Área temática: Ruralidades
Grupo de trabalhoEstudos críticos sobre o desenvolvimento rural
[+ Ver produções e conteúdo]Faculdade de Ciências Humanas e da Educação
Universidade da República
Uruguai
Faculdade de Estudos Ambientais e Rurais
Departamento de Desenvolvimento Rural e Regional
Pontificia Universidad Javeriana
Colômbia
A América Latina e o Caribe, compreendidos sob a ótica da teoria dos sistemas mundiais (Wallerstein, 2007), historicamente funcionaram em torno de seu papel primordial de exportação. Nas últimas décadas, essa dinâmica se alterou em alguns aspectos devido à transição do Consenso de Washington para o Consenso de Pequim, caracterizado como um modelo neocolonial de exportação primária (Giarracca, 2005 e Svampa, 2008). Nesse contexto, os territórios de diversos povos se tornam “zonas de sacrifício” para a territorialização extrativista (Svampa e Viale, 2014), justamente porque é neles que os recursos naturais continuam a existir e são reproduzidos por meio de diversas práticas, como o uso de tecnologias sociais, práticas agroecológicas, entre outras (Sevilla Guzmán, 2006). Nesses territórios, enquanto a vida se recria constantemente, ocorre também o que Harvey (2004) denomina acumulação por desapropriação. Nesse processo, um dos principais agentes é o Estado em seus diversos níveis, que promove e contribui para a intensificação da violência, da criminalização e da judicialização das comunidades que não se conformam a esse modelo imposto. A sociedade global tem vivenciado o aprofundamento das reformas do Estado moderno e a ascensão de governos ultraneoliberais, tanto no centro quanto na periferia do sistema mundial.
Na década de 1970, as mudanças no poder político dentro dos Estados-nação tornaram-se evidentes devido à crise do fordismo-taylorismo-keynesianismo e à ascensão do padrão de acumulação flexível (Harvey, 1998), que, para ser implementado, exigiu a imposição de reformas neoliberais (de primeira e segunda geração) e reestruturação produtiva. No final da década de 1990, essas reformas neoliberais mostraram-se incapazes de criar caminhos para que o capital superasse sua crise. A mudança vivenciada na região durante a transição para o século XXI e seu início envolveu a ascensão de governos progressistas ou de esquerda com projetos neodesenvolvimentistas que não conseguiram produzir as rupturas essenciais com o metabolismo do capital, muito menos gerar a construção de estruturas alternativas capazes de responder às necessidades de todos. Mészáros (2013) confirma a expansão destrutiva e incontrolável do capital, argumentando que se trata de uma crise estrutural e, portanto, universal em sua natureza, uma vez que está presente em todos os lugares, setores e ramos do trabalho e da produtividade. que afeta todos os países do mundo indiscriminadamente.
Em termos gerais, a América Latina testemunhou, nos últimos anos, ciclos sobrepostos. Após o evidente fracasso do neoliberalismo, emergiram propostas neodesenvolvimentistas no que foi denominado de "onda rosa", com alguns governos progressistas — cada um com suas características específicas em cada país. Posteriormente, houve uma intensificação renovada de políticas ultraneoliberais, implementando estados de exceção. Essas políticas agora parecem estar sendo desafiadas por uma segunda onda de governos progressistas, que exibem elementos tanto de continuidade quanto de ruptura com o primeiro ciclo progressista. Por um lado, há o estabelecimento de regimes neoliberais que requerem o Estado para o funcionamento dos mercados e a otimização dos lucros e que, por ora, abandonam a estrutura liberal que separava nitidamente o Estado do mercado nos primeiros anos do neoliberalismo (Sztuwark 2019). Por outro lado, existe a necessidade urgente de governos antineoliberais atenderem às demandas dos indivíduos e movimentos que ganharam força, não apenas como um exercício de democratização, mas também como parte da construção de redes que defendam a vida e confrontem a lógica capitalista neoliberal, tanto em sua forma econômica quanto subjetiva. Atualmente, a configuração do capitalismo não pode ser compreendida sem o patriarcado e a colonialidade, como sistemas de opressão e dominação que operam em conjunto. Nesse sentido, é crucial entender que a ascensão da extrema direita exige o exame dos sistemas de exploração e opressão que ocorrem tanto nos níveis estruturais objetivos quanto subjetivos, no trabalho produtivo e reprodutivo, e nos espaços públicos e privados simultaneamente.
A mercantilização de todas as formas de vida torna-se cada vez mais evidente. A importância do capital especulativo em comparação com o capital produtivo é um exemplo, assim como a recente transformação do trabalho precário no contexto da Indústria 4.0. A mobilização de dinheiro e capital na aquisição e acumulação de terras é evidente, seja para especulação futura, convertendo esse bem comum em mercadoria comercializável e lucrativa, seja transformando-o em fatores de produção capitalista de alimentos, energia ou minerais. Portanto, em meio à tendência geral de avanços ultraneoliberais que, com suas particularidades nacionais, fragmentaram e enfraqueceram as formas mais tradicionais de organização, a ação política desses atores e sua capacidade de mobilização os colocaram no centro das atenções teóricas e políticas. Dentro desse mesmo processo, emergiu uma mudança que destacou o potencial do território como ponto de referência para a estratégia política dos movimentos sociais e das políticas públicas, gerando uma armadilha territorial cujas consequências sociais e políticas para os atores políticos que representam interesses comuns e transcendem o particularismo militante ainda precisam ser analisadas.
Diante desse problema, a nova proposta deste Grupo de Trabalho para o período 2023-2025 propõe articular três dimensões para análise da questão agrária contemporânea na América Latina: 1) o processo de desmantelamento de direitos, políticas públicas e acordos que sustentaram a abordagem extrativista, voltada principalmente para a exportação e materializada nos governos (progressistas e/ou neoliberais) da região; 2) as evidências da destruição não só da natureza, mas também da sociedade; e 3) os processos de reconstituição que continuam a colocar a vida no centro, especialmente em relação aos movimentos sociais rurais de Abya/Yala (movimentos de camponeses, afrodescendentes, povos indígenas, trabalhadores rurais, pescadores artesanais, povos tradicionais...).
O trabalho centra-se em: 1 - Compreender as transformações da questão agrária latino-americana e caribenha e os conflitos territoriais em relação ao capital e ao trabalho no contexto atual; 2 - Analisar os processos de autonomia, resistência e reexistência que se centram na vida e são implementados por diferentes sujeitos e comunidades nos territórios; 3 - (transversal) - Investigar as relações de género e as sexualidades dissidentes no campo, a violência contra as mulheres rurais e a participação política dos jovens e das crianças rurais, com base na compreensão do conjunto de opressões capitalistas/coloniais/heteropatriarcais presentes nos territórios latino-americanos.
Metodologicamente, temos construído nossa pesquisa por meio do ativismo de base e de outras metodologias diversas, especialmente as participativas (Passos, E.; Kastrup, V.; Escóssia, 2009; Fals Borda, 2014; Touraine, 1986; Jara, 1994; Sevilla Guzmán, 2017). Propomos uma combinação de análise e acompanhamento do processo de formação, politização, recuperação territorial e reexistência. Para tanto, articulamos espaços horizontais e coletivos de encontro, como a escola camponesa, entre outros.
Para abranger essas dimensões, manteremos um diálogo permanente e uma reaproximação com outras Geografias Territoriais, como a Rede Inter-Geografias Territoriais, da qual participam os grupos de trabalho Anticapitalismos e sociabilidades emergentes; Ecologia(s) Política(s) do Sul/Abya-Yala; Fronteiras, regionalização e globalização; Pensamento geográfico crítico latino-americano; Povos Indígenas, autonomias e direitos coletivos; Territorialidades em disputa e r-existências.
Harvey David (1998) A condição da pós-modernidade: investigações sobre as origens da mudança cultural Buenos Aires: Amorruto Editores.
HARVEY, David. Ou novo imperialismo. São Paulo: Edições Loyola, 2005a.
___. Uma teoria marxista do Estado. In: A produção capitalista do espaço. São Paulo: Annablume, 2005b, p. 75 – 94.
JARA, O., Sistematizar experiências: uma proposta teórica e prática. - San José, CR: Centro de Estudos e Publicações, ALFORJA. 1994
MANTOVANI, ET. América Latina em uma era de mudanças: Normalizar o estado de exceção? In: Rebellion. 23 de março de 2018. Disponível em: < http://www.rebelion.org/noticia.php?id=239373>. Acesso em 17 de abril de 2018.
MÉSZÁROS, István. A crise estrutural exige mudanças estruturais. II Encontro de São Lázaro – Conferência de Abertura. Salvador: Universidade Federal da Bahia. Disponível em: < http://www.ffch.ufba.br/IMG/pdf/Conférence_Meszaros.pdf > Acesso em 02 ago. 2011.
___. Das crises cíclicas às crises estruturais. In: Para além do capital: rumo a uma teoria da transição. Tradução: Paulo César Castanheira e Sérgio Lessa, São Paulo: Editora da Unicamp/Boitempo Editorial, 2002, p. 795 – 810.
___. Uma crise estrutural do capital. 2ª reimpressão. São Paulo: Boitempo Editorial, 2013.
PASSOS, E.; KASTRUP, V.; ESCÓSSIA, L. da. Pistas do método cartográfico: pesquisa-intervenção e produção de subjetividade. Porto Alegre: Sulina, 2009
RAMOS FILHO, Eraldo da Silva. O campesinato entra na segurança e na soberania alimentar. In: Eraldo da Silva Ramos Filho; Mirlei Fachini Vicente Pereira; Josefa de Lisboa Santos; Geisa Gumiero Cleps; Vanilza da Costa Andrade. (Org.). Estado, Políticas Públicas e Território. 1ed. São Paulo: Outras Expressões, 2015, v. 39-68.
SEVILLA GUZMÁN, E., Sobre as perspectivas teórico-metodológicas da Agroecologia
REDES: Revista do Desenvolvimento Regional, ISSN-e 1982-6745, Vol. 22, nº 2, 2017, pp.
TOURAINE, A. Introdução ao método de intervenção sociológica. Estudos Sociológicos do El Colegio de México, 1986, 4(11), 197–213. https://doi.org/10.24201/es.1986v4n11.1212
Propomos a relevância teórica com base em algumas questões fundamentais: o modelo extrativista neocolonial orientado para a exportação, a perspectiva decolonial, os feminismos decoloniais e os diálogos de conhecimento e compreensão da luta política.
Modelo neocolonial de exportação extrativista
A imposição do ultraneoliberalismo na América Latina e no Caribe levou ao aprofundamento da exploração, da desapropriação e da mercantilização de diversas esferas da vida. Nessa nova fase, o capital concentrado e seus representantes sociopolíticos intensificaram a negação das formas de produção que moldam as vidas e os territórios dos diversos grupos despossuídos.
O campo e os modos de vida rurais estão ameaçados não apenas pela expansão das cidades e pela mudança nos padrões de consumo, mas principalmente pelas múltiplas expressões do capital: as elites agroexportadoras promovem com sucesso uma maior integração com o mercado por meio de Acordos de Livre Comércio e Acordos de Parceria Estratégica, como o recentemente assinado entre o Mercosul e a União Europeia; o capital público e privado aprofunda a apropriação e a propriedade estrangeira de terras; o crescente endividamento público intensifica a dependência do crédito internacional (principalmente com a China, mas também com o BNDES, o BID e o FMI); os investimentos estatais e privados em projetos de infraestrutura vinculam a construção de megaprojetos em áreas rurais a projetos extrativistas, principalmente para minerais, hidrocarbonetos, agroexportações e turismo corporativo.
Diante da reprimarização da economia e da contrarreforma agrária, os setores populares oferecem resistência e reafirmação, nascidas do calor do confronto constante com o capital. Essas organizações assumem uma diversidade de formas, com perspectivas mais ou menos ligadas a estruturas institucionais, e com propostas autônomas que demonstram sua enorme versatilidade em se adaptar ou se reinventar em suas lutas, propostas e buscas sociais. Criam estratégias como a demanda por Estados plurinacionais, um socialismo do século XXI, a descolonização do Estado, o Buen Vivir (Bom Viver), os direitos da natureza, a agroecologia e a soberania alimentar, a reforma agrária abrangente e popular, os mercados populares, a redistribuição de água, o interculturalismo, a justiça social e ambiental, os territórios autônomos, as economias comunitárias, a democracia participativa, o planejamento territorial, o sindicalismo e outras formas de organização, etc. Buscam priorizar todas as esferas da vida, entendidas em sua estreita inter-relação e sem a fragmentação imposta pela lógica binária ocidental às questões agrárias, ambientais, sociais, econômicas e agroalimentares. Para aprofundar esta análise, propomos: 1. a continuidade da reflexão crítica sobre a dominação imposta pelo capitalismo e sobre os movimentos de libertação socioterritorial e as disputas em torno dos modelos de desenvolvimento, que se materializam na relação entre o Estado e esses movimentos; 2. em consonância com as políticas governamentais, é necessário colocar no centro do debate a cumplicidade de certas propostas teóricas que sustentam e justificam o avanço do capitalismo nas áreas rurais, em quase todos os casos impulsionado por políticas públicas; 3. o aprofundamento do debate territorial em sua diversidade.
Perspectiva decolonial
Diversas propostas estão sendo praticadas e teorizadas a partir dessa perspectiva entre comunidades rurais e ativistas acadêmicos militantes, formando um novo paradigma crítico alternativo ao capitalismo. A colonialidade, com sua geopolítica do conhecimento, problematiza o pensamento binário (campo-cidade, rural-urbano, indígena-mestiço, entre outros), reconhecendo os saberes e as práticas inerentes às lutas socioterritoriais. Portanto, temos interesse em aprofundar os processos de territorialização contra-hegemônica dos movimentos sociais rurais em diversas dimensões da vida social.
Feminismos comunitários e decoloniais
Nesse cenário, aqueles que habitam os territórios da América Latina e do Caribe enfrentam novas formas de violência, exploração e desapropriação. Tanto os territórios quanto os corpos de homens, mulheres e outras identidades sexuais — indígenas, negros, racializados e marginalizados — constituem uma espécie de exército de externalidades descartáveis do sistema capitalista, um sistema que se reproduz continuamente e, em alguns contextos, é forçado a migrar.
Seguindo feministas decoloniais e indígenas (Crenshaw, 2012; Hill Collins, 2012; Espinosa Miñoso, 2009; Segato, 2012; Cumes, 2011; Álvarez e Painemal, 2016), postulamos que em contextos socioculturais, políticos e econômicos como os da região da América Latina e do Caribe, onde a colonialidade e o racismo persistem como uma relação social cotidiana, a violência contra mulheres e outros sujeitos considerados subordinados assume a forma de processos “violentogênicos” (Segato, 2012).
Considerando os elementos precedentes, propomos a integração da análise das relações de gênero no campo latino-americano e caribenho e da violência contra as mulheres rurais, enfatizando a relação entre território e corpo, dada a emergente organização territorial feminista e a luta contra a repressão de gênero, a criminalização, o controle sobre a reprodução, a negação e a falta de participação política e o não reconhecimento do seu trabalho. Cada vez mais mulheres têm se fortalecido e lutado por seus territórios a partir de redes e estruturas comunitárias, entrelaçando-as com memória, afeto, apoio mútuo e intimidade na luta coletiva e corporificada.
Diálogo de conhecimento e ação militante
Este contexto exige um compromisso entre os diversos indivíduos que habitam e atuam em diferentes espaços. Isso significa que a academia deve estar engajada. A relevância teórica desta pesquisa está intrinsecamente ligada a uma prática política que fomenta conexões políticas com outras experiências, a troca de conhecimento, informação e debates, de modo que as posições e propostas dos setores populares da América Latina e do Caribe possam ser consolidadas, disseminadas e unificadas.
Mesmo diante dos conflitos diários nesses territórios, vozes de resistência e coexistência se levantam, oferecendo novas formas de compreender e analisar a realidade social, econômica e política que vivenciam. Buscam maneiras alternativas de entender o mundo, gerando novos processos de pesquisa — e novas relações com equipes de pesquisa — que priorizam o conhecimento local, as memórias e a resistência presentes nesses territórios. Essas abordagens nos permitem vislumbrar outros modos de vida, outras formas de nos relacionarmos com os territórios e os corpos, para além das múltiplas opressões que enfrentam. Nesse contexto, adotamos perspectivas de coconstrução do conhecimento com as comunidades e os territórios, compartilhando conhecimento e "conhecimento situado" (Haraway, 1991, p. 326) que nos permitem compreender o avanço do capital em seus territórios. Nesse sentido, propomos ampliar e disseminar o debate e fortalecer os laços com organizações, movimentos e instituições acadêmicas que tenham um compromisso social.
CRENSHAW, KW. Mapeando as margens. Interseccionalidade, política de identidade e violência contra mulheres de cor. In: Interseções: Corpos e sexualidades na encruzilhada, Platero Méndez (coord.), 2012, pp. 87-122.
CUMES, A. A presença subalterna na pesquisa social: reflexões de uma experiência de trabalho em: Conhecimento e práticas políticas: Reflexões de nossas práticas de conhecimento situadas (Volume II), Chiapas, Cidade do México, Cidade da Guatemala e Lima, CIESAS, UNICACH, PDTG-UNMSM, 2011., 859 páginas.
ESPINOSA MIÑOSO, Y. Etnocentrismo e colonialidade nos feminismos latino-americanos: cumplicidade e consolidação das hegemonias feministas no espaço transnacional. In Revista Venezuelana de Estudos da Mulher, Vol. 14, No. 33, 2009, pp. 37-54.
Giarracca, N. e Teubal, M. (2013). Atividades extrativas na Argentina. Em N. Giarracca e M. Teubal (coord.) Expansão das atividades extrativas: Reprimarização da economia argentina. Buenos Aires: Antropofagia.
Harvey David (1998) A Condição da Pós-Modernidade: Investigações sobre as Origens da Mudança Cultural Buenos Aires Amorruto Editores
HILL COLLINS, P., Características distintivas do pensamento feminista negro. In: Feminismos Negros. Uma Antologia. Sojourner Truth, et al (Autores), Madrid: Traficante de Sueños, 2012, pp. 99-131.
Ketterer, L. (2019) Notas sobre a violência contra as mulheres: outras perspectivas, outras abordagens. (No prelo).
Mançano Fernandes, B. (2005). Movimentos socioterritoriais e movimentos socioespaciais: aporte teórico para uma leitura geográfica dos movimentos sociais. Revista NERA, 8(6): 24-34.
Porto Gonçalves, C.W. (2006). A reinvenção dos territórios: a experiência latino-americana e caribenha. In A.E. Ceceña (coord.), Os desafios das emancipações em um contexto militarizado. Buenos Aires: CLACSO.
Quijano Aníbal (2005) Colonialidade do poder, eurocentrismo e América Latina em A colonialidade do conhecimento Eurocentrismo e ciências Perspectivas latino-americanas Clacso Unesco.
Ramón Grosfoguel (2007) A descolonização da economia política e dos estudos pós-coloniais, Transmodernidade, pensamento fronteiriço e colonialidade global.
Soto, Oscar e Martín, Facundo (2022) Neoliberalismo na América do Sul rural: tendências políticas na sindicalização liderada por camponeses (2000–2020), Canadian Journal of Development Studies / Revue canadienne d'études du développement, DOI: https://doi.org/10.1080/02255189.2022.2117141
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Contradições no mundo rural e agrário que estão sendo produzidas pela expansão capitalista e pela ascensão e consolidação do ultraneoliberalismo na América Latina e no Caribe.
2. Analise os processos de
constituição dos sujeitos
grupos sociais (camponeses, povos indígenas, mulheres) no campo, os impactos que sofrem devido ao
dinâmicas atuais de destruição de seus processos sociais e suas lutas de resistência e projetos
alternativas.
3. Acompanhar os processos
atores sociais e atores do mundo rural latino-americano que lutam
contra as mudanças políticas e econômicas produzidas pelos estados e pelo capital que transformam e afetam seus
territórios.
4. Estimular o debate interno sobre relações de gênero, feminismos e gerações em
América Latina e Caribe.
Pós-graduação Internacional e
Mulher camponesa.
- Monitoramento e análise contínuos da situação política e agrícola na América Latina e no Caribe.
- Produção e discussão de textos de análise de assuntos da atualidade por país latino-americano, membros do GT.
-Articulação de atividades com outras GTs, tais como: Ecologia(s) Política(s) do Sul/Abya-Yala; Fronteiras, regionalização e globalização; Pensamento geográfico crítico latino-americano, povos indígenas, autonomias e direitos coletivos; Territorialidades em disputa e r-existências (Encontros, publicações, participação em eventos acadêmicos, etc.).
- Organização da publicação de um livro resultante do trabalho do GT na 9ª Conferência Latino-Americana e Caribenha de Ciências Sociais, 2022.
críticas ao desenvolvimento rural, o
dinâmica de acumulação no
O campo, a ascensão do ultraneoliberalismo, a poderosa emergência de sujeitos do mundo rural e a gestação.
de alternativas.
- Alianças entre universidades,
centros de pesquisa e movimentos sociais para a formulação de currículos,
disseminação, treinamento e apoio aos sujeitos de
mudança e o mundo rural.
- Publicações sobre o desenvolvimento do capitalismo no campo; políticas estatais, defesa
e a luta pela terra e pelo território dos principais movimentos sociais e políticos – e suas configurações novas ou atuais.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
CLACSO com tópicos
correspondendo aos eixos de pesquisa sobre a crítica do desenvolvimento rural.
2. Divulgar o trabalho produzido pelo GT em livros, revistas e boletins informativos.
- Implementação da Escola de Pós-Graduação e Rural
- Envie uma proposta para
cursos virtuais (em cada chamada CLACSO no
período).
- Ministrar um seminário virtual sobre
CLACSO com um tema correspondente aos eixos de
pesquisa sobre críticas de
desenvolvimento rural.
seminários virtuais de
CLACSO, seminários presenciais nas instituições onde os membros do Grupo de Trabalho estão localizados.
As atividades da GT são divulgadas por meio de suas redes sociais (Facebook, Instagram, Twitter).
Para formar novas gerações de
jovens pesquisadores e articulação com ativistas de
movimentos diferentes
estudos sociais rurais na América
Latina
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Sindicato dos Trabalhadores Rurais (UTT) - Argentina; Sindicato dos
Trabalhadores rurais sem
Terra (UST) - Argentina;
Movimento dos Pequeninos
Agricultores (MPA) - Brasil
Comunidade Indígena de Punta
Querandí - Argentina
Ecos de Saladillo - Argentina
Organização dos Trabalhadores
Rurales de Lavalle (OTRAL) Argentina
Confederação das Nacionalidades
Povos Indígenas do Equador (CONAIE) -
Equador
Povo Kitu Kara - Equador
Coordenador de Organizações
Camponeses e povos indígenas do
Litoral - Equador
Escola de Formação Política e
Soberania Alimentar: A
Troja Manaba - Equador
União das Organizações
Camponesas de Esmeraldas-
Equador
União das Cooperativas
Tosepan Titaniske México
Comitê para a Unidade Camponesa
(CUC) - Guatemala
Comitê para o Desenvolvimento Rural
(Codeca) - Guatemala
Assembleia Social e Popular (ASP)
- Guatemala
Sindicatos de trabalhadores
Pessoas rurais de vários países,
Comissão Pastoral do
Terra (CPT) - Brasil e o
Campanha em Defesa de
Cerrado brasileiro -
Brasil.
Terra Livre
- Centro de Estudos e Pesquisa Afro - Organizações Afro-Mundo
- Movimento pela terra
- Coletivo de pescadores artesanais de San Gregorio de Polanco (Tacuarembó, Uruguai)
-Assembleia Territorial Camponesa Pani-Colbún (Chile).
-Coletivo Feminista Camponês (In)Candilando (Chile)
-Coletivo Feminista Flor de Pantano (Chile).
-Coordenador Maule Sur, Chile.
- União Comunitária de Hortas Orgânicas, Tomé, Chile.
- Assembleia de Mulheres e Dissidentes do Sul de Maule.
cooperação internacional para as agências que promovem a
pesquisa nos países membros do GT (CONICET, CAPES, CNPq, CONACYT, etc.).
do campo e contribuição para atividades de defesa em
políticas públicas, direitos
social.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
por meio do desenvolvimento de publicações conjuntas, da oferta de cursos virtuais e encontros conjuntos, bem como de fóruns e debates coletivos em diferentes instâncias acadêmicas e em conexão com movimentos sociais.
2. Consolidar a aliança
Institucional (universidades, ONGs e organizações membros da Via Campesina) da GT em torno de: Escola Camponesa, Rede de Pós-Graduação e Cursos Virtuais.
3. Fortalecer as relações dos membros e estruturas da GT com outras redes internacionais de debate teórico e político, como a Cátedra UNESCO em Desenvolvimento.
Territorial e Educação do Campo, Associações Profissionais como ALASRU, SOCLA (Sociedade
Sociedade Científica Latino-Americana de Agroecologia), a
Seção de Estudos sobre Alimentação, Agricultura e Sociedade Rural (FARS) da LASA,
Associação Brasileira de Geógrafos (AGB),
Associação Colombiana de Geógrafos, Rede de
Geografias Críticas das Raízes Latino-Americanas
(GeoRaizAL), SINGA (Brasil)
Associação Mexicana de Estudos Rurais (AMER), Fundação Rosa Luxemburgo, Transformação FES, Rede DATALUTA, Matriz Territorial
Crítica, Territorialidades na R-existência, Ecologia Política e outros (Encontros, publicações, participação em eventos)
acadêmicos, etc.)
ações conjuntas realizadas com
redes de instituições, ONGs e
movimentos sociais.
- Expansão dos debates teóricos e políticos e do
interação entre diferentes
CLACSO GTs.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
2. Analisar os processos de constituição dos sujeitos sociais (camponeses, povos indígenas, mulheres) no campo, os impactos que sofrem em decorrência das dinâmicas atuais de
destruição de seus processos sociais e de suas lutas de resistência e projetos alternativos.
3. Apoiar os processos e atores sociais do mundo rural latino-americano que lutam contra as mudanças políticas e econômicas produzidas pelos Estados e pelo capital, que transformam e afetam seus territórios.
4. Estimular o debate interno sobre relações de gênero e feminismos na América.
América Latina e Caribe.
Pós-graduação Internacional e
Mulher camponesa.
- Monitoramento e análise contínuos da situação política e agrícola na América Latina e no Caribe.
- Produção e discussão de textos de análise de assuntos da atualidade por país latino-americano, membros do GT.
-Articulação de atividades com outras GTs, tais como: Ecologia(s) Política(s) do Sul/Abya-Yala; Fronteiras, regionalização e globalização; Pensamento geográfico crítico latino-americano, povos indígenas, autonomias e direitos coletivos; Territorialidades em disputa e r-existências (Encontros, publicações, eventos acadêmicos, etc.).
críticas ao desenvolvimento rural, o
dinâmica de acumulação no
O campo, a ascensão do ultraneoliberalismo, a poderosa emergência de sujeitos do mundo rural e a gestação.
de alternativas.
- Alianças entre universidades,
centros de pesquisa e movimentos sociais para a formulação de currículos,
disseminação, treinamento e apoio aos sujeitos de
mudança e o mundo rural.
- Publicações sobre o desenvolvimento do capitalismo no campo; políticas estatais, defesa
e a luta pela terra e pelo território dos principais movimentos sociais e políticos – e suas configurações novas ou atuais.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
CLACSO com temas correspondentes aos eixos de pesquisa sobre a crítica do desenvolvimento rural.
2. Divulgar o trabalho produzido pelo GT em publicações (livros, revistas e boletins informativos).
- Implementação da Escola de Pós-Graduação e Rural
- Envie uma proposta para
cursos virtuais (em cada chamada CLACSO no
período).
- Ministrar um seminário virtual sobre
CLACSO com um tema correspondente aos eixos de
pesquisa sobre críticas de
desenvolvimento rural.
na América Latina e no Caribe por meio de publicações especializadas e seminários.
Seminários virtuais da CLACSO, seminários presenciais nas instituições onde os membros do GT estão localizados.
As atividades da GT são divulgadas por meio de suas redes sociais (Facebook, Instagram, Twitter).
Para formar novas gerações de
jovens pesquisadores e articulação com ativistas de
movimentos diferentes
estudos sociais rurais na América
Latina
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Sindicato dos Trabalhadores
Terra (UTT) - Argentina
Sindicato dos Trabalhadores
Trabalhadores Rurais Sem Terra (UST) -
Argentina
Movimento dos Pequeninos
Agricultores (MPA) - Brasil
Comunidade Indígena de Punta
Querandí - Argentina
Ecos de Saladillo - Argentina
Organização dos Trabalhadores
Rurales de Lavalle (OTRAL)
Argentina
Confederação das Nacionalidades
Povos indígenas do Equador
(CONAIE) - Equador
Povo Kitu Kara - Equador
Coordenador de Organizações
Camponeses e povos indígenas do
Litoral - Equador
Escola de Formação Política e
Soberania Alimentar: La Troja Manaba - Equador
União das Organizações Camponesas de Esmeraldas-
Equador
União de Cooperativas Tosepan
Comitê Titaniske México
Unidade Camponesa (UCC) -
Comitê da Guatemala
Desenvolvimento Rural
(Codeca) - Guatemala
Assembleia Social e Popular (ASP)
- Sindicatos da Guatemala de
Trabalhadores rurais de
diversos países, Comissão
Terras pastoris (CPT) -
Brasil e a Campanha pelo
Defesa do Fechado
Brasileiros - Brasil.
Terra Livre
- Centro de Estudos e Pesquisa Afro - Organizações Afro-Mundo
- Movimento pela terra
- Coletivo de pescadores artesanais de San Gregorio de Polanco (Tacuarembó)
-Assembleia Territorial Camponesa Pani-Colbún (Chile).
-Coletivo Feminista Camponês (In)Candilando (Chile)
-Coletivo Feminista Flor de Pantano (Chile).
-Coordenador Maule Sur, Chile.
- União Comunitária de Hortas Orgânicas, Tomé, Chile.
- Assembleia de Mulheres e Dissidentes do Sul de Maule.
cooperação internacional para as agências que promovem a
pesquisa nos países membros do GT (CONICET, CAPES, CNPq, CONACYT, etc.).
do campo e contribuição para atividades de defesa em
políticas públicas, direitos
social.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
a partir da incorporação de representantes deste GT,
Publicações conjuntas, oferta de cursos virtuais e reuniões conjuntas.
2. Consolidar a aliança institucional da GT (universidades, ONGs e organizações membros da Via Campesina) em torno da Escola Camponesa, da Rede de Pós-Graduação e dos Cursos Virtuais.
3. Fortalecer as relações dos membros e estruturas da GT com outras redes internacionais de debate teórico e político, tais como: a Cátedra UNESCO em Desenvolvimento Territorial e Educação Rural, Associações
Profissionais como a ALASRU, a SOCLA (Sociedade Científica Latino-Americana de Agroecologia), a Seção de Estudos sobre Alimentos, Agricultura e Sociedade Rural (FARS) da LASA,
Associação Brasileira de Geógrafos (AGB),
Associação Colombiana de Geógrafos, Rede de
Geografias Críticas das Raízes Latino-Americanas
(GeoRaizAL), SINGA (Brasil)
Associação Mexicana de Estudos Rurais (AMER), Fundação Rosa Luxemburgo, Transformação FES, Rede DATALUTA, Land Matrix.
Crítica, Territorialidades na R-existência, Ecologia Política e outros (Encontros, publicações, participação em eventos)
acadêmicos, etc.)
ações conjuntas realizadas com
redes de instituições, ONGs e
movimentos sociais.
- Expansão dos debates teóricos e políticos e do
interação entre diferentes
CLACSO GTs.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Expansão capitalista e ascensão e consolidação do ultraneoliberalismo na América Latina e no Caribe.
2. Analisar os processos de constituição dos sujeitos sociais (camponeses, povos)
Povos indígenas (mulheres) no campo, os impactos que sofrem devido à dinâmica atual de
destruição de seus processos sociais e de suas lutas de resistência e projetos alternativos.
3. Apoiar os processos e atores sociais do mundo rural latino-americano que lutam contra as mudanças políticas e econômicas produzidas pelos Estados e pelo capital, que transformam e afetam seus territórios.
4. Estimular o debate interno sobre relações de gênero, gerações e feminismos na América Latina e no Caribe.
Pós-graduação e zona rural.
- Monitoramento e análise contínuos da situação política e agrícola na América Latina e no Caribe.
- Produção e discussão de textos de análise de assuntos da atualidade por país latino-americano, membros do GT.
-Articulação de atividades com outras GTs, como Ecologia(s) Política(s) do Sul/Abya-Yala; Fronteiras, regionalização e globalização; Pensamento geográfico crítico latino-americano, povos indígenas, autonomias e direitos coletivos; Territorialidades em disputa e r-existências (Encontros, publicações, participação em eventos acadêmicos, etc.).
críticas ao desenvolvimento rural, o
dinâmica de acumulação no
campo, a ascensão ultraneoliberal, a poderosa emergência
de temas do mundo rural e o desenvolvimento de alternativas.
- Alianças entre universidades,
centros de estudo e
movimentos sociais
para a formulação de currículos, disseminação, treinamento e
acompanhamento dos temas de
mudança e o mundo rural.
- Publicações sobre o desenvolvimento do capitalismo no campo; políticas estatais, defesa
e a luta pela terra e pelo território dos principais movimentos sociais e políticos – e suas configurações novas ou atuais.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
CLACSO com tópicos
correspondendo aos eixos de pesquisa sobre a crítica do desenvolvimento rural.
2. Divulgar o trabalho produzido pelo GT em publicações (livros, revistas e boletins informativos).
- Implementação da Escola de Pós-Graduação e Rural
- Envie uma proposta para
cursos virtuais (em cada chamada CLACSO no
período).
- Ministrar um seminário virtual sobre
CLACSO com um tema correspondente aos eixos de
pesquisa sobre críticas de
desenvolvimento rural.
na América Latina e no Caribe por meio de publicações
seminários especializados
Seminários virtuais da CLACSO, seminários presenciais nas instituições onde os membros do GT estão localizados.
As atividades da GT são divulgadas por meio de suas redes sociais (Facebook, Instagram, Twitter).
- Para treinar novas gerações de
jovens pesquisadores e articulação com ativistas de
movimentos diferentes
estudos sociais rurais na América
Latina
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Sindicato dos Trabalhadores
Terra (UTT) - Argentina
Sindicato dos Trabalhadores
Trabalhadores Rurais Sem Terra (UST) -
Argentina
Movimento dos Pequeninos
Agricultores (MPA) - Brasil
Comunidade Indígena de Punta
Querandí - Argentina
Ecos de Saladillo - Argentina
Organização dos Trabalhadores
Rurales de Lavalle (OTRAL)
Argentina
Confederação de
Nacionalidades indígenas de
Equador (CONAIE) -
Povo Kitu Kara - Equador
Coordenador de Organizações
Camponeses e povos indígenas do
Litoral - Equador
Escola de Formação Política e Soberania Alimentar: A
Troja Manaba - Equador
União das Organizações
Camponesas de Esmeraldas-
União das Cooperativas do Equador
Tosepan Titaniske México
Comitê para a Unidade Camponesa
(CUC) - Guatemala
Comitê de Desenvolvimento
Camponês (Codeca) -
Guatemala
Assembleia Social e Popular (ASP)
- Sindicatos da Guatemala de
Trabalhadores rurais de
diversos países, Comissão
Terras pastoris (CPT) -
Brasil e a Campanha pelo
Defesa do Fechado
Brasileiros - Brasil.
Terra Livre
- Centro de Estudos e Pesquisa Afro - Organizações Afro-Mundo
- Movimento pela terra
- Coletivo de pescadores artesanais de San Gregorio de Polanco (Tacuarembó).
-Assembleia Territorial Camponesa Pani-Colbún (Chile).
-Coletivo Feminista Camponês (In)Candilando (Chile)
-Coletivo Feminista Flor de Pantano (Chile).
-Coordenador Maule Sur, Chile.
- União Comunitária de Hortas Orgânicas, Tomé, Chile.
- Assembleia de Mulheres e Dissidentes do Sul de Maule.
cooperação internacional para as agências que promovem a
pesquisa nos países membros do GT (CONICET, CAPES, CNPq, CONACYT, etc.).
do campo e contribuição para atividades de defesa em
Políticas públicas, direitos sociais.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
a partir da incorporação de representantes deste GT,
Publicações conjuntas, oferta de cursos virtuais e reuniões conjuntas.
2. Consolidar a aliança institucional da GT (universidades, ONGs e organizações membros da Via Campesina) em torno da Escola Camponesa, da Rede de Pós-Graduação e dos Cursos Virtuais.
3. Fortalecer as relações dos membros e estruturas da GT com outras redes internacionais de debate teórico e político, como a Cátedra UNESCO em Desenvolvimento.
Territorial e Educação do Campo, Associações Profissionais como ALASRU, SOCLA (Sociedade
Sociedade Científica Latino-Americana de Agroecologia), Seção de Estudos Alimentares,
Sociedade Agrícola e Rural (FARS) da LASA,
Associação Brasileira de Geógrafos (AGB),
Associação Colombiana de Geógrafos, Rede de
Geografias Críticas das Raízes Latino-Americanas (GeoRaizAL), SINGA (Brasil)
Associação Mexicana de Estudos Rurais (AMER), Fundação Rosa Luxemburgo, Transformação FES, Rede DATALUTA, Land Matrix.
Crítica, Territorialidades na R-existência, Ecologia Política e outros (Encontros, publicações, participação em eventos)
acadêmicos, etc.)
ações conjuntas realizadas com
redes de instituições, ONGs e
movimentos sociais.
- Expansão dos debates teóricos e políticos e do
interação entre diferentes
CLACSO GTs.
Número total de pesquisadores admitidos: 117
Comunidade de Estudos JAINA
Bolívia
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
Centro Interdisciplinar de Estudos de Desenvolvimento
Universidad de los Andes
Colômbia
Comunidade de Estudos JAINA
Bolívia
Faculdade de Estudos Ambientais e Rurais
Departamento de Desenvolvimento Rural e Regional
Pontificia Universidad Javeriana
Colômbia
Centro de Estudos Avançados
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Centro de Pesquisa sobre Dinâmica Social
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Extership universitário da Colômbia
Colômbia
Centro de Estudos Rurais Interdisciplinares
Paraguai
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
Escola de Ciências Sociais
Universidade Pontifícia Bolivariana - Campus de Medellín
Colômbia
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
Centro de Educação, Treinamento e Pesquisa Camponesa - TIERRA
União dos Trabalhadores Rurais Sem Terra - Via Campesina
Argentina
Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico para a Agricultura Familiar, Região da Patagônia, do Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária
Argentina
Programa de Pós-Graduação em Geografia
Universidade Federal de Sergipe
Brasil
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Centro de Estudos Demográficos
Universidade de Havana
Cuba
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Territorial na América Latina e no Caribe
Universidade Estadual Paulista - UNESP
Brasil
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
Departamento de Geografia
Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Universidade de São Paulo
Brasil
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
LEMTO UFF
Brasil
Programa de Pós-Graduação em Geografia
Universidade Federal de Sergipe
Brasil
Centro de Estudos Rurais Interdisciplinares
Paraguai
Comunidade de Estudos JAINA
Bolívia
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
Faculdade de Estudos Ambientais e Rurais
Departamento de Desenvolvimento Rural e Regional
Pontificia Universidad Javeriana
Colômbia
Universidade Intercultural de Chiapas
Universidade Intercultural de Chiapas
México
Faculdade de Estudos Ambientais e Rurais
Departamento de Desenvolvimento Rural e Regional
Pontificia Universidad Javeriana
Colômbia
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
Universidade de San Carlos da Guatemala. Faculdade de História.
Guatemala
Associação Brasileira de Reforma Agrária
Brasil
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
Apoio Mútuo de Porto Rico AMAPR
Porto Rico
Faculdade de Estudos Ambientais e Rurais
Departamento de Desenvolvimento Rural e Regional
Pontificia Universidad Javeriana
Colômbia
Faculdade de Ciências Humanas e da Educação
Universidade da República
Uruguai
Universidade Federal Fluminense
Brasil
Faculdade de Economia
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
Colégio da Fronteira Norte
México
Faculdade de Ciências e Tecnologia/UNESP.
Brasil
Comunidade de Estudos JAINA
Bolívia
Programa de Pós-Graduação em Geografia
Universidade Federal de Sergipe
Brasil
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
Instituto Argentino para o Desenvolvimento Econômico
Argentina
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
O Colégio de Michoacán
México
Universidade Federal da Grande Dourados
Brasil
Faculdade de Estudos Ambientais e Rurais
Departamento de Desenvolvimento Rural e Regional
Pontificia Universidad Javeriana
Colômbia
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Faculdade de Estudos Ambientais e Rurais
Departamento de Desenvolvimento Rural e Regional
Pontificia Universidad Javeriana
Colômbia
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Instituto de Ciências Sociais e Humanas
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Divisão de Ciências Sociais e Humanas, Unidade Lerma da Universidade Autônoma Metropolitana
México
Instituto de Estudos Equatorianos
Equador
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Universidade da Geórgia
Estados Unidos
Universidade Autônoma Chapingo
México
Sociedade de Economia Política do Paraguai
Sociedade de Economia Política e Pensamento Crítico na América Latina
Paraguai
Departamento de Sociologia, Universidade de Havana
-Faculdade de Filosofia e História.
-Universidade de Havana
Cuba
Centro de Estudos Avançados
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Universidade Nacional de San Martin
Argentina
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
Ministério da Mulher e da Igualdade de Gênero
Chile
Comunidade de Estudos JAINA
Bolívia
Faculdade de Ciências Humanas, Sociais e da Saúde
Universidade Nacional de Santiago del Estero
Argentina
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Cuba
Ministério do Ensino Superior
Universidade de La Havana
Cuba
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Centro de Estudos Rurais Interdisciplinares
Paraguai
Centro de Pesquisa sobre a América Latina e o Caribe
Universidade Nacional Autônoma do México
México
UFPE – Universidade Federal de Pernambuco, CFCH - Centro de Filosofia e Ciências Humanas, DCG - Departamento de Ciências Geográficas, NEPPAG
Brasil
Departamento de Ciências Sociais, Faculdade de Agronomia
-Faculdade de Agronomia
-Universidade da República
Uruguai
Instituto de Estudos Equatorianos
Equador
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Programa de Pós-Graduação em Geografia
Universidade Federal de Sergipe
Brasil
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Centro de Estudos Rurais Interdisciplinares
Paraguai
Centro de Pesquisa sobre Dinâmica Social
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Extership universitário da Colômbia
Colômbia
Instituto de Estudos Equatorianos
Equador
Organização de Terras Livres
Colômbia
Centro de Pesquisa sobre Dinâmica Social
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Extership universitário da Colômbia
Colômbia
UNIVERSIDADE PEDAGÓGICA NACIONAL
México
Programa de Pós-Graduação em Geografia
Universidade Federal do Paraná
Brasil
Associação Brasileira para a Reforma Agrária -ABRA-
Brasil
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Cuba
Ministério do Ensino Superior
Universidade de La Havana
Cuba
Universidade de Bio-Bio, Departamento de Ciências Sociais
Programa de Pós-Graduação em Geografia
Universidade Federal de Sergipe
Brasil
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Regemed
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Cátedras Conacyt, Instituto Tecnológico Nacional do México. Instituto Tecnológico de Oaxaca (Cátedras Conacyt/TecNM/Ito)
México
Programa de Pós-Graduação em Geografia
Universidade Federal de Sergipe
Brasil
Observatório Permanente dos Direitos Humanos do Aguán - OPDHA - Honduras
Honduras
Centro de Estudos sobre Cidadania, Estado e Assuntos Políticos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
Instituto Superior Tecnológico da Economia Social, Popular e Solidária
Equador
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
Terra Livre
Colômbia
Comunidade de Estudos JAINA
Bolívia
Faculdade de Estudos Ambientais e Rurais
Departamento de Desenvolvimento Rural e Regional
Pontificia Universidad Javeriana
Colômbia
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
Departamento de Ciências Sociais, Faculdade de Agronomia
-Faculdade de Agronomia
-Universidade da República
Uruguai
Unidade Acadêmica de Ciência Política
Departamentos de Ensino Superior, Ciências Sociopolíticas, Econômicas e Administrativas
Universidade Autónoma de Zacatecas
México
Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Territorial na América Latina e no Caribe
Universidade Estadual Paulista - UNESP
Brasil
Sistema de pesquisa sobre problemas agrários no Equador
Equador
Associação de Trabalho Interdisciplinar
Colômbia
Programa de Pós-Graduação em Geografia
Universidade Federal do Paraná
Brasil