Campo Temático: Epistemologias do Sul e Decolonialismo
Grupo de trabalhoEpistemologias do Sul
[+ Ver produções e conteúdo]Centro de Estudos Sociais
Faculdade de Economia
Universidade de Coimbra
Portugal
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
Com a Conferência de Bandung de 1955 — que reuniu vinte e nove estados independentes da África e da Ásia e da qual nasceu o Movimento dos Não Alinhados — a luta pela autodeterminação dos povos em situações coloniais entrou em uma nova etapa. Central a esse processo foi a identificação, em Bandung, da linha que alimenta o imperialismo, um conceito fundamental para a compreensão dos abismos que continuam a marcar nossa época, ao mesmo tempo que chama a atenção para o poder das experiências no que antes chamávamos de "Terceiro Mundo" e hoje de "Sul" ou "Sul Global". O Sul é definido por Boaventura de Sousa Santos não como uma localização geográfica, mas como uma metáfora para o sofrimento, que se desenrola em ambos os lados desse abismo. O autor escreve:
A linha abissal é a linha divisória radical entre seres plenamente humanos e seres subumanos: a naturalização mais radical das hierarquias sociais nos tempos modernos. Essa linha está no cerne da expansão colonial europeia. O colonialismo e o patriarcado foram reconfigurados para operar como regimes privilegiados de subumanização. (2022: 17)
Como Fanon enfatizou em Os Condenados da Terra, foram as lutas pela emancipação política, cultural e econômica que transformaram os colonizados em sujeitos políticos. Thiong'o, em seu livro Descolonizando a Mente (1981), já havia escrito:
O verdadeiro objetivo do colonialismo era controlar a riqueza dos povos. [...] Mas sua área de dominação mais significativa era o universo mental dos colonizados; o controle, por meio da cultura, de como as pessoas se percebiam e sua relação com o mundo. O controle político e econômico não pode ser total ou eficaz sem a dominação das mentes. (2015, p. 49).
Ao definir a mente como a única fonte de conhecimento, o corpo é apagado de sua própria história, limitando nossa compreensão da questão colonial no presente. Como demonstra Boaventura de Sousa Santos em *O Fim do Império Cognitivo*, a justiça global só pode existir por meio de uma transformação epistemológica que garanta a justiça cognitiva global.
Nesse sentido, as epistemologias do Sul são fundamentais. Como aponta Boaventura de Sousa Santos, pensar e conhecer a partir do Sul Global dá primazia à produção e validação de saberes ancorados nas experiências de resistência de todos os grupos sociais que foram sistematicamente vítimas da injustiça, opressão e destruição causadas pelo capitalismo, colonialismo e patriarcado (Santos, 2018, p. 19).
A proposta das Epistemologias do Sul, formulada desde os anos 2000, visa nomear e destacar o saber ancestral e contemporâneo detido por grupos sociais que resistem à dominação eurocêntrica moderna. Concebem a ciência moderna como um tipo de saber válido (e valioso), mas não como o único; e insistem na possibilidade de interconhecimento e tradução intercultural. As Epistemologias do Sul sustentam que a dominação moderna é constituída não apenas pelo colonialismo, mas também pelo capitalismo e pelo patriarcado. Estudos críticos sobre as formas contemporâneas de opressão têm dado origem a reflexões e práticas intelectuais, políticas e estéticas bastante divergentes, mas com múltiplas semelhanças que são importantes de (re)conectar. De fato, apesar de uma aparente fragmentação, observamos ao longo de 20219-2022 que o objetivo da postura crítica das Epistemologias do Sul é o que poderíamos chamar de entrelaçamento de histórias e concatenação de mundos, ou seja, de ecologias do saber. Contudo, identificamos duas fragilidades que pretendemos superar. Por um lado, e seguindo o trabalho do Grupo de Trabalho, pretendemos que o Grupo de Trabalho sobre Movimentos Sociais realize pesquisas com (e não sobre) pessoas e movimentos sociais, com base em casos empíricos. Por outro lado, esse debate exige traduções ricas e contextuais. Essas traduções interculturais e interpolíticas são fundamentais para gerar conhecimento baseado na solidariedade e nascido das lutas, em vez de importar ferramentas conceituais que nem sempre fazem jus à singularidade das múltiplas realidades que compõem o Sul Global.
O objetivo central do Grupo de Trabalho para 2023–2025 é desenvolver uma concepção do contexto mais amplo para apreender o significado intelectual e político dos múltiplos contextos que caracterizam o Sul Global, que é epistêmico e não geográfico. Para entender a complexidade da modernidade eurocêntrica, é essencial compreender os três principais modos contemporâneos de dominação (e suas articulações): capitalismo, colonialismo e patriarcado (Luxemburgo, 2003; Lênin, 1977; Mariátegui, 2009; Nkrumah, 1965; Harvey, 2003, 2005). Esses modos (e suas inter-relações) assumiram diferentes formas ao longo do período moderno, mas estão intrinsecamente interligados, pois nenhum deles pode existir sem os outros (Santos, 2014). Tanto o colonialismo quanto o patriarcado existiam antes do capitalismo, mas foram reconfigurados à medida que se tornaram partes integrantes da dominação moderna (Loomba, 2002 e Meneses, 2018). Desde então, os três principais modos de dominação têm operado em estreita articulação em escala global. Essa articulação varia de acordo com a região e o período histórico. Uma das principais características do colonialismo moderno é a relação íntima entre capital e propriedade. Por exemplo, a propriedade da terra constitui uma parte central das narrativas coloniais fundacionais, sustentando e naturalizando a posse e a ocupação. Para Brenna Bhandar (2018: 3), “se a propriedade da terra era (e ainda é) o objetivo final do poder colonial, então os direitos de propriedade são o principal meio de realizar esse desejo”. Outra razão para essa articulação estrutural reside no fato de que o trabalho social gratuito que sustenta a dominação capitalista, baseado no princípio da igualdade formal dos seres humanos, não pode se sustentar como um pilar das formações sociais modernas sem a copresença de trabalho social altamente desvalorizado e não remunerado. Essas duas últimas formas de trabalho social são fornecidas por seres humanos ontologicamente degradados, sejam corpos racializados ou sexualizados. Esses corpos são o domínio do colonialismo e do patriarcado. São o domínio da subumanidade, a zona do não-ser, como Fanon (1952) as denominou. Consequentemente, não há capitalismo sem colonialismo e patriarcado. Para o período de 2023-2025, o Grupo de Trabalho pretende concentrar sua atenção nas formas contemporâneas de opressão, atentando para as especificidades dos contextos onde e como essas formas de opressão ocorrem: racismo, xenofobia, violência contra a mulher, trabalho escravo, internamento e deportação de imigrantes e refugiados, grilagem de terras, expulsão em massa de comunidades camponesas em nome do desenvolvimento e megaprojetos e seus impactos na crise ambiental.
A estratégia proposta pelo Grupo de Trabalho atribui grande importância à indeterminação e ao movimento, para além do capitalismo contemporâneo, do colonialismo e do patriarcado (Castro-Gómez e Grosfoguel, 2007; Federici, 2018). Mas também propõe que o Sul Global é, antes de tudo, uma relação não apenas externa e objetiva, mas também interna e subjetiva (Glissant, 1997; Dussel, 2002; Santos, 2014), permitindo a reflexão sobre o nosso futuro comum (Krenak, 2020). Essas afirmações materializam-se por meio de uma articulação tensa e crítica de diversas disciplinas acadêmicas no âmbito do Grupo de Trabalho: história, filosofia, sociologia, antropologia, literatura, estudos culturais, entre outras.
Castro-Gómez, Santiago, Grosfoguel, Ramón (eds.) (2007), A virada decolonial. Reflexões para uma diversidade epistêmica além do capitalismo global. Bogotá: Pontifícia Universidade Javeriana / Siglo del Hombre.
Dussel, Enrique D. (2002), “Sistema-mundo e modernidade 'trans'”. Nepantla. Vistas do Sul 2 (3): 221-245
Federici, Silvia (2018), Reencantando o mundo: Feminismo e a política dos bens comuns. Oakland, CA: Kairos/PM Press.
Glissant, Édouard (1997), Poética da Relação. Ann Arbor: University of Michigan Press.
Harvey, David (2003), O Novo Imperialismo. Nova Iorque: Oxford University Press.
Harvey, David. (2005). Uma Breve História do Neoliberalismo. Nova Iorque: Oxford University Press.
Krenak, Ailton (2020), O amor não está à venda. São Paulo: Companhia das Letras.
Lenin, Vladimir I. (1977), Imperialismo, o Estágio Superior do Capitalismo. Moscou: Editora Progresso.
Loomba, Ania (2002), Colonialismo/Pós-colonialismo. Londres: Routledge.
As Epistemologias do Sul, termo cunhado por Boaventura de Sousa Santos, visam apresentar e debater o saber produzido no Sul Global, fornecendo uma base para a reflexão sobre a transformação social em nossos tempos. Em outras palavras, por meio do estudo das diversas possibilidades reveladas pelas Epistemologias do Sul, o objetivo teórico e metodológico deste Grupo de Trabalho é superar o modelo eurocêntrico característico do pensamento moderno, ou seja, o pensamento abissal.
Conhecer a partir do Sul Global e com o Sul Global exige uma orientação política, pedagógica e epistêmica distinta, pré-requisito para o pensamento pós-abissal. O Sul Global, tema central deste curso, busca reconhecer e validar o conhecimento produzido pelos oprimidos, por mulheres e homens que sofreram e continuam a sofrer injustiça, opressão, dominação e exclusão causadas pelo capitalismo, colonialismo e heteropatriarcado. As epistemologias do Sul, como metáfora da exclusão, do silenciamento e da destruição de povos e sistemas de conhecimento, buscam dar forma ao saber e às experiências do Sul Global. O diálogo entre todos os participantes deste curso visa desenvolver debates sensíveis ao contexto e relevantes para as tradições intelectuais e as realidades teóricas, empíricas e culturais do Sul Global. O objetivo comum dos participantes deste curso é desmarginalizar o Sul Global em relação ao conhecimento "moderno e eurocêntrico", garantindo que as chamadas margens deixem de ter espaço e, assim, que o conhecimento produzido pelo Sul Global seja parte integrante de um mundo com diversos centros de (re)produção de conhecimento.
As lutas pelo reconhecimento de outras ontologias como uma afirmação política buscam expandir um imaginário social potencialmente descolonizador; um imaginário no qual outras realidades — para além das narrativas eurocêntricas — são articuladas de forma tendenciosa e horizontal; onde o reconhecimento de outras formas de vida e existência é pré-requisito para a (re)existência contínua de atores até então silenciados e invisíveis. A tarefa é levar esse desafio a sério e (re)aprender a pensar com as pessoas do mundo envolvidas nas lutas por uma vida melhor. A tarefa é aprender (ética, política e epistemologicamente) a afirmar realidades plurais no processo de construção.
O Sul Global pluralista, construído sobre essas premissas, incorpora uma diversidade de histórias e experiências de luta que são importantes para compreender e reconhecer em solidariedade, como formas de afirmar outras maneiras de ser e existir no mundo. As diversas aulas explorarão as afinidades, divergências, complementaridades e contradições entre diferentes formas de conhecimento, como forma de maximizar a solidariedade e a eficácia das lutas contra a opressão, que encontram expressão na utopia de um mundo pós-abissal.
Com foco na promoção de diálogos interdisciplinares Sul-Sul, este projeto busca documentar e interpretar a resistência ao colonialismo, ao capitalismo e ao heteropatriarcado em nossas sociedades. Simultaneamente, visa estudar o Sul Global em toda a sua diversidade — um Sul que metaforicamente representa um vasto campo de inovação econômica, social, cultural e política de crescente diversidade, no qual os diálogos entre diferentes formas de conhecimento refletem as condições da pluriversalidade.
Pesquisadores, de diversas perspectivas geopolíticas e epistêmicas, exploram as condições para o diálogo horizontal entre diferentes formas de conhecimento, para ecologias do saber. Esses diálogos refletem as inovações que ocorrem em países e regiões do Sul Global. Essa abordagem exigente pressupõe a disposição para o reconhecimento mútuo, a compreensão intercultural, a convergência política e ideológica, o respeito à identidade e a valorização da diversidade, como condições para um diálogo mais democrático no Sul Global.
Construir conhecimento a partir das epistemologias do Sul exige metodologias de trabalho diferentes. Aprender com o próprio Sul, em sua diversidade, significa ir além do conhecimento acadêmico convencional. Construir diálogos entre diferentes formas de saber e lutas busca dar visibilidade aos povos e grupos sociais cujas práticas se fundamentam nesse saber. Somente assim será possível desenvolver narrativas alternativas que desafiem a impossibilidade de considerar a diferença (sexual, étnica, racial, de classe, de casta, religiosa, etc.) em conjunto com a igualdade, a íntima conexão entre o local e o global, e os projetos de outras economias e outras sociedades políticas.
Mapear, apresentar e discutir uma variedade de metodologias de trabalho ancoradas no corpo de conhecimento desenvolvido a partir das perspectivas das Epistemologias do Sul, privilegiando a ecologia do saber e as possibilidades de tradução intercultural entre saberes nascidos em lutas, tornam-se aspectos centrais da nossa GT.
Bidaseca, Karina (2022), Antologia Feminista Decolonial. Buenos Aires: El Mismo Mar.
Cesaire, Aimé (1955). Discurso sobre o colonialismo. Paris: Presença Africaine.
Faria, Ivani (2017), Metodologias Participantes e saberes indígenas na Amazônia: propostas interculturais de autonomia. Manaus, não prelo.Gomes, Nilma Lino (2012). “Movimento negro e educação: ressignificando e politizando a raça.” Educação e Sociedade, Campinas, 33 (120): 727-744. www.scielo.br/pdf/es/v33n120/05.pdf
Mahmood, Saba (2006). “Teoria feminista, agência e sujeito libertador: algumas reflexões sobre o renascimento islâmico no Egito”, Revista Etnográfica, Vol.
Meneses, Maria Paula (2018), “Colonialismo como Violência: a 'Missão Civilizadora' de Portugal em Moçambique”, Revista Crítica de Ciências Sociais, número especial, 115–140. DOI: https://doi.org/10.4000/rccs.7741
Santos, Boaventura de Sousa (2018) “Introdução às epistemologias do sul”, em Construindo as epistemologias do sul - Por um pensamento alternativo das alternativas. Buenos Aires, CLACSO.
Disponível em http://biblioteca.clacso.edu.ar/clacso/se/20181203040213/Antologia_Boaventura_Vol1.pdf [este texto também existe em português, estando disponível em http://biblioteca.clacso.edu.ar/clacso/se/20181203044407/Antologia_Boaventura_PT1.pdf]
Rufer, Mario (2018), "Memória como profanação e como perda", A contracorriente, 15 (2), 149-166.
Santos, Boaventura de Sousa (2018) “Aula 2 - Construção de diálogos entre saberes das epistemologias do Sul”, in Na Oficina do Sociólogo Artesão: Salas de Aula 2011-2016. São Paulo: Cortez Editora.
Tzul Tzul, Gladys (2017), Sistemas de governança comunitária indígena: a organização da reprodução da vida, disponível em https://horizontescomunitarios.wordpress.com/2017/01/16/apantle1/
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
2. Planejamento de ações de estudo, diálogo com movimentos sociais e forças da sociedade civil para 2023-2025
3. Planejamento de atividades de formação científica e política (seminários e cursos online para 2023-2025)
2. Grupo de trabalho para planejar a revista
3. Planejar os escritórios da Universidade Popular dos Movimentos Sociais para 2024 e 2025;
4. Divulgar o plano de atividades de cada ano utilizando as ferramentas de divulgação e comunicação da CLACSO em diversos formatos e plataformas, para incluir mais pessoas e opiniões no debate sobre o Sul epistêmico.
2. Dar continuidade à publicação de livros digitais na Coleção dos Grupos de Trabalho da CLACSO.
3. Criar uma revista online “Epistemologias do Sul” em três idiomas, para continuar a divulgar o trabalho do Grupo de Trabalho e expandir os debates situados sobre os Suls não imperialistas e o potencial e os limites da tradução intercultural.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
2. Divulgação dos principais desafios abordados pelos participantes da GT
2. Formação metodológica específica através de cursos online de curta duração sobre ES como abordagem metodológica.
2. Divulgação e comunicação das atividades e iniciativas da rede ES em diversos formatos e plataformas (escrita, artística, oral).
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
(http://www.universidadepopular.org/site/pages/pt/em-destaque.php)
2. Promoção de espaços de diálogo online sobre os principais temas da GT – dominação capitalista, colonial e patriarcal – com membros da sociedade civil, movimentos sociais, acadêmicos, artistas, etc.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
2. Repensar o futuro da GT em termos de atividades de formação, pesquisa e intervenção política
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
2. Diálogos com outras GTs que abordam temas convergentes
2. Equipe editorial da revista e funcionamento da revista
1. Divulgar o plano de atividades de 2024 utilizando as ferramentas de divulgação e comunicação da CLACSO em diversos formatos e plataformas, para incluir mais pessoas e opiniões no debate sobre o Sul epistêmico.
2. Funcionamento da revista online “Epistemologias do Sul” em três idiomas, para dar continuidade à divulgação do trabalho do GT e ampliar os debates situados sobre os Suls não imperialistas e o potencial e os limites da tradução intercultural.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
3. Divulgação dos principais temas discutidos pelos participantes do Grupo de Trabalho
2. Formação metodológica específica através de cursos online de curta duração sobre ES como abordagem metodológica.
2. Divulgação e comunicação das atividades e iniciativas da rede ES em diversos formatos e plataformas (escrita, artística, oral).
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
(http://www.universidadepopular.org/site/pages/pt/em-destaque.php)
2. Estabelecimento de um escritório físico da UPMS na Espanha (1º semestre de 2024) e outro em um país da América Latina (2º semestre de 2024)
3. Promoção de espaços de diálogo online sobre os principais temas da GT – dominação capitalista, colonial e patriarcal – com membros da sociedade civil, movimentos sociais, acadêmicos, artistas, etc.
2. Divulgação de vídeos curtos com depoimentos dos participantes nos escritórios.
3. Divulgação de vídeos de espaços de diálogo, com participantes de diversos contextos no Sul Global.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Adicionar mais colegas e suas instituições ao longo deste ano e em 2025.
2. VII Congresso de Estudos Pós-Coloniais e IX Conferência sobre Feminismo Pós-Colonial
2. Expansão do grupo para incluir jovens pesquisadores e novos temas.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
2. Identificar temas consolidados e emergentes a serem abordados nas publicações e treinamentos do Grupo de Trabalho;
3. (Re)pensando o futuro da GT
2. Funcionamento da revista online “Epistemologias do Sul” em três idiomas, para dar continuidade à divulgação do trabalho do GT e ampliar os debates situados sobre os Suls não imperialistas e o potencial e os limites da tradução intercultural.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
2. Divulgação dos principais desafios abordados pelos participantes da GT
2. Formação metodológica específica através de cursos online de curta duração sobre ES como abordagem metodológica.
2. Divulgação e comunicação das atividades e iniciativas da rede ES em diversos formatos e plataformas (escrita, artística, oral).
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
(http://www.universidadepopular.org/site/pages/pt/em-destaque.php)
2. Promoção de espaços de diálogo online sobre os principais temas da GT – dominação capitalista, colonial e patriarcal – com membros da sociedade civil, movimentos sociais, acadêmicos, artistas, etc.
2. Divulgação de vídeos curtos com depoimentos dos participantes nos escritórios.
3. Divulgação de vídeos de espaços de diálogo, com participantes de diversos contextos no Sul Global.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
2. Participação na X Conferência CLACSO.
2. Repensar o futuro da GT em termos de atividades de formação, pesquisa e intervenção política
Número total de pesquisadores admitidos: 45
Centro de Estudos Sociais
Faculdade de Economia
Universidade de Coimbra
Portugal
Centro de Pesquisa Interdisciplinar em Ciências e Humanidades
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
Centro de Estudos Sociais
Faculdade de Economia
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Portugal
Centro de Estudos Sociais
Faculdade de Economia
Universidade de Coimbra
Portugal
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
Universidade Pablo de Olavide
Espanha
Universidade Eduardo Mondlane, Moçambique
_Outros
Toulouse
Brasil
Universidade de Sevilha
Espanha
Universidade Brown
Estados Unidos
Centro de Pesquisa e Estudos Superiores em Antropologia Social
Membro do Sistema de Centros Públicos de Pesquisa do CONACyT
México
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
Faculdade de Educação
Universidade Federal de Minas Gerais
Brasil
Centro de Estudos Sociais
Faculdade de Economia
Universidade de Coimbra
Portugal
Centro de Estudos Sociais
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Universidade de Coimbra
Portugal
Centro de Estudos Sociais
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Universidade de Coimbra
Portugal
Centro de Pesquisa Interdisciplinar em Ciências e Humanidades
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Universidade Ixil
Guatemala
Grupo de Pesquisa STAND (Rede de Ação e Treinamento do Sul para a Descolonialidade)
Espanha
Kenyon College
Estados Unidos
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Universidade de Coimbra
Portugal
Centro de Estudos Sociais Amílcar Cabral
Guiné-Bissau
Grupo de Pesquisa STAND (Rede de Ação e Treinamento do Sul para a Descolonialidade)
Espanha
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Brasil
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Brasil
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Brasil
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Brasil
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Espanha
Centro de Estudos Sociais
Faculdade de Economia
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Faculdade de Economia
Universidade de Coimbra
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Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
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Argentina
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
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Faculdade de Economia
Universidade de Coimbra
Portugal
Programa de Doutorado em Ciências Humanas
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Nacional de Catamarca
Argentina
Universidade de Cabo Verde
_Outros
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Universidade de Sevilha
Espanha
Universidade de Sevilha
Espanha
Universidade Eduardo Mondlane, Moçambique
_Outros
Centro de Estudos de Sociedades em Desenvolvimento.
India
Universidade de Valle, Grupo de Pesquisa em Educação Popular, Escola de Educação, Cultura e Comunidade da Faculdade de Educação e Pedagogia
Colômbia
Fundação Universidade Federal da Grande Dourados
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Federal da Grande Dourados
Brasil
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
Centro de Estudos Sociais
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