Área temática: Direitos, culturas e comunicação
Grupo de trabalhoCultura e políticas culturais
[+ Ver produções e conteúdo]Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Iztapalapa
México
Faculdade de Ciências Humanas e da Educação
Universidade da República
Uruguai
Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura
Universidade Federal da Bahia
Brasil
O século XXI fez a América Latina navegar em ondas. Elas formam conjunturas específicas, que afetam políticas e culturas. Essas ondas parecem desviar-se do ponto de vista da história regional, provocando desvios em seu processo histórico, embora, na maioria das vezes, não recorram ao recurso da violência explícita, como sempre ocorre nos acontecimentos. O cenário atual de disputas políticas, em vez de violência aberta, envolve o uso intensivo de violência simbólica.
A primeira onda começou na virada do século XXI com a vitória na Venezuela (de 1999 a 2013) e continuou, por meio de eleições, na Argentina (2003 e 2007), Chile (2006), Brasil (2003, 2007, 2010 e 2014), Uruguai (2005, 2020 e 2015), Bolívia (de 2006 a 2019), Paraguai (2008) e Equador (de 2007 a 2017). Ficaram se espalharam para países como Colômbia, Peru e México. Nelas, surgiram novos líderes de classes e segmentos anteriormente excluídos, como o operário Lula, o líder indígena Evo Morales e as presidentes Michelle Bachelet, Cristina Kirchner e Dilma Rousseff. Os governos serão caracterizados por: políticas sociais, incluindo o combate à desigualdade; políticas externas mais independentes; políticas de integração e cooperação regional; políticas econômicas diferenciadas das anteriores, apoiadas por visões desenvolvimentistas, com ambiguidades em relação ao neoliberalismo. As alterações na estrutura política irão variar entre mudanças mais amplas e outras conciliatórias.
A observação inicial das políticas culturais e a reduzida bibliografia existente permitem-nos, sob a forma de hipóteses, constatar: 1. As novas políticas, apesar da divulgação das anteriores, não implicam rupturas radicais; 2. Manterão inconsistências em comparação com as mudanças sociais e outras políticas públicas; 3. Serão insuficientes para o projeto de mudança político-social; 4. Mantêm fortes relações com possíveis projetos implementados; 5. A cultura permanece uma área secundária; 6. A noção de cultura, mesmo que considerada ampliada, permanece restrita, contemplando-a sempre como património e artes, não contemplando visões de mundo, modos de vida e valores sociais; 7. A transversalidade do trabalho, com a sua relação com áreas afins, mostrou-se frágil; 8. A expansão das instituições culturais não foi acompanhada por gestos de maior estabilidade; 9. Os recursos permanecerão escassos, mesmo com alguns aumentos; 10. Não há investimento substancial para alterar o equipamento insuficiente e a sua frágil estrutura, bem como algumas iniciativas de formação; 11. Na ausência de dados, informações e indicadores consistentes; 12. Poucos formatos políticos, programas e projetos culturais são compartilhados entre os países, sendo que o programa Cultura Viva Comunitária, o maior exemplo de intercâmbio, foi mais responsável pela mobilização de comunidades do que dois governos; 13. Persistem barreiras alfandegárias na cultura; 14. As barreiras linguísticas, apesar da proximidade entre o espanhol e o português, raramente são superadas; 15. Embora ambas as organizações internacionais tenham suas limitações, é necessário registrar seu papel em iniciativas, como a Carta Cultural Ibero-Americana e programas de cooperação cultural.
A contraofensiva conservadora surgiu no Chile (2010), mas foi revertida em 2014; avançou com o golpe no Paraguai (2012) e se acentuou com a derrota na Argentina (2015), o golpe no Brasil (2016), a vitória, que se mostrou derrotada no Equador (2017), a eleição antidemocrática no Brasil (2018), o revés no Chile (2018), o golpe na Bolívia (2019) e a derrota nas eleições no Uruguai (2020). O ciclo parecia ter chegado ao fim no início da nova década do século XXI.
A regressão política assumiu características comuns: 1. Retorno ao poder nacional das oligarquias; 2. Políticas externas submissas; 3. Desarticulação da integração entre países; 4. Descontinuidade das políticas de combate à desigualdade; 5. Retorno radicalizado das políticas neoliberais; 6. Supressão dos canais de participação política; 7. Expansão do autoritarismo e da violência do Estado nacional; 8. Perseguição de líderes e partidos políticos, inclusive por meio do uso instrumental da corrupção; 9. Ataques à cultura, desmantelamento de instituições culturais e políticas culturais desenvolvidas na primeira onda.
À medida que a região entra na terceira década do século XXI, parece estar mergulhada em turbulência. Um novo cenário envolve as vitórias eleitorais no México (2018), Argentina (2019), Bolívia (2020), Peru (2021), Chile (2021) e Colômbia (2022); o desempenho dos esquerdistas no Equador, apesar da derrota nas eleições presidenciais (2021); as manifestações populares na Colômbia e no Equador e os eventos no Chile desde 2019, que culminaram na vitória da proposta Constituinte (2021); e o desgaste da extrema impotência diante das perspectivas de mudanças no Brasil em 2022. A derrota da proposta Constituinte no Chile em 2022 aponta para a persistência de um processo de não formação de uma possível nova onda a partir de 2020.
O contexto internacional da nova onda, ainda em disputa, apresenta configurações complexas. O mundo parou, quase literalmente, como uma pandemia. Ela afeta as condições econômicas, sociais, ambientais, políticas e culturais. Favorece a expansão de privilégios e desigualdades, já amplificadas pelo neoliberalismo. Movimentos e governos autoritários proliferam no cenário mundial. Assim, dois povos indígenas, dois afrodescendentes, duas mulheres, duas comunidades LGBTQIA+ se expandirão. Os avanços sociotecnológicos reforçarão a globalização do mundo, a sociabilidade planetária em tempo real, a expansão das redes, as culturas digitais e a inteligência artificial, e permitirão a criação de novas guerras. O jantar internacional tornou-se mais complexo.
A retomada e a atualização das políticas culturais exigem: 1. Aprendizado com as experiências da primeira onda; 2. Maior transversalidade com as políticas públicas correlatas; 3. Melhor conhecimento, cooperação e intercâmbio cultural; 4. Políticas externas soberanas, com mais diplomacia cultural; 5. Aperfeiçoamento de dois canais de participação político-cultural; 6. Políticas econômicas inovadoras, que dialoguem com a economia solidária, o meio ambiente, o mundo digital e a cultura; 7. Reinvenção de uma cultura política radicalmente democrática; 8. Conceber as políticas culturais como cruciais para a democracia, o desenvolvimento e a civilidade nas relações humanas, dando relevância às disputas político-culturais-ideológicas no processo de transformação social. Uma disputa de narrativas permeia os mais diversos ataques. Merece uma revisitação crítica em busca de sua atualização em diálogo, conforme aprendido em novas circunstâncias.
O grupo de trabalho aborda, entre outras questões, os seguintes pontos: 1. Foram desenvolvidas políticas culturais novas ou não? Em caso afirmativo: 2. Em que medida as políticas anteriores diferem entre si? 3. Existem características comuns entre elas? 4. Foi configurado um modelo alternativo de políticas culturais? 5. Quais são os principais atores das políticas culturais? 6. Qual o lugar ocupado pelas políticas dos dois governos? 7. Quais os impactos das políticas dos dois governos sobre as políticas culturais implementadas? 8. Existem intercâmbios relevantes na área de políticas culturais? 9. Como serão abordadas questões como etnia, raça, gênero e outras? 10. Quais inovações surgiram nas políticas culturais, inclusive em relação às mudanças sociotecnológicas? Em caso de resposta negativa: 11. O que impediu a elaboração de novas políticas culturais? 12. As políticas culturais anteriores ainda estão em vigor? 13. O que explica a manutenção dessas políticas culturais anteriores?
BARBALHO, Alexandre. Política cultural. Salvador, Secretaria de Cultura da Bahia, 2013.
BOLÁN, Eduardo Nivon. Néstor García Canclini e as políticas culturais. In: BOLÁN, Eduardo Nivón (ed.). Vozes Híbridas. Reflexões sobre a obra de García Canclini. México, Siglo XXI Editores – Universidad Autónoma Metropolitana, 2012, p.31-47.
BOTELHO, Isaura. As dimensões da cultura e dos lugares das políticas públicas. In: BOTELHO, Isaura. Dimensões da cultura. Políticas culturais e seus desafios. São Paulo, Edições SESC, 2016, p. 19-39.
BRUNNER, José Joaquín. Um espelho quebrado: ensaios sobre cultura e políticas culturais. Santiago, FLACSO, 1988.
CALABRE, Lia; ROCHA, Renata e RUBIM, Antonio Albino Canelas (orgs.) Mondiacult 40 anos depois: impactos e desenvolvimentos nas políticas culturais na América Latina. Salvador, EDUFBA, 2022.
CANCLINI, Nestor García. Políticas Culturais e Crise de Desenvolvimento: Uma Avaliação Latino-Americana. In: CANCLINI, Néstor García (ed.) Políticas Culturais na América Latina. Buenos Aires, Grijalbo, 1987, p.13-59.
CANCLINI, Nestor García. Cultura e comunicação: entre o global e o local. La Plata:
Universidade Nacional de La Plata, 1997.
CANCELINI, Nestor García. Definições em transição. In: MATO, Daniel (org.) Estudos latino-americanos sobre cultura e transformações sociais em tempos de globalização. Buenos Aires, Clacso, 2001, 57-67.
CANCLINI, Néstor García (org.) Culturas da Ibero-América. São Paulo, OEI/Moderna, 2003.
CASTELLS, Manuel. A economia da informação, a nova divisão internacional do trabalho e o projeto socialista. In: Cadernos CRH. Salvador, v.17, p.5-34, 1992.
RUBIM, Antonio Albino Canelas e BAYARDO, Rubens (eds.) Políticas Culturais na Ibero-América. Medellín, Universidade Nacional da Colômbia – campus Medellín, 2009.
RUBIM, Antonio Albino Canelas; BARBALHO, Alexandre e COSTA, Leonardo. Formação em organização cultural: uma situação latino-americana. In: PragMatiza. Rio de Janeiro, 2(2):125-149, março de 2012.
Ele introduz propositadamente interpretações alternativas no jantar. O próprio nome de dois países implica debates, alguns dos quais nem sequer estão presentes nestas ondas. Cientes dos dois problemas, é importante que estas questões sejam aprofundadas criticamente.
De início, há duas explicações necessárias. A noção de cultura, assumida em uma dimensão expandida, envolve: concepções de mundo, modos de vida, visões de mundo, valores, etc. A proposta da noção expandida na Conferência Mundial sobre Políticas Culturais, que ocorreu há 40 anos na Cidade do México, está atualmente em vigor nos estudos e práticas de políticas culturais (Calabre; Rocha e Rubim, 2022).
Uma explicitação adicional refere-se ao termo políticas culturais. Noção recente em termos internacionais, ainda carece de maior rigor, mas não apresenta grandes vantagens, mesmo no âmbito latino-americano. Vale destacar duas delas. O ambiente de pluralidade teórico-conceitual da GT não faz sentido para estreitar horizontes, mas sim para dialogar com teorias críticas que ajudam a revelar a realidade.
O conceito de políticas culturais de Néstor García Canclini teve um impacto significativo (Rubim, 2019). Em 1987, ele escreveu: "Entendemos as políticas culturais como o conjunto de intervenções realizadas pelo Estado, instituições civis e grupos comunitários organizados, a fim de orientar o desenvolvimento simbólico, satisfazer as necessidades culturais da população e obter consenso para um tipo de ordem ou transformação social" (García Canclini, 1990, p. 26). Anos depois, acrescentou: "Mas essa forma de caracterizar o alcance das políticas culturais precisa ser ampliada, levando em consideração a natureza transnacional dos processos simbólicos e materiais na atualidade" (García Canclini, 2005, p. 65).
Eduardo Nivón Bolán destaca três ideias inovadoras: a concepção de políticas culturais como um conjunto consciente de intervenções; a expansão de dois sujeitos possíveis e a demarcação de dois objetivos como culturais (Nivón, 2012). As políticas culturais assumem um caráter deliberado (Brunner, 1988; Margulis, 2014). A noção destitui o Estado de único sujeito legítimo das políticas culturais e introduz novos agentes de forma perceptiva (Ochoa Gautier, 2003; Vich, 2014). Aqui, o processo é quase consensual. Ocorre maior descentralização, uma vez que os atores emergentes são infra e supranacionais, como organizações multilaterais ou regionais, e múltiplas entidades sociais. A presença de objetivos sociais supera as visões administrativas das normas anteriormente válidas. Destaca-se o terceiro objetivo, que enfatiza a neutralidade das políticas culturais para explicitar seu caráter de disputa.
À medida que as lutas sociais exigem a inclusão de novos objetivos, como a cidadania cultural e os direitos culturais, o conceito de cidadania cultural (Rosaldo, 1994 e 2000; Kymlicka, 1996; Unesco, 1999; García Canclini, 1999; Chaui, 2006, entre outros) tem sua origem em uma nova forma de enxergar as políticas culturais. De fato, a cidadania se forja nas lutas pela afirmação de direitos: individuais, políticos, da sociedade, do meio ambiente e da cultura. Eduardo Nivón Bolán e Delia Sánchez Bonilla observam: "Em termos culturais, as políticas públicas se traduzem na satisfação das necessidades culturais ou, dito de outra forma, na concretização dos direitos culturais?" (Nivón e Bonilla, 2016, p. 53). Hugo Achugar afirma que o problema das duas culturas demonstra, entre outras coisas, a pouca atenção dada à relação entre os direitos humanos, a escassa presença nos programas políticos e o conflito entre universalismo e relativismo cultural (Achugar, 2013). Os direitos culturais nos relacionam diretamente com a cultura da cidade.
Além de explicitar os recursos, as políticas culturais dialogam com a dinâmica da cultura (Rubim, 2007 e Orozco, 2007). Abrangem as seguintes dimensões: criação-invenção-inovação; transmissão-difusão-divulgação; formação; circulação-distribuição; conservação-preservação; análise-crítica-estudo-pesquisa; cooperação-intercâmbio; fruição-consumo; legitimidade e organização. Todas elas requerem pessoal especializado, exceto a fruição-consumo, comum a todos, apesar das desigualdades do capitalismo. Como as políticas culturais estão ligadas à dimensão organizacional, em nível macro ou micro, não se reduzem a ela, mas um de seus desafios mais criativos é traduzir políticas em programas e projetos.
Agora, o conceito atualizado pode ser enunciado da seguinte forma: Política cultural é um conjunto articulado, consciente, contínuo, deliberado, sistemático e planejado de intervenções, formulações e/ou atividades de diversas entidades culturais com o objetivo de: atender às demandas e necessidades culturais da população; estimular o desenvolvimento simbólico; construir hegemonias para preservar ou transformar a sociedade e a cultura; e garantir a cidadania e os direitos culturais. Ela combina recursos institucionais, infraestruturais, regulatórios, financeiros e humanos. Dá especial atenção às dimensões organizacionais da dinâmica cultural. Para existir, a política cultural exige a revisão da instrumentalização da cultura para a política e a inauguração de uma nova relação, na qual a política seja um instrumento para fins culturais.
Outra alternativa teórica merece ser considerada. Arturo Escobar, em 1999, propôs entender a política cultural como o processo que se desenrola quando atores sociais, moldados ou caracterizados por diferentes significados e práticas culturais, entram em conflito (Escobar apud Nivón Bolán, 2006, p. 58). Ele incorpora os setores subalternos como agentes da política cultural em suas lutas políticas contra a ordem vigente. Essa noção é explicitamente contrastada com o uso atual do conceito de política cultural, vista como um campo autônomo separado da política (Alvarez; Dagnino; Escobar, 2000, p. 22). Eles observam a ligação entre cultura e política: "O vínculo constitutivo significa que a cultura, entendida como uma visão de mundo e significados que integram práticas sociais, não pode ser adequadamente compreendida sem considerar as relações de poder intrinsecamente ligadas a essas práticas" (Alvarez; Dagnino; Escobar, 1999, p. 135).
Eles afirmam: "Com a expressão políticas culturais, queremos dizer, então, por que o cultural se torna fato político?" (Alvarez; Dagnino; Escobar, 1999, p. 135). Adiante, ele reafirma que: “as identidades e estratégias coletivas de todos os movimentos sociais estão inevitavelmente ligadas ao campo da cultura” (Alvarez; Dagnino; Escobar, 1999, p. 141). Em um texto publicado em 2000, enfatiza-se que os movimentos sociais, quando apresentam concepções alternativas de mulher, natureza, raça, economia, democracia ou cidadania, que desestabilizam os significados culturais dominantes, são movimentos de política cultural? (Alvarez; Dagnino; Escobar, 2000, p. 25). Tal perspectiva amplia a noção de políticas culturais, pois considera que as lutas políticas, que traçam conceitos culturais em oposição aos dominantes e insurgem contra sua validade, não são increvem o conceito de políticas culturais.
A base desenvolvida visa aumentar a relevância teórico-social do tema proposto no programa de estudos e intervenções. A marginalização histórica das políticas culturais está sendo revertida, despertando o interesse não apenas de acadêmicos, intelectuais e artistas, mas também de atores políticos e da sociedade civil organizada (Dominzain et al., 2022). O impacto da cultura na formação de uma sociedade democrática, que exige inclusão, equidade, pluralismo e diversidade, deve ser cada vez mais considerado. O campo cultural começa a se tornar visível como um espaço de poder. Trata-se de um campo de disputa no mundo e, especialmente, na América Latina, onde se desenvolvem lutas político-culturais e experiências em políticas culturais que precisam ser mais estudadas.
ALVAREZ, Sônia; DAGNINO, Evelina e ESCOBAR, Arturo. O cultural e o político nos movimentos sociais da América Latina. In: GARCÍA CANCLINI, Néstor e MONETA, Carlos Juan (eds.). As indústrias culturais na integração latino-americana. México/Caracas, Grijalbo/SELA, 1999, p.357-374.
ALVAREZ, Sônia; DAGNINO, Evelina e ESCOBAR, Arturo. Introdução: o cultural e o político dos movimentos sociais latino-americanos. In: ALVAREZ, Sônia; DAGNINO, Evelina e ESCOBAR, Arturo (orgs.) Cultura e política nos movimentos sociais latino-americanos: novas leituras. Belo Horizonte, Editora da UFMG, 2000, p.15-57.
BAYARDO, R. (2008) "Políticas culturais: caminhos e perspectivas contemporâneas". Em: RIPS, Vol.7, No. 1.
BOLÁN, Eduardo Nivón. Política cultural. Questões, problemas e oportunidades. Cidade do México, Conselho Nacional de Cultura e Artes, 2006.
BOLAN, Eduardo Nivón (org.) Políticas Culturais no México 2006-2020. Guadalajara, Universidade de Guadalajara, 2006.
BOLÁN, Eduardo Nivon. Néstor García Canclini e as políticas culturais. In: BOLÁN, Eduardo Nivón (ed.). Vozes híbridas: reflexões sobre a obra de García
CANCLINI. México, Siglo XXI Editores – Universidad Autónoma Metropolitana, 2012, p.31-47.
DOMINZAIN, S. (2021) Uruguai: Artistas antes da nova legislação trabalhista. Artelogie Magazine Pesquise sobre as artes, o patrimônio e a literatura de
América Latina. Paris.
DOMINZIAN, S. (2016) Uruguai: Rumo a uma cultura inclusiva, diversa e democrática. Revista Religación, v.: 4, p.: 1 - 18. Quito-Clacso.
CALABRE, Lia; ROCHA, Renata e RUBIM, Antonio Albino Canelas (orgs.) Mondiacult 40 anos depois: impactos e desenvolvimentos nas políticas culturais na América Latina. Salvador, EDUFBA, 2022.
CANCLINI, Nestor García. Políticas Culturais e Crise de Desenvolvimento: Uma Avaliação Latino-Americana. In: CANCLINI, Néstor García (ed.) Políticas Culturais na América Latina. Buenos Aires, Grijalbo, 1987, p.13-59.
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CHAUI, Mara. Cidadania Cultural. Ou diretamente para a cultura. São Paulo, Editora da Fundação Perseu Abramo, 2006.
ROCHA, Renata. Políticas culturais na América Latina: uma abordagem teórica e conceitual. In: Políticas Culturais na Revista. Salvador, 9(2):674-703, 2016.
RUBIM, Antonio Albino Canelas e BAYARDO, Rubens (orgs.) Políticas culturais na Ibero-América. Salvador, Edufba, 2008.
RUBIM, Antonio Albino Canelas. Políticas culturais e novos desafios. Em: Matrizes. São Paulo, 2(2):93-115, 2009.
RUBIM, Antonio Albino Canelas e BAYARDO, Rubens (eds.) Políticas Culturais na Ibero-América. Medellín, Universidade Nacional da Colômbia – campus Medellín, 2009.
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VICH, Victor. Gerenciando riscos: agenda e manobra na política cultural. In: CORTÉS, Guillermo e VICH, Victor (orgs.) Políticas culturais: ensaios críticos. Lima, Instituto de Estudos Peruanos / Instituto Nacional de Cultura, 2006, p. 45-70.
ViICH, Victor. (2021) Políticas Culturais e Cidadania. Estratégias Simbólicas para Ir às Ruas. Buenos Aires: CLACSO.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
das políticas culturais na América Latina.
Investigar as políticas culturais específicas desenvolvidas em diversos países.
latino-americanos, estatais ou não
Definição de dois parâmetros e procedimentos de análise comuns
Desenvolvimento de pesquisas sobre políticas culturais em diversos países.
Parâmetros e procedimentos definidos, compartilhados e aplicados.
Versão inicial de dois textos sobre políticas culturais em diversos países.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Informações e dados sobre membros e atividades do grupo.
Divulgar estudos e pesquisas sobre políticas culturais.
Realizar dois seminários virtuais abertos sobre temas de política cultural.
Seminários realizados com ampla participação de acadêmicos e comunidades culturais.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Consolidar e expandir relacionamentos
com redes e organizações de cooperação acadêmica e cultural
Desenvolver trabalho colaborativo com GT de trabalho Arte, ensino e cidade.
E com os intelectuais da GT, ideias e políticas.
Consolidar as relações com o Fórum Universitário do Mercosul e com a Rede Latino-Americana de Gestão Cultural.
Converse com outras redes e organizações culturais internacionais.
Dialogar e identificar convergências com grupos relacionados ao tema da cultura e das políticas culturais públicas.
Realização de escritórios abertos e virtuais sobre experiências em políticas culturais, com o objetivo de democratizar ou debater o tema.
Trabalho colaborativo definido com algumas redes e/ou organizações culturais internacionais.
Modalidades de cooperação definidas e implementadas.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
expandir relacionamentos
com redes e organizações de cooperação acadêmica e cultural
Desenvolver trabalho colaborativo com outros grupos de trabalho da CLACSO.
Converse com outras redes e organizações culturais internacionais.
Dialogar e identificar convergências com grupos relacionados ao tema da cultura e das políticas culturais públicas.
Modalidades de cooperação definidas e implementadas.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Investigar as políticas culturais desenvolvidas nos países latino-americanos, sejam eles estatais ou não.
Desenvolvimento de pesquisas sobre políticas culturais em diversos países.
Versão final de dois textos sobre políticas culturais em diversos países.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Divulgar estudos e pesquisas sobre políticas culturais.
Construção de uma bibliografia colaborativa sobre políticas culturais na América Latina.
Dossiê em periódicos com revisão por pares, como
Alternativa (México)
RELACult - Revista Latino-Americana de Estudos em Cultura e Sociedade (Brasil)
Estudos Latino-Americanos (Uruguai)
Realização de dois seminários abertos e virtuais sobre políticas culturais.
Discuta os textos preparados, reescreva os textos e publique-os em livros.
Bibliografia disponível no site.
Seminários realizados com ampla participação de acadêmicos e comunidades culturais.
Publicar um livro contendo estudos sobre políticas culturais em países da América Latina.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Definição, em conjunto com as entidades parceiras, das atividades que podem ser realizadas.
em parceria
Criação de escritórios sobre experiências em políticas culturais para um público amplo de agentes, grupos, comunidades, gestores e produtores culturais.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Desenvolver trabalho colaborativo com GT: Arte, educação e cidadania e Intelectuais, ideias e política
Buscar contatos e colaboração com grupos relacionados ao tema da cultura e das políticas culturais públicas.
Modalidades de cooperação definidas e implementadas.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Estudar e comparar
políticas culturais
Latino-americanos, estados
ou
nao
Definição de dois parâmetros analíticos
Realização de análises comparativas sobre políticas culturais latino-americanas.
Versão final dos textos sobre uma análise comparativa das políticas culturais latino-americanas.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
as atividades do grupo
Divulgar estudos e pesquisas sobre políticas culturais.
Reúna a bibliografia coletada sobre políticas culturais.
Realização de dois seminários abertos com temas relacionados a políticas culturais.
Debater dois textos preparados, reescrever dois textos e publicar livros.
Bibliografia de políticas culturais
disponibilizado
nenhum site
Seminários realizados com ampla participação de acadêmicos e comunidades culturais.
Livro publicado contendo análises comparativas realizadas
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Desenvolver trabalho colaborativo com outros grupos de trabalho - CLACSO
Incorporação de outros grupos da CLACSO no debate sobre políticas culturais.
A parceria foi conduzida de forma satisfatória.
Número total de pesquisadores admitidos: 60
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura
Universidade Federal da Bahia
Brasil
Programa de Pós-Graduação em Geografia
Instituto de Ciências, Campus da Praia Vermelha, Departamento de Geografia
Universidade Federal Fluminense
Brasil
Diretoria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Universidade das Artes
Equador
_Outros
Universidade Estadual do Ceará - Programa de Pós-Graduação em Sociologia; Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas; Grupo de Pesquisa em Políticas de Cultura e Comunicação (Cult.Com).
Brasil
Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura
Universidade Federal da Bahia
Brasil
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
Faculdade de Administração. Universidade Nacional da Colômbia, Campus de Manizales
Faculdade de Administração
Universidade Nacional da Colômbia, Campus Manizales
Colômbia
Instituto Peruano de Ciências
Peru
Centro de Estudos de Comunicação
Instituto de Comunicação e Imagem
Universidade do Chile
Chile
Secretaria de Desenvolvimento e Relações Institucionais
Universidade Nacional das Artes
Argentina
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Iztapalapa
México
Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura
Universidade Federal da Bahia
Brasil
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura
Universidade Federal da Bahia
Brasil
Universidade Autônoma da Cidade do México
Coordenação acadêmica
Universidade Autônoma da Cidade do México
México
_Outros
Centro de Estudos de Comunicação
Instituto de Comunicação e Imagem
Universidade do Chile
Chile
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura
Universidade Federal da Bahia
Brasil
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
Faculdade de Ciências Humanas e da Educação
Universidade da República
Uruguai
_Outros
_Outros
Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura
Universidade Federal da Bahia
Brasil
Grupo de Pesquisa em Educação, História e Interculturalidade
Universidade Federal de Sergipe
Brasil
Instituto Latino-Americano de Arte, Cultura e História
Universidade Federal da Integração Latino-Americana
Brasil
Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura
Universidade Federal da Bahia
Brasil
Faculdade de Ciências Humanas e da Educação
Universidade da República
Uruguai
Diretoria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Universidade das Artes
Equador
Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura
Universidade Federal da Bahia
Brasil
Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura
Universidade Federal da Bahia
Brasil
_Outros
_Outros
_Outros
Faculdade de Ciências Humanas e da Educação
Universidade da República
Uruguai
Faculdade de Ciências Humanas e da Educação
Universidade da República
Uruguai
Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura
Universidade Federal da Bahia
Brasil
Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC
Brasil
Bolívia
Faculdade de Ciências Humanas e da Educação
Universidade da República
Uruguai
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Costa Rica
Costa Rica
Faculdade de Ciências Humanas e da Educação
Universidade da República
Uruguai
_Outros
_Outros
Instituto de Estudos Avançados
Universidade de Santiago do Chile
Chile
Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura
Universidade Federal da Bahia
Brasil
_Outros
_Outros
Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura
Universidade Federal da Bahia
Brasil
_Outros
Faculdade de Ciências Sociais
Diretoria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Universidade Alberto Hurtado
Chile
Universidade Central do Equador
Equador
Faculdade de Ciências Humanas e da Educação
Universidade da República
Uruguai
_Outros
Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura
Universidade Federal da Bahia
Brasil