Área temática: Desigualdades e pobreza na América Latina e no Caribe
Grupo de trabalhoPobreza e políticas sociais
[+ Ver produções e conteúdo]Departamento de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Quilmes
Argentina
Instituto de Ciências Políticas
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Instituto de Pesquisa Social
Coordenação de Ciências Humanas
Universidade Nacional Autônoma do México
México
A América Latina como um todo caracterizou-se pelo estabelecimento de Estados de bem-estar social incompletos, com níveis significativos de emprego informal e distribuição discricionária de benefícios públicos (Gough e Wood, 2004). Esses fatores evidenciam a fragilidade ou ausência de um conjunto de elementos políticos e econômicos que influenciam os desfechos do conflito distributivo típico de nossas sociedades. As consequências socioeconômicas históricas que caracterizaram a região ao longo do século XX foram desastrosas, expressas em termos de pobreza e desigualdade, revelando a exclusão de grandes segmentos da população das condições básicas de bem-estar.
Entre as principais causas explicativas dessa deficiência do estado social na América Latina estão: a instabilidade dos sistemas democráticos (Garay, 2016), a fragilidade dos atores coletivos ou movimentos sociais populares, além dos problemas de inserção internacional e das estratégias de desenvolvimento adotadas que tenderam a dificultar a promoção de esquemas robustos de proteção social (Ocampo, 2011).
Existe um certo consenso acadêmico de que a consolidação da democracia é uma condição prévia para alcançar níveis de redistribuição econômica (Huber e Sephens, 2012), na medida em que permite o desenvolvimento de coligações e partidos políticos de esquerda que tendem a processar as demandas dos setores assalariados organizados e buscam modificar o padrão predominante de distribuição de riqueza (Korpi, 1985).
É evidente que a América Latina, como um todo, carecia dos componentes econômicos e políticos essenciais para a promoção do bem-estar e da integração social, e sua longa tradição de rupturas institucionais tornou-se um dos instrumentos institucionais utilizados para resolver conflitos distributivos neste continente. Assim, alguns analistas caracterizaram o processo de surgimento e consolidação de seus limitados sistemas de proteção pública como Modernização Conservadora (Filgueira, 2013), em que os benefícios distribuídos não alteraram a estrutura social estabelecida. Cabe ressaltar que esse quadro de proteção incompleto apresenta diferenças significativas entre os países da região; contudo, a característica institucional comum se traduz na falta de proteção para grandes segmentos da população. (Mesa Lago, 1978; Satyro e Cunha, 2015; Midaglia e Antía, 2017)
Nesse contexto de graves déficits socioeconômicos, que podem ser descritos como estruturais, reformas neoliberais foram implementadas na década de 90, tendendo a agravar a situação social na América Latina (Huber e Solt 2004), afetando não apenas os grupos em situação de pobreza, mas também as classes médias baixas, que sofreram as consequências dos cortes nos benefícios sociais.
No entanto, na década de 2000, um cenário econômico e político diferente tomou forma na América Latina, à medida que a trajetória de crescimento gerada pelo boom das commodities foi retomada, com variações dependendo do país, até 2009. Essa dinâmica econômica foi acompanhada por mudanças políticas relevantes, essencialmente na América do Sul, onde forças de esquerda assumiram governos nacionais, descrevendo esse fenômeno político como uma "guinada à esquerda" (Arditi, 2009).
Em um contexto de desenvolvimento econômico, com aumentos constantes no Produto Interno Bruto (PIB) de 2005 a 2009, foram registradas melhorias significativas na pobreza e na desigualdade. Essas melhorias podem ser explicadas não apenas pelo próprio crescimento, mas também pela luta distributiva que ocorreu dentro dos sistemas democráticos (Midaglia e Castillo, 2014). Não há dúvida de que a América Latina, particularmente o Sul, experimentou progresso socioeconômico durante esse período que foi além das melhorias nos indicadores sociais tradicionais. Esses avanços envolveram reformulações de políticas públicas no mercado de trabalho, incluindo re-regulamentações trabalhistas e aumentos do salário mínimo, entre outras medidas. Na área de assistência social, houve promoção de apoio monetário e diversos serviços voltados para famílias em situação de pobreza. No entanto, outros países, como o México e um grande número de nações centro-americanas, não implementaram mudanças significativas em seus déficits sociais históricos devido à falta de investimento público. Contudo, durante esse período, programas como as Transferências Condicionadas de Renda (Valência 2012; Valência 2008; Barba 2019) e pacotes básicos de proteção à saúde foram promovidos ou consolidados, como no caso do México. É importante destacar que, do início do século XXI até o presente, os programas de assistência social ganharam relevância sociopolítica na América Latina, e sua importância tem sido associada à inclusão das questões da pobreza na agenda pública regional e à necessidade política de fornecer respostas públicas a situações generalizadas de dificuldades socioeconômicas. Soma-se a isso a estabilização dos regimes democráticos regionais, que contribuem para a geração de um debate público sobre os problemas distributivos do continente, por meio da ativação de movimentos sociais e protestos, bem como pelo incentivo aos partidos políticos para que se preocupem com os setores vulneráveis, seja por escolha ideológica ou simplesmente pelo efeito da própria dinâmica eleitoral (Garay, 2015).
Contudo, o início da pandemia encontrou países latino-americanos com diferentes níveis de redes de proteção social para enfrentar a crise sanitária e suas consequências sociais. Sem dúvida, o crescimento econômico dos anos anteriores, aliado aos investimentos sociais em diversos países, gerou uma rede de proteção que, em alguns casos, permitiu a implementação de políticas públicas com medidas paliativas. No entanto, é importante ressaltar que, em toda a América Latina, apesar do crescimento dos anos anteriores e da implementação de reformas sociais moderadamente abrangentes, a insuficiência das redes de proteção social e a falta de proteção para segmentos significativos da população não foram revertidas.
As informações disponíveis mostram que a pandemia levou a um aumento acentuado da pobreza em toda a América e a um aprofundamento das desigualdades, bem como a uma maior vulnerabilidade entre os setores sociais mais pobres. Trata-se de uma crise de grande escala com graves consequências para o emprego e a renda familiar, considerando também o nível de informalidade em nossos países.
É pertinente atentar especialmente para a amplificação das múltiplas desigualdades socioeconômicas, culturais e territoriais, bem como para as marcantes práticas de discriminação de gênero e étnica que permeiam as sociedades latino-americanas e enfraquecem a coesão social. Sem dúvida, nessa região, as fortes desigualdades estruturais do sistema produtivo são agravadas por significativas disparidades no acesso e na qualidade de bens e serviços básicos: saúde, educação, cultura, moradia, justiça, assistência, serviços pessoais, etc., características de um Estado de bem-estar social incompetente que define esse continente, onde grandes setores da população são incapazes de exercer plenamente seus direitos.
Esta crise global está forçando os Estados-nação a reconfigurarem seus sistemas de seguridade e proteção social, indo além dos critérios predominantes de austeridade econômica. Talvez esta conjuntura crítica, como indicam alguns estudos, se torne uma oportunidade para repensar os sistemas de proteção existentes e os tipos de políticas sociais inclusivas que devem ser promovidas ou consolidadas (Martínez Franzoni e Sánchez Ancochea, 2022).
Barba, Carlos, (2019). “Um olhar não convencional sobre as transferências condicionadas de renda (TCR) na América Latina: três ondas e uma tipologia” em Alberto Cimadamore; Anete Ivo; Carmen Midaglia e Alexandra Barrantes (coord.), Bem-estar,
Direitos e renda básica na América Latina, pp. 48 a 85, CROP-Siglo XXI, México
Filgueira, Fernando, (2013). “Regimes de bem-estar social no crepúsculo da modernização conservadora: possibilidades e limites da cidadania social na América Latina”. Revista Uruguaia de Ciência Política - Vol. 22 No. 2 - ICP – Montevidéu. Montevidéu: Departamento de Ciência Política
Garay, Candelaria, (2016). Expansão da política social na América Latina. Nova Iorque, NY: Cambridge University Press.
Gough, Ian e Wood, Geof, (2004). Insegurança e regimes de bem-estar na Ásia, África e América Latina. Política social em contextos de desenvolvimento. Cambridge: Cambridge University Press.
Huber e Solt (2004). “Sucessos e fracassos do neoliberalismo” Revista de Pesquisa Latino-Americana (pp. 150-64)
Korpi, Walter, (1985). “Abordagem dos Recursos de Poder vs. Ação e Conflito: Sobre Explicações Causais e Intencionais no Estudo do Poder.” Sociological Theory, Vol. 3 No. 2, pp. 31-45. EUA: American Sociological Association (ASA).
Ocampo, JA (2011). Seis décadas de debates econômicos na América Latina. Disponível em: http://policydialogue.org/files/events/SEGIB-PNUD_Ocampo-final.pdf
Martínez Franzoni, Juliana e Sánchez Ancochea, Diego (2022). “A COVID-19 pode promover políticas sociais inclusivas? Transferências de emergência de dinheiro na América Central. Working Papers 60 / 2022. Fundação Carolina, Cooperação Espanhola.
Midaglia, Carmen e Castillo, Marcelo (2018). América Latina no Século XXI: Avanços e Retrocessos nos Padrões de Desenvolvimento Social. Salvador da Bahia: Cadernos do CEAS, v.: No 245 p.:660 - 687, 2018. ISSN: 01029711. Acesso em: https://cadernosdoceas.ucsal.br/index.php/cadernosdoceas.
Midaglia, Carmen e Antía, Florencia, (2017). Bem-estar e proteção social na América Latina. Abordagens conceituais e metodológicas para o MERCOSUL. Paraguai: Instituto Social do MERCOSUL.
Midaglia, Carmen e Castillo, Marcelo (2014). “Quando a maré baixa: as mudanças nas proteções sociais na América Latina no século 21.” Horizontes Latino-Americanos – Revista de Humanidades e Ciências Sociais do Mercosul Educacional./Fundação Joaquim Nabuco – Vol. 3, nº 1 (dezembro de 2014), PP: 13-36. Recife: Editora Massangana, Fundação Joaquim Nabuco.
Sátyro, Natália e Cunha, Pedro, (2015). "Por que é importante entender a heterogeneidade da proteção social nos municípios brasileiros? A coexistência de regimes de bem-estar em um mesmo país: uma análise comparativa." Artigo apresentado na Conferência Anual da ESPAnet de 2015, Dinamarca, 3 a 5 de setembro de 2015.
Valencia, E. (2012). “Segmentação e estratificação do sistema de saúde no México: atores e raízes históricas” em (Des)Encontros entre reformas sociais, saúde, pobreza e desigualdade na América Latina. Buenos Aires: Universidade de Quilmes, CLACSO.
Valencia Lomelí, Enrique (2008). “Transferências condicionais de renda como política social na América Latina. Uma avaliação: contribuições, limitações e debates”. Annual Review of Sociology 34:499–524.
Durante o longo período de políticas econômicas neoliberais, a pesquisa social concentrou-se em investigar a multidimensionalidade da pobreza e da desigualdade e em oferecer ferramentas metodológicas para sua mensuração (Yaschine, 2018). Também proliferaram as análises de programas de combate à pobreza, particularmente os programas de transferência de renda condicionada implementados em praticamente todos os países da região, numa tentativa de controlar o crescimento da pobreza rural (Midaglia, C., Villarespe, V., Midaglia, C., & Ziccardi, A., 2013). Estudos urbanos apontaram que, quando esses programas foram transferidos para as cidades, perderam eficácia, pois a pobreza patrimonial é prevalente em áreas urbanas, e essa dimensão não foi incorporada a esses programas. Pelo contrário, as políticas habitacionais da região afastaram-se da sua natureza de políticas sociais e adotaram critérios financeiros, criando uma oferta maciça de habitações de má qualidade localizadas em complexos habitacionais nas periferias distantes, gerando processos de segregação residencial e segmentação social (Ziccardi, A.2012, 2015; Di Virgilio, M., 2021; Fidel e Romero, 2017)
Além disso, a interdependência entre as múltiplas dimensões da pobreza — econômica, social, territorial e cultural — e a amplificação das desigualdades existentes exigem a construção de novas categorias analíticas para capturar a complexidade e a interseccionalidade desses fenômenos. Essa complexidade se manifesta principalmente nas cidades, onde se observam processos encorajadores relacionados ao exercício de direitos e a condições de maior equidade social — como o empoderamento das mulheres, a visibilidade das demandas de povos indígenas e organizações de pessoas com diversas orientações sexuais, e a apropriação de espaços públicos para cultura e lazer por jovens e idosos. Contudo, as cidades também exibem novas dinâmicas que mantêm ou exacerbam antigas desigualdades, se entrelaçam com novas e se tornam fontes de desigualdade e exclusão: emprego precário, novas práticas de exclusão social, aumento da violência, insegurança e economia criminosa, e a fragilidade da democracia local em neutralizar a polarização social (Reygadas e Ziccardi, 2010).
Nesse contexto, a crise global sem precedentes criada pelo SARS-CoV-2 (COVID-19) evidenciou outros problemas e impôs novos desafios às ciências sociais, somando-se às transformações já observadas em questões sociais e urbanas (Barba, C., Ordoñez, G., & Silva, Y., 2020; Ziccardi, 2020). Sem dúvida, a pandemia exige uma renovação da agenda de pesquisa social, pois se trata de um fenômeno social total (Ramonet, 2020) e universal em seu alcance, interconexão e visibilidade (Bringel & Pleyers, 2020), mas também de um fenômeno urbano. Noventa por cento das infecções desde o início da pandemia concentraram-se nas cidades, forçando uma mudança nos estilos de vida urbanos. É evidente que a população mais afetada é a que vive em bairros de baixa renda, caracterizados por alta densidade populacional, superlotação e acesso limitado a serviços, principalmente água (Ziccardi, 2021).
A pandemia tornou visíveis para a sociedade como um todo não apenas as deficiências dos sistemas de saúde, mas também as profundas desigualdades existentes no acesso aos serviços públicos e a vulnerabilidade social em que vivemos, dada a interdependência entre as condições de vida, trabalho e saúde. Expôs direitos civis não respeitados e como as vulnerabilidades sociais são exacerbadas por uma crise que exige que os Estados-nação criem condições para a resiliência social. É também um alerta sobre a importância de coligações políticas distributivas, aumento do investimento social e a criação de sistemas de cuidado (Batthyány, K. 2020). Em suma, destaca a necessidade de fortalecer a "linha de proteção e bem-estar" (Midaglia, C. e Antía, F., 2017; Martínez Franzoni e Sánchez Ancochea, D., 2022; Martínez Espinoza, M. e Ziccardi, A., 2022).
Essa complexa situação social exige um exame crítico da questão dos direitos e suas inter-relações, a partir de uma perspectiva multidisciplinar, para compreender e avaliar o progresso alcançado e a dívida social acumulada, exacerbada pela pandemia. É necessário investigar a distribuição de bens públicos, a existência de padrões clientelistas e benefícios estatais condicionados, as demandas não atendidas de grupos sociais e as alianças políticas que viabilizam ou dificultam as políticas de inclusão social. Isso inclui examinar a arquitetura institucional que sustenta as políticas sociais, os recursos econômicos e humanos que elas mobilizam, a inércia burocrática e as fragilidades das formas de proteção implementadas pelos diferentes níveis de governo, sem uma coordenação intergovernamental efetiva. Nesse contexto, a atuação social do governo local adquire importância central para a pesquisa social, por ser a autoridade mais próxima dos cidadãos e a que deve atender às demandas cidadãs (Cordera, R. e Ziccardi, A. (coord.) 2022).
Mas o que está atualmente sob escrutínio — e a situação atual é propícia para iniciar uma transformação — são os sistemas de saúde, alguns dos quais foram desmantelados ou privatizados durante o período de reformas estruturais neoliberais. Governos de esquerda ou progressistas fizeram investimentos em saúde, mas estes foram insuficientes para reverter a estratificação dos benefícios e a exclusão de grandes segmentos da população de serviços de saúde de qualidade (Fidel, C. e Valencia, E. (coord.), 2013; Valencia, 2012). Mesmo que a pandemia tenha demonstrado que aqueles com políticas públicas inclusivas estavam mais bem preparados para enfrentá-la, os sistemas de saúde pública da região como um todo devem ser investigados de forma completa, sistemática e comparativa para fornecer novos conhecimentos e contribuir para sua reestruturação.
É essencial considerar a dinâmica dos mercados de trabalho em relação aos sistemas previdenciários e às políticas de formalização do trabalho para conceber novas políticas de proteção social. É uma obrigação acadêmica discutir as diversas formas de cobertura segurável para os cidadãos, construindo estratégias de política social para lidar com situações críticas. Isso requer um modelo de desenvolvimento que fomente o crescimento e mudanças substanciais no curso da economia pós-pandemia, bem como a inclusão no debate pelos poderes executivo e legislativo da criação de uma renda básica ou uma renda mínima vital capaz de garantir condições de vida dignas para todos os cidadãos (Cordera e Provencio, 2020; Yanes, P., 2019; Gaitán, F. e Del Bono, C., 2020). Devemos também recuperar e aprofundar as ferramentas conceituais para analisar as formas de governança e a capacidade de influência que diferentes atores possuem, a fim de abrir espaços para a coprodução e a colaboração no atendimento às demandas sociais (Subirats, 2017; Ziccardi, 2018).
Por fim, é crucial reconhecer que esta crise global de saúde, econômica e social evidenciou o papel vital da pesquisa científica realizada em universidades e centros de pesquisa públicos. Nos países da região, nossas instituições, durante e após a pandemia, sem abandonar suas funções essenciais de ensino e pesquisa, fortaleceram sua atuação junto à sociedade e a alguns órgãos governamentais, reorientando suas agendas de trabalho e reafirmando seu compromisso de fornecer conhecimento para superar a grave situação criada, especialmente para os setores mais vulneráveis da população (Grupo de Trabalho da CLACSO, Pobreza e Políticas Sociais).
Batthyány, Karina (2020). Organização social do cuidado e crise sanitária na América Latina e no Caribe. Dossiê. Reflexões sobre a COVID-19, 2 de agosto, CLACSO.
Bringel, Bruno e Pleyers, Geoffrey (2020) A pandemia e seus ecos globais, em Alerta global: Políticas, movimentos sociais e futuros contestados em tempos de pandemia, CLACSO. pp. 9-34.
Cordera, Rolando e Provencio Enrique (coord.) (2020). Mudar o rumo: desenvolvimento após a pandemia. PUED-UNAM, México.
Cordera, Rolando e Ziccardi, Alicia (2022). Políticas sociais do México. Direitos constitucionais e arquitetura institucional, IIS, PUED-UNAM, Ed. Siglo XXI, México.
Di Virgilio, María Mercedes (2021) Desigualdades, habitat e habitação em AL, Nueva Sociedad n°293, maio-junho pp 77-92.
Fidel, Carlos e Valencia, E (coord.) (2013) (Des)Encontros entre reformas sociais, saúde, pobreza e desigualdade na América Latina CLACSO, UNQ, Bs As.
Gaitán, Flavio e Del Bono, Cecilia (2020) Renda Básica Universal e Incondicional (ou Renda Cidadã). CIEPP, nº 106, Bs.As.
Grupo de Trabalho da CLACSO sobre Pobreza e Política Social (2020) Declaração sobre a emergência sanitária criada pela pandemia de COVID-19.
Fidel, Carlos (2022): MERCOSUL: pandemia e pobreza. El Cohete a la Luna, março de 2022. REFLETINDO SOBRE A PANDEMIA. Observatório Social do Coronavírus CLACSO.
Fidel, Carlos e Romero, Gustavo (coord.) (2017) Produção habitacional e desenvolvimento urbano sustentável”. UNQ, CLACSO, PUEC, UNAM, Buenos Aires, 2017.
Martínez Espinoza, M e Ziccardi, Al (2022). A pandemia do século XXI. Aumento da pobreza e políticas de inclusão social, Artigo apresentado no Painel GT Pobreza e Políticas Sociais, LASA 2022.
Martínez Franzoni, Juliana e Sánchez Ancochea, ob.cit.
Midaglia, Carmen, Villarespe, Verónica e Ziccardi, Alicia (2013). Persistência da pobreza e esquemas de proteção social na América Latina e no Caribe. CLACSO, IIE, PUEC-UNAM. Buenos Aires.
Puyana, Alicia - 2015 Desigualdade horizontal e discriminação étnica em quatro países da América Latina, CEPAL Review.
Reygadas, Luis e Ziccardi, A (2010) “México: Tendências de Modernização e Persistência da Desigualdade”, em Cordera, R., Presente e Perspectivas. Coletânea: História Crítica das Modernizações no México, (FCE, CIDE) pp. 250-309.
Subirats, Joan, (2017) Políticas urbanas e inovação social. Entre coprodução e a nova institucionalidade, em: Carrión F. e Jaime E. O direito à cidade na América Latina, Visões da política, PUEC-UNAM, CIALC-UNAM, CLACSO, ISRD, México, 2016, pp 49-72.
Valencia, Enrique (2012) “Segmentação e estratificação do sistema de saúde no México: atores e raízes históricas” em Fidel. C e Valencia, E. op. cit.
Yanes, Pablo (2019). Renda Básica Incondicional: Uma Proposta Urgente. Rede de Renda Básica https://www.redrentabasica.org/rb/firma/pablo_yanes/
Yaschine Arroyo, Iliana (2018), Desafios metodológicos para medir a pobreza no México a partir de uma abordagem baseada em direitos, em Hernández, Aparicio, e Mancini, F Pobreza e direitos sociais no México, IISUNAM, CONEVAL, pp 83-133.
Ziccardi, Alicia (2012), Pobreza urbana e exclusão social em Ciências e Humanidades, AMC, México. pp. 741-750.
Ziccardi, Alicia (2015) Como vivem os mexicanos. Análise regional das condições de habitabilidade das habitações, IIJ UNAM. México.
Ziccardi, Alicia (2018). “Cidade do México: dois modelos de cidade e uma governança local conflituosa”, em LA Journal of Critical Research, CLACSO, ano V, número 8, janeiro-junho de 2018, pp. 15-36.
Ziccardi, Alicia (2020) A questão urbana, a governança local e o direito à cidade, em Barba, C, Ordoñez, G e Silva, Y., op. cit pp. 132-155.
Ziccardi, Alicia (coord.) (2021), Habitabilidade, ambiente urbano e distanciamento social. Uma investigação em oito cidades mexicanas durante a COVID-19. Coord. Humanidades, IISUNAM. México
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
2. Analisar e enriquecer os paradigmas e ações das políticas sociais pós-pandemia na América Latina e no Caribe, a partir de uma perspectiva comparativa.
Seminário coordenado por:
a) GT Pobreza e Políticas Sociais
b) GT Processos urbanos latino-americanos: (in)justiças e (des)igualdades.
Participam alunos de graduação e pós-graduação da UBA, UNAM, UDG, UR, COLEF, FLACSO, UQ e UFB, seja escrevendo teses ou demonstrando interesse em treinamento nessas áreas.
Organizado pelos Grupos de Trabalho CLACSO, UNQ e UNSAM.
Mês: março.
Formato: Híbrido.
2. Seminário Internacional “Desafios socioeconômicos e respostas colaborativas na América Latina e no Caribe”
Seminário coordenado por:
a) GT Pobreza e Políticas Sociais
b) GT Que desenvolvimento? Diálogo entre a academia e a política
c) GT Processos urbanos latino-americanos: (in)justiças e (des)igualdades.
Participam alunos de graduação e pós-graduação da UBA, UNAM, UDG, UR, COLEF, FLACSO, UQ e UFB, seja escrevendo teses ou demonstrando interesse em treinamento nessas áreas.
Organizado pelos Grupos de Trabalho da CLACSO e pela Universidade da República do Uruguai.
Mês: setembro.
Formato: Híbrido.
- Divulgar os avanços no conhecimento sobre a questão social atual por meio do boletim informativo da GT.
- Materiais didáticos atualizados.
2. Promover o conhecimento sobre o assunto e divulgar os resultados.
- Materiais atuais para o ensino
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Ciências Sociais, UNQ e outras revistas de circulação internacional.
Vídeo da UNQ-TV
(Filmes e edições).
Transmitido pela CLACSO-TV e UNQ-TV.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Continuar a desenvolver atividades conjuntas com organizações da sociedade civil e movimentos sociais (HIC-AL, MUP, MOI).
Workshops online de discussão e análise.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Seminário Universitário A Questão Social - PUED UNAM.
Rede Europeia de Políticas Sociais
URBARED - UNGS, IIS, UNQ.
CEPAL. CONEVAL-México.
HIC-AL.
Oficinas de debate e discussão.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
pós Covid-19.
- Analisar e aprimorar os paradigmas e as ações das políticas sociais pós-pandemia na América Latina e no Caribe.
- Criar práticas de ciência aberta baseadas no diálogo com os atores interessados no problema.
- Disseminar os novos conhecimentos resultantes de nossas pesquisas no contexto latino-americano e internacional.
"Pobreza, desigualdade e estratégias para a reestruturação das políticas sociais urbanas no período pós-Covid-19."
Três Grupos de Trabalho da CLACSO estão sendo organizados:
a) GT Pobreza e Políticas Sociais.
b) GT Heterogeneidade estrutural e desigualdade social.
c) Agenda Urbana GT e Participação Local. Mapa de Experiências.
d) Política de Pobreza e Inclusão Social da GT Ecos-Gob. Rede da Cidade do México
Participar:
Estudantes de pós-graduação de
UNAM, UDG, UBA, UR, UB;
Apresentação de relatórios de progresso e/ou teses.
Forneça a bibliografia atualizada.
para os cursos.
IISUNAM, PUED-UNAM e
CEPAL.
Mês: maio.
Formato: Híbrido.
2. Congresso Internacional da LASA 2024
Painel "Pobreza e desigualdade na América Latina: Políticas sociais emergentes".
Formato: Híbrido
- Divulgar internacionalmente os resultados de pesquisas acadêmicas de alto nível realizadas pelos membros do GT.
2. Participação no Congresso e publicação de artigos em revista de circulação internacional.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
1. Revista Mexicana de Sociologia.
Transmissão ao vivo e vídeo no canal do IISUNAM no YouTube.
Divulgação web IIS e PUED/UNAM.
2.- Revista Tramas y Redes da CLACSO.
Notas em mídia impressa e online. Gazeta da UNAM.
Produza podcasts.
Oficinas de debate e discussão.
Webinar com a participação de acadêmicos e atores envolvidos nessas questões.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Autoridades de uma organização internacional (CEPAL)
Membros de OSCs (HIC-AL)
Movimentos sociais (MUP, UPREZ, MOI)
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Seminário Universitário A Questão Social - PUED UNAM
Rede Europeia de Políticas Sociais
URBARED, UNS, IISUNAM, UNQ.
FLACSO.
Materiais atualizados para o ensino de graduação e pós-graduação.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
2. Analisar as políticas sociais e as mudanças políticas na América Latina e no Caribe em um contexto internacional, a fim de divulgar nossas principais contribuições resultantes de pesquisas de longo prazo e metodologicamente originais, que têm como referências territoriais os países e cidades da região.
Organizado por: GT Pobreza e Políticas Sociais, Universidade Federal da Bahia, Brasil.
Mês: maio
Formato: Híbrido
2. Painel no Congresso LASA 2025 "Políticas Sociais e Mudança Política na América Latina e no Caribe".
2. Apresentar e divulgar trabalhos atuais sobre políticas sociais no contexto da mudança política.
A publicação de artigos em um periódico latino-americano deverá ser definida.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
1 e 2 - Incorporar jovens estudantes de graduação e pós-graduação da UNAM, UBA, UNQ, UR, UB, UDG e FLACSO.
Notas em publicações impressas e na série de entrevistas da CLACSO e da UNQ TV "Diálogos Fechados".
Vídeos para fins didáticos.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Seminário Universitário A Questão Social - PUED UNAM
Seminário Universitário A Questão Social - PUED UNAM
Rede Europeia de Políticas Sociais
URBARED - UNGS, IIS, UNQ.
CEPAL
HIC-AL
Oficinas de debate e discussão.
Produza podcasts.
Número total de pesquisadores admitidos: 30
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Instituto de Ciências Políticas
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Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Cuba
Ministério do Ensino Superior
Universidade de La Havana
Cuba
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, México
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sede sub-regional da CEPAL no México
México
Departamento de Sociologia, Universidade de Havana
-Faculdade de Filosofia e História.
-Universidade de Havana
Cuba
Centro de Pesquisa e Estudos Superiores em Antropologia Social
Membro do Sistema de Centros Públicos de Pesquisa do CONACyT
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Universidade de Ciências e Artes de Chiapas
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