas na América.
Gênero:
A10*Escola Latino-Americana e Caribenha de Formação Política para Mulheres, Jovens e Meninas Indígenas, Afrodescendentes e Camponesas.
A11*Cursos de formação sobre género no contexto intercultural da América Latina e das Caraíbas, destinados a funcionários públicos a nível regional e local.
Cursos de graduação, mestrado e doutorado.
A12*Formação de alunos do Mestrado em Desenvolvimento Local, um programa reconhecido pelo CONACYT como de alta qualidade.
A13*Formação de alunos do programa de mestrado em Interculturalidade, Desenvolvimento e Paz Territorial.
A14*Ensino em programas de graduação e pós-graduação para professores indígenas.
O3.A1.Comunicação:
A1[A1] *Socialização de processos de interaprendizagem sobre práticas de resistência para fortalecer diálogos interculturais para a coexistência pacífica através de redes sociais, comunidades, ambientes institucionais e acadêmicos.
O1-R1. Espaços para dar visibilidade às experiências latino-americanas e caribenhas de organizações e movimentos sociais, mulheres, Estado, empresas e academia, de acordo com os focos propostos a partir de eixos e dimensões.

O2-R2. Articular processos de formação formal e informal em torno das dimensões contextuais das práticas de resistência para fortalecer os diálogos interculturais em prol da coexistência pacífica.

O3-R3. Realizar a disseminação dos processos de interaprendizagem do Grupo de Trabalho de acordo com os eixos e dimensões por meio de redes sociais, comunidades e cenários institucionais e acadêmicos.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
O1 Estabelecer vínculos formais com instituições acadêmicas e criar redes de pesquisa e ação.

O2 Estabelecer vínculos com órgãos e organizações locais, regionais e estaduais (órgãos municipais, agências estaduais e federais)

O3 Estabelecer vínculos com organizações comunitárias, sociedade civil e líderes.

O4 Divulgar as atividades através dos meios de comunicação e redes
O1

A1 Formalização de redes acadêmicas e formação de subgrupos de trabalho que colaboram em projetos de pesquisa-ação comparativa.
A2 Troca de experiências entre líderes, ativistas e acadêmicos
A3 Participação em conferências
A4 Organização de seminários e cursos de formação e intercâmbio
A5 Promover um Ecolaboratório Latino-Americano de Educação Intercultural para o Fortalecimento do Tecido Social da Comunidade e a Construção da Paz

O2

A1. Ações de defesa de interesses junto aos tomadores de decisão nos níveis local e regional.

O3

A1 Ações de treinamento para líderes e membros de organizações
A2 Colóquio Internacional para a Troca de Experiências

O4

A1 Desenvolvimento de conteúdo para atividades de divulgação
O1

R1 Publications. Livros, dossiês para periódicos, capítulos de livros e artigos para periódicos.
R2 Sistematização de experiências e memórias de troca
R3 Organização de simpósios em congressos
Programas de seminários R4 sobre tópicos de GT
R5 Construção de um espaço virtual para a troca de materiais, experiências e metodologias

O2

R1 Ações propostas para decisores políticos a nível local e regional

O3

R1 Sistematização, análise e publicação de resultados

O4

Podcasts da R1, comunicados de imprensa, entrevistas com a mídia, folhetos informativos.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
O1 Avançar na articulação com redes científicas presentes em faculdades e escolas de ciências sociais da América Latina e do Caribe, que desenvolvem trabalhos de pesquisa relacionados a diálogos interculturais e convivência pacífica.
O2 Consolidar grupos de trabalho com atores e agências de cooperação internacional, nos temas e linhas de atuação (Educação e paz, conflitos socioambientais, mudanças climáticas, gênero, diversidade cultural e inteligência artificial, migração e mobilidade).
O3 Fortalecer os laços com redes institucionais acadêmicas voltadas para o desenvolvimento da pesquisa nacional e regional na América Latina e no Caribe.
O1
A1 Reuniões com pesquisadores de outras instituições por meio de conferências, seminários e webinars.
A2 Encontros para troca de experiências.

O2
A1 Continuidade com o plano de apresentação do projeto.
A2 Ações de formação e educação para a socialização e divulgação dos resultados do processo GT.
O3
A1 Participar em cursos, diplomas e seminários para a formação e qualificação de investigadores.
A2 Participar na elaboração de artigos em coautoria com investigadores e líderes sociais.
A3 Implementação de estágios e períodos de imersão acadêmica para estudantes, professores e líderes sociais.
O1
R1 Diálogos de troca de conhecimentos sobre experiências latino-americanas entre atores acadêmicos, estatais, comunitários, entre outros.
R3 Organização de eventos de debate e divulgação com as instituições que estabeleceram articulações, incluindo a CLACSO.
O2
R1 Candidatura a concursos para a implementação de projetos de apoio à investigação.
R2 Reuniões com diferentes agências de cooperação internacional presentes em diversos países.
Calendário R3 de ações educativas com intervenientes e organizações de cooperação internacional.
O3
R1 Publicação de artigos e outros produtos bibliográficos em cursos, diplomas e seminários.
R2 Publicação de artigos sobre coral em revistas de divulgação científica.
Alunos, professores e líderes sociais do programa R3 participam de estágios em cada um dos países do GT.

5. Membros do Grupo de Trabalho
Número total de pesquisadores admitidos: 64
Angélica Orozco Idarraga
Centro José Consuegra Higgins para Pesquisa e Inovação Social
UNIVERSIDADE SIMON BOLÍVAR
Colômbia
Delfina Aguilar Gómez
Kintiltik, uma organização indígena de Chiapas
México
Luis Martín Valdiviezo Arista
Centro de Pesquisa Sociológica, Econômica, Política e Antropológica
Pontifícia Universidade Católica do Peru
Peru
Camilo Ochoa Guzmán
Centro de Estudos Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Aura Aguilar Caro
Centro José Consuegra Higgins para Pesquisa e Inovação Social
UNIVERSIDADE SIMON BOLÍVAR
Colômbia
Kathia Núñez Patiño
Campus III da Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Autónoma de Chiapas
México
Alexandre Herbetta
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Federal de Goiás
Brasil
Stefano Claudio Sartorello
Instituto de Pesquisa para o Desenvolvimento Educacional
UNIVERSIDADE IBEOAMERICANA
México
Maria Giselle Villatoro Valenzuela
Campus III da Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Autónoma de Chiapas
México
Maria José Higgins
Instituto de Estudos Interculturais
Pontifícia Universidade Javeriana, Filial Cali
Colômbia
Diego Andrés Varela Tangarife
Centro de Estudos Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Felipe Arocena
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Lena Fontela
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais - Programa Uruguai
Uruguai
Juan Camilo Ortiz González
Centro de Estudos Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Laura Rocio Melo Alarcon
Centro de Estudos Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Aída Toledo Arévalo
Instituto de Pesquisa em Ciências Socio-Humanistas
Universidade Rafael Landívar
Guatemala
Adelina Peña
Instituto de Estudos Interculturais
Pontifícia Universidade Javeriana, Filial Cali
Colômbia
Osvaldo Curaqueo Pichihueche
Núcleo de Ciências Sociais e Humanas
Universidade de la Frontera
Chile
Martín Couto
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Martín Plascencia González
Campus III da Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Autónoma de Chiapas
México
Hugo Valdés Sánchez
Campus III da Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Autónoma de Chiapas
México
Fidel Tubino
Centro de Pesquisa Sociológica, Econômica, Política e Antropológica
Pontifícia Universidade Católica do Peru
Peru
Juan Pablo Peña Vicenteño
Programa Universitário de Estudos sobre Diversidade Cultural e Interculturalidade
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Silvana Darré
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais - Programa Uruguai
Uruguai
Celsa López
AC Unidos para Partilhar - Município de Larráinzar, Chiapas
México
Roger Koude
Universidade Católica de Lyon. Cátedra UNESCO em Memória, Culturas e Interculturalidade.
Brasil
Magda Angélica Garcia Von Hoegen
Instituto de Pesquisa em Ciências Socio-Humanistas
Universidade Rafael Landívar
Guatemala
Ignacio Linn
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Paola Ortelli
Departamento de História
Universidade Ibero-Americana, AC
México
Pablo Ceto
Universidade Ixil Maya
Nicarágua
paulo lua
École des High Studies in Social Sciences (EHESS) Centre des Recherches Historique
Brasil
Luis Mujica
Centro de Pesquisa Sociológica, Econômica, Política e Antropológica
Pontifícia Universidade Católica do Peru
Peru
María Antonieta Campos Melo [Coordenador]
Núcleo de Ciências Sociais e Humanas
Universidade de la Frontera
Chile
Maria Catalina Gomez
Instituto de Estudos Interculturais
Pontifícia Universidade Javeriana, Filial Cali
Colômbia
Cristina Perales Franco
Instituto de Pesquisa para o Desenvolvimento Educacional
UNIVERSIDADE IBEOAMERICANA
México
Gabriela Valencia
Instituto de Estudos Interculturais
Pontifícia Universidade Javeriana, Filial Cali
Colômbia
Lúcia Del Carmen Gómez Díaz
Kintiltik, uma organização indígena de Chiapas
México
Giacomo Finzi
Centro de Estudos Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Nathalie Alonzo
Centro de Pesquisa Sociológica, Econômica, Política e Antropológica
Pontifícia Universidade Católica do Peru
Peru
Luís Pedro Taracena Arriola
Instituto de Pesquisa em Ciências Socio-Humanistas
Universidade Rafael Landívar
Guatemala
Andrea Soledad Reuca Neculman
Comunidade Mapuche Zoncolle Budi
Chile
Tatiana Martinez Mantis
Escola de Ciências Sociais, Artes e Humanidades
Universidade Nacional Aberta e à Distância
Colômbia
Jorge Enrique González Rojas [Coordenador]
Centro de Estudos Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Martha Liliana Vargas Galindo
Escola de Ciências Sociais, Artes e Humanidades
Universidade Nacional Aberta e à Distância
Colômbia
Santiago Jaime Ruiz
Diretoria de Pesquisa Científica
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Yuri Hamed Zapata Webb
Instituto de Promoção e Pesquisa da Linguística e Resgate Cultural (IPILC) da Universidade das Regiões Autônomas da Costa Caribenha da Nicarágua (URACCAN)
Nicarágua
Jean-François Côté
Universidade de Montreal. Grupo interdisciplinar de pesquisa nas Américas
Canadá
Pamela Vekia Newball Dawkins
Comitê Linguístico das Ilhas
Colômbia
José David Ruiz Aguilar
Kintiltik, uma organização indígena de Chiapas
México
Marlon Estuardo Urizar Natareno
Instituto de Pesquisa em Ciências Socio-Humanistas
Universidade Rafael Landívar
Guatemala
Mônica Olaza
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Pamela Ventura
Centro de Pesquisa Sociológica, Econômica, Política e Antropológica
Pontifícia Universidade Católica do Peru
Peru
Jacqueline Garcia Falla
Instituto de Pesquisa Educacional
Faculdade de Educação
Universidad de Costa Rica
Costa Rica
José Del Val
Programa Universitário de Estudos sobre Diversidade Cultural e Interculturalidade
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Cecília Alba Villalobos
Campus III da Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Autónoma de Chiapas
México
Alba Zambrano Constanzo
Núcleo de Ciências Sociais e Humanas
Universidade de la Frontera
Chile
Carolina Liscano Cristancho
Escola de Ciências Sociais, Artes e Humanidades
Universidade Nacional Aberta e à Distância
Colômbia
Carolina Sánchez García [Coordenador]
Programa Universitário de Estudos sobre Diversidade Cultural e Interculturalidade
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Adriana Mensa Campos
Conselho Indígena da NASA
Colômbia
Alberto Abouchaar Velásquez
Centro de Estudos Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Marco Antonio Pérez Jiménez
Programa Universitário de Estudos sobre Diversidade Cultural e Interculturalidade
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Laura Camila Ramírez Bonilla
Departamento de História
Universidade Ibero-Americana, AC
México
Carol Morales Trejos
Instituto de Pesquisa Educacional
Faculdade de Educação
Universidad de Costa Rica
Costa Rica
Laura García Santiz
AC Jovenarte - San Cristóbal de la Casas Chiapas
México