Área temática: Reconfigurações do trabalho no mundo atual: sujeitos, organizações e processos
Grupo de trabalhoConfigurações de trabalho, produção e serviços, novos sujeitos de trabalho
[+ Ver produções e conteúdo]Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Departamento de Sociologia
Universidade Federal do Paraná
Brasil
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Iztapalapa
México
O Grupo de Trabalho apresentado por Marcela Adriana Hernández Romo e María Aparecida Da Cruz Bridi à X Chamada para a continuação do Grupo de Trabalho da CLACSO intitula-se "Trabalho, configurações produtivas e de serviços e novos sujeitos do trabalho". E trata-se de uma continuação do grupo "Trabalho, modelos de produção e atores sociais"? coordenado por Cecilia Senén González e Antonio Aravena Carrasco. As origens deste Grupo de Trabalho são antigas e remontam à Comissão CLACSO sobre Movimentos Trabalhistas (1998), que mais tarde se tornou o Grupo de Estudos sobre "Trabalho, sujeitos e organizações trabalhistas". (referência direta do nosso grupo) (retirado do GT anterior). Em outras palavras, os pesquisadores deste GT têm trabalhado ativamente na consolidação do grupo há mais de 20 anos. Os membros do GT impulsionaram e consolidaram a institucionalização dos Estudos do Trabalho em seus diferentes países de origem, inovando e gerando pesquisas com novas abordagens teórico-metodológicas para abordar processos e temas emergentes do trabalho. Essa trajetória levou ao desenvolvimento de uma sociologia do trabalho na América Latina. Isso fica evidente na criação de programas de pós-graduação, associações em diversos países e no desenvolvimento de redes científicas e periódicos acadêmicos. A GT se destacou por sua conexão com as diferentes Associações, formando sua própria GT dentro delas. Por exemplo, dentro da Associação Latino-Americana de Sociologia (ALAS), foi criado o GT17 sobre Trabalho e Reestruturação Produtiva, assim como a Associação de Estudos Latino-Americanos (LASA). Em uma escala mais global, espaços também se abriram para o tema do trabalho, como no Comitê de Pesquisa 30? Sociologia do Trabalho, ou Comitê de Pesquisa 44 - Movimentos Trabalhistas da Associação Internacional de Sociologia (ISA). Alguns membros do grupo fazem parte disso e realizam a produção de conhecimento e abordam os problemas relacionados ao que é feito na América Latina e no Caribe. Ao mesmo tempo, fundaram a Associação Latino-Americana de Estudos do Trabalho (ALAST), uma organização de referência em questões trabalhistas. Buscaremos coordenar com a GT em ligações, seminários e reuniões com a ALAST, a Associação Brasileira de Engenharia e Tecnologia (ABET), a Associação Argentina de Engenharia e Tecnologia (ASET), a Associação Mexicana de Engenharia e Tecnologia (AMET) e a Associação Colombiana de Engenharia e Tecnologia (ACET). A publicação do Tratado Latino-Americano de Sociologia do Trabalho em 2000 (De la Garza), obra que reúne os pesquisadores latino-americanos mais representativos na área de estudos do trabalho, marca e explica a consolidação dos estudos trabalhistas em nossa região. A criação de periódicos como o "Revista Latino-Americana de Estudos do Trabalho (RELET)" e o "Revista do Trabalho" Publicadas no México e patrocinadas pela OIT, essas obras testemunham o desenvolvimento e servem de referência para pesquisas sobre o trabalho. Os membros do grupo abordam as questões trabalhistas a partir das perspectivas da economia, da sociologia e das relações trabalhistas. Eles retornam à história econômica e à ciência política. Em diversos países da nossa região, observam-se avanços importantes na pesquisa sobre o trabalho, que têm sido acompanhados por debates relacionados aos fundamentos dos estudos trabalhistas. Esses fundamentos encontram-se nos membros da GT que estão comprometidos com o processo de desenvolvimento e com o destino dos trabalhadores, vinculados às configurações produtivas, às relações trabalhistas e sindicais e aos movimentos operários, contextualizados no modelo de desenvolvimento de cada país. Os seminários realizados com o apoio da CLACSO nos últimos 20 anos demonstram a relação de colaboração nas contribuições científicas e de divulgação materializadas nas seguintes publicações: Neffa, De la Garza e Muñiz Terra (2009) "Trabalho, Emprego, Qualificações Profissionais, Relações Laborais e Identidades Laborais", na qual participam 19 membros do Grupo de Trabalho de 7 países; Enrique de la Garza, Julio César Neffa (2010) "Modelos de Trabalho e Produção na América Latina", publicação que reúne oito membros do grupo de cinco países; Juan Carlos Celis Ospina (2014) "Reconfiguração das Relações entre Estado, Sindicatos e Partidos na América Latina", obra que reúne 23 membros do Grupo de Trabalho de 9 países da nossa região; Cecilia Sénen e Antonio Aravena "Agendas Laborais na América Latina" (em processo de edição). Publicações – para citar apenas algumas – que são resultado dos seminários convocados pela GT com seus diferentes nomes e coordenadores, mas sob o mesmo interesse e compromisso com os processos de desenvolvimento e o futuro dos trabalhadores. A amplitude dos temas e questões abordados pelos pesquisadores do grupo demonstra sua natureza multidisciplinar. Até o momento, no século XXI, houve uma mudança de regimes políticos na América Latina, com o ano 2000 marcado pela ascensão de governos progressistas. Subsequentemente, a ascensão ao poder de coligações de direita, bem como de governos populistas, reinstaurou critérios e políticas neoliberais no domínio do trabalho e da segurança social, conduzindo a uma maior precariedade. Parece que o retorno de governos de esquerda em alguns países (progressistas) é mais uma vez um fator, levantando questões sobre a direção das políticas econômicas e trabalhistas na região e nos obrigando a questionar se a precariedade veio para ficar, independentemente do regime político no poder. Outro tema importante a continuar investigando tem a ver com os modelos econômicos de desenvolvimento na América Latina e no Caribe (manufatura extrativa ou voltada para a exportação). Nesse sentido, é importante analisar e explicar as configurações de produção de manufatura e serviços, por um lado, resultantes das estratégias de descentralização e terceirização de grandes corporações, juntamente com a 4ª. revolução industrial. Por outro lado, existe a predominância de serviços no nosso continente, onde a maioria da população trabalha no setor de serviços e na informalidade, com salários baixos e precários. A esses problemas soma-se a pandemia que, juntamente com a doença que causou, a Covid-19, e o encerramento de atividades não essenciais, interrompeu o mundo do trabalho e das ocupações, dando origem a novas e variadas formas de trabalho (por exemplo: trabalho em plataformas digitais), bem como a novas relações laborais. Isso coloca no centro do debate o papel do Estado, os sindicatos e seu papel como interlocutores nas relações trabalhistas, bem como as configurações produtivas e de serviços. À luz do exposto, é importante dar continuidade e incentivar o trabalho colaborativo entre pesquisadores da área trabalhista na América Latina e no Caribe. A atuação da GT lançará iniciativas ligadas à produção e circulação de conhecimento, bem como à coordenação com associações profissionais, organizações sociais e políticas e sindicatos. Nesse contexto, o objetivo é fortalecer os vínculos com as áreas e os grupos de trabalho da CLACSO. Persiste o interesse em promover a integração de novos pesquisadores jovens, uma vez que representam a nova geração de acadêmicos do mundo do trabalho. O plano de trabalho baseia-se em quatro diretrizes: 1. seminários com temas específicos por ano, 2. A publicação de livros como resultado dos seminários em curso sobre os temas acordados, juntamente com a divulgação dos resultados aos diferentes atores e instituições (sindicatos, ONGs, associações, etc.), 3. A realização de seminários e cursos/workshops para sindicalistas e funcionários, e, 4. A participação colaborativa com grupos de trabalho que atuam em temas semelhantes resultará das sinergias que estabelecermos em conjunto em torno dos temas que temos interesse em desenvolver.
Aravena, Antonio (2018) A evolução do trabalho no Chile: capitalismo neoliberal e flexibilidade laboral, Revista Trabajo –OIT, Cidade do México.
Carrillo, Jorge (2014) De que maquila você está falando? Reflexões sobre as complexidades da indústria maquiladora no México. Frontera Norte, vol. 26, edição especial 3.
Castro, Luis Fernando; Peredo, Samuel e Aillon, Tania (2012) “A luta do MAS pela hegemonia dentro da COB na Bolívia”. Trabalho apresentado no Seminário CLACSO, 2 a 4 de maio. La Paz.
Cardoso, Adalberto (2013) Ensaios de Sociologia do Mercado de Trabalho. Rio de Janeiro: Editorial, FGV, ISBN: 978-85-225-1297-3
Celis, Juan Carlos (2014) Reconfiguração das relações de trabalho entre Estado, sindicatos e partidos na América Latina, editado pela CLACSO e Escola Nacional de Sindicatos, Colômbia.
CEPAL, FAO, ONU Mulheres, PNUD, OIT (2013): Trabalho decente e igualdade de gênero. Políticas para melhorar o acesso e a qualidade do emprego das mulheres na América Latina e no Caribe.
Del Bono, Andrea (2007) Experiências de trabalho e significados do trabalho: agentes telefônicos de call centers para serviços de exportação, CEIL-CONICET.
De la Garza, Enrique (2018) A metodologia configuracionista para pesquisa, Gedisa/UAM-I, México.
De la Garza, E., Hernández, M. (2021) (Coords) Configurações produtivas e circulatórias em serviços e trabalho não clássico: fundamentos teóricos e estudos de caso.
De la Garza, Enrique (2016) Estudos do trabalho na América Latina: origens, desenvolvimento e perspectivas, Editora Anthropos, UAM, Barcelona, México.
De la Garza, Enrique (1999) Os desafios teóricos dos estudos do trabalho rumo ao século XXI, CLACSO, Argentina.
De la Garza, Enrique (2021) (coord.) Crítica da razão neocolonial. UAM/UMEST/CONICET/CLACSO.
De la Garza, E. & Neffa, J. (2010) (organizadores) Trabalho e modelos produtivos na América Latina: Argentina, Brasil, Colômbia, México e Venezuela após as crises do modelo de desenvolvimento neoliberal. CLACSO.
De la Garza, E. & Neffa, J. (2010) (coords.) Trabalho, identidade e ação coletiva. UAM-I/Plaza y Valdés/CLACSO.
García, Armida e Maza, Octavio (2019): A evolução do setor têxtil na região centro-oeste do México: “Da oficina de costura aos tianguis”. Revista Trabalho e Sociedade. Nº 32, verão de 2019. Págs. 413-429.
Hernández, Marcela (2012) Estratégias de negócios de subcontratação internacional: a influência das configurações culturais e subjetivas, México, Plaza y Valdés, 2012.
Lemus, Leslie (2015) Emergência e desenvolvimento da questão da juventude na Guatemala: elementos para discussão. Série de Documentos de Trabalho da Rede de Pós-Graduação, nº 53, CLACSO.
Leite, Marcia, Iranzo, Consuelo e Senén, Cecilia (2015) A título de introdução. Políticas trabalhistas na América do Sul no século XXI, Cuadernos del CENDES, vol.32, Nº89, maio-agosto, Venezuela.
Lucena, Héctor (2018) Legado da Revolução Bolivariana para o Mundo do Trabalho e seu Futuro que se Recusa a Morrer, Revista do Trabalho, OIT. México
Neffa, Julio César (2003) Trabalho humano. Contribuições para o estudo de um valor que permanece, CEIL-PIETTE/CONICET.
Pineda, Javier (2011) Qualidade do trabalho: abordagens teóricas e estimativa de um índice composto, Ensaios sobre Política Econômica, Vol. 29, No. 65, pp. 60-105.
Quiñones, Mariela, Marcos Supervielle (2005) Gestão da cultura organizacional e práticas de recursos humanos em bancos multinacionais espanhóis, na Revista Galena de Economía, vol.14, Nº1 e 2.
Ramalho, José Ricardo; Véras de Oliveria, Roberto (2015) Desenvolvimento, territórios produtivos, trabalho e conflito social In Revista Pós-Ciências Sociais. , v.12, 11
Senén, Cecilia e D'Urso, Lucila (2018) ): Relações laborais na Argentina logo após o kirchnerismo (2003-2015): entre a participação e o retrocesso union, Revista Tempo Social, USP
O Grupo de Trabalho aqui apresentado denomina-se "Trabalho, configurações produtivas e de serviços e novos sujeitos do trabalho" e, conforme indicado no ponto 2 da proposta, dá continuidade ao grupo "Trabalho, modelos produtivos e atores sociais". com um nome diferente. Conforme descrito no desenvolvimento deste documento, os temas e problemas abordados em relação ao trabalho são diversos e respondem a contextos específicos. A forma de abordá-los é através da multidisciplinaridade teórico-metodológica, com seu método e proposta conceitual, e eles respondem à trajetória que vem sendo seguida, que é de abertura e de consideração das discussões, contribuições e problemas a partir dos quais se consolidaram os Estudos do Trabalho na América Latina. Nesse sentido, a justificativa apresentada refere-se à etapa de consolidação dos Estudos do Trabalho na América Latina, que pode ser situada nas décadas de 1980 e 1990, período que contempla a nova geração de pesquisadores com uma mudança na orientação intelectual voltada para os estudos da reestruturação produtiva: mudança tecnológica na organização do trabalho, relações e cultura do trabalho, processos e controle do trabalho. Foram estudados os trabalhadores e suas relações sociais no trabalho e com o trabalho. O contexto estrutural no início do período em questão é definido pela crise econômica, pela mudança do modelo econômico para o neoliberalismo, fatores que marcaram as preocupações dos estudiosos da área do trabalho. Assim, proliferaram as análises sobre a mudança do papel do Estado e as repercussões nas relações trabalhistas, nos sindicatos e nas forças políticas. Este é o período em que começaram os debates e estudos sobre reestruturação produtiva, um conceito cunhado na América Latina que orientou e continua a orientar uma parte significativa do conteúdo da pesquisa. O que foi específico desse período, e o que enriqueceu a pesquisa, residiu principalmente na abordagem sociológica, ou seja, na discussão com a teoria social em geral e no conceito de trabalho e sua centralidade na pesquisa realizada. Desde então, tem sido debatido com teorias que procuraram diminuir sua importância (Fim do trabalho, inovação). A pesquisa abrange amplos referenciais teóricos cuja centralidade é o trabalho e que, desde meados da década de oitenta, incorporaram a teoria da regulação francesa, o toyotismo, a produção enxuta, a especialização flexível, os distritos industriais, a governança industrial e as cadeias de produção, incluindo os aspectos econômicos e políticos. Essa abordagem teórico-metodológica ganha vida na América Latina por meio das abordagens dos Modelos de Produção e do Modelo de Industrialização (Lucena H; Celis JC; Senén C; Leite, M; Abramo Lais; Neffa J; de la Garza; Carrillo J; Ramalho, JR; Urrea F; Pochman M; Alves G). No entanto, os estudos na América Latina foram além dos processos de trabalho e se articularam no espaço das relações industriais, da reprodução e do mercado de trabalho, dos sindicatos, dos empregadores, do sistema político e do Estado. O Tratado Latino-Americano de Sociologia do Trabalho relata as pesquisas realizadas durante o período por pesquisadores dos principais países da região (De la Garza 2000).
No final da década de 1990 e início dos anos 2000, podemos falar de uma nova etapa nos estudos do trabalho. Novos temas tornaram-se centrais para os pesquisadores, como convergência e divergência em modelos de produção e estratégias de relações trabalhistas, teorias da inovação, o fim do trabalho e a fragmentação. A diversidade de tópicos, teorias e metodologias expandiu-se para abranger estudos sobre empresas e empreendedores, destacando a necessidade de ampliar a perspectiva sobre esse ator sem limitar a análise à sua consideração apenas como atores racionais (Hernández, 2003; Basave e Hernández, 2007). A constituição de subjetividades e identidades no trabalho foi abordada e discutida (muito cedo) (um tema que ganhou importância recentemente). Em outras palavras, os estudiosos do trabalho na América Latina situaram suas pesquisas no contexto da reestruturação capitalista e suas consequências para o mundo do trabalho.
Em meados dos anos 2000, podemos falar de novas realidades e do surgimento de novas questões trabalhistas que representam um desafio para a construção e convergência de teorias, metodologias e pesquisas que deem conta do que está acontecendo na América Latina e no Caribe. A crise global de 2008-2009, com sua subsequente recuperação em 2012 e seu ressurgimento em 2019-2021 com a pandemia, evidenciou a fragilidade das cadeias globais de valor. Mudanças nos regimes políticos e suas consequências para as relações trabalhistas, a Indústria 4.0 e seu impacto nas práticas de trabalho, a ascensão dos serviços em detrimento da indústria, a importância da informalidade, do trabalho atípico, precário e desprotegido — em outras palavras, do trabalho não tradicional — com novos e diversos atores trabalhistas, tudo isso aponta para a necessidade de aprofundar e dar conta dessa realidade em nosso continente por meio de novos conceitos ampliados. A metodologia configuracionista, uma proposta epistêmico-metodológica (De la Garza, 2022), oferece uma forma de conceituar e analisar o setor de serviços em relação aos modelos de produção por meio de configurações sociotécnicas produtivas, incorporando a subjetividade. Essas contribuições, entre outras, permitem discutir a possibilidade de uma compreensão mais profunda das realidades do trabalho. Trabalhos nessa perspectiva podem ser encontrados em estudos sobre empresas multinacionais e suas estratégias de produção e trabalho, conduzidos por pesquisadores pertencentes a esse grupo (De la Garza e Hernández, Iranzo, Celis, Ramalho e Santos, Senén e Haidar, 2017; Senén, 2022). Ramalho e Santos (2022) também estudaram a indústria automotiva. Esses são, sem dúvida, temas que devem fazer parte da agenda do trabalho para pesquisadores e instituições nos próximos anos. Em suma, o mundo do trabalho tornou-se mais complexo com o surgimento de múltiplas modalidades de emprego e relações de trabalho. Empregos mais flexíveis coexistem com o trabalho informal, atípico e não tradicional, desde empregos precários no setor de serviços até serviços mais modernos e informatizados, refletindo uma tendência para relações de trabalho mais flexíveis. Mudanças no regime político e suas repercussões nas relações de trabalho, políticas empresariais e estratégias sindicais; a relação entre governo e movimento sindical — essas são apenas algumas das questões que mencionamos sem nos aprofundarmos nelas. Elas não limitam, mas sim ampliam, o espaço para problematizar e incluir novas linhas de pesquisa no âmbito do Grupo de Trabalho. Encontramo-nos, mais uma vez, diante de novas e emergentes realidades do trabalho inseridas em um capitalismo que se recusa a morrer e se reinventa, com sérias repercussões para o mundo do trabalho. Assim, sua análise por meio de amplos referenciais teóricos e metodologias que permitam a reconstrução da realidade da América Latina e do Caribe em sua complexidade e heterogeneidade torna-se uma prioridade.
2. Abramo, Lais; Cecilia Montero (2000): Origem e evolução da sociologia do trabalho na América Latina”, In Enrique de la Garza (coordenador): Tratado Latino-Americano de sociologia do trabalho, El Colegio de México, UAM, FCE, FLACSO.
3. Basave, Jorge e Marcela Hernández (2007): Estudos de empreendedores e empresas. Uma perspectiva internacional, Plaza y Valdés Editores, UAM-I.
4. Batthyany, Karina (2015): Políticas e cuidados na América Latina: uma análise das experiências regionais, Nações Unidas.
5. Castillo, Dídimo, Norma Baca, Rosalba Todaro (coordenadores) (2016): Trabalho global e desigualdades no mercado de trabalho, CLACSO, Universidade Autônoma do Estado do México, CEM.
6. De la Garza, Enrique (2018a): Configurações produtivas e de trabalho na terceira geração da indústria automotiva terminal no México, Miguel Ángel Porrúa/UAM-i, México.
7. De la Garza, Enrique (2018b): A metodologia configuracionista para pesquisa, Gedisa/UAM-I, México.
8. De la Garza, Enrique; José Luis Gallosso, Leticia Pogliaghi (2014): “Construção social da ocupação, identidade e ação coletiva”, em Marcela Hernández (coordenadora): Os novos estudos do trabalho no México. Perspectivas atuais, UAM-I, CONACYT, MAPorrúa.
9. De la Garza, Enrique (2011): A revitalização do debate sobre o processo de trabalho, Revista Latino-Americana de Estudos do Trabalho
10. De la Garza, Enrique (1999): Os desafios teóricos dos estudos do trabalho rumo ao século XXI, CLACSO, Argentina.
11. De la Garza, Enrique e Hernández Romo, Marcela (2017): Configurações Produtivas e Relações de Trabalho em Empresas Multinacionais na América Latina, coordenado por Ed GEDISA e UAM I, México, ISBN 978-607-28-1057-
12. Fornilo, Bruno, Marcos Schiavi (2013): Réalités et défis du syndicalisme en Amerique Latine, Histoire&Memoire, 26, França.
13. Leite, Marcia, Consuelo Iranzo (2006): “Terceirização de mão de obra na América Latina”, em Teorias Sociais e Novas Abordagens, UAM-I.
14. Pineda, Javier (2014): Trabalho de cuidado para idosos em uma sociedade em envelhecimento, em A maçã da discórdia, janeiro-junho, vol.9.
15. Senén Gonzalez, Cecilia e Haidar, Julieta 2009: “Os debates sobre a “revitalização sindical” e sua aplicação na análise setorial na Argentina”, Revista Latino-Americana de Estudos do Trabalho, Ano 14, Número 22, ISSN 1856-8378, pp. 5-31, Caracas, Venezuela.
16. Urrea, Fernando (1999): “Um modelo de flexibilidade laboral sob o terror do mercado”, em Enrique de la Garza (coordenador): Os desafios teóricos dos estudos laborais rumo ao século XXI, CLACSO, Argentina.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
1. Convoque uma reunião e levante os seguintes pontos:
a) Concordar com a agenda de
atividades no formato
universitário com o
membros do GT e em
de acordo com o
objetivos do grupo e
CLACSO. Isto é, em
questões trabalhistas,
pesquisa comparativa e
rigoroso.
b) Promover, no âmbito do Pré-ALAST, em junho de 2023, na cidade de Guadalajara, México, juntamente com universidades e atores sindicais, o Curso-Oficina “Sindicalismo mexicano e latino-americano diante das mudanças de governo”.
c) Propor o primeiro seminário GT (virtual e presencial).
Propostas provisórias de país e tema: País - México, no âmbito do congresso da AMET, a ser realizado em novembro de 2023.
Tema: "Relações trabalhistas e sindicalismo na América Latina diante da nova conjuntura e da mudança de regimes políticos."
d) Publicação de um livro resultante do seminário.
2. Será realizada uma reunião com os coordenadores dos Grupos de Trabalho sobre questões trabalhistas para compartilhar o plano do grupo e colaborar em atividades conjuntas. Participarão a Associação Latino-Americana de Sociologia do Trabalho (ALAST), a Associação Brasileira de Estudos do Trabalho (ABET) e a Associação Mexicana de Estudos do Trabalho (AMET).
E concordar em convocar o primeiro seminário em novembro, no âmbito do congresso da AMET.
2. Organizar um curso-oficina no âmbito do Pre-ALAST na cidade de Guadalajara, México, em formato virtual e presencial.
"O sindicalismo mexicano e latino-americano diante das mudanças governamentais"
3. O seminário internacional será realizado em novembro de 2023, no âmbito do Congresso da AMET, no México, sobre "Relações trabalhistas e sindicalismo na América Latina diante da mudança de regime político: uma perspectiva comparativa".
4. Seminário temático para dar seguimento aos capítulos que irão compor o livro.
Atividades do objetivo 2.
1. Reunião do Grupo de Trabalho com a ALAST, ABET, ACET, AMET e o Programa de Pós-Graduação em Estudos do Trabalho. Presencial e virtual. Para definir atividades conjuntas.
2. Será agendada uma reunião com os coordenadores do GT sobre questões trabalhistas para compartilhar o plano do grupo e colaborar em atividades conjuntas.
3. Um comitê editorial será formado com membros do grupo para monitorar a publicação.
2. Validação e ajuste da proposta de trabalho para o primeiro ano de operação da GT.
3. Workshop em Guadalajara, México. Formato virtual e presencial: "Sindicalismo mexicano e latino-americano diante das mudanças governamentais". Atividade a ser realizada no âmbito do PRE-ALAST em Guadalajara, México (junho de 2023).
Pasta com o programa e a formação teórica para os trabalhadores e funcionários que frequentam o curso.
Vídeos das sessões.
4. Realizar o Primeiro Seminário GT, no âmbito do congresso da AMET, a realizar em novembro de 2023.
Tema: "Relações trabalhistas e sindicalismo na América Latina diante da nova conjuntura e da mudança de regimes políticos."
Objetivo 2.
1. Reunião com representantes da ALAST e da AMET, ABET, ACET e do Programa de Pós-Graduação em Estudos do Trabalho.
Agenda conjunta para o fortalecimento das redes de estudos do trabalho para a produção de conhecimento de interesse para a Grande Tarde.
2. Criação do Comitê Editorial para monitorar a publicação.
3. Publicação de um livro composto por capítulos escritos pelos membros do Grupo de Trabalho de cada país participante.
3. Contribuir para o fortalecimento do debate dentro do grupo e incentivar a pesquisa sobre o tema para reuniões futuras.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Divulgação das atividades de coordenação e pesquisa do GT (entre outras, a divulgação do encontro internacional relacionado à primeira publicação do GT).
Os recursos disponibilizados pela CLACSO, pelo Grupo de Trabalho e pelos sites dos membros do grupo serão utilizados, tais como:
Comitê de Pesquisa 30 – Sociologia do Trabalho) e Comitê de Pesquisa 44 – Movimentos Trabalhistas da Associação Internacional de Sociologia (ISA)
Nas páginas dos Grupos de Trabalho dos países e membros da GT (Brasil, México, Argentina, Colômbia)
2. A mesma reunião que será realizada com os coordenadores da GT e das áreas de trabalho da CLACSO (indicadas no ponto “Produção de Conhecimento”) servirá para definir outras ações de capacitação, visibilidade e comunicação da produção da GT.
1.2 Os materiais obtidos no Curso Workshop (como vídeos) e no Primeiro Seminário GT serão divulgados.
1.3 Seminários de divulgação serão programados por país e região para apresentar os resultados da pesquisa que serão incluídos no livro. Estes serão divulgados através da rede de associações parceiras e dos canais oferecidos pela CLACSO.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Discutir a produção acadêmica e o novo conhecimento.
1.2 Notas e material de trabalho de interesse para as organizações serão divulgados pelos meios disponibilizados pela GT ou CLACSO (boletins informativos da CLACSO, sites, etc.).
1.3 Alguns pesquisadores do GT estarão presentes nas atividades.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
2. Estabelecer um escopo de ação comum com a Associação Latino-Americana de Estudos do Trabalho (ALAST), a Associação Brasileira de Tecnologia da Informação e Comunicação (ABET), a Associação Colombiana de Tecnologia da Informação e Comunicação (ACET), a Associação Mexicana de Tecnologia da Informação e Comunicação (AMET) e a Associação Argentina de Tecnologia da Informação e Comunicação (AMET).
1.2 Participar em iniciativas de diferentes tipos com organizações académicas (seminários, fóruns, etc.), organizações não governamentais, organizações sindicais e redes de ciência e tecnologia na região e no mundo.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
a) A agenda de trabalho proposta para 2024 será apresentada, ajustada e será definido o país onde será realizado o próximo seminário temático.
b) O âmbito em termos de produção de conhecimento será avaliado como um GT e com os GTs da CLACSO sobre temas relacionados ao trabalho.
c) Apresentação dos resultados preliminares do livro resultante do seminário de 2023.
Objetivo 2. Organizar o 2º Seminário GT.
Proposta para o tema preliminar "Configurações produtivas na indústria e nos serviços e relações de trabalho na América Latina e no Caribe".
Propõe-se que o seminário seja realizado no âmbito do congresso ALAS 2024, na República Dominicana.
Objetivo 3. Publicação de um segundo livro, fruto do seminário.
Objetivo 4. O GT será convocado em conjunto com a REMIR, a DIEESE (Brasil) e a Escola Colombiana de Sindicatos, para uma reunião a fim de discutir a mudança nas relações de trabalho em relação às configurações sociotécnicas no contexto econômico, político e trabalhista de cada país.
a) Será realizada uma reunião de trabalho para coordenação do GT (presencial ou virtual) a fim de avaliar a situação do GT em termos de progresso na produção de conhecimento.
b) A agenda proposta para 2024 será revista e ajustada, se necessário.
c) Um seminário internacional virtual será convocado para apresentar os resultados preliminares do livro resultante do seminário de 2023.
Atividades do objetivo 2.
a) Em 2024, será realizado um seminário sobre "Configurações produtivas na indústria e nos serviços e relações trabalhistas na América Latina e no Caribe".
b) Serão realizados seminários virtuais de discussão sobre o tema do segundo seminário.
Atividades do objetivo 3.
a) Um comitê editorial será formado entre os membros do GT para organizar o trabalho desta segunda publicação.
b) Reuniões do Grupo de Trabalho para discutir e refletir sobre o progresso dos capítulos dos membros participantes do livro.
Atividades do objetivo 4.
Reunião com representantes sindicais das associações participantes para discutir o panorama em transformação das relações de trabalho em relação às configurações sociotécnicas dentro do contexto econômico, político e trabalhista de cada país. Uma perspectiva comparativa será incentivada.
1.2. Realizar uma reunião com os coordenadores dos grupos de trabalho do GT da CLACSO para discutir os resultados do livro publicado em 2023.
2.1 Realização do seminário sobre "Configurações produtivas na indústria e nos serviços e relações trabalhistas na América Latina e no Caribe", no âmbito do Congresso ALAS 2024.
2.2 Sessões de discussão virtuais sobre o tema do segundo seminário.
3.1 Criação do Comitê Editorial que acompanhará os trabalhos a serem publicados como resultado dos artigos apresentados no seminário.
3.2 Publicação de um livro composto por capítulos preparados pelos membros de cada país.
4.1 Seminário para apresentação dos resultados preliminares da reunião com as associações sindicais.
4.2 Contribuir para o fortalecimento do debate dentro do grupo e incentivar a pesquisa sobre o tema para reuniões futuras.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Os recursos disponibilizados pela CLACSO, pelo Grupo de Trabalho e pelos sites dos membros do grupo serão utilizados, tais como:
Comitê de Pesquisa 30 – Sociologia do Trabalho e Comitê de Pesquisa 44 – Movimentos Trabalhistas da Associação Internacional de Sociologia (ISA)
Nas páginas das Associações de Trabalho dos países e membros da GT (brasileira, mexicana, argentina, para citar alguns).
2. A mesma reunião com os coordenadores do Grupo de Trabalho da CLACSO também servirá para definir outras ações de capacitação, visibilidade e comunicação dos resultados do Grupo de Trabalho. Essas ações serão definidas em cada reunião.
Os resultados da publicação do livro serão apresentados pelos membros participantes do Grupo de Trabalho por país, nas Associações com as quais está interligado e através dos canais oferecidos pela CLACSO, entre outros.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Para discutir a produção acadêmica.
1.2 Notas e material de trabalho de interesse para as organizações serão divulgados pelos meios disponibilizados pela GT ou CLACSO (boletins, sites, etc.).
1.3 Alguns pesquisadores do GT estarão presentes em atividades organizadas por organizações científicas e tecnológicas, governamentais, sociais ou sindicais.
1.4 Como GT, participaremos em diversas iniciativas promovidas por sindicatos ou organizações sociais (seminários, fóruns, etc.).
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
1.2 Participar em iniciativas de diferentes tipos com organizações académicas (seminários, fóruns, etc.).
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Objetivo 2. Realizar um seminário sobre o terceiro tópico de pesquisa,
Proposta preliminar “Desafios teóricos e metodológicos para o estudo do trabalho em plataformas digitais na América Latina e suas consequências para o trabalho, o controle e as relações trabalhistas”
Uma perspectiva comparativa será incentivada.
Objetivo 3. Edição de artigos para publicação no periódico ABET (Extrato qualificado A4).
1. Será realizada uma reunião de trabalho para coordenação do GT (presencial ou virtual) a fim de avaliar a situação do GT em termos de produção de conhecimento.
Atividades do Objetivo 2:
1. Seminário com apresentações dos membros participantes do Grupo de Trabalho sobre
“Desafios teóricos e metodológicos para o estudo do trabalho em plataformas digitais e suas consequências para o controle e as relações de trabalho”
Objetivo 3 - Atividades. Será realizado um seminário virtual entre os coordenadores do GT, a comissão e os autores, com apresentações dos autores sobre o progresso dos capítulos, para organizar o trabalho.
1.2 Plano de trabalho que resumirá o trabalho a ser realizado no terceiro ano.
1.3 Realizar um encontro internacional, virtual e presencial, para apresentar os resultados do livro publicado em 2024.
2.1 Realizar um seminário internacional em 2025 em um país a ser definido.
Proposta de país “Argentina”
Proposta de tema
"Desafios teóricos e metodológicos para o estudo do trabalho em plataformas digitais na América Latina e suas consequências para o trabalho, o controle e as relações trabalhistas."
Uma perspectiva comparativa será incentivada.
2.1 Contribuir para o fortalecimento do debate dentro do grupo e incentivar a pesquisa sobre o tema para reuniões futuras.
3.1 Seminário virtual entre os coordenadores do GT e os autores, com apresentações dos autores sobre o andamento dos artigos, para organizar o trabalho.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Divulgação das atividades de coordenação e pesquisa do GT (entre outras, a divulgação do encontro internacional relacionado à segunda publicação do GT).
Os recursos disponibilizados pela CLACSO, pelo Grupo de Trabalho e pelos sites dos membros do grupo serão utilizados:
Comitê de Pesquisa 30 – Sociologia do trabalho e Comitê de Pesquisa 44 – Movimentos Trabalhistas da Associação Internacional de Sociologia (ISA);
Boletim
Sotraem
Páginas de Associações Trabalhistas (Brasileira, Mexicana, Colombiana)
Serão incentivados seminários regionais para apresentação de resultados de pesquisa.
Seminário
Os membros do Grupo de Trabalho por país apresentarão os resultados em reuniões virtuais convocadas regionalmente.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Para discutir a produção acadêmica.
1.2 Notas e material de trabalho de interesse para as organizações serão divulgados pelos meios disponibilizados pela GT ou CLACSO (boletins, sites, etc.).
1.3 Alguns pesquisadores do GT estarão presentes em atividades organizadas por organizações científicas e tecnológicas, governamentais, sociais ou sindicais.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Uma perspectiva comparativa será incentivada.
Será realizada uma atividade conjunta com outro GT da CLACSO que esteja alinhada com os objetivos do nosso GT.
1.2 Participar em diversas iniciativas com organizações académicas (seminários, fóruns, etc.)
Número total de pesquisadores admitidos: 71
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Iztapalapa
México
Universidade Central do Equador
Equador
Centro de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma de Aguascalientes
México
Centro de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma de Aguascalientes
México
Divisão de Ciências Sociais, Universidade de Sonora
México
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Faculdade de Filosofia e Ciências
Universidade Estadual Paulista
Brasil
Doutorado em Ciências Sociais
Universidade Central da Venezuela
Venezuela
Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal de São Carlos
Universidade Federal de São Carlos
Brasil
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Iztapalapa
México
Universidade Nacional de Quilmes
Argentina
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Universidade Autônoma Metropolitana - Azcapotzalco
México
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Instituto de Estudos Sociais e Econômicos
Faculdade de Ciências Econômicas
Universidade Principal de San Simón
Bolívia
Departamento de Sociologia e Ciência Política. Universidade Católica de Temuco.
Departamento de Sociologia e Ciência Política.
Universidade Católica de Temuco.
Chile
Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Brasil
Centro Interdisciplinar de Estudos de Desenvolvimento
Universidad de los Andes
Colômbia
Uncuyo
Argentina
Faculdade de Educação. Universidade Estadual de Campinas /UNICAMP
Faculdade de Educação
Universidade Estadual de Campinas/UNICAMP
Brasil
Universidade Nacional de Catamarca
Argentina
Instituto de Estudos Internacionais
Universidade Arturo Prat
Chile
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Universidade Federal de Mato Grosso
Brasil
Universidade de Santiago do Chile
Chile
Instituto de Ciências Sociais
-Universidade Federal de Uberlândia
Brasil
Instituto de Estudos Sociais e Econômicos
Faculdade de Ciências Econômicas
Universidade Principal de San Simón
Bolívia
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Centro de Estudos de Pesquisa Trabalhista
Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica
Argentina
Universidade Autônoma de Querétaro
México
Faculdade de Ciências Sociais
Diretoria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Universidade Alberto Hurtado
Chile
Escola Nacional de Sindicatos
Colômbia
Centro Germinal de Estudos e Educação Popular
Paraguai
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Colégio da Fronteira Norte
México
Universidade de Santo André
Argentina
Universidade Autônoma Metropolitana - Iztapalapa
México
Universidade Nacional do Litoral
Argentina
Diretoria de Pesquisa Científica
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Universidade Estadual de Campinas
Brasil
Faculdade de Psicologia, Universidade Alberto Hurtado
Chile
Unidade de Pós-Graduação
Faculdade de Ciências Sociais
Universidad Nacional Mayor de San Marcos
Peru
Centro de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma de Aguascalientes
México
Instituto de Ciências Sociais e Administração
Universidade Nacional Arturo Jauretche
Argentina
Extership universitário da Colômbia
Colômbia
Centro de Inovação dos Trabalhadores
CONICET e UMET (Universidade Metropolitana de Educação e Trabalho)
Argentina
Faculdade de Ciências Sociais, Universidade Nacional de Assunção
Paraguai
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Centro de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma de Aguascalientes
México
Instituto de Estudos Sociais e Políticos
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Brasil
Centro de Análise Sociocultural (Nicarágua)
Nicarágua
Centro de Estudos de Desenvolvimento
Universidade Central da Venezuela
Venezuela
Universidade do Pacífico
Peru
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Centro Universitário de Ciências Sociais e Humanas
Universidade de Guadalajara
México
Centro de Estudos de Pesquisa Trabalhista
Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica
Argentina
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
CEHIS UNMDP CONICET
Argentina
Centro de Estudos Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Departamento de Sociologia, Universidade de Oviedo, Espanha,
Espanha
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Departamento de Sociologia
Universidade Federal do Paraná
Brasil
Instituto de Filosofia e Ciências Sociais - UFRJ
Brasil
PPGS/UFPB (seu centro acaba de enviar uma solicitação de adesão à CLACSO)
Brasil
Faculdade de Ciências Humanas e Econômicas
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Centro de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma de Aguascalientes
México