Área temática: Movimentos sociais e ativismo na América Latina e no Caribe
Grupo de trabalhoInfância e juventude
[+ Ver produções e conteúdo]Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Centro de Pesquisa em Ciências Sociais, Humanidades e Educação
Área de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Politécnica Salesiana
Equador
A América Latina é a região do mundo com a maior desigualdade de renda, segundo o Relatório de Desenvolvimento Humano de 2019 do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD, 2019). As desigualdades sociais estão relacionadas à renda e à classe social, mas não exclusivamente. Marcadores sociais como gênero, raça/cor/etnia e geração têm um impacto significativo no acesso aos direitos, tornando alguns grupos mais vulneráveis à opressão social. Longe de operarem isoladamente, esses marcadores são articulados de forma interseccional (Piscitelli, 2008) e cumulativos (Saraví, 2020).
Uma das figuras centrais nesse debate é a acadêmica americana Kimberlé Crenshaw (2002), que explica que, embora seja verdade que todas as mulheres estejam sujeitas, de alguma forma, ao peso da discriminação de gênero, o mesmo ocorre com outros aspectos ligados às suas identidades sociais, como classe, raça/cor, etnia, religião e orientação sexual, entre outros, que estabelecem diferenças na forma como grupos de mulheres vivenciam a discriminação. Vommaro (2019) utiliza o conceito de "desigualdades multidimensionais" para mostrar como pobreza, etnia, território, religião, gênero, geração, educação e participação no mercado de trabalho estão relacionados às desigualdades sociais.
Na prática, alguns grupos estão sujeitos a maior opressão e enfrentam maiores dificuldades para acessar seus direitos. É o caso de crianças e jovens. Portanto, incorporar uma perspectiva interseccional desafia o tratamento da infância e da juventude como grupos homogêneos e nos convida a considerar, por exemplo, como jovens negros e aqueles que vivem em comunidades marginalizadas têm maior dificuldade em acessar seus direitos e estão mais expostos à violência física e simbólica do que jovens brancos.
A simples observação de como esses marcadores sociais operam na realidade vivida por crianças e jovens na América Latina já justifica o trabalho, a reflexão e a visibilidade dessas dinâmicas em relação ao seu cotidiano. Além disso, essa situação se agravou com a pandemia.
A pandemia de COVID-19 se espalhou pelo mundo no início de 2020 e continua até hoje (outubro de 2022), embora seu impacto tenha diminuído devido às campanhas de vacinação. Para dar alguns exemplos, crianças e jovens tiveram que se adaptar ao uso das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) para trabalho e estudo, enquanto outros não tinham acesso a recursos tecnológicos ou conectividade, criando e exacerbando desigualdades educacionais. Mesmo suas atividades habituais, como estudar e se divertir, foram limitadas e precárias. Os jovens começaram a trabalhar mais intensamente em profissões ou ofícios precários, sujeitos à infecção e sem perspectivas de emprego qualificado, como se observa, por exemplo, entre os entregadores que trabalham por aplicativo. Além disso, os jovens foram culpados pela disseminação da doença, o que intensificou sua perseguição, assédio e estigmatização em campanhas públicas e na mídia.
Contudo, os jovens assumiram o protagonismo e participaram de atos de resistência, tanto nas ruas quanto online. Mesmo com as medidas de confinamento, os ciclos e agendas de mobilização que existiam antes da pandemia não puderam ser interrompidos (Vázquez et al., 2021). Diversos ciclos de protesto que estavam em curso na América Latina antes de 2019 — como a luta pela democracia no Brasil, a luta por uma nova Constituição no Chile e os protestos feministas na Argentina — adaptaram-se às novas circunstâncias e encontraram maneiras de persistir. Além disso, os jovens contestaram o direito de acesso à saúde na esfera pública. Ao mesmo tempo, setores da chamada "nova direita" ganharam destaque, encontrando oportunidades para se tornarem mais visíveis nas ruas e online. A dinâmica da mobilização trouxe à tona o papel do Estado, a gestão socioeconômica da crise sanitária e as diferentes formas como este se engajou com os jovens em geral e com os ativistas em particular.
Nesse contexto, narrativas hegemônicas sobre a infância e a juventude e seus agentes de socialização também foram construídas, legitimadas e reproduzidas a partir da perspectiva de violações de direitos, uma perspectiva que as coloca em uma posição passiva. Essas narrativas desconsideraram as experiências, o conhecimento, as necessidades e as expectativas de atores sociais considerados "dependentes" e "imaturos" — as crianças —, bem como daqueles atores sociais considerados perigosos, apáticos e desafiadores.
Em contraste com essas perspectivas, o Grupo de Trabalho sobre Crianças e Jovens tem como principal objetivo refletir, pesquisar, defender e conscientizar sobre os principais problemas e o potencial de crianças e jovens na América Latina e no Caribe. O propósito geral do Grupo de Trabalho é contribuir com conhecimento crítico e contextualizado sobre crianças e jovens no âmbito dos novos processos sociais que estão reposicionando a América Latina e o Caribe em diálogo com as agendas globais.
Nesse sentido, o Grupo de Trabalho adota posições críticas enraizadas no Sul Global, contribuindo para a promoção de práticas decoloniais e contra-hegemônicas, para a mobilização e para a redução das desigualdades. O grupo concentra-se em processos situados no contexto latino-americano e caribenho, que devem dialogar com o conhecimento desenvolvido em outras regiões e períodos históricos. Essas abordagens críticas voltadas para a transformação envolvem processos de pesquisa que examinam tanto o contexto latino-americano e caribenho quanto as relações de subordinação de crianças e jovens em relação aos adultos, a partir de uma perspectiva geracional.
PEREZ, OC Sistematização da crítica das interpretações acadêmicas brasileiras da Conferência de Junho de 2013. Left, v. 1, p. 1-16, 2021.
PISCITELLI, Adriana. Interseccionalidades, categorias de articulação e experiências de migrantes brasileiros. Sociedade e Cultura, v. 11, n. 2, pp. 263-274, 2008.
PNUD. Relatório de Desenvolvimento Humano 2019 - Além do rendimento, além das médias, além do presente: Desigualdades no desenvolvimento humano no século XXI. Plaza, Nova York, NY, 2019.
SARAVÍ, Gonzalo. Acumulação de desvantagens na América Latina: contribuições e desafios para o estudo da desigualdade. Revista Latino-Americana de População, v.14, n.º 27, p. 228-256, 2020.
VÁZQUEZ, M. et al. Ações coletivas durante a pandemia. Relatório GT Infância e Juventude – Clacso, 2021.
VOMMARO, P. Juventude e política na Argentina e na América Latina: tendências, conflitos e desafios. Argentina: Grupo Editor Universitário, 2015.
A proposta apresentada dá continuidade àquela desenvolvida no âmbito do Grupo de Trabalho "Infância e Juventude", que possui uma longa trajetória no programa de Grupos de Trabalho da CLACSO, do qual participamos desde 2007 com diferentes projetos.
O ciclo de 2019-2022 coincidiu com a chegada da pandemia, e conseguimos manter nossas atividades em conjunto apesar das dificuldades pessoais e coletivas que enfrentamos. Além disso, pudemos utilizar esse período excepcional como um contexto para reflexão, análise e ação. A seguir, apresentamos alguns argumentos que demonstram a relevância de manter e sustentar essa proposta, com algumas atualizações.
Historicamente, a infância e a juventude têm sido submetidas à estigmatização. No caso das crianças, elas têm sido interpretadas e tratadas como sujeitos sem poder de ação. Os jovens, por sua vez, têm sido criminalizados, vítimas de juvenilicídio e de uma forma gradual e insidiosa de genocídio. As hegemonias culturais e políticas, bem como as múltiplas formas de violência que delas decorrem, minaram sua dignidade, amplificaram sua discriminação e exclusão e se manifestaram de diversas maneiras em toda a América Latina e Caribe. Em suma, as condições de vulnerabilidade social em que vive a maioria das crianças e jovens da América Latina e do Caribe constituem o principal ponto de partida para a continuidade da tarefa de produção de conhecimento.
Essas condições foram agravadas pela pandemia que, como em outras situações de crise, afetou principalmente os grupos mais vulneráveis. É por isso que a questão das crianças e dos jovens, considerando as múltiplas desigualdades dentro desses grupos, é tão urgente hoje como sempre foi.
Diante desse cenário, o GT busca impactar positivamente a melhoria e a compreensão das realidades vivenciadas por crianças e jovens na América Latina e no Caribe, por meio da análise comparativa de contextos; do desenvolvimento de processos de pesquisa participativa; e da construção de vínculos e diálogos diretos com políticas públicas e com atores ligados ao Estado e à gestão social desses grupos sociais em diferentes países da região.
Para tanto, o GT propõe desenvolver análises, leituras e intervenções sobre o contexto descrito a partir de perspectivas que alternam entre diversificação e especialização, demonstrando, em termos conceituais e teóricos, o valor do estudo sistemático de crianças e jovens como sujeitos sociais, culturais, históricos e políticos.
Os desafios para o próximo período são diversos. O primeiro desafio é sistematizar os dados sobre crianças e jovens. Outro desafio é tornar esses dados visíveis, assim como as vozes das crianças e dos jovens e dos grupos que representam. Pretendemos também contribuir para a formação de qualidade de jovens e daqueles que trabalham com crianças e jovens em toda a América Latina e Caribe. Por fim, queremos contribuir para conectar jovens pesquisadores a essas redes, fomentando projetos de pesquisa e dando visibilidade ao seu trabalho e aos seus resultados.
Para atingir esses objetivos, propomos o seguinte para o próximo período:
1- Criar e dinamizar uma rede de jovens investigadores
2- Consolidar o Observatório Latino-Americano e Caribenho sobre Primeira Infância, Infância e Juventude
3- Criar o programa de mestrado internacional em infância e juventude.
Na nova proposta, o trabalho está planejado em torno de dois grandes sul epistêmicos: 1) Hegemonias, violência, desigualdades e práticas políticas e culturais de resistência e coexistência, e 2) Estado, políticas públicas, desigualdades e participação. A questão das desigualdades sociais, de gênero, étnicas, de classe e geracionais será objeto de uma análise transversal dentro desses dois sul.
O Sul epistêmico — Hegemonias, violência, desigualdades e práticas políticas e culturais de resistência e coexistência — orienta-se para a análise de ações que contribuem para processos transformadores na prática pedagógica por meio do desenvolvimento de pedagogias críticas e educação popular; que contribuem para processos psicossociais transformadores a partir da perspectiva da psicologia social latino-americana; que contribuem para transformações relacionais e sociais por meio da socialização política e de perspectivas alternativas sobre o desenvolvimento humano; bem como aquelas que contribuem para práticas contra-hegemônicas a partir das perspectivas da cultura e da comunicação. Aprofundaremos a análise das desigualdades sociais com base em interseções geracionais e outros fatores multidimensionais, como gênero, migração, etnicidade e diferenças culturais, educacionais, trabalhistas e territoriais.
Sob a perspectiva do Sul, e com o tema "Estado, Políticas Públicas, Desigualdades e Participação", analisaremos a ação coletiva juvenil em suas múltiplas formas de manifestação, organização e mobilização, bem como o ativismo e a militância juvenil. Abordaremos também a produção socioestatal da juventude, confrontada pela questão das desigualdades sociais. O Grupo de Trabalho explorará a emergência de debates e modos de produção socioestatal relativos à juventude e à infância à luz de modelos progressistas de governança, bem como a ascensão da chamada nova direita na América Latina e no Caribe. Interessa-nos mobilizar perspectivas de gênero, geracionais, étnico-raciais e de classe para compreender as condições de emergência e as características da mobilização juvenil, assim como as diferentes formas de construção de subjetividades e identidades entre crianças e jovens.
Consideramos as abordagens teóricas descritas como um ponto de partida. Será o desenvolvimento do próprio trabalho no período seguinte que nos permitirá identificar desdobramentos, expansões ou novas perspectivas.
A coordenação geral do Grupo de Trabalho será liderada por Melina Vázquez (Universidade de Buenos Aires, Argentina), María Camila Ospina (CINDE-Universidade de Manizales, Colômbia) e Daniel Llanos (Universidade Politécnica Salesiana, Equador). Com base na avaliação do período anterior do Grupo de Trabalho, propomos manter uma estrutura de coordenação ampliada, que complemente e otimize o trabalho de um grupo tão grande, com diversas perspectivas epistemológicas em uma ampla gama de atividades. Esta coordenação será composta por alguns dos ex-membros dos eixos temáticos, considerando sua experiência, disponibilidade e relevância na área: Sara Victoria Alvarado (CINDE-Universidade de Manizales, Colômbia), Pablo Vommaro (UBA-CLACSO, Argentina), Silvia Borelli (PUC SP, Brasil), René Unda Lara (UPS, Equador), Diego Beretta (UNR, Argentina), Juan Romero (UDELAR, Uruguai), María Isabel Domínguez (CIPS, Cuba), Olivia Cristina Perez (Universidade do Piauí, Brasil), Cándida Irene Chévez (UCA; El Salvador), Lina Cardona (CINDE-Universidade de Manizales, Colômbia) e Carla Rosales (CONICET-UNC, Argentina).
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
A. Hegemonias, violência, desigualdades e práticas políticas e culturais de resistência e coexistência.
B. Ação coletiva da juventude, novas causas militantes, o Estado, políticas públicas e desigualdades geracionais
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
2. Entrega dos Diplomas de Ensino Superior criados no período anterior: “infância e direitos humanos” e “juventude: culturas, desigualdades e políticas”
3. Conceber o Mestrado Internacional em Infância e Juventude, uma ação que visa incorporar as lições aprendidas no âmbito dos seminários de pós-graduação, especializações e diplomas ministrados por este Grupo de Trabalho em edições anteriores.
4. Organização de seminários internos de formação e atualização com base nos dois sul epistêmicos do trabalho.
5. Participação em eventos científicos, acadêmicos e comunitários
6. Consolidar e dar visibilidade ao Observatório Latino-Americano e Caribenho da Primeira Infância, da Infância e da Juventude
2. Reajuste do programa dos dois Diplomas, atualização dos conteúdos e da bibliografia; incorporação de novos professores vinculados a esta edição do GT e ministração das aulas.
3. Realizar reuniões de discussão internas e reuniões com as autoridades da CLACSO para a elaboração do programa do Mestrado Internacional em Infância e Juventude.
4. Organização de 2 encontros virtuais para os membros do GT com pesquisadores e ativistas que possam contribuir para a abordagem teórica e epistemológica dos dois sul epistêmicos de trabalho.
5.1. Coorganização e participação na V Bienal Latino-Americana e Caribenha sobre Primeira Infância, Infância e Juventude (Manizales, 2023), promovida por este Grupo de Trabalho e pela Rede INJU em edições anteriores da chamada de propostas dos Grupos de Trabalho. Os membros do Grupo de Trabalho participam do comitê científico, participarão dos painéis principais e apresentarão pelo menos dois painéis temáticos para cada uma das perspectivas epistêmicas do Grupo de Trabalho.
Além disso, será apresentado um fórum sobre questões atuais relativas à infância e à juventude, e serão lançados livros com a participação de membros do Grupo de Trabalho.
5.2. Participação com pelo menos duas mesas temáticas, uma para cada sul epistêmico no Congresso da LASA (Vancouver, maio de 2023)
5.3. Participação no Congresso da ISA (Austrália, 2023)
6. Consolidar as operações do Observatório através da criação de um comitê científico responsável por elaborar pelo menos uma chamada anual para submissão de trabalhos (tanto de membros do Grupo de Trabalho quanto de especialistas externos) e pela revisão editorial das contribuições. Além disso, o site do Observatório será utilizado para divulgar relatórios, entrevistas, sistematizações de documentos, recursos audiovisuais e outros materiais produzidos pelos membros do Grupo de Trabalho.
2. Concessão dos dois Diplomas de Nível Superior, que envolvem: 20 membros do GT para o desenvolvimento das turmas e pelo menos 10 jovens pesquisadores receberão bolsas de estudo para realizar sua formação de pós-graduação.
3. Um programa de mestrado internacional em infância e juventude.
4. Dois seminários internos de formação do Grupo de Trabalho, que serão gravados para consulta posterior e disponibilizados no canal do Grupo de Trabalho dedicado a crianças e jovens.
5.1. Participação na organização da 5ª Bienal, participação em painéis principais, duas mesas-redondas temáticas e um fórum de atualidades. Apresentações de livros.
5.2. Organização e participação em duas mesas temáticas organizadas pelo GT
5.3. Participação em mesas temáticas relacionadas com os sul epistemológicos da GT
6. Fazer do Observatório um espaço de consulta, divulgação e comunicação de temas de interesse para pesquisadores, gestores de políticas públicas, movimentos sociais e grupos de crianças e jovens na América Latina e no Caribe.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
2. Organização de um workshop com ativistas, gestores de políticas públicas e organizações não governamentais ligadas a questões da infância e da juventude.
3. Organização de encontros para crianças e jovens
2. Organização e convite de ativistas, gestores de políticas públicas e organizações não governamentais ligadas a questões da infância e da juventude no âmbito da V Bienal Latino-Americana e Caribenha sobre primeira infância, infância e juventude (Manizales, 2023)
3. Organização de dois encontros, um com crianças e outro com jovens, no âmbito da V Bienal Latino-Americana e Caribenha sobre primeira infância, infância e juventude (Manizales, 2023).
2.1. Relatório de trabalho sobre a oficina desenvolvida em conjunto com ativistas, gestores de políticas públicas e ONGs ligadas a questões da infância e da juventude.
2.3. Divulgação das intervenções realizadas no workshop através do canal do GT no YouTube.
3. Relatório e registro audiovisual dos encontros de crianças e jovens nos quais são divulgadas agendas e experiências coletivas.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
2. Coorganização e participação na reunião do Programa de Pós-Doutorado em Pesquisa sobre Infância e Juventude (CLACSO), criado a partir do GT em edições anteriores.
3. Estabelecer conexões com os Grupos de Trabalho sobre Pedagogias Críticas e Educação Popular e Epistemologias do Sul.
2. Participação de membros da GT como palestrantes nas mesas principais e como alunos do Programa de Pós-Doutorado
3. Promover um debate com membros dos Grupos de Trabalho sobre Pedagogias Críticas e Educação Popular e Epistemologias do Sul para compartilhar perspectivas sobre o trabalho e a análise dos efeitos da pandemia no aprofundamento das desigualdades entre crianças e jovens na América Latina e no Caribe.
2. Coorganização e participação no encontro internacional do Programa de Pesquisa Pós-Doutoral em Ciências Sociais, Infância e Juventude.
3. Debate virtual que será disponibilizado nas redes sociais da GT, no canal do YouTube e no Observatório Latino-Americano e Caribenho da Primeira Infância, da Infância e da Juventude.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Avaliar o desempenho interpretativo do trabalho em torno dos dois eixos definidos pelo desenvolvimento das primeiras ações de pesquisa, produção, análise e disseminação dos dados.
1.2. Projeto de um índice preliminar para a publicação de um livro com os resultados da produção dos eixos.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
2. Oferecimento dos Diplomas Superiores “infância e direitos humanos” e “juventude: culturas, desigualdades e políticas”
3. Exploração, avaliação e negociação das condições de viabilidade curricular e institucional para a criação do Mestrado Internacional em Infância e Juventude.
4. Organização de seminários internos de formação e atualização com base nos dois sul epistêmicos do trabalho.
5. Consolidar e dar visibilidade ao Observatório Latino-Americano e Caribenho da Primeira Infância, da Infância e da Juventude
1.2. Socialização de projetos de pesquisa
2. Reajuste do programa dos dois Diplomas, atualização dos conteúdos e da bibliografia; organização e ministração das aulas.
3. Revisão das normas, certificações nacionais e internacionais, apresentação do documento aos órgãos acadêmicos e acompanhamento dos procedimentos administrativos para obtenção da aprovação do Mestrado Internacional em Infância e Juventude.
4. Organização de 2 encontros virtuais para os membros do Grupo de Trabalho com pesquisadores e ativistas que possam contribuir para o trabalho empírico com crianças e jovens em relação aos dois sul epistêmicos do trabalho.
5. Divulgar e dar visibilidade às produções dos membros do Grupo de Trabalho, lançar pelo menos uma chamada para submissão de trabalhos e análises de eventos atuais relativos à infância e à juventude na América Latina e no Caribe.
2. Oferecimento dos dois Diplomas de Nível Superior, nos quais pelo menos 20 membros do GT estarão envolvidos no desenvolvimento das aulas e pelo menos 10 jovens pesquisadores receberão bolsas de estudo para realizar sua formação de pós-graduação.
3. Elaboração e apresentação de um documento de trabalho às autoridades nacionais e internacionais para a validação e certificação acadêmica do Mestrado Internacional em Infância e Juventude.
4. Dois seminários internos de formação do Grupo de Trabalho, que serão gravados para consulta posterior e disponibilizados no canal do Grupo de Trabalho dedicado a crianças e jovens.
5. Gerar impacto e viabilidade para o Observatório junto a líderes de políticas públicas, movimentos e grupos de crianças e jovens, organizações da sociedade civil, estudantes e pesquisadores interessados na análise, intervenção e conhecimento sobre questões relacionadas à infância e à juventude na América Latina e no Caribe.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
2. Coorganização e participação na reunião do Programa de Pós-Doutorado em Pesquisa sobre Infância e Juventude (CLACSO), criado a partir da Rede INJU com a colaboração do GT em edições anteriores.
2. Participação de membros da GT como palestrantes nas mesas principais e como alunos do Programa de Pesquisa Pós-Doutoral.
2. Coorganização e participação no encontro internacional do Programa de Pesquisa Pós-Doutoral em Ciências Sociais, Infância e Juventude.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
1.2. Disseminação do conhecimento construído pelo GT em seminários de pós-graduação vinculados à REDE INJU, aos diplomas e ao mestrado internacional.
1.3. Elaboração e submissão de, no mínimo, 4 artigos coletivos que sintetizem as principais conclusões da pesquisa comparativa.
1.3. Submissão de 4 artigos científicos a revistas internacionais indexadas
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
2. Promoção de intercâmbios e estágios de pesquisa nos centros membros da GT para promover a formação de jovens pesquisadores na área da infância e juventude que participarão da rede.
3. Lançamento do Mestrado Internacional em Infância e Juventude
4. Organização de edições monográficas ou dossiês temáticos em revistas científicas especializadas da América Latina e do Caribe.
5. Consolidar e dar visibilidade ao Observatório Latino-Americano e Caribenho da Primeira Infância, da Infância e da Juventude
Os membros do GT participarão do comitê científico, proporão pelo menos duas tabelas temáticas vinculadas a cada um dos sul epistêmicos do GT e apresentarão pelo menos 4 trabalhos coletivos que resumam os principais resultados das linhas de pesquisa nos dois sul epistêmicos.
2. Candidaturas para concursos de diferentes instituições de Ciência e Tecnologia em diferentes países ou de organizações internacionais que promovam a mobilidade dos membros da GT, especialmente os membros da rede de jovens investigadores.
3. Descreva o programa e o cronograma do mestrado internacional em infância e juventude, defina as funções operacionais e organizacionais, faça a chamada para professores e divulgue a chamada para potenciais alunos.
4. Organização de pelo menos duas edições monográficas em revistas científicas especializadas da América Latina e do Caribe, reunindo trabalhos tanto de membros do Grupo de Trabalho quanto de outros pesquisadores que abordem os sul epistêmicos com os quais o Grupo de Trabalho atuará.
5. Divulgar e dar visibilidade às produções dos membros do Grupo de Trabalho, lançar pelo menos uma chamada para submissão de trabalhos e análises de eventos atuais relativos à infância e à juventude na América Latina e no Caribe.
2. Estadias e deslocamentos de jovens pesquisadores de diferentes centros membros da CLACSO
3. Criação e implementação do Mestrado Internacional em Infância e Juventude
4. Pelo menos duas edições monográficas que abordem os sul epistêmicos com os quais a GT trabalhará.
5. Gerar impacto e viabilidade para o Observatório junto a líderes de políticas públicas, movimentos e grupos de crianças e jovens, organizações da sociedade civil, estudantes e pesquisadores interessados na análise, intervenção e conhecimento sobre questões relacionadas à infância e à juventude na América Latina e no Caribe.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
2. Elaboração de relatórios executivos com base nas linhas de pesquisa desenvolvidas para compartilhar os resultados com as principais partes interessadas.
2. Elaboração de 4 relatórios executivos com os resultados da pesquisa comparativa para compartilhar com líderes de políticas públicas, grupos de jovens e organizações não governamentais que trabalham com crianças e jovens.
2. Quatro relatórios executivos que sistematizam as principais conclusões da pesquisa comparativa, a fim de gerar influência nas políticas públicas, intervenções e trabalho sociocomunitário com crianças e jovens.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
2. Co-organização e participação na reunião do Programa de Pós-Doutorado em Pesquisa sobre Infância e Juventude (CLACSO), criado a partir da Rede INJU em colaboração com o GT em edições anteriores.
2. Participação de membros da GT como palestrantes nas mesas principais e como alunos do Programa de Pós-Doutorado
2. Coorganização e participação no encontro internacional do Programa de Pós-Doutorado em Pesquisa sobre Infância e Juventude.
Número total de pesquisadores admitidos: 128
Centro de pesquisa
Faculdade de Filosofia e Humanidades
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Secretaria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Faculdade de Ciência Política e Relações Internacionais
UNR - Universidade Nacional de Rosário
Argentina
Centro de Pesquisa Psicológica e Sociológica
Cuba
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais - PPGCS - UFRRJ
Brasil
Centro de Pesquisa Psicológica e Sociológica
Cuba
Centro de Pesquisa Louis Joseph Lebret OP para Economia e Humanismo
Universidade de Santo Tomás
Colômbia
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Brasil
Unidade Lerma
-Universidade Autônoma Metropolitana
México
Centro de Estudos da Juventude
Cuba
*
México
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Hospital Infantil Dr. Ricardo Gutiérrez
Argentina
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Brasil
Colômbia
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Centro de Estudos Sociais e Pesquisa da Associação Argentina de Sociologia
Argentina
Corporação Regional
Colômbia
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Corporação Universitária Minuto de Deus
Colômbia
Departamento de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Quilmes
Argentina
Instituto para o Desenvolvimento Humano
Universidade Nacional de General Sarmiento
Argentina
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Brasil
Departamento de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Quilmes
Argentina
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Brasil
Centro de Pesquisa em Ciências Sociais, Humanidades e Educação
Área de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Politécnica Salesiana
Equador
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Argentina
Programa Argentina
Argentina
Faculdade de Serviço Social
Faculdade de Serviço Social
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Faculdade de Serviço Social
Faculdade de Serviço Social
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Brasil
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Corporação Universitária Minuto de Deus
Colômbia
Faculdade de Serviço Social
Faculdade de Serviço Social
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
Centro de Pesquisa em Cultura e Desenvolvimento
Vice-Reitoria de Pesquisa
State Distance University
Costa Rica
NA
México
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais. Universidade Nacional de Misiones
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais.
Universidade Nacional de Missiones
Argentina
Centro de Pesquisa sobre Crianças, Adolescentes e Jovens - Universidade Federal do Piauí
Universidade Federal do Piauí
Brasil
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Brasil
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Brasil
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Centro de Pesquisa em Ciências Sociais, Humanidades e Educação
Área de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Politécnica Salesiana
Equador
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Universidade Nacional del Comahue
Argentina
Faculdade de Ciências Políticas e Relações Internacionais
Faculdade de Ciências Políticas e Relações Internacionais
Universidade Católica de Córdoba
Argentina
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Centro de Pesquisa Social IDES CONICET
Argentina
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Faculdade de História, Universidade de San Carlos da Guatemala
Guatemala
Instituto Camará Calunga
Brasil
Na
Espanha
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
OMEP América Latina
Argentina
Departamento de Direito
Prêmio Camargo para o corpo docente
Universidade de Ribeirão Preto
Brasil
O Colégio da América
Centro de Estudos Avançados para a América Latina e o Caribe
Universidade Pablo de Olavide
Espanha
Universidade Nacional de Lanús
Argentina
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Equador
Equador
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Centro Latino-Americano para o Desenvolvimento Rural - Rimisp
Chile
Departamento de Ciências Sociais
Centro Universitário Regional da Costa Norte
Universidade da República
Uruguai
Universidade de São Paulo
Brasil
Programa de Pós-Graduação Latino-Americano em Serviço Social
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
UNIVERSIDADE NACIONAL DA TIERRA DEL FUEGO
Argentina
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Brasil
Brasil
Universidade Nacional de Comahue/Universidade Nacional de Río Negro - Centro Interdisciplinar de Estudos, Direitos, Inclusão e Sociedade (CIEDIS)
Argentina
Universidade Madalena
Colômbia
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Universidade Pompeu Fabra
Espanha
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Centro de Pesquisa Social (CIS/Conicet)
Argentina
Corporação Universitária Minuto de Dios UNIMINUTO
Colômbia
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Brasil
Centro de Pesquisa Sociológica, Econômica, Política e Antropológica
Pontifícia Universidade Católica do Peru
Peru
Centro de Pesquisa e Estudos Superiores em Antropologia Social
Membro do Sistema de Centros Públicos de Pesquisa do CONACyT
México
Centro de Pesquisa Psicológica e Sociológica
Cuba
Instituto Cubano de Pesquisa Cultural
Ministério da Cultura
Cuba
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Brasil
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Centro de Estudos da Juventude
Cuba
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Brasil
Departamentos de Ciências Sociais e Humanas - UCA
Universidade Centro-Americana
El Salvador
Centro de Pesquisa em Ciências Sociais e Juventude
Departamento de Sociologia
Cardeal da Universidade Católica Raúl Silva Henríquez
Chile
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Brasil
ESCRITÓRIO DE DEFESA GERAL LOMAS DE ZAMORA - MINISTÉRIO PÚBLICO - PODER JUDICIAL PROVÍNCIA DE BUENOS AIRES
Argentina
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Instituto de Ciências Antropológicas, Faculdade de Filosofia e Letras da Universidade de Buenos Aires
Argentina
Arte Coletiva, Comunidade e Equidade AC
México
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Brasil
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Brasil
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Faculdade de Filosofia e Letras, Universidade de Buenos Aires
Argentina
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia