Área temática: Geopolítica e Integração
Grupo de trabalhoProposta de integração regional
[+ Ver produções e conteúdo]Centro Universitário de Ciências Sociais e Humanas
Universidade de Guadalajara
México
Centro de Pesquisa e Gestão da Economia Solidária
Argentina
A América Latina precisa, objetivamente, concentrar-se na integração e na unidade regional, tanto porque seus países enfrentam desafios sociais, políticos, econômicos e financeiros semelhantes, quanto devido às rápidas mudanças geopolíticas que representam problemas, desafios e incógnitas que exigem agrupamento nas relações internacionais.
O sistema capitalista global não conseguiu emergir de um novo ciclo de declínio econômico e (geo)político (fase B do ciclo de Kondratieff), manifestado na recessão dos centros econômicos mundiais, na crise da globalização neoliberal, no retorno de enormes forças econômicas, no desmantelamento do experimento de ordem unipolar promovido pelos Estados Unidos e na intensificação da superexploração e da expropriação das periferias econômicas. Entre o final do século XX e o início do século XXI, na ausência de uma força motriz proveniente dos centros ocidentais do desenvolvimento capitalista global, a busca por algumas respostas começou a emergir do Sul Global, da região Ásia-Pacífico, da China e dos países do BRICS.
Desde o início do século XXI, observa-se um ciclo de crescimento progressivo que combina mudanças positivas nas prioridades políticas e sociais com uma tentativa dos governos de buscar a coexistência com o mercado global, juntamente com uma maior expansão dos mercados domésticos e das prioridades sociais.
O ciclo econômico expansionista terminou no final da primeira década, embora governos progressistas tenham predominado até 2015-2016. Desde então, iniciou-se um período de regressão e paralisia do processo de integração regional, impulsionado por governos conservadores-neoliberais, que não foi superado pelo retorno de governos progressistas à região desde 2020-21.
Surpreendentemente, o ímpeto pela unificação independente da América Latina, observado em outros períodos, não se repetiu com a mesma intensidade. Pelo contrário, as sociedades deterioraram-se, com um aumento acentuado das disparidades econômicas e maior polarização e tensão social e política, em paralelo a um processo de paralisia e regressão na integração regional.
A experiência adquirida através do processo de integração regional, com seus avanços e retrocessos, a competição entre diferentes projetos e os resultados díspares, oferece lições valiosas que devem ser consideradas ao se propor um novo impulso. A isso deve-se somar o quadro mais complexo e incerto que a persistência de crises e tensões globais impõe às relações internacionais, após o período disruptivo causado pela pandemia e, mais recentemente, pelo aumento das tensões e confrontos internacionais.
Este é um período histórico marcado por enormes mudanças que afetam as relações intra e extrarregionais, entre as quais se destacam as seguintes:
+ Processos políticos que levaram ao surgimento de governos que, mesmo com diferenças ideológicas substanciais, reconhecem a necessidade de retomar uma agenda de integração regional.
+ A predominância de uma ampla tendência liberalizante que deu continuidade a uma estratégia de priorizar laços mais estreitos com os países centrais por meio de tratados, acordos comerciais e econômicos.
+ A fragilidade de novas instâncias independentes de articulação regional (UNASUL, CELAC, ALBA, Aliança do Pacífico, Projeto de Integração Mesoamericana e a iniciativa Banco do Sul) que se somaram às já existentes (ALADI, MERCOSUL, CAN, SICA e CARICOM) e a perda de relevância de organizações e instâncias com presença extra-latino-americana (OEA; Cúpulas das Américas, Cúpulas Ibero-Americanas).
As mudanças muito significativas introduzidas pela crise internacional desde 2008 e, no último período, inesperadamente devido ao seu desenvolvimento, a guerra na Ucrânia e o aumento do confronto entre a China e os EUA.
Um novo cenário econômico global emergiu, e uma nova ordem mundial precisa lidar com ele. Este é um contexto de crise global que afeta particularmente a região da América Latina e do Caribe, uma vez que é moldada pela dinâmica geoeconômica e geopolítica da superpotência norte-americana em declínio, por um lado, e da potência emergente da Ásia-Pacífico, por outro.
Nessa situação, compreender o processo de integração regional independente dessa região, uma característica marcante do pan-americanismo e/ou uma adaptação incondicional à abertura globalizada, deve ser de importância central. A negligência dessas questões pode levar ao surgimento de sociedades divididas, mergulhadas em conflitos e polarização destrutiva. É essencial buscar, de forma realista e com argumentos sólidos, a unidade e a complementaridade da América Latina e do Caribe.
*Briceño Ruiz José e Simonoff Alejandro (2013) (Organizadores): Integração e cooperação na América Latina. Uma releitura baseada na teoria da autonomia, Buenos Aires, Editorial Biblos.
*Katz, Claudio (2006): O redesenho da América Latina. ALCA, MERCOSUL e ALBA. Buenos Aires: Editora Luxemburgo. *Martins, Carlos Eduardo (2013): Os Restos da Integração e da América do Sul, Buenos Aires: CLACSO.
*Marchini, J. (2015). Chaves para negociações multilaterais após a crise de 2007/2008. Buenos Aires: CEFID-AR.
*Morales R. Daniel e Rocha V. Alberto (2022): “Geoestrutura do poder no sistema político internacional: uma abordagem transestrutural”. Geopolitics Journal (S). Revista de Estudos sobre Espaço e Poder. Vol. 13, nº 1. Madrid, Espanha, janeiro-junho.
*Preciado C. Jaime (Coordenador Geral) (2018): Dimensões, estratégias e alternativas de integração autônoma para a América Latina e o Caribe. Desafios para o caso mexicano, 2010-2015, Volumes I, II, III e IV. Universidade de Guadalajara, Guadalajara, México.
*Rocha V. Alberto (2019): “A dimensão político-institucional dos processos de integração da América Latina (2000–2016)”, Anuário Latino-Americano. Ciência Política e Relações Internacionais, Volume 7. Universidade Maria Curie-Sklodowska, Lublin-Polônia.
*Rocha V. Alberto (2019): “A América Latina nas águas turbulentas da multipolaridade da ordem mundial emergente. Política regional e geopolítica (2000-2018), Revista de Sociologia nº 29. Universidade Nacional de San Marcos, Lima, Peru.
*Rocha V. Alberto e Vargas G. Elizabeth (2022): “O primeiro confronto geoestratégico para a nova ordem mundial: Estados Unidos-OTAN contra Rússia-China. A crise da Ucrânia como um Estado fundamental”, em É este o fim do neoliberalismo na América Latina? (Jaime Rios Burga e Mosisés Rojas Ramos, organizadores). ALAS/CLACSO, Lima, Peru.
*SILVA, C. e LARA, C. (2014). Aprofundar a integração financeira regional. Dilemas e desafios atuais, na Revista Nueva Sociedad, nº 250. FF Ebert. Buenos Aires. Abril.
SILVA, C. e LARA, C. (2014). “Dilemas atuais no aprofundamento da integração regional”. Em Renovação democrática versus neoliberalismo: rumo ao empoderamento e à inclusão. Organizado por Consuelo Silva e Claudio Lara. CLACSO – IDEAS – CODESRIA. Buenos Aires. Dezembro.
* 2018. AMÉRICA LATINA. UMA INTEGRAÇÃO REGIONAL FRAGMENTADA E SEM DIREÇÃO. Silva, C.; Kan, J. e A. Noyola (Coordenadores). Co-publicado por CLACSO – MEGA II – IADE. Santiago, Chile.
* 2013. NOVOS CENÁRIOS PARA A INTEGRAÇÃO NA AMÉRICA LATINA. C. Martins e C. Silva (Coordenadores). Publicado em conjunto pela CLACSO e U. ARCIS. Outubro, Santiago.
Os mecanismos de integração regional e sub-regional devem permanecer os principais pontos de referência para a conexão, a cooperação e a complementaridade na América Latina. É previsível que as disputas regionais internas e a crise internacional continuem a dificultar negociações e soluções multilaterais mais amplas. Daí a necessidade de analisar as condições e alternativas, tanto para fortalecer as relações intrarregionais quanto para ajudar a enfrentar os desafios comuns impostos por um mundo com muitas incertezas e reestruturações sistêmicas.
A América Latina e o Caribe abordaram seu processo de integração econômica a partir da década de 1960, passando por fases com pouco progresso e, sobretudo, significativas frustrações: o regionalismo desenvolvimentista "fechado", o regionalismo comercial "aberto" e o regionalismo neodesenvolvimentista "alternativo".
- Os derivados de uma nova estrutura sistêmica exigem análise a partir de uma perspectiva teórica, entre outras, para:
- O impacto de um novo cenário geopolítico global que está levando a reposicionamentos estruturais, mudanças de papéis, disputas inter-hegemônicas e uma redefinição das prioridades dos Estados tanto na região quanto no mundo.
- Um novo perfil do comércio exterior regional devido ao deslocamento relativo da importância dos mercados tradicionais em crise e à maior relevância que os novos mercados emergentes estão ganhando, particularmente na Ásia, que inicialmente impulsionaram uma mudança favorável nos termos de troca para as exportações de matérias-primas (por exemplo, alimentos, energia, minerais), para as quais a América Latina possui competitividade internacional.
-O retorno essencial dos problemas da dívida internacional, do comportamento dos mercados de capitais e da evolução da balança de pagamentos dos países periféricos ao centro das atenções acadêmicas.
-A necessidade de reconhecer que o novo cenário global colocou em questão, com maior ou menor intensidade nas décadas anteriores, o paradigma analítico de "deixar os mercados decidirem".
Os inúmeros precedentes de tentativas de integração regional geraram visões diferentes e até divergentes. Por um lado, levantam-se vozes contra tais laços e cooperação, priorizando os pontos fortes individuais de cada país. Por outro lado, expressam-se opiniões céticas, apontando que a gravidade e a dinâmica altamente incerta da crise atual, cuja manifestação imediata é o alto nível de dependência e as condições impostas pelo elevado endividamento das suas economias, não permitiriam espaço para iniciativas conjuntas, e que qualquer ação regional concertada por parte dos governos poderia mesmo ser prejudicial à reversão da incerteza.
A América Latina e o Caribe enfrentam uma encruzilhada. Visões internacionais sobrepostas e conflitantes, bem como mudanças estruturais, afetam a região. Há uma clara necessidade de analisar e debater alternativas que orientem estrategicamente os modelos de desenvolvimento para suas economias periféricas, expandam as matrizes produtivas, gerem inclusão social e complementem as economias, enfatizando políticas ativas para compensar as assimetrias intra e extrarregionais.
Como se observou, nas últimas décadas essas questões vitais e inevitáveis têm sido abordadas principalmente por meio de mecanismos de mercado. E, claro, isso só se verifica se considerarmos as dimensões econômica e social. No que diz respeito à dimensão política, o problema da falta de continuidade e sustentabilidade das esperanças depositadas nos novos governos tornou-se evidente diante do choque de não se conseguirem alcançar os resultados esperados.
A compreensão da estrutura político-institucional e da governança necessárias na economia e na política deve necessariamente levar a uma discussão sobre o modelo geral de desenvolvimento e integração que os países da América Latina e do Caribe geralmente requerem.
Ainda não superamos o retrocesso no debate acadêmico sobre o processo de integração regional. Com novos governos progressistas, espera-se que possamos retomar o caminho rumo a uma avaliação realista das limitações, desafios e potencial para o desenvolvimento de uma trajetória positiva para a integração regional.
Por ora, é essencial considerar a persistência de posições diferenciadas no campo acadêmico entre aqueles que se inclinam à continuidade de estratégias abertas e à aspiração por uma ligação aberta com os países centrais, em relação àqueles que ponderam a necessidade de uma perspectiva de renovação da arquitetura da integração política, econômica e financeira.
A tarefa prioritária de desenvolver uma plataforma acadêmica para estudar e analisar as condições e alternativas para promover a integração regional foi novamente definida. Simplesmente gerar análises críticas das condições subjacentes não será suficiente; é preciso criar inúmeras oportunidades para analisar e debater diagnósticos e, sobretudo, para desenvolver propostas alternativas.
O desafio é encontrar, de forma realista, um caminho consistente e eficaz a seguir. Para isso, é essencial analisar o percurso já realizado e avaliar os progressos e as limitações das experiências e iniciativas passadas de integração regional. Aprender com a história é crucial para evitar que os enormes descompassos entre sonhos e progressos concretos se repitam na América Latina. O debate voltou a ganhar relevância. Este Grupo de Trabalho pode desempenhar um papel positivo no seu avanço.
*Kan Julián (2015): Integração desde cima. Empresários argentinos frente ao MERCOSUL e à ALCA, Buenos Aires, CICCUS-Imago Mundi.
*Kan Julián (Compilador) (2016): O Não à ALCA dez anos depois. A Cúpula de Mar del Plata e a recente integração latino-americana. Buenos Aires: Editorial da FFyL-UBA.
Marchini J., J., Kupelian, R., Urturi, A., Wierzba, G. (2013). A unidade e integração da América Latina. A sua história, o presente e o foco numa oportunidade sem precedentes. Buenos Aires: CEFID-AR.
*Martins Carlos Eduardo (2013): Os restos da integração e a América do Sul, Buenos Aires: CLACSO.
*Morgenfeld Leandro (2011): Vizinhos em Conflito. Argentina e Estados Unidos nas Conferências Pan-Americanas (1880-1955), Buenos Aires, Peña Lillo / Ediciones Continente.
*Noyola Ariel, Silva Flores Consuelo e Kan Julián (2018) (Coordenadores): América Latina: uma integração regional fragmentada e sem rumo. Buenos Aires: CLACSO, IADE, MEGA2. ISBN 978-956-398-302-9.
*Rapoport Mario e Cervo Amado (2002): O Cone Sul. Uma história compartilhada. Buenos Aires, FCE.
*Rocha V. Alberto (2018): “A integração autônoma da América Latina: o papel relevante da CELAC”, em Globalização Neoliberal em Crise (José Luis Calva, coordenador). Conselho Nacional de Universidades e Universidade de Guadalajara, Cidade do México, México.
*Rocha V. Alberto (2019): “A dimensão político-institucional dos processos de integração da América Latina (2000–2016)”, Anuário Latino-Americano. Ciência Política e Relações Internacionais, Volume 7. Universidade Maria Curie-Sklodowska, Lublin-Polônia.
*Rocha V. Alberto (2019): “A América Latina nas águas turbulentas da multipolaridade da ordem mundial emergente. Política regional e geopolítica (2000-2018), Revista de Sociologia nº 29. Universidade Nacional de San Marcos, Lima, Peru.
*Rocha V. Alberto (2021) (Coordenador): América Latina na ordem mundial emergente do século XXI. Do progresso autônomo à regressão heterônoma. Universidade de Guadalajara, México.
*Silva Flores Consuelo e Martins Carlos Eduardo (2013): Novos cenários de integração na América Latina, Editorial Arcis-CLACSO, Buenos Aires / Santiago do Chile.
*Soler Ricaurte (1980): Ideia e Questão Nacional Latino-Americana. Da Independência à Emergência do Imperialismo. México: Siglo XXI
* 2018. AMÉRICA LATINA. UMA INTEGRAÇÃO REGIONAL FRAGMENTADA E SEM DIREÇÃO. Silva, C.; Kan, J. e A. Noyola (Coordenadores). Co-publicado por CLACSO – MEGA II – IADE. Santiago, Chile.
* SILVA, C. e LARA, C. (2014). Aprofundar a integração financeira regional. Dilemas e desafios atuais, na Revista Nueva Sociedad, nº 250. FF Ebert. Buenos Aires. Abril.
* SILVA, C. E LARA, C. (2014). “Dilemas atuais no aprofundamento da integração regional”. Em Renovação democrática versus neoliberalismo. Rumo ao empoderamento e à inclusão. Consuelo Silva e Claudio Lara, editores. CLACSO – IDEAS – CODESRIA. Buenos Aires. Dezembro.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
1.2 - Organizar a reunião de trabalho anual com os pesquisadores que são membros do Grupo de Trabalho.
Encontro anual de 2023 no Centro Universitário de Ciências Sociais e Humanas da Universidade de Guadalajara.
1.3 - Organizar reuniões para troca de conteúdo de pesquisa entre membros do Grupo e pesquisadores de Centros Membros vinculados ao Grupo.
1.1.2 - Artigos publicados no Boletim “Integração Regional: Uma Análise Crítica”.
1.1.3 - Tópicos definidos para a publicação de um livro anual com o progresso da pesquisa dos membros do Grupo.
1.1.4.- 3 boletins “Integração regional. Uma análise crítica”.
1.2.1.- Reunião anual realizada no CUCSH da Universidade de Guadalajara.
1.2.2 - Declaração emitida pelo Grupo.
1.2.3 - Documento elaborado com um resumo dos tópicos da reunião.
1.2.4 - Intercâmbio gerado entre pesquisadores do Grupo e acadêmicos e estudantes de pós-graduação da CUCSH, Universidade de Guadalajara.
1.2.5 - Livro publicado com os avanços na pesquisa dos membros do Grupo.
1.3.1 - Reuniões realizadas entre os Centros Membros para troca e divulgação de resultados de pesquisa.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
sobre a América Latina e o Caribe, na perspectiva da construção de alternativas para a crise da integração regional.
2. Incentivar a publicação de artigos por membros do Grupo de Trabalho.
2.3. Realizar reuniões com líderes de opinião, políticos e figuras sociais importantes para apresentar análises e propostas elaboradas pelo Grupo de Trabalho.
2.1.2 - Preparação de documentos com os elementos para a construção de propostas alternativas face à crise da integração regional.
2.2.1 - Realizar 4 reuniões por videoconferência para discutir publicamente as propostas preparadas pelo Grupo de Trabalho.
2.2.2 - Elaborar ata com as opiniões e sugestões a serem incorporadas no documento base para a construção de alternativas à crise da integração regional.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
3.2 - Organizar um colóquio com membros do grupo e representantes de organizações sociais do Brasil.
3.3 - Organizar um colóquio com membros do grupo e representantes de organizações sociais do Chile.
3.4 - Ministrar um curso de curta duração no âmbito do II Congresso Internacional de Pensamento e Pesquisa sobre a América Latina / IV Simpósio Internacional Pensando e Repensando a América Latina. Programa de Pós-Graduação em Integração da América Latina.
PROLAM - USP.
3.1.2 - Manual preparado para organizações sociais argentinas.
3.2.1 - Colóquio realizado com membros do Grupo e representantes de organizações sociais brasileiras.
3.2.2 - Manual preparado para organizações sociais brasileiras.
3.3.1 - Colóquio realizado com membros do Grupo e representantes de organizações sociais chilenas.
3.3.2 - Manual preparado para organizações sociais chilenas.
3.4.1.- Curso ministrado no Congresso PROLAM – USP.
3.4.2 - Material de apoio preparado para alunos que frequentam o curso.
3.4.3 - Intercâmbio gerado entre membros do Grupo e acadêmicos e estudantes de pós-graduação do PROLAM - USP.
3.5.1 - Apresentações preparadas pelos pesquisadores do Grupo.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
1.2 - Publicação de artigos e/ou documentos digitais com o conteúdo da pesquisa dos membros.
1.3 - Fazer apresentações em seminários acadêmicos, sociais e políticos em diversos países da América Latina e do Caribe.
1.1.2 - Boletim informativo e seu conteúdo divulgados através do Facebook, Instagram, Twitter, podcasts, vídeos, etc.
1.2.1 - Artigos e/ou documentos digitais promovidos e divulgados em diversas plataformas virtuais, como CLACSO, ALAI, NODAL, Global Research, entre outras.
1.2.2 - Artigos e/ou conteúdo de pesquisa divulgados por meio do Facebook, Instagram, Twitter, podcasts, vídeos, etc.
1.3.1 - Apresentações realizadas nos seguintes eventos:
-. XXV ENEP;
- Reunião Anual da REDEM 2020;
- 8º ENPS;
-. XV JEC Argentina;
- XIII Congresso Internacional de Economia e Gestão
- 12º Congresso da ALACIP.
- Congresso Anual da AMEC.
- Realizar uma atividade conjunta com o Centro Sul (Genebra, Suíça) - modalidade a ser definida.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
2.1.2 - Oficinas a serem realizadas com organizações políticas de diferentes países da América Latina e do Caribe.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
- Revista Textos e Contextos;
-. Revista Argumentum,
Revista Realidade Econômica,
-. Revista Nova Sociedade,
- Cadernos USP,
-. Revista de Estudos Latino-Americanos,
- Revista de Análise e Debate sobre o Caribe e a América Central, entre outras
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
2.2 - Reuniões de apresentação com líderes e membros de centros de estudo, mídia e organizações comunitárias geradas nos primeiros anos do período GT.
-. Porto Rico;
- Paraguai;
-. Argentina;
- Brasil;
- Haiti.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
-. Porto Rico;
- Haiti;
-. Argentina;
Brasil e
-. Paraguai.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
4.2 - Participar nas publicações periódicas dos Programas de Pós-Graduação vinculados ao Grupo.
4.1.2 - Estabelecimento de intercâmbio e realização de debates críticos nos programas de pós-graduação.
4.2.1 - Artigos e/ou documentos de trabalho elaborados sobre o debate crítico das limitações das políticas públicas neoliberais.
Número total de pesquisadores admitidos: 40
NÃO
México
Centro Universitário de Ciências Sociais (CUCSH) da Universidade de Guelph
México
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
Centro de Análise e Divulgação da Economia Paraguaia
Paraguai
Departamento de Ciências Sociais
Centro Universitário Regional da Costa Norte
Universidade da República
Uruguai
Centro Universitário de Ciências Sociais e Humanas
Universidade de Guadalajara
México
Universidade Central da Venezuela
Venezuela
Centro de Estudos da Realidade Econômica e Social
Bolívia
Centro de Pesquisa sobre a América Latina e o Caribe
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Instituto Argentino para o Desenvolvimento Econômico
Argentina
Faculdade de Economia
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Instituto de Estudos Estratégicos para o Desenvolvimento Humano
Sociedade Educacional para o Desenvolvimento Humano
Chile
Programa de Pós-Graduação em Economia Política Internacional
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Brasil
Escola de Estudos Internacionais, Campus de Zhuhai, Universidade Sun Yat-sen, China
China
ESCOLA SUPERIOR DE PROPAGANDA E MARKETING
Brasil
ESPM-POA
Brasil
Instituto de Estudos Estratégicos para o Desenvolvimento Humano
Sociedade Educacional para o Desenvolvimento Humano
Chile
Universidade Federal de Integração Latino-Americana (UNILA)
Brasil
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Azcapotzalco
México
Centro de Pesquisa e Gestão da Economia Solidária
Argentina
Observatório Financeiro
Equador
UNIVERSIDADE DE LA PLATA
Argentina
Faculdade de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional
Costa Rica
Instituto de Estudos Latino-Americanos
Universidade de Estocolmo
Suécia
Unidade de Pós-Graduação
Faculdade de Ciências Sociais
Universidad Nacional Mayor de San Marcos
Peru
Centro Universitário de Ciências Sociais e Humanas
Universidade de Guadalajara
México
Faculdade de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional
Costa Rica
ISEPCI
Argentina
Instituto de Relações Internacionais – Campus Darcy Ribeiro, Brasília.
Brasil
Faculdade de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional
Costa Rica
CARTAGENA UNIVERSITÁRIA
Colômbia
Centro de Pesquisa e Projetos Especiais, CIPE. Universidade Externado da Colômbia
Colômbia
PAPDA
Haiti
Centro de Pesquisa sobre a América Latina e o Caribe
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Programa de Pós-Graduação em Políticas Sociais
Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas
Universidade Federal do Espirito Santo
Brasil
Universidade de Ciências Humanas e Tecnologias de Lisboa, de língua portuguesa
Portugal
Centro Universitário de Ciências Sociais e Humanas
Universidade de Guadalajara
México