Área temática: Movimentos sociais e ativismo na América Latina e no Caribe

Grupo de trabalhoInfância e juventude

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1. Nome do Grupo de Trabalho.
Infância e juventude
Coordenador(es) do Grupo de Trabalho
María Camila Ospina Alvarado [In Memoriam]
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Daniel Gustavo Llanos Erazo
Centro de Pesquisa em Ciências Sociais, Humanidades e Educação
Área de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Politécnica Salesiana
Equador

2. Localização crítica do tema no contexto latino-americano e caribenho e em relação à dinâmica global.

A América Latina é a região do mundo com a maior desigualdade de renda, segundo o Relatório de Desenvolvimento Humano de 2019 do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD, 2019). As desigualdades sociais estão relacionadas à renda e à classe social, mas não exclusivamente. Marcadores sociais como gênero, raça/cor/etnia e geração têm um impacto significativo no acesso aos direitos, tornando alguns grupos mais vulneráveis ​​à opressão social. Longe de operarem isoladamente, esses marcadores são articulados de forma interseccional (Piscitelli, 2008) e cumulativos (Saraví, 2020).

Uma das figuras centrais nesse debate é a acadêmica americana Kimberlé Crenshaw (2002), que explica que, embora seja verdade que todas as mulheres estejam sujeitas, de alguma forma, ao peso da discriminação de gênero, o mesmo ocorre com outros aspectos ligados às suas identidades sociais, como classe, raça/cor, etnia, religião e orientação sexual, entre outros, que estabelecem diferenças na forma como grupos de mulheres vivenciam a discriminação. Vommaro (2019) utiliza o conceito de "desigualdades multidimensionais" para mostrar como pobreza, etnia, território, religião, gênero, geração, educação e participação no mercado de trabalho estão relacionados às desigualdades sociais.

Na prática, alguns grupos estão sujeitos a maior opressão e enfrentam maiores dificuldades para acessar seus direitos. É o caso de crianças e jovens. Portanto, incorporar uma perspectiva interseccional desafia o tratamento da infância e da juventude como grupos homogêneos e nos convida a considerar, por exemplo, como jovens negros e aqueles que vivem em comunidades marginalizadas têm maior dificuldade em acessar seus direitos e estão mais expostos à violência física e simbólica do que jovens brancos.

A simples observação de como esses marcadores sociais operam na realidade vivida por crianças e jovens na América Latina já justifica o trabalho, a reflexão e a visibilidade dessas dinâmicas em relação ao seu cotidiano. Além disso, essa situação se agravou com a pandemia.

A pandemia de COVID-19 se espalhou pelo mundo no início de 2020 e continua até hoje (outubro de 2022), embora seu impacto tenha diminuído devido às campanhas de vacinação. Para dar alguns exemplos, crianças e jovens tiveram que se adaptar ao uso das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) para trabalho e estudo, enquanto outros não tinham acesso a recursos tecnológicos ou conectividade, criando e exacerbando desigualdades educacionais. Mesmo suas atividades habituais, como estudar e se divertir, foram limitadas e precárias. Os jovens começaram a trabalhar mais intensamente em profissões ou ofícios precários, sujeitos à infecção e sem perspectivas de emprego qualificado, como se observa, por exemplo, entre os entregadores que trabalham por aplicativo. Além disso, os jovens foram culpados pela disseminação da doença, o que intensificou sua perseguição, assédio e estigmatização em campanhas públicas e na mídia.

Contudo, os jovens assumiram o protagonismo e participaram de atos de resistência, tanto nas ruas quanto online. Mesmo com as medidas de confinamento, os ciclos e agendas de mobilização que existiam antes da pandemia não puderam ser interrompidos (Vázquez et al., 2021). Diversos ciclos de protesto que estavam em curso na América Latina antes de 2019 — como a luta pela democracia no Brasil, a luta por uma nova Constituição no Chile e os protestos feministas na Argentina — adaptaram-se às novas circunstâncias e encontraram maneiras de persistir. Além disso, os jovens contestaram o direito de acesso à saúde na esfera pública. Ao mesmo tempo, setores da chamada "nova direita" ganharam destaque, encontrando oportunidades para se tornarem mais visíveis nas ruas e online. A dinâmica da mobilização trouxe à tona o papel do Estado, a gestão socioeconômica da crise sanitária e as diferentes formas como este se engajou com os jovens em geral e com os ativistas em particular.

Nesse contexto, narrativas hegemônicas sobre a infância e a juventude e seus agentes de socialização também foram construídas, legitimadas e reproduzidas a partir da perspectiva de violações de direitos, uma perspectiva que as coloca em uma posição passiva. Essas narrativas desconsideraram as experiências, o conhecimento, as necessidades e as expectativas de atores sociais considerados "dependentes" e "imaturos" — as crianças —, bem como daqueles atores sociais considerados perigosos, apáticos e desafiadores.

Em contraste com essas perspectivas, o Grupo de Trabalho sobre Crianças e Jovens tem como principal objetivo refletir, pesquisar, defender e conscientizar sobre os principais problemas e o potencial de crianças e jovens na América Latina e no Caribe. O propósito geral do Grupo de Trabalho é contribuir com conhecimento crítico e contextualizado sobre crianças e jovens no âmbito dos novos processos sociais que estão reposicionando a América Latina e o Caribe em diálogo com as agendas globais.

Nesse sentido, o Grupo de Trabalho adota posições críticas enraizadas no Sul Global, contribuindo para a promoção de práticas decoloniais e contra-hegemônicas, para a mobilização e para a redução das desigualdades. O grupo concentra-se em processos situados no contexto latino-americano e caribenho, que devem dialogar com o conhecimento desenvolvido em outras regiões e períodos históricos. Essas abordagens críticas voltadas para a transformação envolvem processos de pesquisa que examinam tanto o contexto latino-americano e caribenho quanto as relações de subordinação de crianças e jovens em relação aos adultos, a partir de uma perspectiva geracional.

CRENSHAW, K. Documento para o encontro de especialistas em aspectos da discriminação racial relacionados ao gênero. Revista de Estudos Feministas. v. 10, n. 1, 2002.
PEREZ, OC Sistematização da crítica das interpretações acadêmicas brasileiras da Conferência de Junho de 2013. Left, v. 1, p. 1-16, 2021.
PISCITELLI, Adriana. Interseccionalidades, categorias de articulação e experiências de migrantes brasileiros. Sociedade e Cultura, v. 11, n. 2, pp. 263-274, 2008.
PNUD. Relatório de Desenvolvimento Humano 2019 - Além do rendimento, além das médias, além do presente: Desigualdades no desenvolvimento humano no século XXI. Plaza, Nova York, NY, 2019.
SARAVÍ, Gonzalo. Acumulação de desvantagens na América Latina: contribuições e desafios para o estudo da desigualdade. Revista Latino-Americana de População, v.14, n.º 27, p. 228-256, 2020.
VÁZQUEZ, M. et al. Ações coletivas durante a pandemia. Relatório GT Infância e Juventude – Clacso, 2021.
VOMMARO, P. Juventude e política na Argentina e na América Latina: tendências, conflitos e desafios. Argentina: Grupo Editor Universitário, 2015.
3. Justificação e análise da relevância teórica do tema em relação ao contexto analisado.

A proposta apresentada dá continuidade àquela desenvolvida no âmbito do Grupo de Trabalho "Infância e Juventude", que possui uma longa trajetória no programa de Grupos de Trabalho da CLACSO, do qual participamos desde 2007 com diferentes projetos.

O ciclo de 2019-2022 coincidiu com a chegada da pandemia, e conseguimos manter nossas atividades em conjunto apesar das dificuldades pessoais e coletivas que enfrentamos. Além disso, pudemos utilizar esse período excepcional como um contexto para reflexão, análise e ação. A seguir, apresentamos alguns argumentos que demonstram a relevância de manter e sustentar essa proposta, com algumas atualizações.

Historicamente, a infância e a juventude têm sido submetidas à estigmatização. No caso das crianças, elas têm sido interpretadas e tratadas como sujeitos sem poder de ação. Os jovens, por sua vez, têm sido criminalizados, vítimas de juvenilicídio e de uma forma gradual e insidiosa de genocídio. As hegemonias culturais e políticas, bem como as múltiplas formas de violência que delas decorrem, minaram sua dignidade, amplificaram sua discriminação e exclusão e se manifestaram de diversas maneiras em toda a América Latina e Caribe. Em suma, as condições de vulnerabilidade social em que vive a maioria das crianças e jovens da América Latina e do Caribe constituem o principal ponto de partida para a continuidade da tarefa de produção de conhecimento.

Essas condições foram agravadas pela pandemia que, como em outras situações de crise, afetou principalmente os grupos mais vulneráveis. É por isso que a questão das crianças e dos jovens, considerando as múltiplas desigualdades dentro desses grupos, é tão urgente hoje como sempre foi.

Diante desse cenário, o GT busca impactar positivamente a melhoria e a compreensão das realidades vivenciadas por crianças e jovens na América Latina e no Caribe, por meio da análise comparativa de contextos; do desenvolvimento de processos de pesquisa participativa; e da construção de vínculos e diálogos diretos com políticas públicas e com atores ligados ao Estado e à gestão social desses grupos sociais em diferentes países da região.

Para tanto, o GT propõe desenvolver análises, leituras e intervenções sobre o contexto descrito a partir de perspectivas que alternam entre diversificação e especialização, demonstrando, em termos conceituais e teóricos, o valor do estudo sistemático de crianças e jovens como sujeitos sociais, culturais, históricos e políticos.

Os desafios para o próximo período são diversos. O primeiro desafio é sistematizar os dados sobre crianças e jovens. Outro desafio é tornar esses dados visíveis, assim como as vozes das crianças e dos jovens e dos grupos que representam. Pretendemos também contribuir para a formação de qualidade de jovens e daqueles que trabalham com crianças e jovens em toda a América Latina e Caribe. Por fim, queremos contribuir para conectar jovens pesquisadores a essas redes, fomentando projetos de pesquisa e dando visibilidade ao seu trabalho e aos seus resultados.

Para atingir esses objetivos, propomos o seguinte para o próximo período:

1- Criar e dinamizar uma rede de jovens investigadores

2- Consolidar o Observatório Latino-Americano e Caribenho sobre Primeira Infância, Infância e Juventude

3- Criar o programa de mestrado internacional em infância e juventude.

Na nova proposta, o trabalho está planejado em torno de dois grandes sul epistêmicos: 1) Hegemonias, violência, desigualdades e práticas políticas e culturais de resistência e coexistência, e 2) Estado, políticas públicas, desigualdades e participação. A questão das desigualdades sociais, de gênero, étnicas, de classe e geracionais será objeto de uma análise transversal dentro desses dois sul.

O Sul epistêmico — Hegemonias, violência, desigualdades e práticas políticas e culturais de resistência e coexistência — orienta-se para a análise de ações que contribuem para processos transformadores na prática pedagógica por meio do desenvolvimento de pedagogias críticas e educação popular; que contribuem para processos psicossociais transformadores a partir da perspectiva da psicologia social latino-americana; que contribuem para transformações relacionais e sociais por meio da socialização política e de perspectivas alternativas sobre o desenvolvimento humano; bem como aquelas que contribuem para práticas contra-hegemônicas a partir das perspectivas da cultura e da comunicação. Aprofundaremos a análise das desigualdades sociais com base em interseções geracionais e outros fatores multidimensionais, como gênero, migração, etnicidade e diferenças culturais, educacionais, trabalhistas e territoriais.

Sob a perspectiva do Sul, e com o tema "Estado, Políticas Públicas, Desigualdades e Participação", analisaremos a ação coletiva juvenil em suas múltiplas formas de manifestação, organização e mobilização, bem como o ativismo e a militância juvenil. Abordaremos também a produção socioestatal da juventude, confrontada pela questão das desigualdades sociais. O Grupo de Trabalho explorará a emergência de debates e modos de produção socioestatal relativos à juventude e à infância à luz de modelos progressistas de governança, bem como a ascensão da chamada nova direita na América Latina e no Caribe. Interessa-nos mobilizar perspectivas de gênero, geracionais, étnico-raciais e de classe para compreender as condições de emergência e as características da mobilização juvenil, assim como as diferentes formas de construção de subjetividades e identidades entre crianças e jovens.

Consideramos as abordagens teóricas descritas como um ponto de partida. Será o desenvolvimento do próprio trabalho no período seguinte que nos permitirá identificar desdobramentos, expansões ou novas perspectivas.

A coordenação geral do Grupo de Trabalho será liderada por Melina Vázquez (Universidade de Buenos Aires, Argentina), María Camila Ospina (CINDE-Universidade de Manizales, Colômbia) e Daniel Llanos (Universidade Politécnica Salesiana, Equador). Com base na avaliação do período anterior do Grupo de Trabalho, propomos manter uma estrutura de coordenação ampliada, que complemente e otimize o trabalho de um grupo tão grande, com diversas perspectivas epistemológicas em uma ampla gama de atividades. Esta coordenação será composta por alguns dos ex-membros dos eixos temáticos, considerando sua experiência, disponibilidade e relevância na área: Sara Victoria Alvarado (CINDE-Universidade de Manizales, Colômbia), Pablo Vommaro (UBA-CLACSO, Argentina), Silvia Borelli (PUC SP, Brasil), René Unda Lara (UPS, Equador), Diego Beretta (UNR, Argentina), Juan Romero (UDELAR, Uruguai), María Isabel Domínguez (CIPS, Cuba), Olivia Cristina Perez (Universidade do Piauí, Brasil), Cándida Irene Chévez (UCA; El Salvador), Lina Cardona (CINDE-Universidade de Manizales, Colômbia) e Carla Rosales (CONICET-UNC, Argentina).

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4. Plano de trabalho de três anos (36 meses), detalhado por ano.
PLANO DE TRABALHO PARA O PRIMEIRO ANO (01/02/2023 al 31/12/2023)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
1. Concepção e implementação de pesquisa comparativa entre países da América Latina e do Caribe com base nos dois principais eixos temáticos que emergiram como relevantes no período anterior e com os quais propomos trabalhar nesta nova candidatura:
A. Hegemonias, violência, desigualdades e práticas políticas e culturais de resistência e coexistência.
B. Ação coletiva da juventude, novas causas militantes, o Estado, políticas públicas e desigualdades geracionais
1. Elaboração de pelo menos 2 projetos de pesquisa comparativa entre diferentes países da América Latina e do Caribe, com base nos dois eixos temáticos.
1. Elaboração de um documento de fundamentação teórico-metodológica para cada eixo temático, visando o desenvolvimento da respectiva pesquisa.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
1. Elabore uma chamada para jovens pesquisadores da infância e juventude com o objetivo de criar uma rede dentro do GT.
2. Entrega dos Diplomas de Ensino Superior criados no período anterior: “infância e direitos humanos” e “juventude: culturas, desigualdades e políticas”
3. Conceber o Mestrado Internacional em Infância e Juventude, uma ação que visa incorporar as lições aprendidas no âmbito dos seminários de pós-graduação, especializações e diplomas ministrados por este Grupo de Trabalho em edições anteriores.
4. Organização de seminários internos de formação e atualização com base nos dois sul epistêmicos do trabalho.
5. Participação em eventos científicos, acadêmicos e comunitários
6. Consolidar e dar visibilidade ao Observatório Latino-Americano e Caribenho da Primeira Infância, da Infância e da Juventude
1. Lançamento de uma chamada de candidaturas destinada a jovens investigadores da América Latina e das Caraíbas ligados à investigação e à ação no terreno sobre temas relacionados com a infância e a juventude, para integrarem o Grupo de Trabalho e participarem em atividades específicas relacionadas com a formação científica e académica.
2. Reajuste do programa dos dois Diplomas, atualização dos conteúdos e da bibliografia; incorporação de novos professores vinculados a esta edição do GT e ministração das aulas.
3. Realizar reuniões de discussão internas e reuniões com as autoridades da CLACSO para a elaboração do programa do Mestrado Internacional em Infância e Juventude.
4. Organização de 2 encontros virtuais para os membros do GT com pesquisadores e ativistas que possam contribuir para a abordagem teórica e epistemológica dos dois sul epistêmicos de trabalho.
5.1. Coorganização e participação na V Bienal Latino-Americana e Caribenha sobre Primeira Infância, Infância e Juventude (Manizales, 2023), promovida por este Grupo de Trabalho e pela Rede INJU em edições anteriores da chamada de propostas dos Grupos de Trabalho. Os membros do Grupo de Trabalho participam do comitê científico, participarão dos painéis principais e apresentarão pelo menos dois painéis temáticos para cada uma das perspectivas epistêmicas do Grupo de Trabalho.
Além disso, será apresentado um fórum sobre questões atuais relativas à infância e à juventude, e serão lançados livros com a participação de membros do Grupo de Trabalho.
5.2. Participação com pelo menos duas mesas temáticas, uma para cada sul epistêmico no Congresso da LASA (Vancouver, maio de 2023)
5.3. Participação no Congresso da ISA (Austrália, 2023)
6. Consolidar as operações do Observatório através da criação de um comitê científico responsável por elaborar pelo menos uma chamada anual para submissão de trabalhos (tanto de membros do Grupo de Trabalho quanto de especialistas externos) e pela revisão editorial das contribuições. Além disso, o site do Observatório será utilizado para divulgar relatórios, entrevistas, sistematizações de documentos, recursos audiovisuais e outros materiais produzidos pelos membros do Grupo de Trabalho.
1. Criação de uma rede de jovens pesquisadores sobre infância e juventude na América Latina e no Caribe.
2. Concessão dos dois Diplomas de Nível Superior, que envolvem: 20 membros do GT para o desenvolvimento das turmas e pelo menos 10 jovens pesquisadores receberão bolsas de estudo para realizar sua formação de pós-graduação.
3. Um programa de mestrado internacional em infância e juventude.
4. Dois seminários internos de formação do Grupo de Trabalho, que serão gravados para consulta posterior e disponibilizados no canal do Grupo de Trabalho dedicado a crianças e jovens.
5.1. Participação na organização da 5ª Bienal, participação em painéis principais, duas mesas-redondas temáticas e um fórum de atualidades. Apresentações de livros.
5.2. Organização e participação em duas mesas temáticas organizadas pelo GT
5.3. Participação em mesas temáticas relacionadas com os sul epistemológicos da GT
6. Fazer do Observatório um espaço de consulta, divulgação e comunicação de temas de interesse para pesquisadores, gestores de políticas públicas, movimentos sociais e grupos de crianças e jovens na América Latina e no Caribe.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
1. Criação de um canal no YouTube associado ao site do Observatório Latino-Americano e Caribenho da Primeira Infância, da Infância e da Juventude
2. Organização de um workshop com ativistas, gestores de políticas públicas e organizações não governamentais ligadas a questões da infância e da juventude.
3. Organização de encontros para crianças e jovens
1. Realizar pelo menos três entrevistas com pesquisadores, líderes de políticas públicas, movimentos juvenis e/ou coletivos na América Latina e no Caribe para analisar eventos atuais relevantes para a análise e intervenção com crianças e jovens.
2. Organização e convite de ativistas, gestores de políticas públicas e organizações não governamentais ligadas a questões da infância e da juventude no âmbito da V Bienal Latino-Americana e Caribenha sobre primeira infância, infância e juventude (Manizales, 2023)
3. Organização de dois encontros, um com crianças e outro com jovens, no âmbito da V Bienal Latino-Americana e Caribenha sobre primeira infância, infância e juventude (Manizales, 2023).
1. Entrevistas online abordando temas da atualidade, disponíveis no canal do GT no YouTube, nas redes sociais e no Observatório Latino-Americano e Caribenho da Primeira Infância, da Infância e da Juventude.
2.1. Relatório de trabalho sobre a oficina desenvolvida em conjunto com ativistas, gestores de políticas públicas e ONGs ligadas a questões da infância e da juventude.
2.3. Divulgação das intervenções realizadas no workshop através do canal do GT no YouTube.
3. Relatório e registro audiovisual dos encontros de crianças e jovens nos quais são divulgadas agendas e experiências coletivas.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
1. Co-organização e participação na reunião da REDE INJU (CLACSO, Universidade de Manizales-CINDE; COLEF; PUC-SP; FLACSO; UNLa; CIPs), criada a partir do GT em edições anteriores.
2. Coorganização e participação na reunião do Programa de Pós-Doutorado em Pesquisa sobre Infância e Juventude (CLACSO), criado a partir do GT em edições anteriores.
3. Estabelecer conexões com os Grupos de Trabalho sobre Pedagogias Críticas e Educação Popular e Epistemologias do Sul.
1. Participação de membros do GT como palestrantes em mesas principais, como líderes de oficinas e da rede de estudantes de pós-graduação do GT no encontro internacional RED INJU; divulgação das atividades realizadas pelo GT no âmbito dos dois sul epistêmicos.

2. Participação de membros da GT como palestrantes nas mesas principais e como alunos do Programa de Pós-Doutorado

3. Promover um debate com membros dos Grupos de Trabalho sobre Pedagogias Críticas e Educação Popular e Epistemologias do Sul para compartilhar perspectivas sobre o trabalho e a análise dos efeitos da pandemia no aprofundamento das desigualdades entre crianças e jovens na América Latina e no Caribe.
1. Coorganização e participação no encontro internacional da INJU NETWORK.

2. Coorganização e participação no encontro internacional do Programa de Pesquisa Pós-Doutoral em Ciências Sociais, Infância e Juventude.

3. Debate virtual que será disponibilizado nas redes sociais da GT, no canal do YouTube e no Observatório Latino-Americano e Caribenho da Primeira Infância, da Infância e da Juventude.
PLANO DE TRABALHO PARA O SEGUNDO ANO (01/01/2024 al 31/12/2024)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
1. Desenvolvimento da pesquisa comparativa por meio do trabalho coletivo dentro dos eixos
1. Realizar o trabalho de pesquisa comparativa
Avaliar o desempenho interpretativo do trabalho em torno dos dois eixos definidos pelo desenvolvimento das primeiras ações de pesquisa, produção, análise e disseminação dos dados.
1.1. Elaboração de 4 relatórios de pesquisa para publicação no Observatório Latino-Americano e Caribenho sobre a primeira infância, a infância e a juventude.
1.2. Projeto de um índice preliminar para a publicação de um livro com os resultados da produção dos eixos.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
1. Implementação da rede de jovens pesquisadores da GT
2. Oferecimento dos Diplomas Superiores “infância e direitos humanos” e “juventude: culturas, desigualdades e políticas”
3. Exploração, avaliação e negociação das condições de viabilidade curricular e institucional para a criação do Mestrado Internacional em Infância e Juventude.
4. Organização de seminários internos de formação e atualização com base nos dois sul epistêmicos do trabalho.
5. Consolidar e dar visibilidade ao Observatório Latino-Americano e Caribenho da Primeira Infância, da Infância e da Juventude
1. Construção de um espaço virtual para a troca de projetos de pesquisa
1.2. Socialização de projetos de pesquisa

2. Reajuste do programa dos dois Diplomas, atualização dos conteúdos e da bibliografia; organização e ministração das aulas.
3. Revisão das normas, certificações nacionais e internacionais, apresentação do documento aos órgãos acadêmicos e acompanhamento dos procedimentos administrativos para obtenção da aprovação do Mestrado Internacional em Infância e Juventude.
4. Organização de 2 encontros virtuais para os membros do Grupo de Trabalho com pesquisadores e ativistas que possam contribuir para o trabalho empírico com crianças e jovens em relação aos dois sul epistêmicos do trabalho.
5. Divulgar e dar visibilidade às produções dos membros do Grupo de Trabalho, lançar pelo menos uma chamada para submissão de trabalhos e análises de eventos atuais relativos à infância e à juventude na América Latina e no Caribe.
1. Formação de uma rede de jovens pesquisadores ligados à dinâmica do trabalho do GT.
2. Oferecimento dos dois Diplomas de Nível Superior, nos quais pelo menos 20 membros do GT estarão envolvidos no desenvolvimento das aulas e pelo menos 10 jovens pesquisadores receberão bolsas de estudo para realizar sua formação de pós-graduação.
3. Elaboração e apresentação de um documento de trabalho às autoridades nacionais e internacionais para a validação e certificação acadêmica do Mestrado Internacional em Infância e Juventude.
4. Dois seminários internos de formação do Grupo de Trabalho, que serão gravados para consulta posterior e disponibilizados no canal do Grupo de Trabalho dedicado a crianças e jovens.
5. Gerar impacto e viabilidade para o Observatório junto a líderes de políticas públicas, movimentos e grupos de crianças e jovens, organizações da sociedade civil, estudantes e pesquisadores interessados ​​na análise, intervenção e conhecimento sobre questões relacionadas à infância e à juventude na América Latina e no Caribe.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
1. Realização de entrevistas no canal do YouTube da GT, associado ao site do Observatório Latino-Americano e Caribenho da Primeira Infância, da Infância e da Juventude.
1. Realizar pelo menos três entrevistas com pesquisadores, líderes de políticas públicas, movimentos juvenis e/ou coletivos na América Latina e no Caribe para analisar eventos atuais relevantes para a análise e intervenção com crianças e jovens.
1. Entrevistas online abordando temas da atualidade, disponíveis no canal do GT no YouTube, nas redes sociais e no Observatório Latino-Americano e Caribenho da Primeira Infância, da Infância e da Juventude.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
1. Co-organização e participação na reunião da REDE INJU (CLACSO, Universidade de Manizales-CINDE; COLEF; PUC-SP; FLACSO; UNLa; CIPs), criada a partir do GT em edições anteriores.
2. Coorganização e participação na reunião do Programa de Pós-Doutorado em Pesquisa sobre Infância e Juventude (CLACSO), criado a partir da Rede INJU com a colaboração do GT em edições anteriores.
1. Participação de membros do GT como palestrantes em mesas principais, como líderes de oficinas e da rede de estudantes de pós-graduação do GT no encontro internacional RED INJU; divulgação das atividades realizadas pelo GT no âmbito dos dois sul epistêmicos.

2. Participação de membros da GT como palestrantes nas mesas principais e como alunos do Programa de Pesquisa Pós-Doutoral.
1. Coorganização e participação no encontro internacional da INJU NETWORK.

2. Coorganização e participação no encontro internacional do Programa de Pesquisa Pós-Doutoral em Ciências Sociais, Infância e Juventude.
PLANO DE TRABALHO PARA O TERCEIRO ANO (01/01/2025 al 31/12/2025)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
1. Sistematizar, analisar e divulgar os resultados da pesquisa comparativa entre países no âmbito dos dois eixos temáticos.
1. Divulgação e discussão com pares dos relatórios publicados no Observatório
1.2. Disseminação do conhecimento construído pelo GT em seminários de pós-graduação vinculados à REDE INJU, aos diplomas e ao mestrado internacional.
1.3. Elaboração e submissão de, no mínimo, 4 artigos coletivos que sintetizem as principais conclusões da pesquisa comparativa.
1.1 Publicação de 2 livros 1.2. Divulgação dos resultados em contextos de formação de pós-graduação
1.3. Submissão de 4 artigos científicos a revistas internacionais indexadas
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
1. Participação em eventos científicos e acadêmicos
2. Promoção de intercâmbios e estágios de pesquisa nos centros membros da GT para promover a formação de jovens pesquisadores na área da infância e juventude que participarão da rede.
3. Lançamento do Mestrado Internacional em Infância e Juventude
4. Organização de edições monográficas ou dossiês temáticos em revistas científicas especializadas da América Latina e do Caribe.
5. Consolidar e dar visibilidade ao Observatório Latino-Americano e Caribenho da Primeira Infância, da Infância e da Juventude
1. Co-organização e participação na VI Bienal Latino-Americana e Caribenha sobre Primeira Infância, Infância e Juventude (Manizales, 2025)
Os membros do GT participarão do comitê científico, proporão pelo menos duas tabelas temáticas vinculadas a cada um dos sul epistêmicos do GT e apresentarão pelo menos 4 trabalhos coletivos que resumam os principais resultados das linhas de pesquisa nos dois sul epistêmicos.
2. Candidaturas para concursos de diferentes instituições de Ciência e Tecnologia em diferentes países ou de organizações internacionais que promovam a mobilidade dos membros da GT, especialmente os membros da rede de jovens investigadores.
3. Descreva o programa e o cronograma do mestrado internacional em infância e juventude, defina as funções operacionais e organizacionais, faça a chamada para professores e divulgue a chamada para potenciais alunos.
4. Organização de pelo menos duas edições monográficas em revistas científicas especializadas da América Latina e do Caribe, reunindo trabalhos tanto de membros do Grupo de Trabalho quanto de outros pesquisadores que abordem os sul epistêmicos com os quais o Grupo de Trabalho atuará.
5. Divulgar e dar visibilidade às produções dos membros do Grupo de Trabalho, lançar pelo menos uma chamada para submissão de trabalhos e análises de eventos atuais relativos à infância e à juventude na América Latina e no Caribe.
1. Participação na organização da VI Bienal, participação em painéis principais, na organização de pelo menos duas mesas temáticas, apresentação de trabalhos coletivos e livros de membros do GT
2. Estadias e deslocamentos de jovens pesquisadores de diferentes centros membros da CLACSO
3. Criação e implementação do Mestrado Internacional em Infância e Juventude
4. Pelo menos duas edições monográficas que abordem os sul epistêmicos com os quais a GT trabalhará.
5. Gerar impacto e viabilidade para o Observatório junto a líderes de políticas públicas, movimentos e grupos de crianças e jovens, organizações da sociedade civil, estudantes e pesquisadores interessados ​​na análise, intervenção e conhecimento sobre questões relacionadas à infância e à juventude na América Latina e no Caribe.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
1. Realização de entrevistas no canal do YouTube da GT, associado ao site do Observatório Latino-Americano e Caribenho da Primeira Infância, da Infância e da Juventude.
2. Elaboração de relatórios executivos com base nas linhas de pesquisa desenvolvidas para compartilhar os resultados com as principais partes interessadas.
1. Realizar pelo menos três entrevistas com pesquisadores, representantes de políticas públicas, movimentos juvenis e/ou coletivos na América Latina e no Caribe para analisar eventos atuais relevantes para a análise e intervenção com crianças e jovens.
2. Elaboração de 4 relatórios executivos com os resultados da pesquisa comparativa para compartilhar com líderes de políticas públicas, grupos de jovens e organizações não governamentais que trabalham com crianças e jovens.
1. Entrevistas online abordando temas da atualidade, disponíveis no canal do GT no YouTube, nas redes sociais e no Observatório Latino-Americano e Caribenho da Primeira Infância, da Infância e da Juventude.
2. Quatro relatórios executivos que sistematizam as principais conclusões da pesquisa comparativa, a fim de gerar influência nas políticas públicas, intervenções e trabalho sociocomunitário com crianças e jovens.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
1. Co-organização e participação na reunião da REDE INJU (CLACSO, Universidade de Manizales-CINDE; COLEF; PUC-SP; FLACSO; UNLa; CIPs), criada a partir do GT em edições anteriores.
2. Co-organização e participação na reunião do Programa de Pós-Doutorado em Pesquisa sobre Infância e Juventude (CLACSO), criado a partir da Rede INJU em colaboração com o GT em edições anteriores.
1. Participação de membros do GT como palestrantes em mesas principais, como líderes de oficinas e da rede de estudantes de pós-graduação do GT no encontro internacional RED INJU; divulgação das atividades realizadas pelo GT no âmbito dos dois sul epistêmicos.

2. Participação de membros da GT como palestrantes nas mesas principais e como alunos do Programa de Pós-Doutorado
1. Coorganização e participação no encontro internacional da INJU NETWORK.

2. Coorganização e participação no encontro internacional do Programa de Pós-Doutorado em Pesquisa sobre Infância e Juventude.

5. Membros do Grupo de Trabalho
Número total de pesquisadores admitidos: 128
Carla Daniela Rosales
Centro de pesquisa
Faculdade de Filosofia e Humanidades
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Elizabeth Salgado Cabeza

Jhoana Patiño
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Lina Marcela Cardona Salazar
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Diego Beretta
Secretaria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Faculdade de Ciência Política e Relações Internacionais
UNR - Universidade Nacional de Rosário
Argentina
Maria Isabel Domínguez García
Centro de Pesquisa Psicológica e Sociológica
Cuba
Elisa Guarana De Castro
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais - PPGCS - UFRRJ
Brasil
Idania Rego Espinosa
Centro de Pesquisa Psicológica e Sociológica
Cuba
Idania Rego Espinosa

Edwin Jaime Ruiz
Centro de Pesquisa Louis Joseph Lebret OP para Economia e Humanismo
Universidade de Santo Tomás
Colômbia
Luciano Martin Vigoni

Rossana María Mendoza Zapata
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Juan Ignacio Romero Cabrera

Melina Vázquez
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Cristiano Gustavo De Sousa
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Brasil
N. Angélica Rico Montoya
Unidade Lerma
-Universidade Autônoma Metropolitana
México
Keyla Rosa Estévez García
Centro de Estudos da Juventude
Cuba
Robert González García
*
México
Diego Andrés Diaz Jaramillo
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
José Antonio Pérez Islas

Mariano Llusá
Hospital Infantil Dr. Ricardo Gutiérrez
Argentina
Ozie Gheirart
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Brasil
Miguel Ángel Puentes Castro

Colômbia
Germán Muñoz González
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Alicia Itatí Palermo
Centro de Estudos Sociais e Pesquisa da Associação Argentina de Sociologia
Argentina
Rosa Maria Meléndez Sánchez

Sandra Milena González Díaz
Corporação Regional
Colômbia
Débora Gerbaudo Suárez
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
Julian David Castañeda Muñoz
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Corporação Universitária Minuto de Deus
Colômbia
Maria Carolina Fernandez

Matías Pascual Penhos
Departamento de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Quilmes
Argentina
Maria Florencia Gentile
Instituto para o Desenvolvimento Humano
Universidade Nacional de General Sarmiento
Argentina
Silvia Helena Simões Borelli
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Brasil
Azucena López Moreno

María Cecilia Touris
Departamento de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Quilmes
Argentina
Renata Zampronio
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Brasil
Daniel Gustavo Llanos Erazo [Coordenador]
Centro de Pesquisa em Ciências Sociais, Humanidades e Educação
Área de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Politécnica Salesiana
Equador
Adrian Rozengardt
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Argentina
Programa Argentina
Argentina
Mariana Chaves
Faculdade de Serviço Social
Faculdade de Serviço Social
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
Mariana Liguori
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Silvina Rivas
Faculdade de Serviço Social
Faculdade de Serviço Social
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
Enrique Pérez Reséndiz

Thiago Tavares Das Neves
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Brasil
Victor Andrés Rojas
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Corporação Universitária Minuto de Deus
Colômbia
Gonzalo Pardo

Portal Roberto Carlos Cotrina

Cynthia Carolina Ramacciotti
Faculdade de Serviço Social
Faculdade de Serviço Social
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
Juan Antonio Gutiérrez Slon
Centro de Pesquisa em Cultura e Desenvolvimento
Vice-Reitoria de Pesquisa
State Distance University
Costa Rica
Juan Antonio Taguenca Belmonte
NA
México
Liliana Mayer
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais. Universidade Nacional de Misiones
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais.
Universidade Nacional de Missiones
Argentina
Olivia Cristina Perez
Centro de Pesquisa sobre Crianças, Adolescentes e Jovens - Universidade Federal do Piauí
Universidade Federal do Piauí
Brasil
Lúcia Helena V. Rangel
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Brasil
Luís Antonio Mata Zúñiga

María Camila Ospina Alvarado [In Memoriam] [Coordenador]
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Milene Migliano Gonzaga
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Brasil
Hector Fabio Ospina Serna
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Miguel Angel Pleitez Herrera

René Unda Lara
Centro de Pesquisa em Ciências Sociais, Humanidades e Educação
Área de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Politécnica Salesiana
Equador
Regra da Caridade Rosales Gonzalez

marta paredes
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Marcela Alejandra Parra
Universidade Nacional del Comahue
Argentina
Eduardo Javier Pereyra
Faculdade de Ciências Políticas e Relações Internacionais
Faculdade de Ciências Políticas e Relações Internacionais
Universidade Católica de Córdoba
Argentina
Pedro de Assis Pereira Scudeller

Julián Andrés Loaiza De La Pava
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Marina Larrondo
Centro de Pesquisa Social IDES CONICET
Argentina
Sara Victoria Alvarado Salgado
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Gustavo Adolfo Normanns Morles
Faculdade de História, Universidade de San Carlos da Guatemala
Guatemala
Cássio Viana
Instituto Camará Calunga
Brasil
Jorge Bendito
Na
Espanha
Silvia Guemureman
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
José Eduardo Machain
OMEP América Latina
Argentina
Miriam Abramovay
Departamento de Direito
Prêmio Camargo para o corpo docente
Universidade de Ribeirão Preto
Brasil
Silvina Malca Lagos Gorsky
O Colégio da América
Centro de Estudos Avançados para a América Latina e o Caribe
Universidade Pablo de Olavide
Espanha
Romina Trincheri

Alejandra Barcala
Universidade Nacional de Lanús
Argentina
Paola Viera Cordova
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Equador
Equador
John Edier Jaramillo Ferro
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Juan Fernández Labbé
Centro Latino-Americano para o Desenvolvimento Rural - Rimisp
Chile
João Romero
Departamento de Ciências Sociais
Centro Universitário Regional da Costa Norte
Universidade da República
Uruguai
Rosana Soares
Universidade de São Paulo
Brasil
Clarissa Nuñez
Programa de Pós-Graduação Latino-Americano em Serviço Social
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Pablo Vommaro
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Igor Israel González Aguirre

Alejandro Germán Cozachcow
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Bruno Colombari
UNIVERSIDADE NACIONAL DA TIERRA DEL FUEGO
Argentina
Marisa Feffermann
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Brasil
Brasil
Sandra Poliszuk
Universidade Nacional de Comahue/Universidade Nacional de Río Negro - Centro Interdisciplinar de Estudos, Direitos, Inclusão e Sociedade (CIEDIS)
Argentina
Amanda Vargas Prieto
Universidade Madalena
Colômbia
Mario Alberto Catalán Catalão

David Arturo Ospina Ramirez
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Carles Feixa
Universidade Pompeu Fabra
Espanha
Henrique Steven Rebolledo Cortes

Andrea Bonvillani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Gabriela Roizen
Centro de Pesquisa Social (CIS/Conicet)
Argentina
Maria Angeles Abellán López

Bernardo Augusto Ruiz Hernández
Corporação Universitária Minuto de Dios UNIMINUTO
Colômbia
Federico Caetano Grau

Rita De Cassia Alves Oliveira
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Brasil
Melissa Villegas
Centro de Pesquisa Sociológica, Econômica, Política e Antropológica
Pontifícia Universidade Católica do Peru
Peru
Tamara Segura Herrera
Centro de Pesquisa e Estudos Superiores em Antropologia Social
Membro do Sistema de Centros Públicos de Pesquisa do CONACyT
México
Zulema Ortega
Centro de Pesquisa Psicológica e Sociológica
Cuba
Elaine Morales Chuco
Instituto Cubano de Pesquisa Cultural
Ministério da Cultura
Cuba
Analía Verónica García
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Agostinho Barna
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Rosa Rocha
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Brasil
Maria Virgínia Nessi
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Wanda Perozzo Ramírez
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Raida Semanat Trutie
Centro de Estudos da Juventude
Cuba
Mônica Valdez González

Cláudia Pereira Ferraz
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Brasil
Rafael Augusto Larez Puche

Candida Irene Chávez Reinoza
Departamentos de Ciências Sociais e Humanas - UCA
Universidade Centro-Americana
El Salvador
Fernando José Laredo

Camila Ponce Lara
Centro de Pesquisa em Ciências Sociais e Juventude
Departamento de Sociologia
Cardeal da Universidade Católica Raúl Silva Henríquez
Chile
Simone Luci Pereira
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Brasil
María De Los Angeles Pesado Ricacrdi
ESCRITÓRIO DE DEFESA GERAL LOMAS DE ZAMORA - MINISTÉRIO PÚBLICO - PODER JUDICIAL PROVÍNCIA DE BUENOS AIRES
Argentina
Daniela León
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Carmen Gómez Brenes

Carolina Ciordia
Instituto de Ciências Antropológicas, Faculdade de Filosofia e Letras da Universidade de Buenos Aires
Argentina
Rayenari Torres Chacón
Arte Coletiva, Comunidade e Equidade AC
México
Maria Vitória Seca

Maria Luz Marín Posada
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Sonia Bercito
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Brasil
Sonia Bercito
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Brasil
Oscar Andrés Cardona Guzmán
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Laura Llanes Gómez

Laura Santillan
Faculdade de Filosofia e Letras, Universidade de Buenos Aires
Argentina
Jaime Alberto Saldarriaga Vélez
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia