Área temática: Movimentos sociais e ativismo na América Latina e no Caribe
Grupo de trabalhoCorpos, territórios, resistências
[+ Ver produções e conteúdo]Centro de Pesquisa e Estudos Superiores em Antropologia Social
Membro do Sistema de Centros Públicos de Pesquisa do CONACyT
México
Cátedra de Estudos Caribenhos
Vice-Reitoria de Relações Internacionais e Estudos de Pós-Graduação
Universidade de Havana
Cuba
Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Brasil
O Grupo de Trabalho "Corpos, Territórios, Resistências" (GT CUTER) está intimamente ligado ao momento que vivemos como povos da América Latina e do Caribe/América Ladina/Abya Yala e, sobretudo, como habitantes do planeta Terra. Uma nova consciência planetária está emergindo nos mais diversos lugares do planeta como resultado do repensar e da atuação diante do que tem sido chamado de "crise global do capitalismo", "crise da civilização capitalista heteropatriarcal ocidental" e "colapso civilizacional". Todas essas conceitualizações enfatizam diferentes aspectos do fenômeno, mas concordam que a crise atual é global, sistêmica e vai além de ser meramente uma crise econômica ou financeira. Trata-se, antes, de uma crise multifacetada, simultaneamente ambiental, energética, alimentar, migratória, bélica e política em uma tríplice dimensão: uma crise da hegemonia do imperialismo, da legitimidade do Estado moderno e da democracia liberal representativa, bem como uma crise cultural e étnica em termos de valores, projetos de vida e formas dominantes de identidade e subjetividade. Outros enfatizam especialmente a crise das estruturas dominantes e das formas de conhecimento (1).
É aqui que este Grupo de Trabalho questiona: Como estamos vivenciando essas múltiplas crises na América Latina e no Caribe/América Ladina/Abya Yala? Neste Grupo de Trabalho, refletimos sobre crises e guerras a partir de: a) corpos racializados e plurais em resistência/reexistência; b) a defesa de territórios indígenas, afrodescendentes e camponeses; c) a soberania midiática conquistada por meio da criação de seus próprios meios de comunicação; d) autonomias com ou sem permissão. Nossos pontos de partida são territórios indígenas, camponeses e afrodescendentes específicos que estão construindo alternativas, outros mundos, geolocalizados no Caribe (Cuba), América do Norte (EUA e México), América Central (Guatemala) e América do Sul (Colômbia, Bolívia, Equador, Brasil, Argentina e Chile).
A América Latina, a região mais violenta e desigual do mundo, é considerada por muitos como um berço de esperança, dignidade, rebelião e resistência; uma inspiração para a globalização contra-hegemônica em curso (2). Berços que nos remetem a “outras geografias” e “outros calendários”, como dizem os elogios zapatistas, a ciclos de longo prazo, à ferida colonial e às rebeliões indígenas, às comunidades quilombolas e aos palenques de escravos negros, às revoltas camponesas, bem como às revoluções haitiana, mexicana e cubana.
Mas concentremo-nos nas últimas décadas do século XX, quando as lutas de resistência contra as reformas estruturais neoliberais se entrelaçaram tanto com o questionamento dos Estados-nação monoculturais quanto com o movimento de descolonização da contra-celebração do chamado "Quinto Centenário da Descoberta da América". Assim, em outubro de 1989, em Bogotá, 30 organizações de 17 países latino-americanos reuniram-se num encontro que culminaria no lançamento da "Campanha Continental: 500 Anos de Resistência Indígena, Negra e Popular". Nesse mesmo ano, protestos populares irromperam em Guarenas e Caracas, rejeitando, entre outras coisas, as medidas do FMI implementadas pelo governo venezuelano. Um ano depois, em 1990, a CONAIE organizou bloqueios no Equador para divulgar seu "Mandato em Defesa da Vida e dos Direitos das Nacionalidades Indígenas". Naquele mesmo ano, os povos das terras baixas bolivianas marcharam até a capital para defender seus territórios, exigir maior controle sobre seus recursos e o meio ambiente, e buscar o reconhecimento de suas formas internas de governo. Em 1994, os maias do EZLN declararam guerra ao governo e ao exército mexicanos no mesmo dia em que o NAFTA com os EUA e o Canadá entrou em vigor, exigindo trabalho, terra, moradia, alimentação, saúde, educação, independência, liberdade, democracia, justiça e paz para todos.
Hoje, em 2022, vivemos em uma condição pós-pandêmica que nos obriga a reconhecer o estado de colapso da humanidade e, embora resistências, rebeliões, revoltas indígenas, cidadãs e populares não cessem de surgir, governos de direita, após uma era de governos progressistas, tornaram-se presentes em países latino-americanos como Guatemala, Brasil, Argentina, Chile e Equador.
Diante do avanço de sistemas de morte, horror e guerras (3); Diante da crescente mercantilização patriarcal de todas as esferas da vida, mulheres, diversidades de gênero e sexualidade, e pessoas com perspectivas e práticas anticapitalistas, antirracistas e antipatriarcais se opõem a isso de mil maneiras. Esses movimentos estão emergindo em áreas rurais e urbanas, tanto no Norte Global quanto no Sul Global, e se opõem à privatização de bens comuns, à exploração irracional da Mãe Terra, à poluição ambiental, à destruição por meio do fraturamento hidráulico, da mineração a céu aberto, das monoculturas transgênicas, dos projetos de produção de energia renovável via megaprojetos hidrelétricos, termoelétricos e eólicos (4), bem como aos megaprojetos de infraestrutura para a extração de bens comuns (5) de povos, nações e tribos, enquanto muitos povos indígenas, camponeses e pessoas negras se organizam e se levantam para lutar.
Rebeliões, resistências e reexistências que se levantam em seus próprios termos em todos os cantos do mundo conhecido, de maneiras diversas, mas com horizontes que hoje, para muitas das mulheres que lutam (6), se expressam em uma interseção única de vidas que simultaneamente desafiam e confrontam o capitalismo, o machismo, o cis(hetero)patriarcado e o racismo. Lutas cujo principal potencial reside em seu caráter pluriversal em defesa da vida.
Como sabemos, na América Latina, mulheres indígenas, negras e camponesas, assim como moradores urbanos — em sua maioria pobres e racializados — estão literalmente arriscando suas vidas, e até mesmo morrendo, em confronto direto com as muitas faces daquilo que os zapatistas chamam de Hidra Capitalista (7) e as feministas chamam de ofensiva globalizante do capital como uma guerra contra as mulheres (8). Isso é produto do dano cognitivo ancestral chamado patriarcado (9). É claro que mulheres e jovens não são os únicos afetados: o tráfico de crianças, os assassinatos de jovens e os assassinatos de líderes indígenas e negros, jornalistas e comunicadores comunitários ultrapassaram todos os limites imagináveis.
Os números podem ser assustadores. Vejamos: 14 dos 25 países do mundo com as maiores taxas de feminicídio estão localizados na América Latina e no Caribe, e em apenas 2 de cada 100 casos os perpetradores são levados à justiça (10). Em 2012, El Salvador e Honduras apresentavam as maiores taxas de feminicídio, com 14 e 11 mulheres assassinadas, respectivamente, por 100,000 mulheres (ibid.). E em 2016, ano em que pistoleiros assassinaram a líder Lenca Berta Cáceres em sua casa, Honduras tinha a maior taxa per capita de assassinatos de defensores da terra e do meio ambiente do mundo (11).
Sabemos que os números nunca serão capazes de refletir plenamente o sofrimento, a dor e a violência vivenciados; para isso, precisamos de pesquisas situadas, rigorosas e aprofundadas como aquela com a qual nosso Grupo de Trabalho está comprometido. O objetivo não é apenas transformar a realidade — como se dizia no século passado em termos marxistas abstratos e masculinistas — mas, principalmente, contribuir para a criação, ou continuar a criar — em termos femininos, múltiplos e pluri — os outros mundos possíveis aqui e agora, para além dos atuais sistemas de morte (12).
2. Santos, Boaventura de Sousa (coord.). 2004. Democratizando a democracia. Os caminhos da democracia participativa. México, FCE.
3. Leyva, Xochitl e Rosalba Icaza (eds.). 2019. Em tempos de morte: corpos, rebeliões, resistências. Buenos Aires e México, CLACSO, Cooperativa Editorial RETOS, ISS/EUR. Volume IV.
4. Leyva, Xochitl, Patricia Viera, Junia de Lima e Alberto Velázquez (coord.). 2021. Da desapropriação e das lutas pela vida. Buenos Aires e México, CLACSO, Cooperativa Editorial RETOS, Cátedra Jorge Alonso, Universidade de Guadalajara.
5. Composto, Claudia e Mina Lorena Navarro (orgs.) 2014. Territórios em Disputa. Desapropriação Capitalista, Lutas em Defesa dos Bens Naturais Comuns e Alternativas Emancipatórias para a América Latina. México, Bajo Tierra Ediciones e JRA.
6. Termo cunhado por mulheres zapatistas em 2017. Online: .
7. EZLN. 2015. Pensamento crítico diante da hidra capitalista. I. Participação da Sexta Comissão do EZLN. México, EZLN.
8. Federici, Silvia. 2013. A Revolução Feminista Inacabada: Mulheres, Reprodução Social e a Luta pelos Bens Comuns. México: Escuela Calpulli.
9. Spivak, Gayatrik. 2011. “Intervenção na Feira Internacional do Livro”. Guadalajara, apresentação em áudio.
10. García 2018, online:
11. Global Witness citado na Anistia Internacional, online: .
12. Veja a Iniciativa Farol Zapatista (http://alfarozapatista.jkopkutik.org/) e a Tapeçaria Global de Alternativas (https://globaltapestryofalternatives.org/) como dois exemplos, entre muitos outros, do tecido transnacional de lutas pela vida contra sistemas de morte que podem ser encontrados no planeta Terra.
A relevância teórica do GT CUTER relaciona-se com o que hoje se denomina, na gramática acadêmica e política, “defesa do pluriverso” (1), que se ativa epistemicamente, ontologicamente, espiritualmente e teoricamente a partir de diferentes lugares de enunciação e sujeitos em movimento na América Latina e no Caribe/América Ladina/Abya Yala e em todo o planeta Terra. Nele, “o que está em jogo não são [apenas] diferentes perspectivas culturais sobre o mundo, mas a própria pressuposição de que este mundo de uma só natureza e várias culturas [...] é a realidade última” (2). A razão indolente característica do pensamento abissal da ciência ocidental moderna (3) reproduz ativamente a não existência, a invisibilidade do chamado “Outro” da colonialidade, do seu ser, conhecimento, gênero, sexualidade, como parte da monocultura racional que a caracteriza.
Permitam-me explicar brevemente a relação disto com o nosso Grupo de Trabalho. Por exemplo, para abordar a relevância teórica do conceito de "Desapropriação", muitos académicos considerariam suficiente referir os textos de outros estudiosos das ciências sociais. Hoje, isto é insuficiente numa perspetiva pluriversal, descolonizadora/despatriarcalizadora, em que é necessário não só tornar visível e valorizar o saber dos sujeitos em resistência, mas também compreendê-los e concebê-los como geradores de saber por direito próprio. Ou seja, produzem não só "ideias", "testemunhos", "histórias" e "narrativas", mas também, a partir da sua práxis cognitiva contínua, criam conceptualizações e teorizações que, ao contrário das cartesianas, são concretas, corporativizadas, situadas, parciais, experimentais (4) e expressas nos seus próprios termos. Termos que, em muitos casos, desafiam e descentralizam múltiplos poderes instituidores e instituídos.
Partindo desse ponto, a análise acadêmica do geógrafo britânico David Harvey é contrastada, por exemplo, com a teoria política zapatista. Harvey falava de “acumulação por desapropriação”, referindo-se a outros meios de acumulação e desvalorização baseados na predação, na fraude e na violência. Em 2003, afirmou que, na ausência de uma forte revitalização da acumulação sustentada por meio da reprodução ampliada — isto é, do crescimento —, a acumulação por desapropriação tornou-se a marca registrada do novo imperialismo (5). Por sua vez, os zapatistas, em 2006, forjaram sua própria perspectiva teórico-política em meio ao que chamaram de “Quarta Guerra Mundial” e “as quatro rodas do capitalismo”, referindo-se à exploração, à desapropriação, ao desprezo e à repressão (6). Para eles, esses são os pilares e processos que permitiram ao capitalismo afirmar-se, crescer, funcionar e manter-se.
Eis um problema teórico-epistêmico-político fundamental que estrutura o trabalho desta GT. Os conceitos operacionais que vamos tecer: corpo, território e resistência (portanto, no singular) nasceram e fazem parte de uma geopolítica do saber ancorada em línguas coloniais/imperiais (inglês, espanhol, francês, etc.), no “Ocidente”, na modernidade cis(hetero)patriarcal e no pensamento masculinista abstrato (7). É por isso que é relevante continuar o caminho da desconstrução descolonizadora/despatriarcalizadora e, assim, por exemplo, abordar não apenas o amplo e controverso debate acadêmico sobre o conceito de “território”, entendido como “espaço”, como “lugar”, como condição de possibilidade ou utopia, mas também ir além e aprofundar os conceitos de povos em resistência, co-teorizando com as mulheres e jovens desses povos que já estão engajados nesse processo. Eles têm línguas maternas onde a palavra “território” sequer existe como tal. Portanto, o que é necessário não é apenas um exercício de tradução linguística, cultural ou epistêmica, mas também alcançar perspectivas situadas "ombro a ombro", teorias corporificadas que, de dentro para fora, permitam um diálogo crítico sentido-pensado com as ciências sociais, mas também com suas próprias culturas/línguas; com o que a feminista nigeriana Oy?wùmí chamou de sentido do próprio mundo (8).
As teorias feministas nos fornecem ferramentas para analisar o papel do corpo em condições históricas e atuais de desapropriação, conquista e guerra. Elas nos lembram que a criação e a reprodução da vida não devem ser confundidas com a simples reprodução do capital, nem reduzidas a ela (9). Essas teorias concebem o corpo como um campo de batalha, um espaço de tensão, uma complexa teia de significados, uma construção mediada por relações de poder, um constructo histórica e socialmente delineado, um objeto de controle e regulação, e um locus de conflito e ordem. Essas teorias demonstraram em detalhes como, historicamente, o corpo, particularmente o da mulher, tem sido e é o locus do poder onde as relações de dominação, subordinação e hierarquia são explicitadas, exercidas por Estados, nações, instituições (família, Igrejas), colonialismo, capitalismo e cis(hetero)patriarcado.
Os movimentos feministas e LGBTQ+ têm nos convocado a compreender o corpo como território, isto é, como portador de direitos com capacidade de decisão, convidando-nos a superar o vício moderno de pensar um "eu" separado do corpo, uma razão separada da subjetividade e da emoção (10). Mas as mulheres indígenas foram além, desafiando o dualismo cartesiano mente/corpo por meio de categorias como território-corpo-terra (11). Por sua vez, as mulheres indígenas zapatistas em resistência, com suas práticas autônomas de fato, questionam o capitalismo e o Estado, desafiam a noção de direitos individuais enquanto, a partir de sua prática política, defendem direitos coletivos e transformam tradições que violam não apenas as mulheres, mas as comunidades como um todo (12). Nessa mesma perspectiva, as mulheres maias kaqchikel da Guatemala (13), partindo de sua língua e cultura, explicam que o corpo é um todo com suas partes interconectadas e interdependentes não apenas internamente, mas que cada parte expressa relações e tensões com o cosmos e com todos os seres que nos cercam (animados e inanimados). Eles nos convidam a ir além do que normalmente chamamos de "epistêmico" e "ontológico".
Em nosso Grupo de Trabalho, o trabalho do território audiovisual habitado por mídias alternativas construídas a partir da resistência popular indígena e afro-mestiça também ocupa um lugar relevante. Basta olhar, por exemplo, para as produções dos membros do Organismo Coordenador Latino-Americano de Cinema e Comunicação dos Povos Indígenas - CLACPI (14) ou da Rede de Mestres (15) que formamos para apreciar o poder contra-hegemônico que o cinema comunitário, o vídeo indígena, a comunicação indígena e as Novas Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) têm hoje nas mãos desses povos que lutam e resistem.
Os povos indígenas em luta utilizam o cinema, o vídeo, o rádio, a televisão e as TIC como armas para confrontar as mesmas coisas, por exemplo, o extrativismo petrolífero, para construir autonomias de facto para além do Estado moderno. Em diferentes partes da América Latina e das Caraíbas/América Ladina/Abya Yala, a autorrepresentação em vídeo está a tornar-se parte da construção de autonomias por direito e da criação de alternativas anticapitalistas, antipatriarcais e antirracistas (16).
Problematizar isso a partir de dentro, de mãos dadas com os próprios sujeitos em resistência, é uma das virtudes deste GT que é composto por estudantes universitários, líderes e profissionais de comunidades indígenas e/ou afrodescendentes, bem como pesquisadores comprometidos que acompanham essas lutas (17)
2. Blaser, Mario. 2008. “A ontologia política de um programa de caça sustentável”. Disponível em http://www.ram-wan.net/documents/05_e_Journal/journal-4/3.%20mario%20blaser.pdf
3. Santos, Boaventura de Sousa. 2009. Uma Epistemologia do Sul. A Reinvenção do Conhecimento e a Emancipação Social. México, Clacso, Século XXI.
4. Casas, María Isabel, Michal Osterweil e Dana Powell. 2008. “Blurring Boundaries: Recognizing Knowledge Practices in the Study of Social Movements.” Anthropological Quarterly, vol. 81, no. 1, winter. Washington, IFER, George Washington University, pp. 17-58.
5. Harvey, David. 2003. O Novo Imperialismo. Oxford, Oxford University Press.
6. EZLN 2006. Sexta Declaração da Selva Lacandona. Chiapas, México. Disponível em http://enlacezapatista.ezln.org.mx/sdsl¬es/
7. Nardini, Krizia. 2014. “Tornando-se Outro: Pensamento Incorporado e a 'Matéria Transformadora ou Importância' da Teorização do (Novo) Materialismo Feminista”, Artnodes 14, pp.18-25.
8. Oyěwùmí, Oyèrónkẹ́. 2017 [1997]. A Invenção da Mulher: Uma Perspectiva Africana sobre os Discursos Ocidentais de Gênero. México: GLEFAS, en la frontera.
9. Federici, Sylvia. 2013. A Revolução Feminista Inacabada: Mulheres, Produção Social e a Luta pelos Bens Comuns. Cidade do México: Escuela Calpulli.
10. Raphael Hoetmer, Virginia Vargas e Mar Daza (orgs.). 2011. Crise e movimentos sociais em nossa América: corpos, territórios e imaginários em disputa. Lima, PDTG e Coordenação Interuniversitária de Pesquisa sobre Movimentos Sociais e Mudanças Político-Culturais.
11. Cabnal, Lorena (2010). “Uma abordagem à construção do pensamento epistêmico das mulheres indígenas feministas da comunidade de Abya Yala”. Feminismos diversos: feminismo comunitário. Madrid, Acsur, pp. 10-25.
12. Ouça as palavras das mulheres zapatistas em 2018 na inauguração do Primeiro Encontro Internacional Político, Artístico, Esportivo e Cultural de Mulheres em Luta, em https://enlacezapatista.ezln.org.mx/2018/03/08/palabras-a-nombre-de-las-mujeres-zapatistas-al-inicio-del-primer-encuentro-internacional-politico-artistico-deportivo-y-cultural-de-mujeres-que-luchan/
13. Chirix, Emma. 2010. Ru rayb'al ri qach'akul. Os desejos do nosso corpo. Antígua, Edições Pensativo.
14. Ver as experiências resumidas no livro "A situação do direito à comunicação com ênfase em comunicadores indígenas e afrodescendentes na América Latina". 2020. San Cristóbal de Las Casas e Buenos Aires, CLACPI, PVIFS, Clacso, Cooperativa Editorial Retos, Cesmeca-Unicach, alterNativa.
15. Veja o seminário virtual e o livro-blog em https://sites.google.com/view/autonomiascineyreexistencias/
16. Köhler, Axel e Xochitl Leyva Solano. 2016. "Guerras e mídia indígena em movimento(s)." Em Margarita Alvarado Pérez e María Paz Bajas Irizar (eds.). Dentro e fora do quadro. Santiago do Chile, ICIIS, Instituto de Estética, Faculdade de Filosofia, Pehuén Editores, pp.
17. Consulte nosso plano de ação coletivo e em rede no espaço GT CUTER do site da CLACSO: https://www.clacso.org/grupos-de-trabajo/producciones-y-contenidos/gt/?search=gts>_specifico=grupo-de-trabajo-cuerpos-territorios-resistencias&seccion=presentacion
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
2. Organizar a Primeira Escola Internacional de Estudos de Pós-Graduação com o tema: Autonomias, Outros Currículos e Outros Mundos Possíveis. Local: Chiapas.
3. Produzir coletivamente um livro com o tema e título “Pluriversidades Incorporadas, Situadas e Vivas”.
4. Estabelecer um programa de pesquisa comparativa entre os diferentes bioterritórios de Abya Yala que possibilite ampliar os horizontes políticos para além da visão multiculturalista-patriarcal-estatista.
2. Conectar e convidar nossas universidades, centros de pesquisa, estudantes de pós-graduação, parceiros e contrapartes — que já estão construindo Pluriversidades, sistemas educacionais autônomos, pedagogias populares e escolas de formação em Abya Yala — para coorganizar este espaço. Desenvolver um programa de formação inovador em pedagogia e teoria política.
3. Primeiro, gerar um debate interno da GT onde discutiremos o trabalho e as experiências de diferentes membros da GT nos territórios de resistência que já estabeleceram "Pluriversidades". Estas existem, já formadas ou em formação, no México, Colômbia, Puelmapu e Equador. A partir de seus respectivos territórios, definir a agenda do que eles precisam abordar, tornar visíveis e promover com urgência. A partir daí, gerar uma agenda de trabalho e o conteúdo do livro.
4. Focar na expansão de imaginários e práticas políticas a partir de democracias plurinacionais, alterglobais e comunitárias, e de políticas baseadas na vida. Denunciar o confinamento de comunidades de vida em cidades, áreas rurais e florestas. Fortalecer a relacionalidade das economias da alimentação, da cura e da solidariedade como alternativas ao confinamento e ao ecocídio.
2. Que a Primeira Escola Internacional de Estudos de Pós-Graduação do CLACSO Autonomias, Outros Currículos e Outros Mundos Possíveis, além de beneficiar os estudantes de pós-graduação que a frequentam, nutra os processos pedagógicos e a construção de alternativas das comunidades, movimentos e redes que nos acompanham ou nos acolhem em seu território.
3. Um livro da editora CLACSO que contribui não só para o meio acadêmico, mas também para o desenvolvimento pedagógico, curricular, político, epistêmico e teórico (incorporado) das Pluriversidades de Abya Yala.
4. Produzir a primeira parte de um dicionário de palavras emergentes (Pluriversary) que narra a boa governança e o tecido da comunidade, democracias plurinacionais e multiversais, como uma contribuição concreta para outras pedagogias, educações autônomas e autonomias corporificadas que já estão sendo construídas aqui e agora.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
2. Produção da revista radiofônica chamada “Radio Abya Yala” ao longo de três anos, com produções coletivas resultantes do trabalho dos membros do GT, suas teses, pesquisas, ativismo e atividades acadêmicas engajadas.
3. Produzir a série “Ao Farol Zapatista” para a CLACSO TV como parte de nosso trabalho acadêmico-político transnacional da América Latina para o mundo.
2. Desenvolver um trabalho coletivo e em rede com base em cinco seções: Geohistória(s) de Abya Yala; Cartografias Sonoras; Entrevistas; Memórias e histórias míticas de Abya Yala; Situação política de Nossa América Latina/Afro/Abya Yala.
3. Convidar os 28 autores dos livros de bolso da nossa Coleção Farol Zapatista, publicada pela CLACSO, e criar 7 programas na série que reúnam autores latino-americanos e europeus para debater os temas centrais da coleção homônima. Isso destacará as contribuições teóricas, políticas, epistêmicas e éticas do zapatismo para o mundo.
2. Produção bimestral de um podcast de uma hora. Este material será transmitido em rádios comunitárias, sites de lutas e movimentos, bem como em sites e plataformas universitárias, centros de pesquisa, observatórios e centros de direitos humanos.
3. Sete episódios da série serão transmitidos mensalmente na CLACSO TV durante sete meses. O objetivo é continuar promovendo a visibilidade de alternativas diante do colapso civilizatório.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
2. Fortalecer as redes inter-GT que permitam expandir os imaginários do politicamente possível a partir de perspectivas pluriversais.
3. Fortalecer as redes que já temos em torno do tema que nos atravessa: Cinema, Autonomias, Autocomunicação, Resistência e Reexistência.
4. Fortalecer as redes que articulam a América Latina por meio do debate corporificado de intelectuais, poetas, ativistas feministas do feminismo comunitário, antirracistas, antipatriarcais e anti-imperialistas, além da diversidade de sexo e gênero.
5. Garantir que a Universidade do Bem Viver coloque suas contribuições em prática nos territórios indígenas, afrodescendentes e populares onde atuamos.
2. Continuar a integrar o trabalho já desenvolvido neste Grupo de Trabalho com outros Grupos de Trabalho da CLACSO, como os sobre Povos Indígenas e Extrativismo, Ecologias Políticas, Infância e Juventude; Práticas Emancipatórias, Metodologias Descoloniais e Transformadoras; Povos Indígenas, Autonomias e Direitos Coletivos; e Educação e Interculturalidade.
3. Manter ativa e dinâmica a Rede de Mestres do Cinema, Autonomias e Reexistência, criada por este Grupo de Trabalho a partir de duas turmas de alunos dos cursos online da CLACSO, por meio de fóruns, encontros locais e oficinas. Essa rede inclui aproximadamente cinquenta coletivos, organizações de base, ONGs, projetos acadêmicos, festivais de cinema independentes e comunitários, e membros da Coordenadoria Latino-Americana de Cinema e Comunicação dos Povos Indígenas (CLACPI).
4. Estabelecer redes de contato, por meio de fóruns e oficinas, entre intelectuais, poetas, ativistas e feministas de movimentos feministas comunitários, antirracistas e anti-imperialistas que fazem parte do Grupo de Trabalho, de outros Grupos de Trabalho e de redes parceiras em Cuba, República Dominicana, Brasil, Equador, México e no Caribe colombiano, venezuelano e costarriquenho. Tudo isso será apoiado por financiamento da CLACSO, cooperação internacional e nossos centros acadêmicos.
5. Desenvolver um plano de trabalho detalhado de três anos para beneficiar os territórios com a Universidade do Bem Viver, com foco nas questões que temos em comum.
2. Organizar Fóruns Inter-GT no âmbito dos Congressos, Colóquios e Conferências que serão apresentados em 2023.
3. Fortalecer o movimento comunitário, regional e continental de cinema, autonomia e autocomunicação atuante na América Latina desde 1985 e, especialmente, desde 1992 até a presente data.
4. Pluriversários, Fóruns e Incubadoras organizados pela nossa GT no âmbito mais amplo de Congressos, Colóquios, Conferências e Escolas de Verão.
5. Um panorama magistral de trabalhos enraizados nos territórios, entre os habitantes desses territórios, o GT CUTER e a Universidade do Bem Viver.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
2. Elaborar um segundo Boletim da CLACSO sobre o tema: Assembleias Constituintes, Plebiscitos, Consultas: os casos do México, Chile, Equador e Bolívia.
3. Dar continuidade ao programa de pesquisa comparativa entre os diferentes bioterritórios de Abya Yala, que possibilita ampliar os horizontes políticos para além da visão multiculturalista-patriarcal-estatista.
4. Primeira Escola de Verão do GT CUTER em territórios indígenas, afrodescendentes e camponeses. Sede: Colômbia.
2. Realizar um seminário interno para analisar a situação na América Latina em relação a uma questão premente: Assembleias Constituintes, Plebiscitos e Consultas (os casos do México, Chile, Equador e Bolívia) em relação aos movimentos sociais e aos Estados-nação em tempos de globalização neoliberal. Serão priorizadas as vozes e reflexões de acadêmicos, líderes, políticos e funcionários envolvidos nesses processos.
3. Continuar a concentrar-se e a expandir os imaginários e práticas políticas a partir de democracias plurinacionais, alterglobais e comunitárias, bem como das políticas da vida.
4. Promover eventos de aprendizagem baseados na autonomia e na cogestão em pluriversidades, fortalecendo a rede Tejinando Sentipensares em defesa dos territórios e a Rede de Mestres do Cinema, Autonomias e Reexistências. Isso será feito com o apoio do CLACSO, de nossos centros de pesquisa e de organizações indígenas, camponesas e afrodescendentes nos territórios onde atuamos.
2. Uma edição do Boletim da CLACSO baseada em diálogos transregionais.
3. Produzir a segunda parte de um dicionário de palavras emergentes (Pluriversary) que narra a boa governança e o tecido da comunidade, democracias plurinacionais e multiversais, como uma contribuição concreta para outras pedagogias, educações autônomas e autonomias corporificadas que já estão sendo construídas aqui e agora.
4. Uma primeira Escola de Verão que cria pontes entre os processos de pesquisa e os caminhos a partir de ações coletivas e narrativas de reexistência que ajudam a navegar pelas lutas da vida.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
2. Dar continuidade à produção da revista radiofônica intitulada "Radio Abya Yala", com produções coletivas resultantes do trabalho dos membros do GT, suas teses, pesquisas, ativismo e atividades acadêmicas engajadas.
3. Produzir a série intitulada “Pluriversario” para a CLACSO TV.
2. Continuar desenvolvendo o trabalho coletivo e em rede com base em cinco seções: Geohistória(s) de Abya Yala; Cartografias Sonoras; Entrevistas; Memórias e histórias míticas de Abya Yala; Situação política de Nossa América Latina/Afro/Abya Yala.
3. Produzi-lo de forma contínua, coletiva e em rede, abordando a urgência das dimensões políticas na América Latina e no Caribe. Selecionando vozes diversas e críticas que possam revelar diferentes perspectivas e análises da complexa realidade que vivenciamos na América Latina e no Caribe.
2. Produção bimestral de um podcast de uma hora. Este material será transmitido em rádios comunitárias, sites de lutas e movimentos, bem como em sites e plataformas universitárias, centros de pesquisa, observatórios e centros de direitos humanos.
3. Dois programas por ano liderados por membros do Grupo de Trabalho CUTER com convidados especiais de outros Grupos de Trabalho, instituições membros da CLACSO e espaços ativistas, líderes, políticos, analistas e pessoas das comunidades, movimentos e redes com os quais trabalhamos ou temos contato.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
2. Fortalecer as redes inter-GT da CLACSO que permitam expandir os imaginários do politicamente possível a partir de perspectivas pluriversais.
3. Fortalecer as redes que já temos em torno do tema que nos atravessa: Cinema, Autonomias, Autocomunicação, Resistência e Reexistência.
4. Buscar financiamento adicional por meio da cooperação internacional para nossas atividades acadêmicas em territórios, conferências e escolas de verão.
2. Continuar a integrar o trabalho já desenvolvido neste Grupo de Trabalho com outros Grupos de Trabalho da CLACSO, como os sobre Povos Indígenas e Extrativismo, Ecologias Políticas, Infância e Juventude; Práticas Emancipatórias, Metodologias Descoloniais e Transformadoras; Povos Indígenas, Autonomias e Direitos Coletivos; e Educação e Interculturalidade.
3. Manter ativa e dinâmica a Rede de Mestres do Cinema, Autonomias e Reexistência, criada por este Grupo de Trabalho a partir de duas turmas de alunos dos cursos online da CLACSO, por meio de fóruns, encontros locais e oficinas. Essa rede inclui aproximadamente cinquenta coletivos, organizações de base, ONGs, projetos acadêmicos, festivais de cinema independentes e comunitários, e membros da Coordenadoria Latino-Americana de Cinema e Comunicação dos Povos Indígenas (CLACPI).
4. Dar continuidade às relações já estabelecidas com determinadas organizações internacionais de cooperação que operam em cada país, a fim de obter apoio econômico complementar para as nossas atividades.
2. Organizar Fóruns Inter-GT no âmbito dos Congressos, Colóquios e Conferências que ocorrerão em 2024.
3. Fortalecer o movimento comunitário, regional e continental de cinema, autonomia e autocomunicação atuante na América Latina desde 1985 e, especialmente, desde 1992 até a presente data.
4. Complementar o financiamento necessário para atingirmos todos os nossos objetivos aqui definidos.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
2. Produzir um Boletim da CLACSO com o tema Corpo, território, resistência numa perspectiva afro-espiritual e política.
3. Dar continuidade ao programa de pesquisa comparativa entre os diferentes bioterritórios de Abya Yala, que possibilita ampliar os horizontes políticos para além da visão multiculturalista-patriarcal-estatista.
4. Segunda Escola de Verão do GT CUTER em territórios indígenas, afrodescendentes e camponeses. Sede: Brasil.
2. Convidar intelectuais, poetas, ativistas, feministas do feminismo comunitário, do feminismo antirracista e anti-imperialista que fazem parte da GT, de outras GTs e redes irmãs de Cuba, República Dominicana, Brasil, Equador, México e do Caribe colombiano, venezuelano e costarriquenho para debater e escrever para essa edição.
3. Continuar a concentrar esforços na expansão dos imaginários e práticas políticas a partir de democracias plurinacionais, alterglobais e comunitárias, bem como de políticas da vida.
4. Integrar, a partir dos próprios territórios, as espiritualidades negras/afrodescendentes, as memórias de resistência territorial e o cuidado corporal na África ladina e em Abya Yala. Integrar também testemunhos de coexistência contemporânea e continuar desenvolvendo o eixo da geopoética e da geopolítica da América Latina, da América Latina-Caribe e de Abya Yala.
2. Uma edição do Boletim da CLACSO.
3. Produzir a terceira parte de um dicionário de palavras emergentes (Pluriversary) que narra a boa governança e o tecido da comunidade, democracias plurinacionais e multiversais, como uma contribuição concreta para outras pedagogias, educações autônomas e autonomias corporificadas que já estão sendo construídas aqui e agora.
4. Uma segunda Escola de Verão que contribua para a construção de pontes entre os processos de pesquisa e os caminhos a partir de ações e narrativas coletivas que ajudam a lidar com as lutas da vida.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
2. Continuar a produção da série intitulada “Pluriversario” para a CLACSO TV.
3. Dar continuidade à produção da revista radiofônica intitulada "Radio Abya Yala", com produções coletivas resultantes do trabalho dos membros do GT, suas teses, pesquisas, ativismo e atividades acadêmicas engajadas.
2. Produzi-lo de forma contínua, coletiva e em rede, abordando a urgência das dimensões políticas na América Latina e no Caribe. Selecionando vozes diversas e críticas que possam revelar diferentes perspectivas e análises da complexa realidade que vivenciamos na América Latina e no Caribe.
3. Desenvolver um trabalho coletivo e em rede com base em cinco seções: Geohistória(s) de Abya Yala; Cartografias Sonoras; Entrevistas; Memórias e histórias míticas de Abya Yala; Situação política de Nossa América Latina/Afro/Abya Yala.
2. Dois programas por ano liderados por membros do Grupo de Trabalho CUTER com convidados especiais de outros Grupos de Trabalho, instituições membros da CLACSO e espaços ativistas, líderes, políticos, analistas e pessoas das comunidades, movimentos e redes com os quais trabalhamos ou temos contato.
3. Um podcast de uma hora produzido a cada dois meses.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
2. Fortalecer as redes inter-GT da CLACSO que permitam expandir os imaginários do politicamente possível a partir de perspectivas pluriversais.
3. Fortalecer as redes que já temos em torno do tema que nos atravessa: Cinema, Autonomias, Autocomunicação, Resistência e Reexistência.
4. Fortalecer nosso intercâmbio glocal de conhecimento, apoiando-nos nas redes de academia comprometida e ativista que já possuímos, e assim continuar o trabalho de florescimento epistêmico-teórico-político que temos realizado a partir desta GT.
2. Continuar a integrar o trabalho já desenvolvido neste Grupo de Trabalho com outros Grupos de Trabalho da CLACSO, como os sobre Povos Indígenas e Extrativismo, Ecologias Políticas, Infância e Juventude; Práticas Emancipatórias, Metodologias Descoloniais e Transformadoras; Povos Indígenas, Autonomias e Direitos Coletivos; e Educação e Interculturalidade.
3. Manter ativa e dinâmica a Rede de Mestres do Cinema, Autonomias e Reexistência, criada por este Grupo de Trabalho a partir de duas turmas de alunos dos cursos online da CLACSO, por meio de fóruns, encontros locais e oficinas. Essa rede inclui aproximadamente cinquenta coletivos, organizações de base, ONGs, projetos acadêmicos, festivais de cinema independentes e comunitários, e membros da Coordenadoria Latino-Americana de Cinema e Comunicação dos Povos Indígenas (CLACPI).
4. Continuar a desenvolver a rede global de pesquisa ativista com colegas da América Latina, Caribe, América do Norte e Europa (especificamente, já temos redes ativas em Valência, Madri, Barcelona, Holanda, Bélgica, Itália, Grécia, Alemanha, Irlanda e Finlândia), bem como na Índia.
2. Organizar mesas-redondas, apresentações, um painel e um fórum inter-GT no âmbito da Conferência Latino-Americana e Caribenha CLACSO-2025.
3. Fortalecer o movimento comunitário, regional e continental de cinema, autonomia e autocomunicação atuante na América Latina desde 1985 e, especialmente, desde 1992 até a presente data.
4. Publicação de livros acadêmicos, livros de bolso e boletins informativos em coedição com a CLACSO. Produção de programas de rádio, programas de televisão e plataformas virtuais para uso por diversas comunidades: territoriais, acadêmicas e ativistas, bem como acessíveis a autoridades locais, nacionais e internacionais.
Número total de pesquisadores admitidos: 37
Universidad de los Andes
Colômbia
O Colégio de Michoacán
México
Instituto Internacional de Estudos Sociais, Universidade Erasmus de Roterdã
Holanda
Cátedra de Estudos Caribenhos
Vice-Reitoria de Relações Internacionais e Estudos de Pós-Graduação
Universidade de Havana
Cuba
Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais
Universidade de Caldas
Colômbia
Secretaria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Faculdade de Ciência Política e Relações Internacionais
UNR - Universidade Nacional de Rosário
Argentina
CIATEJ de Jalisco
México
Instituto de Filosofia
Ministério da Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente
Cuba
Centro de Estudos Superiores do México e da América Central
Universidade de Ciências e Artes de Chiapas
México
El Colégio de la Frontera Sur
México
revista digital
Espanha
Centro de estudos independente Color Tierra, em colaboração com a Universidade da Terra, Caldas e sudoeste da Colômbia. (Rede de coletivos, cidades, comunidades e processos das biorregiões de Kumanday, Valle del Cauca e Pacífico colombiano)
Colômbia
Centro de Pesquisa e Estudos Superiores em Antropologia Social
Membro do Sistema de Centros Públicos de Pesquisa do CONACyT
México
Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social/Universidade Federal do Amazonas
Brasil
Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Brasil
Centro de Pesquisa e Estudos Superiores em Antropologia Social
Membro do Sistema de Centros Públicos de Pesquisa do CONACyT
México
Centro de Estudos Superiores do México e da América Central
Universidade de Ciências e Artes de Chiapas
México
Defensores pastorais da Mãe Terra
Guatemala
Universidade Nacional de Chimborazo UNACH
Equador
Centro de Pesquisa e Estudos Superiores em Antropologia Social
Membro do Sistema de Centros Públicos de Pesquisa do CONACyT
México
Centro de Estudos Superiores do México e da América Central
México
Instituto de Pesquisa Socioeconômica
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional de San Juan
Argentina
Estudos de pós-graduação em Antropologia Social e Cultural, Universidade Autônoma de Barcelona
Espanha
Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)
Brasil
INDIGNAÇÃO AC
México
Centro de Pesquisa e Estudos Superiores em Antropologia Social
Membro do Sistema de Centros Públicos de Pesquisa do CONACyT
México
Doutor em Ciências Ambientais pela Universidade de Valle, Professor Emérito.
Colômbia
Instituto de Geociências da UNAM
México
ITESO
México
Programa de Pós-Graduação em Educação
Faculdade de Educação
Universidade Federal Fluminense
Brasil
-
_Outros
Departamento de Pesquisa Educacional
Centro de Investigação
Instituto Politécnico Nacional
México
Centro de Pesquisa e Estudos Superiores em Antropologia Social
Membro do Sistema de Centros Públicos de Pesquisa do CONACyT
México
INSTITUTO NACIONAL DOS POVOS INDÍGENAS
México