Área temática: Democracia, Direitos Humanos e Paz
Grupo de trabalhoMemórias coletivas e práticas de resistência
[+ Ver produções e conteúdo]Universidade Autônoma da Cidade do México
Coordenação acadêmica
Universidade Autônoma da Cidade do México
México
Departamento de Psicologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade do Chile
Chile
Instituto de Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais
Universidade Nacional de La Plata - Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica
Argentina
Durante várias décadas, testemunhamos uma reorganização global do capitalismo em torno de princípios políticos e econômicos de um
neoliberal. Embora essas correntes tenham predominado globalmente, desde o início deste século, a América Latina tem tentado desenvolver formas alternativas de organização social e política, com graus variados de sucesso.
Na primeira onda, exemplos notáveis incluíram a Venezuela, que propôs o que foi chamado de socialismo do século XXI, e o Equador e a Bolívia, onde reformas constitucionais voltadas para a incorporação de práticas comunitárias foram alcançadas, levando à formação de Estados multiculturais e plurinacionais. Em outros países, como Argentina e Brasil, desenvolveram-se governos populares, apoiados por movimentos com amplo apoio popular e altos níveis de mobilização. Essas e outras experiências mudaram o cenário político do continente na época e corroeram o domínio histórico dos Estados Unidos na região, embora também tenham atingido um limite em suas reformas e tenham sido substituídas, em alguns desses países, por movimentos de direita que reverteram muitas das conquistas alcançadas com contrarreformas que aprofundaram o neoliberalismo, como ocorreu com Mauricio Macri na Argentina, Sebastián Piñera no Chile, Iván Duque na Colômbia e Jair Bolsonaro no Brasil.
Nesse contexto, a governança neoliberal — que nunca cessou completamente na região — acelerou e se aprofundou, com diferentes
Formas de acumulação por desapropriação; megaprojetos com a consequente depredação ambiental; enfraquecimento do papel social do Estado e aumento das práticas repressivas; associação de redes criminosas com facções do aparelho estatal; proeminência da mídia como parte substancial da governamentalidade e da produção de subjetividades despolitizadas alinhadas à lógica de mercado.
Todos esses fatores levaram a uma proliferação da violência, tanto pública quanto privada. Sem dúvida, o neoliberalismo aprofundou a violência estrutural — aumentando a polarização social e econômica — bem como a violência repressiva estatal e a violência criminosa, frequentemente associada a fragmentos do Estado, que, portanto, devem ser consideradas formas de violência público-privada. Tudo isso gera enorme insegurança e medo, que são explorados para o controle populacional e para fomentar demandas sociais punitivas e voltadas à segurança. O resultado são democracias frágeis e restritivas, com práticas claramente autoritárias e racistas que aprofundam o legado do colonialismo. Assim, desenvolve-se um biopoder que administra, regula e seleciona quais vidas podem e devem ser preservadas e quais são descartadas como descartáveis.
Todos esses elementos foram agravados no contexto da pandemia, que aprofundou a polarização social e econômica, bem como as práticas de controle populacional que, supostamente para fins de saúde, foram aplicadas para prevenir ou desmantelar diferentes processos de protesto, de forma muito marcante no caso do Chile.
Nesse contexto, as práticas de resistência em que nosso projeto GT se concentra revelam-se fundamentais, pois nos permitem opor-nos e criar alternativas a um modelo que se mostrou tão predatório e que continua a crescer em muitos países da região, tentando se reforçar por meio de grupos de direita cada vez mais violentos e radicalizados, como se observa nos casos da Argentina, do Peru e de outros.
Como parte da resistência que emerge dentro da estrutura institucional dos sistemas políticos, podemos falar de uma segunda onda de governos populares que buscam se opor à governança neoliberal, incluindo os de Andrés Manuel López Obrador no México; Alberto Fernández na Argentina; Pedro Castillo no Peru; e, mais recentemente, Gabriel Boric no Chile e Gustavo Petro na Colômbia. A vitória de Lula da Silva no Brasil, a maior economia da América Latina, também parece provável. Todos esses projetos são condicionados pelas instituições existentes e pelas circunstâncias nacionais e internacionais, mas, sem dúvida, buscam construir alternativas mais participativas e inclusivas.
Por outro lado, testemunhamos a proliferação de movimentos de protesto massivos que constituíram verdadeiros levantes populares, como se viu primeiro no Chile e depois na Colômbia e na Nicarágua. Esses movimentos envolveram a participação de diversos grupos e, notadamente, de organizações feministas. Essas explosões sociais indicam o esgotamento de um sistema que, no entanto, continua a se impor por meio de diversas estratégias, baseadas não apenas na força, mas também na manipulação e na construção de uma ideologia profundamente conservadora através de redes de comunicação.
Por fim, verifica-se uma multiplicidade de resistências locais e comunitárias, sobretudo as provenientes do mundo indígena, cuja visão de mundo é apresentada como uma alternativa à modernidade capitalista e ocidental em que se baseia a colonialidade atual.
Todas essas diversas formas de resistência, nem sempre coordenadas, são, por definição, sempre novas. Caso contrário, não seriam eficazes diante de situações em constante mudança como as que vivenciamos atualmente. Contudo, para construir algo novo, é essencial recorrer a experiências passadas, tanto antigas quanto recentes. Nesse sentido, as memórias coletivas desempenham um papel crucial ao ajudarem a recuperar o que foi aprendido com outros movimentos de resistência para ser utilizado diante dos perigos contemporâneos. Podemos observar isso em propostas governamentais, em movimentos de rua e, sobretudo, em comunidades indígenas, camponesas e feministas.
A observação dos movimentos de resistência em nossos países revela sua persistência e proliferação na atualidade. Todos eles se baseiam em experiências anteriores, que vão desde o conhecimento ancestral até o conhecimento proveniente de lutas políticas muito recentes. Nesse sentido, estamos interessados em observar e analisar o que as práticas de resistência atuais resgatam e como o fazem, desde o conhecimento dos povos indígenas até os aspectos positivos e negativos das experiências mais recentes do século XXI. Buscamos compreender o que elas resgatam, o que preservam e o que modificam — ou seja, como articulam o novo e o antigo, construindo memórias vivas e ativas.
Queremos focar-nos particularmente no papel das memórias coletivas como instrumentos de resistência, para que o nosso trabalho possa contribuir para essas práticas. Trata-se de memórias capazes de articular experiências passadas com a construção do novo; repetição com reformulação e criação. Pretendemos também aprofundar as ligações entre casos nacionais e o processo geral na América Latina, que explorámos no período anterior, a fim de chegar a uma melhor compreensão da governação neoliberal e das suas características no momento atual, bem como das contribuições, eficácia e limitações das respetivas resistências ao neoliberalismo.
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- Bergero, Adriana e Fernando Reati. (1999). Memória coletiva e política do esquecimento, Revista Ibero-Americana 65 (186).
-CALVEIRO, Pilar. (2019). Resistindo ao neoliberalismo, México, século XXI.
- Chossudovsky, Michel. (2002). Guerra e globalização, México, Século XXI.
- De la Piedra, Andrea (2012). “Human Rights Watch: 'Governos em todo o mundo abusam das leis
antiterroristas”, http://lamula.pe/2012/06/30/human-rights-watch-world-governments-abuse-of-the-
leis-anti-terroristas/andreadelapiedra, 30 de outubro de 2012.
- De Sousa Santos, Boaventura. (2010). Refundando o Estado na América Latina, La Paz, Século XXI.
- ICPS. (2013). World Prison Brief, King's College of London.
- Instituto Latino-Americano para a Segurança e a Democracia. (2018). Estatísticas Comparativas.
- Jelin, Elizabeth. (2021). As obras da memória, Buenos Aires: FCE.
- La Jornada, México, Jornal, várias edições.
- Quijano, Aníbal. (2014). Colonialidade do poder, eurocentrismo e América Latina, Buenos Aires: Clacso.
- Segato, Rita. (2016). A Guerra Contra as Mulheres, Madrid: Traficantes de sueños.
-Selko, Dani. (2021). Reunião: Lof Lauken Winkul Mapu, Buenos Aires: Cuadernos de Lenguas Vivas, no. 3
- Tordini, Ximena. (2021). Homens e mulheres desaparecidos na Argentina contemporânea, Buenos Aires: Século XXI.
Este grupo define seu campo de atuação como a articulação entre processos de memória coletiva e práticas de resistência no contexto do neoliberalismo atual, com o objetivo de compreender, decodificar e influenciar a nova realidade sociopolítica.
Entendemos a memória coletiva como um processo e produto social, político e cultural por meio do qual as pessoas atribuem significado às suas histórias pessoais e coletivas (Halbwachs 1950; Vázquez 2001; Piper et al. 2013). Partimos do pressuposto de que a memória se realiza no presente e está relacionada ao contexto social e político em que é produzida e à posição social a partir da qual se desenvolve. Ela integra a rede de relações de poder, de modo que as práticas de memória coletiva constituem um campo de conflito onde versões do passado lutam para se estabelecer de acordo com as hegemonias do presente e os projetos para o futuro.
Consideramos a resistência em relação ao conjunto de práticas, estratégias e instituições que se unem no que Foucault denominou governamentalidade, entendendo-a como uma forma complexa de poder que “tem como alvo principal a população, como principal forma de conhecimento a economia política e como instrumento técnico essencial os aparatos de segurança” (Foucault, 2006, p. 136). Abrange as práticas de um regime de poder específico, sobre uma população específica, incluindo técnicas e procedimentos concebidos para direcionar o comportamento das pessoas e que servem como uma “grade para analisar as relações de poder” (Foucault, 2007, p. 192). Nesse sentido, podemos falar claramente de uma governamentalidade neoliberal que, embora reconheça as características gerais mencionadas na seção anterior, se articula com as particularidades de cada realidade nacional ou local. Ao mesmo tempo, partimos das formas de resistência a diferentes tipos de poder, partindo de uma consideração radical: “a política é, nada mais e nada menos, aquilo que nasce com a resistência à governamentalidade”. (Foucault, 2006, pp. 450-451).
A pesquisa deste Grupo de Trabalho contribuirá para a compreensão das características específicas dessa forma de governamentalidade nos diferentes países da região investigada, por meio da análise de diversas histórias de luta e resistência. Entendemos resistência como as práticas – geralmente realizadas a partir das margens – laterais e até mesmo clandestinas, que buscam construir alternativas e, ao fazê-lo, corroer e desviar os processos hegemônicos. Atualmente, essa resistência é frequentemente local. Exemplos incluem movimentos indígenas e suas práticas comunitárias; organizações de defesa dos recursos naturais e energéticos, que se opõem à penetração de megaprojetos e corporações em diversas regiões; movimentos em defesa dos direitos das mulheres e dos direitos das minorias sexuais; e organizações de defesa de migrantes, mulheres e outros. À primeira vista, esses movimentos podem parecer insignificantes em relação aos poderes extraordinários que enfrentam. No entanto, muitas vezes alcançam vitórias significativas e uma repensagem da política, apesar dos poderes hegemônicos, inclusive os da mídia.
Durante o período atual, nosso grupo de trabalho pretende aprofundar-se em diversos processos e experiências de memória e resistência.
Consideramos examinar a resistência comunitária, especialmente a resistência autônoma, tanto em comunidades indígenas quanto afrodescendentes. Estamos particularmente interessados em sua capacidade de construir a partir das margens do Estado, dando origem a novas formas de sociabilidade, política e sistemas jurídicos que recuperam a interlegalidade.
Partindo de uma epistemologia feminista e crítica, serão abordadas perspectivas interseccionais, com especial atenção às dimensões sociais e étnicas, baseando-se em feminismos comunitários e afrofeministas em diálogo com outras perspectivas. O trabalho se concentrará em identidades de gênero e sexualidades não normativas, bem como em experiências de feminismos de base, com particular atenção às organizações de mulheres e seus diversos contextos, colocando em diálogo experiências passadas e presentes de resistência. Interessa-nos o processo de formação de espaços e coletivos de mulheres e suas dinâmicas, em conexão com outras organizações e movimentos sociais, bem como a exploração das memórias que articulam, vivenciam e seu impacto.
Da mesma forma, propomos aprofundar o contexto centro-americano, investigando os processos de construção da memória a partir do conflito armado, o impacto que a violência da guerra teve nas novas gerações e nas práticas de resistência, herdadas, aprendidas ou novas, com as quais a população sobrevive e se opõe às novas forças de repressão hegemônica e violência, em particular, na situação atual da Nicarágua.
Da mesma forma, queremos explorar a participação de vários sujeitos subalternos – comunitários, urbanos, feministas – em diferentes espaços de mobilização e organização social, nos quais eles empregam diferentes estratégias de luta, construindo importantes contribuições em termos organizacionais e epistemológicos.
Durante este período, estamos interessados em iniciar a análise do papel e da construção da memória nas organizações de migrantes, bem como suas ligações com as demais áreas de atuação da GT.
Todos os movimentos de resistência que propomos analisar se baseiam em práticas de memória em suas ações cotidianas, atribuindo sentido a experiências passadas e articulando-as com as necessidades do presente. Nesse sentido, construímos e analisamos memórias de resistência; ou seja, buscamos compreender como a memória é utilizada no contexto das atuais lutas contra-hegemônicas. Interessa-nos compreender o espaço criado pela interseção entre uma micropolítica da memória e uma geopolítica da administração do passado (Castillejo, 2017), bem como analisar as políticas públicas de memória para sua avaliação crítica em termos políticos. Isso significa questionar em que medida elas são funcionais às narrativas neoliberais ou, ao contrário, distanciam-se delas para se alinharem aos movimentos contra-hegemônicos. Isso nos permitirá dar continuidade à análise crítica, já iniciada, das políticas governamentais, a fim de propor alternativas que não funcionalizem a memória para a ordem vigente.
Acreditamos que esses trabalhos podem contribuir para a conceitualização da governamentalidade contemporânea, bem como para a reformulação de novas formas de democracia que — ao articularem práticas diretas e representativas — abram caminho para outras formas possíveis de política no capitalismo tardio. Isso implica aprofundar-se em perspectivas não coloniais, baseadas em experiências e teorias sociais e políticas latino-americanas, para vislumbrar alternativas resilientes que contribuam para o pensamento crítico.
Analisando as experiências descritas, que transcendem o Estado e as lógicas partidárias da democracia representativa, propomos investigar até que ponto essa transcendência é irreversível ou se é possível articular experiências autônomas, não partidárias, horizontais e em rede com o sistema político formal. A possibilidade, ou impossibilidade, de tal articulação, que temos desenvolvido desde a etapa anterior deste Grupo de Trabalho, insere-se em um amplo debate que envolve um número crescente de experiências autônomas, bem como reflexões teóricas mais antigas que têm sido continuamente reformuladas (Gasparello, 2018a, 2018b; 2016a; Holloway, 2004; Zibecchi, 2003; Gargallo, 2012; Toledo e Ortíz, 2012).
O objetivo é analisar as contribuições oferecidas por diferentes modos de ação, organização e relacionamento com o sistema político para enfrentar a violência e superar o medo como instrumento de controle social.
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O Sul Global. Bogotá: Uniandes Editions
Foucault, Michel (2006) Segurança, território e população. Buenos Aires, Fundo de Cultura Econômica.
Foucault, Michel (2007) O Nascimento da Biopolítica. Buenos Aires, Fundo de Cultura Econômica.
Gargallo, Francesca (2012) Feminismos de Abya Yala. Bogotá: Edições Desde Abajo.
Gasparello, G. (2018a). Justiça e povos indígenas em Chiapas, México: UAM.
15/8/2019 Grupos de Trabalho da CLACSO
https://www.clacso.org.ar/clacso_grupos_de_trabajo/sistema_gt/convocatoria_nuevos_gt_2019/f_ngt_cuestionario_imprimir2.php?ficha=1696 6/32
Gasparello, G. (2016a). “Autonomias indígenas no México: construindo a paz em contextos violentos”.
QuAderns-e, nº 21(1), 81-97.
Halbwachs, Maurice. (1950) A memória coletiva. Paris: POOF.
Holloway, John (2004) “Poder e Antipoder” em Claudio Albertani (coord.), Império e Movimentos Sociais
Na era global, México, UACM.
Piper, Isabel; Fernández, Roberto e Íñiguez, Lupicínio (2013). Psicologia Social da Memória: Espaços e
Políticas da Memória. Psykhe 22(2), pp. 19-31. DOI:10.7764/psykhe.22.2.574
Toledo, V. e Ortiz Espejel, B. (2012). México, regiões caminhando rumo à sustentabilidade. A
Geopolítica das resistências bioculturais. Puebla, México: Universidade Ibero-Americana.
Vázquez, Félix 2001; Vásquez, F. (2001). Memória como ação social. Relações, significado e
imaginário. Barcelona: Paidos.
Zibechi, Raúl (2003) Movimentos sociais latino-americanos: tendências e desafios, OSAL.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
2. Ampliar a rede latino-americana de memórias coletivas e práticas de resistência.
ecofeminismos e lutas anti-extrativistas;
Grupos migrantes que resistem à violência inerente aos processos migratórios; comunidades afetadas pela violência política e por conflitos armados na América Central; feminismos territoriais e comunitários; lutas coletivas LGBTQ+; o uso da violência como forma de ação política durante processos de transição; o surgimento de museus, marcos territoriais e espaços de memória comunitária; e processos de desmonetização. Transições políticas como mecanismos de governamentalidade e a construção de posições de gênero dentro de memórias de resistência também serão investigadas. Processos atuais de levantes sociais, particularmente aqueles no Chile, Peru e Colômbia, serão abordados.
Com relação ao objetivo nº 2: Realizar pelo menos uma reunião geral do Grupo de Trabalho em formato presencial, virtual ou híbrido.
3. Realizar pelo menos três reuniões virtuais ou híbridas anuais para cada linha de trabalho.
Com relação ao objetivo nº 2: 2 - Diálogo e geração de novas linhas de pesquisa, ferramentas teóricas e reflexões metodológicas no campo das memórias coletivas, violência política e práticas de resistência.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
2. Divulgar reflexões e resultados de pesquisas, contribuindo para o desenvolvimento do conhecimento aberto.
3. Promover e divulgar memórias de resistência em diferentes formatos e meios de comunicação.
1. Especialização e curso internacional Memórias Coletivas, Direitos Humanos e Resistências no CLACSO.
2. Incorporação de pelo menos 24 estudantes de pós-graduação e/ou pesquisadores em formação no Grupo de Trabalho.
Em relação ao objetivo nº 2:
3- Publicação em revistas de acesso aberto.
4-Publicação de dossiês e/ou edições especiais
5. Participação em congressos, reuniões e seminários acadêmicos e não acadêmicos.
Em relação ao objetivo nº 3:
5- Produção de podcasts, uma exposição fotográfica, contribuições em redes sociais, publicação de pelo menos 2 newsletters, participações na Clacso TV
2. Desenvolvimento/progresso de pelo menos 24 teses de pós-graduação sobre o tema.
Em relação ao objetivo nº 2:
4.- Artigos em revistas de acesso aberto (10)
5. Apresentações, palestras e colaborações em encontros, seminários e congressos internacionais.
Em relação ao objetivo nº 3:
6. Colaboração com artistas, organizações sociais e mídia comunitária.
7- Buscar outras línguas e formas de circulação para as agendas do GT e das organizações com as quais se realiza trabalho colaborativo.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
2. Articulação com organizações e movimentos sociais ligados à memória e aos direitos humanos.
Com relação ao ponto 2, articulação, trabalho colaborativo, oficinas, discussões, exposições/intervenções/produções, citamos, entre outras organizações sociais com as quais o Grupo de Trabalho está vinculado, as seguintes: Assembleia de Mulheres e Dissidentes do Movimento pela Água e Territórios, Migrantes e a Coordenação Nacional de Imigrantes no Chile, Pibas por el Agua na Argentina, Organização de Mulheres Indígenas ARETEDE, Argentina; Cooperativa Mulheres da Terra, Argentina; Centro de Estudos Jurídicos e Sociais (CELS), Argentina; Coletivo Contra a Tortura e a Impunidade, Centro Cultural, Museu e Memória AC Neltume, Chile; Associação Mães de Abril, Nicarágua; Reserva Indígena Cañamomo, Colômbia; Associação Nacional de Camponeses Usuários, Colômbia; Centro de Treinamento, Cura e Pesquisa Q'anil, Guatemala; Assembleia de Mulheres Lutadoras de Honduras; Organização de direitos humanos Caravana Abertura de Fronteiras; Observatório de Direitos Humanos, Chile;
TicTac, uma organização de defesa dos direitos dos migrantes em Barcelona; Sindihogar, um sindicato de trabalhadores domésticos e de cuidados em Barcelona; Mama Maquin, uma organização de mulheres guatemaltecas; e grupos anarquistas e antimilitaristas locais no Chile e no Paraguai.
2. Contribuir para o fortalecimento da memória e das práticas de resistência das organizações e movimentos sociais na região.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Rede Interdisciplinar de Estudos sobre Memória Social, Associação de Estudos da Memória, Grupo Regional Latino-Americano da MSA, Rede de Pesquisadores sobre Conflito, Paz e Direitos Humanos da Região Cafeeira, Colômbia; Centro de Estudos sobre Conflitos Socioambientais, Universidade Cristã Humanista, Chile; Rede internacional de ativistas Alarmphone/Watch the Med; Rede Ibero-Americana de Resistência e Memória (RIARM), Grupo Latino-Americano, Frankfurt, Alemanha; Rede Antimilitarista da América Latina e do Caribe
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
2. Ampliar a rede latino-americana de memórias coletivas e práticas de resistência, incorporando a dimensão de gênero e/ou interseccional em suas análises.
ecofeminismos e lutas anti-extrativistas;
Grupos migrantes que resistem à violência inerente aos processos migratórios; comunidades afetadas pela violência política e por conflitos armados na América Central; feminismos territoriais e comunitários; lutas coletivas LGBTQ+; o uso da violência como forma de ação política durante processos de transição; o surgimento de museus, marcos territoriais e espaços de memória comunitária; e processos de desmonetização. Transições políticas como mecanismos de governamentalidade e a construção de posições de gênero dentro de memórias de resistência também serão investigadas. Processos atuais de levantes sociais, particularmente aqueles no Chile, Peru e Colômbia, serão abordados.
Em relação ao objetivo nº 2:
2- Realizar pelo menos uma reunião geral do Grupo de Trabalho em formato presencial, virtual ou híbrido.
3. Realizar pelo menos três reuniões virtuais anuais para cada linha de trabalho.
2 – Uma publicação digital sobre locais de memória na América Latina
3.1 Livros sobre o assunto
4. Diálogo e geração de novas linhas de pesquisa, ferramentas teóricas e reflexões metodológicas no campo das memórias coletivas, violência política e práticas de resistência.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
2. Divulgar reflexões e resultados de pesquisas, contribuindo para o desenvolvimento do conhecimento aberto.
3. Promover e divulgar memórias de resistência em diferentes formatos e meios de comunicação.
1. Especialização e curso internacional Memórias Coletivas, Direitos Humanos e Resistência no CLACSO.
2. Incorporação de pelo menos 24 estudantes de pós-graduação e/ou pesquisadores em formação no Grupo de Trabalho durante todo o período de funcionamento do GT.
Em relação ao objetivo nº 2:
3- Publicação em revistas de acesso aberto.
4-Publicações e/ou dossiê
5. Participação em congressos, reuniões e seminários acadêmicos e não acadêmicos.
Em relação ao objetivo nº 3:
5- Produção de um documentário em colaboração com o Canal Encuentro (Argentina), contribuições nas redes sociais, publicação de pelo menos 1 boletim informativo
1. Formação de novos pesquisadores na área.
2- Progresso de pelo menos 24 teses de pós-graduação sobre o tema.
Em relação ao objetivo nº 2:
4. Pelo menos 10 artigos em revistas de acesso aberto.
5. Apresentações, palestras e colaborações em encontros, seminários e congressos internacionais.
Em relação ao objetivo nº 3:
7. Colaboração com organizações sociais e meios de comunicação públicos
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
2. Articulação com organizações e movimentos sociais ligados à memória e aos direitos humanos.
Com relação ao ponto 2, articulação, trabalho colaborativo, oficinas, discussões, exposições/intervenções/produções, citamos, entre outras organizações sociais com as quais o Grupo de Trabalho está vinculado, as seguintes: Assembleia de Mulheres e Dissidentes do Movimento pela Água e Territórios, Migrantes e a Coordenação Nacional de Imigrantes no Chile, Pibas por el Agua na Argentina, Organização de Mulheres Indígenas ARETEDE, Argentina; Cooperativa Mulheres da Terra, Argentina; Centro de Estudos Jurídicos e Sociais (CELS), Argentina; Coletivo Contra a Tortura e a Impunidade, Centro Cultural, Museu e Memória AC Neltume, Chile; Associação Mães de Abril, Nicarágua; Reserva Indígena Cañamomo, Colômbia; Associação Nacional de Camponeses Usuários, Colômbia; Centro de Treinamento, Cura e Pesquisa Q'anil, Guatemala; Assembleia de Mulheres Lutadoras de Honduras; Organização de direitos humanos Caravana Abertura de Fronteiras; Observatório de Direitos Humanos, Chile;
TicTac, uma organização de defesa dos direitos dos migrantes em Barcelona; Sindihogar, um sindicato de trabalhadores domésticos e de cuidados em Barcelona; Mama Maquin, uma organização de mulheres guatemaltecas; e grupos anarquistas e antimilitaristas locais no Chile e no Paraguai.
2. Contribuir para o fortalecimento da memória e das práticas de resistência das organizações e movimentos sociais na região.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Rede Interdisciplinar de Estudos sobre Memória Social, Associação de Estudos da Memória, Grupo Regional Latino-Americano da MSA, Rede de Pesquisadores sobre Conflito, Paz e Direitos Humanos da Região Cafeeira, Colômbia; Centro de Estudos sobre Conflitos Socioambientais, Universidade Cristã Humanista, Chile; Rede internacional de ativistas Alarmphone/Watch the Med; Rede Ibero-Americana de Resistência e Memória (RIARM), Grupo Latino-Americano, Frankfurt, Alemanha; Rede Antimilitarista da América Latina e do Caribe
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
2. Ampliar a rede latino-americana de memórias coletivas e práticas de resistência,
Em relação ao objetivo nº 2:
2. Realização de uma reunião do Grupo de Trabalho no âmbito da Assembleia Geral da Clacso 2025.
3- Realizar pelo menos três reuniões anuais para cada linha de trabalho.
2. Pelo menos três artigos em periódicos ou uma publicação coletiva que empreguem essa perspectiva comparativa.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
2. Divulgar reflexões e resultados de pesquisas, contribuindo para o desenvolvimento do conhecimento aberto.
3. Promover e divulgar memórias de resistência em diferentes formatos e meios de comunicação.
1. Especialização e curso internacional Memórias Coletivas, Direitos Humanos e Resistência no CLACSO
2. Encerramento da tese de pós-graduação
Em relação ao objetivo nº 2:
3- Publicação em revistas de acesso aberto.
4- Publicações digitais com produções da GT
5. Participação em congressos, reuniões e seminários acadêmicos e não acadêmicos.
Com relação ao objetivo 3: contribuições em redes, publicação de pelo menos 1 boletim informativo.
2- Conclusão de pelo menos 24 teses de pós-graduação sobre o tema.
Em relação ao objetivo nº 2:
4. Pelo menos 10 artigos em revistas de acesso aberto.
5- Duas publicações digitais das linhas de trabalho do Grupo de Trabalho da América Central e do Feminismos e Resistências
5. Apresentações, palestras e colaborações em encontros, seminários e congressos internacionais.
Em relação ao objetivo nº 3:
7. Colaboração com organizações sociais
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
2. Articulação com organizações e movimentos sociais ligados à memória e aos direitos humanos.
Com relação ao ponto 2, articulação, trabalho colaborativo, oficinas, discussões, exposições/intervenções/produções, citamos, entre outras organizações sociais com as quais o Grupo de Trabalho está vinculado, as seguintes: Assembleia de Mulheres e Dissidentes do Movimento pela Água e Territórios, Migrantes e a Coordenação Nacional de Imigrantes no Chile, Pibas por el Agua na Argentina, Organização de Mulheres Indígenas ARETEDE, Argentina; Cooperativa Mulheres da Terra, Argentina; Centro de Estudos Jurídicos e Sociais (CELS), Argentina; Coletivo Contra a Tortura e a Impunidade, Centro Cultural, Museu e Memória AC Neltume, Chile; Associação Mães de Abril, Nicarágua; Reserva Indígena Cañamomo, Colômbia; Associação Nacional de Camponeses Usuários, Colômbia; Centro de Treinamento, Cura e Pesquisa Q'anil, Guatemala; Assembleia de Mulheres Lutadoras de Honduras; Organização de direitos humanos Caravana Abertura de Fronteiras; Observatório de Direitos Humanos, Chile;
TicTac, uma organização de defesa dos direitos dos migrantes em Barcelona; Sindihogar, um sindicato de trabalhadores domésticos e de cuidados em Barcelona; Mama Maquin, uma organização de mulheres guatemaltecas; e grupos anarquistas e antimilitaristas locais no Chile e no Paraguai.
2. Contribuir para o fortalecimento da memória e das práticas de resistência das organizações e movimentos sociais na região.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Rede Interdisciplinar de Estudos sobre Memória Social, Associação de Estudos da Memória, Grupo Regional Latino-Americano da MSA, Rede de Pesquisadores sobre Conflito, Paz e Direitos Humanos da Região Cafeeira, Colômbia; Centro de Estudos sobre Conflitos Socioambientais, Universidade Cristã Humanista, Chile; Rede internacional de ativistas Alarmphone/Watch the Med, Rede Ibero-Americana de Resistência e Memória (RIARM), Grupo Latino-Americano, Frankfurt, Alemanha; Rede Antimilitarista da América Latina e do Caribe
Número total de pesquisadores admitidos: 71
Universidade de San Andres
Bolívia
Gabinete do Vice-Reitor para Pesquisa, Faculdade de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Universidad de los Andes
Colômbia
Centro de Estudos sobre Identidade Coletiva, Universidade do País Basco
Espanha
Departamento de Psicologia Social
Universidade Autônoma de Barcelona
Espanha
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
Departamentos de Ciências Sociais e Humanas - UCA
Universidade Centro-Americana
El Salvador
Departamento de Psicologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade do Chile
Chile
Coletivo de Experiências
México
Unidade de Pós-Graduação
Faculdade de Ciências Sociais
Universidad Nacional Mayor de San Marcos
Peru
Departamentos de Ciências Sociais e Humanas - UCA
Universidade Centro-Americana
El Salvador
Departamento de Psicologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade do Chile
Chile
Instituto de Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais
Universidade Nacional de La Plata - Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica
Argentina
Vice-Reitoria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Universidade do Humanismo Cristão
Chile
Departamento de História, Universidade Tufts
Estados Unidos
Universidade Le Havre Normandia
Brasil
Departamentos de Ciências Sociais e Humanas - UCA
Universidade Centro-Americana
El Salvador
Departamento de Psicologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade do Chile
Chile
Instituto Interdisciplinar de Ciências Sociais
Universidade Centro-Americana - UCA
Nicarágua
Universidade de Utreque
Holanda
Faculdade de Educação
Faculdade de Educação
Universidade de Antioquia
Colômbia
Mestrado em Educação pela Universidade Tecnológica de Pereira
Universidade Tecnológica de Pereira
Colômbia
Departamento de Psicologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade do Chile
Chile
Serviço Jesuíta aos Refugiados
Honduras
Faculdade de Educação
Faculdade de Educação
Universidade de Antioquia
Colômbia
Gabinete do Vice-Reitor para Pesquisa, Faculdade de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Universidad de los Andes
Colômbia
Instituto Interdisciplinar de Ciências Sociais
Universidade Centro-Americana - UCA
Nicarágua
Corpo e Textualidade - Universidade Autônoma de Barcelona
Universidade Autônoma de Barcelona
Espanha
Universidade da República
Uruguai
Universidade Autônoma da Cidade do México
Coordenação acadêmica
Universidade Autônoma da Cidade do México
México
Centro Cultural da Antiga Prisão de Valparaíso
Chile
Coletivo Antimilitarista Caracolito
Paraguai
Departamento de Psicologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade do Chile
Chile
Departamento de Psicologia Social
Universidade Autônoma de Barcelona
Espanha
Universidade Autônoma da Cidade do México
Coordenação acadêmica
Universidade Autônoma da Cidade do México
México
Centro Universitário de Estudos Políticos e Sociais
Pontifícia Universidade Católica Madre y Maestra
República Dominicana
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Fundação Ventos da Paz (Nicarágua) em parceria com a Universidade de Augsburg (Estados Unidos).
Nicarágua
Departamento de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Centro-Americana
Nicarágua
Freie Universität Berlin
Alemanha
Universidade do País Basco (EHU)
Espanha
Departamento de Psicologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade do Chile
Chile
Escola de Psicologia
Pontifícia Universidade Católica de Valparaíso
Chile
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Centro de Pesquisa e Educação Popular da Fundação
Colômbia
Centro de Pesquisa e Ação Social Educativa (CIASES)
Centro de Pesquisa e Ação Social Educativa
ONGs
Nicarágua
Departamento de Psicologia Social
Universidade Autônoma de Barcelona
Espanha
Departamento de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Centro-Americana
Nicarágua
Departamento de Psicologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade do Chile
Chile
Instituto de Justiça e Direitos Humanos
Universidade Nacional de Lanús
Argentina
Vice-Reitoria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Universidade do Humanismo Cristão
Chile
Vice-Reitoria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Universidade do Humanismo Cristão
Chile
Departamento de Psicologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade do Chile
Chile
Instituto de Defesa Jurídica
Peru
Departamentos de Ciências Sociais e Humanas - UCA
Universidade Centro-Americana
El Salvador
Faculdade de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontificia Universidad Javeriana
Colômbia
Universidade da República
Uruguai
Departamento de Psicologia Social
Universidade Autônoma de Barcelona
Espanha
Departamento de Psicologia Social
Universidade Autônoma de Barcelona
Espanha
Departamento de Psicologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade do Chile
Chile
Centro de Pesquisa e Ação Social Educativa
ONGs
Nicarágua
Associação Civil Memória Aberta - Ação Coordenada de Organizações de Direitos Humanos
Argentina
Universidade Autônoma da Cidade do México
Coordenação acadêmica
Universidade Autônoma da Cidade do México
México
Grupo de Pesquisa em Gestão e Políticas Públicas, Universidade do Vale
Universidade da República
Uruguai
Centro de Estudos Culturais Latino-Americanos
Faculdade de Filosofia e Humanidades
Universidade do Chile
Chile
Departamento de Psicologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade do Chile
Chile
Guatemala