Área temática: Direitos, culturas e comunicação
Grupo de trabalhoEsporte, cultura e sociedade
[+ Ver produções e conteúdo]Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Instituto de Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais
Universidade Nacional de La Plata - Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica
Argentina
Esta proposta baseia-se em seis anos de trabalho anterior do nosso Grupo de Trabalho CLACSO, que se concentrou em políticas públicas e na integração do esporte no tecido social dos países participantes. Um dos principais resultados do projeto foi a identificação do acesso desigual ao esporte e à atividade física para grupos sociais historicamente desfavorecidos. Um resultado secundário foi o reconhecimento de um conjunto de fatores que prejudicam as condições de treinamento e competição de atletas de alto rendimento. Da mesma forma, abordamos a situação do esporte profissional, onde a lógica de mercado prevalece sobre a noção de esporte como um direito. Durante esses anos, em meio à crescente mercantilização do campo esportivo, tivemos a oportunidade de conhecer movimentos sociais que lutam pela presença e visibilidade de grupos minoritários nessa arena, bem como organizações de base que realizam atividades diárias para mitigar as consequências negativas da atual fase do capitalismo.
Diante do panorama do capitalismo global e do avanço de políticas conservadoras na América Latina e no mundo, mas também considerando as experiências alternativas de projetos populares – denominados “pós-neoliberais” – em países da região, este grupo de trabalho pretende discutir diferentes aspectos da articulação entre ESPORTE, CULTURA E SOCIEDADE.
Na América Latina, a partir da segunda metade do século XX e com a adoção do Consenso de Washington (Gentili, 1997), o projeto capitalista neoliberal declarou seu interesse no mercado como promotor da sociedade e como agente legítimo na tomada de decisões públicas. Nesse contexto, o esporte não é exceção. A crescente mercantilização dessa prática também reflete o papel que o esporte desempenha na cultura global, como se observa na organização de grandes eventos esportivos. Contudo, quando programas e eventos esportivos são organizados segundo uma lógica econômica, a consequência é uma persistente disparidade de acesso tanto para participantes quanto para espectadores.
Assim, o interesse universal pelo esporte não se limita à esfera política; ele se expressa também economicamente por meio da presença de organizações internacionais como o BID, o FMI, o Banco Mundial e a OCDE. Essas organizações investem na promoção do esporte realizando estudos e fornecendo pareceres e diretrizes aos Estados com os quais interagem. Juntamente com o estabelecimento de canais internacionais de financiamento para a implementação de programas semelhantes em toda a América Latina, as abordagens dessas organizações moldam problemas e constroem um grupo social específico para o qual visam o desenvolvimento: os mais vulneráveis.
No entanto, a presença e o financiamento dessas organizações internacionais no atual contexto do capitalismo nos países latino-americanos sugerem uma área de discussão que não podemos ignorar: a reflexão sobre a tensão entre a mercantilização de diferentes aspectos da vida dos cidadãos na América Latina e o progresso da expansão e aquisição de direitos em sociedades mais democráticas.
Apesar das diversas realidades dos países que compõem esta rede, nas quais as dinâmicas socioculturais específicas de cada contexto se tornam relevantes, estabelecemos um conjunto de linhas de investigação que nos desafiam enquanto Grupo de Trabalho. Assim, sem perder de vista as particularidades locais, esperamos que as questões que norteiam esta pesquisa conduzam à identificação de padrões relacionados aos problemas que caracterizam a região.
Em primeiro lugar, é essencial continuar estudando as políticas públicas estaduais que promovem o direito de acesso e participação sustentável em atividades físicas e/ou esportivas. Buscamos, portanto, compreender as medidas (ou a falta delas) que os governos em seus diversos níveis (nacional, estadual e municipal) formulam e implementam efetivamente para o crescimento e desenvolvimento inclusivos do esporte e da atividade física. Diante das atuais decisões governamentais, é crucial também compreender as estratégias que as organizações de base utilizam em suas comunidades para negociar o processo de privatização.
Em segundo lugar, idealizar sociedades democráticas envolve gerar recursos e informações para criar oportunidades para grupos minoritários e/ou aqueles historicamente relegados ao silêncio e ao ostracismo. Portanto, dentro do atual contexto global dos movimentos pelos direitos das mulheres, um dos temas de discussão entre os membros do Grupo de Trabalho diz respeito às relações de gênero em diversos esportes. Em torno desse tema, pretendemos examinar a construção de masculinidades e feminilidades hegemônicas e alternativas nesse campo, a violência perpetrada contra mulheres e pessoas não conformes com o gênero, as estratégias de organização e defesa de direitos de atletas e a construção de representações de gênero na mídia convencional.
Em terceiro lugar, destacamos o papel central que treinadores, professores, instrutores, profissionais de diversas disciplinas — psicólogos, médicos, professores de educação física — e administradores, etc., desempenham na promoção e no desenvolvimento de práticas esportivas para crianças, jovens e adultos. Esses atores produzem e reproduzem significados sobre as práticas esportivas. Portanto, buscaremos compreender comparativamente as representações que eles disseminam sobre as práticas esportivas, além de problematizar a relevância do nosso conhecimento como cientistas sociais na construção de processos educativos inclusivos e democráticos. Este trabalho abrirá oportunidades para a troca e a coconstrução de conhecimento entre os atores que atuam no campo e nos centros de pesquisa.
Por que o esporte? Porque ele serve como um espaço para observar como as desigualdades são concebidas e abordadas; como projetos são desenvolvidos para ampliar os direitos de setores vulneráveis e historicamente excluídos; quais medidas estão em vigor para a inclusão de mulheres e atletas com deficiência, tanto no nível amador quanto profissional; quais significados diferentes atores sociais atribuem às práticas esportivas; como a educação física foi concebida ao longo da história nas escolas e nos espaços de treinamento profissional, e como essas práticas são concebidas hoje nessas instituições; e qual o papel dos trabalhadores nesses processos.
Esse processo é catalisado por declarações, propaganda e programas de órgãos e organizações esportivas internacionais que moldam a formação de trabalhadores do esporte, particularmente técnicos esportivos (bem como treinadores, graduados e outras figuras ligadas ao ensino), a partir de uma perspectiva limitada à lógica interna (o que acontece em campo), uma abordagem técnica (referindo-se à técnica, tática e regras) e cujo único objetivo é o recorde (Vaz, 2005). Essa busca por recordes organiza uma lógica piramidal de formação técnica e trajetórias de carreira dos atletas, da iniciação esportiva à especialização e, finalmente, ao esporte de elite. Também organiza a formação de trabalhadores em torno de como construir corpos mais eficazes e eficientes, em uma luta constante, e em última análise frustrada, por um melhor desempenho na definição de uma individualidade, exigindo a constituição de corpos que produzam técnicas como ferramentas para si mesmos — ou seja, corpos autoexplorados. Assim, os corpos devem ser "endurecidos", sacrificados e organizados, com base em modelos dominantes, para ingressar no mercado de trabalho, de acordo com as demandas.
Soto Lagos, R. e Moreira, V. (2021). Políticas públicas do esporte na América Latina. Cidade Autônoma de Buenos Aires: CLACSO.
Vaz, AF (2005). Teoria Crítica do Esporte: origens, controvérsias, atualidade. Esporte e Sociedade, Rio de Janeiro, v. 1-23.
O esporte na América Latina tornou-se objeto de estudo no âmbito das ciências sociais desde que diversos pesquisadores se dedicaram ao estudo dessa prática social (Guedes 1977, Da Matta 1982, Archetti 1984). A área de discussão começou a se consolidar com o funcionamento do grupo Esporte e Sociedade do CLACSO, liderado por Pablo Alabarces, que ao longo dos anos formou cientistas sociais que desenvolvem e ampliam esse campo de estudo por meio de pesquisas de graduação e pós-graduação, organização de seminários e publicação de artigos e livros acadêmicos.
O esporte foi apresentado por Simoni Guedes (1977) como uma instituição zero. Isso significa que diversos interesses e disputas estão em jogo em cada prática, multiplicando os significados pelos quais o esporte é compreendido na sociedade. Heinemann (2001) destaca que o esporte não possui valores inerentes. Os valores que envolvem essa instituição social se transformam ao longo da história. Governos, ditaduras, corporações, organizações e comunidades locais construíram maneiras de compreender e promover essa prática na sociedade, em um campo que está sempre em conflito e onde ocorrem imposições, resistências e negociações de significado.
Archetti, por sua vez, sugeriu que “o esporte, entendido como uma atividade central e não marginal, é um ponto de partida frutífero para capturar importantes processos culturais, históricos e sociais. Os esportes, portanto, representam um espaço complexo para a visualização de identidades, bem como um espaço para códigos sociais e morais dominantes e desafiadores” (Archetti, s.d.: 3). Na mesma linha, Pablo Alabarces (2000) argumenta que: “O esporte não é um ‘reflexo’ de alguma suposta essência da sociedade, mas uma parte integrante dela, além disso, uma parte que pode ser usada como meio de refletir sobre a sociedade” (2000: 11).
A este respeito, Roberto DaMatta (1982) argumenta que o esporte é tão parte da sociedade quanto a sociedade é parte do esporte. Nessa linha, baseando-se na teoria do ritual, ele vê o esporte como um drama social através do qual a sociedade se percebe e se interpreta, propondo o estudo das diferentes maneiras pelas quais essa prática é apropriada.
Eduardo Santa Cruz (1999) destacou que, quando os esportes modernos de origem ocidental surgiram na América Latina, apenas os europeus tinham o direito de praticá-los. Posteriormente, os setores aristocráticos e populares gradualmente adotaram as diversas práticas que hoje conhecemos como esportes. Por essa razão, o aprofundamento dos estudos sobre a dinâmica de apropriação, inclusão-exclusão, acesso, desenvolvimento e promoção do esporte na América Latina permanece essencial.
Para Butler (2002), gênero é um conceito dinâmico e performativo, além de uma construção socio-histórica, vinculada à produção cultural de cada sociedade em um dado momento, e que expõe as relações de poder e dominação inter e intra-gênero. No campo do esporte, os estudos de gênero fornecem as ferramentas epistemológicas e teóricas para compreender as desigualdades de acesso e participação esportiva em setores historicamente marginalizados. Estatísticas na América Latina indicam que mulheres e meninas enfrentam maiores dificuldades para participar de atividades físicas e/ou esportivas do que seus pares do sexo masculino. Essa situação se agrava quando o foco são mulheres e meninas de contextos socioeconômicos vulneráveis. Portanto, este projeto tem particular interesse no estudo de gênero e também na dissidência sexual na esfera esportiva. Por um lado, o objetivo é compreender os fundamentos sociais dos discursos que preservam a hegemonia do gênero masculino (construído em torno de um modelo único: homens brancos, heterossexuais e de classe média) sobre todos os outros gêneros e identidades sexuais. Por outro lado, o objetivo é compreender as ações desses grupos em sua luta para alcançar a igualdade no esporte. Dessa forma, podemos observar as implicações dos papéis de gênero na "esportificação" e "espetacularização" de uma sociedade tecnológica e globalmente orientada pela comunicação, bem como as narrativas (visuais e textuais) que envolvem gênero e corporeidade (Vélez, 2011).
Archetti, E. (1985). Futebol e Ethos. Buenos Aires: FLACSO.
Archetti, E. (s/f). Antropologia do Esporte. Manuscrito não publicado.
DaMatta, R. (1982). Esporte na sociedade: um ensaio sobre o futebol brasileiro. Em DaMatta, R. e outros. Universo do Futebol. Esporte e sociedade brasileira (pp. 19-42). Rio de Janeiro: Pinakotheke.
Guedes, SL (1977). O futebol brasileiro: instituição zero (Dissertação Mestrado em Antropologia Social), Museu Nacional, UFRJ.
Heinemann, K. (2001). O impacto econômico do esporte: quadro teórico e problemas práticos. Em EF-Sports, Buenos Aires.
Santa Cruz, E. (2003) Futebol e nacionalismo de mercado no Chile contemporâneo. In Futbologias: Futebol, identidade e violência na América Latina. Buenos Aires: CLACSO.
Vélez, B (2011). Futebol das arquibancadas. Paixões e fantasias. Uma visão estereoscópica do futebol. Medellín: Sílaba editores.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Desenvolver projetos de pesquisa nacionais para identificar os aspectos críticos que promovem ou resistem às desigualdades vivenciadas pelas populações latino-americanas no acesso, desenvolvimento e promoção do esporte, permitindo-nos realizar estudos comparativos.
Reuniões periódicas para discussão teórica e planejamento metodológico de grupos de trabalho nacionais.
Seminário (Fórum de Discussão) das equipes nacionais sobre os principais progressos realizados durante o ano nos temas do grupo.
O desenho do trabalho de campo e a metodologia indicaram a necessidade de obter dados qualitativos e quantitativos relevantes para cada país.
Reunião anual com o Grupo de Trabalho “Políticas Educacionais e o Direito à Educação”, onde a problematização da relação entre o direito à educação e as políticas de promoção do esporte será analisada em nível discursivo.
Reunião anual do grupo, coincidindo com eventos de disseminação de conhecimento e intercâmbio acadêmico e seminário internacional.
Integração de jovens pesquisadores em formação em grupos de trabalho.
Obtenção de dados qualitativos e quantitativos confiáveis para uso por agências estatais, ONGs e organizações internacionais.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Gerar reflexões e estudos comparativos que permitam consolidar os temas de estudo propostos.
Comunicar os resultados da pesquisa nacional – e, quando forem obtidos resultados de comparação regional – a um público amplo.
Realização de estudos comparativos para consolidar a área de estudo proposta, impactando a formação das novas gerações.
Criação de um site para comunicar os resultados e as discussões que os membros do Grupo de Trabalho desenvolverão durante o período.
Participe dos meios de comunicação da CLACSO: CLACSO TV e Megafón.
Pelo menos três artigos são escritos anualmente comparando as realidades latino-americanas presentes no GT.
Os resultados da pesquisa são divulgados por meio de vídeos, podcasts, pôsteres e brochuras.
Artigos de opinião também são escritos e enviados para veículos de comunicação nacionais e internacionais.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Realizar reuniões e workshops com os diferentes atores sociais na área do esporte.
Promover projetos de pesquisa e extensão e criar um terreno fértil para novas propostas.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Participação e divulgação do trabalho promovido pela GT em diferentes congressos na área de esportes, educação física e ciências sociais na região.
Fortalecimento da presença dos Estudos Sociais do Esporte nas redes acadêmicas latino-americanas (LASA, ALAS, ALESDE) e globais (Associação Internacional de Sociologia do Esporte – ISSA).
Comunicação com redes ou associações globais para estudos sociais do esporte
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Criação de um livro compilado que reúne os resultados das pesquisas dos membros do GT.
Seminário (Fórum de Discussão) entre equipes nacionais sobre os principais progressos realizados durante o ano nos temas do grupo.
Reunião anual com o Grupo de Trabalho “Políticas Educacionais e o Direito à Educação”, onde a problematização da relação entre o direito à educação e as políticas de promoção do esporte será analisada em nível discursivo.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Gerar reflexões e estudos comparativos que permitam consolidar os temas de estudo propostos.
Comunicar os resultados da pesquisa nacional – e, quando forem obtidos resultados de comparação regional – a um público amplo.
Realização de estudos comparativos para consolidar a área de estudo proposta, impactando a formação das novas gerações.
Realizar três webinars que abordem os três temas principais que organizam o GT
Criação de um site que permita a comunicação dos resultados e discussões que os membros do Grupo de Trabalho desenvolverão durante o período.
Pelo menos três artigos são escritos anualmente comparando as realidades latino-americanas presentes no GT.
Os resultados da pesquisa são divulgados por meio de vídeos, podcasts, pôsteres e brochuras.
Artigos de opinião também são escritos e enviados para veículos de comunicação nacionais e internacionais.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Fortalecer a pesquisa em "esporte e gênero" e "esporte e formação profissional" por meio de alianças com diferentes redes que atuam no tema (ALESDE - Rede Latino-Americana e Caribenha de Esporte para a Inclusão Social) e com organizações internacionais como UNICEF e/ou UNESCO.
Reuniões, facilitadas pela CLACSO, com a UNICEF e/ou a UNESCO.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Seminário (Fórum de Discussão) entre equipes nacionais sobre os principais progressos realizados durante o ano nos temas do grupo.
Reunião anual com o Grupo de Trabalho “Políticas Educacionais e o Direito à Educação”, onde a problematização da relação entre o direito à educação e as políticas de promoção do esporte será analisada em nível discursivo.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Gerar reflexões e estudos comparativos que permitam consolidar os temas de estudo propostos.
Comunicar os resultados da pesquisa nacional – e, quando forem obtidos resultados de comparação regional – a um público amplo.
Comunicar os resultados da pesquisa nacional – e, quando forem obtidos resultados de comparação regional – a um público amplo.
Reuniões periódicas para discussão teórica e planejamento metodológico de grupos de trabalho nacionais.
Pelo menos três artigos são escritos anualmente comparando as realidades latino-americanas presentes no GT.
Os resultados da pesquisa são divulgados por meio de vídeos, podcasts, pôsteres e brochuras.
Artigos de opinião também são escritos e enviados para veículos de comunicação nacionais e internacionais.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Fortalecer a pesquisa em esporte e políticas públicas, gênero e formação profissional, por meio de alianças com redes disciplinares: ALESDE e a Rede Latino-Americana e Caribenha de Esporte Social para a Inclusão, e com organizações internacionais como UNICEF e/ou UNESCO.
Reuniões, facilitadas pela CLACSO, com a UNICEF e/ou a UNESCO.
Entre em contato com a UNICEF ou a UNESCO.
Número total de pesquisadores admitidos: 74
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Universidade Cooperativa da Colômbia
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Universidade Cooperativa da Colômbia
Colômbia
Universidade do Chile
Chile
Universidade da República
Uruguai
Fundação CINDE
Colômbia
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Universidade de Cultura Física e Ciências do Desporto “Manuel Fajardo”
Cuba
O Instituto Nacional de Pesquisa Científica
Canadá
Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Universidade Federal de Santa Catarina
Brasil
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais
México
Instituto de Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais
Universidade Nacional de La Plata - Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica
Argentina
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Universidade Cooperativa da Colômbia
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Universidade Cooperativa da Colômbia
Colômbia
Departamento de Ciências Sociais e Políticas
Universidade Ibero-Americana
México
Instituto Federal de Santa Catarina – Câmpus Chapecó; e Universidade Federal da Fronteira Sul - Programa de Pós-Graduação em Geografia
Brasil
Instituto de Linguística, Folclore e Arqueologia (ILFYA); Faculdade de Ciências Humanas, Sociais e da Saúde; Universidade Nacional de Santiago del Estero.
Argentina
Faculdade de Ciências Humanas e da Educação
Universidade da República
Uruguai
UFRGS
Brasil
Universidade Federal Fluminense
Brasil
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Universidade de Sonora
México
Instituto de Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais
Universidade Nacional de La Plata - Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica
Argentina
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
Universidade de Hamburgo
Alemanha
Universidade de Illinois em Urbana-Champaign
Estados Unidos
Universidade de Salento
Itália
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
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Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Brasil
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Equador
Equador
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Centro de pesquisa
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Universidade Ibero-Americana
México
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
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Escola Nacional de Antropologia e História
México
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Costa Rica
Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica
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Universidade de Salento
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Universidade de Nápoles Federico II
Itália
Instituto Superior de Educação Física / Universidade da República
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Universidade Autônoma da Cidade do México
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Uruguai
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Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
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